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<p>FLUIDOS</p><p>BIOLÓGICOS</p><p>Sedimentoscopia</p><p>Sedimentoscopia</p><p>Células epiteliais escamosas</p><p>São as mais comumente encontradas na urina e com menor</p><p>significado</p><p>Provêm do revestimento da vagina, da uretra feminina e das</p><p>porções inferiores da uretra masculina</p><p>Células epiteliais transicionais</p><p>O cálice renal, a pelve real, ureter e bexiga são revestidos</p><p>por várias camadas de epitélio transicional</p><p>Cateterização ou instrumentação urinária</p><p>Câncer</p><p>Isquemia aguda ou doença tubular renal, ou tóxica</p><p>Células dos túbulos renais</p><p>Necrose tubular aguda por metais pesados ou drogas</p><p>Rejeição a transplante renal</p><p>Intoxicação por salicilatos</p><p>Leucócitos (leucocitúria ou piúria)</p><p>Normal < 4/campo</p><p>Doenças infecciosas:</p><p>Pielonefrite1.</p><p>Cistite2.</p><p>Prostatite e uretrite3.</p><p>Doenças não infecciosas:</p><p>Glomerulonefrite1.</p><p>Lúpus eritematoso sistêmico2.</p><p>Tumores3.</p><p>Hemácia (hematúria)</p><p>Normal < 5/campo</p><p>Glomerulonefrites, Pielonefrites, Cistites</p><p>Cálculos</p><p>Tumores</p><p>Traumas</p><p>Menstruação</p><p>Exercício estenuante</p><p>Bactéria</p><p>Normalmente a urina não tem bactérias</p><p>Pode haver contaminação durante a coleta ou por</p><p>exposição prolongada à temperatura ambiente</p><p>Leveduras</p><p>As levedura, geralmente Candida albicans, podem ser</p><p>observadas na urina de pacientes com diabetes melito e de</p><p>mulheres com candidíase vaginal</p><p>São facilmente confundidas com hemácias e por isso deve-se</p><p>observar atentamente se há brotamentos</p><p>Sedimentoscopia</p><p>Parasitas</p><p>O parasita encontrado com mais frequência na urina é o</p><p>Trichomonas vaginalis, devido à contaminação por secreções</p><p>vaginais</p><p>Ente organismo é flagelado, sendo facilmente identificado por</p><p>seu movimento rápido no campo microscópico</p><p>Contudo, quando não se move, o Trichomonas pode parecer</p><p>um leucócito</p><p>Por vezes são observados ovos (Enterobius vermicularis) e</p><p>outros parasitas intestinais na urina, resultado de</p><p>contaminação fecal</p><p>Espermatozoides</p><p>Urina pós relação sexual ou ejaculação noturna, não tem</p><p>significado clínico</p><p>Muco</p><p>Proteína fibrilar produzida pelo epitélio tubular renal e pelo</p><p>epitélio vaginal</p><p>Não é considerado clinicamente significativo</p><p>Cilindros</p><p>A presença de 0 a 2 por campo de pequeno aumento é</p><p>considerada normal</p><p>Aumentado:</p><p>Exercício físico intenso, febre, desidratação e Estresse</p><p>emocional</p><p>1.</p><p>Glomerulonefrite, Pielonerites, doença renal crônica, anestesia</p><p>geral e insuficiência cardíaca congestiva</p><p>2.</p><p>Cilindros hialinos</p><p>Cilindros hemáticos</p><p>Os cilindros hemáticos geralmente estão associados a doença</p><p>renal</p><p>Sangramento proveniente do interior do néfron</p><p>Aumentados:</p><p>Glomerulonefrite1.</p><p>Nefrite 2.</p><p>Hipertensão maligna3.</p><p>Exercício extenuante4.</p><p>Cilindros leucocitários</p><p>Indicam infecção ou inflamação renal, no interior dos néfrons,</p><p>e necessitam de investigação clínica</p><p>Aumentados:</p><p>Glomerulonefrite1.</p><p>Pielonefrite2.</p><p>Cilindros de células epiteliais</p><p>Têm origem no túbulo renal e resultam da descamação das</p><p>células que os revestem</p><p>São compostos primariamente de proteína</p><p>Aumentados:</p><p>Agressões nefrotóxicas1.</p><p>Isquemia tubular2.</p><p>Citomegalovirus3.</p><p>Exercício extenuante4.</p><p>Estresse5.</p><p>Estase urinária6.</p><p>Infecção urinária7.</p><p>Cristais</p><p>É comum encontrar cristais na urina</p><p>Embora raramente tenham qualquer significado clínico, deve se</p><p>proceder à sua identificação para se ter certeza de que não</p><p>representam anormalidades</p><p>Os cristais são formados pela precipitação dos sais da urina</p><p>submetidos a alterações de pH, temperatura ou concentração, o</p><p>que afeta sua solubilidade</p><p>O recurso mais útil na identificação dos cristais é o</p><p>conhecimento do pH da urina, pois ele determinará o tipo de</p><p>substâncias químicas precipitadas</p><p>Os cristais geralmente são classificados não só como normais ou</p><p>anormais, mas também segundo a urina em que está presente:</p><p>ácida ou alcalina</p><p>Cristais