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<p>CURSO DE MESTRADO2- FORMATAÇÃO DO TRABALHO DE ACORDO COM O MANUAL DA MUST UNIVERSITY (até 20,0 pts)</p><p>4- Informações importantes:</p><p>       Assista este vídeo sobre Ead https://player.vimeo.com/video/343725272</p><p>     O horário da coordenação de Educação é de 2ª a 6ª-feira das 09h às 13h e das 14h às 18h e as mensagens do AVA serão respondidas pelo tutor em até 24 horas. A cada nova disciplina seu tutor poderá mudar.</p><p>5- Pedimos que SALVE em seu celular o número da coordenação de relacionamento para poder entrar em contato. (19) 99410-2289</p><p>Bons estudos e conte conosco na nova jornada que se inicia!</p><p>Coordenação de Relacionamento de Educação.</p><p>Link para a Welcome Class:</p><p>Microsoft Azure AD account creation was successful.</p><p>Your Azure AD account details:</p><p>Display Name: Aquiles Leppaus</p><p>Log in URL: https://login.microsoftonline.com</p><p>Azure Sign in Id:  aquilesleppaus16923@student.mustedu.com</p><p>Password: D#JU5mi%^T</p><p>DIFERENTES PERSPECTIVAS E FASES PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM PROJETO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM</p><p>· Refletir sobre as relações entre tecnologia e educação;</p><p>· Apresentar os conceitos e os critérios da perspectiva instrumentalista;</p><p>· Orientar sobre as diferentes fases para implantação de um projeto de tecnologia.</p><p>IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA EDUCACIONAL</p><p>A tecnologia, como um dos instrumentos de ensino, vem sendo utilizada desde a Segunda Guerra Mundial, quando os filmes eram utilizados para o treinamento de novos recrutas. Essa realidade e, consequentemente, os ganhos para a aprendizagem provenientes dela levaram pesquisadores a começar a estudar as aplicações da tecnologia em sala de aula, bem como a realizar estudos sobre a sua eficácia.</p><p>O uso da tecnologia na educação, como temos acompanhado durante nossas aulas, não é uma novidade. Mesmo assim, ainda existem algumas rejeições e distorções quanto ao manuseio dos recursos e quanto à funcionalidade dos aplicativos utilizados nesse meio. Embora muitos educadores já tenham acesso a muitas tecnologias, a integração da tecnologia na sala de aula tem sido lenta e desafiadora.</p><p>Uma das formas de tentar explicar a morosidade da integração entre tecnologia e educação se refere a um processo chamado de desenvolvimento evolutivo, o qual compreende que a relação entre esses sistemas vai ocorrer naturalmente, a partir do tempo de contato ou da percepção (por parte do próprio educador) de que essa união possa atender a alguma necessidade específica.</p><p>Outra forma um pouco mais fundamentada teoricamente para tentar definir essa situação é proposta pela perspectiva instrumentalista. Ela considera que diversos fatores influenciam positiva ou negativamente o uso da tecnologia e propõe que a integração entre tecnologia e educação esteja relacionada mais ao esforço humano – ou seja, ao interesse do usuário e das condições para que esse interesse seja mantido – do que a um processo meramente natural, proveniente apenas do contato entre a pessoa e o recurso.</p><p>PERSPECTIVA INSTRUMENTALISTA</p><p>A perspectiva instrumentalista defende que a relação entre tecnologia, sociedade e educação está intimamente ligada a três fatores: o fator humano, o fator organizacional e o fator ambiental. Essa visão se relaciona com as recomendações para facilitar o uso da tecnologia nas escolas, proposta proveniente da revisão de políticas públicas para o uso da tecnologia educacional nos últimos 25 anos.</p><p>As recomendações incluem o investimento em infraestrutura, o acesso aos recursos tecnológicos, a oferta de atividades de desenvolvimento profissional, o apoio aos professores, o aumento do repasse de recursos financeiros para a aquisição e para a manutenção de equipamentos e serviços e o investimento em pesquisas quanto ao uso da tecnologia nas instituições de ensino e em formas diferenciadas de avaliação.</p><p>Para que a integração entre tecnologia e educação seja maximizada, não há como desprezar a preparação dos professores, tanto técnica quanto pedagógica, nem o investimento em profissionais e serviços que suportem essas práticas no dia a dia das escolas.