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<p>‘</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS – DRENAGEM</p><p>CURSO: Estética e Cosmética DISCIPLINA: Drenagem</p><p>NOME DO ALUNO: Nathaly Melo Silva</p><p>R.A: 2238351 POLO: Tatuapé</p><p>TITULO ROTEIRO: Drenagem</p><p>(</p><p>)</p><p>INTRODUÇÃO:</p><p>RESULTADOS E DISCUSSÃO:</p><p>Aula__01</p><p>Roteiro__01</p><p>DRENAGEM MANUAL FACIAL (DLMF);</p><p>A drenagem linfática manual facial (DLMF) com base na técnica de Vodder, usando os smovimentos de evacuação e captação realizadas no sentido centrípeto da circulação linfática, com o objetivo de melhorar a reabsorção e facilitar o transporte dos líquidos, das proteínas plasmáticas que escaparam dos vasos sanguíneos, dos resíduos metabólicos e toxinas excedentes para serem eliminados.</p><p>A Drenagem é indicada para os seguintes casos:</p><p>• reduzir edemas;</p><p>• aumentar a circulação sanguínea e linfática;</p><p>• fazer o tratamento pré e pósoperatório para cirurgias estéticas faciais;</p><p>• amenizar quadros de olheiras;</p><p>• integrar o procedimento da limpeza de pele, sendo a etapa seguinte à de extração.</p><p>Pacientes com peles acneicas, também podem fazer a DLMF pois ela não causa nenhum tipo de atrito ou vasodilataçao na pele, conseguimos realizar também na pele sem usar cremes.</p><p>Não podemos também esquecer de como deixar o nosso ambiente para receber nosso paciente, deve estar sempre bem limpo e organizado para que o paciente se sinta bem e consiga relaxar e também para que o terapeuta se sinta confortável.</p><p>• temperatura agradável para o profissional e para o cliente/paciente;</p><p>• iluminação suave;</p><p>• música, se tanto cliente quanto profissional acharem conveniente;</p><p>• aroma de acordo com a indicação terapêutica;</p><p>• maca coberta com lençol e, se necessário, lençol térmico. Cobrir o colo com toalha facial individualizada, que pode ser utilizada para proteger a região.</p><p>PREPARAÇAO PARA A TECNICA DE DRENAGEM;</p><p>Passo 1: auxiliamos o paciente a se posicionar na maca, para manter o conforto e a postura adequada, fazendo o uso de rolinhos embaixo dos joelhos.</p><p>Passo 2: Fazemos uma higienização da face, pescoço e do colo usando uma loção de limpeza ou com um demaquilante que iremos retirar com algodão, água e gase.</p><p>Passo 3: ajudamos o paciente a fazer os movimentos respiratórios com o objetivo de promover o relaxamento, aumentar o fluxo linfático.</p><p>EVACUAÇAO DOS LINFONODOS FACIAIS;</p><p>Realizamos os movimentos de compressão e descompressão ou circulares, de três a cinco vezes em todos os linfonodos/gânglios.</p><p>• linfonodos/gânglios infraclaviculares, supraclaviculares, com os dedos em tesoura;</p><p>• linfonodos/gânglios cervicais;</p><p>• linfonodos/gânglios submandibulares;</p><p>• linfonodos/gânglios submentonianos;</p><p>• linfonodos/gânglios pré e retroauriculares;</p><p>• linfonodos/gânglios occipitais;</p><p>• linfonodos/gânglios temporais.</p><p>Depois de realizarmos as evacuações das linfas vamos iniciar as movimentos de capitação das linfas que pode ser realizadas de 3 a 5 vezez de acordo com a necessidade de cada paciente. Com movimentos de compressão e descompressão .</p><p>Aula__2</p><p>Roteiro__1</p><p>PROTOCOLO DE DESINTOXICAÇAO FACIAL;</p><p>Ajuda a amenizar a retenção de líquidos da face, melhorando olheiras, bolsas da área dos olhos, preparar a pele (nos casos de préoperatório de cirurgias estéticas faciais) e promover relaxamento. Para a técnica da drenagem linfática, normalmente o objetivo é promover ação desintoxicante e drenante. Tendo isso em mente, descreveremos a seguir alguns dos ativos mais indicados para serem associados com a técnica.</p><p>• O carvão ativado;</p><p>• A castanha-da-Índia;</p><p>• A cavalinha;</p><p>• O gengibre;</p><p>• A ginkgo biloba;</p><p>• A arnica;</p><p>As argilas são muito utilizadas por possuírem propriedades remineralizantes na sua composição, como manganês, magnésio, alumínio, ferro, sílica, titânio, cobre, zinco, cálcio, fósforo, potássio, sódio, selênio, entre outros minerais.