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Questões resolvidas

Um processo precisa produzir 300 libras de uma solução a 10% em massa de cloreto de potássio (KCl) em água. Para isso, deve-se misturar uma solução a 0,9% do sal e o próprio sal puro seco. Quais devem ser as quantidades misturadas? Apresente a resposta em quilogramas (1 kg ≈ 2,205 lb).

Duas placas planas paralelas estão posicionadas a uma distância ε = 3 mm. O espaço entre elas é preenchido com um óleo de viscosidade cinemática de v = 0,2 St e massa específica ρ = 850 kg/m³. A placa inferior fica imóvel, enquanto a placa superior passa a se mover horizontalmente com velocidade v0 = 3 m/s. Com relação à tensão de cisalhamento agindo sobre o óleo, assinale a alternativa CORRETA:
a) ( ) 1,7 . 10-2 N/m2.
b) (X) 17 N/m2.
c) ( ) 0,02 N/m2.
d) ( ) 200 N/m2.

Sobre o valor da pressão p1 na escala manométrica, assinale a alternativa CORRETA:

a) ( ) 1,83 MPa.
b) ( ) 1,73 MPa.
c) ( ) 118,63 kPa.
d) (X) 17,30 kPa.

Com base nos gráficos apresentados na figura, a seguir, e no que melhor representa o comportamento da pressão com a profundidade, assinale a alternativa CORRETA:

a) (X) Gráfico I.
b) ( ) Gráfico II.
c) ( ) Gráfico III.
d) ( ) Gráfico IV.

Sobre o valor da altura (h) que o cientista irá medir no barômetro, assinale a alternativa CORRETA:

a) ( ) 70 cm.
b) ( ) 76 cm.
c) (X) 82 cm.
d) ( ) 88 cm.

I- Se T1 > T2, a lei de Stefan-Boltzmann a ser usada no cálculo da taxa de calor trocado por radiação será, em que as unidades de temperatura devem estar obrigatoriamente em Kelvin.
II- A taxa líquida de transferência de calor será zero, se T1 = T2, embora as duas placas ainda emitam radiação térmica.
III- A taxa de calor depende das emissividades dessas placas (ε ≠ 1), porém independe das propriedades do meio, seja ele qual for.
Assinale a alternativa CORRETA:
a) As sentenças I e II estão corretas.
b) As sentenças I e III estão corretas.
c) As sentenças II e III estão corretas.
d) Somente a sentença II está correta.

Sobre esse fenômeno, assinale a alternativa CORRETA:

a) A fluidodinâmica nesses equipamentos não é afetada pela deposição.
b) As resistências térmicas desses depósitos aumentam o valor do coeficiente global de transferência de calor.
c) As resistências térmicas geradas pelos depósitos dependem tanto da área ocupada na superfície do equipamento quanto da espessura do depósito.
d) Quando forem da mesma ordem de grandeza das resistências à convecção, as resistências térmicas dos depósitos podem ser desprezadas.

Uma garrafa de 2 litros de refrigerante se encontra a 27 °C e 500 kPa. No seu interior, observa-se a presença de duas fases em equilíbrio termodinâmico: uma gasosa (contendo CO2 e vapor de água) e uma líquida (que pode ser aproximada como uma solução de CO2 em água). Considerando condições de gás ideal e que o volume de líquido corresponde a uma massa de, aproximadamente, 2 kg, determine a massa de CO2 dissolvido na fase líquida. Massas molares: MMH2O = 18 g/mol, MMCO2 = 44 g/mol. Considere psat,água (27 °C) = 3,60 kPa.

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Questões resolvidas

Um processo precisa produzir 300 libras de uma solução a 10% em massa de cloreto de potássio (KCl) em água. Para isso, deve-se misturar uma solução a 0,9% do sal e o próprio sal puro seco. Quais devem ser as quantidades misturadas? Apresente a resposta em quilogramas (1 kg ≈ 2,205 lb).

Duas placas planas paralelas estão posicionadas a uma distância ε = 3 mm. O espaço entre elas é preenchido com um óleo de viscosidade cinemática de v = 0,2 St e massa específica ρ = 850 kg/m³. A placa inferior fica imóvel, enquanto a placa superior passa a se mover horizontalmente com velocidade v0 = 3 m/s. Com relação à tensão de cisalhamento agindo sobre o óleo, assinale a alternativa CORRETA:
a) ( ) 1,7 . 10-2 N/m2.
b) (X) 17 N/m2.
c) ( ) 0,02 N/m2.
d) ( ) 200 N/m2.

Sobre o valor da pressão p1 na escala manométrica, assinale a alternativa CORRETA:

a) ( ) 1,83 MPa.
b) ( ) 1,73 MPa.
c) ( ) 118,63 kPa.
d) (X) 17,30 kPa.

Com base nos gráficos apresentados na figura, a seguir, e no que melhor representa o comportamento da pressão com a profundidade, assinale a alternativa CORRETA:

a) (X) Gráfico I.
b) ( ) Gráfico II.
c) ( ) Gráfico III.
d) ( ) Gráfico IV.

Sobre o valor da altura (h) que o cientista irá medir no barômetro, assinale a alternativa CORRETA:

a) ( ) 70 cm.
b) ( ) 76 cm.
c) (X) 82 cm.
d) ( ) 88 cm.

I- Se T1 > T2, a lei de Stefan-Boltzmann a ser usada no cálculo da taxa de calor trocado por radiação será, em que as unidades de temperatura devem estar obrigatoriamente em Kelvin.
II- A taxa líquida de transferência de calor será zero, se T1 = T2, embora as duas placas ainda emitam radiação térmica.
III- A taxa de calor depende das emissividades dessas placas (ε ≠ 1), porém independe das propriedades do meio, seja ele qual for.
Assinale a alternativa CORRETA:
a) As sentenças I e II estão corretas.
b) As sentenças I e III estão corretas.
c) As sentenças II e III estão corretas.
d) Somente a sentença II está correta.

Sobre esse fenômeno, assinale a alternativa CORRETA:

a) A fluidodinâmica nesses equipamentos não é afetada pela deposição.
b) As resistências térmicas desses depósitos aumentam o valor do coeficiente global de transferência de calor.
c) As resistências térmicas geradas pelos depósitos dependem tanto da área ocupada na superfície do equipamento quanto da espessura do depósito.
d) Quando forem da mesma ordem de grandeza das resistências à convecção, as resistências térmicas dos depósitos podem ser desprezadas.