</p><p>A seguir, agrupados em três dimensões, são listados alguns fatores que influenciam a integração da tecnologia na educação:</p><p>· Contexto: representa as variáveis escolares. Neste grupo estão incluídas a qualidade da infraestrutura tecnológica da escola – especificamente, equipamentos, softwares e redes – e a qualidade da infraestrutura humana – especificamente associada ao relacionamento interpessoal, o qual abrange os procedimentos, os vínculos e o apoio mútuo entre dirigentes, professores e funcionários.</p><p>· Formação: representa o conhecimento e as habilidades técnicas e pedagógicas dos professores e gestores. Diz respeito às crenças, aos gostos, ao interesse, às práticas e à capacidade de gestão social e cultural de todos, inclusive, do professor, mediante sua sala de aula. Essas condições são influenciadas, também, pela qualidade da formação inicial ou continuada dos envolvidos ou pela ausência delas.</p><p>· Projeto: representa o reconhecimento da comunidade e de suas necessidades. Relaciona-se à valorização da cultura escolar, ao ambiente onde a unidade está inserida, aos recursos e aos interesses que a escola possui.</p><p>FASES PARA IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA</p><p>Para que o uso da tecnologia seja realmente significativo dentro de uma organização, é necessária a construção de um projeto que seja sustentado em três fases fundamentais e sequenciais chamadas de adoção, aplicação e integração.</p><p>A fase de adoção contempla o estudo e a reflexão das necessidades da instituição e do contexto vigente. Envolve a tomada de decisão sobre qual tecnologia deve ser proposta/adotada para que se alcance o resultado esperado.</p><p>A fase de implementação refere-se às ações específicas a serem propostas ou realizadas por membros da organização. Todos os requisitos para que o resultado esperado seja alcançado devem ser considerados, entre os quais estão o fornecimento de treinamentos e a criação de culturas que incentivem o uso da tecnologia na sala de aula a fim de facilitar o aprendizado dos alunos.</p><p>A fase de integração diz respeito ao uso dos cursos e dos recursos implementados. É fundamental considerar que as práticas possam ser distintas entre os diferentes usuários, mas que todas elas devem trabalhar para atender à necessidade da organização.</p><p>Por causa da natureza relacionada e da ordem sequencial dessas fases, presume-se que o sucesso da fase anterior tenha influência no sucesso da fase subsequente. Dada essa premissa, podemos concluir que, se o trabalho com a tecnologia adotada não está sendo significativo na sala de aula, algum critério ou algum ponto de atenção pode ter passado despercebido ou pode ter sido desconsiderado na fase de implementação.</p><p>Vale lembrar que a melhor forma de saber se o resultado esperado foi alcançado é a avaliação, tanto qualitativa quanto quantitativa, dos próprios usuários do sistema implantado.</p><p>o conteúdo dos sites seguintes e entenda melhor o assunto trabalhado:</p><p>· “A implantação do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo): revelações de pesquisas realizadas no Brasil entre 2007 e 2011”. Disponível em: <https://bit.ly/jv81qhd9>. Acessado em 06 de outubro de 2023.</p><p>· “Proposta para Implantação de Recursos Tecnológicos Digitais Touchscreen no Ambiente Educacional”. Disponível em: <https://bit.ly/amd8hd>.  Acessado em 06 de outubro de 2023.</p><p>EM RESUMO</p><p>É importante entender que o uso de tecnologias educacionais nas escolas resulta do processo de difusão, de adoção, implementação e integração. Neste contexto, os obstáculos ou a resistência podem ocorrer em qualquer uma ou em todas as fases do processo. É preciso ter uma perspectiva instrumentalista e trabalhar ativamente para garantir que a tecnologia seja implementada com sucesso. Isso requer que os responsáveis ​​por difundir uma tecnologia se familiarizem com as estratégias e os modelos que podem ajudar no desenvolvimento de planos de implementação.</p><p>CRITÉRIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA EDUCACIONAL</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM</p><p>· Apresentar os critérios para</p><p>a implantação da tecnologia educacional sob a perspectiva instrumentalista;</p><p>· Comparar os critérios apresentados com a realidade tecnológica educacional atual.