</p><p>• A argila verde;</p><p>• A argila amarela;</p><p>• A argila branca;</p><p>Passo 1: Higienizamos a pele com gel de limpeza e removemos com algodão e água mineral.</p><p>Passo 2: Esfoliamos a pele com sabonete facial peeling químico e deixamos agir por 2 min na pele e retiramos com gaze seca e depois com a gaze úmida com água mineral.</p><p>Passo 3: Tonificamos a pele com um Tonico de acordo com cada tipo de pele.</p><p>Passo 4: Aplicamos a argila para redensificar a derme e também para estimular o colágeno, deixamos agir por 15 min e removemos com água.</p><p>Passo 5: Fazemos uma drenagem linfática, para que a paciente possa relaxar ainda mais e sentir menos inchaço na face.</p><p>Passo 6: Aplicamos um protetor solar de acordo com o seu biótipo cutâneo.</p><p>Aula__3</p><p>Roteiro__1</p><p>DRENAGEM LINFATICA MANUAL CORPORAL (DLMC);</p><p>A drenagem linfática manual corporal (DLMC), que também foi desenvolvida por Emil Vodder, por volta de 1932. Ela é um método rigoroso e cientificamente comprovado. É uma técnica indicada para a cura de diversas patologias do sistema linfático e altamente utilizada nos tratamentos estéticos. É recomendada em diversos casos, como auxiliar no período anterior e posterior a cirurgias plásticas, em tratamentos ortopédicos, odontológicos, fisioterapêuticos e estéticos.</p><p>A Drenagem é indicada para os seguintes casos:</p><p>• reduzir edemas;</p><p>• aumentar a circulação sanguínea e linfática;</p><p>• fazer o tratamento pré e pósoperatório para cirurgias estéticas;</p><p>A técnica deve ser executada no sentido de proximal para distal, repetida de três a cinco vezes na mesma região, caso seja necessário. De acordo com a concentração de líquido, podemos praticar a técnica por um maior espaço de tempo. As manobras devem ser realizadas em um ritmo lento e repetitivo, de modo a respeitar a fisiologia de transporte da linfa que é lenta e monótona. Assim, essa massagem não deve ser desagradável nem jamais provocar dor. Acompanhando a técnica de drenagem, podemos associar terapia postural, exercícios respiratórios, que facilitam o relaxamento e posicionamento adequado, além das bandagens compressivas, que auxiliam a manutenção da drenagem. A técnica pode ser realizada de duas a três vezes por semana, dependendo do tipo de tratamento e, em alguns casos, como o de pósoperatório de cirurgia plástica, fazse necessária diariamente.</p><p>Para iniciarmos a massagem, devemos posicionar o nosso paciente de forma correta na maca para promover um relaxamento total. Para corrigir essa postura inadequada, ajustamos um ombro de cada vez. Posicionamos uma mão na região do ombro, promovendo apenas um apoio (ou seja, sem colocar pressão) e com a outra mão realizamos um suave movimento de tração do braço, como se estivesse puxando o braço para baixo de forma suave. Para manter a postura confortável e ajustada durante o procrdimento, elevamos os membros inferiores (pernas) do paciente com rolos ou coxins de apoio e, se necessário, manter a elevação da cabeceira. Alguns clientes, logo que esticam os membros inferiores, voltam imediatamente ao posicionamento inadequado da coluna lombar. Trabalhamos também com a parte de respiração para promover o relaxamento corporal, acelerar o fluxo linfático nos ductos torácico e linfático direito, o que favorece o descongestionamento das vias linfáticas e, por consequência, o fluxo da linfa do local drenado.</p><p>Passo 1: Com o cliente em decúbito dorsal, posicione as mãos sobrepostas na altura do osso esterno e peça para ele puxar (inspiração) e soltar (expiração) o ar profundamente em torno de três a cinco vezes.</p><p>Passo 2: Posicione os quatro dedos (sem o polegar) na base da nuca do cliente (logo onde se inicia a cervical), deslizandoos pela cervical, pela musculatura de trapézio até a região dos ombros. A manobra ocorre de forma simultânea nos lados direito e esquerdo: o movimento deve ser lento e a pressão mediana; podem ser feitas de três a cinco repetições.