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<p>03/09/2024</p><p>1</p><p>COTO E</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>KARLA RAKEL GONÇALVES LUZ</p><p>COTO</p><p>Para Carvalho (2001) e May (1993), o membro</p><p>residual de amputação é denominado coto.</p><p>O coto de amputação, agora é considerado como um</p><p>novo membro, é o responsável pelo controle da</p><p>prótese durante a posição ortostática e a</p><p>deambulação.</p><p>Pode causar deformidades em flexão e abdução do</p><p>quadril.</p><p>Quanto mais próximo da articulação maior tendência</p><p>à deformidade.</p><p>03/09/2024</p><p>2</p><p>COTO</p><p>Para que isso seja possível, ele deve apresentar algumas</p><p>características, tais como:</p><p>1) Nível adequado: nem sempre o melhor coto é o mais longo. Para</p><p>alguns níveis de amputação podemos obter resultados menos</p><p>satisfatórios com a protetização e reabilitação;</p><p>2) Coto estável: a presença de deformidades nas articulações</p><p>proximais ao coto pode dificultar a deambulação e a protetização;</p><p>3) Presença de um bom almofadamento;</p><p>COTO</p><p>4) Bom estado da pele: coto com boa sensibilidade, sem úlceras e</p><p>enxertos cutâneos facilita a reabilitação cutâneos facilita a</p><p>reabilitação.</p><p>5) Ausência de neuromas terminais: para certos níveis a presença de</p><p>neuromas impede o contato e/ou descarga distal.</p><p>6) Boa circulação arterial e venosa, evitando isquemia.</p><p>03/09/2024</p><p>3</p><p>COTO</p><p>7) Boa cicatrização: as suturas devem ser efetuadas em locais</p><p>apropriados conforme o nível de amputação. As cicatrizes não</p><p>devem ser irregulares, hipertróficas ou apresentar aderências,</p><p>retrações, deiscências e supurações.</p><p>8) Ausência de edema significativo (Carvalho, 2001).</p><p>03/09/2024</p><p>4</p><p>AVALIAÇÃO DA</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>A amputação não deve ser considerada</p><p>como o fim ou perda de uma membro</p><p>que irá gerar incapacidades.</p><p>INCENTIVAR E DAR IMPORTÂNCIA A VIDA</p><p>(necessidade de acompanhamento físico</p><p>e psicológico)</p><p>03/09/2024</p><p>5</p><p>IMPACTO PSICOLÓGICO</p><p>LUCCIA N. - AMPUTAÇÃO E RECONSTRUÇÃO NAS DOENÇAS VASCULARES E NO PÉ DIABÉTICO. CAP.</p><p>1</p><p>negação</p><p>raiva</p><p>fantasia</p><p>depressão</p><p>aceitação</p><p>AVALIAÇÃO CLÍNICA</p><p>• Estabilidade Proximal</p><p>• Alinhamento</p><p>• Posição da pinça</p><p>• Pegar e Soltar</p><p>• Propriocepção</p><p>• Sensação</p><p>QUEIXA PRINCIPAL DO PACIENTE</p><p>03/09/2024</p><p>6</p><p>03/09/2024</p><p>7</p><p>FASES DA REABILITAÇÃO</p><p>• Preparo pré-cirúrgico (amputações eletivas);</p><p>• Protetização imediata;</p><p>• Reabilitação pré-protetização;</p><p>• Fase de protetização;</p><p>• Adaptação à prótese e independência funcional.</p><p>PREPARO PRÉ-CIRÚRGICO</p><p>AMPUTAÇÕES ELETIVAS:</p><p>• Avaliar as condições cardiopulmonares do paciente e, em muitos</p><p>casos, já iniciar um programa de condicionamento pré-amputação.</p><p>• Avaliação prévia das condições musculoesqueléticas do membro</p><p>contralateral ao que será amputado, incluindo a amplitude de</p><p>movimento, força muscular, equilíbrio postural, alterações</p><p>sensoriais.