Uma garrafa de 2 litros de refrigerante se encontra a 27 °C e 500 kPa. No seu interior, observa-se a presença de duas fases em equilíbrio termodinâmico: uma gasosa (contendo CO2 e vapor de água) e uma líquida (que pode ser aproximada como uma solução de CO2 em água). Considerando condições de gás ideal e que o volume de líquido corresponde a uma massa de, aproximadamente, 2 kg, determine a massa de CO2 dissolvido na fase líquida. Massas molares: MMH2O = 18 g/mol, MMCO2 = 44 g/mol. Considere psat,água (27 °C) = 3,60 kPa.

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<p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>2a edição</p><p>2023</p><p>Prof. Henryck Cesar</p><p>Prof. Hungaro Yoshi</p><p>Prof. Ramon Gomes de Castro Lourenço</p><p>Prof. Rodrigo Orgeda</p><p>GABARITO DAS</p><p>AUTOATIVIDADES</p><p>2</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>UNIDADE 1</p><p>TÓPICO 1</p><p>1 Um processo precisa produzir 300 libras de uma solução a 10%</p><p>em massa de cloreto de potássio (KCl) em água. Para isso, deve-se</p><p>misturar uma solução a 0,9% do sal e o próprio sal puro seco. Quais</p><p>devem ser as quantidades misturadas? Apresente a resposta em</p><p>quilogramas (1 kg ≈ 2,205 lb).</p><p>R.: Fazendo o balanço do processo e considerando que P seja a corrente de</p><p>produto, F a corrente de entrada de solução salina e M a corrente de entra-</p><p>da de sal puro seco, temos as seguintes equações:</p><p>Temos duas variáveis desconhecidas e duas equações independentes.</p><p>Substituindo os valores conhecidos e resolvendo as equações:</p><p>Por fim, convertendo os resultados para quilogramas:</p><p>Portanto, devem ser misturadas 123,56 kg de solução de KCl e 12,49 kg de</p><p>KCl puro.</p><p>3</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>2 A dessalinização da água do mar e de águas salobras é comum em</p><p>países desérticos ou com pouca disponibilidade de água potável,</p><p>como no Oriente Médio e na África. A dessalinização de água pode</p><p>ser realizada por meio de processos de osmose reversa. Admitin-</p><p>do que estão presentes apenas sal e água e considerando a figura</p><p>a seguir, determine:</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) A vazão de água do mar necessária para alimentar o processo (F).</p><p>b) A vazão de salmoura removida (W).</p><p>c) A porcentagem da salmoura que sai das células de osmose rever-</p><p>sa e é reciclada.</p><p>R.: O diagrama nos fornece todas as composições das correntes e a va-</p><p>zão de água dessalinizada que deve ser atingida. Dessa forma, as únicas</p><p>variáveis desconhecidas são as demais vazões. Fazendo o balanço global,</p><p>temos as equações:</p><p>4</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Portanto, temos duas equações independentes e duas variáveis desco-</p><p>nhecidas (F e W). Resolvendo essas equações com os valores conhecidos,</p><p>teremos:</p><p>Com isso, chegamos às respostas pedidas em a) e b).</p><p>Em seguida, para chegarmos à porcentagem da salmoura que é reciclada,</p><p>precisamos definir sua vazão. Para isso, faremos um balanço no ponto em</p><p>que o reciclo se une à alimentação do sistema, formando a corrente resul-</p><p>tante que entra na célula de osmose (E) com concentração de 4% em sal:</p><p>Como agora conhecemos F, temos novamente duas equações indepen-</p><p>dentes e apenas duas variáveis desconhecidas (R e E). Logo:</p><p>Agora, precisamos apenas saber a vazão de saída de salmoura do processo</p><p>(S). Ela pode ser obtida com o balanço nas células de osmose reversa ou,</p><p>até mesmo, no ponto que se divide entre o reciclo e a salmoura removida:</p><p>5</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Ou:</p><p>Finalmente, podemos calcular a resposta pedida em c):</p><p>Portanto, a vazão de água do mar necessária para alimentar o processo é</p><p>4.837,21 kg/h, a vazão de salmoura removida é 2.837,21 kg/h, e a porcen-</p><p>tagem da salmoura que sai das células de osmose reversa e é reciclada é</p><p>55,11%.</p><p>3 Duas placas planas paralelas estão posicionadas a uma distância</p><p>ε = 3 mm. O espaço entre elas é preenchido com um óleo de visco-</p><p>sidade cinemática de v = 0,2 St e massa específica ρ = 850 kg/m³.</p><p>A placa inferior fica imóvel, enquanto a placa superior passa a se</p><p>mover horizontalmente com velocidade v0 = 3 m/s. Com relação à</p><p>tensão de cisalhamento agindo sobre o óleo, assinale a alternati-</p><p>va CORRETA:</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) ( ) 1,7 . 10-2 N/m2.</p><p>b) (X) 17 N/m2.</p><p>c) ( ) 0,02 N/m2.</p><p>d) ( ) 200 N/m2.</p><p>6</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>4 Uma película de óleo de 2,5 mm foi colocada sobre uma superfí-</p><p>cie plana inclinada em 45°. Em seguida, uma placa quadrada, com</p><p>peso de 30 N e 1 metro de lado, foi colocada para deslizar sobre</p><p>este plano. Observou-se que, ao longo de sua descida, a placa</p><p>atingiu a velocidade de 4,2 m/s, que se manteve constante até</p><p>o final do deslocamento. Considerando que o óleo seja um fluido</p><p>newtoniano, sobre a sua viscosidade dinâmica, assinale a alter-</p><p>nativa CORRETA:</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) (X) 1,26 . 10-2 N . s/m2.</p><p>b) ( ) 2,52 . 10-2 N . s/m2.</p><p>c) ( ) 8,93 . 10-3 N . s/m2.</p><p>d) ( ) 1,79 . 10-2 N . s/m2.</p><p>5 Para determinar a viscosidade cinemática do metanol a 20 °C, sa-</p><p>be-se que, nessa temperatura, a massa específica desse fluido é de</p><p>788,4 kg/m³. Experimentalmente, observou-se que, quando uma</p><p>esfera de 1 centímetro de diâmetro se desloca no metanol à velo-</p><p>cidade de 1,49 . 10-2 m/s, a força de arrasto sobre a esfera foi de</p><p>8,75 . 10-6 N. Considerando, de maneira hipotética, que o diagra-</p><p>ma apresentado na figura a seguir, seja válido. Sobre a viscosida-</p><p>de cinemática do metanol, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>7</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) ( ) 7,45 . 