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+77 Protocolos EDIÇÃO COMPLETA Visuais Explicados de Peptídeos Handbook clínico visual para consulta rápida Protocolos, dosagens, mecanismos, contraindicações e pontos de atenção CJC-1295 03 BPC-157 IPAMORELINA 02 04 SEMAGLUTIDA 01 + DAC Regeneração Tecidual Hipertrofia Recuperação Controle de Peso Estimulo do GH CIÊNCIA e Metabólico 05 TB-500 AVANÇADA MECANISMO DE AÇÃO Regeneração e MECANISMO DE AÇÃO MECANISMO DE AÇÃO MECANISMO DE AÇÃO Desempenho Estimula liberação Aumenta a secreção Promove Agonista do receptor MECANISMO DE AÇÃO pulsátil de GH cicatrização proteção de GH pela GLP-1: reduz apetite prolonga sua ação. de forma melhora sensiblidade Modula migração à celular promove APLICAÇÃO de CLÍNICA DOSAGEM DOSAGEM DOSAGEM 200-300 mcg DOSAGEM 200-500 mcg mg DOSAGEM 1-2x ao dia 1-2x ao dia 1x por semana 100-200 mcg (em jejum) 2-5 mg/semana 1-2x dia DAC: mg/semana VIA VIA VIA SEGURANÇA VIA E EFICÁCIA Subcutânea VIA Subcutânea ou intra-muscular Subcutânea PONTOS DE ATENÇÃO PONTOS DE ATENÇÃO INDICAÇÕES PRINCIPAIS Pode causar leve retenção PONTOS DE ATENÇÃO PONTOS DE ATENÇÃO desconfortos GI de liquidos Lesões musculares e tendineas são comuns no inicio Uso off-label Monitorar niveis de glicemia Evitar em neoplasias ativas CONSULTA Avaliar IGF-1 periodicamente Úlceras e lesões gastrointestinais Hidratação adequada Evidencias em humanos ainda em estudo RÁPIDA Recuperação pós-cirúrgica PEPTÍDEOS 0.3 0.2 0.8 PESQUISA CIÊNCIA SAÚDE PERFORMANCE PROTOCOLOS DOSAGENS MECANISMOS CONTRAINDICAÇÕES APLICAÇÃO CLÍNICOS E VIAS DE AÇÃO ! E PONTOS DE SEGURA E DETALHADOS DE APLICAÇÃO EXPLICADOS ATENÇÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICASumário EDIÇÃO COMPLETA Localize rapidamente protocolo desejado Cada protocolo corresponde a uma página para consulta rápida. BLOCO 1 Peptídeos Metabólicos, BLOCO 2 Peptídeos do Eixo GH, Incretínicos e Controle de Peso (Páginas 1-10) Anabolismo e Performance (Páginas 11-20) Tema: metabolismo, obesidade, glicemia, Tema: GH, composição corporal, anabolismo, saciedade e composição corporal recuperação e performance 01. Semaglutida pág. 1 11. Sermorelina pág. 11 02. Liraglutida pág. 2 12. CJC-1295 com DAC pág. 12 03. Tirzepatida pág. 3 13. Mod GRF 1-29 (CJC-1295 sem DAC) pág. 13 04. Retatrutida pág. 4 14. Ipamorelina pág. 14 05. Cagrilintida pág. 5 15. Hexarelina pág. 15 06. Pramlintida pág. 6 16. GHRP-2 pág. 16 07. Setmelanotida pág. 7 17. GHRP-6 pág. 17 08. Tesamorelina pág. 8 18. AOD-9604 pág. 18 09. Dulaglutida pág. 9 19. IGF-1 LR3 pág. 19 10. Exenatida pág. 10 20. PEG-MGF pág. 20 BLOCO 3 Peptídeos de Reparo Tecidual, BLOCO 4 Peptídeos Hormonais, Regeneração e Recuperação (Páginas 21-30) Sexuais e Reprodutivos (Páginas 31-40) Tema: cicatrização, lesão, reparo, Tema: eixo hormonal, fertilidade, libido, função sexual regeneração, pele e tecidos e regulação endócrina 21. BPC-157 pág. 21 31. Kisspeptina-10 pág. 31 22. Thymosin Beta-4 (TB-500) pág. 22 32. Gonadorelina pág. 32 23. GHK-Cu pág. 23 33. Triptorelina pág. 33 24. KPV pág. 24 34. Leuprorrelina pág. 34 25. LL-37 pág. 25 35. Buserelina pág. 35 26. ARA-290 (Cibinetide) pág. 26 36. Nafarelina pág. 36 27. Ac-SDKP pág. 27 37. Desmopressina pág. 37 28. P-15 pág. 28 38. Oxitocina pág. 38 29. Epitalon pág. 29 39. Bremelanotida (PT-141) pág. 39 30. Thymulin pág. 30 40. Melanotan II pág. 40 BLOCO 5 Peptídeos Neurológicos, BLOCO 6 Peptídeos Imunomoduladores, Cognitivos e Neuroprotetores (Páginas 41-50) Anti-inflamatórios e Gastroendócrinos (Páginas 51-60) Tema: cognição, foco, ansiedade, neuroproteção Tema: imunidade, inflamação, trato gastrointestinal, e sistema nervoso central endocrinologia e aplicações clínicas específicas 41. Semax pág. 41 51. Thymosin Alpha-1 pág. 51 42. Selank pág. 42 52. Octreotida pág. 52 43. N-Acetyl Semax Amidate pág. 43 53. Lanreotida pág. 53 44. N-Acetyl Selank Amidate pág. 44 54. Pasireotida pág. 54 45. Dihexa pág. 45 55. Larazotida pág. 55 46. DSIP pág. 46 56. Teriparatida pág. 56 47. Cerebrolysin pág. 47 57. Abaloparatida pág. 57 48. P21 pág. 48 58. Calcitonina pág. 58 49. ACTH 4-10 pág. 49 59. Linaclotida pág. 59 50. Humanin pág. 50 60. Plecanatida pág. 60 BLOCO 7 Peptídeos de Longevidade, BLOCO 8 Peptídeos Clínicos, Mitocôndria, Estética e Saúde Celular (Páginas 61-70) Hospitalares e Terapêuticos Específicos (Páginas 71-77) Tema: envelhecimento, função mitocondrial, Tema: aplicações clínicas específicas, hospitalares estética, pele e saúde celular e terapêuticas mais dirigidas 61. MOTS-c pág. 61 71. Teduglutida pág. 71 62. SS-31 (Elamipretida) pág. 62 72. Ziconotida pág. 72 63. FOXO4-DRI pág. 63 64. Epithalamin pág. 64 73. Eptifibatida pág. 73 65. Pinealon pág. 65 74. Bivalirudina pág. 74 66. Vilon pág. 66 75. Vasopressina pág. 75 67. Matrixyl (Palmitoyl Pentapeptide-4) pág. 67 76. Angiotensina II pág. 76 68. Argireline (Acetyl Hexapeptide-8) pág. 68 77. Icatibanto pág. 77 69. SNAP-8 pág. 69 70. Palmitoyl Tetrapeptide-7 pág. 70 ÍNDICE RÁPIDO CONSULTA PRÁTICA ORGANIZAÇÃO POR BLOCOSPÁGINA 1 SEMAGLUTIDA mg Agonista do Via subcutânea 1x por semana receptor de GLP-1 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de GLP-1 de longa ação Controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 Uso estudado em DM2 e redução de peso Redução e manutenção do peso Benefícios cardiometabólicos em Redução de risco cardiovascular indicações aprovadas em contextos aprovados Meia-vida aproximada: 1 semana Redução do risco de progressão de DRC em DM2 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC semanal) B 2) REDUÇÃO DE PESO (SC semanal) dependente da glicose Semanas 1-4: 0,25 mg/semana Semanas 1-4: 0,25 mg/semana A partir da 5-8: 0,5 mg/semana Glucagon 5 semana 5: 0,5 mg/semana 9-12: 1,0 mg/semana Se necessário, após pelo menos 4 semanas: 1 mg/semana Esvaziamento 13-16: 1,7 mg/semana gástrico inicial Se necessário, após pelo menos 4 semanas: até 2 mg/semana Manutenção: 2,4 mg/semana em mg: (ou 1,7 mg se não tolerar) Saciedade / ingestão calórica Via: abdômen, Não associar a outro Escalonar para reduzir coxa ou braço ! agonista GLP-1 ou outro efeitos gastrointestinais produto com semaglutida 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA História pessoal ou familiar de Náusea, vômito, diarreia e constipação são comuns Ligação à albumina >99% carcinoma medular de tireoide Pancreatite: suspender MEN 2 se houver suspeita Eliminação: metabolismo proteolítico + beta-oxidação Hipersensibilidade à Colelitiáse / doença biliar semaglutida ou excipientes Hipoglicemia quando associada a Permanece na circulação insulina ou sulfonilureia 5-7 por cerca de 5-7 semanas SEMANAS Retinopatia diabética: monitorar após a última dose pacientes de risco Gastroparesia grave: evitar Gravidez planejada: Albumina suspender 2 meses antes >99%PÁGINA 2 LIRAGLUTIDA Agonista do Via subcutânea 1x ao dia receptor de GLP-1 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de GLP-1 de longa ação Controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 Uso estudado em DM2 e redução de peso Redução e manutenção do peso Benefício cardiovascular em DM2 Redução do risco cardiovascular Meia-vida aproximada: 13 horas em DM2 com doença cardiovascular Menor apetite e ingestão calórica 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC diária) 2) REDUÇÃO DE PESO (SC diária) dependente da glicose Dias 1-7: 0,6 mg/dia Semana 1: 0,6 mg/dia A partir do Semana 2: Glucagon 8 dia 8: 1,2 mg/dia 1,2 mg/dia Semana 3: 1,8 mg/dia Se necessário, 1,8 mg/dia após pelo menos 1 semana: Esvaziamento Semana 4: 2,4 mg/dia gástrico Dose máxima usual: 1,8 mg/dia Semana 5 em diante: 3,0 mg/dia Saciedade / ingestão calórica Via: abdômen, Escalonar para reduzir Não associar a outro coxa ou braço ! efeitos gastrointestinais agonista GLP-1 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA História pessoal ou familiar de Náusea, vômito, diarreia e constipação são comuns Ligação à albumina >98% carcinoma medular de tireoide Pancreatite: suspender MEN 2 se houver suspeita Metabolismo por proteólise Gestação Colelitíáse / doença biliar e beta-oxidação Hipersensibilidade à Hipoglicemia quando associada Meia-vida aproximada: liraglutida a insulina ou sulfonilureia 13 horas ou excipientes Desidratação / piora da função renal Gastroparesia grave: evitarPÁGINA 3 TIRZEPATIDA Tirzepatida 12.5 Agonista dual Via subcutânea 1x por semana GIP/GLP-1 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Agonista duplo de longa ação Controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 Uso estudado em DM2 e redução de peso Redução e manutenção do peso Importante redução ponderal Obesidade / sobrepeso com Meia-vida aproximada: 5 dias comorbidades em contextos aprovados Menor apetite e melhor controle metabólico 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC semanal) B 2) REDUÇÃO DE PESO (SC semanal) dependente da glicose Semanas 1-4: 2,5 mg/semana Semanas 1-4: 2,5 mg/semana A partir da 5-8: 5 mg/semana Glucagon 5 5 mg/semana semana 5: 9-12: 7,5 mg/semana Se necessário, aumentar em passos de Esvaziamento 2,5 mg a cada ≥4 semanas 13-16: 10 mg/semana gástrico 12,5 a Faixa de manutenção: 5 a 15 mg/semana Progressão possível: 15 mg/semana Saciedade / ingestão calórica Via: abdômen, Escalonar para reduzir Pode alterar absorção de ! medicamentos orais / coxa ou braço efeitos gastrointestinais atenção a anticoncepcionais orais 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA História pessoal ou familiar de Náusea, vômito, diarrieia Ligação importante a e constipação carcinoma medular de tireoide proteínas plasmáticas Pancreatite: suspender MEN 2 se houver suspeita Meia-vida aproximada: 5 dias Hipersensibilidade à tirzepatida Colelitíase / doença biliar ou excipientes Hipoglicemia quando associada Metabolismo por proteólise / a insulina ou sulfonilureia depuração lenta compatível com uso semanal Gastroparesia grave: evitar Atenção a desidratação e lesão renalPÁGINA 4 RETATRUTIDA Agonista triplo Via subcutânea 1x por semana GIP/GLP-1/Glucagon Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Uso experimental 2 PARA QUE SERVE Peptídeo investigacional de Redução de peso em obesidade ação metabólica (investigacional) Melhora glicêmica em diabetes tipo 2 Estudado em obesidade, DM2 e MASH (investigacional) Perda ponderal expressiva em ensaios Estudos em doença hepática metabólica / MASH Sem aprovação regulatória até momento Controle do apetite e aumento do gasto energético 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS ESTUDADAS NA LITERATURA Insulina A 1) OBESIDADE (SC semanal) B 2) RESUMO PRÁTICO (investigacional) dependente da glicose Dose estudada: 1 1 Escalonamento gradual é usado 1 mg/semana para tolerabilidade Apetite 2 Braços com 4 mg/semana 2 Exemplo de progressão: (inicial 2 ou 4 mg) 2 4 8 mg/semana 3 Braços com 8 mg/semana 3 Alvos estudados: 4, 8 ou 12 mg/semana Esvaziamento (inicial 2 ou 4 mg) Uso restrito a pesquisa / gástrico 4 ensaios clínicos 4 Braços com 12 mg/semana (inicial 2 mg) Sem dose aprovada em rotulagem Gasto energético / modulação do Via: subcutânea Escalonar para reduzir receptor de glucagon ! Não há rotulagem efeitos gastrointestinais aprovada 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação e lactação Náusea, vômito e diarreia Posologia semanal Hipersensibilidade conhecida Taquicardia / aumento da frequência nos estudos cardíaca pode ocorrer Uso fora de protocolos de pesquisa 12 Colelitíase / eventos gastrointestinais mg Molécula de ação Cautela de classe em MTC / MEN 2 prolongada Hipoglicemia quando associada a outros antidiabéticos Segurança de longo prazo ainda Farmacocinética ainda em investigação em investigação / dados públicos limitados Uso apenas com avaliação clínica individualizadaPÁGINA 5 CAGRILINTIDA mg Análogo de Via subcutânea 1x por semana amilina de longa ação Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de amilina de longa ação Redução de peso (investigacional) Estudado em obesidade / sobrepeso Aumento da saciedade Frequentemente investigado com Menor ingestão calórica semaglutida Combinação com semaglutida Sem aprovação regulatória até o momento em estudos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS ESTUDADAS NA LITERATURA Saciedade A 1) MONOTERAPIA (SC semanal) B 2) COMBINAÇÃO COM SEMAGLUTIDA central 1 Início: 0,3 mg/semana 1 Cagrilintida: 0,3 0,6 mg/semana Esvaziamento 2 Progressão: 1,2 mg/semana gástrico 2 Escalonamento: 0,6 mg/semana 3 Alvo estudado: 2,4 mg/semana 3 Escalonamento: 1,2 mg/semana Ingestão 4 Semaglutida frequentemente calórica titulada até 2,4 mg/semana 4 Manutenção 2,4 mg/semana estudada: Uso experimental / Manutenção: sem rotulagem aprovada Modulação pós-prandial do apetite Via: subcutânea Escalonar para reduzir ! Combinações devem ser efeitos gastrointestinais individualizadas 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Náusea, vômito e constipação Gestação e lactação são comuns Meia-vida prolongada Gastroparesia grave compatível com uso semanal Atraso do esvaziamento gástrico Hipersensibilidade conhecida Colelitíase / eventos biliares Metabolização peptídica Uso fora de protocolos bem avaliados Atenção quando associado a outros redutores de peso Dados públicos ainda limitados Segurança de longo prazo ainda em investigação Uso apenas com avaliação clínica individualizadaPÁGINA 6 PRAMLINTIDA 120 Análogo Antes das 120 Via subcutânea de amilina refeições Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo sintético da amilina Melhor controle glicêmico pós-prandial Uso adjuvante em DM1 e DM2 com insulina Adjuvante à terapia com insulina Reduz glicemia pós-prandial Redução de excursões glicêmicas Meia-vida aproximada: Aumento da saciedade 48 minutos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Glucagon A 1) DM1 (SC antes das refeições principais) B 2) DM2 (SC antes das refeições principais) pós-prandial 1 Início: 15 mcg por refeição 1 Início: 60 mcg por refeição 2 Escalonar para 30 mcg 2 Esvaziamento Se tolerado: 120 mcg por refeição gástrico 3 3 Escalonar para 45 mcg Dose de manutenção usual: 120 mcg 4 Administrar imediatamente antes Manutenção: 30-60 mcg das refeições principais Saciedade por refeição Manutenção: Ao iniciar, reduzir insulina prandial em ~50% Pico glicêmico Via: abdômen Não misturar com Necessita após refeições insulina na mesma ou coxa monitorização seringa glicêmica 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gastroparesia confirmada Náusea é evento adverso mais comum Meia-vida aproximada: Hipoglicemia não percebida 48 minutos Risco de hipoglicemia grave Má adesão ao automonitoramento com insulina glicêmico Ação curta / uso Requer redução da insulina Hipersensibilidade à prandial na iniciação peri-prandial pramlintida Administrar apenas antes Eliminação de refeições principais predominantemente renal Evitar em distúrbios gastrointestinais graves Educação do paciente é essencialPÁGINA 7 SETMELANOTIDA Agonista do Via subcutânea 1x ao dia receptor MC4 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo melanocortínico Obesidade por deficiência de PCSK1 ou LEPR Uso em obesidade genética Síndrome de Bardet-Biedl específica e hipotalâmica Obesidade hipotalâmica adquirida Reduz fome e auxilia perda de peso Redução de hiperfagia e Uso diário por via subcutânea manutenção do peso 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Ativa receptor A 1) ADULTOS e ≥ 12 ANOS (SC diária) B 2) 6 aPÁGINA 8 TESAMORELINA TESAMORELINA 2 mg Análogo do Via subcutânea 1x ao dia GHRH . solução Somente sob médica Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo do hormônio liberador de GH Redução do excesso de gordura visceral em pacientes com HIV e lipodistrofia Aumenta GH e IGF-1 Melhora de adiposidade abdominal Uso aprovado em lipodistrofia em contexto específico associada ao HIV Acompanhamento com Não é indicado para monitorização metabólica emagrecimento geral Não indicado para controle de peso geral 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM / PRÁTICA Liberação A 1) LIPODISTROFIA ASSOCIADA AO HIV B 2) ACOMPANHAMENTO hipofisária de GH Dose usual: 1 Reavaliar resposta clínica 1 2 mg SC uma vez ao dia em 3-6 meses Monitorar IGF-1 2 IGF-1 2 Aplicar no abdômen periodicamente 3 Suspender se não houver Rotacionar locais 3 benefício claro de aplicação Lipólise / Reconstituir imediatamente 4 gordura Uso contínuo antes do uso visceral 4 conforme resposta Não indicado para Manutenção: emagrecimento geral Efeito endócrino dependente do Via: subcutânea Aplicar no Requer acompanhamento eixo GH diária abdômen de IGF-1 e glicemia 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Pode aumentar IGF-1 Meia-vida curta, porém uso diário Gestação Edema, artralgia e mialgia Metabolização Piora da tolerância à Disfunção do eixo peptídica glicose / diabetes hipotálamo-hipófise Efeito clínico relacionado Retinopatia: monitorar ao aumento de GH/IGF-1 Hipersensibilidade à pacientes de risco tesamorelina Reações no local de aplicação ou manitol Evitar se não houver GH IGF-1 ! resposta clínicaPÁGINA 9 DULAGLUTIDA Agonista do 4,5 Via subcutânea 1x por semana receptor de GLP-1 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Agonista de GLP-1 de longa ação Controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 Uso em diabetes mellitus tipo 2 Redução de risco cardiovascular em DM2 Redução de eventos cardiovasculares em DM2 Uso semanal com escalonamento gradual Meia-vida aproximada: 5 dias Auxilia redução de peso de forma modesta 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC semanal) B 2) ESCALONAMENTO PRÁTICO dependente da glicose 1 Início: 0,75 mg/semana Semanas 1-4: 0,75 mg/semana Se necessário, 5-8: 1,5 mg/semana Glucagon após ≥ 4 semanas: 1,5 mg/semana 9-12: 3 mg/semana Se necessário, após ≥ 4 semanas: 3 mg/semana Esvaziamento 13 em diante: 4,5 mg/semana gástrico Se necessário, após ≥4 semanas: 4,5 mg/semana Manutenção: 0,75 a 4,5 mg/semana Saciedade Via: abdômen, Escalonar para reduzir Não associar a outro ! coxa ou braço efeitos gastrointestinais agonista GLP-1 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA História pessoal ou familiar de Náusea, vômito, diarreia e constipação Meia-vida aproximada: 5 dias carcinoma medular de tireoide Pancreatite: suspender MEN 2 se houver suspeita Depuração lenta compatível Hipersensibilidade à / doença biliar com uso semanal dulaglutida Hipoglicemia com insulina ou sulfonilureia Catabolismo proteico Desidratação / piora da função renal Gastroparesia grave: evitarPÁGINA 10 EXENATIDA BYETTA Agonista do Via subcutânea 2x ao dia / receptor de GLP-1 semanal Ficha clínica visual para consulta rápida BYDUREON BCISE 2mg 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Primeiro agonista de GLP-1 amplamente Controle glicêmico no diabetes utilizado mellitus tipo 2 Formulações diária e semanal Redução de glicemia pós-prandial Uso em diabetes mellitus tipo 2 Auxilia discreta redução de peso Pode ser usado em formulações Excreção predominantemente renal de curta ou longa ação 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Insulina A 1) BYETTA (SC 2x/dia) B 2) BYDUREON BCISE (SC semanal) dependente da glicose Primeiro mês: Dose fixa: 5 mcg 2x/dia 2 mg 1x/semana Sem necessidade Glucagon