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<p>Cidade</p><p>2023/2</p><p>NOME DO ALUNO</p><p>CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL</p><p>FUNDAMENTOS DE CARTOGRAFIA E TOPOGRAFIA:</p><p>Medicação com Trena e Levantamento de Curvas de Nível</p><p>Cidade-mg</p><p>2023/2</p><p>FUNDAMENTOS DE CARTOGRAFIA E TOPOGRAFIA:</p><p>Medicação com Trena e Levantamento de Curvas de Nível</p><p>Trabalho de produção textual individual apresentado a</p><p>Universidade Pitágoras Unopar, como requisito parcial</p><p>para a obtenção de média bimestral na disciplina de</p><p>Fundamentos de Cartografia e Topografia</p><p>Orientador: Tutor à distância: Sonia Aparecida de</p><p>Mattos</p><p>NOME DO ALUNO</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 3</p><p>2 OBJETIVOS ......................................................................................................... 4</p><p>3 METODOLOGIA .................................................................................................. 5</p><p>4 DESENVOLVIMENTO – AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS .............................. 6</p><p>4.1 MEDIÇÃO COM TRENA .................................................................................. 6</p><p>4.2 LEVANTAMENTO DE CURVAS DE NÍVEL ..................................................... 6</p><p>4.3 CÁLCULO E REPRESENTAÇÃO DAS CURVAS DE NÍVEL DO TERRENO .. 7</p><p>4.4 ELABORAÇÃO DE PERFIL TOPOGRÁFICO ................................................ 12</p><p>4.5 ELABORAÇÃO MAPA HIPSOMÉTRICO E CLINOGRÁFICO ........................ 13</p><p>5 CONCLUSÃO .................................................................................................... 15</p><p>REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 16</p><p>3</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>A cartografia é a arte de criar representações visuais de informações</p><p>geográficas complexas a partir de cartas, mapas e plantas. As cartas, com suas</p><p>escalas médias ou grandes, levam em conta a curvatura da terra e apresentam</p><p>detalhes geográficos de forma precisa.</p><p>A topografia é uma ciência que mostra as características naturais e</p><p>artificiais da terra, apresentando suas posições e elevações relativas. A cartografia</p><p>também indica a altitude aproximada e os contornos de uma região.</p><p>O presente trabalho foi elaborado a partir do roteiro de aula prática</p><p>da disciplina de fundamentos de cartografia e topografia, com intuito de simular</p><p>prática de medição com trena (medias lineares) e levantamento de curvas de nível.</p><p>4</p><p>2 OBJETIVOS</p><p>Realizar um levantamento altimétrico, planimétrico e traçar as curvas</p><p>de nível por quadriculação.</p><p>• Fazer um levantamento altimétrico e planimétrico;</p><p>• Traçar as curvas de nível;</p><p>• Conhecer o que são curvas de nível e como elas são representadas;</p><p>• Traçar e interpretar um perfil topográfico.</p><p>5</p><p>3 METODOLOGIA</p><p>Para realizar o levantamento altimétrico, planimétrico e traçar as</p><p>curvas de nível por quadriculação, utilizou-se o laboratório da Algetec de Topografia</p><p>para medição com trena e Levantamento de curvas de nível. Dentro do laboratório</p><p>foram utilizados os seguintes materiais:</p><p> Piquete de marcação</p><p> Martelo de borracha</p><p> Baliza</p><p> Nível cantoneira</p><p> Trena de fibra de vidro</p><p> Tachinha de cobre</p><p> Ficha topográfica</p><p> Trena metálica ou de fibra</p><p> Nível ótico com respetivo tripé</p><p> Caderneta</p><p> Míra</p><p> Piquetes.