10-7 kg/m . s.</p><p>b) (X) 7,45 . 10-7 m2/s.</p><p>c) ( ) 5,87 . 10-4 kg/m . s.</p><p>d) ( ) 5,87 . 10-4 m2/s.</p><p>TÓPICO 2</p><p>1 Um pistão vertical cilíndrico opera acoplado a uma mola, a qual</p><p>transmite 50 N de força para o pistão. Um manômetro é utilizado</p><p>para verificar a pressão no gás contido nesse pistão. Consideran-</p><p>do os parâmetros apresentados na figura a seguir, determine a</p><p>pressão absoluta do gás e a massa do pistão. Adote a aceleração</p><p>da gravidade como 10 m/s².</p><p>8</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: os autores</p><p>R.: O exercício pede dois resultados: a pressão absoluta no gás e a massa</p><p>do pistão. O primeiro pode ser facilmente avaliado:</p><p>Agora, para calcular a massa do pistão, deve-se, primeiro, fazer um balanço</p><p>de forças no pistão. Três forças agem sobre ele: a força peso (P), que exerce</p><p>força para baixo; a força que o mecanismo transmite para o pistão (Fmola),</p><p>também para baixo; e a força de resistência à compressão (F) que o gás</p><p>exerce sobre o pistão, para cima. No equilíbrio, a força resultante é nula, de</p><p>tal forma que há o equilíbrio de forças:</p><p>P + Fmola = F</p><p>Como P = mpistão . g e p = F/A:</p><p>Substituindo os valores:</p><p>9</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Portanto, a pressão absoluta do gás é 114 kPa e a massa do pistão é 52 kg.</p><p>2 Um tubo em U é conectado a um tanque, que contém diferentes</p><p>fluidos. Determine a pressão manométrica no manômetro A,</p><p>considerando os pesos específicos e as alturas das colunas de</p><p>cada um dos fluidos indicados na figura a seguir. Qual a altura</p><p>necessária de uma coluna de água para que ela cause uma pressão</p><p>equivalente à indicada no manômetro A?</p><p>Fonte: os autores</p><p>R.: Deve-se utilizar o conceito de equação manométrica. O usual seria ter-</p><p>mos, como plano horizontal de referência, o fundo do manômetro (a parte</p><p>inferior do tubo na horizontal), porém, pela configuração da figura, é conve-</p><p>niente utilizarmos outro plano: a interface água-glicerina no tanque. Assim,</p><p>o novo esquema será:</p><p>10</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Essa aparente “simplificação” é válida porque, na prática, abaixo desse seg-</p><p>mento do sistema, as colunas de glicerina são iguais de ambos os lados,</p><p>logo, elas se anulariam na equação manométrica. Equacionando as pres-</p><p>sões do lado esquerdo, temos:</p><p>Do lado direito, temos:</p><p>Igualando ambas e isolando o termo solicitado pelo problema (pA):</p><p>A regra da equação manométrica, ainda, pode ser aplicada, e levaria a esta</p><p>mesma equação. Como estamos interessados na pressão manométrica</p><p>(𝑝𝑚𝑎𝑛 = 𝑝𝐴− 𝑝𝑎𝑡𝑚), podemos desconsiderar a pressão atmosférica da equa-</p><p>ção. Com isso, basta substituirmos os valores dos pesos específicos e das</p><p>alturas de cada coluna:</p><p>Por fim, o exercício solicita a altura necessária para que uma coluna de</p><p>água cause essa mesma pressão. Na prática, isso pode ser entendido como</p><p>converter o resultado para alguma unidade apropriada, como metros de</p><p>coluna d’água:</p><p>11</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Esse mesmo resultado seria obtido utilizando o Teorema de Stevin:</p><p>A pequena diferença observada é decorrente de aproximações no peso</p><p>específico da água, devido à aceleração da gravidade empregada (10 m/</p><p>s², em vez de um valor mais rigoroso, como 9,8 m/s²). Como observação fi-</p><p>nal, também é possível resolver este exercício novamente adotando a parte</p><p>mais baixa do manômetro como plano horizontal</p><p>de referência, para facili-</p><p>tar a compreensão da estratégia utilizada nesta resolução.</p><p>3 Considere o manômetro da figura a seguir, em que o fluido A é um</p><p>óleo (contido em uma tubulação com pressão p1) e o B, um flui-</p><p>do manométrico, com pesos específicos γóleo = 8800 N/m³ e γfluido =</p><p>120000 N/m³. Sobre o valor da pressão p1 na escala manométrica,</p><p>assinale a alternativa CORRETA:</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) ( ) 1,83 MPa.</p><p>b) ( ) 1,73 MPa.</p><p>c) ( ) 118,63 kPa.</p><p>d) (X) 17,30 kPa.</p><p>12</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>4 À medida que um mergulhador nada para locais mais profundos do</p><p>oceano, a pressão aumenta, devido ao aumento da coluna d’água</p><p>que está acima do ponto em que ele se encontra. Sabendo que a</p><p>pressão atmosférica é em torno de 1,013 . 105 Pa, com base nos</p><p>gráficos apresentados na figura, a seguir, e no que melhor repre-</p><p>senta o comportamento da pressão com a profundidade, assinale</p><p>a alternativa CORRETA:</p><p>Fonte: adaptada de https://bit.ly/3GxUjEB. Acesso em: 29 mar. 2023.</p><p>a) (X) Gráfico I.</p><p>b) ( ) Gráfico II.</p><p>c) ( ) Gráfico III.</p><p>d) ( ) Gráfico IV.</p><p>13</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>5 No sistema representado na figura a seguir, duas câmaras de ar</p><p>estão separadas por uma seção de fluido e pelas próprias barrei-</p><p>ras físicas. Uma dessas câmaras, ainda, está separada da atmos-</p><p>fera por mais uma seção de fluido. A pressão atmosférica local é</p><p>desconhecida. Visando a calculá-la, um cientista estrutura um</p><p>barômetro. Sabendo que o fluido utilizado é o mercúrio em todos</p><p>os casos (γHg = 133280 N/m3), conhecendo as informações do sis-</p><p>tema ar/mercúrio, apresentadas na figura, e considerando des-</p><p>prezível a pressão de vapor do mercúrio, sobre o valor da altura</p><p>(h) que o cientista irá medir no barômetro, assinale a alternativa</p><p>CORRETA:</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) ( ) 70 cm.</p><p>b) ( ) 76 cm.</p><p>c) (X) 82 cm.</p><p>d) ( ) 88 cm.