Aplicar até 60 min de titulação antes do café e jantar & Aplicar no mesmo dia da semana Após 1 mês, se tolerado: Pode ser usado Esvaziamento 10 mcg 2x/dia independentemente gástrico das refeições Não aplicar após as refeições Manutenção: 2 mg/semana Saciedade Via: abdômen, Atenção à Não combinar com coxa ou braço função renal ! outro agonista GLP-1 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Náusea e vômito são Insuficiência renal grave / comuns no início L Byetta: meia-vida aproximada doença renal terminal Pancreatite: suspender de 2,4 horas Hipersensibilidade ao fármaco se houver suspeita Lesão renal aguda Excreção renal Gastroparesia grave pode ocorrer predominante Hipoglicemia com sulfonilureia Formulação semanal de Nódulos no local de aplicação liberação prolongada na formulação semanal BYDUREON BCISE 2 mg Evitar em doença gastrointestinal gravePÁGINA 11 SERMORELINA Análogo do Via 1x ao dia GHRH subcutânea Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo sintético do GHRH Suporte ao eixo GH/IGF-1 Estimula a secreção Composição corporal e fisiológica de GH recuperação Uso estudado em Pode auxiliar sono e composição corporal e bem-estar GH recuperação Uso investigacional em IGF-1 Aplicação noturna é comum performance e anti-aging 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Liberação A 1) MONOTERAPIA NOTURNA B 2) RESUMO PRÁTICO (SC diária) hipofisária de GH Aplicar 30-60 min Início: 0,2 mg/noite antes de dormir IGF-1 Se tolerado: 0,3 mg/noite 41 Preferir jejum relativo Faixa usual: 0,2-0,5 mg/noite Uso 5-7x/semana Recuperação / síntese proteica Manutenção: 0,2-0,5 mg/noite Monitorar IGF-1 e resposta clínica Gordura Escalonar Evitar se GH/IGF-1 Via: subcutânea corporal gradualmente ! já estiver elevado 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Edema e retenção hídrica Meia-vida curta Cefaleia ou rubor Gestação e lactação Uso diário / noturno GH Parestesias podem ocorrer Efeito dependente do IGF-1 Hipersensibilidade ao composto Pode alterar glicemia eixo GH/IGF-1 Reavaliar se não houver benefício Concentração Uso sem monitorização 105 plasmática clínica Cautela em diabetes TempoPÁGINA 12 CJC-1295 COM DAC 1.0 mg Análogo do Via subcutânea 1x por semana GHRH prolongado Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de GHRH de longa ação Apoio ao eixo GH/IGF-1 Liberação sustentada de GH Recuperação e performance Uso investigacional em L Composição corporal composição corporal Uso investigacional em Frequência semanal ou 2x/semana protocolos anabólicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA GH A 1) MONOTERAPIA (SC semanal) B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 500 mcg/semana Longa duração por DAC IGF-1 Faixa comum: 1 mg/semana Pode ser usado 1-2x/semana / Opção: 500 mcg 2x/semana Monitorar IGF-1 reparo Combinações devem ser Manutenção: 1-2 mg/semana individualizadas Adiposidade Escalonar para Evitar excessos Via: subcutânea tolerabilidade ! de IGF-1 5 CONTRAINDICAÇÕES / 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA EVITAR Edema / retenção hídrica Neoplasia ativa Meia-vida prolongada Parestesias e cefaleia Gestação e lactação Pode aumentar fome em alguns casos Ação sustentada compatível Hipersensibilidade Alterações glicêmicas possíveis com uso semanal Uso sem acompanhamento Reavaliar se não houver resposta Efeito dependente Cautela em diabetes de GH/IGF-1PÁGINA 13 MOD GRF 1-29 100 Inco (CJC-1295 sem DAC) Análogo do Via 1-3x GHRH curto subcutânea ao dia USO EXPERIMENTAL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de GHRH de curta ação Suporte ao eixo GH/IGF-1 Pico breve de GH Recuperação e composição corporal Frequentemente usado em pulsos Pode ser combinado a secretagogos Comum em horários de jejum ou antes de dormir Uso investigacional em performance 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Pulso de GH A 1) MONOTERAPIA EM PULSOS (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO 49 Aplicar preferencialmente Início: 100 mcg ao deitar em jejum IGF-1 i Usar antes de dormir Opção: 100 mcg 2x/dia ou peri-treino Recuperação Faixa comum: 100 mcg 2-3x/dia Pode ser associado a GHRP Manutenção: individualizar Monitorar IGF-1 Gordura corporal conforme resposta e tolerância Via: subcutânea Uso em pulsos ! Evitar se GH/IGF-1 elevado 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Cefaleia ou rubor Meia-vida curta Gestação e lactação Retenção hídrica Picos fisiológicos / pulsáteis Hipersensibilidade Oscilações glicêmicas possíveis Uso múltiplo ao dia é comum Uso sem monitorização Parestesias ocasionais Reavaliar eficácia Cautela em diabetesPÁGINA 14 IPAMORELINA Agonista do Via subcutânea 1-3x ao dia USO receptor de grelina EXPERIMENTAL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Secretagogo seletivo de GH Estimular GH de forma pulsátil Menor estímulo de Recuperação e reparo prolactina/cortisol Uso estudado em recuperação Composição corporal e composição corporal Uso investigacional em Comum em jejum e ao deitar performance 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS SUGERIDOS Ativa GHSR A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 100 mcg Preferir jejum relativo ao deitar Liberação de GH Se necessário: Uso frequente 100 mcg 2x/dia antes de dormir Recuperação / Faixa comum: Pode ser associado a GRF síntese proteica 100-200 mcg 2-3x/dia + Manutenção: Monitorar IGF-1 e resposta 200-300 mcg/dia Adiposidade Via: subcutânea Escalonar gradualmente ! Evitar excessos de GH 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Cefaleia e tontura Meia-vida curta Retenção hídrica leve Uso em pulsos ao Gestação e lactação Formigamento pode ocorrer longo do dia Oscilações glicêmicas Hipersensibilidade Efeito dependente do Apetite pode aumentar eixo GH/IGF-1 em alguns casos Uso sem supervisão Reavaliar se não houver benefícioPÁGINA 15 HEXARELINA Secretagogo Via 1-3x de GH potente subcutânea ao dia USO EXPERIMENTAL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 GHRP de alta potência 2 Aumento pulsátil de GH Estimula GH de forma pulsátil Recuperação e performance Uso estudado em recuperação e composição corporal Composição corporal Pode ocorrer dessensibilização Uso investigacional em com uso contínuo GH protocolos anabólicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS SUGERIDOS Ativa GHSR A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 100 mcg ao deitar Usar em jejum relativo GH GH Pode perder eficácia com Faixa comum: 100 mcg 2x/dia uso contínuo Recuperação / Opção: 100-200 mcg 2-3x/dia Ciclagem é comum na prática síntese proteica Manutenção: individualizar / U Monitorar GH/IGF-1 ciclos curtos e tolerância Gordura corporal Cautela com Via: subcutânea Uso em pulsos ! dessensibilização 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Retenção hídrica Meia-vida curta Parestesias Gestação e lactação Aumento de prolactina/ Pulsos ao longo do dia cortisol em alguns casos Hipersensibilidade ! Cefaleia ou rubor Potência alta / possível dessensibilização Oscilações glicêmicas Uso sem acompanhamento ! Reavaliar se efeitos superarem benefíciosPÁGINA 16 GHRP-2 100 MCG Secretagogo Via 2-3x de GH subcutânea ao dia USO Ficha clínica visual para consulta rápida EXPERIMENTAL 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo liberador de GH Estimular GH e IGF-1 Ação pulsátil e relativamente potente Recuperação e performance Uso investigacional em Composição corporal composição corporal Comum em protocolos de Uso investigacional jejum e ao deitar em anabolismo 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Ativa GHSR Início: 100 mcg ao deitar Preferir jejum relativo GH Faixa comum: Pode ser usado com GRF 100 mcg 2x/dia Faixa ampliada: Monitorar IGF-1 IGF-1 100-300 mcg 2-3x/dia Manutenção: Cautela com individualizar conforme ! prolactina/cortisol Recuperação / resposta gordura Evitar excessos Via: subcutânea Uso pulsátil hormonais 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Aumento de prolactina Meia-vida curta Gestação e lactação Pode elevar cortisol Hipersensibilidade Picos pulsáteis de GH Retenção hídrica Uso sem monitorização Monitorização hormonal Cefaleia e parestesia é relevante Oscilações glicêmicas Reavaliar se não houver benefícioPÁGINA 17 GHRP-6 GHRP-6 Secretagogo Via 2-3x de GH subcutânea ao dia USO Ficha clínica visual para consulta rápida EXPERIMENTAL 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo liberador de GH Aumento pulsátil de GH Estimula GH de forma pulsátil Recuperação e performance Costuma aumentar apetite Composição corporal Uso investigacional em GH Pode ser usado quando composição corporal apetite é desejável 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Ativa GHSR A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 100 mcg ao deitar Preferir jejum relativo GH GH Faixa comum: 100 mcg 2x/dia Comum antes de dormir e entre refeições Apetite Faixa ampliada: 100-300 mcg 2-3x/dia Pode ser associado a GRF Recuperação / Manutenção: individualizar Monitorar resposta e apetite síntese proteica Via: subcutânea Uso pulsátil ! Cautela se hiperfagia for indesejada 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Aumento do apetite 1 Meia-vida curta Gestação e lactação Retenção hídrica Picos de GH Parestesias ao longo do dia Hipersensibilidade Pode elevar Perfil ligado a Uso sem supervisão prolactina/cortisol aumento de apetite 6H Oscilações glicêmicas GH Reavaliar se efeitos forem indesejáveis 06h 12h 18h 24hPÁGINA 18 AOD-9604 USO Fragmento do EXPERIMENTAL Via subcutânea 1x ao dia GH 176-191 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Fragmento lipolítico Apoio à