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<p>Avaliação</p><p>Nutricional</p><p>de Crianças</p><p>Prof Msc Mariana Granito</p><p>Ações básicas na prevenção de morbimortalidade infantil normatizadas pelo</p><p>Ministério da Saúde.</p><p>O crescimento é um processo dinâmico e contínuo -> é expresso pelo aumento do tamanho corporal.</p><p>Constitui um dos indicadores de saúde da criança</p><p>É relevante desde o crescimento intrauterino</p><p>Diversos estudos atestam que alterações no crescimento fetal e infantil podem ter efeitos permanentes na saúde do adulto</p><p>Ações básicas na prevenção de morbimortalidade infantil normatizadas pelo</p><p>Ministério da Saúde.</p><p>O processo de crescimento é influenciado por fatores intrínsecos (genéticos) e extrínsecos (ambientais)</p><p>>>> Alimentação, a saúde, a higiene, a habitação e os cuidados gerais com a criança, que atuam acelerando ou restringindo tal processo de desenvolvimmento</p><p>O acompanhamento sistemático do crescimento e do ganho de peso permite:</p><p>Sinalização precoce da subnutrição e da obesidade (BRASIL, 2005ª)</p><p>>> A identificação de crianças com maior risco de morbimortalidade.</p><p>NO BRASIL</p><p>A prevalência de baixa estatura para as idades de crianças menores de 5 anos na população brasileira foi de 7% em 2006.</p><p>máxima do problema na Região Norte (15%) e pouca variação entre as demais regiões (6% nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste e 8% na Região Sul).</p><p>Deficits de peso em relação à altura, indicativos de casos agudos de desnutrição quando sua frequência ultrapassa 2% a 3%, foram encontrados em apenas 1,5% das crianças brasileiras menores de 5 anos, não ultrapassando 2% em qualquer região ou estrato social da população.</p><p>Tal situação indica um equilíbrio adequado entre o acúmulo de massa corporal e o crescimento linear das crianças, apontando para o virtual controle de formas agudas de deficiência energética em todo o País.</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>Promover e proteger a saúde da criança e, quando necessário, por meio de diagnóstico e tratamento precoce para sub ou sobre-alimentação.</p><p>Evitar que desvios do crescimento possam comprometer sua saúde atual e sua qualidade de vida .</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>Estudos sobre a epidemiologia do estado nutricional têm dado mais atenção ao peso e ao índice de massa corpórea do que à altura</p><p>Mas, a altura também tem sido associada a vários desfechos e causas de mortalidade.</p><p>O deficit estatural representa atualmente a característica antropométrica mais representativa do quadro epidemiológico da desnutrição no Brasil</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>A inclusão do IMC como parâmetro de avaliação permite que a criança seja mais bem avaliada na sua relação peso vs. comprimento (para menores de 2 anos) ou peso vs. altura (para maiores de 2 anos).</p><p>Tal parâmetro auxilia na classificação de crianças que em um determinado período estiveram desnutridas e tiveram o comprometimento de sua estatura, possibilitando uma melhor identificação de crianças com excesso de peso e baixa estatura.</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>O IMC já foi validado em crianças como bom marcador de adiposidade e sobrepeso, apresentando estreita correlação com outros parâmetros que avaliam a porcentagem de gordura corpórea, como as pregas cutâneas, a densitometria e a bioimpedância eletromagnética</p><p>Caderneta de saúde da criança</p><p>O melhor método de acompanhamento do crescimento infantil é o registro periódico do peso, da estatura e do IMC da criança na Caderneta de Saúde da Criança.</p><p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam a utilização dos valores de referência para o acompanhamento do crescimento e do ganho de peso das curvas da OMS de 2006 (para crianças menores de 5 anos) e 2007 (para a faixa etária dos 5 aos 19 anos).</p><p>Caderneta de saúde da criança</p><p>A Caderneta de Saúde da Criança utiliza como parâmetros para avaliação do crescimento de crianças (menores de 10 anos) os seguintes gráficos:</p><p>perímetro cefálico (de zero a 2 anos),</p><p>peso para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos),</p><p>comprimento/estatura para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos),</p><p>índice de massa corporal (IMC) para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos).</p><p>Caderneta de saúde da criança</p><p>Fórmula para cálculo do IMC:</p><p>Caderneta de saúde da criança</p><p>Fórmula para cálculo do IMC:</p><p>PRÉ-MATUROS – IDADE CORRIGIDA</p><p>O acompanhamento do crescimento de crianças pré-termo ou com baixo peso para a idade gestacional exige um cuidado maior, pois elas não tiveram seu crescimento intrauterino adequado.</p><p>O acompanhamento ideal das crianças pré-termo exige que se corrija a idade cronológica até que completem 2 anos de idade para a utilização das curvas-padrão.</p><p>A idade corrigida (idade pós-concepção) traduz o ajuste da idade cronológica em função do grau de prematuridade.</p><p>Considerando-se que o ideal seria nascer com 40 semanas de idade gestacional, deve-se descontar o número de semanas que faltaram para o feto atingir essa idade gestacional</p><p>>>>>ou seja, para uma criança nascida com 36 semanas, o peso aos 2 meses será registrado na idade de um mês.</p><p>Toda criança com história de baixo peso ao nascer deve ser considerada criança de risco nutricional e deve ser acompanhada com maior assiduidade pelos serviços de saúde, principalmente no primeiro ano de vida.</p><p>>>> risco ampliado de internações e maior mortalidade infantil no primeiro ano de vida</p><p>>>> risco ampliado de desenvolver doenças crônico-degenerativas na vida adulta, tais como hipertensão arterial sistêmica, infarto do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais e diabetes, quando ao longo da vida há um ganho excessivo de peso</p><p>Classificação do recém-</p><p>nascido por peso ao nascer x idade gestacional.</p><p>Classificação do recém-</p><p>nascido por peso ao nascer x idade gestacional.</p><p>Características do crescimento e do desenvolvimento em cada fase da</p><p>infância.</p><p>O conceito de desenvolvimento é amplo e refere-se a uma transformação complexa, contínua, dinâmica e progressiva, que inclui, além do crescimento, maturação, aprendizagem e aspectos psíquicos e sociais.</p><p>Na estrutura fisiológica humana, o que é inato não é suficiente para produzir um indivíduo sem a participação do meio ambiente. Tudo em um ser humano (suas características, seus modos de agir, pensar, sentir, seus valores, etc.) depende da sua interação com o meio social em que vive.</p><p>Características do crescimento e do desenvolvimento em cada fase da</p><p>infância.</p><p>O desenvolvimento da criança será sempre mediado por outras pessoas, pelas famílias, pelos profissionais de saúde, da educação, entre outros, que delimitam e atribuem significados à sua realidade.</p><p>A interação da criança com os membros de sua família e com a sua rede social de proteção assegura a sua sobrevivência e a sua relação com o mundo, contribuindo para o seu desenvolvimento psicossocial.</p><p>Na sua relação com os adultos, ela assimila habilidades que foram construídas pela história social ao longo do tempo, tais como as habilidades de sentar, andar, falar, controlar os esfíncteres etc.</p><p>Características do crescimento e do desenvolvimento em cada fase da</p><p>infância.</p><p>Nos anos pré-escolares, diferentes dimensões e estilos paternos têm efeitos sobre diferentes aspectos do desenvolvimento social e das personalidades das crianças:</p><p>autoestima,</p><p>desenvolvimento moral,</p><p>conduta pró-social,</p><p>autocontrole</p><p>etc.</p><p>A escola, que se transforma rapidamente em um importante contexto de socialização, se encarrega, principalmente, da transmissão do saber organizado, que é o produto do desenvolvimento cultura</p><p>Características do crescimento e do desenvolvimento em cada fase da</p><p>infância.</p><p>Nos anos pré-escolares, diferentes dimensões e estilos paternos têm efeitos sobre diferentes aspectos do desenvolvimento social e das personalidades das crianças:</p><p>autoestima,</p><p>desenvolvimento moral,</p><p>conduta pró-social,</p><p>autocontrole</p><p>etc.</p><p>A escola, que se transforma rapidamente em um importante contexto de socialização,</p><p>se encarrega, principalmente, da transmissão do saber organizado, que é o produto do desenvolvimento cultura</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>Caderno de Atenção Básica – Saúde da criança: Crescimento e desenvolvimento - 2012</p><p>http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_crescimento_desenvolvimento.pdf</p><p>Caderneta da Criança:</p><p>http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2015/dezembro/10/ConsultaPublica.%2025.Caderneta.pdf</p><p>Manual de Assistência ao recém nascido:</p><p>http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/0104manual_assistencia.pdf</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p>

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