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O uso das tecnologias educacionais resulta dos processos de adoção, implementação e integração, como vimos no tema anterior. Contudo, obstáculos ou resistência podem surgir em qualquer uma ou em todas as fases desse processo.</p><p>Partindo dos pressupostos apresentados pela visão instrumentalista, a seguir serão abordadas questões que podem facilitar a implementação de práticas inovadoras nas instituições educacionais.</p><p>1-   A EFICÁCIA DAS PROPOSTAS DE TRABALHO</p><p>Há dois tipos de professor: aquele que critica o método de ensino atual, sem o uso da tecnologia, porque o considera ineficaz e que, portanto, busca adequar sua prática às necessidades atuais, e aquele que vai evitar e resistir à integração da tecnologia na escola a qualquer custo.</p><p>Para ambos os casos, é interessante que a escola proponha eventos que sirvam como catalisadores, como difusores de ações. Eventos relativamente simples, que sirvam de exemplo de boas práticas provenientes da integração da tecnologia na escola, num contexto no qual os educadores possam criar redes que incentivem a partilha de projetos, de interesses e de conhecimentos de diferentes profissionais de realidades aproximadas ou distintas.</p><p>2- CORRESPONSABILIDADE PEDAGÓGICA</p><p>A corresponsabilidade pedagógica refere-se à possibilidade de os docentes favoráveis ao uso da tecnologia educacional e conhecedores da causa compartilharem seus conhecimentos e suas habilidades com seus pares. A escola deve promover o desenvolvimento profissional contínuo e fornecer o suporte necessário, para que essas formações aconteçam, a fim de permitir que os próprios docentes ou a própria instituição possam ser alfabetizadores digitais.</p><p>3- DISPONIBILIDADE E MANUTENÇÃO DE RECURSOS E SERVIÇOS</p><p>Toda organização precisa de infraestrutura tecnológica. É preciso ter meios para sustentar sua própria rede. É preciso que o acesso aos equipamentos seja facilitado e que sua manutenção esteja em dia, para que as programações planejadas possam acontecer. É indispensável manter uma equipe de suporte, bem como realizar parceria com profissionais que possam resolver problemas e colaborar com os professores, conforme sua necessidade, antes, durante ou após o uso.</p><p>Os recursos financeiros devem estar disponíveis para atender tanto aos custos diretos – como a aquisição ou manutenção de software e hardware e o custeio do desenvolvimento profissional, por exemplo – quanto aos custos indiretos – como a manutenção do suporte tecnológico e dos profissionais que trabalham nisso.</p><p>Antes da implantação do projeto, os sistemas escolares precisam planejar – tanto no macrocontexto quanto no microcontexto – quais esforços serão necessários para que o trabalho seja proposto e mantido. O planejamento deve cobrir todo um processo, e não apenas de uma despesa específica.</p><p>O sucesso de um trabalho com tecnologia depende primeiramente da infraestrutura. Nenhuma necessidade pode ser desconsiderada.</p><p>4- ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO E DO TEMPO</p><p>Para que o trabalho com tecnologia educacional seja realmente significativo tanto para o professor quanto para o estudante, é indispensável haver um planejamento a curto, médio ou longo prazo que compreenda e que otimize o intervalo de tempo que há entre aquilo que o docente precisa aprender e aquilo que precisa ensinar e a forma como ele precisa ensinar. É preciso que o educador se sinta preparado para essa função. Ele precisa se sentir confortável e apoiado tanto para o desenvolvimento das novas habilidades quanto para a aplicação prática destas.</p><p>Considerado esse processo, para ter sucesso, o projeto depende da disposição do usuário que dele participar. Uma sugestão é começar a implantação por aqueles que já se mostrarem abertos a essa proposta.</p><p>5- INCENTIVO E RECONHECIMENTO</p><p>Incentivo e reconhecimento são fatores predominantes para que o docente queira integrar a tecnologia na escola. Os esforços devem ser valorizados, e as atividades avaliativas, tanto da gestão para os professores quanto dos professores para os estudantes, precisam ser revistas e adequadas às novas perspectivas de aprendizagem. Devolutivas pontuais e formativas são indispensáveis em todo o processo.