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<p>USO DE ANIMAIS PARA EXPERIMENTO</p><p>ALUNAS:</p><p>ALYNE CELINA DORVAL</p><p>GILCILENE ARAÚJO</p><p>LYSSANDRA SOUZA</p><p>RAYANE DA COSTA</p><p>CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>300 a.C. Existem registros de que pesquisadores gregos, como Aristóteles e Erasístrato, realizaram experimentos em animais vivos.</p><p>100 d.C. O cientista grego Galeno fez experimentos com animais para o avanço da compreensão da anatomia, fisiologia, patologia e farmacologia. Por ter dissecado porcos e cabras, ele ficou conhecido como “o pai da vivissecção”.</p><p>CONTEXTO HISTÓRICO</p><p>1600 - Cientista William Harvey</p><p>1700 - médico árabe Ibn Zuhr; o cientista Stephen Hales; Antoine Lavoisier</p><p>1800 - Louis Pasteur</p><p>1890s - Ivan Pavlov</p><p>1900 - Na origem da criação do Instituto Oswaldo Cruz</p><p>1910 Em Paris, o excêntrico Dr. Voronoff</p><p>1922 - A insulina foi isolada a partir de experimentos com cachorros e revolucionou o tratamento da diabete;</p><p>1970 - O tratamento para hanseníase com antibióticos passou a ser desenvolvido com base em pesquisas com tatus. Logo em seguida, foi utilizado em seres humanos;</p><p>1974 - cientista Rudolf Jaenisch</p><p>LEIS</p><p>A principal lei federal sobre o uso de animais em atividades de pesquisa e ensino é a Lei nº 11794/08.</p><p>DIRETRIZES BÁSICAS :</p><p>Art. 14.  O animal só poderá ser submetido às intervenções recomendadas nos protocolos dos experimentos que constituem a pesquisa ou programa de aprendizado quando, antes, durante e após o experimento, receber cuidados especiais, conforme estabelecido pelo CONCEA.</p><p>§ 1º O animal será submetido a eutanásia, sob estrita obediência às prescrições pertinentes a cada espécie, conforme as diretrizes do Ministério da Ciência e Tecnologia, sempre que, encerrado o experimento ou em qualquer de suas fases, for tecnicamente recomendado aquele procedimento ou quando ocorrer intenso sofrimento.</p><p>§ 2º Excepcionalmente, quando os animais utilizados em experiências ou demonstrações não forem submetidos a eutanásia, poderão sair do biotério após a intervenção, ouvida a respectiva CEUA quanto aos critérios vigentes de segurança, desde que destinados a pessoas idôneas ou entidades protetoras de animais devidamente legalizadas, que por eles queiram responsabilizar-se.</p><p>§ 3º Sempre que possível, as práticas de ensino deverão ser fotografadas, filmadas ou gravadas, de forma a permitir sua reprodução para ilustração de práticas futuras, evitando-se a repetição desnecessária de procedimentos didáticos com animais.</p><p>§ 4º O número de animais a serem utilizados para a execução de um projeto e o tempo de duração de cada experimento será o mínimo indispensável para produzir o resultado conclusivo, poupando-se, ao máximo, o animal de sofrimento.</p><p>§ 5º Experimentos que possam causar dor ou angústia desenvolver-se-ão sob sedação, analgesia ou anestesia adequadas.</p><p>§ 6º Experimentos cujo objetivo seja o estudo dos processos relacionados à dor e à angústia exigem autorização específica da CEUA, em obediência a normas estabelecidas pelo CONCEA.</p><p>§ 7º É vedado o uso de bloqueadores neuromusculares ou de relaxantes musculares em substituição a substâncias sedativas, analgésicas ou anestésicas.</p><p>§ 8º É vedada a reutilização do mesmo animal depois de alcançado o objetivo principal do projeto de pesquisa.</p><p>§ 9º Em programa de ensino, sempre que forem empregados procedimentos traumáticos, vários procedimentos poderão ser realizados num mesmo animal, desde que todos sejam executados durante a vigência de um único anestésico e que o animal seja sacrificado antes de recobrar a consciência.</p><p>§ 10.  Para a realização de trabalhos de criação e experimentação de animais em sistemas fechados, serão consideradas as condições e normas de segurança recomendadas pelos organismos internacionais aos quais o Brasil se vincula.</p><p>ORGANIZAÇÕES QUE PROTEGEM OS ANIMAIS</p><p>HUMANE SOCIETY INTERNATIO</p><p>PEA - PROJETO ESPERANÇA ANIMAL</p><p>ORGANIZAÇÕES QUE PROTEGEM OS ANIMAIS</p><p>CEUA -Comissão de Ética na Utilização de Animais</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>https://agencia.fiocruz.br/linha-do-tempo-breve-hist%C3%B3rico-da-pr%C3%A1tica-no-brasil-e-no-mundo#:~:text=1600%20O%20cientista%20William%20Harvey,aplic%C3%A1%2Dlos%20em%20pacientes%20humanos.</p><p>https://www.hsi.org/</p><p>http://www.pea.org.br/empresas.htm</p><p>http://www.ceua.ufrpe.br/lei</p><p>http://www.comissoes.propp.ufu.br/CEUA</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>media1.mp4</p><p>image6.png</p><p>image1.jpg</p>

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