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<p>CONFIRA O QUE VOCÊ VAI DESCOBRIR PARTICIPANDO DESTA</p><p>MASTERCLASS</p><p>Ana Paula Pujol é mãe de 3 filhas, esposa,</p><p>nutricionista, escritora e professora.</p><p>22 anos de experiência em atendimento</p><p>nutricional,</p><p>mais de 5.000 mulheres atendidas no</p><p>consultório.</p><p>Autora de 6 livros.</p><p>Ministrei aulas para mais de 30.000</p><p>nutricionistas</p><p>mais de 1.000 palestras em eventos e congressos</p><p>pelo Brasil inteiro.</p><p>Prontas?</p><p>Papel e caneta na mão!</p><p>Anote seus insights e me marque</p><p>no Instagram.</p><p>Mulher, 48 anos</p><p>Apresenta fadiga, cansaço extremo, como</p><p>principal sinal e sintoma – principalmente</p><p>durante o dia.</p><p>Outros sinais e sintomas</p><p>✓Pressão baixa</p><p>✓Vontade de comer alimentos salgados</p><p>✓Hipoglicemia</p><p>✓Ondas de calor</p><p>✓Secura vaginal</p><p>Outros sinais e sintomas</p><p>✓Alteração na Cognição</p><p>✓Queda de cabelos</p><p>✓Unhas quebradiças</p><p>✓Histórico de alto índice de estresse</p><p>✓Nódulo benigno na tireoide</p><p>• Dorme 8 a 9 horas por noite</p><p>Mas tem dificuldade para pegar no sono e</p><p>dormia tarde 00:30h – 01:00h am).</p><p>• Ciclo irregular</p><p>Chega a ficar mais de 3 meses sem menstruar</p><p>(já investigou SOP).</p><p>Composição corporal</p><p>Peso: 57,2 kg</p><p>IMC (Kg/m²): 23,2</p><p>PGC (%): 32,8</p><p>Objetivo: 52 kg</p><p>Relação cintura-quadril: 0,87</p><p>VAI – 2,01 (≤ 1,92)</p><p>O que poderíamos</p><p>investigar</p><p>• Deficiência de ferro, vitamina B12, vitamina D</p><p>• Resistência à Insulina</p><p>• Função tireoidiana</p><p>• Outros hormônios</p><p>• Função mitocondrial</p><p>O que poderíamos</p><p>investigar</p><p>Exame Resultado</p><p>Ferritina 37 ng/mL</p><p>Vitamina B12 563 pg/mL</p><p>Vitamina D 54,2 ng/ml</p><p>Glicose em jejum 62,2 mg/dL</p><p>Insulina em Jejum 12 mU/L</p><p>Nem sempre o</p><p>problema é deficiência</p><p>de nutrientes!</p><p>Então, seguimos para investigar</p><p>outras causas = os hormônios!</p><p>Exame Resultado Valor ótimo</p><p>TSH 2.0 µIU/mL 0,3 a</p><p>2,5µIU/mL</p><p>T3 livre 0,26 ng/dL >0,28 ng/dL</p><p>T4 livre 1,02 ng/dL >1,1 ng/dL</p><p>T3 reverso 26,3</p><p>Função tireoidiana</p><p>A maioria das autoridades internacionais sugere</p><p>que devemos manter o TSH não apenas "normal",</p><p>mas "normal baixo", ou seja, 2,0 mU/L.</p><p>Valor ótimo de TSH</p><p>MORTOGLOU, A. et al. The serum triiodothyronine to thyroxine (T3/T4) ratio in various thyroid disorders and after</p><p>Levothyroxine replacement therapy. HORMONES-ATHENS-, v. 3, p. 120-126, 2004.</p><p>Baixa contribuição para os</p><p>níveis séricos de T3</p><p>T3: 10%</p><p>T4: 90%</p><p>Razão T3L/T4L</p><p>Razão T3 livre/T4 livre</p><p>0,26/1,02</p><p>0,25</p><p>ÓTIMO: 0,27 a 0,37</p><p>T3 livre 0,26 ng/dL</p><p>T4 livre 1,02 ng/dL</p><p>T3 livre em pg/dL / T3</p><p>reverso em ng/dL x 100</p><p>2,6/26,3 x100 = 9,89</p><p>15 a 22</p><p>2,6 pg/dL</p><p>The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism 2005; 90 (12): 6403–6409.</p><p>Erika T. Schwartz, MD, Kent Holtorf, MD, Hormones in Wellness and Disease Prevention: Common Practices,</p><p>Current State of the Evidence, and Questions for the Future. Prim Care Clin Office Pract 35 (2008) 669–705</p><p>RUHLA, S. et al. T3/rT3-ratio is associated with insulin resistance independent of TSH. Hormone and Metabolic</p><p>Research, v. 43, n. 02, p. 130-134, 2011.