</p><p>Para elaboração do perfil topográfico, mapa hiposmétrico e</p><p>clinográfcio foram utilizados os seguintes materiais:</p><p> Carta topográfica impressa</p><p> Lápis de cor</p><p> Papel vegetal</p><p> Papel milimetrado</p><p> Calculadora</p><p>6</p><p>4 DESENVOLVIMENTO – AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS</p><p>4.1 MEDIÇÃO COM TRENA</p><p>Apoiou-se os piquetes e estacas de referência conforme uma malha</p><p>inicial prévia, colocou-se as duas balizas nos pontos iniciais e finais do terreno, na</p><p>direção x e y. Com a treina mediu-se a distância que dividam o terreno em espaços</p><p>iguais para o levantamento e cravou-se o piquete no solo na posição onde se mediu</p><p>com a trena. Com a trena faz o ajuste fino da posição e orientação e crava-se o</p><p>prego de cobre no piquete no ponto correspondente.</p><p>A não aplicação de tensão na terra ao fazer a medição, gera uma</p><p>curva ou barriga, provocando o erro da catenária, ocasionando uma alteração no</p><p>resultado final. A baliza desalinhada no processo de medição de terreno acarreta</p><p>uma variação significativa no resultado esperado. Para contornar este problema</p><p>utiliza-se o nível de cotoneira.</p><p>4.2 LEVANTAMENTO DE CURVAS DE NÍVEL</p><p>Primeiramente é realizado o reconhecimento do lugar e identificado</p><p>um ponto de apoio topográfico para dar suporte e orientação a todas as leituras.</p><p>Criou-se uma quadrícula imaginária sobre a área do terreno, que é demarcada por</p><p>pontos de contorno e de interseção, como pode ser visto na Figura 1, podendo ser</p><p>ajustadas as dimensões segundo a realidade.</p><p>Feito isso, o nível foi estacionado e fixado com auxílio do nível de</p><p>bolha, tripé e parafuso, em um local fora da quadrícula que permitia visualizar todos</p><p>os pontos sem precisar de fazer uma nova estação.</p><p>Realizou-se a leitura com nível e mirou-se no ponto mais distante,</p><p>tomando como A7, como se mostra na Figura 1, pra ser usada como leitura ré e as</p><p>outras serão usadas como leitura de vante.</p><p>As leituras foram realizadas do fundo até a frente, ou seja, dos</p><p>pontos mais afastados até os pontos mais próximos do nível: A1 até A7 e</p><p>continuando com B1 até B7, C1 até C7, D1 até D7, E1 até E7, assim</p><p>sucessivamente, até chegar em F7. As leituras foram guardadas em caderneta e no</p><p>nível para posterior cálculo da altura dos pontos.</p><p>7</p><p>Figura 1 – Exemplo de quadrícula para medida de ponto no terreno escolhido.</p><p>Fonte: Elaborado pelo autor, 2023.</p><p>4.3 CÁLCULO E REPRESENTAÇÃO DAS CURVAS DE NÍVEL DO TERRENO</p><p>Após realizar o download da planilha com os dados medidos em</p><p>campo, realizou-se os cálculos de altura de cada ponto. A altura do instrumento, em</p><p>nivelamento geométrico é a distância vertical compreendida entre a linha de visada</p><p>do nível de luneta e a superfície de nível de referência.</p><p>Altura do instrumento = cota inicial + leitura de ré da estação P1</p><p>A cota inicial na estação P1 = 100,000 m (cota arbitrária) e leitura de</p><p>ré, dada em A1 = 1,382 m. Então, altura do instrumento = 100,000 + 1,382, ou seja,</p><p>altura do instrumento = 101,382 m.</p><p>Após o cálculo da altura do instrumento, calculam-se todas as outras</p><p>cotas dos pontos posteriores. Sabe-se que, quando a superfície de nível de</p><p>comparação é arbitrária, as alturas dos pontos são denominadas de cotas.</p><p>Cota = altura do instrumento na estação – leitura de vante de cada ponto.</p><p>A forma de apresentação de dados é registrada na Tabela 1. Estas</p><p>cotas são registradas na quadrícula (Figura 1), dando origem à Figura 2.</p><p>Identificando o maior e o menor valor: 100,033 e 98,061. As curvas de nível são</p><p>determinadas pelo método de equidistância, utilizando uma equidistância de 0,4 m</p><p>(400 mm), por ter feito uma quadrícula de 20 m x 20 m = 400 m², não obstante, pode</p><p>ser escolhido um outro valor que vai determinar o número de curvas.