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Questionário de questões objetivas sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor — vício e defeito. Contém casos práticos (ex.: casaco lavado), perguntas sobre vícios redibitórios, responsabilidade objetiva/subjetiva, aplicação à medicina e conceitos de consumidor/fornecedor.

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Srta. Allen

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Questões resolvidas

Leia o trecho a seguir: “Corno já mencionamos anteriormente, embora separados no que diga respeito aos deveres específicos imputados ao fornecedor (adequação e segurança), tanto a responsabilidade pelo fato, como a responsabilidade pelo vício do produto ou do serviço, observam o regime da responsabilidade objetiva, decorrente do traço comum a ambos os regimes de responsabilidade, que é a denominada teoria da qualidade, vinculada à proteção da confiança dos consumidores.” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir.

I. O regime consagrado dos vícios redibitórios no Código Civil vigente se confunde com a responsabilidade por vícios prevista no CDC.
II. O vício de qualidade decorre da ausência de propriedades ou características nos produtos que atendam aos fins esperados pelo consumidor.
III. É ilegítimo ao consumidor assegurar que o produto adquirido conserve seu valor.
IV. É vedado ao fornecedor a comercialização de produtos com pequenos defeitos mesmo que de conhecimento do consumidor.
V. Os vícios redibitórios mantiveram a importância nas relações civis após a entrada em vigor, do Código de Defesa do Consumidor.

Leia o trecho a seguir: A aplicação do Código de Defesa do Consumidor à medicina depende da compreensão de dois conceitos: o de consumidor e o de fornecedor de serviços. O consumidor, na ótica médica, é a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza o serviço como destinatário final, conforme descreve o artigo 2° da Lei 8.078/90. O fornecedor por sua vez será toda pessoa física - profissional liberal - ou jurídica - estabelecimento de saúde, como hospitais, clínicas etc. - que desenvolve atividades de prestação de serviços, conforme disciplina o artigo 3° da Lei 8.078/90. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:

a relação travada entre o médico e o paciente é regida pelo Código Civil vigente.
a responsabilidade do médico é subjetiva, ou seja, independe de comprovação da culpa.
a relação jurídica entre médico e paciente é contratual, pelo que encerra uma obrigação de meios, mesmo nas cirurgias estéticas.
os profissionais liberais respondem objetivamente pelos danos causados, havendo solidariedade entre o médico cirurgião e o médico anestesista.

Leia o trecho a seguir: “O direito básico à proteção da saúde e à segurança do consumidor está intimamente vinculado, como é intuitivo, com a proteção do direito à vida. Constam inclusive, na mesma disposição normativa, do artigo 6.0, I, do CDC. Por direito à saúde podemos considerar o defeito a que se seja assegurado ao consumidor no oferecimento de produtos e serviços, assim como no consumo e utilização dos mesmos, todas as condições adequadas à preservação de sua integridade física e psíquica. Já no que diz respeito ao direito à segurança, consiste basicamente em direito que assegura proteção contra riscos decorrentes do mercado de consumo.” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que:

bens de consumo de periculosidade patente apresentam risco intrínseco associado à própria qualidade ou modo de funcionamento do produto.
o fornecedor pode colocar no mercado de consumo produto que apresente riscos à saúde ou segurança ao consumidor.
os produtos de periculosidade latente tornam-se perigosos em razão de defeito que, por qualquer razão, apresentem.

Leia o trecho a seguir: “Se o art. 8º regula os fornecimentos que acarretam riscos normais e previsíveis aos consumidores, o art. 9º supõe a exacerbação desses riscos. O dispositivo faz alusão aos produtos e serviços que podem ser colocados no mercado de consumo, apesar de potencialmente nocivos ou perigosos (…)”. Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2019, p. 301. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, pode-se afirmar que:

a edição das normas gerais sobre as relações de consumo cabe concorrentemente à União, aos Estados e aos municípios.
a reparação preventiva atua também para os produtos que divergem à fiscalização governamental.
cabe à União o exercício da fiscalização e controle dos produtos e serviços.