redução de gordura derivado do GH Foco em gordura corporal Composição corporal Não busca elevação Uso estudado em obesidade / relevante de GH adiposidade Uso investigacional em Interesse em protocolos de definição redução de adiposidade 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Atuação em A 1) MONOTERAPIA (SC diária) B 2) RESUMO PRÁTICO vias lipolíticas Início: 250 mcg/dia Aplicação diária Quebra de gordura Faixa comum: 300 mcg/dia Comum em jejum matinal Opção: 500 mcg/dia Resposta depende de Armazenamento dieta / treino de lipídeos Manutenção: 8-12 semanas Monitorar composição é comum corporal Adiposidade Uso investigacional / Via: subcutânea Uso diário sem rotulagem ampla 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação e lactação ! Dados clínicos limitados Fragmento peptídico curto Reações locais possíveis Posologia diária é comum ! Hipersensibilidade Resposta variável Não depende de grande Uso sem monitorização Não substitui déficit calórico elevação de GH Cautela em doença Reavaliar se não houver resposta ativa importante Uso experimentalPÁGINA 19 IGF-1 LR3 USO Análogo do Via 1x ao dia IGF-1 SC / IM EXPERIMENTAL IGF-1 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de IGF-1 de ação Recuperação e hipertrofia prolongada Síntese proteica e reparo Foco em reparo e síntese proteica Uso investigacional em performance Uso investigacional em anabolismo Interesse em recomposição corporal Maior atenção à glicemia 3 MECANISMO DE AÇÃO DOSAGENS E PROTOCOLOS INVESTIGACIONAIS A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Liga-se ao receptor IGF-1 SC ou IM conforme Início: 20 mcg/dia protocolo Sinal anabólico Faixa comum: Comum em dias 20-40 mcg/dia de treino Uso ampliado: Monitorar Síntese proteica / até 50 mcg/dia glicemia reparo Ciclos curtos: Combinações devem ser 4-6 semanas individualizadas Recuperação muscular Ciclos curtos Cautela com Via: SC / IM são comuns ! hipoglicemia 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Hipoglicemia é risco central Meia-vida prolongada Gestação e lactação Edema e dor local Sinalização anabólica Hipoglicemia frequente / Cefaleia pode ocorrer relevante descontrole glicêmico Cautela em retinopatia Uso sem Monitorização acompanhamento Monitorar glicemia e resposta metabólica é 100 importante Reavaliar se surgirem ! efeitos adversosPÁGINA 20 PEG-MGF Fator mecânico de crescimento Via SC / IM 2-3x por peguilado semana USO EXPERIMENTAL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Variante peguilada do MGF Recuperação e reparo tecidual Interesse em reparo muscular Apoio à síntese e regeneração Uso investigacional em recuperação Uso investigacional em performance Posologia intermitente é comum Interesse em protocolos pós-treino 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS (INVESTIGACIONAIS) Sinalização local A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO de reparo Início: 100-200 mcg/aplicação SC ou IM conforme protocolo Regeneração muscular Faixa comum: 200 mcg/aplicação Comum no pós-treino Recuperação Uso ampliado: 200-400 mcg Dados humanos ainda limitados 2x/semana Combinações devem ser Manutenção: 2-3x/semana adaptação individualizadas ao treino Via: SC / IM Uso intermitente Maior ênfase em recuperação 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa ! Dados clínicos limitados Ação prolongada pela Edema ou dor local peguilação Gestação e lactação Cefaleia pode ocorrer Uso 2-3x/semana é comum Hipersensibilidade Resposta variável Farmacocinética humana ainda limitada Uso sem avaliação clínica Uso experimental Reavaliar risco-benefícioPÁGINA 21 BPC-157 BPC-157 Peptídeo Via 1-2x ao dia Uso experimental reparador SC / oral Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo estável Cicatrização e derivado de proteína reparo tecidual gástrica Interesse em reparo Tendões, ligamentos e músculo de tendão, músculo e mucosa Proteção / reparo Uso investigacional gastrointestinal em lesões e trato GI Recuperação Aplicação diária pós-lesão REGENERAÇÃO é comum E REPARO 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Angiogênese A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO 200 mcg/dia SC para lesão / Início: oral para GI Migração celular Faixa comum: 250-500 mcg Uso diário é comum 1 2x/dia Uso local: 200-350 mcg Pode ser combinado Colágeno / próximo à lesão a TB-500 fibroblastos L Ciclos: 2-6 semanas Monitorar dor, função e cicatrização Inflamação / dor Via: SC / oral Uso diário ! Dados humanos limitados 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Dados humanos ainda escassos Peptídeo relativamente estável Gestação e lactação Reações locais podem ocorrer Via oral é estudada para alvo GI Hipersensibilidade Cautela com angiogênese indesejada Uso diário / ciclos Uso sem Reavaliar se não houver resposta curtos são comuns acompanhamento Monitorar dor e função Concentração clínico plasmática Uso prolongado requer cautela (relativa) Tempo TENDÃO PELE TRATO REPARO MÚSCULO LIGAMENTO GASTROINTESTINAL E REGENERAÇÃOPÁGINA 22 THYMOSIN BETA-4 (TB-500) TB-500 PEPTÍDEO Fragmento Via 2x por 5 mg de subcutânea semana Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo ligado a reparo Recuperação e migração celular REPARO musculoesquelética DE TENDÃO Interesse em tendão, Cicatrização e músculo e fáscia remodelação tecidual Uso investigacional em Lesão de tendão / lesões e recuperação ligamento Estratégia intermitente REPARO Recuperação pós-esforço é comum MUSCULAR ou trauma 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Migração celular Uso SC sistêmico Ataque: 2-2,5 mg 2x/semana é comum Angiogênese Faixa comum: Foco em lesão 4-5 mg/semana músculo-tendínea Manutenção: 2-4 mg a cada Frequentemente Reparação / 2-4 semanas associado a BPC-157 remodelação Ciclos: 4-8 semanas Monitorar dor, mobilidade e função Inflamação local Dados clínicos Via: subcutânea Uso intermitente ! limitados 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Dados humanos restritos Uso em doses Edema ou irritação local intermitentes é comum Gestação e lactação Cautela com cicatrização Peptídeo relacionado Hipersensibilidade exuberante a Reavaliar se não houver benefício Resposta depende do Concentração Uso sem avaliação Monitorar resposta funcional alvo tecidual plasmática clínica Evitar automanejo prolongado TempoPÁGINA 23 GHK-Cu Cu GHK-Cu Peptídeo Via 1-2x SÉRUM ligado ao cobre tópica ao dia Uso cosmecêutico / experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Tripeptídeo com afinidade Reparo cutâneo por cobre e cicatrização Interesse em pele, COLÁGENO cicatrização e colágeno Estimular colágeno e elastina Uso frequente em fórmulas tópicas Apoio em pele fotoenvelhecida ELASTINA Aplicação diária é comum Interesse em couro COLÁGENO PELE SAUDÁVEL CICATRIZAÇÃO cabeludo / fios COURO CABELUDO E FIOS 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Sinalização reparadora A 1) USO TÓPICO B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 0,05% 1x/dia Aplicar em pele limpa Colágeno / elastina Comum em rosto, cicatriz Faixa comum: 0,05-0,1% 1-2x/dia e couro cabeludo Remodelação dérmica Pode ser associado a rotina Séruns / cremes: 0,1-2% conforme fórmula dermocosmética Monitorar irritação e Estresse oxidativo / Ciclos: 8-12 semanas resposta da pele inflamação Ênfase em Via: tópica Uso diário pele / cabelo 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Irritação local pode ocorrer Ação predominantemente local Hipersensiblidade ao composto Formulação influencia resposta Uso continuado é comum Ferida infectada sem tratamento ! Cautela em peles muito sensíveis Resposta depende EPIDERME Gestação e lactação sem avaliação Monitorar coloração / tolerabilidade da formulação Reavaliar se não houver benefício DERME Uso sem critério dermatológico Evitar excesso de ativos irritantes Cu na mesma rotina HIPODERMEPÁGINA 24 KPV KPV + Tripeptídeo Via 1-2x ao dia anti-inflamatório oral / tópica Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo derivado de α-MSH Suporte a mucosa intestinal Interesse em mucosa Dermatite / inflamação cutânea intestinal e pele Uso investigacional em Redução de inflamação local inflamação local Auxílio em reparo de barreira Estratégia diária é comum 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Citocinas inflamatórias A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 250 mcg/dia Oral para alvo intestinal Permeabilidade / irritação Faixa comum: 250-500 mcg 1-2x/dia Tópico para pele / mucosa Uso tópico: 250-500 mcg/ Reparo de barreira Dados humanos ainda escassos aplicação Ciclos: 2-8 semanas Monitorar sintomas e tolerabilidade Resolução inflamatória Ênfase Via: oral / tópica Uso diário anti-inflamatória 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Peptídeo de ação local / Hipersensibilidade Baixa padronização de protocolos anti-inflamatória Gestação e lactação Dados clínicos limitados Uso diário é frequente sem avaliação Resposta varia conforme alvo Resposta depende Monitorar sintomas GI ou cutâneos ! da via escolhida Uso sem acompanhamento BARREIRA DE MUCOSA Feridas infectadas Reavaliar se não houver melhora sem conduta Uso prolongado requer critério Inflamação Reparo / proteçãoPÁGINA 25 LL-37 LL-37 Peptídeo Via 1x ao dia antimicrobiano tópica / local + Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo antimicrobiano humano + Feridas de difícil cicatrização Interesse em feridas e pele Controle microbiano local Ação imune inata e reparadora Reparo cutâneo Uso local é 0 mais discutido Interesse em úlceras e pele inflamada 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Carga A 1) USO LOCAL / TÓPICO B 2) RESUMO