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<p>REVISÃO DO CONTEÚDO</p><p>PRÉ-PROVA</p><p>PROF. VINÍCIUS K. GOHLKE</p><p>SUGESTÃO DE</p><p>LEITURA</p><p>Revisão</p><p>Tópicos</p><p>Classificação</p><p>Materiais Anelásticos</p><p>Materiais Elásticos</p><p>Elastômeros</p><p>MATERIAIS ANELÁSTICOS</p><p>MATERIAIS ELÁSTICOS</p><p>Classificação</p><p>MATERIAIS ANELÁSTICOS</p><p>São materiais que exibem uma</p><p>quantidade insignificante de</p><p>deformação elástica quando</p><p>submetidos às tensões de tração ou</p><p>de dobramento.</p><p>MATERIAIS ANELÁSTICOS</p><p>Tendem a fraturar sem exibir</p><p>qualquer deformação plástica se</p><p>aplicado uma força maior que sua</p><p>resistência a tração, cisalhamento ou</p><p>compressão</p><p>MATERIAIS ANELÁSTICOS</p><p>Exemplos de materiais anelásticos</p><p>estão o Gesso Paris(Gesso tipo I)</p><p>que NÃO se utiliza mais, a godiva,</p><p>pasta de zinco e eugenol(ZOE).</p><p>MATERIAIS ANELÁSTICOS</p><p>Sua presa pode ocorrer com uma</p><p>reação química, através da ativação</p><p>de um reagente, ou física, como o</p><p>calor, por exemplo, que faz com que</p><p>a godiva tenha sua plastificação.</p><p>MATERIAIS ELÁSTICOS</p><p>São materiais que reproduzem com</p><p>precisão os detalhes das estruturas</p><p>intraorais, incluindo áreas retentivas</p><p>e espaços interproximais.</p><p>MATERIAIS ELÁSTICOS</p><p>A presa destes materiais pode</p><p>ocorrer de forma química, como no</p><p>caso dos alginatos e elastômeros,</p><p>ou por reação física, como nos</p><p>hidrocolóides REVERSÍVEIS.</p><p>Godiva</p><p>É um material pesado, constituído</p><p>basicamente de ceras e resinas</p><p>termoplásticas. Por ser um material</p><p>plastificado, é amolecido por calor,</p><p>portanto tem como uma de suas</p><p>propriedades a termoplasticidade.</p><p>Indicação</p><p>Moldagem preliminar em</p><p>paciente endêntulo</p><p>Selamento periférico em</p><p>moldagem de edentado</p><p>Registro das superfícies</p><p>oclusais de dentes superiores</p><p>para tomada do arco facial</p><p>PASTA ZINCOENÓLICA</p><p>É um material de moldagem leve,</p><p>anelástico, e tem sua presa por</p><p>reação química e apresenta alta</p><p>rigidez. Altamente pegajoso, gruda</p><p>na pele do paciente e se torna</p><p>difícil de remover. Necessita aplicar</p><p>vaselina no rosto antes.</p><p>Indicação</p><p>Moldagem em próteses totais</p><p>em conjunto com godiva</p><p>Reembasamento de próteses</p><p>totais</p><p>É um material com baixa polularidade</p><p>na odontologia. Foi um dos primeiros</p><p>materiais de moldagem utilizados na</p><p>odontologia. Tem sua presa por</p><p>reação térmica e hoje encontra-se</p><p>em desuso.</p><p>Hidrocolóide Reversível</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>É um material de moldagem</p><p>elástico, que tem sua presa por</p><p>reação química. Tem fácil</p><p>manipulação, baixo custo e não</p><p>exige equipamentos sofisticados</p><p>para o manuseio, o tornando um</p><p>material de ampla escolha para</p><p>várias moldagens.</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>O principal componente deste</p><p>material é o alginato solúvel,</p><p>podendo ser o alginato de sódio ou</p><p>alginato de potássio. Entre marcas</p><p>e modelos, existem alginatos de</p><p>presas normais, rápidas e</p><p>ultrarrápidas.