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<p>Questão 3 (Valor: 1,25) Leia o cartaz a seguir e assinale a ALTERNATIVA a) objetivo do cartaz é divulgar a campanha de incentivo e compartilhamento de livros os quais podem ser deixados propositalmente em diferentes espaços públicos para que outras pessoas tenham acesso a eles. ESQUEÇA b) verbo "Esqueça", presente no cartaz, é um signo UM LIVRO ideológico que, como todo signo, exige uma atitude- E ESPALHE resposta daquele que o Para a compreensão CONHECIMENTO dialógica, basta decodificar esse verbo ou meramente buscar seu sentido no dicionário a fim de desvendar-lhe Projeto de incentivo à leitura e a significação. compartilhamento de conhecimento. NO DIA 25 DE JULHO c) Deslocando o texto em análise de seu contexto real "ESQUEÇA" livros em lugares públicos. para o atual contexto uma avaliação presencial modificamos, em certa medida, o tema, porque o sentido da enunciação completa é determinado não só bibliotecacentral unesc ediunesc pelas formas linguísticas, mas também pelos elementos extraverbais da situação. Disponível em: d) Ao ler textos, resgatamos conhecimentos de outras para contextualizá-los e interpretá-los. Trata- se de nosso conhecimento prévio. Para reconhecer a campanha de incentivo à leitura veiculada no cartaz, aqui.ghtml. Acesso em: 10 jan. 2023. por exemplo, ativamos nosso repertório de enunciados, ou seja, nosso conhecimento textual, acessando outros gêneros de que nos apropriamos ao longo da vida. Questão 4 (Valor: 1,25) Leia o texto e, em seguida, assinale a ALTERNATIVA INCORRETA. A leitura é livre Editorial (13.fev.2020 às 2h00) Se ataques à democracia provocam preocupação, São Paulo e Rondônia, cada estado a seu modo, resolveram dar a sua contribuição negativa ao censurar livros de autores consagrados da literatura nacional e internacional. Em 6 de fevereiro, a Secretaria de Educação rondoniense mandou recolher das escolas uma série de obras por trazer "conteúdos inadequados" a crianças e Entre eles estão clássicos como de Mário de Andrade, e Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis. Ao ser questionado, o governo de Rondônia disse que tudo era "fake news". Mas, após reportagem comprovar que se tratava de um memorando oficial, o estado recuou e desistiu da empreitada. De maneira semelhante, a administração João Doria (PSDB-SP) vetou uma lista de livros de um projeto de leitura para presidiários do Entre eles estavam obras de autores renomados, como o colombiano Gabriel García Márquez, o franco-argelino Albert Camus e a norte-americana Harper Lee. Em nota, o governo afirmou que não fazia juízo de valor sobre os livros escolhidos e que tampouco os tivesse censurado. Já a fundação responsável pelo projeto, ligada ao Palácio dos Bandeirantes, declarou que uma das obras (sem especificar qual), "diante das novas propostas da gestão atual, não atende ao que se espera para a população atendida". Não há dúvida de que o alerta foi acionado, tanto em Roraima quanto em São Paulo. É perigoso quando burocratas se sentem no direito de decidir o que pode e o que não pode ser lido pela população. O que esses censores não entendem é que, quanto mais se proíbem os livros, mais fortes e necessários eles se tornam. Disponível em: Acesso em: 15 jan. 2023.</p>