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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - UNIPAC</p><p>AUTORES: JULIA MENDES, LAÍS GRANADO, MARCELLA AMORIM E RAYANE CARVALHO.</p><p>RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA</p><p>DETERMINAÇÃO DE ALBUMINA NA URINA</p><p>Relatório apresentado ao professor Fernando Teixeira Gomes como requisito parcial para a conclusão da disciplina Bioquímica do curso de Nutrição do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos.</p><p>Juiz de Fora</p><p>2024</p><p>SUMÁRIO</p><p>1</p><p>INTRODUÇÃO.............................................................................................</p><p>3</p><p>2</p><p>OBJETIVOS.................................................................................................</p><p>3</p><p>3</p><p>MATERIAL E MÉTODOS.............................................................................</p><p>3-4</p><p>3.1</p><p>Soluções .................................................................................</p><p>3-4</p><p>3.2</p><p>Materiais.......................................................................................................</p><p>3-4</p><p>3.3</p><p>Metodologia..................................................................................................</p><p>5</p><p>4</p><p>RESULTADOS E DISCUSSÃO...................................................................</p><p>6</p><p>1 - INTRODUÇÃO</p><p>Um exame qualitativo de urina (EQU) é um teste laboratorial, que tem por função avaliar aspectos físicos e químicos de substâncias específicas que devem ou não estar na urina, e suas devidas proporções, como índice de proteína, glicose, entre outros. Avalia-se também a funcionalidade hepática e renal. A Diabete Mellitus por exemplo, é identificada na urina em um quadro de glicosúria, marcada pela presença de glicose e/ ou corpos cetônicos. Somados a outros exames, auxilia na identificação de vários quadros patológicos de grande importância para homeostase corporal.</p><p>2 - OBJETIVOS</p><p>Esta prática tem como objetivo evidenciar a presença de proteínas em amostra de urina pela desnaturação com ácido nítrico.</p><p>3 - MATERIAL E MÉTODOS</p><p>3.1 - Soluções:</p><p>· Ovoalbumina;</p><p>· Urina de paciente não diabético;</p><p>· Urina de paciente diabético.</p><p>3.2 - Materiais:</p><p>· 3 Pipetas Pasteur;</p><p>· Frasco para coleta da urina;</p><p>Pipeta e frasco utilizados para captação da urina no experimento. (Figura 1)</p><p>Fonte: dos autores.</p><p>· 3 tubos de ensaio pequenos;</p><p>Tubos de ensaio utilizados no experimento. (Figura 2).</p><p>Fonte: dos autores.</p><p>· Estante para tubos de ensaio.</p><p>3.3 - Metodologia:</p><p>Foram identificados três tubos de ensaio pequenos e secos e no tubo (1), foi pipetado 2mL de amostra de urina de um paciente diabético.</p><p>Pipetagem de urina de paciente diabético. (Figura 3).</p><p>Fonte: dos autores.</p><p>No tubo (2) foi pipetado 2mL de amostra de urina de um paciente não diabético.</p><p>Pipetagem de paciente não diabético. (Figura 4).</p><p>Fonte: dos autores.</p><p>E no tubo (3), foi pipetado 2mL da solução de ovoalbumina.</p><p>Adição de ovoalbumina no tubo 3. (Figura 5).</p><p>Fonte: dos autores.</p><p>Em cada tubo foi também adicionado 2mL de ácido nítrico lentamente no fundo de cada tubo de modo que os dois líquidos não se misturaram.</p><p>Adição de ácido nítrico nas amostras coletadas. (Figura 6).</p><p>Fonte: dos autores.</p><p>4 – RESULTADOS E DISCUSSÃO</p><p>No tubo (1), que continha amostra de urina coletada do paciente diabético, foi observado a precipitação de um pequeno anel branco leitoso com o passar do tempo após a adição do ácido nítrico. No tubo (2), que continha amostra de urina coletada do paciente não diabético, foi observado que não obteve-se o anel branco leitoso. E por último, no tubo (3) que continha 2mL de solução de ovoalbumina, observou-se a precipitação praticamente imediata do anel branco leitoso acima da urina que estava no tubo, logo após adição do ácido.</p><p>Após a obtenção desses resultados, concluiu-se que proteínas são realmente moléculas extremamente voláteis, que se alteram com mudanças no pH e na temperatura, por exemplo. A perda da solubilidade da proteína ocorre pela desnaturação, causada pelo ácido nítrico, que muda o pH e promove a precipitação das proteínas formando o anel. Assim, o teor da albumina na urina foi marcada quando o ácido reagiu, de forma alta e concentrada no tubo que possuía ovoalbumina, e nenhuma reação no tubo que possuía urina de paciente não diabético. Por fim, destacou-se a importância do exame qualitativo de urina na identificação de produtos liberados na urina que, quando exagerado, pode causar uma sobrecarga renal e uma insuficiência de funcionamento do órgão.</p><p>image2.jpg</p><p>image3.jpg</p><p>image6.jpg</p><p>image5.jpg</p><p>image7.jpg</p><p>image1.png</p><p>image4.jpg</p>

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