</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>Tem seu tempo de geleificação</p><p>entre 3 a 4 minutos a uma</p><p>temperatura de 20ºC, podendo</p><p>aumentar ou diminuir conforme a</p><p>temperatura da água</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>Se quisermos aumentar o tempo</p><p>de presa, utiliza-se água mais fria,</p><p>se quisermos diminuir o tempo de</p><p>presa, utiliza-se água mais quente.</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>O peso molecular dos alginatos</p><p>varia conforme o fabricante, e</p><p>quanto maior o peso molecular,</p><p>mais viscoso é o alginato.</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>Cada marca/fabricante tem suas</p><p>proporções de água/pó, por isso,</p><p>necessitamos utilizar os medidores</p><p>fornecidos pelo fabricante para</p><p>aquele tipo de alginato específico.</p><p>HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL</p><p>Uma dica importante para uma boa</p><p>moldagem com alginato é espatular</p><p>com vigor para obter uma massa</p><p>homogênea, aplicar uma camada</p><p>de água após carregar na moldeira,</p><p>e alisar com a luva molhada para</p><p>ter uma superfície lisa.</p><p>DESINFECÇÃO DO MOLDE</p><p>Hipoclorito de sódio a 1% deve ser</p><p>borrifado sobre a moldagem por</p><p>alguns segundos, em um ambiente</p><p>fechado, e deve permanecer por 10</p><p>minutos.</p><p>INDICAÇÕES</p><p>Modelos de estudo</p><p>Modelos iniciais para confecção</p><p>dispositivos personalizados</p><p>Próteses Totais</p><p>Próteses Parciais</p><p>CONSIDERAÇÕES</p><p>É o material de moldagem mais</p><p>utilizado na odontologia em todo o</p><p>mundo, devido a sua versatilidade,</p><p>praticidade e baixo custo.</p><p>LIMITAÇÕES</p><p>O alginato não reproduz detalhes</p><p>fielmente como outros</p><p>elastômeros. A rugosidade da</p><p>superfície a ser moldada já é</p><p>suficiente para causar distorções</p><p>nas margens da cavidade.</p><p>GESSOS</p><p>Os gessos são amplamente</p><p>utilizados tanto na rotina clínica,</p><p>como em procedimentos</p><p>laboratoriais, sendo fundamental</p><p>para a qualidade de nossos</p><p>trabalhos.</p><p>GESSOS</p><p>Para que tenhamos uma prótese de</p><p>qualidade, vários fatores</p><p>influenciam, inclusive a moldagem</p><p>e o vazamento do modelo de</p><p>gesso, portanto, materiais de</p><p>qualidade e técnica são primordiais</p><p>para evitar distorções.</p><p>GESSOS</p><p>O principal componente dos gessos</p><p>odontológicos é o sulfato de cálcio</p><p>hemi-hidradato.</p><p>GESSOS</p><p>Geralmente é obtido do mineral</p><p>GISPITA, que é o sulfato de cálcio</p><p>di-hidratado.</p><p>TIPOS DE GESSO</p><p>GESSO COMUM(TIPO II) GESSO PEDRA(TIPO III) GESSO ESPECIAL(TIPO IV)</p><p>GESSO ESPECIAL(TIPO V)</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Gesso para modelos de estudo e</p><p>planejamento, preenchimento de</p><p>muflas, modelos preliminares em</p><p>próteses totais e fixação de modelo</p><p>em articulador.</p><p>GESSO TIPO II</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Gesso para montagem em</p><p>articulador de alta precisão,</p><p>modelos para confecção de</p><p>aparelhos ortodônticos, modelos</p><p>de arcada antagonista, placas de</p><p>clareamento e placas interoclusais.</p><p>GESSO TIPO III</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Gesso para confecção de troquéis</p><p>nos quais serão realizados</p><p>enceramentos para confecção de</p><p>trabalhos cerâmicos ou</p><p>metalocerâmicos.