PRÁTICO microbiana Priorizar uso Início: 0,5 mg/aplicação tópico / local Biofilme / Comum em curativos infecção local Faixa comum: 0,5-1 mg/dia de feridas Monitorar dor, exsudato Preparações: 0,5 mg/mL em Migração gel / solução e epitelização epitelial L Evitar uso sem controle Ciclos: 2-6 semanas ! da infecção Reparação tecidual Via: tópica / local Uso curto Ênfase em feridas 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Pode irritar a pele Ação predominantemente local Dados humanos ainda pequenos Neoplasia cutânea ativa LL-37 Aplicação diária Monitorar sinais inflamatórios é comum Gestação e lactação sem avaliação Cautela em feridas complexas Resposta depende do leito da ferida Uso sem monitorização Reavaliar se houver piora local clínica Associar a cuidado local adequado Inflamada Granulação EpitelizaçãoPÁGINA 26 ARA-290 (CIBINETIDE) ARA-290 Análogo não Via CIBINETIDE eritropoiético 1x ao dia subcutânea da EPO Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo derivado da Reparo neurotecidual eritropoiétina Foco em proteção / Redução de inflamação reparo tecidual e dor neuropática Interesse em neuropatia Suporte microvascular e microvasculatura Proteção tecidual em Aplicação diária é ambientes inflamatórios descrita em estudos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ESTUDOS Ativa receptor A 1) PRÁTICA CLÍNICA DE ESTUDO B 2) RESUMO PRÁTICO reparador Dose: 4 mg/dia SC Autoaplicação SC diária em estudos Inflamação Foco em sintomas Frequência: 1x ao dia neuropáticos Proteção + celular Curso comum: 28 dias Monitorar resposta clínica e dor até 12 semanas Dados variam conforme Reparo Extensão: em estudos indicação neurovascular Perfil não Via: subcutânea Uso diário eritropoiético 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Dados ainda limitados Administração SC Gestação e lactação Monitorar sintomas neuropáticos diária em estudos sem avaliação Cautela em protocolos longos Peptídeo de ação Uso fora de Reavaliar se não houver melhora tecidual reparadora monitorização Observar tolerância local Condições graves sem Resposta depende seguimento clínico Indicação deve ser individualizada do alvo clínicoPÁGINA 27 Ac-SDKP Tetrapeptídeo Via 1x ao dia antifibrótico oral Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo endógeno Controle de fibrose tecidual ligado a remodelação Interesse em fibrose e Remodelação renal / cardíaca reparo controlado Modulação inflamatória Dados humanos ainda limitados Interesse em cicatrização Estratégias orais são equilibrada discutidas 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Inflamação Interesse maior em Início: 5 mg/dia alvo antifibrótico Fibrose Dados clínicos Faixa comum: 5-20 mg/dia permanecem escassos Divisão: 1-2 tomadas/dia Monitorar função e resposta do órgão-alvo deposição excessiva Ciclos: 4-12 semanas Requer individualização importante Remodelação tecidual saudável Via: oral ! Dados limitados Ênfase antifibrótica 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Protocolos pouco padronizados Peptídeo endógeno de Colágeno meia-vida curta excessivo Dados humanos pequenos Gestação e lactação Exposição depende da Fibroblasto sem avaliação ACE inibidores elevam via e do contexto ativado Ac-SDKP endógeno Resposta é muito Citocinas Uso sem monitorização Monitorar função renal / dependente do alvo pró-fibróticas hemodinâmica biológico Colágeno Doença aguda grave organizado sem seguimento Reavaliar se não houver resposta REMODELAÇÃO Células ! saudáveis Uso prolongado requer cautela TECIDO SAUDÁVELPÁGINA 28 Peptídeo Uso local / Aplicação osteogênico enxerto única Uso clínico / experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo biomimético de Regeneração óssea guiada matriz extracelular Interesse em regeneração óssea Odontologia e defeitos ósseos Usado associado a Fusão / integração óssea matriz / enxerto Aplicação local é padrão Apoio à formação de colágeno ósseo 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) APLICAÇÃO LOCAL / ENXERTO B Adesão celular 2) RESUMO PRÁTICO Forma comum: Uso exclusivamente P-15 adsorvido à matriz local / cirúrgico Migração Uso: Foco em alveolar osteoblástica aplicação única no leito ósseo ou fusão Quantidade: Monitorar integração e Formação de conforme defeito / enxerto sinais de infecção matriz óssea Seguimento: Conduta depende do imagem em 6-12 meses defeito ósseo Consolidação / integração Via: local Aplicação única Ênfase em 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Infecção local ativa Depende da matriz carreadora Ação predominantemente local Hipersensibilidade Monitorar consolidação óssea Permanece associado à matriz aos componentes Observar sinais inflamatórios locais Resposta depende da Leito ósseo sem preparo osteointegração Resultado varia conforme defeito adequado Seguimento radiográfico é importante Uso sem planejamento cirúrgico Requer técnica adequada Enxerto Integração Osso aplicado inicial integradoPÁGINA 29 EPITALON Tetrapeptídeo Via Ciclos EPITALON pineal IM / intranasal curtos Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo associado Sono e ritmo circadiano à glândula pineal Interesse em Interesse em longevidade envelhecimento saudável e regeneração Discussões sobre Apoio neuroendócrino telomerase e sono Uso investigacional em Uso em ciclos é regeneração celular mais comum 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Sinalização pineal A 1) CICLO INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO IM: 5-10 mg/dia Uso em ciclos curtos Telomerase / proteção celular Foco em sono / Intranasal: 10-20 mg/dia envelhecimento Homeostase oxidativa Duração: 10-20 dias (IM) Monitorar tolerabilidade e sono Cautela teórica em Repetição: ciclos a cada 4-6 meses Regeneração / ! contexto oncológico longevidade Via: IM / intranasal Uso em ciclos Ênfase neuroendócrina 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação e lactação Dados clínicos heterogêneos Uso em ciclos curtos é predominante Hipersensibilidade Protocolos pouco padronizados Resposta depende da via Neoplasia ativa Monitorar sono e resposta subjetiva sem avaliação Alvo funcional é Cautela em quadros oncológicos neuroendócrino / Atividade Uso contínuo sem Reavaliar se não houver benefício regenerativo pineal monitorização relativa Evitar automanejo prolongado 0 12 24 Tempo (24 h)PÁGINA 30 THYMULIN THYMULIN Peptídeo Via por Peptideo imunomodulador SC / tópica semana imunomodulador Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo tímico com Modulação inflamatória ação imunomoduladora Interesse em Suporte a reparo inflamação, pele e reparo tecidual Uso investigacional em Interesse em pele, cabelo suporte tecidual e recuperação Protocolos intermitentes Apoio imune em contextos são comuns específicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Maturação / A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO sinal imune SC: 1-2 mg SC para efeito Inflamação 2-3x/semana sistêmico desregulada uso diário em Tópico: Tópico para pele / formulações couro cabeludo Ambiente reparador Ciclos: 4-8 semanas Monitorar resposta inflamatória individualizar Recuperação Manutenção: Dados clínicos conforme resposta ! tecidual permanecem limitados Via: SC / tópica Uso intermitente Ênfase imune-tecidual 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Protocolos pouco padronizados Via e formulação Gestação e lactação Dados humanos limitados influenciam resposta sem avaliação Monitorar sintomas inflamatórios Uso intermitente Doença autoimune Resposta pode variar muito é comum sem seguimento Reavaliar se não houver benefício Uso sem Alvo funcional é acompanhamento Cautela em imunomodulação imune / reparador clínico prolongadaPÁGINA 31 KISSPEPTINA-10 KISSPEPTINA-10 Peptídeo Via Uso regulador do IV / SC experimental Uso experimental eixo HPG Pulsátil / agudo Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Neuropeptídeo Estimular liberação que ativa GnRH de LH/FSH Kisspeptina-10 Interesse em GnRH Gatilho de maturação puberdade, LH/FSH oocitária em estudos e fertilidade LH FSH Hipófise Avaliação do eixo Uso investigacional reprodutivo em reprodução assistida Interesse em Ação rápida e curta amenorreia hipotalâmica Ovário Testículo 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA 1 Liga-se A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO ao KISS1R Bolus IV/SC: 0,3-1 nmol/kg Uso apenas 2 investigacional GnRH até 3,2-12,8 nmol/kg Mais estudada em Faixa estudada: em protocolos fertilidade / IVF reprodutivos 3 LH / FSH L Resposta depende do Momento: dose única ou curta contexto endócrino 4 Esteroidogênese / Monitorização: LH, ovulação e Dados ainda limitados ovulação resposta hormonal Via: IV / SC L Ênfase no eixo Uso curto reprodutivo 5 CONTRAINDICAÇÕES EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipotálamo Gestação sem indicação Dados humanos ainda limitados Peptídeo de ação curta GnRH formal L Efeito hormonal rápido Efeito depende da reserva Hipófise Hipersensibilidade Uso em bolus ou curso muito curto Uso sem avaliação LH / FSH endócrina Monitorar LH/FSH e sintomas Concentração Gônadas Contextos oncológicos Cautela em protocolos repetidos (plasmática) (relativa) hormónio-dependentes sem critério Individualizar conforme objetivo Tempo VIA L USO ÊNFASE NO EIXO DADOS AINDA IV / SC CURTO REPRODUTIVO LIMITADOSPÁGINA 32 PULSÁTIL GONADORELINA 01:30:00 GnRH Via Uso clínico / sintético SC / IV / investigacional bomba pulsátil Pulsátil Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo do hormônio Estimular LH e FSH liberador de gonadotrofinas Indução de ovulação / Pode ser usado de espermatogênese em forma pulsátil