</p><p>- http://www.precisionlab.com.br/medicos/calculadoras/</p><p>2Cortisol alto aumenta a</p><p>conversão de T3 livre em</p><p>T3 reverso</p><p>Razão T3L/T3R</p><p>http://www.precisionlab.com.br/medicos/calculadoras/</p><p>Algumas condições são capazes de aumentar atividade</p><p>de DIO3 e, consequentemente, aumentar rT3</p><p>Uso de glicocorticoides</p><p>Estresse crônico</p><p>Doença hepática e/ou renal</p><p>Etilismo</p><p>Envelhecimento</p><p>Inanição</p><p>Doença severa</p><p>Schmidt, R. L., (2018). Does reverse triiodothyronine testing have clinical utility? An analysis of practice variation based on order data</p><p>from a National Reference Laboratory. Thyroid, 28(7), 842-848. Inanição Doença severa</p><p>Identificamos uma alteração na função</p><p>tireoidiana, principalmente aumento do</p><p>T3R e baixa conversão de T4 em T3 livre</p><p>Como promover uma boa</p><p>função tireoidiana?</p><p>Nutriente Forma Ativa Dosagem</p><p>Iodo Iodo (Kelp)</p><p>Iodeto (Potássio)</p><p>100 a 300 mcg por dia</p><p>Ferro Ferro (Polimaltose)</p><p>Ferro (Quelato)</p><p>Ferro (Glicina)</p><p>30 a 45 mg por dia</p><p>Selênio Selenometionina</p><p>Selenocisteína</p><p>80 a 200 mcg por dia</p><p>Vitamina A Vitamina A (Acetato)</p><p>Vitamina A (Palmitato)</p><p>Beta Caroteno</p><p>3000 a 6000 UI (Vit. A)</p><p>10 a 20 mg (Beta Caroteno)</p><p>Magnésio Magnésio (dimalato)</p><p>Magnésio (inositol)</p><p>Magnésio (quelato)</p><p>200 a 350 mg por dia</p><p>Inositol Myo-Inositol 600 a 1200 mg por dia</p><p>Vitamina D Vitamina D3 2000 a 4000 UI por dia</p><p>Mio-inositol é essencial para produzir H 2 O 2</p><p>necessário para a síntese de hormônios</p><p>tireoidianos.</p><p>BENVENGA, Salvatore et al. The role of inositol in thyroid physiology and in subclinical hypothyroidism management. Frontiers in</p><p>Endocrinology, v. 12, p. 662582, 2021.</p><p>• Redução do TSH em pacientes com hipotireoidismo</p><p>subclínico com ou sem tireoidite autoimune.</p><p>• Declínio nos Anti-TPO</p><p>• Tratamento de nódulos benignos da tireoide, com um</p><p>possível efeito na redução do tamanho.</p><p>Mio-inositol</p><p>BENVENGA, Salvatore et al. The role of inositol in thyroid physiology and in subclinical hypothyroidism management. Frontiers in</p><p>Endocrinology, v. 12, p. 662582, 2021.</p><p>➢ Avaliar cortisol!</p><p>Além da disfunção tireoidiana...</p><p>• Pelos hábitos de sono e histórico de altos níveis de</p><p>estresse → será que tem alteração no cortisol?</p><p>Vamos avaliar o cortisol salivar – manhã, tarde e noite, cortisol sérico e cortisol 24 horas.</p><p>• Paciente dorme 8 a 9 horas por noite</p><p>Mas tem dificuldade para pegar no sono e</p><p>dormia tarde 00:30h – 01:00h am).</p><p>Síntese endógena</p><p>e metabolismo do</p><p>cortisol</p><p>DO PRADO-LIMA, Pedro Antônio Schmidt et al. Is there a place for cellular therapy in</p><p>depression?. World Journal of Psychiatry, v. 11, n. 9, p. 553, 2021.</p><p>CORTISOL</p><p>2 Ativação do eixo HPA</p><p>Amígdala</p><p>Estressores</p><p>Agudos</p><p>Hiotálamo (PVN)</p><p>CRC</p><p>Hipófise anterior</p><p>ACTH</p><p>Glândulas supra-renais</p><p>Glicose no sangue</p><p>Pressão arterial</p><p>Frequência cardíaca</p><p>Atenção e memória</p><p>Serotonina</p><p>Sensibilidade à dor</p><p>Imunossupressão</p><p>Comportamento de luta e fuga</p><p>Resolução da resposta ao estresse</p><p>Principais funções:</p><p>Alerta Anti-inflamatório</p><p>Sistema imunológico Manter níveis pressóricos</p><p>(redução da aldosterona)</p><p>e glicemia</p><p>MOHD AZMI, Nor Amira Syahira et al. Cortisol on circadian rhythm and its effect on cardiovascular system. International journal of environmental</p><p>research and public health, v. 18, n. 2, p. 676, 2021.</p><p>NYS, Len de; ANDERSON, Kerry; OFOSU, Esther F.; RYDE, Gemma C.; CONNELLY, Jenni; WHITTAKER, Anna C.. The effects of physical activity on cortisol</p><p>and sleep: a systematic review and meta-analysis. Psychoneuroendocrinology, [S.L.], v. 143, n. 0, p. 105843, set. 2022.</p><p>➢ Hormônio do despertar</p><p>RAHIĆ, Ognjenka et al. Antihypertensives’ Rock around the Clock. J, v. 4, n. 1, p. 62-81, 2021.