</p><p>6- PARTICIPAÇÃO ATIVA</p><p>A participação ativa é indispensável na aplicação e no resultado do projeto. Essa ação inclui qualquer pessoa que esteja envolvida e interessada nele, ou seja, professores, estudantes, coordenadores de tecnologia, profissionais do suporte tecnológico entre outros. A participação ativa, que engrandece o projeto por considerar múltiplas perspectivas, dá mais sentido ao trabalho e, sobretudo, mais propriedade aos membros envolvidos no processo de difusão.</p><p>7- COMPROMISSO INSTITUCIONAL</p><p>Para que o projeto seja implementado e não apenas implantado, os dirigentes das instituições devem apoiar ativamente o processo. Esse apoio inclui a alocação de recursos financeiros para atender às necessidades do trabalho proposto, facilitando o acesso a recursos e serviços. Além disso, é preciso haver uma nova visão pedagógica que flexibilize o currículo e que considere os novos valores e as novas filosofias.</p><p>SAIBA MAIS</p><p>Conceitos Fundamentais</p><p>Tecnologias de informação:  tecnologias para diversas atividades relacionadas à informação, tais como aquisição, criação, comunicação, divulgação, processamento, arquivo, recuperação, transformação, e assim por diante, dentro do contexto da Internet.</p><p>Materiais Complementares</p><p>Quer saber mais sobre o que vimos até aqui? Acesse o conteúdo dos sites seguintes e entenda melhor o assunto trabalhado:</p><p>· “Práticas pedagógicas inovadoras com TIC”. Disponível em: <https://bit.ly/md8qhd>. Acessado em 06 de outubro de 2023.</p><p>· “Práticas Inovadoras no Ensino Superior”. Disponível em: <https://bit.ly/aj83yfhay>. Acessado em 06 de outubro de 2023.</p><p>· “Uso do Modelo STEM Education na Produção de Equipamentos de Laboratório Didático de Baixo Custo”. Disponível em:  https://bit.ly/7b9t3s Acessado em 06 de outubro de 2023.</p><p>EM RESUMO</p><p>Todos os responsáveis pela implantação de projetos de tecnologia educacional devem trabalhar ativamente  e de modo integrado para garantir que a tecnologia seja implementada com sucesso. Isto requer que os responsáveis ​​por difundir uma tecnologia estejam familiarizados com as estratégias e modelos que podem ajudar no desenvolvimento de planos de implementação.</p><p>NA PONTA DA LÍNGUA</p><p>FORUM 1</p><p>O uso de tecnologia móveis na educação, visa dinamizar ainda mais as aulas, aproximando em tempo real as informações aos educandos. Proporcionando maior interação entre tecnologia, aluno e professor. Possibilitando assim, a aprendizagem de forma mais significativa. Podendo ser desenvolvida de forma individual ou coletiva. Também permite que o educando tenha o acesso as informações de várias maneiras como através de sons, fotos e vídeos, facilitando o seu aprofundamento nos conteúdos e desenvolvendo seu protagonismo de diferentes formas, mas para que isso de fato aconteça, as escolas devem ter salas ambientes estruturadas, equipadas e organizadas para que o educando se sinta parte desse processo de transformaç��o.</p><p>SEMANA 2</p><p>É de conhecimento amplo que a coordenadoria de tecnologia educacional ou o setor de RH são essenciais para o sucesso de projetos, pois identificam as necessidades de treinamento dos colaboradores e acompanham os resultados. Os softwares devem ser avaliados antes da compra para evitar gastos desnecessários e atender às demandas da empresa. A avaliação pode ser feita por uma equipe formada por membros de TI, RH e usuários finais, para garantir uma análise completa e eficaz.</p><p>------</p><p>A coordenadoria de tecnologia educacional se tornou essencial para desenvolver um trabalho mais otimizado, prático, econômico e eficiente. É através dela que há todo um desenvolvimento, aplicações, articulações e treinamentos para o uso do equipamento tecnológico (software educacional) estudado. Com base nisso, a coordenadoria ajuda</p><p>e muito para desenvolver um trabalho exitoso e com bons resultados. A escolha do software precisa passar por uma avaliação porque nem todo programa está voltado para um mesmo objetivo, ou seja, tem software que nos levará mais rápido aos resultados que queremos alcançar. Por isso, a avaliação se faz pertinente e é essencial para obtermos melhores resultados. A avaliação pode ser feita sob algumas discussões pedagógicas como, por exemplo, onde utilizar, por quem deve ser usado, como utilizar, entre outros. Para isso, é criado uma equipe com grupos de estudantes e professores para avaliar sobre a dinamização, qualidade e contribuições.