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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI</p><p>GLEIDE SOARES BALDEZ</p><p>EVASÃO ESCOLAR</p><p>Causas e soluções</p><p>UBÁ MG</p><p>2024</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI</p><p>GLEIDE SOARES BALDEZ</p><p>EVASÃO ESCOLAR</p><p>Causas e soluções</p><p>Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito parcial à obtenção do título de LICENCIATURA em HISTÓRIA.</p><p>UBÁ MG</p><p>2024</p><p>EVASÃO ESCOLAR: CAUSAS E SOLUÇÕES</p><p>GLEIDE SOARES BALDEZ</p><p>Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.</p><p>Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços).</p><p>RESUMO</p><p>O objetivo é analisar elementos que causam a evasão escolar refletindo sobre o trabalho educativo, e a importância da prática pedagógica dos professores acerca dos conceitos envolvendo: mediação, historicidade, prática social e transmissão do conhecimento socialmente construído.</p><p>Em pesquisa da Fundação Getúlio Vargas sobre a crise de permanência no ensino médio (FGV, 2009), destacam-se dois motivos para os jovens de até 17 anos abandonarem a escola média: falta de interesse/motivação (40,29%) e falta de renda familiar (27,09%). Quanto ao ensino superior, outros estudos ressaltam como principais causas para a evasão estudantil o nível socioeconômico dos estudantes e as dificuldades para conciliar estudo e trabalho (SERPA, 2000; ANDRIOLA; ANDRIOLA; MOURA, 2006); desconhecimento do curso e/ou imaturidade na escolha profissional; desilusão com o curso; desestímulo do mercado de trabalho, que desprestigia algumas carreiras ou não absorve profissionais de determinadas áreas; fraco desempenho acadêmico no primeiro ano do curso, devido à formação precária no ensino fundamental; repetência, dificuldades com o corpo docente; dificuldade de adaptação à estrutura dos cursos (PEIXOTO; BRAGA; BOGUTCHI, 1999; KIPNIS, 2000; BORZO et al., 2006). A maioria dos indicadores mencionada nos estudos feitos no Brasil também o é nas pesquisas internacionais, sendo que a condição socioeconômica do estudante é considerada como principal responsável pela evasão e/ou outras modalidades de fracasso escolar, em todos os níveis de ensino</p><p>O desafio de ser professor exige educar todos, sem exceção. O Brasil, por enquanto, está perdendo essa batalha. É verdade que os índices de acesso à Educação avançaram nas últimas três décadas (97,6% das crianças e dos adolescentes entre 7 e 14 anos estão na escola). Mas os indicadores de permanência - a taxa de abandono, que mostra os que não concluíram o ano letivo, e a de evasão, que aponta os que não se matricularam no ano seguinte - não caminharam no mesmo ritmo. Hoje, de cada 100 estudantes que ingressam no Ensino Fundamental, apenas 36 concluem o Ensino Médio.</p><p>Responsabilizar o aluno pelo abandono é a saída mais fácil. Na verdade, ele é o menos culpado. Pesquisas indicam que existem dois conjuntos de fatores que interferem no abandono escolar. O primeiro deles é o chamado risco social. Fatores como a condição socioeconômica e o lugar de residência podem aumentar a pressão para a desistência: com a necessidade de complementar a renda familiar, muitos jovens são atraídos pelo trabalho precoce e largam os livros.</p><p>Palavras-chave: Professor. Aluno. Escola. Motivação. Fracasso.</p><p>1</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Neste artigo, a pretensão é apresentar para a discussão as causas e soluções da evasão escolar, mas especificamente na educação fundamental e nível médio. O problema da evasão escolar preocupa a escola e seus representantes, ao perceber alunos com pouca vontade de estudar, ou com importantes atrasos na sua aprendizagem. Os esforços que a escola, na pessoa da direção, equipe pedagógica e professores fazem para conseguir a frequência e aprovação dos alunos não asseguram a permanência deles na escola.</p><p>Nesse sentido, é preciso considerar que a evasão escolar é uma situação problemática, que se produz por uma série de determinantes. Convém esclarecer que o termo evasão escolar será entendido como resultado do fracasso escolar do estudante e da própria instituição escolar, como se verá mais adiante ao estudar as causas e consequências da evasão escolar, assim como seus efeitos na produtividade da escola. Torna-se relevante explicar que produtividade será tomada sob dois aspectos: um diz respeito à conclusão dos estudos pelo aluno e outro se amplia para abranger o próprio resultado da apropriação do saber em seu sentido mais amplo, capaz de levar o aluno a se constituir como cidadão e sujeito histórico (VASCONCELLOS, 1995).