</p><p>CARGA ALOSTÁTICA</p><p>Doença</p><p>Cardíaca</p><p>Coronária</p><p>Desordens do</p><p>sono</p><p>Depressão e</p><p>alterações no</p><p>humor</p><p>Acúmulo de</p><p>gordura</p><p>visceral</p><p>Obesidade DCV SM</p><p>Diabetes</p><p>Atrofia e</p><p>Fadiga</p><p>Muscular</p><p>Câncer Infertilidade</p><p>Disfunção e</p><p>declínio da</p><p>Cognição</p><p>Doenças</p><p>neurodegenerativas</p><p>Enxaqueca</p><p>Env. Cutâneo,</p><p>melasma, queda e</p><p>embranquecimento</p><p>de cabelo.</p><p>DII AVC HAS Disfunção</p><p>sexual Fibromialgia Psoríase/DA</p><p>QIAN, Jingyi; SCHEER, Frank AJL. Circadian system and glucose metabolism: implications for physiology and disease. Trends in Endocrinology & Metabolism, v. 27, n. 5, p. 282-293, 2016.</p><p>ALKADHI, Karim. Brain physiology and pathophysiology in mental stress. International Scholarly Research Notices, v. 2013, 2013.</p><p>BORSOOK, David êt al. Undêrstanding migrainê through thê lêns of maladaptivê strêss rêsponsês: a modêl disêasê of allostatic load. Neuron, v. 73, n. 2, p. 219-234, 2012.</p><p>JUSTER, Robert-Paul et al. Allostatic load and comorbidities: A mitochondrial, epigenetic, and evolutionary perspective. Development and Psychopathology, v. 28, n. 4pt1, p. 1117-1146, 2016.</p><p>SCHWARTZ, Julia et al. Getting under the skin: report from the International Psoriasis Council Workshop on the role of stress in psoriasis. Frontiers in psychology, v. 7, p. 87, 2016.</p><p>PESTANA, Maria Helena; SOBRAL, Margarida. RESERVA COGNITIVA E DEMÊNCIA: UMA REVISÃO CIENTOMÉTRICA. Dementia & Neuropsychologia, v. 13, p. 1-10, 2019.</p><p>OIKE, Hideaki; OISHI, Katsutaka; KOBORI, Masuko. Nutrients, clock genes, and chrononutrition. Current nutrition reports, v. 3, p. 204-212, 2014.</p><p>PloS one, v. 14, n. 12, 2019</p><p>BORSOOK, David et al. Understanding migraine through the lens of maladaptive stress responses: a model disease of allostatic load. Neuron, v. 73, n. 2, p. 219-234, 2012.</p><p>BOBBA-ALVES, Natalia; JUSTER, Robert-Paul; PICARD, Martin. The energetic cost of allostasis and allostatic load. Psychoneuroendocrinology, v. 146, p. 105951, 2022.</p><p>GUIDI, Jenny et al. Allostatic load and its impact on health: a systematic review. Psychotherapy and psychosomatics, v. 90, n. 1, p. 11-27, 2020.</p><p>PARKER, Haley W. et al. Allostatic load and mortality: a systematic review and meta-analysis. American Journal of Preventive Medicine, v. 63, n. 1, p. 131-140, 2022.</p><p>VYAS, Sheela et al. Chronic stress and glucocorticoids: from neuronal plasticity to neurodegeneration. Neural plasticity, v. 2016, 2016.</p><p>Alto cortisol reduz a progesterona.</p><p>70 a 80% de todas as doenças</p><p>Tais como cardíacas, alguns tipos de câncer,</p><p>infertilidade feminina, úlceras, insônia e hipertensão</p><p>estão relacionadas ao desenvolvimento do estresse.</p><p>LEVENSON, Robert W. Stress and illness: A role for specific emotions. Psychosomatic</p><p>medicine, v. 81, n. 8, p. 720-730, 2019.</p><p>A carga alostática elevada foi associada a um</p><p>aumento de 22% do risco de mortalidade por todas</p><p>as causas e 31% do risco de mortalidade por</p><p>doença cardiovascular.</p><p>PARKER, Haley W. et al. Carga alostática e mortalidade: uma revisão sistemática e meta-</p><p>análise. Jornal Americano de Medicina Preventiva , v. 1, pág. 131-140, 2022.</p><p>INSUFICIÊNCIA OU HIPOFUNÇÃO ADRENAL</p><p>Outra consequência da carga alostática</p><p>Cortisol 24 horas</p><p>✓ Cortisol urinário 24 horas – 8,4μg/24 h (<11μg/24 h)</p><p>PETERSENN, Stephan et al. High variability in baseline urinary free cortisol values in patients with Cushing's disease. Clinical Endocrinology, v. 80, n. 2, p. 261-269, 2014.</p><p>MOHD AZMI, Nor Amira Syahira et al. Cortisol on circadian rhythm and its effect on cardiovascular system. International journal of environmental research and public</p><p>health, v. 18, n. 2, p. 676, 2021.</p><p>Cortisol sérico entre 07h e 09h</p><p>Tercil médio - 10,1 - 20,2 mcg/dl</p><p>Um nível sérico matinal de cortisol <8,3 mcg/dl é</p><p>diagnóstico de insuficiência adrenal.