contexto apropriado Interesse em hipogonadismo Avaliação diagnóstica do eixo HPG hipogonadotrófico e fertilidade GONADORELINA Suporte em amenorreia GnRH Também usado em hipotalâmica / CHH sintético testes diagnósticos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) PRÁTICA CLÍNICA / INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Bomba pulsátil SC: Melhor uso quando o eixo 5-20 mcg a cada 60-90 min hipofisário está preservado Teste IV: Estratégia pulsátil 100 mcg dose única é a clássica Duração terapêutica: Requer acompanhamento Ativa receptor LH / FSH função ovulação / semanas a meses especializado GnRH gonadal testosterona / Monitorização: LH/FSH, Dose ajustada espermatogênese estradiol/testosterona conforme resposta e resposta clínica Via: SC / IV L Uso pulsátil Ênfase fertilidade / diagnóstico 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação sem Adesão ao regime Meia-vida curta indicação formal pulsátil é crucial Hipersensibilidade Resposta varia conforme etiologia Exige pulsatilidade Tumores hormônio- Monitorar ovulação ou para efeito fisiológico dependentes sem testosterona Resposta depende da avaliação Pode causar flutuações frequência de Uso sem hormonais administração seguimento Individualizar titulação Tempo especializado (pulsos regulares) TENDÃO TRATO REPARO PELE MÚSCULO LIGAMENTO GASTROINTESTINAL E REGENERAÇÃOPÁGINA 33 Hipotálamo GnRH TRIPTORELINA TRIPTORELINA Hipófise Agonista de GnRH Agonista Via Uso Uso clínico LH FSH SC / IM de GnRH clínico Injetável depot Supressão hormonal Ovários Testículos Ficha clínica visual para consulta rápida 1 DECAPEPTÍDEO AGONISTA DE GNRH 2 SUPRESSÃO DO EIXO GONADAL Decapeptídeo agonista Hipotálamo de GnRH Controle de GnRH endometriose / Causa flare inicial e puberdade precoce depois supressão Uso em endometriose, Bloqueio hipofisário Hipófise CPP, reprodução em protocolos assistida e outras reprodutivos indicações Controle de condições LH FSH Versões diárias e depot hormônio-dependentes 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS flare inicial LH/FSH / A 1) PRÁTICA CLÍNICA B 2) RESUMO PRÁTICO Agonismo dessensibilização GnRH LH/FSH esteroides hipofisária Útil quando sexuais SC diário: 0,1 mg/dia objetivo é supressão Pode haver flare OH Depot IM: 3,75 mg mensal no início Outras apresentações: Escolha depende 11,25 mg trimestral da indicação LH FSH Monitorização: supressão Acompanhamento GnRH hormonal e sintomas clínico é essencial Via: SC / IM Ênfase em Uso diário ou depot supressão hormonal 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Flare inicial pode ocorrer Gestação Formulação diária Monitorar densidade óssea e depot Hipersensibilidade a em uso prolongado agonistas GnRH Sintomas hipoestrogênicos / Liberação prolongada hipoandrogênicos na forma IM Sangramento vaginal Avaliar fertilidade e sem diagnóstico Resposta depende planejamento reprodutivo da adesão e Uso sem acompanhamento Cautela em adolescentes apresentação e terapia longa Tempo Ênfase em Via: SC / IM Uso diário ou depot supressão hormonalPÁGINA 34 HIPOTÁLAMO LEUPRORRELINA GnRH HIPÓFISE ANTERIOR Via Agonista Uso SC / IM de GnRH clínico LH FSH depot OVÁRIOS TESTÍCULOS Supressão prolongada Ficha clínica visual para consulta rápida ESTRÓGENOS / PROGESTERONA 1 ANÁLOGO SINTÉTICO DE GnRH 2 SUPRESSÃO DO TESTOSTERONA EIXO GONADAL Análogo sintético de GnRH Controle de condições Promove supressão hormônio-dependentes após flare inicial Bloqueio em protocolos Uso em endometriose, de fertilidade mioma, CPP, próstata e reprodução Redução de estradiol/ Disponível em testosterona formulações depot 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS A ESQUEMAS B PONTOS PRÁTICOS Agoniza flare dessensibiliza LH/FSH GnRH inicial hipófise e hormônios SC diário: Muito usada sexuais 1 mg/dia em supressão Depot IM/SC: Forma depot LH 3,75 mg mensal melhora adesão FSH Outras opções: Risco de sintomas 11,25 mg trimestral climatéricos Monitorização: Escolha conforme - sintomas, supressão indicação e eventos adversos Via: SC / IM Uso diário / depot Ênfase em supressão 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação Flare no início do tratamento Formas de liberação Ondas de calor e perda óssea Hipersensibilidade imediata e prolongada em uso prolongado Sangramento uterino Monitorar humor, libido e Supressão sustentada sem investigação densidade mineral óssea com depot Planejamento reprodutivo Uso sem seguimento Resposta depende da é importante especializado apresentação Individualizar duração MICROESFERAS DEPOT Via: SC / IM Uso diário / depot Ênfase em supressãoPÁGINA 35 HIPOTÁLAMO BUSERELINA GnRH HIPÓFISE BUSERELINA Agonista Via Uso Spray nasal de GnRH SC / intranasal clínico LH FSH Uso clínico Supressão / reprodução Ficha clínica visual para consulta rápida OVÁRIOS 1 ANÁLOGO DE GnRH 2 BLOQUEIO HIPOFISÁRIO EM IVF Análogo de GnRH Controle de endometriose / Pode ser usado condições hormônio- por via SC ou nasal dependentes Aplicado em Supressão do reprodução assistida eixo gonadal e outras indicações hormonais Modulação da Promove flare inicial ovulação em protocolos seguido de supressão VIA INTRANASAL VIA SC 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS A PRÁTICA B RESUMO PRÁTICO AGONISMO TRANSITÓRIO GONADOTROFINAS DESSENSIBILIZAÇÃO GnRH LH/FSH ESTEROIDES Intranasal: 200-400 mcg Frequente em 2-3x/dia protocolos reprodutivos LH FSH SC: 200-500 mcg/dia Via nasal melhora praticidade Curso: protocolos Ajuste conforme curtos ou semanas resposta e esquema LH FSH Monitorização: supressão, Requer acompanhamento sintomas e resposta ovariana especializado Via: SC / nasal Uso diário Ênfase reprodução / supressão 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação Flare inicial VIA NASAL VIA SC Absorção depende Adesão à via nasal da via Hipersensibilidade é essencial Nasal exige doses VS Sangramento vaginal Pode causar cefaleia / repetidas sem causa definida fogachos Uso autônomo sem Monitorar resposta ovariana SC oferece exposição monitorização mais previsível Cautela em uso prolongado Tempo Tempo EIXO HIPOTÁLAMO- OVÁRIO / VIA NASAL VIA SC USO DIÁRIO ÊNFASE REPRODUÇÃO / HIPÓFISE ENDOMÉTRIO SUPRESSÃOPÁGINA 36 NAFARELINA Spray nasal NAFARELINA Agonista Via Uso de GnRH intranasal clínico Spray nasal Agonista de GnRH Ficha clínica visual para consulta rápida Hipotálamo Hipófise Ovários LH Estrógenos GnRH FSH Progesterona 1 ANÁLOGO DE GnRH POR VIA NASAL 2 SUPRESSÃO HORMONAL Análogo de GnRH Supressão hormonal por via nasal Controle de Supressão após endometriose flare inicial Controle de CPP em Uso em endometriose indicação apropriada e puberdade precoce Administração USO DIÁRIO Alternativa não diária é a regra injetável 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 POSOLOGIA E PROTOCOLOS Ativa receptor flare dessensibilização LH/FSH A PRÁTICA INVESTIGACIONAL B RESUMO PRÁTICO GnRH inicial hipofisária esteroides Intranasal padrão: Boa opção para 200 mcg 2x/dia via nasal Ajuste em alguns casos: Requer técnica correta até 400 mcg 2x/dia de aplicação L Uso contínuo: Falhas de dose semanas a meses ! reduzem eficácia Monitorização: sintomas, Acompanhamento sangramento e supressão clínico é necessário Via: nasal Uso contínuo Ênfase em supressão 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação Congestão nasal pode interferir Absorção pela Hipersensibilidade mucosa nasal Fogachos e Sangramento uterino hipoestrogenismo Doses repetidas anormal sem Monitorar densidade diagnóstico óssea se uso prolongado mantêm supressão Uso sem Adesão diária é crucial Resposta depende seguimento Reavaliar sintomas de técnica e adesão Via: nasal Uso contínuo Ênfase em supressãoPÁGINA 37 DESMOPRESSINA Análogo de Uso clínico vasopressina Via oral / DESMOPRESSINA intranasal / SC / IV SPRAY NASAL Antidiurético Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo seletivo Reduz poliúria de vasopressina Controla enurese Foco em retenção noturna hídrica e concentração urinária Manejo de DI central Uso em diabetes Também pode ser insipidus central, usada em contextos enurese e nictúria hemostáticos específicos Exige atenção ao sódio 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A PRÁTICA / PROTOCOLOS B RESUMO PRÁTICO Oral: 0,1-0,2 mg ao deitar, Dose depende da indicação podendo ajustar Restrição hídrica pode Intranasal: 10-40 mcg/dia ser necessária Risco principal é SC/IV: 1-4 mcg por dose ! hiponatremia Ativa reabsorção volume aquaporinas receptor V2 de água urinário Monitorização: diurese, Ajustar pela sódio e osmolaridade resposta clínica Via: oral / nasal / Ênfase em Uso regular parenteral diurese / sódio 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hiponatremia Monitorar sódio sérico Ação antidiurética H2O prolongada Polidipsia primária Educar sobre excesso de líquidos Biodisponibilidade reabsorção Insuficiência renal Cautela em idosos varia por via de água Na+ moderada/grave Efeito clínico Reavaliar cefaleia, Efeito clínico (diurese) Hipersensibilidade náusea e confusão monitorado por diurese e sódio Individualizar titulação Tempo VIA oral / nasal / USO regular ÊNFASE diurese / sódio parenteralPÁGINA 38 OXITOCINA OXITOCINA 5 mL SOLUÇÃO INJETAVEL Peptídeo Via Uso uterotônico IV / IM clínico 12 Obstetrícia / lactação mU/min VOLUME 125 mL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 QUE É / PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS 2 INDICAÇÕES CLÍNICAS Hormônio peptídico do Indução ou condução do trabalho de parto e trabalho de parto ejeção do leite Uso obstétrico clássico Prevenção / tratamento da hemorragia pós-parto Ação rápida em músculo uterino Favorece ejeção láctea em contexto