</p><p>GESSO TIPO IV</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Também indicado para confecção</p><p>de modelos para confecção de</p><p>provisórios, placas prensadas,</p><p>núcleos fundidos, próteses totais,</p><p>próteses parciais removíveis e</p><p>próteses sobre implantes.</p><p>GESSO TIPO IV</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Gesso de alta expansão, diferente</p><p>do Gesso tipo IV(baixa expansão) é</p><p>ideal para fundição de ligas</p><p>metálicas com alta contração de</p><p>solidificação.</p><p>GESSO TIPO V</p><p>GESSOS</p><p>Sofrem uma reação química,</p><p>exotérmica, chamada de reação de</p><p>cristalização. Existe uma</p><p>quantidade específica de água para</p><p>cada tipo de gesso, uma vez que os</p><p>cristais possuem formatos e</p><p>tamanhos diferentes entre os</p><p>gessos.</p><p>GESSOS</p><p>Sofrem uma reação química,</p><p>exotérmica, chamada de reação de</p><p>cristalização. Existe uma</p><p>quantidade específica de água para</p><p>cada tipo de gesso, uma vez que os</p><p>cristais possuem formatos e</p><p>tamanhos diferentes entre os</p><p>gessos.</p><p>GESSOS</p><p>A quantidade de água empregada</p><p>influencia muito no tempo de presa</p><p>e resistência do gesso.</p><p>Entendendo isso, devemos sempre</p><p>pesar a quantidade de pó e medir</p><p>sempre a quantidade de água.</p><p>RELAÇÃO ÁGUA-PÓ(A/P)</p><p>GESSOS</p><p>Se transformarmos essa relação de</p><p>água/pó em um coeficiente, por</p><p>exemplo, 24ml de água para 100g</p><p>de pó, teremos uma relação de</p><p>0,24.</p><p>RELAÇÃO ÁGUA-PÓ(A/P)</p><p>GESSOS</p><p>Cada fabricante possui uma relação</p><p>diferente, e dessa maneira,</p><p>podemos concluir quantidades</p><p>diferentes de água são indicadas</p><p>para a obtenção das propriedades</p><p>físicas e químicas adequadas.</p><p>RELAÇÃO ÁGUA-PÓ(A/P)</p><p>GESSO</p><p>COMUM</p><p>GESSO</p><p>PEDRA</p><p>GESSO</p><p>ESPECIAL IV</p><p>GESSO</p><p>ESPECIAL V</p><p>0,45 - 0,50 0,28 - 0,30 0,22 - 0,24 0,18 - 0,22</p><p>RELAÇÃO A/P</p><p>GESSOS</p><p>Deve-se aguardar o gesso resfriar</p><p>totalmente para removê-lo da</p><p>moldeira, evitando assim</p><p>distorções devido a expansão que o</p><p>gesso sofre durante o tempo de</p><p>presa.</p><p>GESSOS</p><p>Deve-se aguardar o gesso resfriar</p><p>totalmente para removê-lo da</p><p>moldeira, evitando assim</p><p>distorções devido a expansão que o</p><p>gesso sofre durante o tempo de</p><p>presa.</p><p>ELASTÔMEROS</p><p>São materiais à base de borracha</p><p>sintética, que tem sua presa por</p><p>reação química. São formadas por</p><p>grandes moléculas ou polímeros</p><p>que são unidos por ligações</p><p>cruzadas e tem a capacidade de</p><p>duplicar estruturas dentárias com</p><p>precisão na moldagem.</p><p>ELASTÔMEROS</p><p>São divididos em polissulfeto ou</p><p>mercaptana, poliéter, silicone de</p><p>condensação e silicone de adição.</p><p>A reação química dos elastômeros</p><p>pode se dar por adição, como no</p><p>caso do poliéter e do silicone de</p><p>adição, ou então por condensação,</p><p>como é o caso do</p><p>polissulfeto(mercaptana) e do</p><p>silicone por condensação.</p><p>ELASTÔMEROS</p><p>São divididos</p><p>em polissulfeto ou</p><p>mercaptana, poliéter, silicone de</p><p>condensação e silicone de adição.</p><p>A reação química dos elastômeros</p><p>pode se dar por adição, como no</p><p>caso do poliéter e do silicone de</p><p>adição, ou então por condensação,</p><p>como é o caso do</p><p>polissulfeto(mercaptana) e do</p><p>silicone por condensação.