</p><p>14</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>TÓPICO 3</p><p>1 Um tanque cilíndrico completamente cheio de água, com altura</p><p>de 5 metros, leva 2.000 segundos para ser completamente esva-</p><p>ziado. Ele é descarregado por um tubo, cuja vazão é de 50 litros/</p><p>segundo, constante ao longo de todo o processo. Determine a</p><p>área ocupada por esse tanque. Esse processo opera em regime</p><p>permanente ou transiente?</p><p>R.: Para encontrar a área do tanque, basta unirmos os conceitos de vazão e</p><p>de geometria. Nota-se que a única vazão presente no sistema é justamen-</p><p>te a corrente que descarrega o tanque, que permanece constante durante</p><p>todo o processo. Convertendo-a para unidades do SI, temos:</p><p>Agora, lembrando da própria definição de vazão volumétrica (quantidade</p><p>de volume por unidade de tempo), se conhecemos a vazão e o tempo ne-</p><p>cessário para esvaziar completamente o tanque, é fácil calcularmos o vo-</p><p>lume total:</p><p>Da geometria, o volume de um cilindro pode ser calculado pelo produto da</p><p>área da base com a sua altura. Então:</p><p>15</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Por fim, devemos afirmar que esse processo opera, por natureza, em regime</p><p>transiente. Afinal, mesmo que a vazão de saída seja constante, o conteúdo</p><p>de água no tanque varia com o tempo. Dessa forma, um ponto do tanque</p><p>em que t = 0 s existe água, em t = 2.000 s não teria nada, pois o tanque teria</p><p>sido completamente descarregado.</p><p>2 Ar entra em um difusor à velocidade de 200 m/s, como na figura a</p><p>seguir. A área da seção de entrada é de 20 cm², enquanto a área da</p><p>seção de saída é de 50 cm². Sabendo que a massa específica do ar,</p><p>na entrada e na saída, é de 1,2 kg/m³ e 1,5 kg/m³, respectivamente,</p><p>determine as vazões em volume e em massa e a velocidade média</p><p>na saída. Avalie, também, o escoamento em ambas as seções, de</p><p>acordo com o número de Mach. Considere a velocidade do som de</p><p>346 m/s.</p><p>Fonte: os autores</p><p>R.: O ar entra no difusor em alta velocidade e o objetivo é avaliarmos as</p><p>vazões e as velocidades do escoamento nesse sistema. Admitindo condi-</p><p>ção de regime permanente, é possível resolver esse problema por meio da</p><p>equação da continuidade. Como o fluido em questão é compressível:</p><p>Qm1 = Qm2 ou ρ1 . Q1 = ρ2 . Q2 ou ρ1 . v1 . A1= ρ2 . v2 . A2</p><p>Uma vez que a velocidade na entrada é conhecida, é conveniente determi-</p><p>narmos as vazões nessa seção. Para a vazão volumétrica:</p><p>16</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Por fim, devemos avaliar o escoamento conforme o número de Mach, que</p><p>é definido como:</p><p>Com isso, é fácil determinarmos a vazão mássica:</p><p>Novamente, pela equação da continuidade, sabemos que:</p><p>Assim, podemos fazer o processo inverso para chegarmos à vazão volumé-</p><p>trica e à velocidade média na seção de saída:</p><p>17</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Para a velocidade do som de 346 m/s, chegamos aos seguintes valores na</p><p>entrada e na saída do difusor, respectivamente:</p><p>Como Ma < 1 em ambos os casos, podemos dizer que o escoamento é sub-</p><p>sônico em ambas as seções.</p><p>3 Uma tubulação direciona água para dois reservatórios, ambos</p><p>cúbicos, como representado na figura a seguir. O reservatório 1</p><p>leva 100 segundos para ser completamente preenchido, enquan-</p><p>to o reservatório 2 leva 180 segundos. Sabendo que a velocidade</p><p>média do escoamento na seção A é de 1,25 m/s, determine o diâ-</p><p>metro da tubulação e classifique o escoamento desta mesma se-</p><p>ção, de acordo com o número de Reynolds (considere ρH2O = 1.000</p><p>kg/m³ e μH2O = 1,00 × 10-3 Pa . s). Em seguida, assinale a alternativa</p><p>CORRETA:</p><p>Fonte: os autores</p><p>18</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>a) ( ) 0,20 m; regime laminar.</p><p>b) ( ) 0,80 m; regime turbulento.</p><p>c) ( ) 1,20 m; regime de transição.</p><p>d) (X) 1,60 m; regime turbulento.</p><p>4 Uma tubulação, como representada a figura a seguir, recebe duas</p><p>correntes de entrada: fluido A (ρA = 1.000 kg/m³) com vazão de 30</p><p>L/s e fluido B (ρB = 600 kg/m³) com vazão de 50 L/s. Como resulta-</p><p>do, a saída da tubulação é uma mistura homogênea. Sobre a massa</p><p>específica da mistura formada, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) ( ) 650 kg/m³.</p><p>b) ( ) 700 kg/m³</p><p>c) (X) 750 kg/m³.</p><p>d) ( ) 800 kg/m³.</p><p>5 Água (v = 1,0 . 10–6 m²/s) escoa por uma tubulação cilíndrica, em</p><p>que há, em uma determinada região, uma diminuição do diâmetro</p><p>da tubulação, como mostra a figura a seguir. A seção A tem diâ-</p><p>metro DA = 4 in e velocidade média vA = 1,08 . 10–2 m/s. Além disso, o</p><p>diâmetro da seção B é conhecido: DB = 2 in. Dessa forma, são feitas</p><p>as seguintes afirmações sobre esse sistema:</p><p>19</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: os autores</p><p>I- O Reynolds da seção A é, aproximadamente, ReA = 1.100, o que indica</p><p>que o escoamento nesta seção é laminar.</p><p>II- Como DB = DA /2, então ReB = ReA /2.</p><p>III- Mantendo inalterados a geometria e o fluido, a vazão máxima permitida</p><p>na seção A, para que o regime seja laminar, é de 0,16 L/s.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) ( ) As sentenças I e II estão corretas.</p><p>b) (X) As sentenças I e III estão corretas.</p><p>c) ( ) As sentenças II e III estão corretas.</p><p>d) ( ) As sentenças I, II e III estão corretas.</p><p>UNIDADE 2</p><p>TÓPICO 1</p><p>1 Tubos convergentes-divergentes podem ser utilizados para pro-</p><p>duzir vácuo. Como, na figura a seguir, basta utilizar um fluido, tal</p><p>como água, em uma vazão adequada para que uma depressão seja</p><p>criada na garganta. Considerando a hipótese de fluido ideal e sem</p><p>perda de carga, qual deve ser o diâmetro da garganta (2) para</p><p>que uma vazão de 8 kg/s produza uma depressão equivalente a</p><p>250 mmHg na câmara? Dados: D1 = 12 cm; ρH2O = 1.000 kg/m³; ρHg =</p><p>13.600 kg/ m³; g = 10 m/s².