</p><p>MANOBRAS DE EVACUAÇAO DOS GANGLIOS LINFATICOS CRPORAIS;</p><p>A evacuação deve ser realizada com movimentos de compressão e descompressão ou circulares, repetidos de três a cinco vezes em todos</p><p>os gânglios linfáticos.</p><p>• supraclavicular;</p><p>• infraclavicular;</p><p>• gânglios axilares;</p><p>• gânglios cubitais;</p><p>• cisterna do quilo;</p><p>• gânglios inguinais;</p><p>• gânglios poplíteos;</p><p>Passo 1: Os gânglios supraclaviculares estão localizados acima do osso da clavícula, popularmente conhecido como a região da saboneteira, que fica bem evidente em Pessoas magras. posicionamos os três dedos (mínimo, médio e anelar) sobre a região e realizamos compressão ou movimento circular por três segundos, e a manobra deve ser repetida de três a cinco vezes.</p><p>Passo 2: Os gânglios infraclaviculares estão localizados abaixo do osso da clavícula. Devemos posicionar os três dedos (mínimo, médio e anelar) sobre a região e realizar compressão ou movimento circular por três segundos, a manobra deve ser repetida de três a cinco vezes.</p><p>Passo 3: A evacuação dos gânglios supra e infraclaviculares pode ser realizada de forma simultânea. Posicionamos os dedos em forma de tesoura, usando dois dedos sobre a região supraclavicular e outros dois na região infraclavicular, realizando o movimento de compressão e descompressão ou movimento circular por três segundos nas duas regiões ao mesmo tempo. A manobra deve ser repetida de três a cinco vezes.</p><p>Passo 4: A evacuação dos gânglios axilares deve ser realizada com sutil abertura dos braços para que a axila fique levemente exposta. Encaixamos os quatro dedos na região axilar do cliente e realizamos o movimento de compressão e descompressão ou o movimento circular, repetindo a manobra de três a cinco vezes.</p><p>Passo 5: Os gânglios cubitais (também chamados de supraepitrocleares) estão localizados na altura do cotovelo. Para a realização da evacuação, é necessário deixar o cotovelo apoiado na maca, com uma mão seguramos o punho do cliente para dar estabilidade ao membro e com a outra é realizada a manobra de evacuação. O movimento deve ser repetido de três a cinco vezes.</p><p>Passo 6; O ducto torácico é o principal vaso linfático do corpo e pode apresentar uma dilatação em sua origem, denominada cisterna do quilo. A estimulação da cisterna do quilo deve ser realizada com o posicionamento das mãos sobrepostas na região umbilical, solicitando que o paciente realize uma respiração; na expiração, o terapeuta promove uma compressão. O movimento deve ser repetido de três a cinco vezes.</p><p>Passo 7: Na região da virilha, em ambos os lados, temos os gânglios inguinais. A evacuação dessa área pode ser realizada simultaneamente no lado direito e esquerdo (uma mão do profissional fica posicionada em cada virilha) ou de forma unilateral, com as mãos sobrepostas a manobra é realizada com compressão e descompressão ou movimento circular, utilizando a palma da mão e os dedos e fazendo de três a cinco repetições em cada lado.</p><p>Passo 8: Os gânglios poplíteos estão localizados na fossa poplítea, exatamente atrás dos joelhos. Eles são responsáveis por receber a linfa da perna e do pé. Posicionamos os dedos atrás do joelho, onde são encontrados os gânglios poplíteos, que devem ser estimulados com as pontas dos dedos em movimento de bombeamento ou circular. Eles podem ser evacuados simultaneamente, com uma mão em cada região, ou um lado de cada vez, com os oitos dedos realizando as manobras de evacuação.</p><p>MANOBRAS DE CAPTAÇAO DA LINFA CORPORAL;</p><p>A manobra deve ser realizada com o paciente deitado com a barriga para cima. A massagem pode ser iniciada pelos membros inferiores ou pela região de abdome superior, com movimentos que devem ser realizados de três a cinco vezes em indivíduos saudáveis sem grande estagnação de líquidos ou repetidos mais vezes de acordo com as necessidades de cada quadro clínico.