</p><p>Entender e interferir positivamente no processo da evasão escolar é um desafio que exige uma postura de desconstrução das verdades construídas pelos leitores, assumindo assim uma atitude reflexiva diante dos conhecimentos prévios acerca da evasão escolar. Assim vale destacar que essa situação é semelhante ao ato de conhecer citado por Freire (1982, p. 86), como um desafio, onde se lê que:</p><p>O próprio fato de tê-lo reconhecido como tal me obrigou a</p><p>assumir em face dele uma atitude crítica e não ingênua.</p><p>Essa atitude crítica, em si própria, implica na penetração na</p><p>intimidade, mesma do tema, no sentido de desvelar-lo mais e</p><p>mais. Assim,ao ser a resposta que procuro dar ao desafio</p><p>se torna outro desafio a seus possíveis leitores. É que minha</p><p>atitude crítica em face do tema me engajar num ato de</p><p>conhecimento.</p><p>Embora não tenha sido citada como a causa principal da evasão escolar, a necessidade de trabalho e renda é um aspecto importante do abandono da escola. Foi mencionada por 27,1% dos jovens incluídos na pesquisa da FGV. Muitos adolescentes e jovens entram no mercado de trabalho cedo demais e a vida escolar acaba sendo sacrificada. É preciso considerar também que quem permanece na escola muitas vezes concilia os estudos com o trabalho, o que afeta seu rendimento. Segundo a pesquisa da FGV, aos 18 anos 53% dos jovens frequentam as aulas e 54% trabalham. Aqui, de novo, a oferta de material online para o estudante ter acesso a conteúdo que perdeu ou deixou de assimilar por cansaço pode provocar efeitos positivos.</p><p>No levantamento da FGV, a dificuldade de acesso à escola foi mencionada por 10,9% dos jovens como causa do abandono das aulas. Esse fator é especialmente importante na zona rural e na periferia dos grandes centros urbanos e uma das questões mais sérias relacionadas à evasão escolar, porque envolve um problema social que foge do aspecto pedagógico. Mesmo assim a escola não pode se omitir. Precisa ser parceira do aluno na busca por uma solução, agindo até mesmo como intermediária da transferência dele para um colégio mais próximo de casa.</p><p>O cuidado com a evasão escolar por parte dessa categoria manifesta-se por um lado, em medidas visando o retorno dos alunos evadidos, e por outro, pela preocupação em manter os alunos na escola antes que abandonem os estudos. No primeiro caso podem ser citados: telefonemas, visitas, envio de recados e entrega</p><p>de listas contendo os nomes de alunos evadidos para a equipe pedagógica.</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>De Acordo com Cunha (2008), ele nos mostra a importância que o professor deve ter ao procurar conhecer o seu aluno de forma particular, principalmente, no que diz respeito aos estágios de desenvolvimento cognitivo de seu aluno, para que possa utilizar-se de recursos adequados e ao mesmo tempo que estimulam, facilitando assim de forma significativa o aprendizado do aluno.</p><p>Visitar a família é um passo importante, porque permite conhecer o problema de perto e definir com os pais estratégias para que a situação não se repita. Segundo ECA Art. 56 II está previsto por lei, se nada disso resolver, ainda é possível recorrer ao Conselho Tutelar, que entra em contato com as famílias para exigir que os direitos da infância e da adolescência sejam cumpridos, ou mesmo ao Ministério Público, que pode pressionar pais e responsáveis sob pena de punições legais. A frequência escolar é fundamental para o aluno, que aprende muito mais, e para a escola, que investe de forma adequada o dinheiro público ou a receita das mensalidades. Por isso, a evasão escolar é um problema que precisa ser combatido dia após dia, ano após ano.