</p><p>MOHD AZMI, Nor Amira Syahira et al. Cortisol on circadian rhythm and its effect on cardiovascular system. International journal of environmental</p><p>research and public health, v. 18, n. 2, p. 676, 2021.</p><p>✓ Cortisol sérico– 7,3 mcg/dl</p><p>Cortisol sérico</p><p><0,5 a 0,75 mcg/dL</p><p><0,24 mcg/dL</p><p>16h – 20h</p><p><0,20 mcg/dL</p><p>MOHD AZMI, Nor Amira Syahira et al. Cortisol on circadian rhythm and its</p><p>effect on cardiovascular system. International journal of environmental</p><p>research and public health, v. 18, n. 2, p. 676, 2021.</p><p>0,38</p><p>0,40</p><p>0,51</p><p>Cronodisrupção e</p><p>hormônios</p><p>06h 12h 20h 00h 2h</p><p>Melatonina</p><p>GH</p><p>Grelina e enzimas digestivas</p><p>Cortisol</p><p>Temperatura</p><p>DIA NOITE</p><p>08h 14h</p><p>Serotonina</p><p>Nós somos seres rítmicos</p><p>VASEY, Clayton; MCBRIDE, Jennifer; PENTA, Kayla. Circadian rhythm dysregulation and restoration: the role of melatonin. Nutrients, v. 13, n. 10, p. 3480, 2021.</p><p>GOTLIEB, Neta; MOELLER, Jacob; KRIEGSFELD, Lance J. Circadian</p><p>control of neuroendocrine function: implications for health and</p><p>disease. Current opinion in physiology, v. 5, p. 133-140, 2018.</p><p>O que acontece quando</p><p>esses relógios são</p><p>dessincronizados?</p><p>➢ Quando os relógios não se combinam</p><p>POGGIOGALLE, Eleonora; JAMSHED, Humaira; PETERSON, Courtney M. Circadian regulation of glucose,</p><p>lipid, and energy metabolism in humans. Metabolism, v. 84, p. 11-27, 2018.</p><p>POGGIOGALLE, Eleonora; JAMSHED, Humaira; PETERSON, Courtney M. Circadian regulation of glucose,</p><p>lipid, and energy metabolism in humans. Metabolism, v. 84, p. 11-27, 2018.</p><p>Causas</p><p>• Baixa exposição solar durante o dia</p><p>• Lanches frequentes</p><p>• Horários irregulares para refeições</p><p>• Horários irregulares do sono</p><p>• Horários irregulares de exercício físico</p><p>• Restrição do sono</p><p>• Fragmentação do sono</p><p>• Envelhecimento</p><p>• Luz artificial à noite</p><p>• Exercício noturno</p><p>Causas</p><p>• Trabalho noturno</p><p>• Cafeína</p><p>• Dieta cetogênica</p><p>• “Jet leg social”</p><p>• Dieta de alto teor de gordura</p><p>• Jantar excessivo e de alto IG</p><p>• Omissão do café da manhã</p><p>• Jantar tardio</p><p>• Dietas com alto teor de sódio</p><p>• Xenobióticos</p><p>Causas</p><p>Desequilíbrio do</p><p>ritmo circadiano</p><p>• Desequilíbrio dos hormônios do apetite;</p><p>• Desordens do sono;</p><p>• Depressão e alterações no humor;</p><p>• Acúmulo de gordura;</p><p>• Obesidade;</p><p>• Dislipidemia;</p><p>• Síndrome metabólica;</p><p>• Diabetes;</p><p>• Câncer;</p><p>• Infertilidade;</p><p>• Insuficiência adrenal.</p><p>QIAN, Jingyi; SCHEER, Frank AJL. Circadian system and glucose metabolism: implications for physiology and disease. Trends in Endocrinology & Metabolism, v. 27, n. 5, p. 282-293, 2016.</p><p>Curr Nutr Rep, 3, 204, 2014</p><p>Endocrine Reviews , Volume 39, Issue 3, 1 de junho de 2018, páginas 261-273</p><p>.</p><p>V</p><p>A</p><p>S</p><p>E</p><p>Y</p><p>, C</p><p>la</p><p>yt</p><p>o</p><p>n</p><p>; M</p><p>C</p><p>B</p><p>R</p><p>ID</p><p>E</p><p>, J</p><p>en</p><p>n</p><p>if</p><p>er</p><p>; P</p><p>E</p><p>N</p><p>TA</p><p>, K</p><p>ay</p><p>la</p><p>. C</p><p>ir</p><p>ca</p><p>d</p><p>ia</p><p>n</p><p>r</p><p>h</p><p>yt</p><p>h</p><p>m</p><p>d</p><p>ys</p><p>re</p><p>g</p><p>u</p><p>la</p><p>ti</p><p>o</p><p>n</p><p>a</p><p>n</p><p>d</p><p>re</p><p>st</p><p>o</p><p>ra</p><p>ti</p><p>o</p><p>n</p><p>: t</p><p>h</p><p>e</p><p>ro</p><p>le</p><p>o</p><p>f m</p><p>el</p><p>at</p><p>o</p><p>n</p><p>in</p><p>.N</p><p>u</p><p>tr</p><p>ie</p><p>n</p><p>ts</p><p>, v</p><p>. 1</p><p>3,</p><p>n</p><p>. 1</p><p>0</p><p>, p</p><p>. 3</p><p>4</p><p>8</p><p>0</p><p>, 2</p><p>0</p><p>21</p><p>.