</p><p>A coordenadoria de tecnologia educacional é de fundamental importância para atuar de forma inteligente na gestão de pessoas e na aplicação do uso de tecnologias na educação, gerindo projetos, infraestrutura e equipe para que os resultados esperados em relação à aprendizagem dos estudantes sejam exitosos. Ademais, é esse grupo operacional que terá condições de analisar os softwares para compreender se os mesmos estão de acordo com o público-alvo, com o objetivo proposto, a facilidade de acesso e, especialmente, com os resultados dos quais se deseja alcançar. Tal processo é executado pelo professor coordenador de tecnologia educacional, uma vez que, o professor não é (nem sempre é) qualificado para tal função.</p><p>Para se implementar a tecnologia em espaços de aprendizagem, se faz essencial a presença do tecnólogo que deve ser um educador , a partir da coordenadoria de tecnologia educacional irá se partir para os outros pontos necessários para o funcionamento do projeto, como por exemplo o material tecnológico usado, a disposição da sala de aula, a escolha dos hardwares e softwares, itens que só poderão ser escolhidos pele educador tecnológico , que poderá selecionar, quais desses materiais irão melhor auxiliar a desenvolver a aprendizagem dos temas propostos. Sem avaliar previamente os softwares para determinado objetivo, tais não serão adequados a cumprir a função almejada.</p><p>A coordenadoria de tecnologia educacional, se expandiu de tal forma , que está sendo utilizada também no trabalho de seleção e recrutamento. Assim foram abertas startups focadas em RH, aonde empresas que precisam de profissionais, contratam tais startups para o trabalho de RH. Tais startups fazem seleções prévias, onde as pessoas que os procuram, já dizem em que área querem trabalhar e são selecionados de acordo com suas aptidões, tipo um cadastro. Quando as empresas querem determinado profissional, solicitam esses startups, que já os tem selecionados, agilizando todo o processo. Essa seleção é feita a partir dos recursos tecnológicos, como inteligência artificial e todo a tecnologia selecionada pelo coordenador. O que é um grande avanço para o setor.</p><p>Fórum 2</p><p>1 - Qual é a importância da coordenadoria de tecnologia educacional, ou do setor de RH responsável pelos recrutamentos, treinamentos e formações dos colaboradores, para que um projeto nessa área seja exitoso?</p><p>A escolha da coordenadoria de tecnologia educacional, deve ser formada por um profissional da educação que tenha conhecimento na área tecnológica e que saiba realizar a aquisição de equipamentos necessários ,para alcançar os objetivos e resultados esperados pelos educando .Ele deve ser uma pessoa dinâmica e acolhedora para dar treinamentos e formações aos educadores, direcionando-os nos procedimentos mais eficaz para desenvolver seus projetos e ter um resultado mais rápido .Tudo começa na avaliação dos hardwares e dos softwares que podem ser adquirido para o bom desenvolvimento do projeto educacional, além de seus acessórios (impressoras, Datashow), entre outros. O coordenador de tecnologia educacional deve atuar como um agente de formação continuada dos educadores, também deve ser responsável pela implantação e da manutenção dos projetos que utilizam tecnologia dentro do planejamento pedagógico da unidade escolar.</p><p>A coordenadoria de tecnologia educacional ou setor de RH é imprescindível na organização do espaço escolar e demais empresas. No âmbito educacional deve ser formada por um profissional da educação dinâmico, acolhedor, que saiba para que e como utilizar as tecnologias, conheça o cotidiano e as necessidades reais da escola para avaliar a aquisição e manutenção de equipamentos necessários e contratação de serviços junto com a equipe técnica promovendo treinamentos e formações continuadas aos educadores visando alcançar os objetivos, traçar procedimentos e resultados esperados na aprendizagem de todos os educandos. Dentre suas funções está a implantação e a manutenção dos projetos que utilizam tecnologia dentro do planejamento pedagógico da unidade escolar, avaliando os hardwares, os softwares e seus acessórios (impressoras, Datashow), entre outros.