</p><p>20</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: os autores</p><p>cConsiderando que o problema atenda às hipóteses simplificadoras da</p><p>equação de Bernoulli (regime permanente, fluido ideal, ausência de má-</p><p>quina, sem troca de calor e escoamento uniforme), é possível utilizarmos a</p><p>equação entre a saída do tubo (1) e a garganta (2):</p><p>Independentemente do plano horizontal de referência adotado, os centros</p><p>das seções (1) e (2) estarão localizados à mesma altura c. Assim:</p><p>Sabemos que (1) está aberta para o ambiente, enquanto em (2) deve es-</p><p>tar em depressão de 250 mmHg. Sabemos que o conceito de “depressão”</p><p>indica o quanto a pressão mensurada está abaixo da pressão atmosférica.</p><p>Então, podemos escrever:</p><p>21</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Para converter a diferença de pressão (p1 – p2) de mmHg para o SI, pode-</p><p>mos utilizar a relação:</p><p>Lembrando-se da definição de peso específico e substituindo os valores</p><p>conhecidos:</p><p>Como é fornecida a vazão mássica de água e o diâmetro da seção (1), con-</p><p>siderando que a seção transversal da tubulação é circular, é possível avaliar</p><p>v1:</p><p>22</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Agora, é possível retornar e avaliar v2:</p><p>Em posse deste resultado, basta retornar na equação utilizada para calcu-</p><p>lar v1, mas agora para a seção v2:</p><p>Portanto, o diâmetro da garganta (2) deve ser de 3,5 cm para que uma va-</p><p>zão de 8 kg/s produza uma depressão equivalente a 250 mmHg na câmara.</p><p>2 Certa turbina de uma usina hidrelétrica é capaz de produzir 60</p><p>MW de energia elétrica, com uma eficiência total de 80%. A mo-</p><p>vimentação dessa turbina é feita com a captação de água locali-</p><p>zada em um nível superior (1), que é, então, direcionada para um</p><p>nível inferior (2), sendo ambas grandes corpos d’água. Adote ρH2O</p><p>= 1.000 kg/m³ e g = 9,8 m/s². Considerando os dados da figura a</p><p>seguir, sobre a perda de carga associada ao processo, assinale a</p><p>alternativa CORRETA:</p><p>23</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: os autores</p><p>a) ( ) 25,00 m.</p><p>b) (X) 36,22 m.</p><p>c) ( ) 59,18 m.</p><p>d) ( ) 163,78 m.</p><p>3 Considere o trecho de tubulação na figura a seguir, em que (2) é uma</p><p>válvula de gaveta, (3) é uma válvula tipo globo e (4) é um cotovelo.</p><p>Fonte: Brunetti (2008)</p><p>O fabricante destas peças fornece os seguintes comprimentos</p><p>equivalentes:</p><p>24</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: os autores</p><p>O conduto é de ferro galvanizado (ε = 1,5 ⋅ 10-4 m), de seção circular</p><p>(diâmetro D = 15 cm), com um comprimento entre (1) e (5) de 20 m.</p><p>Adotando v = 1 ⋅ 10-6 m²/s e g = 9,8 m/s², e considerando uma vazão de</p><p>18 L/s, sobre a perda de carga nesse trecho, assinale a alternativa</p><p>CORRETA:</p><p>a) ( ) 0,58 m.</p><p>b) ( ) 0,44 m.</p><p>c) (X) 0,32 m.</p><p>d) ( ) 0,16 m.</p><p>4 Considerando o sistema apresentado na figura a seguir, em que</p><p>o fluido escoando é água a 10 °C (ρ = 999,7 kg/m³; μ = 1,307 ⋅ 10-3</p><p>Pa ⋅ s), a uma vazão de 9 L/s. A tubulação é de seção circular, feita</p><p>em ferro galvanizado (ε = 1,5 ⋅ 10-4 m). Determine a altura z1. Adote</p><p>g = 9,8 m/s² e consulte valores tabelados para os coeficientes de</p><p>perda das singularidades.</p><p>Válvula de gaveta Válvula tipo globo Cotovelo</p><p>Leq (m) 0,352 16,94 3,91</p><p>Fonte: adaptada de Çengel; Cimbala (2015)</p><p>25</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) ( ) 36,12 m.</p><p>b) (X) 29,54 m.</p><p>c) ( ) 16,43 m.</p><p>d) ( ) 10,58 m.</p><p>5 Considerando a instalação de recalque na figura a seguir, calcu-</p><p>le a potência da bomba B, sabendo que seu rendimento é de 76%,</p><p>para uma vazão de 20 L/s. O diâmetro da tubulação de sucção é de</p><p>6,5 cm, enquanto o da tubulação de recalque é 12 cm. As tubula-</p><p>ções são todas de seção circular e ferro fundido (ε = 2,6 ⋅ 10-4 m).</p><p>São dados: v = 10-6 m²/s; γ = 104 N/m³; Leq1 = 20 m; Leq2 = 2 m; Leq6 = Leq7</p><p>= 1 m; kS5 = 10; kS8 = 1; g = 10 m/s².</p><p>Fonte: adaptada de Brunetti (2008)</p><p>R.: Partindo das considerações fundamentais de costume (regime perma-</p><p>nente, fluido incompressível, escoamento completamente desenvolvido,</p><p>sem trocas de calor), o objetivo é resolvermos a equação da energia:</p><p>26</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Com as devidas considerações feitas:</p><p>Em termos de pressões manométricas:</p><p>O termo referente às perdas de carga é a única incógnita. Como os diâme-</p><p>tros da tubulação de sucção e de recalque são diferentes, devemos calcu-</p><p>lar as duas seções separadamente:</p><p>Para a sucção, as duas singularidades presentes estão expressas em com-</p><p>primento equivalente. Logo:</p><p>É necessário determinarmos o fator de atrito f e a velocidade de sucção vS:</p><p>27</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Então, resolvendo a equação:</p><p>Agora, para o recalque, como os cotovelos estão dados em comprimento</p><p>equivalente e as outras duas singularidades estão dadas pelo seu kS, é con-</p><p>veniente usarmos a forma combinada:</p><p>Para isso, é necessário calcularmos o fator de atrito para o recalque. Partin-</p><p>do da equação da continuidade e pelo diagrama de Moody-Rouse:</p><p>Então:</p><p>28</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>TÓPICO 2</p><p>1 O telhado de uma casa apresenta dimensões 7,5 m × 10,0 m, com</p><p>0,30 m de espessura, e consiste, basicamente, em uma placa pla-</p><p>na de concreto (k = 0,8 W/m ⋅ K). Esse telhado conta com um siste-</p><p>ma de aquecimento elétrico que, ao longo de uma noite (período</p><p>de 10 horas), é capaz de manter a temperatura da sua superfície</p><p>interior em 18 °C, enquanto a superfície exterior é mantida em 6</p><p>°C. Sobre o custo da perda de calor através do telhado (considere</p><p>R$ 0,42/kWh), assinale a alternativa CORRETA:</p><p>Feito isso, podemos somar os dois termos para ter a perda de carga total</p><p>do sistema:</p><p>Com isso, podemos voltar à equação da energia para determinar HB:</p><p>Enfim, podemos, então, calcular a potência da bomba, considerando o seu</p><p>rendimento:</p><p>Portanto, a potência da bomba B é de 19,15 kW.