</p><p>REAÇÃO DE CONDENSAÇÃO</p><p>É uma reação de polimerização</p><p>entre duas ou mais moléculas</p><p>simples. As substâncias originais</p><p>frequentemente reagem com a</p><p>formação de subprodutos, como</p><p>água, ácidos halógenos e amônia.</p><p>REAÇÃO DE ADIÇÃO</p><p>É uma reação de polimerização na</p><p>qual macromoléculas são formadas</p><p>a partir de unidades</p><p>pequenas(monômeros), sem</p><p>alteração na composição, ou seja,</p><p>sem a formação de subprodutos.</p><p>TEMPOS</p><p>Decorre desde o inicio da</p><p>mistura da pasta-base</p><p>com a pasta catalisadora,</p><p>até que o material ainda</p><p>tenha fluidez suficiente</p><p>para que a moldagem</p><p>possa ser executada.</p><p>DE TRABALHO</p><p>Decorre desde o início</p><p>da mistura até que o</p><p>material tenha</p><p>resistência suficiente</p><p>para ser removido da</p><p>boca</p><p>DE PRESA</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Moldagem para próteses em geral</p><p>Moldagem para aparelhos ortodônticos</p><p>Moldagem para dispositivos bucais</p><p>Registro de Mordida</p><p>Muralhas para guias de enceramento/desgastes</p><p>ELASTÔMEROS</p><p>A maioria dos materiais disponíveis no</p><p>mercado são sistemas de dois</p><p>componentes, fornecidos na forma de</p><p>pasta. A diferença nas cores dessas</p><p>pastas permite que o material seja</p><p>dispensado sobre uma placa em partes</p><p>iguais, para ser espatulado até a</p><p>obtenção de uma coloração</p><p>homogênea.</p><p>ELASTÔMEROS</p><p>A presa ocorre por meio de uma</p><p>polimerização que aumenta</p><p>progressivamente formando ligações</p><p>cruzadas entre si. Alguns materiais</p><p>necessitarão de uma pistola de</p><p>aplicação, que fará a mistura</p><p>automática, e depositará o material já</p><p>pronto para seu uso na moldagem.</p><p>ELASTÔMEROS</p><p>São compostos por uma pasta pesada,</p><p>que fará o suporte e o arcabouço,</p><p>copiando as estruturas maiores, e por</p><p>uma pasta leve, que copiará os</p><p>detalhes refinados, como retenções,</p><p>áreas oclusais, interproximais e</p><p>intrasulculares.</p><p>POLISSULFETO/</p><p>MERCAPTANA</p><p>Apresenta ligações cruzadas como</p><p>agente oxidante, como o dióxido de</p><p>chumbo. É este díóxido que confere a</p><p>cor marrom ao material. Tem sua presa</p><p>por uma reação de condensação, é</p><p>exotérmica e o subproduto final</p><p>liberado é água.</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Este material, tem indicação para uma</p><p>moldagem com casquete, em próteses</p><p>fixas, aonde representa uma</p><p>alternativa muito interessante aonde</p><p>outros métodos de afastamento</p><p>gengival não são tão eficientes</p><p>POLIÉTER</p><p>O poliéter foi o primeiro elastômero</p><p>desenvolvido primariamente com a</p><p>função de material de moldagem.</p><p>Todos os outros materiais de</p><p>moldagem foram adaptados de outras</p><p>aplicações industriais. É um polímero à</p><p>base de poliéter que tem ligações</p><p>cruzadas como resultado final de sua</p><p>polimerização.</p><p>POLIÉTER</p><p>Entre os elastômeros, é o material mais</p><p>rígido dentre todos os disponíveis no</p><p>mercado. Também se encontra com</p><p>duas pastas que necessitam ser</p><p>aplicadas em comprimentos iguais</p><p>para que se obtenha as proporções</p><p>indicadas. Pode ser em uma placa de</p><p>vidro ou papel impermevável.