</p><p>Para combater a evasão escolar é essencial que os educadores tenham atenção redobrada com os estudantes que estão com dificuldade nas disciplinas e aparentam desmotivação – um sintoma claro disso é deixar de realizar os deveres de casa ou de estudar para provas. Por outro lado, há situações em que crianças e adolescentes com bom potencial não se sentem desafiados e deixam de se interessar pelos estudos.</p><p>Justamente por ser consequência de vários fatores, a evasão escolar não pode ser evitada por ações pontuais. Para atenuar esse fenômeno, é preciso colocar o tema na pauta do planejamento pedagógico no começo do ano e discutir o assunto de forma regular ao longo do semestre. Só assim é possível identificar logo alunos com propensão a problemas e trabalhar as causas desse comportamento. Normalmente o abandono dos estudos é apenas a última etapa de um processo que começa bem antes.</p><p>Um dos caminhos que também levam à evasão escolar é o das punições por indisciplina. A direção não pode ser inflexível nem se colocar contra o estudante. A indisciplina é sintoma de um desajuste que, em boa parte dos casos, está além da esfera pedagógica. Trabalhar próximo da família do aluno com problemas de adaptação é fundamental. Nesse aspecto da indisciplina existe o do bullying, que também pode causar abandono escolar. Aqui, a escola precisa se antecipar a eventuais casos, fazendo campanhas para mostrar que está atenta à questão e usando atividades pedagógicas e extraclasse para integrar os estudantes mais tímidos.</p><p>A evasão escolar na rede ensino é um problema nacional que vem afetando todos os Estados e Municípios brasileiros onde tem oportunizado as escolas através de projetos, reverter este quadro de desestruturação formal, que se torna um problema de responsabilidade de toda a nação, que só qualificar os educadores não é o suficiente, pois é necessário que se faça uma política econômica que possa ingressar cada cidadão no campo do trabalho, pois a baixa estima destes jovens e adultos é um dos pontos mais negativos na história de vida de cada um. A educação é o único caminho capaz para transformação humana social dos indivíduos, conduzindo-os para uma visão crítica, conscientizando e preparando-os para viverem em sociedade e assumindo a sua cidadania. MARX (1991, p.27).</p><p>Segundo a visão de ARROYO (1997, p.23), “na maioria das causas da evasão escolar a escola tem a responsabilidade de atribuir a desestruturação familiar, e o professor e o aluno não têm responsabilidade para aprender, tornando se um jogo de empurra”. Sabemos que a escola atual é preciso estar preparada para receber e formar estes jovens e adultos que são frutos dessa sociedade injusta, e para isso é preciso, professores dinâmicos, responsáveis, criativos, que sejam capazes de inovar e transformar sua sala de aula em um lugar atrativo e estimulador.</p><p>Porém as causas da evasão escolar vão além, pois apresentam-se motivos com relação a desistência escolar pela dificuldade na aprendizagem do aluno, desestimulando a frequentar a escola, muitas das dificuldades ocorrem na leitura e escrita, na qual seria uma das ferramentas principais do aluno, e muitas vezes a capacidade pedagógica não consegue visualizar gerando assim o desinteresse do aluno. Segundo Piaget, a leitura deve ser significativa tanto para as crianças como para os jovens e adultos que não conseguem compreender a significação de uma mensagem escrita (WADS WOKTH 1989, p.153).</p><p>A evasão escolar tem vários motivos, se observarmos bem de perto as instituições nos revela que a maior causa do abandono escolar, provavelmente, não é a que você pensou. Por décadas repetiu-se o discurso de que o aluno abandonava o ensino médio para trabalhar. Mas uma pesquisa de 2009 da Fundação Getúlio Vargas mostrou, com base nos dados da Pnad de 2006, que 40,3% dos jovens de 15 a 17 anos tinham abandonado os estudos por falta de interesse. A escola deve ser um lugar atrativo para os alunos. Devemos promover um ambiente escolar favorável ao processo de aprendizagem envolvendo todos: alunos, professores, família e gestão escolar.</p><p>Fica claro que a escola precisa olhar para si própria. Do ponto de vista da gestão, uma providência essencial é atacar as causas da evasão. O acompanhamento eficiente da frequência - que também deve estar na pauta das reuniões pedagógicas - ajuda a mapear o problema e identificar os motivos das faltas. Dependendo da razão, é possível escolher a melhor forma de reverter o quadro: conversas com pais e alunos, visitas às famílias, aulas de reforço e campanhas internas e na comunidade.