</p><p>• Avaliar as condições sociais e econômicas do paciente, a acuidade</p><p>visual, fatores psíquicos, emocionais e cognitivos, de modo que é</p><p>necessária uma equipe multidisciplinar, que, além de avaliá-lo,</p><p>ofereça o suporte necessário ao paciente e seus familiares.</p><p>03/09/2024</p><p>8</p><p>PROTETIZAÇÃO IMEDIATA</p><p>• A prótese imediata é adaptada ao coto de amputação</p><p>imediatamente após a cirurgia, ainda no centro cirúrgico.</p><p>• Vários benefícios são alcançados com a protetização imediata,</p><p>porém, nem todos os pacientes têm indicação para esse tipo de</p><p>protetização.</p><p>•Como a prótese imediata é colocada ainda no centro cirúrgico, o</p><p>encaixe (soquete) é moldado com gesso; já outros componentes</p><p>podem ser os que serão utilizados na prótese definitiva. Indicada a</p><p>pacientes jovens, amputações transtibiais e cirurgias programadas.</p><p>BENEFÍCIOS DA PROTETIZAÇÃO IMEDIATA</p><p>• Controlar o edema e auxiliar na forma do coto;</p><p>• Desenvolver estabilidade muscular, evitar perda de massa muscular;</p><p>• Reduzir quadros álgicos e sensação de membro fantasma;</p><p>• Auxiliar nas transferências, propiciar descarga de peso parcial e de</p><p>forma precoce;</p><p>• Viabilizar a deambulação precoce e potencializar a independência</p><p>funcional;</p><p>•Diminuir o tempo de internação;</p><p>•Promover boas condições emocionais e psicológicas.</p><p>03/09/2024</p><p>9</p><p>REABILITAÇÃO PRÉ-PROTETIZAÇÃO</p><p>•Avaliação e liberação cardiológica;</p><p>•Avaliação da presença de comorbidades: HAS, diabetes mellitus,</p><p>déficit visual, déficit sensorial;</p><p>•Sequelas neurológicas associadas, como acidente vascular cerebral</p><p>(AVC), TCE, demências;</p><p>•Obesidade;</p><p>•Idade;</p><p>•Presença de cardiopatias e pneumopatias.</p><p>•Fase inicial do</p><p>tratamento:</p><p>REABILITAÇÃO</p><p>PRÉ-</p><p>PROTETIZAÇÃO</p><p>03/09/2024</p><p>10</p><p>COMPLICAÇÕES NO PÓS-OPERATÓRIO</p><p>DE AMPUTAÇÃO</p><p>• Hiperalgesia e hiperestesia;</p><p>• Neuroma doloroso;</p><p>• Sensação de membro fantasma e/ou dor fantasma;</p><p>• Deiscência de suturas;</p><p>• Infecção cutânea pós-operatória;</p><p>• Espículas ósseas;</p><p>• Encurtamento muscular e instabilidade postural.</p><p>Abordagem da</p><p>equipe de</p><p>reabilitação</p><p>ABORDAGEM DA EQUIPE</p><p>DE REABILITAÇÃO NA FASE</p><p>DE PRÉ-PROTETIZAÇÃO</p><p>03/09/2024</p><p>11</p><p>AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO PACIENTE AMPUTADO</p><p>• Anamnese: sexo, idade, profissão, data da amputação, presença de</p><p>comorbidades;</p><p>• Amputação de urgência ou eletiva; risco de novas amputações;</p><p>• Como se locomove (permanece na cadeira de rodas, uso de muletas,</p><p>saltos);</p><p>• Avaliação do equilíbrio estático e dinâmico;</p><p>• Avaliação cardiorrespiratória;</p><p>• Associação de patologias (tais como cardiopatias, AVC, TCE);</p><p>• Condições musculoesqueléticas;</p><p>•Avaliação das partes visual e auditiva.</p><p>EXAME FÍSICO</p><p>• Condições da pele e anexos da pele;</p><p>• Sensibilidade: presença também de dor e sensação fantasma;</p><p>• Perimetria: estabilização do volume do edema é um requisito para a</p><p>prescrição da prótese;</p><p>• Força muscular do coto e do lado sadio;</p><p>• Presença de encurtamentos musculares e deformidades ósseas</p><p>(encurtamentos musculares, atitude viciosa ou deformidades</p><p>estruturadas);</p><p>• Avaliação da força muscular dos membros superiores e do tronco;</p><p>• Equilíbrio/resistência/condicionamento físico.