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Resumo Farmacologia Veterinária

Resumo de Farmacologia Veterinária: reúne definições (droga, fármaco, medicamento, dose, dosagem, posologia, medicamentos magistral/farmacêutico/referência/similar/genérico), etapas da atividade dos fármacos e noções de farmacocinética, farmacodinâmica, vias, distribuição, metabolismo e excreção.

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<p>Resumo Farmacologia</p><p>Farmacologia Veterinária (Universidade de Caxias do Sul)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Resumo Farmacologia</p><p>Farmacologia Veterinária (Universidade de Caxias do Sul)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-de-caxias-do-sul/farmacologia-veterinaria/resumo-farmacologia/4488038?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-de-caxias-do-sul/farmacologia-veterinaria/3619906?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-de-caxias-do-sul/farmacologia-veterinaria/resumo-farmacologia/4488038?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-de-caxias-do-sul/farmacologia-veterinaria/3619906?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>FARMACOLOGIA	VETERINÁRIA:</p><p>Dicionário	farmacológico:</p><p>- Droga:	substância	que	muda	a	fisiologia	pro	bem	ou	pro	mal,	sem	conhecer	sua</p><p>estrutura.</p><p>- Fármaco:	Substância	isolada	–	1	princípio	ativo	(substância	química	que</p><p>modifica	as	funções	pré-existentes	no	organismo).</p><p>- Medicamento:	1	ou	mais	princípios	ativos	(todos	medicamentos	são	remédios,</p><p>mas	nem	todos	remédios	são	medicamentos).</p><p>- Remédio:	função	de	tartar	doenças,	mas	não	precise	ser	uma	substância</p><p>química.</p><p>- Dose:	é	a	quantia	de	substância	(medicamento)	utilizada.	Faz	parte	da</p><p>dosagem.</p><p>- 	Dosagem:	forma	de	administracão	(frequência)	e	duração	do	tratamento</p><p>(posologia).</p><p>- Medicamento	magistral:	medicamento	manipulado	(sob	encomenda)</p><p>- medicamento	farmacêutico:	medicamento	industrializado	(bula,	empresa	e</p><p>registro).</p><p>- Medicamento	referência:	primeiro	registro	do	princípio	ativo	(mais	caro	do</p><p>Mercado).</p><p>- Medicamento	similar:	mesmo	princípio	ativo,	concentração	e	indicação	do</p><p>referência.</p><p>- Medicamento	generico:	nome	da	substância	ativa,	funciona	igual	ao	referência,</p><p>com	preços	variados,	mesmo	princípio	ativo,	mesma	concentração,	dose	e</p><p>indicação.</p><p>1. INTRODUÇÃO	A	FARMACOLOGIA</p><p>FARMACOLOGIA:</p><p>- É	o	estudo	da	interação	entrte	os	compostos	químicos	e	os	seres	vivos.</p><p>Posologia	–	exposição	do	organismo	ao	fármaco	–	efeitos	desejados	e	adversos.</p><p>EFEITO	FARMACOLÓGICO:</p><p>- Dose:	quantidade	de	medicamento	necessário	para	resposta;</p><p>- Dosagem:	dose	+	frequência	de	administração	+	duracão	do	tratamento;</p><p>- Posologia:	estudo	das	dosagens/modo	de	administrar	o	medicamento	–	como</p><p>usar;</p><p>- Efeito	teto:	efeito	máximo	que	o	fármaco	é	capaz	de	atingir.</p><p>ETAPAS	DA	ATIVIDADE	DE	FÁRMACOS:</p><p>Fase	farmacêutica				->					Fase	farmacocinética					->				Fase	farmacodinâmica			->			Efeito</p><p>-liberação	do	fármaco															-Absorção																					-Integração	do	fármaco</p><p>-Desintegração	da																				-Distribuição</p><p>forma	farmacêutica																-Metabolismo</p><p>-dissolução	do	fármaco													-Excreção</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>FARMACOCINÉTICA:</p><p>- Estuda	o	caminho	percorrido	pelo	fármaco	no	organismo.</p><p>Vias	de	administração</p><p>Distribuição</p><p>ABSORÇÃO																							Forma	livre																										Excreção</p><p>Forma	conjulgada</p><p>Metabólitos</p><p>Biotransformação</p><p>FARMACODINÂMICA:</p><p>- Estuda	os	mecanismos	de	ação	dos	fármacos.</p><p>Substância	química</p><p>se	liga	à	célula</p><p>Efeito	farmacológico</p><p>Receptores	celulares</p><p>onde	a	substância</p><p>química	se	liga</p><p>*Paracelsus:	todas	as	substâncias	são	venenosas.	Não	há	nenhuma	que	nao	seja,	a</p><p>dose	correta	que	diferencia	o	veneno	do	remédio.</p><p>FÁRMACO	X	SISTEMA	BIOLÓGICO</p><p>Efeito	benéfico	 							 	 								Efeito	nocivo</p><p>Droga-medicamento	 	 								Droga-tóxico</p><p>Ação	terapêutica		 	 										Ação	tóxica</p><p>Farmacologia	 	 	 											Toxicologia</p><p>è Fármaco	–	substância	química	com	estrutura	definida	de	propriedade</p><p>farmacológica.	Todas	as	substâncias	utilizadas	com	efeito	médico.</p><p>è Medicamento	–	produto	farmacêutico,	obtido	ou	eleborado	com	finalidade</p><p>profilática,	curativa	ou	para	fins	de	diagnóstico.</p><p>è Medicamento	magistral	–	Medicamento	manipulado	sob	prescrição	médica,</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>individualizado.</p><p>è Especialidade	farmacêutica	–	Medicamento	industrializado,	com</p><p>regulamentação	espefífica	e	nao	se	pode	preparar	em	farmácias.