</p><p>POLIÉTER</p><p>Este material necessita de aplicação</p><p>de um adesivo para retenção na</p><p>moldeira. É excelente para realização</p><p>de moldagens intrarradiculares, e</p><p>também de zonas subgengivais.</p><p>POLIÉTER</p><p>Pode moldar facilmente um conduto</p><p>para confecção de um pino metálico,</p><p>por exemplo, assim como em um dente</p><p>unitário ou reabilitações múltiplas de</p><p>prótese fixa, com a utilização de</p><p>casquetes.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Tem sua presa por uma reação de</p><p>condensação, e o subproduto liberado</p><p>é o álcool etílico, que tem com sua</p><p>evaporação, um efeito acelerador na</p><p>contração deste material após a presa.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>É composto por duas pastas, uma base</p><p>e outra catalisadora, para a pasta</p><p>pesada, e uma pasta mais fluida</p><p>aplicada junta com o mesmo</p><p>catalisador . É um material de alta</p><p>viscosidade e foi desenvolvido para ter</p><p>baixa contração de polimerização.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Sua manipulação é feita com duas</p><p>técnicas, a moldagem única ou</p><p>simples, ou em dois passos</p><p>denominada dupla impressão.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Na primeira, utilizando o medidor</p><p>fornecido pelo fabricante, seleciona-se</p><p>a quantidade de silicone pesada</p><p>desejada para realizar a moldagem, e</p><p>aplica-se sobre essa massa a</p><p>quantidade de catalisador indicado</p><p>pelo fabricante.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Existem marcas que fornecem a</p><p>proporçao de 1:1 e outras na</p><p>proporção de 1:2. Enquanto isso,</p><p>coloca-se a quantidade de silicone leve</p><p>na quantidade desejada em uma placa</p><p>de vidro ou papel impermeável, e a</p><p>mesma quantidade de pasta</p><p>catalisadora(em comprimento).</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Enquanto o cirurgião-dentista mexe a</p><p>massa pesada até atingir uma</p><p>coloração uniforme, a auxiliar espatula</p><p>a silicone leve até atingir coloração</p><p>uniforme . Acomoda-se a pesada na</p><p>moldeira a ser utilizada, e por cima</p><p>desta, aplica-se a leve, realizando a</p><p>moldagem em um único passo.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Já na técnica de dupla impressão,</p><p>segue-se o mesmo passo para a massa</p><p>pesada, e molda-se apenas com ela em</p><p>um primeiro momento.</p><p>SILICONE DE CONDENSAÇÃO</p><p>Após tomar presa, remove-se este</p><p>molde, e realiza-se um alívio nas áreas</p><p>de interesse, para então aplicar-se a</p><p>silicone leve, para copiar ás áreas de</p><p>refino, tornando esta moldagem dupla,</p><p>por possuir estas duas fases.</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Tem indicação para moldagens das</p><p>mais variadas necessidades, desde</p><p>modelos de estudo, quanto para</p><p>confecção para próteses fixas,</p><p>protocolos dentários, próteses sobre</p><p>implantes, próteses móveis,</p><p>aparelhos ortodônticos, placas de</p><p>bruxismo, entre outros.</p><p>SILICONE DE ADIÇÃO</p><p>Essa silicone também apresenta-se em</p><p>duas pastas, uma pesada e outra leve.</p><p>Na pasta pesada, a base e o catalisador</p><p>se apresentam em forma de massa</p><p>pesada, já na leve, ambos, se</p><p>apresentam em massa leve.