</p><p>29</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Fonte: adaptada de Çengel; Ghajar (2012)</p><p>a) ( ) R$ 3,03.</p><p>b) (X) R$ 10,08.</p><p>c) ( ) R$ 30,24.</p><p>d) ( ) R$ 100,80.</p><p>2 Com base no exemplo/problema da janela de painel duplo, con-</p><p>siderando devidamente os efeitos convectivos no interior e ex-</p><p>terior, considere que os painéis têm 1,0 m de altura por 1,5 m de</p><p>largura e estão dispostos como esquematizado na figura a seguir.</p><p>Adote kvidro = 0,78 W/(m ⋅ K) e kar = 0,026 W/(m ⋅ K).</p><p>Fonte: adaptada de Çengel; Ghajar (2012)</p><p>30</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>R.: Como o esquema apresentado sugere, o problema pode ser resolvido</p><p>por meio da determinação das resistências térmicas do sistema. Para isso,</p><p>primeiramente, determina-se a área de troca térmica de cada superfície do</p><p>painel, dada por:</p><p>Em seguida, determinam-se as resistências, sendo Ri e Re as resistências</p><p>de convecção, enquanto R1, R2 e R3 são resistências de condução. Logo:</p><p>Como todas essas resistências estão em série, a resistência total é:</p><p>31</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Logo, a taxa de transferência de calor pode ser determinada:</p><p>Conhecendo a taxa, podemos calcular as temperaturas T1, T2, T3 e T4 fazen-</p><p>do a equação de cada uma das resistências térmicas:</p><p>Estes resultados são muito mais condizentes com o que se espera obser-</p><p>var, na prática, do que com as aproximações feitas no exemplo original.</p><p>32</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>3 Considere a parede plana composta, apresentada na figura a seguir:</p><p>Fonte: os autores</p><p>No material A, ocorre geração de calor uniforme (q = 1,5 ⋅ 106 W/m3)</p><p>e sua superfície interna está perfeitamente isolada. A superfície B,</p><p>que não apresenta geração de calor, é resfriada por uma corrente de</p><p>água a 25 °C. Determine as temperaturas T0, T1 e T2. Considere uma</p><p>área superficial unitária (A = 1 m2).</p><p>R.: Considere condições de regime estacionário, com propriedades cons-</p><p>tantes, em que o escoamento de calor ocorre unidimensionalmente na di-</p><p>reção x.</p><p>Podemos avaliar o calor total gerado:</p><p>Em regime estacionário, as temperaturas devem estar constantes, e o calor</p><p>gerado no material A deve ser justamente igual ao calor removido pela con-</p><p>vecção no material B, uma vez que o outro lado do material A está isolado.</p><p>33</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Assim, podemos utilizar a lei de Newton do resfriamento para avaliar a tem-</p><p>peratura da superfície externa (T2 ):</p><p>Conhecendo T2, pode-se determinar T1 por meio da lei de Fourier da con-</p><p>dução, uma vez que, no regime permanente, o calor gerado também deve</p><p>ser equivalente ao calor conduzido através da camada B:</p><p>O mesmo pode ser feito com a camada A para determinar T0:</p><p>Portanto, as temperaturas são: T0 = 202 °C, T1 = 130 °C e T2 = 115 °C.</p><p>34</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>4 Um engenheiro deseja manter o interior de uma sala a uma tem-</p><p>peratura de 20 °C. Considerou que a temperatura média externa</p><p>à sala é de 35 °C e que o fluxo de calor trocado deve ser 105 W/m2,</p><p>para que suas exigências sejam atendidas. A tabela a seguir mos-</p><p>tra alguns dos materiais que podem ser usados para construir a</p><p>parede:</p><p>Fonte: adaptada</p><p>de ABNT (2005, p. 8)</p><p>Sabendo que a parede será construída com uma espessura de 20 cm,</p><p>para que a sala seja mantida à temperatura desejada nessas condi-</p><p>ções, sobre o material que o engenheiro deve escolher para compor</p><p>a parede, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) (X) Concreto.</p><p>b) ( ) Pedra natural.</p><p>c) ( ) Placa de madeira prensada.</p><p>d) ( ) Não é possível responder, pois a área da parede não foi informada.</p><p>Contudo, a melhor opção é usar a placa com espuma de poliure-</p><p>tano, por ser o material com menor condutividade térmica (maior</p><p>resistência à condução).</p><p>5 Sabendo que duas placas idênticas, retangulares, de comprimen-</p><p>to L, estão dispostas paralelamente uma sobra a outra, porém</p><p>afastadas a uma distância d ≪ L. Ambas as placas são feitas do</p><p>mesmo material, tendo comportamento de corpo negro. A primei-</p><p>ra placa tem temperatura T1, enquanto a segunda, T2. Sobre o pro-</p><p>cesso de transferência de calor por radiação entre essas placas,</p><p>analise as sentenças a seguir:</p><p>Material Condutividade térmica (W ⋅ m-1 ⋅ K-1)</p><p>Concreto 1,40</p><p>Pedra natural 1,00</p><p>Placa de madeira prensada 0,10</p><p>Placa com espuma rígida de poliuretano 0,03</p><p>35</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>TÓPICO 3</p><p>1 Um experimento em laboratório emprega um trocador de calor</p><p>tubo duplo, que trabalha com água no tubo interno (temperatura</p><p>média de 30 °C) e óleo na região anular (temperatura média de 75</p><p>°C). O tubo interno é feito em cobre, com uma espessura de pare-</p><p>de muito fina, de modo que o seu diâmetro pode ser aproximado</p><p>para 1,5 cm. Com os dados do experimento, verifica-se que o nú-</p><p>mero de Nusselt no tubo interno é de, aproximadamente, Nui = 250</p><p>e, na região anular, de Nu0 = 10. Sabendo que kágua = 0,65 W/(m ⋅ K)</p><p>e kóleo = 0,15 W/(m ⋅ K), sobre o coeficiente global de troca térmica</p><p>desse trocador, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) (X) 99,1 W/(m2 ⋅ K).