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<p>Passo a passo</p><p>SEQUÊNCIA CLÍNICA</p><p>Endodontia</p><p>Universidade Federal do Ceará – Campus Sobral</p><p>Anamnese</p><p>História anterior</p><p>História atual</p><p>Condição sistêmica</p><p>Tipo da dor;</p><p>Intensidade;</p><p>Relação com a medicação</p><p>Quando dói?!</p><p>Dói com alimentos frios ou</p><p>quentes?</p><p>Dói quando mastiga?</p><p>Após o estímulo, passa rápido?</p><p>Você tomou</p><p>algum remédio?</p><p>Teste de sensibilidade</p><p> Dente deve estar seco e com isolamento relativo, para</p><p>que não haja contato com a mucosa adjacente</p><p> Dentes anteriores - Superfície vestibular</p><p> Dentes posteriores - Superfície oclusal</p><p> Informar ao paciente sobre o teste, tipo de</p><p>resposta e como deve proceder!!</p><p> Comparar os resultados do dente suspeito com os de</p><p>dentes hígidos testados anteriormente!!</p><p>Teste de Sensibilidade: frio</p><p>Quando não obtida resposta após a primeira aplicação do</p><p>teste térmico esperar alguns instantes para repetir o</p><p>procedimento</p><p>Teste de Percussão</p><p>Vertical Horizont</p><p>al</p><p>Raio-X Inicial</p><p> Fornece informações essenciais quanto à morfologia pulpar,</p><p>osso alveolar, lâmina dura, e região periapical, auxiliando no</p><p>diagnóstico;</p><p> Pode evidenciar fratura radicular ou iatrogenias anteriores</p><p>(terapias inadequadas, perfurações e fratura de</p><p>instrumentos).</p><p>Determinar CRD</p><p>CRD= CAD - 2</p><p>Verificar ponto de eleição e direção de trepanação</p><p>Utilizar ponta esférica compatível com a câmara</p><p>pulpar</p><p>EVITAR o uso de haste longa (Risco de perfuração)</p><p>Acesso</p><p>FORMA DE CONTORNO</p><p>Acesso</p><p>#308</p><p>1</p><p>Isolamento Absoluto</p><p>A boa adaptação do isolamento garante um</p><p>campo operatório de boa visualização, sem</p><p>fluidos, assim como garante a integridade da</p><p>mucosa diante o caráter inflamatório da</p><p>solução irrigadora (Hipoclorito)</p><p> “Divida” em quatro partes</p><p> Localize o ponto central e a partir dele</p><p>meça 1 cm para o quadrante</p><p>correspondente ao dente.</p><p>Realizar desgastes compensatórios</p><p>Remoção de ombro palatino</p><p>Remoção de teto</p><p>FORMA DE CONVENIÊNCIA</p><p>Irrigação/ Aspiração</p><p>Procedimento obrigatório a cada troca de</p><p>instrumento;</p><p> Remove a contaminação das paredes</p><p>dentinárias e mantê-la em suspensão ou</p><p>dissolvê-la;</p><p> Evita entulhamento de raspa de dentina,</p><p>oriunda da instrumentação.</p><p>Cateterismo</p><p>Utilizar limas de série especial ou de</p><p>pequeno diâmetro em relação ao dente a ser</p><p>tratado.</p><p>PREPARO DO</p><p>TERÇO MÉDIO E</p><p>CERVICAL</p><p>Pré - Alargamento</p><p> Consiste em preparar o canal para receber</p><p>as Gattes;</p><p> As limas utilizadas são: #15, #20, #25;</p><p> Calibradas em CAD – 2</p><p>- não significa dizer que penetrará</p><p>totalmente, serve apenas como</p><p>referência a fim de evitar danos aos</p><p>tecidos perirradiculares.</p><p> Concluído com lima #25 à 16 mm.</p><p>Irriga/aspira + recapitula</p><p>patência</p><p>Pré - Alargamento</p><p> Procedimento realizado em canais atrésicos;</p><p> Movimento: forças balanceadas;</p><p> Em canais amplos, onde a lima #25 tem</p><p>acesso fácil, a utilização das limas se torna</p><p>desnecessário podendo proceder ao</p><p>alargamento diretamente com as Gattes.