</p><p>è Medicamentos	de	venda	livre	–	Sem	tarja	ou	com	tarja	vermelha.	Não	precisa</p><p>de	receita.</p><p>- Ex:	analgésicos,	antitérmicos,	antiácidos	e	xarope	para	tosse	são	vendidos	sem</p><p>tarja.</p><p>- anticoncepcionais,	antifúngicos	e	remédios	para	hipertensão	sao	classificados</p><p>na	tarja	vermelha	por	poderem	apresentar	efeitos	colaterais	e	possuirem</p><p>contraindicações.</p><p>è Medicamentos	controlados	–	Tarja	preta	ou	vermelha.	Vendidos	sob</p><p>prescrição	médica.</p><p>- Ex:	Antibióticos	e	algumas	classes	de	antiinflamatórios	estão	nog	rupo	dos</p><p>medicamentos	com	tarja	vermelha	sob	prescrição	médica.</p><p>- Tarja	preta	são	os	medicamentos	controlados	que	exercem	ação	sedativa	e	que</p><p>agem	no	sistema	nervoso	central,	sao	os	medicamentos	psicotrópicos,	os</p><p>antidepressivos,	ansiolíticos,	soníferos.</p><p>è Medicamentos	genéricos	–	Tarja	amarela.	Iguais	ao	referência,	sem	nome</p><p>fantasia.	Contém	além	da	tarja	amarela,	a	tarja	referênte	a	sua	categoria.</p><p>PRESCRICÃO	MÉDICA:</p><p>- É	a	receita,	escrita	a	mão	ou	impressa,	com	a	assinatura	do	médico</p><p>responsável.	Necessário	informações	como:	espécie,	porte/peso,	sexo,	raça,</p><p>idade,	tipo	da	doença,	nome	do	proprietário.</p><p>Composição:</p><p>- Cabeçalho	–	nome	e	endereço	do	médico	veterinário.</p><p>- Superscricão	–	Espécie	animal,	nome,	características,	proprietario,	endereço.</p><p>- Inscrição	–	nome	do	medicamento,	uso	veterinário	e	dose.</p><p>- Subscrição	–	em	caso	de	medicamento	manipulado.</p><p>- Indicação	ou	instrução	–	Modo	de	usar/posologia.</p><p>- Assinatura	ou	firma	profissional	–	Assinatura	do	responsável.</p><p>LEGISLAÇÃO:	Receita	deve	ser	emitida	em	3	vias.	1	para	o	veterinário,	1	para	o</p><p>estabelecimento	farmacêutico	(farmácia)	e	1	para	o	proprietário.</p><p>INTERAÇÃO	MEDICAMENTOSA	–	IM</p><p>- Resposta	farmacológica	alterada	decorrente	do	uso	contínuo	de	diferentes</p><p>medicamentos.</p><p>A- Sinergismo</p><p>B- Antagonismo</p><p>REAÇÕES	ADVERSAS	-	RAM</p><p>- Qualquer	resposta	a	um	medicamento	que	seja	prejudicial,	não	intencional,	nas</p><p>doses	normalmente	utilizadas.</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>VEÍCULOS/EXIPIENTES:</p><p>- Facilita	a	administração	dos	medicamentos,	pode	determinar	a	via	de</p><p>administração.</p><p>ADJUVANTES:</p><p>- Substâncias	usadas	para	auxiliar	a	preparação	da	forma	farmacêutica.</p><p>Ex:	conservantes,	estabilizantes,	diluentes,	desagregantes,	aglutinantes.</p><p>CORRETIVOS:</p><p>- Substâncias	que	tornam	mais	agradáveis	ou	aceitáveis	os	contituintes	das</p><p>formulações</p><p>Ex:	flavorizantes,	elducorantes.</p><p>FORMA	FARMACÊUTICA	–	FF:</p><p>- Apresentação	do	medicamento</p><p>- Apresentação	farmacêutica	final	que	contém	o	fármaco,	com	exipientes	e</p><p>adjuvantes.</p><p>- Vantagens	das	formas	farmacêuticas:	administrar	doses	exatas;	proteção	de</p><p>fármacos	contra	ação	do	suco	gástrico;	auxilia	na	adesão	dos	medicamentos;</p><p>fornece	ação	prolongada	a	partir	de	formas	de	liberacão.</p><p>- Inclui	os	excipientes:	ingredientes	da	composição	(veículos)</p><p>1- Forma	de	apresentacão	sólida	–	mais	estável</p><p>a. Pó</p><p>b. Cápsula</p><p>c. Comprimido</p><p>d. Drágea</p><p>e. Grânulo</p><p>f. Pastilha</p><p>g. Supositório</p><p>2- Forma	de	apresentação	líquida	–	facilidade	de	deglutição</p><p>a. Xarope</p><p>b. Gotas</p><p>c. Suspensão</p><p>d. Emulsão</p><p>e. Solução</p><p>3- Forma	de	apresentação	semi-sólida	–	uso	tópico</p><p>a. Cremes</p><p>b. Pomadas</p><p>c. Géis</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>USO	VETERINÁRIO:</p><p>1- Para	uso	interno:</p><p>a. Via	oral:	-	Sólidos	–	pós,	pílulas,	pastilhas,	cápsulas,	comprimido</p><p>-	Aglomerados	–	granulados,	drágeas</p><p>-	Líquidos	–	solções	e	dispersões</p><p>Absorção	mais	rápida	para	mais	lenta</p><p>LÍQUIDO	->	PÓ	->	CÁPSULA	->	COMPRIMIDO	->	DRÁGEA</p><p>2- Para	uso	externo:</p><p>a. Cutâneo:	pomada,	creme,	loção	ou	pasta</p><p>b. Retal/vaginal:	supositórios,	geis	e	pomadas</p><p>c. Oftalmológico:	colírios,	pomadas</p><p>d. Transdérmico:	pomadas,	géis	e	adesivos</p><p>3- Para	uso	parental:</p><p>a. Ampolas	e	frascos</p><p>USO	EXCLUSIVO	VETERINÁRIO:</p><p>- POUR	ON	–	líquido,	aplicado	no	dorso	ou	cernelha	de	animais	de	produção.</p><p>- SPOT	ON	–	mesma	indicacão	que	o	pour	on.</p><p>- PREMIX	–	misturado	à	ração	do	animal.</p><p>VIAS	DE	ADMINISTRAÇÃO:</p><p>- Tecido	ou	local	onde	um	medicamento	é	introduzido	no	organismo	e	exerce</p><p>seu	efeito.</p><p>Ex:	oral,	intravenosa,	intramuscular.</p><p>- Fatores	a	considerar:</p><p>• Tipo	de	efeito	desejado</p><p>• Tempo	desejado	para	ação</p><p>• Duração	do	efeito</p><p>• Acesso	ao	local	de	administração</p><p>• Aceitação	e	estado	do	paciente</p><p>• Solubilidade	do	fármaco</p><p>• Forma	farmacêutica	adequada</p><p>- Classificação</p><p>è Quanto	ao	efeito	desejado	-	local	ou	sistêmico,	determinado	pela	via	escolhida</p><p>e	pela	forma	e	características.