</p><p>SEMANA 3</p><p>Antes de mais nada, para iniciar o pensamento "colaborativo" é necessário partir da premissa de que seja uma equipe democrática, o que por vezes não constitui uma realidade. De qualquer forma, para que se promovam práticas mais eficientes deveriam haver mais momentos de formação entre os pares, para troca de conhecimentos, diálogos mais abertos e intensos entre alunos, gestão e professores, por exemplo. Tudo isso apoiado no uso das ferramentas tecnológicas e, a partir delas, fomentar seu uso, suas práticas em sala de aula e melhorar o processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Tive raras oportunidades de participar de uma atividade com DT, e quando tive, não conhecia o termo, apenas fiz a associação após assistir a essas aulas.</p><p>Práticas de gestão apoiadas em metodologias de colaboração e o uso da tecnologia buscam articular pessoas e instrumentos, conduzir e organizar momentos em que cada membro da equipe assuma seu papel e participe ativamente na construção de conhecimentos, com respeito, autonomia e corresponsabilização. Essas oportunidades, inspiradas na formação ou transformação de um ideal, proporcionam discussões entre os agentes (exercício das divergências - crítica construtiva) e faz com que todos identifiquem e respeitem as diferenças entre os pares, além de reconhecerem a importância de cada participante no projeto educativo.</p><p>Para o desenvolvimento de projetos utilizando essa metodologia, podemos citar como exemplo o Blended Learning, que traz uma proposta de colaboração por meio do ensino híbrido, onde a maior parte dos conteúdos é transmitida à distância, entretanto, inclui, necessariamente, momentos presenciais, ou seja, utiliza os recursos tecnológicos em metodologias de interações humanas. Outro exemplo é o Design Thinking, que traz em sua essência a criatividade e a geração de ideias, a partir do trabalho colaborativo, para a identificação de problemas e a busca da melhor alternativa para solucioná-los.</p><p>Sendo assim, podemos constatar que uma equipe engajada em reflexões e com dinâmicas que respeitem a individualidade e a colaboração das pessoas pode garantir transformações inovadoras no processo ensino-aprendizagem.</p><p>Eu já participei de uma atividade envolvendo o conceito do Design Thinking, sua proposta não envolvia o termo, mas os procedimentos propostos sim. Esse momento foi muito produto, pois em uma reunião entre professores, o coordenador propôs a reflexão sobre um problema da escola para buscarmos, juntos, possíveis soluções. Durante a atividade, analisamos o problema, estudamos e propusemos soluções, além de auxiliamos na implementação.</p><p>- Com o apoio das tecnologias, as melhores práticas para o desenvolvimento de forma colaborativa no ambiente educacional referem-se ao trabalho em equipe, com inovação, partilhando os mesmos objetivos, habilidades e conhecimentos diversificados; que resultará no surgimento de ideias, novas informações, confiança, empatia e agilidade para solução de problemas.</p><p>2- A percepção que eu tenho sobre o Design Thinking é que trata de um método que preza pela inovação para solucionar problemas, proporcionando novas experiências de aprendizado para o estudante, trazendo como vantagem o processo de prototipação, além de ouvir e entender</p><p>o outro. Ainda são listados 10 princípios com finalidade de se obter êxito em projetos aplicando o DT: abordagem interdisciplinar, disrupção, necessidades reais, aprendizado contínuo, planejamento, comunicação, aprendizado por meio dos erros, ferramentas diversas de comunicação, produtos desejáveis, criatividade e colaboração.