</p><p>“Insuficiência adrenal”</p><p>Sinais e sintomas de “insuficiência adrenal”</p><p>✓Dificuldade em se levantar de manhã;</p><p>✓Fadiga contínua não aliviada pelo sono;</p><p>✓Desejo intenso por comidas salgadas ou por sal;</p><p>✓Letargia (Falta de energia);</p><p>✓Esforço para desenvolver as atividades diárias;</p><p>✓Diminuição do impulso sexual;</p><p>✓“Dependência” de estimulantes, como cafeína para energia;</p><p>✓ Tempo mais prolongado para se recuperar de uma doença, ferida</p><p>ou trauma;</p><p>✓ Tonturas ao levantar rapidamente;</p><p>✓ Depressão leve;</p><p>✓Aumento dos sintomas pré-menstruais;</p><p>Sinais e sintomas de “insuficiência adrenal”</p><p>✓ Menor capacidade de focar pensamentos (concentração),</p><p>pensamentos mais difusos;</p><p>✓ Falhas de memória;</p><p>✓ Diminuição da produtividade;</p><p>✓ Comum na fibromialgia.</p><p>IZQUIERDO–ÁLVAREZ, Silvia et al. Is there an association between fibromyalgia and below-</p><p>normal levels of urinary cortisol?. BMC Research Notes, v. 1, p. 1-4, 2008.</p><p>Diagnóstico diferencial: deficiência de ferro,</p><p>hipotireoidismo, predominância estrogênica e</p><p>depressão.</p><p>Sinais e sintomas de “insuficiência adrenal”</p><p>• Doença de Addison (autoimune rara)</p><p>• ↑ ACTH e renina</p><p>• ↓ Cortisol sérico e DHEAs</p><p>• ↓ Sódio (hiponatremia)</p><p>• ↑ Potássio</p><p>MITCHELL, Anna L.; PEARCE, Simon HS. Autoimmune Addison disease: pathophysiology and</p><p>genetic complexity. Nature Reviews Endocrinology, v. 8, n. 5, p. 306-316, 2012.</p><p>Baixo cortisol</p><p>“INSUFICIÊNCIA ADRENAL” - forma leve de insuficiência adrenal e DHEA</p><p>baixo</p><p>TÓTH-MÉSZÁROS, Andrea et al. The effect of adaptogenic plants on stress: A systematic</p><p>review and meta-analysis. Journal of Functional Foods, v. 108, p. 105695, 2023.</p><p>DHEA</p><p>✓ sDHEA 75 µg/dL</p><p>V.R; 41 a 50 anos - 19 a 231 µg/dL</p><p>Causas:</p><p>• Cronodisrupção</p><p>• Estresse crônico – carga alostática</p><p>• Doenças autoimunes</p><p>• Disrupção do sono</p><p>• Infecções</p><p>• Uso prolongado de corticoides</p><p>• Obesidade</p><p>Insuficiência adrenal</p><p>Conduta dietoterápica</p><p>✓ Baixa carga glicêmica</p><p>✓ Anti-inflamatória</p><p>✓ Restrição de açúcar, cafeína e gordura saturada,</p><p>alimentos processados.</p><p>IMPORTANTE: Modulação do estresse, ajuste do sono,</p><p>exercício físico.</p><p>Suplementação para</p><p>hipofunção adrenal</p><p>Vitamina C Magnésio Complexo B</p><p>Aswhagangha Rhodiola rosae</p><p>Melatonina Magnésio Vitamina B6</p><p>L-theanina 5htp</p><p>Suplementação para</p><p>desequilíbrio circadiano</p><p>Vamos avaliar se não é</p><p>perimenopausa</p><p>Como saber se a minha paciente</p><p>está na perimenopausa?</p><p>• Idade</p><p>• Ciclo menstrual</p><p>• Sinais e sintomas</p><p>• Exames laboratoriais</p><p>M</p><p>E</p><p>N</p><p>A</p><p>R</p><p>C</p><p>A</p><p>TERMINOLOGIA</p><p>PRÉ-MENOPAUSA (FASE</p><p>REPRODUTIVA)</p><p>TRANSIÇÃO DA</p><p>MENOPAUSA PÓS-MENOPAUSA</p><p>M</p><p>E</p><p>N</p><p>O</p><p>P</p><p>A</p><p>U</p><p>S</p><p>A</p><p>AMBIKAIRAJAH, Ananthan; WALSH, Erin; CHERBUIN, Nicolas. A review of menopause nomenclature. Reproductive health, v. 19, n. 1, p.</p><p>1-15, 2022.</p><p>INICIAL INICIAL INICIALPICO TARDIA TARDIA</p><p>TARDIA</p><p>1-3 ANOS</p><p>PERIMENOPAUSA</p><p>CLIMATÉRIO</p><p>Ciclo menstrual</p><p>➢ Inicial: ciclo menstrual mais curto, aumento do fluxo, SPM;</p><p>➢ Tardio: amenorreia ≥60 dias.</p><p>➢A paciente relata ficar até 3 meses sem menstruar</p><p>SANTORO, Nanette et al. The menopause transition: signs, symptoms, and management options. The Journal of Clinical Endocrinology &</p><p>Metabolism, v. 106, n. 1, p. 1-15, 2021.</p><p>Sinais e sintomas</p><p>• Vasomotores;</p><p>• Secura vaginal;</p><p>• Alterações no humor, depressão e ansiedade;</p><p>• Declínio cognitivo (névoa cerebral);</p><p>• Sono perturbado;</p><p>• Suor noturno;</p><p>• Redução da libido;</p><p>• Dificuldade para perda de peso.