</p><p>è Quanto	ao	tubo	digestivo	–	enteral:	passa	pelo	tubo	digestivo	(via	oral,	retal,</p><p>ruminal),	parenteral:	não	passa	pelo	tubo	digestivo,	diretas	(intravenosa,</p><p>intramuscular,	subcutânea)	e	indiretas	(via	epidérmica,	inalatória	e	intramamária).</p><p>a. Via	enteral:	medicamento	é	administrado	por	uma	via	em	que	sua</p><p>passagem	pelo	sistema	porta-hepático	(fígado)	é	obrigatória;	tem	efêito	sistêmico	(não</p><p>local);	substância	é	ingerida	ou	absorvida	via	trato	digestivo.</p><p>-Via	oral,</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>-Via	bucal;</p><p>-Via	sublingual,</p><p>-Via	retal,</p><p>-Via	ruminal.</p><p>b.				Via	parenteral	direta:	medicamento	é	administrado	por	uma	via	que	nao</p><p>passa	pelo	sistema	porta-hepático.</p><p>-Via	intravenosa,</p><p>-Via	intramuscular,</p><p>-Via	subcutânea.</p><p>c.					Via	parenteral	indireta:	medicamento	é	administrado	por	uso	tópico	ou	via</p><p>transmucosas.</p><p>-Via	epidérmica,</p><p>-Via	inalatória,</p><p>-Via	intramamária.</p><p>A.	Vias	enterais</p><p>1. Via	enteral	oral:</p><p>- Mais	utilizada		->		intestino	delgado	é	o	principal	local	de	absorção</p><p>- Ação	local	ou	sistêmica</p><p>- Devem	se	dissolver	no	meio	aquoso	fisiológico	para	serem	absorvidos</p><p>- Ruminantes	–	pH	ruminal	=	5,5	–	6,5</p><p>- Vômitos	–	ocasionados	por	gastroenterite	(problemas	na	absorção)	ou	sabor</p><p>desagradável</p><p>Fatores	limitantes:</p><p>o Velocidade	de	absorção</p><p>o Velocidade	de	sissolução</p><p>Vantagens:</p><p>o Comodidade	(nao	necessita	pessoal	especializado	para	administrar)</p><p>o Segurança</p><p>o Baixo	custo</p><p>o Indolor</p><p>Desvantagens:</p><p>o Sofrem	ação	dos	alimentos,	pH	e	enzimas</p><p>o Pode	ocasionar	irritação	gástrica</p><p>o Necessita	colaboração	do	paciente</p><p>o Alterações	de	motilidade	gastrointestinal</p><p>Formas	farmacêuticas:</p><p>o Comprimidos,</p><p>o Líquidos.</p><p>2. Via	enteral	bucal:</p><p>- Não	é	muito	utilizada</p><p>- Administração	de	fármacos	de	efeito	local</p><p>- Cavidade	bucal	tem	condições	adequadas	de	absorção</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>Vantagens:</p><p>o Alta	absorção	da	mucosa	oral</p><p>Desvantagens:</p><p>o Dificuldade	de	manutenção	dos	fármacos	em	contato	com	a	mucosa</p><p>Formas	farmacêuticas:</p><p>o Soluções,</p><p>o Pomadas,</p><p>o Géis,</p><p>o Cremes.</p><p>3. Via	enteral	retal</p><p>- Utilizada	quando	a	via	oral	não	está	disponível</p><p>- Ação	local	ou	sistêmica</p><p>Limitações:</p><p>o Absorção	irregular	e	incompleta</p><p>o rritacão	na	mucosa	anal</p><p>Vantagens:</p><p>o Evita	destruição	do	fármaco	por	pH	ácido	ou	enzimas	digestivas</p><p>Formas	farmacêuticas</p><p>o Supositórios,</p><p>o Cremes,</p><p>o Líquidos.</p><p>4. Via	enteral	ruminal</p><p>- Somente	em	ruminantes	(rúmen)</p><p>- Medicamentos	que	possuem	ação	direta	ao	rúmen.</p><p>B.	Vias	parentais	diretas</p><p>5. Via	parental	intravenosa</p><p>- Fármaco	age	direto	na	corrente	sanguínea</p><p>Vantagens:</p><p>o Não	depende	da	colaboracão	do	paciente,</p><p>o Controle	total	da	dose</p><p>o Efeito	rápido	(não	necessita	absorção)</p><p>Desvantagens:</p><p>o Intensivo,	incômodo	e	doloroso</p><p>o Menor	segurança	(alergias,	toxidade,	infecções)</p><p>o Maior	custo</p><p>o Necessita	pessoal	capacidado	e	especializado	para	administração</p><p>Cuidados</p><p>o Assepsia	local</p><p>o Administração	lenta</p><p>o Risco	de	embolia	e	infecções</p><p>6. Via	parenteral	intramuscular</p><p>- Depósito	de	fármacos	na	profundiade	muscular</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>- Requer	absorção</p><p>Desvantagens:</p><p>o Dor	e	irritacão	local</p><p>Cuidados:</p><p>o Velocidade	de	absorção	é	influenciada	pela	vascularização</p><p>Formas	farmacêuticas:</p><p>o Fármacos	em	suspensão	em	veículos	aquosos	e	não	aquosos</p><p>o Fármacos	diretamente	no	local	de	ação</p><p>Como	funciona?	Difusão	simples	do	local	de	injeção	até	o	plasma</p><p>Soluções	aquosas	->	rápida	absorção</p><p>Soluções	olesosas	ou	suspensões	->	absorção	lenta</p><p>7. Via	parenteral	subcutânea</p><p>- Requer	absorção	–	constante	e	lenta</p><p>- Efeito	de	primeira	passagem</p><p>Fatores	limitantes:</p><p>o Só	podem	ser	usadas	substâncias	que	nao	irritem	o	tecido</p><p>o Difusão	simples	do	local	de	injeção	até	o	plasma</p><p>o Velocidade	da	absorção	é	influenciada	pela	vascularização</p><p>Formas	farmacêuticas</p><p>o Líquida</p><p>o Pallets	sólidos	(implantes)</p><p>8. Via	parenteral	intradérmica</p><p>- Uso	restrito</p><p>- Usada	para	teste	de	alergia	e	vacinação</p><p>- Absorção	muito	lenta</p><p>9. Via	parenteral	intratecal</p><p>- Administração	no	fluído	cérebro-espinhal</p><p>- Administrar	fármacos	que	não	atravessam	a	barreira	hemato-encefálica</p><p>- Técnica	especializada</p><p>10. Via	parenteral	peridural</p><p>- Espaço	delimitado	pela	dura	mater</p><p>- Administração	na	medula</p><p>- Anestesia	a	medula	espinhal	e	raízes	nervosas</p><p>C.	