</p><p>Tomando outros valores, um deles pouco abaixo da cota maior e o</p><p>outro um pouco acima da cota menor (100,000 e 98,010 m) — sem ser outro valor</p><p>8</p><p>de cota — fazemos os cálculos de curva usando o valor de equidistância adotado,</p><p>teremos 5 curvas:</p><p>100,000 m</p><p>100,000 – 0,04 = 99,60 m</p><p>99,60 – 0,4 = 99,20 m</p><p>99,20 – 0,4 = 98,80 m</p><p>98,80 – 0,4 = 98,40 m</p><p>Tabela 1 – Apresentação de leituras e cotas para os pontos da quadrícula.</p><p>Fonte: Elaborado pelo autor, 2023.</p><p>9</p><p>Figura 2 – Marcação de cotas em pontos da quadrícula</p><p>Fonte: Elaborado pelo autor, 2023.</p><p>A imagem acima representa apenas as primeiras cotas do terreno.</p><p>As demais serão preenchidas de acordo com a tabela 1.</p><p>Continuando, serão determinados os pontos (entre linhas de</p><p>quadrícula) por onde passa a curva. A primeira curva, de valor 100,000m, se faz da</p><p>seguinte forma:</p><p>a) Observa-se em que quadrícula e qual vértice da área a curva tem início:</p><p>A2.</p><p>b) Subtrai-se a maior cota do vértice da menor cota do vértice. A curva</p><p>100,000 inicia-se no segmento A2-A3. Então, 100,033 – 99,670 = 0,363 m</p><p>(363 mm).</p><p>c) Calcula-se a distância gráfica do segmento A2-A3. Na realidade, distância:</p><p>A2-A3 = 5 m, porém, em escala 1:100, a distância gráfica é de 50 mm.</p><p>d) Divide-se a diferença de cotas pela distância gráfica: 363/50 = 7,26 mm.</p><p>Isso significa que cada mm deste segmento, no papel, equivale a 7,26 mm da</p><p>diferença entre cotas.</p><p>e) Posteriormente, subtrai-se do maior valor da cota do vértice o valor da</p><p>curva, que será representada assim: 100,033 - 100,000 = 0,033 m (33 mm).</p><p>f) Este valor é dividido pelo valor que equivale a cada mm do segmento:</p><p>33/7,26 = 4,5 mm. O que traduzimos em: a curva de nível de valor 100,000 m</p><p>10</p><p>passa a 4,5 mm de distância da cota 100,033 m. Deve-se sempre iniciar a</p><p>contagem a partir da maior cota, que, neste caso, foi 100,033 m.</p><p>O que traduzimos em: a curva de nível de valor 100,000m</p><p>passa a 4,2 mm de distância da cota 100,033m. Deve-se sempre iniciar a</p><p>contagem a partir da maior cota, que, neste caso, foi 100,033 m.</p><p>Observa-se quais outros segmentos da quadrícula incluem esta</p><p>curva e procede-se de forma similar. Por exemplo, a curva 100,000 passa pelo</p><p>segmento A2 -A1, que tem por distância: 100,033-100,000= 0,033m (33mm) 33/50</p><p>= 0,66 mm → 100,033-100,000 = 0,033m (33mm) → 33/0,66 = 50 mm.</p><p>O mesmo procedimento será feito para todas as outras curvas de</p><p>nível. Para curva de 99,60 m, as posições seriam:</p><p> A1-B1: 42,34 mm.</p><p> A2-B2: 48,32 mm.</p><p> A3-B3: 25,17 mm.</p><p> A3-A4: 29,71mm.</p><p>A posição das curvas, nos segmentos da quadrícula, está</p><p>representada por pontos vermelhos na Figura 3, que são unidas com linhas</p><p>que representam a posição mais provável da curva. Com o conhecimento de</p><p>níveis no terreno é possível estimar o volume de material para escavação ou o</p><p>aterramento no terreno . A figura 3 ilustra ainda o traçado de curvas de nível do</p><p>terreno visitado.</p><p>Para curva 99,20 m:</p><p> C1-D1: 2,86 mm;</p><p> C2-D2: 13,85 mm;</p><p> C2-C3: 24,72 mm;</p><p> B3-C3: 43,78 mm;</p><p> B4-C4: 43,05 mm;</p><p> B5-C5: 43,41 mm;</p><p> C5-C6: 35,20 mm;</p><p> C6-D6: 16,59 mm;</p><p> C7-D7: 48,56 mm.</p><p>Para curva de 98,80 m:</p><p>11</p><p> C1-D1: 46,81 mm;</p><p> D1-D2: 42,52 mm;</p><p> D2-E2: 28,16 mm;</p><p> D3-E3: 23,23 mm;</p><p> D4-E4: 31,01 mm;</p><p> D5-E5: 33,51 mm;</p><p> D6-E6: 43,50 mm;</p><p> D7-E7: 42,17 mm.</p><p>Para curva de 98,40m:</p><p> D1-E1: 39,81 mm;</p><p> E1-E2: 37,06 mm;</p><p> E2-F2: 27,70 mm;</p><p> E3-F3: 28,51 mm;</p><p> E4-F4: 37,79 mm;</p><p> E5-F5: 48,88 mm;</p><p> F5-F6: 22,20 mm.