</p><p> Sempre recapitular o instrumento de</p><p>cateterismo entre cada um.</p><p>Irriga/aspira + recapitula</p><p>patência</p><p>Uso das Gattes</p><p> Utilizada em ordem decrescente</p><p>6*, 5*, 4, 3, 2</p><p> Preparo do terço médio e cervical</p><p> Atenção para a relação comprimento do</p><p>dente/ comprimento da parte ativa do</p><p>instrumento</p><p> 5,0 mm aquém do ápice</p><p>* Quando possível.</p><p>Irriga/aspira + recapitula</p><p>patência</p><p>Preenchendo toda a câmara pulpar com hipoclorito de</p><p>sódio penetrando gradativamente a lima no canal</p><p>radicular, sempre tendo em mente a estimativa de</p><p>odontometria* (CAD-2)</p><p>Descontaminação progressiva</p><p> Limas em ordem decrescente</p><p>- #40 #35 #30...</p><p>- #50 #45 #40 #35 ...</p><p>- Varia conforme o diâmetro do</p><p>dente</p><p> Calibradas em CAD-2</p><p>- Lembrar até que comprimento foi</p><p>utilizado as Gattes.</p><p> Movimento de forças balanceadas</p><p> Não forçar em direção apical</p><p>Observar a renovação da solução irrigante na medida em que se aprofunda a</p><p>lima no interior do canal radicular;</p><p> O primeiro instrumento que se ajustar em CAD – 2 será provavelmente o IF</p><p> Radiografia de odontometria</p><p>Irriga/aspira + recapitula</p><p>patência</p><p>Radiografia de ODONTOMETRIA</p><p>Confirma comprimento do dente</p><p>Determina IF – instrumento justo no</p><p>CRD</p><p>Quando a lima</p><p>utilizada na</p><p>descontaminação</p><p>alcançar</p><p>CAD – 2,0 mm</p><p>Determinar IAI</p><p> Confirmado o meu CAD – 2, a partir da odontometria</p><p> Diminuir 1 mm para comprimento de trabalho (CT)</p><p> Calibrar lima (a partir da sucessora do IF ) no CT</p><p> A lima que se ajustar no CT determinado será o IAI</p><p>Exemplo</p><p>CAD = 27mm</p><p>CRD= CAD-2 = 25mm</p><p>IF: #15</p><p>CT: 24mm</p><p>IAI: #20 ou #25 (trava no</p><p>CT)</p><p>Irriga/aspira + recapitula IF</p><p>Determinar IM</p><p> Escalono 3 ou 2 instrumentos (atrésicos e muito curvos) acima do</p><p>IAI determinado</p><p> Calibrado no CT</p><p> Movimento de força balanceada</p><p> Confecção de batente</p><p>Exemplo</p><p>CT: 24mm</p><p>IAI: #20</p><p>#25</p><p>#30</p><p>IM: #35</p><p>Irriga/aspira + recapitula IF</p><p>Recuo Escalonado</p><p> Iniciado com IM</p><p> Recuo 1 mm e aumento um instrumento até alcançar o preparo das</p><p>Gates</p><p> Movimento de limagem a partir do quarto instrumento</p><p> Entre cada instrumento de recuo recapitula o IM</p><p>Irriga/aspira + recapitula IF</p><p>Desinfecção do Cone</p><p> Selecione o cone principal conforme a técnica desejada;</p><p> Desinfecção: Coloque o cone principal e acessórios imersos</p><p>em solução de hipoclorito por aproximadamente 3 minutos;</p><p> Coloque-os sobre uma gaze estéril para secagem</p><p>Prova do cone</p><p> Prosseguir com a escolha do cone principal conferindo IM e CT,</p><p>valendo-se da pinça clínica e régua endodôntica estéreis;</p><p> Levar o cone (M, FM ou padrão) em posição e por meio do teste</p><p>visual verificamos se o cone chega ao CT visualizando-o na referência</p><p>oclusal ou incisal, o qual não deve ultrapassá-la;</p><p> O cone deve apresentar travamento apical, pequena resistência</p><p>quando tracionado em direção oclusal ou incisal.