Vias	parenterais	indiretas	(tópicas)</p><p>11. Via	parenteral	inalatória</p><p>- Rápida	oferta	de	fármacos	pela	superfície	do	trato	respiratório	e	epitélio</p><p>pulmonar</p><p>- Anestesia	inalatória	(uso	restrito)</p><p>Formas	farmacêuticas:</p><p>o Gases	(aerossóis)</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>12. Via	tópica	epidérmica</p><p>- Via	segura</p><p>- Penetração	de	medicamentos	em	coelhos	>	ratos	>	gatos	>	cães	>	suínos</p><p>- Penetração	de	medicamentos	varia	conforme	a	espessura	da	pele</p><p>- Aplicações	tipo	POUR	ON	e	SPOT	ON</p><p>13. Via	tópica	intramamária</p><p>- Tratamento	de	doenças	da	glândula	mamária</p><p>2. FARMACOCINÉTICA</p><p>- Estuda	o	destino	dos	fármacos	no	organismo</p><p>- 4	processos:</p><p>o ABSORÇÃO</p><p>o DISTRIBUIÇÃO</p><p>o BIOTRANSFORMAÇÃO	OU	METABOLISMO</p><p>o EXCREÇÃO</p><p>- Processos	juntamente	com	a	posologia,	determina	a	intensidade	do	efeito	em</p><p>função	do	tempo.</p><p>A- ABSORÇÃO</p><p>- Transferência	do	fármaco	do	local	da	administração	para	a	circulação</p><p>- Abrosção	oral	–	2	etapas:</p><p>1. Atravessar	a	membrana	dp	epitélio</p><p>gastrointestinal	via	transcelular	ou</p><p>paracelular</p><p>–	capilares.</p><p>2. Passar	pelo	sistema	porta-hepático</p><p>intacto,	alcançando	a	circulação</p><p>sistêmica.</p><p>- Fatores	que	influenciam	na	absorção:</p><p>o Membranas	celulares	e	transporte</p><p>o pH	estômago	e	intestino	(via	oral)</p><p>- Efeito	de	primeira	passagem	=	fármaco	metabolizado</p><p>o A	maioria	é	administrado	por	via	oral	e	absorvido	no	intestino	delgado.</p><p>INFLUÊNCIA	DO	PH:</p><p>- Um	fármaco	atravessa	a	membrana	com	maior	facilidade	na	forma	não</p><p>ionizada,	que	apresenta	maior	lipossolubilidade.	Fármacos	altamente	lipossolúveis	–</p><p>mais	fácil	atravessar.</p><p>pH	ácido:	0	a	6,9</p><p>pH	básico:	7,1	a	14</p><p>pH	neutro:	7</p><p>pH	ESTÔMAGO:	1,2	a	3	=	ácido</p><p>pH	INTESTINO:	6,5	a	8	=	neutro	a	alcalino</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>Ácidos	fracos:	pH	ácido	–	fármacos	não	ionizados</p><p>(estômago)						pH	alcalino	–	fármacos	ionizados</p><p>Bases	fracas:	pH	ácido	–	fármacos	ionizados</p><p>(intestino)					pH	básico	–	fármacos	não	ionizados</p><p>Ácidos	fracos	tem	maior	absorção	em	meio	ácido	=	estômago</p><p>Bases	fracas	tem	maior	absorção	em	meio	alcalino	=	intestino</p><p>- Para	chegarem	na	corrente	sanguínea,	os	fármacos	devem	passar	por</p><p>membranas</p><p>- Fármacos	ionizados	não	passam	a	membrana	e	não	são	absorvidos	(pois</p><p>possuem	carga)</p><p>- Fármacos	não-ionizados	passam	a	membrana	e	são	absorvidos</p><p>- Tipo	de	transporte	e	tipos	de	membranas	influenciam	na	absorção:</p><p>TIPOS	DE	TRANSPORTES:</p><p>1. transportes	passivos	(sem	gasto	de	energia)</p><p>- Difusão	passiva	–	fármacos	pequenos,	lipossolúveis	ou	hidrossolúveis</p><p>(moléculas	saem	de	uma	região	com	maior	concentração	para	uma	região	com	menos</p><p>concentração).	Mais	importante	na	permeacão	dos	fármacos.	Dependem	de:	gradiente</p><p>de	concentração,	lipossolubilidade,	grau	de	ionização,	pH	do	meio,	dois	lados	da</p><p>membrana.</p><p>• Difusão	simples:	Difusão	passiva	de	drogas	hidrossolúveis</p><p>(difusão	aquosa)	–	polar</p><p>• Difusão	por	poros:	Difusão	passiva	de	drogas</p><p>lipossolúveis	(difusão	lipídica)	–	apolar.</p><p>- Difusão	facilitada	–	proteínas	atuam	facilitando	a	passagem	de	moléculas	que</p><p>demorariam	muito	mais	tempo	por	difusão	simples	–	atua	a	favor	do	gradiente	de</p><p>concentracão.</p><p>2. Transportes	ativos	(com	gasto	de	energia)</p><p>- Transporte	ativo	–	atua	contra	o	gradiente	de	concentração	–	grandes</p><p>moléculas	e	necessitam	de	energia	(ATP)	–	proteínas	transportadoras	específicas.</p><p>Membranas	neuronais,	células	tubulares	renais	e	hepatócritos.</p><p>3. Endocitose	–	transporte	de	fora	para	dentro	da	célula	por	vesículas	–</p><p>invaginacão	da	membrana	–	fusão	e	separação	de	um	segmento.</p><p>- Pinocitose	–	englobamento	de	partículas	líquidas	(fármacos	de	alto	peso</p><p>molecular	entram	na	célula	por	formacão	de	vesículas	na	membrana.	Ex:	insulina	SNC).</p><p>- Fagocitose	–	engobamento	de	partículas	sólidas	(invaginação	da	membrana</p><p>sobre	a	partícula	a	ser	transportada,	fusão	e	separação	do	segmento	na	membrana).</p><p>TIPOS	DE	MEMBRANAS	CELULARES</p><p>- Barreira	hemato-encefálica:	não	possui	poros	hidrofílicos</p><p>- Capilares	sanguíneos	e	membrana	glomerular	renal:	permeável	a	moléculas</p><p>POLARES	e	garante	proteínas	plasmáticas	na	circulação</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>- Tubos	renais:	reabsorção	tubular	e	renal	–	moléculas	grandes	podem	ser</p><p>reabsorvidas	e	fármacos	livres	podem	ser	eliminados</p><p>- Placenta:	barreira	virtual</p><p>PERMEABILIDADE	SELETIVA:	impermeabilidade	a	moléculas	altamente	polares.