</p><p>Sabendo que a colaboração se refere a um trabalho em equipe e que há interação entre ambos e essa interação é ativa, podemos afirmar que é preciso o engajamento de todos os envolvidos; assim, podemos citar como práticas por parte da ‘gestão’ para melhorar o desenvolvimento: o auxílio, o suporte e o incentivo para que todas as partes consigam com êxito resolver o problema que foi proposto; mais tempo e investimento para formações dos profissionais envolvidos para ter um suporte melhor nas tecnologias. Além disso, o diálogo é essencial e deve ser valorizado no trabalho em equipe. Infelizmente, não tive práticas que utilizasse o DT, mas a percepção que tenho com o que aprendi aqui é que podemos usá-lo para desenvolver os projetos de forma colaborativa respeitando como as pessoas envolvidas pensam, solucionar problemas com seus diversos tipos de soluções e suas análises. Além da possibilidade de criar inovações e experiências dos projetos analisados.</p><p>As melhores práticas para promover o desenvolvimento de maneira colaborativa consistem em saber considerar as diferenças de forma que todos possam operar coletivamente no trabalho em equipe, considerando dificuldades e habilidades, e buscando a integração como forma de aproveitá-las. Contribuindo para a resolução de problemas, a inovação dos instrumentos e o aperfeiçoamento de técnicas, tudo isso atrelado ao uso da tecnologia. Nunca utilizei o Design Thinking, mas é notável que é uma forma muito eficiente de resolver problemas e desenvolver produtos e serviços, já que o foco principal gira em torno das pessoas e nas suas respectivas formas diferentes de pensar. Possibilitando maior assertividade na tomada de decisões e gerando diferentes análises de perspectiva, o que consequentemente cria e contribui com a existência de um ambiente ágil, eficiente e no qual todos podem se expressar e se sentir parte dele.</p><p>As melhores práticas da gestão, para promover de maneira colaborativa o desenvolvimento de treinamento de colaboradores em ambiente educacional ou estudantes com o apoio das tecnologias se faz necessário que a colaboração de um trabalho em equipe, aconteça com a interação dos membros de forma ativa, engajada, e de forma democrática buscando êxito em resolver problemas, respeitando os diferentes tipos de opinião, considerando as habilidades de cada membro em solucionar problemas ou conflitos. Sendo essencial o diálogo para uma gestão de qualidade e eficaz para buscar maior assertividade na tomada de decisões, gerando assim, diferentes análises para escolher qual vai melhor atender. Com a educação colaborativa e tecnologias cada membro da equipe deve assumir sua função e, participar ativamente na construção de conhecimentos, com ética, respeito, compromisso, autonomia e responsabilidade.</p><p>SEMANA 4</p><p>Diante dos avanços tecnológicos que vivenciamos hoje, se faz necessário à integralização dos recursos tecnológicos no ambiente educacional, como também uso de novas metodologias de ensino, para que torne as aulas mais atrativas e desafiadoras, buscando o desenvolvendo e o protagonismo de nossos educandos. Depois da pandemia tivemos que inovar a forma de trabalhar com nossos educandos, e a cultura maker traz essa mudança de forma atrativa e desafiadora, onde busca desenvolver: as habilidades e competências de nossos educandos; formar alunos críticos, respeitando as diferentes formas de se resolver o problema de maneiras leves e lúdicas; trabalho em grupo, respeitando a criatividade de cada um. Também me chamou a atenção foi a LEGO EDUCATION , uma pena que nem todas escolas tem recursos pra aquisição desse material, onde poderia deixar as aulas mais atrativas e enriquecedoras.</p><p>JUNHO</p><p>SEMANA 1</p><p>O design instrucional (DI), é mais uma ferramenta facilitadora no processo educativo, que visa a melhoria da qualidade da educação, de forma mais dinâmica e ativa, principalmente no processo ensino aprendizagem. Com o design instrucional o educando desenvolve várias competências e habilidades para alcançar os objetivos proposto nas atividades, pois essa metodologia inovadora aponta o direcionamento para se alcançar bons resultados. Os objetivos específicos irão conduzir o educando a achar os caminhos e ferramentas adequadas para concluir as propostas de forma eficaz, chegando ao resultado final de todo o processo. Portanto, fica a critério do estudante, flexibilizar onde e quando vai realizar as tarefas proposta, dentro do tempo determinado, desenvolvendo assim, seu protagonismo, autonomia e sua pró atividade.