</p><p>Prova do cone</p><p> Alcançado o CT e travado o cone</p><p> Radiografia de prova do cone para confirmar CT</p><p>EDTA</p><p>Promove a remoção da matéria inorgânica e abertura de túbulos</p><p>dentinários.</p><p> Com o auxílio de uma pinça insira o EDTA no canal</p><p> Realize movimento de agitação (utilize uma lima) por</p><p>aproximadamente 1min</p><p> Deixe a solução agir por 5 minutos</p><p> Irrigue com SORO FISIOLÓGICO</p><p> Repita a aplicação de EDTA / Lavagem com soro</p><p>Secagem do canal</p><p> Cone de papel com calibre e comprimento idêntico ao IM</p><p>Atenção para presença de</p><p>exudação persistente</p><p>Obturação – Condensação lateral</p><p> Manipule o cimento a ser utilizado;</p><p> Cone principal: cone padrão conforme IM</p><p> No momento da obturação, os cones principais e secundários devem</p><p>estar secos com gaze estéril, antes de ser aplicado o cimento</p><p>obturador;</p><p> Cimentar cone principal (padrão) e só depois inserir os cones</p><p>secundários, utilizando espaçador digital;</p><p> Parar quando não é mais possível introduzir cones no terço cervical</p><p>Obturação – Compressão</p><p>Hidráulica Manipule o cimento a ser utilizado;</p><p> Cone principal: cone acessório calibrado conforme IM</p><p> No momento da obturação, os cones principais (acessório</p><p>calibrado) e secundários devem estar secos com gaze estéril, antes</p><p>de ser aplicado o cimento obturador;</p><p> Cimentar cone principal e só depois inserir os cones secundários,</p><p>utilizando espaçador digital;</p><p> Parar quando não é mais possível introduzir cones no terço cervical</p><p>Radiografia Comprobatória</p><p> Tomar a radiografia de qualidade da obturação, sob isolamento</p><p>absoluto;</p><p> Caso houver falhas de preenchimento, limite inadequado ou bolhas,</p><p>necessário refazer a obturação.</p><p>Corte dos cones/ Condensação</p><p> Selecionar calcador modelo Paiva de tamanho compatível à entrada</p><p>do canal;</p><p> Aquecer ao rubro o calcador Paiva, valendo-se da lamparina  e cortar</p><p>os cones, aproximadamente 2 mm abaixo do colo clínico.</p><p> Condensação vertical a frio</p><p>Limpeza da cavidade</p><p>Limpar o excesso de cimento da</p><p>câmara pulpar com bolinhas de</p><p>algodão embebidas em álcool.</p><p>Inserção de material provisório</p><p>Secar e preencher toda a cavidade com</p><p>Ionômero de vidro selando toda a câmara pulpar,</p><p>até que o paciente submeta-se à restauração</p><p>definitiva posterior.</p><p>Ajuste Oclusal</p><p>Remove o isolamento absoluto e checa oclusão.</p><p>Radiografia Final</p><p>Radiografia Final</p><p>Bons Estudos!</p><p>Slide 1</p><p>Anamnese</p><p>Quando dói?!</p><p>Teste de sensibilidade</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Raio-X Inicial</p><p>Slide 8</p><p>Acesso</p><p>Acesso</p><p>Isolamento Absoluto</p><p>Slide 12</p><p>Irrigação/ Aspiração</p><p>Cateterismo</p><p>Slide 15</p><p>PREPARO DO TERÇO MÉDIO E CERVICAL</p><p>Pré - Alargamento</p><p>Pré - Alargamento</p><p>Uso das Gattes</p><p>Descontaminação progressiva</p><p>Slide 21</p><p>Radiografia de ODONTOMETRIA</p><p>Determinar IAI</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Bons Estudos!</p>