</p><p>OUTROS	FATORES	QUE	INFLUENCIAM	A	ABSORÇÃO:</p><p>- Via:	oral	1-	3	horas</p><p>• Conteúdo	do	trato	gastro-intestinal	(fatores	físico-</p><p>químicos)</p><p>• Motilidade	do	trato	gastro-intestinal</p><p>• Fluxo	sanguíneo</p><p>• Tamanho	e	formulação	da	partícula</p><p>BIODISPONIBILIDADE:</p><p>- Quantidade	de	fármaco	absorvida	a	partir	de	uma	forma	farmacêutica</p><p>- Velocidade	da	absorção</p><p>- Permanência	do	fármaco	nos	líquidos	do	organismo</p><p>- =		RESPOSTAS	FARMACOLÓGICAS	OU	TÓXICAS.</p><p>B- DISTRIBUIÇÃO</p><p>- Transferência	do	fármaco	dos	líquidos	da	circulacão	(sangue	e	linfa)	para</p><p>tecidos	e	órgãos.</p><p>- 3	caminhos:</p><p>• livre:	chega	mais	rápido	ao	tecido	alvo	–	se	distribui	para</p><p>todo	organismo</p><p>• ligado	a	proteínas	plasmáticas</p><p>• sequestrados	–	depositados	nos	tecidos	do	organismo</p><p>FATORES	QUE	INFLUENCIAM	NA	DISTRIBUIÇÃO</p><p>- Características	das	membranas</p><p>- Propriedade	dos	fármacos	(não-ionizados	maior	distribuição)</p><p>- Fluxo	sanguíneo	nos	órgãos</p><p>- Ligação	dos	medicamentos	as	Proteínas	Plasmáticas	(PP)	e	tecidos</p><p>- Ligação	de	fármacos	a	eritrócitos</p><p>- Lipossolubilidade</p><p>- Prenhez</p><p>- Patologias	renais	e	hepáticas</p><p>- Idade	do	animal</p><p>PROTEÍNAS	LIGANTES:</p><p>•	albumina</p><p>•	α1	glicoproteína	ácida</p><p>•	globulinas	(β	globulinas)</p><p>•	lipoproteínas</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>Fármaco	+	albumina	<-->	complexo	fármaco-albumina</p><p>- Para	fármacos	ácidos</p><p>Fármaco	+	glicoproteína	ácida	α1	<-->	Complexo	Fármaco-glicoproteína</p><p>- Para	fármacos	básicos</p><p>*Varfarina:	anticoagulante	com	alto	grau	de	ligações	a	proteínas	plasmáticas</p><p>-	consequência	para	animais	desnutridos:	hemorragia</p><p>-	Diminuir	dose	ou	trocar	de	anticoagulante</p><p>DEPÓSITOS	TECIDUAIS:</p><p>- Tecido	adiposo:	reservatório	de	fármacos	muito	lipossolúveis</p><p>• Significativo	quando	gordura	é	superior	a	50%	do	peso</p><p>corporal</p><p>- Tecido	ósseo:	reservatório	de	fármacos	que	tenham	propriedades	??????????</p><p>REDISTRIBUIÇÃO:</p><p>- Passagem	do	fármaco	de	um	tecido	de	armazenamento	para	o	plasma,</p><p>respeitando	o	gradiente	de	concentração	–	só	haverá	passagem	do	fármaco</p><p>para	o	plasma	conforme	a	concentração	plasmática	for	diminuindo.</p><p>C.	BIOTRANSFORMAÇÃO	OU	METABOLISMO:</p><p>-					Transformação	do	fármaco	administrado	em	um	composto	diferente	(reações</p><p>químicas).</p><p>LOCAIS	DE	BIOTRANSFORMAÇÃO:</p><p>- Fígado	(primeira	passagem)</p><p>- SNC</p><p>- Pulmões</p><p>- Rins</p><p>- Plasma</p><p>- Pele</p><p>- Placenta</p><p>- Trato	gastrointestinal</p><p>- Enzimas	digestivas</p><p>- Parede	do	intestino</p><p>- Flora	intestinal</p><p>CONVERSÃO	DE	FÁRMACOS	EM	METABÓLITOS:</p><p>- Alguns	fármacos	são	eliminados	na	urina	de	forma	inalterada	e	outros</p><p>fármacos	são	alterados	pelo	metabolismo.</p><p>- Etapas	sucessivas	por	intermédio	de	enzimas</p><p>- 2	fases:</p><p>FASE	1:	oxidação,	redução	e	hidrólise	(fármacos	mais	hidrossolúveis)</p><p>• metabólitos	mais	polares</p><p>• ativos	ou	inativos</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>FASE	2:	conjulgação	ou	síntese	(complexos	mais	hidrossolúveis)</p><p>• ácido	glicurônico,	sulfato,	glutationa,	metilação,</p><p>fosforilação,	acetilação</p><p>• compostos	altamente	hidrossolúveis</p><p>• sempre	com	metabólitos	inativos</p><p>INDUTORES	ENZIMÁTICOS:</p><p>- Fármacos	que	aumentam	a	metabolização	de	outros	fármacos	ou	de	si	próprios</p><p>- Ex:	álcool</p><p>INIBIDORES	ENZIMÁTICOS:</p><p>- Fármacos	que	diminuem	a	metabolização	de	outros	fármacos</p><p>- Ex:	flucozanol,	quiridina</p><p>FATORES	QUE	INFLUENCIAM	A	BIOTRANSFORMAÇÃO:</p><p>- Espécie	animal</p><p>- Raça</p><p>- Idade</p><p>- Sexo</p><p>- Genética	(polimosfismo)</p><p>- Gestação</p><p>- Patologias	(hepáticas	ou	alteracões	da	flora	intestinal)</p><p>- Estado	nutricional	(dieta)</p><p>- Interações	medicamentosas</p><p>TEMPO	DE	MEIA	VIDA:</p><p>- Tempo	necessário	para	que	a	quantidade	de	fármaco	no	sangue	reduza	a</p><p>metade</p><p>- Duração	da	ação	após	dose	única</p><p>- Estado	de	equilíbrio:	3-5	Tempos	de	meia	vida</p><p>D.	EXCREÇÃO</p><p>- Remoção	dos	compostos	do	organismo	para	o	ambiente	externo,</p><p>principalmente	por	via	urinária</p><p>- Rins</p><p>- Fígado	–	biotransformação	-	bile</p><p>- Bile</p><p>- Pulmões	–	fármacos	gasosos	ou	voláteis</p><p>- Saliva</p><p>- Suor</p><p>- Leite</p><p>- Fezes</p><p>- Lágrimas</p><p>FATORES	QUE	INFLUENCIAM	A	EXCREÇÃO:</p><p>- Fluxo	renal</p><p>- Idade	dos	animais</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>- Ligacões	a	proteinas	plasmáticas</p><p>- Alteração	do	pH	urinário	–	alcalinação	da	urina	favorece	a	excreção	de</p><p>fármacos	ácidos</p><p>3	PROCESSOS:</p><p>1- Filtração	glomerular:</p><p>• Primeira	etapa	na	formação	da	urina</p><p>• Substâncias	pequenas	saem	do	glomérulo	(proteínas	nao</p><p>são	filtradas)	