</p><p>03/09/2024</p><p>12</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>•Objetiva minimizar os efeitos da cirurgia;</p><p>•Deve ser iniciada o quanto antes: pré-operatória e pós-cirurgia;</p><p>•Alongamento, fortalecimento, equilíbrio e propriocepção,</p><p>ortostatismo e reeducação da marcha.</p><p>•Restaurar ou melhorar a função, simetria e o equilíbrio da</p><p>massa corporal.</p><p>•Treinar a protetização.</p><p>SAMPOL, A.V., 2010 – Manual de Prescrição de Órteses e Próteses, Cap. VI.</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>• Tratar os 2 membros do paciente</p><p>• Massagens suaves</p><p>• Dorsiflexão passiva dos tornozelos</p><p>• Não elevar os MMII</p><p>• Protocolo de deambulação e ou bicicleta</p><p>• Protocolo com propósito de aumentar o período de atividade</p><p>aeróbia</p><p>24</p><p>03/09/2024</p><p>13</p><p>OBJETIVOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO</p><p>– FASE DE PRÉ-PROTETIZAÇÃO</p><p>Auxiliar no processo de cicatrização e evitar aderência cicatricial:</p><p>• Pode-se utilizar o laser. Após a cicatrização total, pode-se mobilizar</p><p>a cicatriz e realizar massagem de fricção com intuito de evitar</p><p>possível aderência cicatricial.</p><p>• Praticar exercícios de dessensibilização para melhora do quadro de</p><p>hiperestesia, hiperalgesia e sensação de membro fantasma.</p><p>OBJETIVOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO</p><p>– FASE DE PRÉ-PROTETIZAÇÃO</p><p>•As técnicas de dessensibilização reduzem a</p><p>hipersensibilidade local e devem ser</p><p>realizadas de forma gradual, utilizando</p><p>diversos estímulos, de acordo com a</p><p>tolerância do paciente, uso de bolinhas ou</p><p>objetos de texturas diferentes, descarga de</p><p>peso corporal no coto e o uso de jatos de</p><p>água durante o banho, ou mesmo o uso do</p><p>turbilhão.</p><p>03/09/2024</p><p>14</p><p>TREINAR MUDANÇAS DE DECÚBITO, TRANSFERÊNCIAS</p><p>E MARCHA COM DISPOSITIVOS AUXILIARES:</p><p>• O fisioterapeuta deverá treinar o paciente a realizar mudanças de</p><p>decúbito, evitando permanecer apenas deitado e sentado. Quando</p><p>possível, estimular o treino de marcha com dispositivos auxiliares</p><p>(andador, muletas).</p><p>• Os benefícios da mobilização precoce incluem a manutenção da</p><p>força muscular, a aptidão cardiovascular, a prevenção da perda de</p><p>massa óssea e o treino da independência funcional. Além disso,</p><p>deve-se estimular a mobilidade do tronco e o alcance funcional.</p><p>DEFORMIDADES E CONTRATURAS</p><p>◦ Paciente no leito</p><p>◦ Orientação</p><p>postural: Amputados de pé, transtibiais,</p><p>transfemorais</p><p>◦ Cinesioterapia: passiva, ativo assistida ou ativo.</p><p>03/09/2024</p><p>15</p><p>DEFORMIDADES E CONTRATURAS</p><p>03/09/2024</p><p>16</p><p>03/09/2024</p><p>17</p><p>OBJETIVOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO</p><p>– FASE DE PRÉ-PROTETIZAÇÃO</p><p>Fortalecer os músculos e o condicionamento cardiopulmonar:</p><p>03/09/2024</p><p>18</p><p>TREINO DE EQUILÍBRIO:</p><p>• Deverá ser estimulado o treino de equilíbrio estático e dinâmico</p><p>em diferentes posturas, tais como decúbito lateral, sedestação,</p><p>ajoelhado e em ortostase de acordo com a capacidade de cada</p><p>indivíduo.