Leia o trecho a seguir: “O direito básico à proteção da saúde e à segurança do consumidor está intimamente vinculado, como é intuitivo, com a proteção do direito à vida. Constam inclusive, na mesma disposição normativa, do artigo 6.0, I, do CDC. Por direito à saúde podemos considerar o defeito a que se seja assegurado ao consumidor no oferecimento de produtos e serviços, assim como no consumo e utilização dos mesmos, todas as condições adequadas à preservação de sua integridade física e psíquica. Já no que diz respeito ao direito à segurança, consiste basicamente em direito que assegura proteção contra riscos decorrentes do mercado de consumo.” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que:

bens de consumo de periculosidade patente apresentam risco intrínseco associado à própria qualidade ou modo de funcionamento do produto.
o fornecedor pode colocar no mercado de consumo produto que apresente riscos à saúde ou segurança ao consumidor.
os produtos de periculosidade latente tornam-se perigosos em razão de defeito que, por qualquer razão, apresentem.
os defeitos de fabricação, de concepção e de comercialização são as três modalidades básicas de periculosidade adquirida.
o descumprimento, pelo fornecedor, do dever de informar o consumidor gera o chamado defeito de concepção.

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Questões resolvidas

Leia o trecho a seguir: “Corno já mencionamos anteriormente, embora separados no que diga respeito aos deveres específicos imputados ao fornecedor (adequação e segurança), tanto a responsabilidade pelo fato, como a responsabilidade pelo vício do produto ou do serviço, observam o regime da responsabilidade objetiva, decorrente do traço comum a ambos os regimes de responsabilidade, que é a denominada teoria da qualidade, vinculada à proteção da confiança dos consumidores.” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir.

I. O regime consagrado dos vícios redibitórios no Código Civil vigente se confunde com a responsabilidade por vícios prevista no CDC.
II. O vício de qualidade decorre da ausência de propriedades ou características nos produtos que atendam aos fins esperados pelo consumidor.
III. É ilegítimo ao consumidor assegurar que o produto adquirido conserve seu valor.
IV. É vedado ao fornecedor a comercialização de produtos com pequenos defeitos mesmo que de conhecimento do consumidor.
V. Os vícios redibitórios mantiveram a importância nas relações civis após a entrada em vigor, do Código de Defesa do Consumidor.

Leia o trecho a seguir: A aplicação do Código de Defesa do Consumidor à medicina depende da compreensão de dois conceitos: o de consumidor e o de fornecedor de serviços. O consumidor, na ótica médica, é a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza o serviço como destinatário final, conforme descreve o artigo 2° da Lei 8.078/90. O fornecedor por sua vez será toda pessoa física - profissional liberal - ou jurídica - estabelecimento de saúde, como hospitais, clínicas etc. - que desenvolve atividades de prestação de serviços, conforme disciplina o artigo 3° da Lei 8.078/90. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:

a relação travada entre o médico e o paciente é regida pelo Código Civil vigente.
a responsabilidade do médico é subjetiva, ou seja, independe de comprovação da culpa.
a relação jurídica entre médico e paciente é contratual, pelo que encerra uma obrigação de meios, mesmo nas cirurgias estéticas.
os profissionais liberais respondem objetivamente pelos danos causados, havendo solidariedade entre o médico cirurgião e o médico anestesista.

Leia o trecho a seguir: “O direito básico à proteção da saúde e à segurança do consumidor está intimamente vinculado, como é intuitivo, com a proteção do direito à vida. Constam inclusive, na mesma disposição normativa, do artigo 6.0, I, do CDC. Por direito à saúde podemos considerar o defeito a que se seja assegurado ao consumidor no oferecimento de produtos e serviços, assim como no consumo e utilização dos mesmos, todas as condições adequadas à preservação de sua integridade física e psíquica. Já no que diz respeito ao direito à segurança, consiste basicamente em direito que assegura proteção contra riscos decorrentes do mercado de consumo.” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que:

bens de consumo de periculosidade patente apresentam risco intrínseco associado à própria qualidade ou modo de funcionamento do produto.
o fornecedor pode colocar no mercado de consumo produto que apresente riscos à saúde ou segurança ao consumidor.
os produtos de periculosidade latente tornam-se perigosos em razão de defeito que, por qualquer razão, apresentem.