</p><p>Sinais e sintomas</p><p>MENARCA</p><p>MENOPAUSA</p><p>(Período menstrual final)</p><p>Estágios</p><p>Terminologia PRÉ-MENOPAUSA (FASE</p><p>REPRODUTIVA)</p><p>TRANSIÇÃO DA</p><p>MENOPAUSA</p><p>PÓS-MENOPAUSA</p><p>Inicial Pico Tardia Tardia TardiaInicial Inicial</p><p>PERIMENOPAUSA</p><p>Critérios de apoio</p><p>FSH</p><p>AMH</p><p>Inibina B</p><p>Folículo antral</p><p>En</p><p>dó</p><p>cr</p><p>in</p><p>o</p><p>Baix</p><p>o</p><p>Baixo Baixo Baixo Muito baixo Muito baixo</p><p>Baixo Baix</p><p>o</p><p>Baixo Baixo</p><p>Baix</p><p>o</p><p>BaixoBaixo</p><p>Baixo</p><p>Baixo</p><p>Muito baixo</p><p>Muito baixo</p><p>Baixo Variável* Variável* > 25 IU/L Variável* Estabiliza</p><p>* Coleta do dia 2 a 5. do ciclo</p><p>VISSER, Jenny A. et al. Anti-Müllerian hormone: an ovarian reserve marker in primary</p><p>ovarian insufficiency. Nature Reviews Endocrinology, v. 8, n. 6, p. 331-341, 2012.</p><p>Exames</p><p>HORMÔNIO ANTIMULERIANO</p><p>O marcador da reserva ovariana e</p><p>do envelhecimento reprodutivo.</p><p>AUMENTO DE:</p><p>• LH e FSH</p><p>REDUÇÃO DE:</p><p>• Estrogênio</p><p>• Progesterona</p><p>• Testosterona livre</p><p>• GH/IGF-1</p><p>• Hormônio Antimulleriano</p><p>• Inibina B</p><p>• Conversão de T4 em T3 livre</p><p>• Testosterona</p><p>Exames</p><p>PERIMENOPAUSA TARDIA</p><p>Exame Resultado</p><p>FSH > 34 IU/L</p><p>LH 20.4 mUI/mL</p><p>Inibina B <12 pg/mL</p><p>Hormônio</p><p>Antimulleriano</p><p>1 ng/mL</p><p>Progesterona 0,7 ng/mL</p><p>Estrogênio Inferior a 24.0 pg/mL</p><p>Função tireoidiana</p><p>na menopausa</p><p>• Redução da captação de iodo pela tireoide;</p><p>• Redução da conversão T4→ T3 livre;</p><p>• Catabolismo do T4 livre;</p><p>• Aumento do TSH;</p><p>DEL GHIANDA, SCILLA; TONACCHERA, MASSIMO; VITTI, PAOLO. Thyroid and menopause. Climacteric, v. 17, n. 3, p. 225-234, 2014.</p><p>HAN, Yutong et al. Menopausal impact on the association between thyroid dysfunction and lipid profiles: a cross-sectional study. Frontiers in</p><p>Endocrinology, v. 13, p. 853889, 2022.</p><p>• Menopausa → piora da TH;</p><p>• Hipotireoidismo subc. → hipertrigliceridemia e LDLc;</p><p>• Hipotireoidismo → osteoporose e aterosclerose.</p><p>DEL GHIANDA, SCILLA; TONACCHERA, MASSIMO; VITTI, PAOLO. Thyroid and menopause. Climacteric, v. 17, n. 3, p. 225-234, 2014.</p><p>HAN, Yutong et al. Menopausal impact on the association between thyroid dysfunction and lipid profiles: a cross-sectional study. Frontiers in</p><p>Endocrinology, v. 13, p. 853889, 2022.</p><p>Função tireoidiana</p><p>na menopausa</p><p>“A adesão à dieta mediterrânea parece reduzir o risco de ganho de</p><p>peso na menopausa, bem como melhorar os fatores de risco</p><p>cardiometabólicos e reduzir os sintomas da menopausa.”</p><p>Como prescrever</p><p>Fitoestrógenos?</p><p>Isoflavonas (soja) – dose suficiente para 20 mg de genisteína*</p><p>Aviar 30 doses em cápsulas vegetais</p><p>Posologia: consumir 1 dose à noite.</p><p>*Farmacêutico: verificar laudo técnico para aplicação de fator de</p><p>correção.</p><p>Forma de prescrição</p><p>Trifolium pratense L. (Red clover ou trevo vermelho), folhas, extrato</p><p>seco padronizado – 100 mg*</p><p>*aplicar fator de correção para mínimo de 40mg de isoflavonas</p><p>totais por dose.</p><p>Posologia: Tomar de 1 a 2 doses ao dia.</p><p>Forma de prescrição</p><p>KENDA, Maša et al. Herbal products used in menopause and for gynecological</p><p>disorders. Molecules, v. 26, n. 24, p. 7421, 2021.</p><p>Um estudo recente (2020) randomizado,</p><p>duplo-cego e controlado por placebo em</p><p>mulheres na perimenopausa</p><p>500 mg de extrato de feno-grego por 42 dias</p><p>Feno grego</p><p>KENDA, Maša et al. Herbal products used in menopause and for gynecological</p><p>disorders. Molecules, v. 26, n. 24, p. 7421, 2021.