e	entram	na	cápsula	de	Bowman</p><p>• Líquido	recebe	o	nome	de	filtrado	glomerular</p><p>2- Secreção	tubular	ativa:</p><p>• Células	de	túbulos	proximais	transportam	ativamente</p><p>substâncias	do	plasma	para	a	urina	tubular	(necessário</p><p>energia)</p><p>• Atua	contra	o	gradiente	de	concentração	(fármacos</p><p>concentrados	na	luz	tubular)</p><p>• Processo	rápido	–	depura	todo	fármaco	do	sangue</p><p>3- Reabsorção	tubular	passiva</p><p>pH	final	da	urina</p><p>• +	ácido	(reabsorção	de	ácidos	fracos)	–	mais	reabsorção</p><p>de	ácido	ascórbico	e	menos	reabsorção	de	bicarbonato</p><p>• +	básico	(reabsorção	de	bases	fracas)	–	mais	reabsorção</p><p>de	bicarbonato	e	menos	reabsorção	de	ácido	ascórbito</p><p>CLEARANCE	DE	CREATINA</p><p>- capacidade	do	organismo	em	excretar	um	fármaco</p><p>- determina	a	dose	de	manutenção	e	mantém	o	fármaco	constante	e	dentro	da</p><p>janela	terapêutica</p><p>- menor	clerance,	maior	o	tempo	de	meia	vida</p><p>- depende	de:	idade	(massa	muscular),	sexo.</p><p>3. FARMACODINÂMICA</p><p>- Estuda	os	efeitos	bioquímicos	e	fisiológicos	dos	fármacos	no	organismo	e	seu</p><p>mecanismo	de	ação</p><p>FARMACOCINÉTICA	+	FARMACODINÂMICA	=	base	para	seleção	de	substâncias	na</p><p>clínica.</p><p>PRINCÍPIOS	BÁSICOS	FARMACOLOGIA:</p><p>- Quando	um	fármaco	atinge	a	BIOFASE	e	interage	com	sítios	com	os	quais	tem</p><p>afinidade,	resulta	em	uma	cadeia	de	efeitos	que	levam	ao	efeito	final.</p><p>BIOFASE	é	o	local	no	organismo	onde	o	fármaco	exerce	o	seu	efeito	(normalmente</p><p>é	uma	estrutura	protéica).</p><p>AÇÕES	DOS	FÁRMACOS:</p><p>- Os	fármacos	também	devem	interagir	com	outras	macro	moléculas	do</p><p>organismo	–	receptores</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>- O	contato	com	as	moléculas	é	exato,	com	configurações	geométricas	similares,</p><p>sendo	possível	apenas	um	tipo	de	receptor	para	uma	molécula	(cadeado-fechadura-</p><p>chave)</p><p>RECEPTORES:</p><p>- São	componentes	biológicos	que	interagem	especificamente	com	uma</p><p>molécula	do	fármaco,	produzindo	uma	resposta</p><p>Resposta	=	efeito	farmacológico</p><p>- Podem	ser	encontrados	nas	superfícies	das	membranas	celulares	ou	no	meio</p><p>intra	celular</p><p>- Estrutura	protéica	com	um	sítio	específico	para	ligações</p><p>• 1	fármaco	pode	se	ligar	a	mais	de	1	receptor</p><p>• 1	receptor	pode	ter	afinidade	por	mais	de	1	fármaco</p><p>- Seletividade:	receptor	seleciona	substâncias	químicas	por	grupos	estruturais	e</p><p>propriedades	semelhantes	(+	seletividade	=	-	efeitos	indesejáveis)</p><p>- Sensibilidade:	capta	baixas	concentrações	de	fármacos	e	dispara	uma	resposta</p><p>- Especificidade:	ligação	é	específica	ao	fármaco	e	depende	da	classe	química,</p><p>características	estruturais	e	conformação</p><p>• Cada	tecido	possui	receptores	específicos</p><p>• Ativam	a	mesma	cascata	de	eventos</p><p>PROPRIEDADES	DOS	RECEPTORES:</p><p>- Fármacos	que	atuam	em	doses	elevadas	–	distrubuidos	no	organismo	–	ação	se</p><p>deve	as	propriedades	físico-químicas	->	fármacos	estruturalmente	inespecíficos</p><p>• Estruturas	químicas	variadas</p><p>• Pequenas	variações	na	estrutura	não	resultam	em</p><p>alterações	na	atividade</p><p>- Fármacos	que	atuam	em	pequenas	doses	–	ligados	a	receptores	–	ação	se	deve</p><p>a	estrutura	química	do	fármaco	–	fármacos	estruturalmente	específicos</p><p>• Características	estruturais	em	comum</p><p>• Pequenas	variações	na	estrutura	resultam	em	alterações</p><p>na	atividade</p><p>AÇÃO	DOS	FÁRMACOS:</p><p>- Modificam	funções	pré-existentes</p><p>- Não	criam	novas	funções</p><p>- Podem	agir	por:</p><p>• Estimulação</p><p>• Depressão</p><p>• Reposição</p><p>• Antiinfecção</p><p>a. Estimulação:	fármacos	aumentam	a	atividade	na	célula	alvo.	Ex:	acetilcolina</p><p>(neurotransmissor)	estimula	Sistema	nervoso	parassimpático</p><p>b. Depressão:	fármacos	diminuem	a	atividade	da	célula	alvo.	Ex:	loperamida</p><p>diminui	o	peristaltismo	intestinal</p><p>c. Reposição:	fármacos	atuam	como	repositores	de	hormônios	ou	nutrientes.	Ex:</p><p>vitaminas,	reposição	hormonal</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>d. Antiinfecção:	agem	desnutrindo	ou	neutralizando	organismos	patogênicos.	Ex:</p><p>amoxicilina	para	o	tratamento	de	infecções	bacterianas</p><p>AÇÃO	FARMACOLÓGICA:</p><p>- Interações	farmaco-receptores	específicos	nas	células</p><p>• Ex:	antidepressivos	bloqueiam	a	entrada	de	cálcio	nas</p><p>fibras	musculares	dos	vasos	sanguíneos	e	provocam</p><p>relaxamento</p><p>- Efeito:	consequência	das	interações	–	Antidepressivos	Impedem	a	contração	de</p><p>fibras	musculares	provocando	vasodilatação	–	relaxamento</p><p>- A	eficácia	do	fármaco	depende	da	estabilidade	do	complexo	fármaco-receptor</p><p>e	do	número	de	sítios	ocupados	pelo	fármaco.</p><p>FÁRMACOS	AGONISTAS	E	ANTAGONISTAS</p><p>- Fármacos	agonistas:	ativam	ou	estimulam	receptores,	disparando	uma</p><p>resposta	que	aumenta	ou	diminui	a	função	celular.