Leia o trecho a seguir: “Se o art. 8º regula os fornecimentos que acarretam riscos normais e previsíveis aos consumidores, o art. 9º supõe a exacerbação desses riscos. O dispositivo faz alusão aos produtos e serviços que podem ser colocados no mercado de consumo, apesar de potencialmente nocivos ou perigosos (…)”. Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2019, p. 301. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, pode-se afirmar que:

a edição das normas gerais sobre as relações de consumo cabe concorrentemente à União, aos Estados e aos municípios.
a reparação preventiva atua também para os produtos que divergem à fiscalização governamental.
cabe à União o exercício da fiscalização e controle dos produtos e serviços.

Leia o trecho a seguir: “O direito básico à proteção da saúde e à segurança do consumidor está intimamente vinculado, como é intuitivo, com a proteção do direito à vida. Constam inclusive, na mesma disposição normativa, do artigo 6.0, I, do CDC. Por direito à saúde podemos considerar o defeito a que se seja assegurado ao consumidor no oferecimento de produtos e serviços, assim como no consumo e utilização dos mesmos, todas as condições adequadas à preservação de sua integridade física e psíquica. Já no que diz respeito ao direito à segurança, consiste basicamente em direito que assegura proteção contra riscos decorrentes do mercado de consumo.” Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e serviços, é possível afirmar que:

bens de consumo de periculosidade patente apresentam risco intrínseco associado à própria qualidade ou modo de funcionamento do produto.
o fornecedor pode colocar no mercado de consumo produto que apresente riscos à saúde ou segurança ao consumidor.
os produtos de periculosidade latente tornam-se perigosos em razão de defeito que, por qualquer razão, apresentem.
os defeitos de fabricação, de concepção e de comercialização são as três modalidades básicas de periculosidade adquirida.
o descumprimento, pelo fornecedor, do dever de informar o consumidor gera o chamado defeito de concepção.