</p><p>Decúbito Dorsal;</p><p>Com o cliente posicionado em decúbito dorsal, vamos aplicar a técnica dando início pela região da coxa, que será dividida em três porções: proximal, medial e distal. A porção proximal está localizada na virilha distal na região do joelho e entre as duas encontrase a porção medial, os movimentos de captação vão começar pela linha marcada no proximal e seguir em direção aos gânglios linfáticos inguinais, localizados na região da virilha.</p><p>Coxa;</p><p>A manobra começa na porção proximal, direcionando a linfa até os gânglios linfáticos inguinais por três vezes, na sequência, será realizada no início da porção medial, passando novamente pela proximal, até chegar aos gânglios inguinais e, por fim, ao início da região distal, passando novamente pela medial e proximal até alcançar os gânglios inguinais. Em todas as porções, a manobra será repetida três vezes, e na última repetição da região distal, quando você alcançar a região inguinal, pode realizar novamente a manobra de evacuação no gânglio inguinal. Essa evacuação final facilita o encaminhamento do líquido drenado. Para finalizar a técnica na região da coxa, vamos realizar o movimento em bracelete, seguindo com compressão e descompressão, encaminhando a linfa em direção aos gânglios inguinais. O movimento em bracelete utiliza os dedos indicadores e polegares juntos, numa manobra que abraça todo o membro e realiza o encaminhamento da linfa. Essa manobra também deve seguir a divisão de proximal, medial e distal.</p><p>Perna;</p><p>A manobra se inicia na porção proximal, direcionando a linfa até os gânglios poplíteos, localizados atrás do joelho. Novamente devem ser feitas três repetições, seguindo para a porção medial, passando pela proximal até chegar aos gânglios poplíteos e por fim no início da região distal, retornando à medial e proximal até alcançar os gânglios. Na última repetição da região distal, quando alcançar a região poplítea, você pode realizar novamente a manobra de evacuação no gânglio, pois ela facilita o encaminhamento do líquido drenado. Na continuação da massagem na perna, abaixo do joelho, devem ser realizados movimentos de captação seguindo com as manobras de compressão e descompressão na parte anterior da perna, conforme a divisão em proximal, medial e distal, assim como feito na coxa, inclusive executando as manobras no sentido do gânglio poplíteo, localizado atrás do joelho.</p><p>Pe;</p><p>O início se dá na área proximal, em direção ao tornozelo; na sequência, realizase a manobra no final dos artelhos (dedos) na linha distal em direção ao proximal. A finalização ocorre no tornozelo. Os pés são regiões que sofrem com problemas de retenção de líquidos, principalmente em gestantes e mulheres com TPM e nos casos de pessoas que trabalham muito em pé ou sentadas ou estão em regiões nas quais a temperatura é mais alta. A drenagem da área é um grande auxiliar no conforto para as dores desses pacientes. A manobra pode ser repetida de três a cinco vezes e em indivíduos com retenção e edema, pode ser repetida quantas vezes forem necessárias, até observar melhora na quantidade de líquido.</p><p>Abdome;</p><p>A drenagem na região abdominal deve iniciarse com a realização dos movimentos peristálticos de compressão e descompressão no sentido horário do funcionamento do intestino. Essa manobra é muito importante, pois existem muitos pacientes que apresentam dificuldades de evacuar (intestino preso), e esse movimento favorece o trânsito intestinal, facilitando a liberação das fezes estagnadas. O sentido horário se dá com a manobra iniciandose no lado direito do cliente. Para realizar a manobra, devemos colocar as mãos sobrepostas (uma sobre a outra) e realizar movimentos de compressão e descompressão com as pontas dos dedos, movimento se inicia no lado direito da cliente e termina no centro do abdome inferior. É necessário repetir o movimento três vezes.</p><p>A drenagem linfática abdominal exige a divisão da área em quadrante superior (acima do umbigo) e inferior (abaixo do umbigo). A região de baixo ventre (abaixo do umbigo) deve ser drenada e o líquido tem de ser encaminhado para os gânglios inguinais. Toda a região de abdome superior será direcionada para os gânglios infraclaviculares, supraclaviculares e axilares, seguindo a anatomia e a fisiologia da área.