</p><p>Foram observados aumentos no 17β-</p><p>estradiol sérico, testosterona livre e</p><p>progesterona, e diminuições no FSH e</p><p>SHGB.</p><p>Os autores especularam que isso</p><p>indica o efeito fitoestrogênico do</p><p>feno-grego e um estabelecimento do</p><p>equilíbrio hormonal.</p><p>Redução de mais de 20% nas ondas de calor, suores</p><p>noturnos, insônia e mais de 30% de melhora de</p><p>depressão.</p><p>Feno grego</p><p>Ormona® - 500 mg</p><p>Posologia: Consumir 1 dose ao dia.</p><p>Blend de ativos patenteado com associação de trevo vermelho (red</p><p>clover/Trifolium pratense) com açaí, camu camu, urucum. Possui como</p><p>componentes principalmente geranilgeraniol, delta-tocotrienol, daidzeína,</p><p>genisteína, C3G e ácidogálico.</p><p>Forma de prescrição</p><p>S-equol :</p><p>Não afeta a saúde da mama ou do útero;</p><p>Não tem associações com câncer de mama ou outros tipos de</p><p>câncer;</p><p>Não altera o sexo e os hormônios da tireoide.</p><p>S-equol - 10 mg ($$$)</p><p>Estudo que mostrou que</p><p>suplementação de equol</p><p>reduziu gordura visceral.</p><p>A área de gordura visceral foi medida por</p><p>tomografia computadorizada (TC).</p><p>YOSHIKATA, Remi et al. Effects of an equol-containing supplement on advanced glycation end products, visceral fat and climacteric</p><p>symptoms in postmenopausal women: A randomized controlled trial. PLoS One, v. 16, n. 9, p. e0257332, 2021.</p><p>Disfunção mitocondrial?</p><p>Função e biogênese</p><p>mitocondrial</p><p>Estrogênio</p><p>LEJRI, Imane; GRIMM, Amandine; ECKERT, Anne. Mitochondria, estrogen and female</p><p>brain aging. Frontiers in aging neuroscience, v. 10, p. 124, 2018.</p><p>Alteração</p><p>mitocondrial</p><p>LEJRI, Imane; GRIMM, Amandine; ECKERT, Anne. Mitochondria, estrogen and female brain aging. Frontiers in aging neuroscience, v. 10, p. 124, 2018.</p><p>Cuide das</p><p>mitocôndrias</p><p>•CavaQ10®</p><p>•Niagen ®</p><p>•Q10+ B3+ creatina</p><p>Despertares</p><p>noturnos</p><p>Sono na</p><p>transição da</p><p>menopausa</p><p>BAKER, Fiona C. et al. Sleep and sleep disorders in the menopausal</p><p>transition. Sleep medicine clinics, v. 13, n. 3, p. 443-456, 2018.</p><p>• Sono facilmente perturbado, mais curto, fragmentado,</p><p>menos profundo.</p><p>Alteração na arquitetura e</p><p>interrupções do sono</p><p>DORSEY, Alanna; DE LECEA, Luis; JENNINGS, Kimberly J. Neurobiological and hormonal mechanisms regulating women’s sleep. Frontiers in neuroscience, v. 14, p. 625397, 2021.</p><p>VIRTANEN, I. et al. Effect of external sleep disturbance on sleep architecture in perimenopausal and postmenopausal women. Climacteric, v. 26, n. 2, p. 103-109, 2023.</p><p>TOFFOL, Elena et al. Melatonin in perimenopausal and postmenopausal women: associations with mood, sleep, climacteric symptoms, and quality of life. Menopause, v. 21, n. 5, p. 493-500, 2014.</p><p>MINICH, Deanna M. et al. Is melatonin the “Next Vitamin D”?: A review of emerging science, clinical uses, safety, and dietary supplements. Nutrients, v. 14, n. 19, p. 3934, 2022.</p><p>A síntese e secreção de</p><p>melatonina são</p><p>parcialmente moduladas por</p><p>estrogênio e progesterona.</p><p>A puberdade ocorre à medida</p><p>que a melatonina diminui</p><p>A melatonina continua a</p><p>diminuir na meia-idade</p><p>Idosos produzem quantidades</p><p>insignificantes de melatonina</p><p>A melatonina</p><p>atinge o pico na</p><p>primeira</p><p>infância</p><p>Recém-nascidos</p><p>produzem</p><p>melatonina mínima</p><p>M</p><p>el</p><p>at</p><p>on</p><p>in</p><p>a</p><p>(p</p><p>g/</p><p>m</p><p>L)</p><p>Sono de má qualidade</p><p>aumenta inflamação e apetite</p><p>D’ANTONO, Bianca; BOUCHARD, Véronique. Impaired sleep quality is associated with concurrent elevations in inflammatory markers:</p><p>are post-menopausal women at greater risk?. Biology of sex differences, v. 10, p. 1-11, 2019.