de colesterol raramente são vistos, a menos que</p><p>as amostras foram refrigeradas</p><p>Cristais de urina ácida</p><p>Cristais de cistina</p><p>Cristais de urato amorfo</p><p>A presença desses cristais tem sempre significado clínico, como</p><p>na cistinose, cistinúria congênita, insuficiência de reabsorção</p><p>renal ou em hepatopatias tóxicas</p><p>São cristais numerosos na urina fortemente ácida, podendo</p><p>aparecer como sais de urato (sódio, potássio, magnésio e cálcio)</p><p>Não apresenta significado clínico</p><p>Cristais de oxalato de cálcio</p><p>A presença deste cristal em urina recém-emitida, deve-se</p><p>suspeitar de processo patológico como intoxicação pelo</p><p>etilenoglicol, diabetes mellitus, doença hepática ou enfermidade</p><p>crônica grave</p><p>A ingestão de grande quantidade de vitamina C pode promover</p><p>o aparecimento desses cristais na urina pois o ácido oxálixo é um</p><p>derivado da degradação do ácido ascórbico e produz a</p><p>precipitação de íons de cálcio.</p><p>Cristais de ácido úrico</p><p>Os estados patológicos em que se encontram</p><p>aumentados no sangue são: gota, metabolismo das</p><p>purinas aumentado, pode ocorrer em enfermidade febris</p><p>agudas e nefrites crônicas</p><p>Cristais de urato de amorfo</p><p>Cristais de tirosina</p><p>Tem significado patológico importante como em</p><p>enfermidade hepáticas em fase terminal, como a cirrose,</p><p>hepatite viral, atrofia amarela aguda do fígado e em</p><p>severas lesões hepáticas provocadas por envenenamento,</p><p>tetracloreto de carbono ou clorofórmio</p><p>Nas doenças hepáticas, estão normalmente associados a</p><p>cristais de tirosina.</p><p>Cristais de colesterol</p><p>A presença destes cristais está associada a enfermidade</p><p>hepáticas graves ou em tirosinose</p><p>Cristais</p><p>Os cristais de fosfato amorfos são partículas granulares</p><p>não têm uma forma definida e eles são geralmente</p><p>visivelmente indistinguíveis dos uratos amorfos</p><p>O pH da urina e as propriedades de solubilidade ajuda a</p><p>distingui-los</p><p>Os fosfatos amorfos são solúveis em ácido acético,</p><p>enquanto que uratos amorfos são insolúveis</p><p>Fosfatos não apresentam significado clínico</p><p>Cristais de urina alcalina</p><p>Os lipídeos permanecem em forma de gota, no entanto,</p><p>quando observado, eles têm uma aparência mais</p><p>característica, assemelhando-se uma placa retangular com</p><p>um entalhe em um ou mais cantos e são altamente</p><p>birrefringentes com luz polarizada</p><p>Cristais de fosfato triplo</p><p>Cristais de carbonato de cálcio</p><p>Cristais de fosfato triplo são prismas incolores com de três</p><p>a seis lados que frequentemente têm extremidade oblíquas.</p><p>Fosfato-magnésio-amônia</p><p>Condições patológicas em que podem ser encontrados incluem</p><p>pielonefrite crônica, cistite crônica, da próstata, e quando a</p><p>urina é retida na bexiga</p><p>Cristais de fosfato de cálcio</p><p>Cristais de fosfato de cálcio são longos, finos, prismas</p><p>incolores e pode ter uma extremidade pontiaguda, também</p><p>podem assumir formas grandes, finas ou de placas</p><p>irregulares que podem flutuar na superfície da urina</p><p>Cristais de fosfato de cálcio são solúveis em ácido acético</p><p>diluído</p><p>Cristais de carbonato de cálcio são pequenos, incolores e</p><p>apresentam irregular ou formas esféricas</p><p>Elas podem ocorrer em aglomerados que se assemelham</p><p>material amorfo, mas ela podem ser distinguidos pela</p><p>formação de gás, após a adição de ácido acético</p><p>Cristais de carbonato de cálcio não tem significado clínico</p><p>Cristais de biurato de amorfo</p><p>Cristais de biurato de amônio, também referidas como</p><p>uratos de amônio, são encontrados na urina alcalina e</p><p>neutra</p><p>Os cristais de Biurato de Amônio são amarelo</p><p>amarronzados apresentando forma de corpos esféricos com</p><p>longas espículas irregulares</p><p>São solúveis aquecendo a urina ou acrescentando o ácido</p><p>acético.</p><p>Cristais de fosfato de cálcio</p><p>Resultados</p><p>Expressar os resultados como número de elementos por</p><p>campo microscópico (por campo):</p><p>< 1 por campo = raros</p><p>1 a 39 por campo = contar</p><p>40 a 100 por campo = muitos</p><p>> 100 por campo = numerosos</p><p>Lâminas</p><p>Fosfato de amorfoÁcido úrico</p><p>Biurato de amônia</p><p>Leucócitos</p>