</p><p>As manobras se iniciam pela região da crista ilíaca (osso da bacia anterior), conforme imagem a seguir. As mãos ficam espalmadas, realizando</p><p>a compressão e descompressão e trazendo a linfa em direção aos gânglios inguinais. Devem ser feitas de três a cinco repetições. A próxima manobra será realizada na faixa central do abdome inferior. As mãos seguem uma ao lado da outra, começando pela linha que separa o abdome inferior do abdome superior e descendo em direção à região pubiana. As mãos vão seguir cada uma em direção ao gânglio inguinal direito e esquerdo, o movimento é de compressão e descompressão com os quatro dedos, repetido de três a cinco vezes. No último, na região central, é imprescindível não se esquecer de evacuar os gânglios linfáticos inguinais.</p><p>Na região de abdome superior, daremos início à drenagem pela faixa próxima à linha de divisão entre superior e inferior, sempre com o raciocínio de proximal, medial e distal, nessa região o proximal está no eixo central na cicatriz umbilical. A primeira manobra deve ser realizada de forma bilateral, ou seja, lado direito e esquerdo ao mesmo tempo, e as mãos se encontram no umbigo. As manobras no superior do abdome serão de compressão e descompressão e o movimento se inicia de proximal para distal. Posicionando os dedos no final da região proximal e realizando a manobra de compressão e descompressão, encaminhando o líquido para a região da cicatriz umbilical três vezes. Na sequência, realizamos a compressão e a descompressão na região medial, seguindo em direção ao umbigo três vezes e finalizando com a área distal, depois passando pela medial e proximal e finalizando no umbigo, região na altura da cisterna do quilo.</p><p>A segunda manobra de drenagem segue da cicatriz umbilical em direção à região axilar, chamada de “V” pois, se desenharmos uma linha imaginária, ela formaria essa letra. A drenagem na parte superior do abdome vai seguir o conceito de proximal, medial e distal. A região de abdome superior segue com o líquido para os gânglios axilares, infraclaviculares ou paraesternais. Fazendo movimentos de compressão e descompressão em “V”, posicinando as mãos na porção proximal da área e realizamos a manobra repetindo três vezes cada movimento. Começando por baixo da mama e subindo em direção à axila, passando na região medial, que fica próxima ao último arco costal (costelas). Levando em direção ao proximal e à região axilar e, por último, à região distal costela, abaixo da mama, encaminhado a linfa para os gânglios axilares.</p><p>A terceira manobra será no centro do abdome, com movimentos de compressão e descompressão de proximal para distal encaminhando a linfa para os gânglios infraclaviculares, localizados abaixo do osso da clavícula, conhecido popularmente como saboneteira, a manobra deve ser realizada com os dedos apoiados na pele, iniciando pela região proximal, repetindo três vezes, encaminhando a linfa para a região infraclavicular, e, na sequência, repetindo o processo na região medial até os gânglios.</p><p>A quarta é realizada na região lateral, com movimentos de compressão e descompressão na porção proximal, medial e distal, encaminhando a linfa para os gânglios axilares, a manobra é feita bilateralmente (lado direito e esquerdo juntos) e deve ser realizada com os dedos e com as palmas das mãos, começando na região proximal, com três repetições, encaminhando a linfa para a região axilar. o próximo passo deve ser repetido na região medial até os gânglios, depois para a porção distal, na altura da cicatriz umbilical, em direção à medial, que fica na altura do arco costal e,na à altura das mamas, na região proximal, até os gânglios. No último movimento distal.