</p><p>FORUM SEMANA 2</p><p>Para desenvolver um novo programa de ensino mais significativo e atraente para nossos educandos. Se faz necessário conhecer o público-alvo, alunos, a comunidades escolar, professores e gestores, para traçar um plano utilizando o design instrucional (DI), como uma ferramenta facilitadora no processo educativo, que visa a melhoria da qualidade da educação, de forma mais dinâmica e ativa, principalmente no processo ensino aprendizagem em busca de melhoria nos resultados.</p><p>Propor estratégias para mapear as reais necessidades de aprendizagem para então, definir as metas de forma claras e objetivas. A observação das aulas, análise de currículo, descritores com baixa assertividades e o realinhamento nos planos de ensino são essenciais para traçar as metas a serem alcançadas. Essas metas devem ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido (SMART), para orientar efetivamente o processo de design instrucional e a avaliação deve ocorrer em todas as partes do programa como: início, meio e fim.</p><p>SEMANA 3</p><p>A gestão efetiva de projetos em design instrucional é muito importante para garantir que os materiais educacionais sejam criados e implementados com sucesso. Os líderes de equipe e gestores de projetos precisam estar preparados para lidar com desafios como cumprir prazos, controlar os gastos, garantir a qualidade, comunicar de forma eficiente e gerenciar os riscos.</p><p>Para isso, é essencial ter estratégias que sigam as melhores práticas em gestão de projetos. A colaboração e o alinhamento entre a equipe, os interessados e os clientes são fundamentais para o sucesso do projeto. É importante planejar com cuidado, definir objetivos claros, identificar e reduzir riscos, e monitorar o progresso de forma contínua.</p><p>Além disso, é fundamental investir em ferramentas e tecnologias que ajudem a organizar e acompanhar o projeto, e também buscar melhorar constantemente as habilidades da equipe. Ser capaz de se adaptar, ser flexível e tomar decisões rápidas e eficazes diante de imprevistos são características essenciais para enfrentar desafios e obter sucesso nos projetos de design instrucional.</p><p>A gestão de projetos é uma importante ferramenta que juntamente com o (DI), torna-se possível alcançar bons resultados positivos, mas para que isso aconteça os gestores de projetos e líderes de equipes devem ter uma boa comunicação constante com todos envolvidos no processo, utilizar as ferramentas adequadas a cada situação, desenvolver metodologias apropriadas as situações, realizar estratégias e ajusta-las sempre que necessário , garantindo o sucesso na implantação e implementação de materiais educacionais e de treinamento de qualidade. A avaliação deve acontecer de forma continua em todas as fases do projeto, sanando todos os riscos, realizando analise dos impactos traçando planos e metas a serem alcançados durante um curto espaço de tempo, para isso a equipe deve estar bem engajada e determinada, manter uma boa comunicação em todas as fases do projeto, ser flexível as mudanças quando for necessário, como foco no resultado positivos a serem alcançados no fim de todo o projeto.</p><p>Semana 4</p><p>Quais são as melhores práticas</p><p>para aumentar a retenção de informações por meio do design instrucional?</p><p>• Como lidar com desafios como a atenção dispersa e a sobrecarga de informações?</p><p>Para termos uma boa interação dos educandos com o Design Instrucional, se faz necessário que os profissionais conheçam seu público-alvo e os objetivos gerais do projeto, para assim orienta-los de forma clara e objetiva, nas suas reais necessidades, desenvolvendo momentos onde ele possa interagir, aprender reaprender, desenvolvendo seu protagonismo dentro do processo educacional.</p><p>A distração e o excesso de informação no (DI) requer muita atenção, para que se alcance resultados positivos ao final de todo processo. A metodologia da aprendizagem ativa, conteúdo contextualizado, no design instrucional pode aumentar de forma significativa a retenção de informações e o aprimoramento do aprendizado. A avaliação constante durante todas as fases do processo é fundamental para se fazer as correções quando necessários para se alcançar resultados satisfatório ao final de todo processo.</p>

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