</p><p>EVITAR CONTRATURAS MUSCULARES E MANTER O</p><p>ALONGAMENTO MUSCULAR:</p><p>• Imobilismo prologado e posicionamento inadequado do paciente.</p><p>• Nas amputações do pé, as contraturas musculares mais</p><p>encontradas são os pés em equino, nas amputações de dedos,</p><p>podem ocorrer deformidades em adução dos dedos</p><p>remanescentes.</p><p>• Amputações transtibiais: encontra-se encurtamento de flexores</p><p>de joelho e adutores de quadril devido ao tempo prolongado</p><p>sentado e ao braço da alavanca estar menor.</p><p>• Amputações transfemorais: as principais contraturas observadas</p><p>são em flexão e abdução de quadril.</p><p>03/09/2024</p><p>19</p><p>Principais características esperadas para o</p><p>coto/membro residual adequado</p><p>• Nível de amputação adequado;</p><p>• Coto estável sem deformidades articulares;</p><p>• Presença de bom coxim com mioplastia e miodese;</p><p>• Bom estado da pele (sem feridas e sensibilidade preservada);</p><p>• Ausência de neuromas dolorosos ou de espículas ósseas;</p><p>• Adequada circulação arterial e venosa;</p><p>• Boa cicatrização (sem aderências ou deiscências de suturas) e</p><p>redução gradual do edema;</p><p>• Adequada força e resistência muscular.</p><p>OBJETIVOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO</p><p>– FASE DE PRÉ-PROTETIZAÇÃO</p><p>• Modelar o coto e controlar o edema (preparo do membro residual).</p><p>• O coto é responsável pelo controle da prótese durante o</p><p>ortostatismo e a deambulação, e deve reunir as condições ideais</p><p>para o uso funcional de uma prótese.</p><p>• O enfaixamento correto do membro residual será crucial para</p><p>auxiliar na conificação do coto, na diminuição do edema após a</p><p>amputação e na dessensibilização.</p><p>•Para isso, é necessário que o enfaixamento seja realizado todos os</p><p>dias e que o paciente permaneça com o coto enfaixado o dia todo.</p><p>03/09/2024</p><p>20</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>É uma técnica realizada após a remoção dos</p><p>pontos cirúrgicos do coto de amputação.</p><p>São utilizadas faixas elásticas compressivas.</p><p>Objetivos: melhora da circulação, diminuição do</p><p>edema, proteção do coto, encaixe para prótese,</p><p>diminuição da dor fantasma.</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>•Pode ser retirado de duas em duas horas.</p><p>•Até o paciente se acostumar, não há necessidade de dormir</p><p>com a faixa.</p><p>•Ao acordar, deve ser refeito o enfaixamento.</p><p>•Verificar a presença de áreas avermelhadas ou feridas.</p><p>•Observar se as costuras estão voltadas para cima para não</p><p>pressionar a pele do coto.</p><p>03/09/2024</p><p>21</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>•Faixas e meias elásticas devem ser usadas de 02 a 03 semanas</p><p>após a amputação.</p><p>•Deve ter maior pressão distal (ponta do coto), aliviando a parte</p><p>proximal.</p><p>•Higienizar as faixas as meias pelo menos uma vez por mês.</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>•Com o paciente sentado, coloca-se a</p><p>extremidade da faixa</p><p>posteriormente abaixo da linha</p><p>poplítea.</p><p>•Com a faixa parcialmente esticada,</p><p>tome-a distalmente sobre a</p><p>extremidade do coto, levando-a até</p><p>a face anterior do joelho.