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<p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 1/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Pergunta 1</p><p>Josias entregou seu casaco de couro, herança de seu pai, para ser lavado em um estabelecimento</p><p>especializado. Ao pegar a peça constatou a ausência de três botões e ainda um rasgo pequeno na manga e</p><p>reclamou formalmente ao fornecedor do serviço.</p><p>Considerando as informações apresentadas e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de</p><p>Defesa do Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:</p><p>o vício em questão é de difícil constatação e Josias suspendeu a prescrição.</p><p>o vício em questão é oculto e a reclamação de Josias obstou a decadência.</p><p>o vício em questão é de fácil constatação e Josias suspendeu a prescrição.</p><p>o vício em questão é de fácil constatação, portanto, estará sujeito a prazo prescricional.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>o vício em questão é de fácil</p><p>constatação e a reclamação de Josias</p><p>obstou a decadência.</p><p>Pergunta 2</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Corno já mencionamos anteriormente, embora separados no que diga respeito aos deveres específicos</p><p>imputados ao fornecedor (adequação e segurança), tanto a responsabilidade pelo fato, como a responsabilidade</p><p>pelo vício do produto ou do serviço, observam o regime da responsabilidade objetiva, decorrente do traço</p><p>comum a ambos os regimes de responsabilidade, que é a denominada teoria da qualidade, vinculada à proteção</p><p>da confiança dos consumidores.”</p><p>Fonte: MIRAGEM, B. Curso de Direito do Consumidor. 12. Ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2014,</p><p>p. 652.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do</p><p>Consumidor: vício e defeito, analise as afirmativas a seguir.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 2/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>I. O regime consagrado dos vícios redibitórios no Código Civil vigente se confunde com a responsabilidade por</p><p>vícios prevista no CDC.</p><p>II. O vício de qualidade decorre da ausência de propriedades ou características nos produtos que atendam aos</p><p>fins esperados pelo consumidor.</p><p>III. É ilegítimo ao consumidor assegurar que o produto adquirido conserve seu valor.</p><p>IV. É vedado ao fornecedor a comercialização de produtos com pequenos defeitos mesmo que de conhecimento</p><p>do consumidor.</p><p>V. Os vícios redibitórios mantiveram a importância nas relações civis após a entrada em vigor, do Código de</p><p>Defesa do Consumidor.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>I e V.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>II e V.</p><p>II e III.</p><p>II e IV.</p><p>I, III e V.</p><p>Pergunta 3</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>A aplicação do Código de Defesa do Consumidor à medicina depende da compreensão de dois conceitos: o de</p><p>consumidor e o de fornecedor de serviços. O consumidor, na ótica médica, é a pessoa física ou jurídica que</p><p>adquire ou utiliza o serviço como destinatário final, conforme descreve o artigo 2° da Lei 8.078/90. O fornecedor</p><p>por sua vez será toda pessoa física - profissional liberal - ou jurídica - estabelecimento de saúde, como hospitais,</p><p>clínicas etc. - que desenvolve atividades de prestação de serviços, conforme disciplina o artigo 3° da Lei</p><p>8.078/90.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 3/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do</p><p>Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:</p><p>a relação travada entre o médico e o paciente é regida pelo Código Civil vigente.</p><p>a responsabilidade do médico é subjetiva, ou seja, independe de comprovação da culpa.</p><p>a relação jurídica entre médico e paciente é contratual, pelo que encerra uma obrigação de meios, mesmo</p><p>nas cirurgias estéticas.</p><p>os profissionais liberais respondem objetivamente pelos danos causados, havendo solidariedade entre o</p><p>médico cirurgião e o médico anestesista.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>a responsabilidade do médico é</p><p>subjetiva e depende da comprovação</p><p>da culpa.</p><p>Pergunta 4</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Entende-se por defeito ou vício de qualidade a qualificação de desvalor atribuída a um produto ou serviço por</p><p>não corresponder à legítima expectativa do consumidor, quanto à sua utilização ou fruição (falta de adequação),</p><p>bem como por adicionar riscos à integridade física (periculosidade) ou patrimonial (insegurança) do consumidor</p><p>ou de terceiros.”</p><p>Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense,</p><p>2019, p. 309.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do</p><p>Consumidor: vício e defeito, é possível afirmar que:</p><p>vício de inadequação é todo fato ou acidente capaz de atingir a incolumidade física do consumidor.