apropriado Exige monitorização materno-fetal quando Controle de atonia uterina em infusão 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS A ESQUEMAS DE DOSAGEM B CONDUTAS GERAIS Indução IV: iniciar 0,5-1 mU/min Titulação deve ser gradual Aumentos: 1-2 mU/min a cada 30-60 min Monitorar contrações e FCF Liga-se ao cálcio 1 contrações ejeção láctea / Pós-parto IM: 10 UI receptor uterino intracelular uterinas hemostasia uterina ! Evitar hiperestimulação uterina Infusão pós-parto: 10-40 UI em solução IV Uso hospitalar é 0 padrão Via: IV / IM Uso agudo Ênfase obstétrica 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Desproporção cefalopélvica / Monitorização contínua Início rápido e sofrimento fetal em contexto Risco de hiperestimulação meia-vida curta impróprio uterina Hipersensibilidade + Necessita infusão Observar hipotensão e contínua para Quando parto vaginal intoxicação hídrica em manter efeito não é recomendado infusões longas Risco de ruptura uterina Ajustar com bomba Resposta depende em contextos específicos de infusão do tônus uterino Contração Contração Relaxamento inicial máxima interpulsos Uso criterioso é essencial Via: IV / IM Uso agudo Ênfase obstétricaPÁGINA 39 Córtex pré-frontal BREMELANOTIDA Núcleo accumbens Hipotálamo (PT-141) (MC4R) Área tegmental ventral (VTA) dopamina Agonista Via Uso melanocortínico SC clínico PT-141 Desejo sexual Ficha clínica visual para consulta rápida 1 ANÁLOGO PEPTÍDICO DE AÇÃO CENTRAL 2 TRATAMENTO DE HSDD EM MULHERES PRÉ-MENOPAUSÁICAS Análogo peptídico de ação central Apoio ao desejo sexual Atua em receptores MC4R melanocortínicos Ação central no circuito de excitação Uso em desejo sexual hipoativo Uso sob demanda Não é hormônio sexual direto Circuito de recompensa e excitação 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA A PRÁTICA INVESTIGACIONAL B RESUMO PRÁTICO Dose padrão: 1,75 mg SC Uso sob demanda L Momento: ≥45 min antes Autoinjetor é padrão da atividade sexual Ativa MC4R / modula resposta não depende de vias centrais desejo sexual subjetiva Máximo: 1 dose / 24 h Náusea é evento comum vasodilatação periférica Suspender se não houver Limite: até 8 doses / mês ! benefício após 8 semanas Via: SC Uso sob demanda Ênfase desejo sexual 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipertensão não controlada Pode causar náusea, rubor Ação central com início e cefaleia em dezenas de minutos Doença cardiovascular Pode elevar PA e reduzir FC não controlada Uso intermitente transitoriamente Gestação sem avaliação Monitorar resposta clínica Não indicada para uso díário rotineiro Escurecimento focal da pele Hipersensibilidade pode ocorrer Concentração Evitar em insuficiência plasmática (relativa) renal/hepática grave sem critério 0 30 60 90 120 180 Tempo (minutos) VIA: SC USO SOB DEMANDA ÊNFASE DESEJO SEXUALPÁGINA 40 MELANOTAN II MELANOTAN Agonista Via Uso Peptídeo melanocortínico SC experimental Uso experimental Bronzeamento / libido Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo melanocortínico Estimular melanogênese não aprovado Interesse experimental Foco investigacional em PROGRESSÃO DE PIGMENTAÇÃO em libido / ereção pigmentação e função sexual HIPOTÁLAMO Modulação de apetite Ação central e periférica MELANINA (POMC) e vias centrais Uso recreativo não é MELANOCORTINAS Uso permanece recomendado (MC1R / MC4R) não aprovado 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Ativa A PRÁTICA INVESTIGACIONAL B RESUMO PRÁTICO MC1R / MC4R Dose investigacional inicial: 0,25-0,5 mg SC ! Não aprovado para uso clínico melanina Faixa comum experimental: 0,5-1 mg SC Dados de segurança limitados efeitos centrais sobre desejo / ereção L Frequência: diária ou Priapismo, náusea e intermitente em relatos ! escurecimento cutâneo são riscos Monitorização: PA, náusea, efeitos adversos pigmentação e eventos adversos Evitar automanejo Via: SC Uso experimental Ênfase pigmentação / libido 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação Pode causar náusea, rubor e bocejos Ação central e periférica Neoplasias cutâneas / Risco de hiperpigmentação irregular lesões suspeitas Uso SC com Relatos de ereção prolongada / priapismo resposta variável Hipersensibilidade Qualidade do produto é Uso sem Perfil de segurança grande problema acompanhamento ainda incompleto médico Segurança de longo prazo é incerta PROGRESSÃO DE PIGMENTAÇÃO VIA: SC USO EXPERIMENTAL ÊNFASE PIGMENTAÇÃO / LIBIDOPÁGINA 41 SEMAX Uso clínico Análogo de Via ACTH(4-10) intranasal regional / experimental Cognição / neuroproteção Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo heptapeptídico sintético Melhorar foco e atenção Derivado de ACTH(4-10) Nootrópico / neuroprotetor intranasal Apoiar memória e aprendizagem Estudado em atenção, memória, Estudado em contextos de AVC e resposta ao estresse e recuperação neurorreabilitação pós-isquêmica Início rápido, uso em cursos curtos Modula prejuízos cognitivos é comum relacionados ao estresse 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A PRÁTICA: DOSAGEM B RESUMO PRÁTICO Via intranasal comumente Via intranasal é 300-900 mcg/dia, a clássica divididos 2-3 vezes Sinalização Modulação de Equilíbrio Melhora da Efeito depende da relacionada a BDNF / NGF e dopaminérgico / neuroplasticidade, Alguns protocolos curtos indicação clínica melanocortinas genes neurotróficos serotonérgico desempenho cognitivo usam 5-14 dias Dados mais robustos e resiliência neuronal na literatura russa / CIS Monitorar cefaleia, agitação, sono e resposta clínica ! Evitar automedicação e superinterpretação 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Pode causar cefaleia, irritabilidade, Hipersensibilidade ao produto insônia ou irritação nasal Absorção intranasal Gravidez / lactação sem avaliação Resposta varia conforme condição de base Início de ação do especialista relativamente rápido Individualizar duração do curso Estados psiquiátricos instáveis Cautela com estimulantes L Duração curta, muitas vezes requer uso diário repetido concomitantes Uso sem acompanhamento profissional Monitorar cognição e tolerância Efeito neurotrófico ao longo do curso direcionado ao SNC Ênfase cognição / Via: intranasal Uso curto / em cursos neuroproteçãoPÁGINA 42 SELANK Análogo Via Uso de tuftsina intranasal experimental SELANK 250 mcg Ansiedade / foco SPRAY NASAL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo sintético ansiolítico Apoio à ansiólise com Derivado de tuftsina alerta preservado Uso intranasal comum Resiliência ao estresse na literatura Atenção / desempenho Estudado para ansiedade, cognitivo estresse e cognição Interesse em disfunção Geralmente não sedativo cognitiva pós-estresse 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS (RESUMO) Neuromodulação A DOSAGENS (INTRANASAL) B RESUMO dos sistemas GABAérgico e monoaminérgico Comumente 250-400 mcg Uso ainda experimental por aplicação, 1-3x/dia em muitos cenários Efeito sobre Muitos protocolos experimentais: Via clássica é encefalinas / total de 300-900 mcg/dia intranasal vias de resposta ao estresse Ciclos curtos frequentemente Objetivo é calma sem de 7-14 dias sedação marcada Redução da ansiedade e Monitorar ansiedade, Base de evidências melhora da sedação, cefalteia e flexibilidade cognitiva tolerância nasal limitada e heterogênea 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Pode causar sonolência em Hipersensibilidade ao produto alguns usuários, cefaleia ou Absorção intranasal Gravidez / lactação sem avaliação desconforto nasal de especialista Resposta pode variar conforme Acesso central rápido Instabilidade psiquiátrica grave o nível basal de ansiedade Uso autônomo sem Cautela com benzodiazepínicos Perfil de efeito frequentemente acompanhamento e outros sedativos percebido em horas Individualizar horários, frequentemente foco Administração repetida manhã / noite diariamente é comum Via: intranasal Uso diário / curto Ênfase ansiedade / focoPÁGINA 43 N-ACETYL SEMAX AMIDATE Derivado Uso de Semax Via intranasal / SC experimental Cognição / neuroplasticidade Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de Semax com estabilidade aprimorada. Desperta interesse pelo potencial de Versão acetilada e amidada. melhora do foco, memória, energia mental, neuroproteção e suporte cognitivo Projetado para maior duração de atividade. relacionado ao estresse. L nootrópico e neuroprotetor experimental. Frequentemente discutido como variante Dados comparativos em humanos são limitados. de Semax com maior duração de ação. 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Sinalização relacionada A DOSAGENS (USO EXPERIMENTAL) B RESUMO a melanocortinas Uso intranasal 300-900 mcg/dia Não há dose clínica validada. Aumento de em 1-2 ou 2-3 comum (experimental) neurotrofinas, aplicações Composto apenas experimental. como BDNF Uso SC 200-500 mcg/dia Maior duração que Semax clássico Plástico sináptica e (experimental) é alegada, mas não firmemente modulação de estabelecida. neurotransmissores Monitorar sono, cefaleia, agitação e Uso requer cautela e Suporte cognitivo e resposta cognitiva. interpretação especializada. resiliência neuronal 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Dados ainda mais limitados Projetado para maior estabilidade ao composto. do que os de Semax. e possivelmente efeito prolongado. Gravidez / lactação Risco de superestimulação, Vias intranasal / SC sem revisão. cefaleia, insônia ou irritação nasal. (experimentais). Estado neuropsiquiátrico instável. Controle de qualidade Doses repetidas ainda do produto é crítico. são comuns. Uso experimental sem Evitar combinar supervisão adequada. Peptídeo com efeito direcionado indiscriminadamente com ao SNC. estimulantes. Via: intranasal / SC Ênfase cognição / Uso experimental neuroplasticidadePÁGINA 44 N-ACETYL SELANK AMIDATE Derivado Via intranasal / Uso de Selank SC experimental Ansiedade / clareza mental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de Selank com estabilidade Apoiar a redução da ansiedade aumentada. e da tensão. Versão acetilada e amidada. Peptídeo ansiolítico / nootrópico Melhorar a clareza mental experimental. sob estresse. Interesse na modulação do estresse Apoiar a concentração e com preservação cognitiva. possivelmente a qualidade do Evidência em humanos ainda limitada. sono ao reduzir a hiperexcitação. 