</p><p>A miopia para enxergar o problema atrapalha. Em geral, a interrupção dos estudos é o passo final de um processo que deixa sinais. O primeiro costuma ser o desinteresse em sala. Indisciplina e atos de violência também são comuns. Logo começam as faltas, cada vez mais frequentes. Por fim, a ausência definitiva. Também são recorrentes, sobretudo entre os jovens, as queixas de que a escola "não serve para nada".</p><p>É necessário também arrumar o "lado de fora" dos muros, atacando o risco social. Em termos de políticas públicas, atrelar benefícios sociais como o Bolsa Família à frequência escolar funcionou, reduzindo na população atendida de 4,4 para 2,8% o total de crianças e jovens entre 7 e 14 anos fora da escola. Ampliar a ação pode dar bons resultados. Mas é preciso também garantir que esses alunos aprendam. Nesse sentido, uma boa sugestão é adicionar critérios que possam indicar se o estudante de fato avançou, aproveitando o direito a uma Educação de qualidade - e para todos.</p><p>3 CONCLUSÃO</p><p>Muitas tentativas foram feitas no sentido de responder às questões dos motivos do abandono da escola. Grande parte das evidências mostraram que a evasão escolar e a pobreza estão intimamente ligados, e que o trabalho antes da idade adequada é um dos principais fatores, prejudicando assim a obtenção de maiores níveis educacionais. A falta de percepção acerca dos retornos futuros e a indisponibilidade de serviços educacionais de qualidade levaram o aluno ao trabalho precoce e ao baixo nível educacional.</p><p>A evasão escolar se arrasta ano a ano no Brasil, com um crescimento acentuado como também entende-se não só como um problema de ordem escolar e familiar mas como um problema social. Mas também vale mencionar que o combate à evasão escolar começa com o fornecimento de uma educação de qualidade, com professores capacitados, valorizados e estimulados a cumprirem sua nobre missão de educar, dando especial atenção àqueles alunos que se mostram mais indisciplinados e que apresentam maiores dificuldade no aprendizado (pois são estes, mais do que qualquer outro, que necessitam de sua intervenção),</p><p>exercendo sua autoridade, estabelecendo limites e distribuindo responsabilidades, sem jamais deixar de respeitá-los; conselhos escolares realmente participativos, representativos e atuantes; escolas que apresentem instalações adequadas, asseio, organização e segurança, enfim, que haja um ambiente propício ao estudo e à aprendizagem, no qual o aluno se sinta estimulado a permanecer e a aprender.</p><p>4 REFERÊNCIAS</p><p>ARROYO, Miguel G. Escola coerente à Escola possível. São Paulo: Loyola, 1997.</p><p>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 13 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.</p><p>MARX, Karl. Formações Econômicas Pré-capitalistas. 6ª ed. Rio de Janeiro : Paz e</p><p>Terra, 1991. PIAGET, VYGOTSKY, WOLLAN: Teoria psicogenética em discussão. 17 ed. São Paulo: Ed. Summus, 1992.</p><p>ANDRIOLA, W. B.; ANDRIOLA, C. G.; MOURA, C. P. Opiniões de docentes e de coordenadores acerca do fenômeno da evasão discente dos cursos de graduação da Universidade Federal do Ceará. Ensaio, Rio de Janeiro, v. 14, n. 52, p. 365-382, 2006</p><p>BRANDÃO, Z.; BAETA, A. M. B. O estado da arte da pesquisa sobre evasão e repetência no ensino de 1º grau no Brasil (1971-1981). Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 64, n. 147, p.38-69, 1983.</p><p>Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 23 dez. 1996. 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituiçao.htm>. Acesso 13 de outubro 2016.</p><p>FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS (FGV). O tempo de permanência na escola e as motivações dos sem-escola. Coordenação Marcelo Côrtes Neri. Rio de Janeiro: FGV/IBRE, CPS, 2009. Disponível em: <http://www.fgv.br/cps/tpemotivos/>. 13 de outubro 2016.</p><p>BORZO, C. et al. A contribuição da disciplina de Introdução à Química no diagnóstico da evasão. Ensaio, Rio de Janeiro, v. 14, n. 51, p. 261-277, 2006NBR 6023.</p><p>gleydsache@gmail.com</p><p>image1.png</p>

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