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 4/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>determinado produto será considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no</p><p>mercado de consumo.</p><p>constitui aspecto irrelevante na análise do defeito do produto a segurança que razoavelmente se espera em</p><p>seu uso.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>a responsabilidade por vícios de</p><p>segurança e vícios de adequação são</p><p>espécies de responsabilidade civil</p><p>presentes no CDC.</p><p>fato e vício do produto ou serviço são conceitos sinônimos na sistemática do Código de Defesa do</p><p>Consumidor.</p><p>Pergunta 5</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Da mesma forma, o tipo de solução a ser adotada pelo legislador também foi considerada. Afinal, duas as</p><p>soluções legislativas possíveis. De um lado, o simples estabelecimento de um prazo arbitrário- que a princípio</p><p>começaria a fluir da data da tradição do produto ou da efetiva prestação do serviço-ou a determinação de um</p><p>prazo, estabelecendo que a sua contagem inicia-se apenas a partir da manifestação do vício. Esta segunda</p><p>opção terminou sendo a adotada pelo legislado.r.</p><p>Fonte: MIRAGEM, B. Curso de Direito do Consumidor. 12. Ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2014,</p><p>p. 675.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado os princípios e direitos básicos do consumidor, é</p><p>correto afirmar que:</p><p>a prova para a exoneração da garantia recairá para o consumidor nos vícios ocultos e para o fornecedor nos</p><p>vícios aparentes.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 5/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>independente do fato de se constituírem</p><p>em vícios aparentes ou ocultos o prazo</p><p>para a reclamação dos vícios é o</p><p>mesmo, muda-se o momento inicial da</p><p>contagem.</p><p>nos vícios ocultos a contagem do prazo para a reclamação dos vícios se inicia com a tradição e a partir da</p><p>utilização ou fruição do produto.</p><p>nos vícios aparentes a contagem do prazo para a reclamação dos vícios se inicia no momento que o vício do</p><p>produto é descoberto.</p><p>o vício oculto é a diminuição da utilidade ou mesmo a desuso total do produto colocado no mercado de</p><p>consumo.</p><p>Pergunta 6</p><p>Leio o trecho a seguir:</p><p>“Se o art. 8º regula os fornecimentos que acarretam riscos normais e previsíveis aos consumidores, o art. 9º</p><p>supõe a exacerbação desses riscos. O dispositivo faz alusão aos produtos e serviços que podem ser colocados</p><p>no mercado de consumo, apesar de potencialmente nocivos ou perigosos (…)”.</p><p>Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense,</p><p>2019, p. 301.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e</p><p>serviços,</p><p>pode-se afirmar que:</p><p>a edição das normas gerais sobre as relações de consumo cabe concorrentemente à União, aos Estados e</p><p>aos municípios.</p><p>a reparação preventiva atua também para os produtos que divergem à fiscalização governamental.</p><p>cabe à União o exercício da fiscalização e controle dos produtos e serviços colocados no mercado de</p><p>consumo na área dos Estados e municípios.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 6/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>aos produtos defeituosos, mesmo os fora do controle e fiscalização governamental, cabem à autoridade</p><p>administrativa as sanções administrativas.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>na hipótese de produtos potencialmente</p><p>nocivos, o fornecedor deverá informar</p><p>de maneira ostensiva e adequada sobre</p><p>os riscos decorrentes do uso ou</p><p>consumo.</p><p>Pergunta 7</p><p>Ao adquirir um produto novo, o consumidor presume a ausência de defeitos, mas não podemos negar a</p><p>possibilidade de defeitos ocorrerem nas linhas de produção. Assim o Código de Defesa do Consumidor garante</p><p>ao consumidor a sanação dos vícios dos produtos que, sendo realizada, resolve a reclamação sem maiores</p><p>conflitos.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre responsabilidade civil no Código de Defesa do</p><p>Consumidor: vício e defeito, pode-se afirmar que:</p><p>o prazo máximo para o fornecedor sanar os vícios é de 30 dias para os produtos não duráveis e 90 dias para</p><p>os duráveis.</p><p>o consumidor pode exigir, à sua escolha, a substituição do produto por outro de qualidade superior, sem</p><p>qualquer custo adicional.</p><p>as partes podem convencionar a redução ou ampliação do prazo de saneamento do vício, não podendo esse</p><p>prazo ser inferior a sete dias e nem superior a 90.</p><p>o consumidor pode exigir a troca do produto ou a devolução dos valores pagos antes de findo o prazo</p><p>convencionado entre as partes para sanar o vício.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 7/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>para que o vício seja sanado, o prazo</p><p>de 30 dias poderá ser modificado pelas</p><p>partes, não podendo ser inferior a sete</p><p>e nem superior a 180 dias.