</p><p>Membros Superiores;</p><p>A drenagem dos membros superiores acontece primeiro na região do braço, segundo, antebraço e, terceiro, mão. Esse é o conceito da drenagem linfática que ocorre de proximal para distal: liberando primeiro o líquido que está mais próximo do eixo central do corpo, seguindo para o mais distante, facilitando, assim, a própria fisiologia humana de drenagem. Para drenar o braço, devemos dividilo em dois terços: proximal e distal. Se você achar que seu cliente tem os braços muito longos e sentir a necessidade de dividir em três terços, não tem problema, faça essa divisão e então considere três porções, como nas pernas: proximal, medial e distal. As manobras a serem realizadas seguem as de compressão e descompressão no terço proximal até o gânglio axilar, seguindo pelo terço distal e passando novamente pelo proximal até alcançar os gânglios axilares. O posicionamento das suas mãos deve ser facilitado pela abertura do cotovelo. Se você se posicionar com os cotovelos colados junto ao seu corpo, terá dificuldade em manter a manobra confortável e pode sentir dores nos ombros e/ou cotovelo, então, muita atenção com esse posicionamento. O contato com a pele do cliente acontece primeiro com o dedo indicador e em seguida com os outros dedos, desse modo, a linfa será encaminhada para os gânglios de forma correta. Para finalizar a região do braço, realize o movimento em bracelete, abraçando todo o braço, respeitando a orientação de proximal para distal e encaminhando a linfa para os gânglios axilares. Como em procedimentos anteriores, serão feitas três repetições e, na última, será efetuada a manobra de evacuação do gânglio axilar.</p><p>No antebraço, vamos fazer como na região do braço: divisão em áreas proximal e distal. Podemos fazer uma linha exatamente na metade do antebraço: a porção que vai da linha até a curvatura do cotovelo nos gânglios cubitais é a proximal e a que se inicia na região do punho é a distal. Os movimentos realizados devem ser de compressão e descompressão, devendo ser repetidos de três a cinco vezes, primeiro no terço proximal, depois no distal. Todas as manobras devem encaminhar a linfa para os gânglios cubitais. Para finalizar a região do antebraço, vamos realizar o movimento em bracelete três vezes até o gânglio cubital. No último movimento, o bracelete deve seguir encaminhando a linfa para os gânglios axilares.</p><p>As mãos serão divididas em região dorsal e palmar, e depois dedos. Começando pelo dorso da mão, com movimentos de compressão e descompressão. Os dedos do profissional devem estar posicionados na divisão entre os dedos e a mão do cliente. A manobra segue em direção ao punho e esse movimento deve ser repetido na palma das mãos, três vezes em cada área. A drenagem continua nos dedos, um de cada vez, iniciandose nas pontas deles e seguindo até a base da mão. Podemos iniciar por qualquer dedo: os movimentos seguem os de compressão e descompressão em todos eles e são feitas três repetições. Para finalizar a mão, realize o movimento em bracelete, iniciando nos dedos, envolvendo todos ao mesmo tempo, encaminhando a linfa para a região do punho três vezes. Na última, podemos seguir com o bracelete pelo antebraço e braço, levando toda a linfa para os gânglios axilares.</p><p>Mamas;</p><p>A região de colo e mama deve ser trabalhada através de suas divisões, a da mama em porção central, acompanhando a mama de um mamilo a outro, e no centro do tronco, na região do esterno. Essa área de drenagem deve ser encaminhada para os gânglios infraclaviculares e supraclaviculares. As manobras dessa região devem ser movimentos de compressão e descompressão, iniciando com as mãos posicionadas na altura do esterno do cliente. Aqui devemos trabalhar com os dedos de ambas as mãos e a linfa deve ser encaminhada para os gânglios supraclaviculares.