</p><p>- Fármacos	antagonistas:	se	ligam	a	receptores	que	bloqueiam	o	acesso	ou	a</p><p>ligação	de	fármacos	agonistas,	não	produz	resposta	farmacológica</p><p>1- Agonistas	totais	–	tem	afinidade	pelo	receptor	e	produzem	o	efeito	máximo</p><p>(α=1)</p><p>2- Agonistas	parciais	–	tem	afinidade	pelo	receptor	e	NÃO	produzem	efeito</p><p>máximo	(0	<	α	<	1)	mesmo	quando	a	ocupação	dos	receptores	é	de	100%</p><p>3- Antagonistas	–	tem	afinidade	pelo	receptor	mas	NÃO	produzem	efeito	algum</p><p>(α=0).	Impedem	a	ligação	do	agonista	total	ao	receptor</p><p>ANTAGONISMO	NÃO-COMPETITIVO</p><p>- Efeitos	antagonistas	em	receptores	diferentes</p><p>ANTAGONISMO	COMPETITIVO</p><p>- Mais	comum	e	mais	importante</p><p>- Podem	ser	reversíveis	ou	irreversíveis</p><p>- Reversíveis:	aumento	da	concentração	do	agonista	reestabelece	sua	ocupação</p><p>e	a	resposta	da	interacão	no	tecido.	Ex:	naloxona</p><p>- Irreversíveis:	substâncias	que	interagem	com	receptores,	através	de	ligação</p><p>covalente.	A	Administração	de	um	agonista	não	será	capaz	de	desligar	o</p><p>antagonista	do	receptor	e	reestabelecer	sua	ocupação.	Ex:	omeprazol</p><p>MECANISMOS	DE	AUTORREGULAÇÃO</p><p>- UP	REGULATION:</p><p>• Hiper/superssensibilização</p><p>• Intensifica	a	resposta	a	determinados	fármacos</p><p>• Aumenta	o	número	e	a	sensibilidade	dos	receptores</p><p>• Ex:	síndrome	da	abstinência</p><p>- DOWN	REGULATION:</p><p>• Dessensibilização</p><p>• Tolerância	a	determinados	fármacos	é	justificada</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>• Redução	gradual	do	número	ou	modificação	dos</p><p>receptores,	nao	permitindo	a	adequada	ligação	do</p><p>agonista.	Ex:	tratamento	crônico</p><p>AFINIDADE:	é	a	tendência	de	um	fármaco	em	se	ligar	em	determinado	receptor,</p><p>fármacos	de	alta	potência	são	capazes	de	desencadear	respostas	em	baixas</p><p>concentrações.</p><p>EFICÁCIA:	é	a	capacidade	de	um	fármaco	em	ativar	o	mesmo	receptor.</p><p>Antagonistas	tem	eficácia	ZERO.	Efeito	máximo	alcançado.</p><p>POTÊNCIA:	é	a	concentração	da	dose	para	ter	o	efeito	desejado.</p><p>TIPOS	SE	RECEPTORES</p><p>1- Canal	iônico</p><p>2- Receptores	ligados	a	proteína	G</p><p>3- Receptores	ligados	a	quinases</p><p>4- Receptores	nucleares</p><p>1- Canais	iônicos:</p><p>- IONOTRÓPICOS</p><p>- Poros	protéicos	na	bicamada	lipídica	das	membranas	plasmáticas</p><p>- Regulam	a	entrada	e	saída	seletiva	de	íons	pela	membrana</p><p>- Controlados	por	ligantes	(só	abrem	com	uma	molécula	agonista)</p><p>- Controlados	por	voltagem	(alterações	no	potencial	transmembrana)</p><p>- Ex:	receptor	nicotínico	(nAchR)	de	acetilcolina	–	membranas	de	neurônios	e</p><p>músculos.	Potencial	de	ação	–	bomba	sódio-potássio	(Na+K)</p><p>- Ex:	receptor	GABAA	–	principal	neurotransmissor	inibidor,	tem	papel	na	regulação</p><p>da	excitabilidade	neuronal	do	Sistema	nervoso.</p><p>2- Receptores	acoplados	a	proteína	G:</p><p>- METABOTRÓPICOS</p><p>- Acoplados	a	sistemas	efetores	intracelulares	pela	proteína	G</p><p>- Hormônios	e	neurotransmissores	lentos</p><p>- Ex:	receptor	muscarínico	(mAchR)	de	acetilcolina</p><p>- Ex:	receptores	adrenérgicos</p><p>3- Receptores	ligados	a	quinases:</p><p>- Grande	grupo	de	receptores</p><p>- Respondem	principalmente	a	mediadores	protéicos</p><p>- Controle	da	divisão</p><p>celular	crescimento	e	diferenciação</p><p>- Inflamação,	reparação	tecidual,	apoptose,	resposta	imunológica</p><p>- Fosforilação	–	quinases</p><p>- Desfosforilação	–	fosfatases</p><p>Fosforilação:	mecanismo	chave	para	controlar	a	função	de	proteínas</p><p>- Ex:	receptores	para	insulina</p><p>- Ex:	Receptores	para	hormônio	do	crescimento</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>4- Receptores	nucleares:</p><p>- Regulam	a	transcrição	gênica</p><p>- Localizados	no	citosol	e	migram	para	o	compartimento	nucelar	quando	um</p><p>ligante	está	presente</p><p>- Ex:	receptores	para	hormônios	esteróides</p><p>- Ex:	receptores	para	hormônios	tireoideanos</p><p>- Ex:	receptores	para	ácido	retinólico	e	vitamina	D</p><p>- Ao	interagirem	com	o	fármaco,	desencadeiram	alterações	biomoleculares,</p><p>modificando	a	função	celular.	Ex:	predinisona</p><p>Tipo	1	–	canais</p><p>iônicos</p><p>controlados	por</p><p>ligantes</p><p>Tipo	2	–	receptores</p><p>acoplados	a</p><p>proteína	G</p><p>Tipo	3	–	receptores</p><p>ligados	a	quinases</p><p>Tipo	4	–	receptores</p><p>intracelulares/</p><p>nucleares</p><p>Localização	 Membrana	 Membrana	 Membrana	 Intracelular</p><p>Efetor	 Canal	iônico	 Canal	ou</p><p>enzimas</p><p>Proteínas</p><p>quinases</p><p>Transcrição</p><p>gênica</p><p>Acoplamento	 Direto	 Proteína	G	 Direto	 Via	DNA</p><p>Exemplos	 nAchR;</p><p>GABAA</p><p>mAchR;</p><p>adrenoreceptor</p><p>Insulina;	GR</p><p>(hormônio</p><p>crescimento);</p><p>receptores	de</p><p>citocinas</p><p>Receptores	de</p><p>esteróides</p><p>REAÇÕES	ADVERSAS	MEDICAMENTOSAS	(RAM)</p><p>- Efeito	não	desejado	nem	esperado</p><p>- Injúrias,	reações	de	hipersensibilidade	ou	ausência	de	eficácia</p><p>- Produtos	farmacêuticos,	biológicos	e	praguicidas</p><p>- Reações	adversas	tipo	A	–	85	a	90%	de	incidência,	mais	previsíveis,</p><p>relacionadas	a	dose,	relacionadas	as	propriedades	farmacológicas	da	droga,</p><p>baixa	gravidade.