</p><p>• Melatonina SR - 1 mg</p><p>• 5htp - 50 mg</p><p>• Piridoxal 5 fostafo - 10 mg</p><p>• Niacinamida - 5 mg</p><p>• Magnésio (l-treonato) - 150 mg</p><p>Aviar 30 doses em cápsulas vegetais</p><p>Tomar uma dose, uma vez ao dia, 1h</p><p>antes de dormir.</p><p>PARA O SONO</p><p>+ Higiene do sono</p><p>S</p><p>M</p><p>ITH</p><p>-R</p><p>Y</p><p>A</p><p>N</p><p>, A</p><p>b</p><p>b</p><p>ie</p><p>E</p><p>. et al. C</p><p>reatin</p><p>e su</p><p>p</p><p>p</p><p>le</p><p>m</p><p>en</p><p>tatio</p><p>n</p><p>in</p><p>w</p><p>o</p><p>m</p><p>en</p><p>’s h</p><p>ealth</p><p>: a lifesp</p><p>an</p><p>p</p><p>ersp</p><p>ective.N</p><p>u</p><p>trie</p><p>n</p><p>ts, v. 13, n</p><p>. 3, p</p><p>. 8</p><p>77, 20</p><p>21.</p><p>“A suplementação de creatina atua como uma possível</p><p>contramedida da diminuição da força muscular, reduz a</p><p>inflamação, o estresse oxidativo e os marcadores</p><p>séricos de reabsorção</p><p>óssea.”</p><p>SMITH-RYAN, Abbie E. et al. Creatine supplementation in women’s health: A</p><p>lifespan perspective. Nutrients, v. 13, n. 3, p. 877, 2021</p><p>Creatina</p><p>• Prevenção da perda de massa muscular e força;</p><p>• Integridade muscular via aumento das células satélites, fatores de</p><p>crescimento, atividade da Mtor e fatores de transcrição miogênica;</p><p>• Redução da inflamação, estresse oxidativo e dos marcadores séricos da</p><p>reabsorção óssea</p><p>• Aumento da atividade dos osteoblastos;</p><p>• Depressão;</p><p>• Cognição.</p><p>SMITH-RYAN, Abbie E. et al. Creatine supplementation in women’s health: A</p><p>lifespan perspective. Nutrients, v. 13, n. 3, p. 877, 2021</p><p>Creatina</p><p>• Creatina monohidratada</p><p>SMITH-RYAN, Abbie E. et al. Creatine supplementation in women’s health: a lifespan perspective. Nutrients, v. 13, n. 3, p. 877, 2021.</p><p>20 gramas por dia durante 7 dias</p><p>Manutenção: 3 a 5g por dia</p><p>Creatina</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5: Prontas?</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7: Outros sinais e sintomas</p><p>Slide 8: Outros sinais e sintomas</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10: Composição corporal</p><p>Slide 11: O que poderíamos investigar</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17: Função tireoidiana</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41: Cortisol 24 horas</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56</p><p>Slide 57: Sinais e sintomas de “insuficiência adrenal”</p><p>Slide 58: Sinais e sintomas de “insuficiência adrenal”</p><p>Slide 59: Sinais e sintomas de “insuficiência adrenal”</p><p>Slide 60</p><p>Slide 61</p><p>Slide 62: DHEA</p><p>Slide 63</p><p>Slide 64: Conduta dietoterápica</p><p>Slide 65: Suplementação para hipofunção adrenal</p><p>Slide 66: Suplementação para desequilíbrio circadiano</p><p>Slide 67</p><p>Slide 68: Como saber se a minha paciente está na perimenopausa?</p><p>Slide 69</p><p>Slide 70: Ciclo menstrual</p><p>Slide 71: Sinais e sintomas</p><p>Slide 72</p><p>Slide 73</p><p>Slide 74</p><p>Slide 75</p><p>Slide 76</p><p>Slide 77: Função tireoidiana na menopausa</p><p>Slide 78</p><p>Slide 79</p><p>Slide 80</p><p>Slide 81</p><p>Slide 82: Forma de prescrição</p><p>Slide 83: Forma de prescrição</p><p>Slide 84: Feno grego</p><p>Slide 85: Feno grego</p><p>Slide 86: Forma de prescrição</p><p>Slide 87</p><p>Slide 88</p><p>Slide 89: Estudo que mostrou que suplementação de equol reduziu gordura visceral. A área de gordura visceral foi medida por tomografia computadorizada (TC).</p><p>Slide 90</p><p>Slide 91</p><p>Slide 92</p><p>Slide 93: Cuide das mitocôndrias</p><p>Slide 94: Despertares noturnos</p><p>Slide 95: Sono na transição da menopausa</p><p>Slide 96</p><p>Slide 97</p><p>Slide 98</p><p>Slide 99</p><p>Slide 100</p><p>Slide 101</p><p>Slide 102: Creatina</p><p>Slide 103</p><p>Slide 104: Creatina</p><p>Slide 105</p><p>Slide 106</p><p>Slide 107</p><p>Slide 108</p><p>Slide 109</p><p>Slide 110</p>