</p><p>b) ( ) 198,2 W/(m2 ⋅ K).</p><p>c) ( ) 369,3 W/(m2 ⋅ K).</p><p>d) ( ) 738,6 W/(m2 ⋅ K).</p><p>I- Se T1 > T2, a lei de Stefan-Boltzmann a ser usada no cálculo da taxa de</p><p>calor trocado por radiação será , em que as uni-</p><p>dades de temperatura devem estar obrigatoriamente em Kelvin.</p><p>II- A taxa líquida de transferência de calor será zero, se T1 = T2, embora as</p><p>duas placas ainda emitam radiação térmica.</p><p>III- A taxa de calor depende das emissividades dessas placas (ε ≠ 1), porém</p><p>independe das propriedades do meio, seja ele qual for.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) ( ) As sentenças I e II estão corretas.</p><p>b) ( ) As sentenças I e III estão corretas.</p><p>c) ( ) As sentenças II e III estão corretas.</p><p>d) (X) Somente a sentença II está correta.</p><p>36</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>2 Os condensadores – equipamentos destinados à remoção de ca-</p><p>lor latente de um vapor – são, essencialmente, trocadores de ca-</p><p>lor. Condensadores são utilizados, por exemplo, em colunas de</p><p>destilação, para a produção de etanol combustível. Considere o</p><p>condensador representado na figura a seguir, em que o vapor é</p><p>condensado utilizando uma corrente de água como fluido frio. Sa-</p><p>bendo que a área de troca térmica dos tubos é de A = 30 m2 e que o</p><p>coeficiente global de transferência de calor para esse equipamen-</p><p>to é de U = 3.500 W/(m2 ⋅ K), determine a vazão mássica necessária</p><p>de água de refrigeração. São dados: calor específico da água c =</p><p>4,18 kJ/kg ⋅ K; calor latente de vaporização da água L = 2.256 kJ/kg.</p><p>Fonte: adaptada de Çengel; Cimbala (2015)</p><p>R.: A resolução está pautada na conservação de energia: o calor latente</p><p>que sai do vapor deve ser equivalente ao calor sensível adicionado à água</p><p>de refrigeração. Para quantificarmos esse calor, recorreremos à expressão</p><p>típica dos trocadores de calor:</p><p>O coeficiente global U e a área de troca térmica A foram fornecidos. MLDT</p><p>pode ser facilmente avaliada pela sua definição, uma vez que as tempera-</p><p>turas de entrada e saída estão identificadas na figura:</p><p>37</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Com isso, podemos avaliar a taxa de calor trocado:</p><p>Pela definição do calor sensível, chega-se à vazão mássica necessária de</p><p>água de refrigeração:</p><p>Encontramos a vazão solicitada pelo exercício (aproximadamente 50 kg/s).</p><p>Caso necessário, poderíamos calcular, também, a vazão de vapor, utilizan-</p><p>do a definição da conservação de energia: o calor latente que sai do vapor</p><p>deve ser equivalente ao calor sensível adicionado à água de refrigeração.</p><p>Assim, temos que:</p><p>38</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>3 Um radiador automotivo funciona como um trocador de calor em</p><p>escoamento cruzado (ou seja, nem em contracorrente nem em pa-</p><p>ralelo), como apresenta o esquema da figura a seguir, em que os</p><p>fluidos são água e ar. Essa peça possui 35 tubos cujo diâmetro in-</p><p>terno é de 0,5 cm, cada um com comprimento de 70 cm e distribu-</p><p>ídos ao longo de uma matriz de placas aletadas. Considerando que</p><p>a vazão mássica de água (fluido quente) é de 0,5 kg/s, determine</p><p>o coeficiente global de transferência de calor desse radiador com</p><p>relação à superfície interna dos tubos (Ui). Adote o calor específi-</p><p>co da água como 4,18 kJ/kg ⋅ K e um fator de correção F = 0,95.</p><p>Fonte: adaptada de Çengel; Cimbala (2015)</p><p>R.: O parâmetro solicitado pelo exercício é o coeficiente global de transfe-</p><p>rência de calor do radiador com base na superfície interna dos tubos (Ui).</p><p>Além disso, como o escoamento não é perfeitamente em contracorrente,</p><p>utiliza-se um fator de correção já fornecido. Com isso, para calcular Ui, de-</p><p>vemos usar a equação:</p><p>39</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Em que a área de troca térmica Ai é calculada com base no diâmetro inter-</p><p>no dos tubos. Como são 35 tubos cilíndricos, esta área pode ser calculada</p><p>como:</p><p>Como conhecemos as temperaturas de entrada e saída de ambos os flui-</p><p>dos, o cálculo de MLDT é imediato:</p><p>Resta-nos apenas determinar a taxa de transferência de calor. Para fazer</p><p>isso, como conhecemos a vazão mássica de água e o seu calor específico,</p><p>é razoável afirmarmos que o calor trocado deve ser igual ao calor removido</p><p>da água, fazendo:</p><p>Enfim, basta retornarmos à primeira equação para verificar Ui:</p><p>40</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>4 A água do mar (23 °C) é aproveitada em um trocador de calor com</p><p>uma vazão de 4 kg/s para que um óleo quente (85 °C) de vazão de 3</p><p>kg/s seja resfriado. Se admitirmos que ambos os fluidos possuem</p><p>o mesmo calor específico de 4.000 J/(kg ⋅ °C), definindo qmín e qmáx</p><p>como, respectivamente, a mínima e a máxima taxas de calor tro-</p><p>cado possíveis nesse processo, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) ( ) qmín = 1.000 kW.</p><p>b) ( ) qmín = 992 kW/h.</p><p>c) ( ) qmáx = 992 kW.</p><p>d) (X) qmáx = 744 kW.</p><p>5 Algumas correntes quentes, existentes em uma refinaria de pe-</p><p>tróleo, são aproveitadas como fonte de calor para pré-aquecer o</p><p>óleo que será destilado. Entretanto, os trocadores de calor, for-</p><p>mados por essas correntes, geralmente, sofrem com a deposição.</p><p>Sobre esse fenômeno, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) ( ) A fluidodinâmica nesses equipamentos não é afetada pela deposi-</p><p>ção.</p><p>b) ( ) As resistências térmicas desses depósitos aumentam o valor do co-</p><p>eficiente global de transferência de calor.