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Peptídeo relacionado ao A USOS EXPERIMENTAIS RESUMO DE DOSAGENS B RESUMO tuftsina. Uso intranasal experimental 250-600 mcg/dia Não há dose clínica (mais comum) em doses divididas Modulação do tônus estabelecida. GABAérgico / Geralmente 1-2 ou monoaminérgico. 2-3 aplicações ao dia Peptídeo de uso experimental apenas. Alguns relatos de uso 200-500 mcg/dia Regulação de vias SC experimental de estresse e ansiedade. Racional: atividade Ciclos curtos, tipicamente mais longa que Selank. 1-2 semanas, são comuns nos relatos. Cognição mais calma Monitorar ansiedade, sonolência Dados ainda escassos e alerta preservado. e tolerância nasal. e preliminares. 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Z Pode causar sonolência, Desenvolvido para maior ao peptídeo ou a cefaleia ou desconforto nasal. estabilidade e possivelmente seus componentes. Resposta varia ação prolongada. Gravidez / lactação substancialmente sem avaliação médica. entre indivíduos. Via intranasal é a mais utilizada nos relatos. Transtorno psiquiátrico Cautela com sedativos instável. e álcool. Administração repetida, Uso sem supervisão Qualidade do produto e porém menos frequente, profissional. precisão da dosagem pode ser utilizada são essenciais. experimentalmente. Ênfase ansiedade / Via: intranasal / SC Uso experimental clareza mentalPÁGINA 45 DIHEXA DIHEXA Análogo de Uso Via oral / SC Ang IV experimental Memória / sinaptogênese Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptidomimético derivado da Interesse experimental em angiotensina IV. memória, aprendizado, Candidato potente para formação de sinapses e sinaptogênese. condições neurodegenerativas. Estudado para cognição e doenças neurodegenerativas. Foco de pesquisa em Sem uso clínico aprovado. comprometimento cognitivo Sem ensaios robustos e reparo neuronal. em humanos. 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Análogo de Ang IV A DOSAGENS (Resumo) B RESUMO (Avisos principais) Não há dose clínica humana validada. 1 Usar apenas como composto Interação com vias de pesquisa experimental. relacionadas a HGF/ Estudos pré-clínicos c-Met e cascatas costumam utilizar cerca de Não há ensaios humanos sinaptogênicas 0,1-1 mg/kg. robustos de eficácia concluídos. Algumas discussões Preocupações teóricas incluem Aumento de espinhas experimentais citam efeitos de sinalização de dendríticas / suporte administração oral ou SC, crescimento não controlados sináptico mas protocolos humanos (vias c-Met). não estão estabelecidos. Melhora de aprendizado Monitorar estritamente Evitar apresentação como e memória em modelos se discutido em contexto padrão de cuidado. pré-clínicos de pesquisa. 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Segurança a longo prazo Gravidez / lactação A biodisponibilidade oral é um desconhecida. dos motivos de interesse. Câncer ativo ou alto Preocupações com qualidade risco oncológico do produto. Exposição no SNC é discutida experimentalmente. Risco proliferativo teórico Hipersensibilidade I relacionado a c-Met. Duração de ação e PK ao composto + Evitar em contextos médicos em humanos permanecem Autouso sem de alto risco. incertas. supervisão Evidências apenas profissional pré-clínicas. Via: oral / SC Uso experimental Ênfase memória / sinaptogênesePÁGINA 46 DSIP Delta Sleep-Inducing Peptide DSIP Sono / Via Peptídeo do sono estresse SC / IV / intranasal Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Delta sleep-inducing peptide. Interesse na qualidade do sono Estudado na regulação do sono, estresse, (sono profundo / reparador). dor e equilíbrio autonômico. δ Redução de estresse e suporte à recuperação. Evidências mistas. Contextos de cefaleia / dor em Largamente experimental. estudos mais antigos. Possível modulação autonômica. 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Peptídeo de sinalização A DOSAGENS (experimental) B RESUMO (visão clínica) no SNC, com mecanismo não totalimente definido. Evidência heterogênea Sem dose clínica padrão. e limitada. Melhor enquadrado Possível modulação da Estudos em humanos (sono, IV): como experimental. arquitetura do sono e das aproximadamente 25 nmol/kg. vias de resposta ao estresse. Uso próximo ao horário Discussões experimentais de dormir é o conceito (SC / intranasal): aproximadamente mais comum. 100-300 mcg próximos ao horário Pode influenciar 0 equilíbrio de dormir. Evitar alegações fortes neuroendócrino e autonômico. de eficácia. Monitorar: sedação no dia seguinte, qualidade do sono e tolerância. Ênfase: pesquisa, personalização e segurança. 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade ao DSIP Pode causar sonolência, Peptídeo curto com PK ou a qualquer componente. sonhos vívidos, tontura incerta entre as vias. ou resposta variável. Gestação / lactação Benefício no sono é Horário de dormir é o sem avaliação médica. inconsistente entre indivíduos. timing mais comum Uso concomitante indevido Cautela com hipnóticos experimentalmente. de sedativos. ou álcool. Uso sem supervisão ! A via influencia início de Iniciar de forma conservadora profissional. ação e biodisponibilidade. em contexto de pesquisa. Via: SC / IV / intranasal Uso noturno / experimental Ênfase sono / estressePÁGINA 47 CEREBROLYSIN CEREBROLYSIN 20 mL Complexo Uso clínico Via IV / IM neuropeptídico em alguns países Neurorecuperação Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Preparação neuropeptídica Neurorecuperação após derivada de cérebro suíno acidente vascular cerebral isquêmico Perfil neurotrófico multimodal Suporte em traumatismo Utilizado em alguns países para cranioencefálico AVC, TCE e comprometimento Declínio cognitivo e contextos cognitivo de demência Não possui aprovação Adjuvante à reabilitação neurológica universal 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A DOSAGENS B RESUMO PRÁTICO Comprometimento cognitivo: comumente 5-10 mL/dia Uso clínico é dependente da região AVC / TCE: protocolos frequentemente 20-30 mL/dia Habitualmente Fragmentos Suporte à sobrevivência Potencial melhora na Alguns estudos: 30-50 mL/dia empregado em neuropeptídicos neuronal, plasticidade recuperação funcional ciclos de tratamento neurotróficos sináptica, efeitos e na cognição Habitualmente por 10-21 dias anti-excitotóxicos e anti-inflamatórios Infusão IV ou IV lenta Maior uso prático como (preferido) adjuvante à reabilitação em vez de terapia Monitorar status neurológico, tolerância e isolada reações relacionadas à via 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA ! Hipersensibilidade ao produto Ambiente de infusão Mistura de peptídeos com ou a seus componentes preferencialmente adequado administração IV / IM Epilepsia não bem Monitorar agitação, cefaleia, controlada tontura e pressão arterial Efeito clínico discutido em cursos de tratamento, não em exposição Insuficiência renal grave benefício depende do de dose única (dependendo das orientações tempo e do contexto do produto) de reabilitação Ação neurotrófica no SNC Uso sem avaliação Orientações específicas é o conceito central adequada do produto importam Via: IV / IM Uso em ciclos Ênfase neurorecuperaçãoPÁGINA 48 P21 BDNF Peptídeo Uso Via oral / SC neurotrófico experimental Neurogênese / BDNF Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Candidato a peptídeo neurotrófico associado ao aumento da sinalização Interesse de pesquisa em: relacionada ao BDNF. Neurogênese hipocampal Estudado em modelos de neurodegeneração Plasticidade sináptica e cognição. Preservação da memória Em caráter essencialmente pré-clínico. Modelos neurodegenerativos relacionados a tau e 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Mimetiza sinalização A DOSAGENS (pré-clínico) B RESUMO neurotrófica. Não há dose clínica humana Peptídeo experimental validada. apenas. BDNF e proteínas Na pesquisa pré-clínica, é sinápticas. comum discutir em torno de Dados disponíveis são 0,1-1 mg/kg/dia. pré-clínicos. Suporte à neurogênese e Alguns programas em reodores sobrevida neuronal. ressaltam ~0,5 mg/kg/dia. Valor potencial: neuroproteção Via: oral ou SC em e suporte cognitivo. contextos experimentais. Melhora da aprendizagem e memória em modelos Monitorização apenas em ? A tradução para humanos pré-clínicos. ambientes de pesquisa. ainda é desconhecida. 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gravidez e lactação. ? Segurança em longo prazo Dados de farmacocinética é incerta. humana são limitados. Hipersensibilidade ao produto ! Identidade e qualidade do produto ou a seus componentes. Estabilidade oral experimental e devem ser questionadas. intenção neurotrófica no SNC Uso experimental sem supervisão. Evitar superestimar benefícios fazem parte do interesse. em materiais de divulgação. Ausência de dados de segurança Se investigado, monitorar Duração do efeito permanece em comorbidades importantes. incerta. cognição, humor e tolerância. Via: oral / SC Uso experimental Ênfase neurogênese / BDNF