</p><p>SILICONE DE ADIÇÃO</p><p>Para a manipulação da pesada, deve-se</p><p>remover as luvas e manipular com as</p><p>mãos para não contaminar com</p><p>enxofre que contém em luvas de látex</p><p>e vinil, pois estes inibem a cura do</p><p>material.</p><p>SILICONE DE ADIÇÃO</p><p>Já a pasta leve, é misturada e aplicada</p><p>através de uma pistola dispensadora,</p><p>que realiza a mistura de forma</p><p>automática.</p><p>SILICONE DE ADIÇÃO</p><p>A técnica de moldagem se assemelha</p><p>com o silicone de condensação,</p><p>podendo ser em uma única etapa ou</p><p>em duas etapas, e a escolha da técnica</p><p>é de preferência do profissional.</p><p>SILICONE DE ADIÇÃO</p><p>Este material é o único materlal que</p><p>permite que seja vazado mais de um</p><p>modelo de gesso em um mesmo</p><p>molde, devido a sua alta estabilidade</p><p>após sua presa.</p><p>INDICAÇÃO</p><p>Modelos de estudo, próteses totais,</p><p>próteses parciais, próteses fixas,</p><p>próteses sobre implante, registro de</p><p>mordida, muralhas para guias de</p><p>preparo, entre outros.</p><p>DÚVIDAS?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Para confeccionarmos um modelo de estudo,</p><p>em um paciente dentado, o que usamos?</p><p>E um modelo inicial em um paciente</p><p>edentado?</p><p>E qual gesso vazamos esse modelo?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>E para realizarmos um modelo de trabalho, em</p><p>uma prótese total?</p><p>E para uma prótese parcial?</p><p>E qual gesso vazamos esse modelo?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>E se eu precisar vazar mais de um modelo de</p><p>gesso de um mesmo molde, qual material</p><p>permite isso?</p><p>E se não estou conseguindo manipular o</p><p>alginato a tempo, o que posso alterar pra</p><p>ganhar mais tempo de espatulação?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Se precisarmos moldar um conduto radicular,</p><p>para confecção de um pino metálico fundido, o</p><p>qual material visto até agora podemos utilizar?</p><p>Os materiais anelásticos tem quais</p><p>características?</p><p>E os materiais elásticos?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Quais tipos de reação química podem</p><p>acontecer nos materiais de moldagem?</p><p>E quais os tipos de reação química acontecem</p><p>nos elastômeros?</p><p>Como medir a quantidade de pó e água no</p><p>gesso?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Tempo de trabalho e Tempo de presa são a</p><p>mesma coisa?</p><p>A reação de condensação, libera subproduto?</p><p>Qual?</p><p>Silicone de adição, como manipular?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Quais técnicas existem para moldagem com</p><p>silicone de condensação?</p><p>As técnicas de moldagem do silicone de</p><p>adição é igual?</p><p>Godiva e Zincoenólica, usa quando?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Qual elastômero precisa de adesivo?</p><p>Qual elastômero foi o primeiro a ser</p><p>desenvolvido especificamente para uso de</p><p>moldagem odontológica?</p><p>Qual é o elastômero mais rígido de todos?</p><p>ENTÃO VAMOS EXERCITAR?</p><p>Qual elastômero precisa de adesivo?</p><p>Qual elastômero foi o primeiro a ser</p><p>desenvolvido especificamente para uso de</p><p>moldagem odontológica?</p><p>Qual é o elastômero mais rígido de todos?</p><p>DÚVIDAS?</p><p>BOA PROVA SEMANA QUE VEM!!</p>