</p><p>Pergunta 8</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>Na sistemática do Código de Defesa do Consumidor, os produtos e serviços colocados no mercado de consumo</p><p>não poderão acarretar riscos à saúde e à segurança dos consumidores, exceto aqueles que por sua natureza e</p><p>fruição, como cigarros e agrotóxicos, apresentam risco inerente, ou seja, os que previsivelmente apresentam</p><p>riscos.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e</p><p>serviços, é possível afirmar que:</p><p>os artigos 9° e 10° do CDC fazem distinções quanto à nocividade e periculosidade entre os produtos e</p><p>serviços.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>o legislador utiliza do conceito aberto de</p><p>nocividade e periculosidade de modo</p><p>que cabe ao magistrado, em caso</p><p>concreto, a análise de sua</p><p>caracterização.</p><p>produtos com nocividade latente são aqueles que à primeira vista não apresentam risco e que</p><p>posteriormente, em razão de defeitos de fabricação, colocam em risco a saúde e segurança do consumidor.</p><p>o fornecedor não é proibido de colocar no mercado de consumo produto que saiba apresentar alto grau de</p><p>nocividade e periculosidade à saúde e segurança do consumidor.</p><p>produtos com nocividade adquirida são os que apresentam um período previsível, em que qualquer</p><p>consumidor teria a ciência da existência do perigo no consumo ou uso do produto.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 8/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Pergunta 9</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“O direito básico à proteção da saúde e à segurança do consumidor está intimamente vinculado, como é</p><p>intuitivo, com a proteção do direito à vida. Constam inclusive, na mesma disposição normativa, do artigo 6.0, I,</p><p>do CDC. Por direito à saúde podemos considerar o defeito a que se seja assegurado ao consumidor no</p><p>oferecimento de produtos e serviços, assim como no consumo e utilização dos mesmos, todas as condições</p><p>adequadas à preservação de sua integridade física e psíquica. Já no que diz respeito ao direito à segurança,</p><p>consiste basicamente em direito que assegura proteção contra riscos decorrentes do mercado de consumo.”</p><p>Fonte: MIRAGEM, B. Curso de Direito do Consumidor. 12. Ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2014,</p><p>p. 212.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e</p><p>serviços, é possível afirmar que:</p><p>bens de consumo de periculosidade patente apresentam risco intrínseco associado à própria qualidade ou</p><p>modo de funcionamento do produto.</p><p>o fornecedor pode colocar no mercado de consumo produto que apresente riscos à saúde ou segurança ao</p><p>consumidor.</p><p>os produtos de periculosidade latente tornam-se perigosos em razão de defeito que, por qualquer razão,</p><p>apresentem.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>os defeitos de fabricação, de concepção</p><p>e de comercialização são as três</p><p>modalidades básicas de periculosidade</p><p>adquirida.</p><p>o descumprimento, pelo fornecedor, do dever de informar o consumidor gera o chamado defeito de</p><p>concepção.</p><p>15/03/2024, 14:07 Comentários</p><p>https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_230465_1/grades/assessment/_10510921_1/overview/attempt/_32523203_1/review/inline-feedba… 9/9</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Pergunta 10</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“O art. 8º inaugura a parte dispositiva do Código, ocupando-se – juntamente com</p><p>os arts. 9º, 10 e 11 – da proteção à saúde e segurança dos consumidores. Explica-se a temática inaugural como</p><p>decorrência da preocupação do legislador</p><p>em estabelecer critérios para tutela do bem mais valioso a ser preservado nas</p><p>relações de consumo: a vida do consumidor.”</p><p>Fonte: GRINOVER, A. P. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense,</p><p>2019, p. 295.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a qualidade e segurança dos produtos e</p><p>serviços, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. Se a nocividade derivar da má conservação do produto e não existir vício de informação o fornecedor imediato</p><p>pode ser responsabilizado.</p><p>II. A periculosidade inerente é aquela é indissociável do produto ou serviço, sendo similar à periculosidade</p><p>adquirida ao longo do processo.</p><p>III. A periculosidade inerente induz a defeito e vício de qualidade, por isso, há uma desqualificação do valor do</p><p>produto.</p><p>IV. O fabricante tem o dever de prestar as informações relativas aos produtos com periculosidade inerente por</p><p>impressos apropriados que acompanhem o produto.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>I, III e IV.</p><p>III e IV.</p><p>I, II e III.</p><p>II e IV.</p><p>Resposta correta</p><p>Correta:</p><p>I e IV.</p>

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