</p><p>A manobra seguinte será realizada na região superior das mamas, começando na altura dos mamilos e seguindo em direção aos gânglios supraclaviculares. Os movimentos seguem os de compressão e descompressão, com o posicionamento das mãos do profissional espalmadas sobre as mamas, encaminhando a linfa para os gânglios supraclaviculares. São feitas três repetições e na última repetese a manobra de evacuação. Finalizada a área da mama, vamos drenar a região abaixo dos mamilos, começando pelo eixo central e encaminhando para a lateral em direção aos gânglios axilares. Para isso, devemos usar os dedos. Não devemos esquecer de que, no último movimento, vamos realizar a manobra de evacuação nos</p><p>gânglios axilares direito e esquerdo.</p><p>DECUBITO VENTRAL;</p><p>A partir de agora vamos falar da aplicação da drenagem com o cliente deitado com a barriga para baixo.</p><p>Coxa;</p><p>Para iniciarmos, vamos dividir o membro em três porções: proximal, medial e distal, conforme imagem a seguir. Para essa divisão, vamos pensar na porção distal primeiro. Ela tem início na fossa poplítea, ou seja, na porção posterior do joelho, e segue mais ou menos uns cinco dedos para cima. Já a porção proximal tem início aproximadamente cinco dedos abaixo da prega glútea e a porção medial fica entre as duas. A divisão em proximal, medial e distal é importante para o encaminhamento da linfa em direção aos gânglios inguinais. Como já sabemos desde aplicação da drenagem na região anterior, os gânglios linfáticos inguinais estão localizados na região da virilha, na porção anterior do corpo. Sendo assim, as manobras da coxa posterior devem seguir o encaminhamento para a lateral da coxa e interno de coxa. As manobras da coxa na porção proximal seguem os movimentos de compressão e descompressão. O membro deve ser dividido e a linfa direcionada até o interno e para lateral da coxa, em três repetições. Os gânglios inguinais, como já foram evacuados na drenagem da porção anterior, estão livres de linfa estagnada e conseguem fazer essa captação sem dificuldade, ou seja, sem a necessidade de que os dedos do aluno encaminhem o líquido até os gânglios inguinais que estão localizados na região da virilha, finalizando a manobra na lateral e no interno da coxa. O posicionamento das mãos do profissional deve ser de mãos espalmadas sobre a coxa e cotovelos afastados do corpo. A manipulação ocorre com a pressão sendo aplicada do dedo indicador em direção ao dedo mínimo, fazendo um dedilhamento sobre a pele do cliente. Na sequência serão realizadas as mesmas manobras na porção medial e distal, com encaminhamento da linfa para lateral e interno de coxa. Em todas as porções, a manobra será repetida três vezes. Finalizar a coxa com movimento em bracelete, encaminhando a linfa em direção ao interno e lateral da coxa, para ser captado pelos gânglios inguinais. Para a manobra em bracelete na região da coxa, vamos utilizar a divisão em proximal, medial e distal.</p><p>Panturrilha;</p><p>Para realizar a drenagem na perna posterior, devemos dividila em proximal, medial e distal. A região proximal fica mais perto dos gânglios linfáticos poplíteos, a distal, do tornozelo, e a medial, entre os dois. Os movimentos realizados na coxa serão repetidos na perna, então devemos fazer movimentos de captação com manobras de compressão e descompressão na parte posterior da perna, começando pela porção proximal no sentido do gânglio poplíteo. Aqui podemos relembrar a diferença de quando aplicamos a drenagem na perna anterior, ocasião em que foi necessário abrir as mãos e direcionar a linfa para as laterais da perna por causa da localização do gânglio. O posicionamento das mãos é o mesmo usado na região da coxa: as mãos espalmadas sobre a perna e os cotovelos afastados do corpo. A manipulação ocorre com a pressão sendo aplicada do dedo indicador em direção ao dedo mínimo, fazendo um dedilhamento sobre a pele do cliente. As manobras devem ser repetidas três vezes e, no último movimento, fazse a manobra de evacuação nos gânglios poplíteos. Finalizar a perna com movimento em bracelete, encaminhando a linfa em direção aos gânglios poplíteos, dividindo a região em proximal, medial e distal. A manobra é realizada com se estivéssemos abraçando a perna com todos os dedos e com a palma da mão. Na última manobra, devemos realizar evacuação dos linfonodos poplíteos.</p><p>Gluteo;</p><p>image1.png</p>