</p><p>• Resultado	de	uma	ação	e	um	efeito	exagerado</p><p>• Superdosagem	relativa,	efeito	colateral,	interações</p><p>• Maior	incidência	e	morbidade</p><p>• Menor	mortalidade</p><p>• Tratamento:	ajuste	da	dose</p><p>- Relações	adversas	tipo	B	–	10	a	15%	de	incidência,	imprevisíveis,</p><p>independentes	da	dose,	não	relacionadas	a	farmacologia	do	medicamento,</p><p>predisponibilidade	do	paciente.</p><p>• Hiperssensibilidade,	idiossincrasia</p><p>• Menor	incidência	e	morbidade</p><p>• Maior	mortalidade</p><p>• Tratamento:	suspender	o	fármaco</p><p>- Reações	adversas	de	acordo	com	a	gravidade:</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>•	Leve:	nao	requer	tratamento	nem	suspensão	do	medicamento</p><p>•	Moderada:	modificação	da	terapêutica	–	pode	exigir	tratamento</p><p>•	Grave:	potencialmente	faral,	suspensão	do	tratamento</p><p>•	Letal:	contribui	direta	ou	indiretamente	para	a	morte	do	paciente</p><p>INTERAÇÕES	MEDICAMENTOSAS	(IM)</p><p>- Infuência	recíproca	de	um	medicamento	com	outra	substância</p><p>- Quando	um	medicamento	é	administrado	isoladamente,	produz	um</p><p>determinado	efeito,	quando	associado	a	outro	medicamento	ou	alimento,</p><p>ocorre	um	efeito	maior	ou	menos,	diferente	do	esperado</p><p>- Condições	favorecedoras	das	intervenções</p><p>• Idosos:	polifarmácia	e	aspectos	cinéticos</p><p>• Filhotes:	falta	de	maturidade	de	vias	metabólicas</p><p>• Doenças	cardíacas	e	respiratórias</p><p>• Alimentos</p><p>• Doença	hepática</p><p>INTERAÇÕES	BENÉFICAS	AO	PACIENTE</p><p>- Aumento	da	eficácia	do	tratamento</p><p>- Diminuição	da	dose	necessária</p><p>- Diminuição	da	toxicidade	e	efeitos	indesejáveis</p><p>INTERAÇÕES	PREJUDICIAIS	AO	PACIENTE</p><p>- Aumenta	efeitos	de	um	dos	fármacos</p><p>- Diminui	efeitos	de	um	dos	fármacos</p><p>INDIFERENTISMO	FARMACOLÓGICO:	Cada	medicamento	age	de	forma</p><p>independente</p><p>SINERGISMO	->	efeito	maior	que	o	obtido	com	cada	fármado	isoladamente</p><p>• Ex:	amoxicilina	+	clavunato	–	sem	efeito	terapêutico</p><p>• Impede	a	destruição	de	penincilinas</p><p>ANTAGONISMO	->	efeito	menor	do	que	o	correspondente	a	um	dos	fármacos</p><p>associados	isolado.</p><p>• Podem	ser	vantajosos</p><p>• Efeito	corretivo	–	um	anula	o	efeito	indesejado	do	outro</p><p>• Cuidar	com	mascarar	efeitos	colaterais</p><p>FATORES	A	CONSIDERAR</p><p>- Relacionados	ao	fármaco:</p><p>• Potência,	dose,	concentração,	indutor,	índice	terapêutico</p><p>do	substrato</p><p>- Relacionados	ao	paciente:</p><p>• Predisposição	genética,	sensibilidade	a	efeitos	adversos,</p><p>fatores	epidemiológicos</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-farmacologia</p><p>1- Interações	farmacêuticas	ou	físico-químicas</p><p>2- Interações	farmacocinéticas</p><p>3- Interações	farmacodinâmicas</p><p>4- Interaçòes	de	efeito</p><p>1- Interacões	farmacêuticas	ou	ficico-químicas</p><p>- Ocorrem	antes	da	administração	dos	fármacos	no	organismo,	quando	se</p><p>mistruram	2	ou	mais	fármacos	numa	mesma	seringa	ou	recipiente.	Tais</p><p>interações	devem-se	a	reações	físico-químicas	entre	os	fármacos	da	mistura.</p><p>- Inativação	biológica	(degradação)	ou	formação	de	um	novo	composto</p><p>- Formação	de	complexos	insolúveis</p><p>2- Interações	farmacocinéticas</p><p>- A.	absorção</p><p>• Alteração	do	pH	gastrointestinal</p><p>• Má	absorção	causada	por	fármacos</p><p>- B.	distribuição</p><p>• Competição	na	ligação	de	proteínas	plasmáticas</p><p>- C.	biotransformação	ou	metabolismo</p><p>• Indução	enzimática</p><p>• Inibição	enzimática</p><p>- D.	excreção</p><p>• Alteração	no	pH	urinário</p><p>• Alteração	no	fluxo	sanguíneo	renal</p><p>• Alteração	do	ciclo	entero-hepático	e	em	excreção	biliar</p><p>3- Interações	farmacodinâmicas</p><p>- Antagonismo	competitivo:	fármacos	atuam	em	um	mesmo	receptor	com</p><p>efeitos	opostos</p><p>- Antagonismo	não-competitivo:	fármacos	atuam	em	receptores	diferentes	com</p><p>efeitos	antagônicos.	Ex:	cafeína	+	BZD	(estimulante	+	depressor)</p><p>4- Interações	de	efeito</p><p>- Dois	ou	mais	fármacos	em	uso	concomitante	tem	ações	farmacológicas</p><p>similares	ou	opostas,	atuando	em	sítios	e	por	mecanismos	diferentes.	Podem</p><p>produzir	sinergismo	ou	antagonismo	sem	modificar	a	farmacocinética	ou	o</p><p>mecanismo	de	ação	dos	fármacos	envolvidos</p><p>- Interações	sobre	sistemas	de	controle	fisiológico	–	dois	medicamentos,	efeitos</p><p>semelhantes	mas	receptores	diferentes.</p><p>Baixado por Joyci Raiany (joyciraianymoreiraalves@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|18229862</p>

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