</p><p>c) (X) As resistências térmicas geradas pelos depósitos dependem</p><p>tanto da área ocupada na superfície do equipamento quanto</p><p>da espessura do depósito.</p><p>d) ( ) Quando forem da mesma ordem de grandeza das resistências à</p><p>convecção, as resistências térmicas dos depósitos podem ser des-</p><p>prezadas.</p><p>41</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>UNIDADE 3</p><p>TÓPICO 1</p><p>1 Em um lago com equilíbrio entre o ar e a superfície (ver figura a</p><p>seguir), a temperatura é de 27 °C e a pressão atmosférica é de 130</p><p>kPa. Determine a fração molar de ar dissolvido na superfície do</p><p>lago. Para essa temperatura, a pressão de saturação da água é de</p><p>psat,água (27 °C) = 3,60 kPa. Considere condições de gás ideal.</p><p>Fonte: os autores</p><p>R.: Como estamos na condição de gás ideal e o ar é pouco solúvel em água,</p><p>podemos utilizar a lei de Henry para resolver o problema. Pela Tabela 5,</p><p>podemos ver que, a 27 °C (300 K), a constante de Henry para o par ar-água</p><p>é H = 74.000 bar.</p><p>Admitindo que o ar, na</p><p>superfície, está saturado, a pressão parcial do vapor</p><p>na fase gasosa será simplesmente a pressão de saturação da água (fase</p><p>líquida). Dessa forma:</p><p>pvapor = psat,água = 3,60 kPa</p><p>Com isso, baseado na lei de Dalton, podemos verificar a pressão parcial do</p><p>ar (seco, ou seja, sem a pressão parcial do vapor):</p><p>42</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Então, basta usar esse resultado na lei de Henry para obter:</p><p>TÓPICO 2</p><p>1 Uma garrafa de 2 litros de refrigerante se encontra a 27 °C e 500</p><p>kPa. No seu interior, observa-se a presença de duas fases em</p><p>equilíbrio termodinâmico: uma gasosa (contendo CO2 e vapor de</p><p>água) e uma líquida (que pode ser aproximada como uma solução</p><p>de CO2 em água). Considerando condições de gás ideal e que o vo-</p><p>lume de líquido corresponde a uma massa de, aproximadamente,</p><p>2 kg, determine a massa de CO2 dissolvido na fase líquida. Massas</p><p>molares: MMH2O = 18 g/mol, MMCO2</p><p>= 44 g/mol. Considere psat,água (27</p><p>°C) = 3,60 kPa.</p><p>Fonte: os autores</p><p>43</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>R.: A resolução deste exercício é bastante semelhante à do exemplo</p><p>desenvolvido no Tema de Aprendizagem 1 desta unidade.</p><p>Considerando condições de gás ideal tanto para o CO2 quanto para o vapor</p><p>de água, além de não serem levadas em conta perdas de massa pelas</p><p>paredes da garrafa (ou seja, a massa dentro da garrafa é constante), como</p><p>o CO2 é pouco solúvel em água, podemos aplicar a lei de Henry. Para tanto,</p><p>podemos consultar a Tabela 5, em que, para a mistura CO2 em água a 27 °C</p><p>(≈ 300 K), temos H = 1.710 bar.</p><p>Inicialmente, devemos analisar a fase gasosa. Sabemos que a pressão</p><p>no interior da garrafa é p = 500 kPa. Então, na condição de gás ideal, para</p><p>determinar a fração molar de vapor, basta conhecermos a pressão parcial</p><p>do vapor. Aqui, novamente, a pressão parcial do vapor na fase gasosa será</p><p>simplesmente a pressão de saturação da água (fase líquida). A 27 °C, o</p><p>enunciado informa que: pvapor,gás = psat,água (27 °C) = 3,60 kPa, então:</p><p>Se os únicos componentes presentes são água e CO2, temos:</p><p>Esse resultado pode ser utilizado na lei de Henry, relacionando a pressão</p><p>parcial do CO2 na fase gasosa com a fração molar de CO2 no líquido:</p><p>44</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Assim como fizemos para a fase gasosa, temos na fase líquida:</p><p>Com isso, conhecemos as composições molares da fase líquida. Agora,</p><p>consideramos a base de cálculo de 1 mol de fase líquida (n = 1). Como</p><p>conhecemos as composições molares (yCO2,líquido e yágua,líquido), teremos:</p><p>Então, podemos avaliar a massa correspondente a esses números de mol</p><p>utilizando a relação da massa molar de cada componente:</p><p>Sendo mlíquido a massa de líquido calculada para 1 mol de líquido, ou seja, a</p><p>massa molar média do líquido pode ser dita como:</p><p>Em posse desse valor, podemos relacionar frações mássicas com frações</p><p>molares:</p><p>45</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Utilizando essa relação para o CO2 na fase líquida:</p><p>Com isso, se a massa de líquido é de, aproximadamente, 2 kg, basta fazer</p><p>uma última operação para responder ao problema:</p><p>TÓPICO 3</p><p>1 O interior de um tubo circular liso (D = 0,02 m) está molhado e,</p><p>para secá-lo, deseja-se utilizar uma corrente de ar disponível a</p><p>300 K e 1 atm. A velocidade média do escoamento é de 1,6 m/s.</p><p>Determine o coeficiente de transferência de massa (hmassa) por</p><p>meio da correlação para tubos lisos circulares. Utilize o resultado</p><p>obtido para determinar o coeficiente de transferência de calor</p><p>com base na analogia de Chilton-Colburn. Considere os seguintes</p><p>dados, com propriedades do ar seco para a mistura: Dágua–ar = 2,54</p><p>. 10–5 m²/s; v = 1,562 . 10–5 m²/s; Pr = 0,7296; par = 1,184 kg/m³; cpar</p><p>=</p><p>1007 J/kg . K.</p><p>R.: A resolução deste exercício é bastante semelhante à do exemplo de-</p><p>senvolvido no texto para as analogias entre os fenômenos de transporte.</p><p>As considerações usuais são válidas: regime permanente, propriedades</p><p>constantes e escoamento completamente desenvolvido. O primeiro passo</p><p>é determinar o número de Reynolds:</p><p>46</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Tal valor indica que o escoamento é laminar (Re < 2.300). Logo, para tubos</p><p>circulares lisos, temos as correlações:</p><p>Então, pela definição do número de Sherwood, chega-se ao coefi-</p><p>ciente de transferência de massa:</p><p>Em posse desse valor, podemos determinar o coeficiente de transferência</p><p>de calor utilizando a analogia de Chilton-Colburn na seguinte forma:</p>

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