</p><p>•Realiza-se uma volta ao redor do</p><p>coto passando a faixa sobre a</p><p>extremidade na face posterior</p><p>(Figuras 1 e 2).</p><p>03/09/2024</p><p>22</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>• Ao final dessa volta, desça</p><p>com a faixa diagonalmente</p><p>sobrepondo metade da faixa</p><p>sobre o primeiro enfaixamento e</p><p>a outra metade sobre a região</p><p>distal do coto descoberta, com</p><p>uma leve tensão elástica</p><p>(Figuras 3 e 4).</p><p>ENFAIXAMENTO</p><p>•Realizar novamente outra</p><p>volta, cruzando a face</p><p>posterior do coto e descendo</p><p>na diagonal com a faixa</p><p>cruzando a face anterior</p><p>sobre o outro lado descoberto</p><p>(Figuras 5 e 6).</p><p>•Repetir o enfaixamento</p><p>diagonal até cobrir todo o</p><p>coto.</p><p>03/09/2024</p><p>23</p><p>DADOS DA AVALIAÇÃO</p><p>-Força muscular</p><p>-Amplitude de movimento</p><p>-Edemas</p><p>-Estado cicatricial</p><p>-Medida do coto (quando possível)</p><p>-Sensibilidade</p><p>03/09/2024</p><p>24</p><p>- ESTADO FUNCIONAL</p><p>• Mobilidade no leito</p><p>• Transferências</p><p>• Locomoção</p><p>• Deambulação</p><p>• Independente ou com auxílio</p><p>• Rolamentos</p><p>• De deitado para sentado e</p><p>retorno</p><p>• Abdominais (MMSS e MMII)</p><p>• Da cama para a cadeira</p><p>• Cadeira para o sofá</p><p>• Carro para a cadeira</p><p>03/09/2024</p><p>25</p><p>ADAPTAÇÃO</p><p>LUCCIA N. - AMPUTAÇÃO E RECONSTRUÇÃO NAS DOENÇAS VASCULARES E NO PÉ DIABÉTICO. CAP.</p><p>1</p><p>03/09/2024</p><p>26</p><p>ADAPTAÇÃO</p><p>LUCCIA N. - AMPUTAÇÃO E RECONSTRUÇÃO NAS DOENÇAS VASCULARES E NO PÉ DIABÉTICO. CAP.</p><p>1</p><p>Paciente com 20 anos de idade foi vítima de amputação</p><p>traumática por acidente de trabalho. Trata-se de uma</p><p>amputação transtibial de terço proximal. A equipe médica</p><p>realizou uma protetização imediata neste caso.</p><p>Quais benefícios você espera encontrar com esta conduta?</p><p>03/09/2024</p><p>27</p><p>Um homem de 72 anos de idade com história de diabetes,</p><p>doença cardiovascular foi encaminhado para fisioterapia 24h</p><p>após uma amputação transtibial direita por gangrena.</p><p>-Quais são os dados mais cruciais a serem obtidos na</p><p>avaliação?</p><p>-Elabore um plano de Reabilitação para este paciente visando</p><p>suas necessidades funcionais.</p><p>ATIVIDADE</p><p>VIII – BIBLIOGRAFIA</p><p>BÁSICA</p><p>BOCCOLINI, F. Reabilitação - amputados, amputação e próteses. 2ª. ed. São Paulo: Robe Editora, 2000.</p><p>CARVALHO, J.A. Amputações de membros inferiores: em busca da plena reabilitação. 2ª ed. São Paulo: Ed. Manole, 2003.</p><p>LIANZA, S. Medicina de reabilitação. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.</p><p>COMPLEMENTAR</p><p>KISNER, C. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 3ª. ed. São Paulo: Manole, 1998.</p><p>KOTTKE, F. Tratado de medicina física e reabilitação de Krusen. 4ª. ed. São Paulo: Manole, 1994.</p><p>HALL, S.J. Biomecânica Básica. 3ª. ed. Ed: Guanabara Koogan, 2000.</p><p>O’SULLIVAN, S. Fisioterapia: avaliação e tratamento. 2ª. ed. São Paulo: Manole, 1993.</p><p>SCHÜNKE, M. Prometheus atlas de anatomia. 4ª ed. - Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2019.</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527735186/first</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527735186/first</p><p>03/09/2024</p><p>28</p><p>OBRIGADA.</p>