</p><p>Figura 3 – Traçado de curva de nível do terreno visitado</p><p>Fonte: Autor, 2023</p><p>12</p><p>4.4 ELABORAÇÃO DE PERFIL TOPOGRÁFICO</p><p>A partir da carta topográfica do município de Capelinha-MG (Figura</p><p>4), escolheu-se um alinhamento e traçou o perfil topográfico da região.</p><p>Figura 4 – Carta Topográfica de Capelinha - MG</p><p>Fonte: IBGE, 2023</p><p>Realizou-se uma análise e interpretação da carta topográfica e fez-</p><p>se um transecto na carta. Transferiu-se os pontos de interseção das curvas de nível</p><p>para a folha de papel milímetrado e desenhou o perfil topográfico (Figura 5).</p><p>13</p><p>Figura 5 – Perfil topográfico da região de Capelinha – MG</p><p>Fonte: Autor, 2023</p><p>4.5 ELABORAÇÃO MAPA HIPSOMÉTRICO E CLINOGRÁFICO</p><p>Elaborou-se o mapa hipsométrico do terreno escolhido. Coloriu-se</p><p>as curvas de nível para facilitar o entendimento e a visualização do relevo. Cada</p><p>intervalo foi colorido com cores distintas (300 a 325 metro – verde; 325 a 350 – azul;</p><p>350 a 375 – vermelho) conforme mostra a figura 6.</p><p>14</p><p>Figura 6 – Mapa Hipsométrico</p><p>Fonte: Autor, 2023.</p><p>A partir do mapa hipsométrico desenhou-se todas as inclinações do</p><p>terreno para o mesmo trecho analisado. Escolheu-se as inclinações e cores para</p><p>representar o mapa.</p><p>Para isso foi necessário perceber os valores máximos e mínimos de</p><p>inclinação. Por exemplo, se a inclinação máxima for de 24% e a mínima de 3%,</p><p>convém fazer graduações de 5%; 10%; 15%; 20% e 25%, estabelecendo uma cor</p><p>para cada valor, como se pede o mapa de clinografia.</p><p>Calculou-se para cada inclinação a distância horizontal</p><p>correspondente para a diferença de nível entre as curvas de nível. Mediu-se a</p><p>distância horizontal entre as curvas de nível em vários pontos de interesse,</p><p>classificando a inclinação de cada trecho entre curvas de nível (Figura 6).</p><p>15</p><p>5 CONCLUSÃO</p><p>A topografia trabalha principalmente com a definição de pontos, seja</p><p>para locação ou mesmo para a execução de levantamentos topográficos, que</p><p>consiste na realização de qualquer topo de medição ou operação em campo no qual</p><p>grandezas são verificadas e calculadas.</p><p>Os procedimentos adotados visaram a realização das medições de</p><p>tal maneira para que sejam evitados erros de deformação da trena, oriundos de</p><p>medições inclinadas ou de deslocamento em função do vento ou gravidade.</p><p>Com o desenvolvimento das atividades propostas foi possível</p><p>mostrar como o terreno da região escolhida é representada na transversal, através</p><p>do perfil topográfico e mediante mapa com a hipsométria do terreno e um mapa com</p><p>a clinográfia do terreno.</p><p>16</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ANDRADE, Manuela de Almeida; PEREIRA, Adriane Nunes. Fundamentos de</p><p>Topografia. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017. Disponível</p><p>em: https://biblioteca-virtual.com/detalhes/ebook/6087053754aa8872fb666a89</p><p>FARIA, Daniela Resende de. Cartografia. Londrina: Editora e Distribuidora</p><p>Educacional S.A., 2017. Disponível em: https://biblioteca-</p><p>virtual.com/detalhes/ebook/608704ff54aa8872fc616f44</p><p>IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Cartas Topográficas.</p><p>Disponível em: https://www.ibge.gov.br</p><p>UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR. Roteiro de prática. Disponível em:</p><p>https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline?matriculaId=3659425801&ofertaDis</p><p>ciplinaId=2067121</p><p>https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline?matriculaId=3659425801&ofertaDisciplinaId=2067121</p><p>https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline?matriculaId=3659425801&ofertaDisciplinaId=2067121</p>

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