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<p>DOENÇAS SEXUALMENTE</p><p>TRANSMISSÍVEIS</p><p>SÍFILIS</p><p>SÍFILIS PRIMÁRIA</p><p>SÍFILIS SEGUNDÁRIA</p><p>SÍFILIS TERCIÁRIA</p><p>SÍFILIS CONGÊNITA</p><p>ETIOLOGIA:</p><p>TRANSMISSÃO:</p><p>Pele e Mucosas</p><p>Sangue</p><p>-> transmissão congênita.</p><p>Treponema pallidum –</p><p>bactéria causadora da</p><p>sífilis.</p><p>SE TEM A INFECÇÃO – 1 A 2 SEMANAS APARECE A LESÃO</p><p>4 A 8 SEMANAS ELA DESAPARECE MAS A PESSOA AINDA NÃO ESTÁ CURADA.</p><p>ATÉ 1 ANO OCORRE O PERÍODO DE LATÊNCIA.</p><p>APÓS 1 ANO TEM O PERÍODO DE LATÊNCIA TARDIA, APARECENDO A L3</p><p>ONDE ATINGE A FORMA CUTÂNEA, ÓSSEA E SNC.</p><p>DOENÇAS SEXUALMENTE</p><p>TRANSMISSÍVEIS</p><p>SÍFILIS</p><p>CUTÂNEA: - TUBÉRCULOS; GOMAS</p><p>CÁRDIO-VASCULAR</p><p>SNC: - PARALISIA GERAL PROGRESSIVA</p><p>– AORTITE: - INSUF. AÓRTICA</p><p>- ANEURISMA</p><p>- “TABES DORSALES”</p><p>ÚNICA</p><p>FUNDO LIMPO</p><p>BASE ENDURECIDA</p><p>INDOLOR - CANCRO DURO</p><p>-> clínica 1 - 2 semanas</p><p>ULCERAÇÃO E ADENOPATIA</p><p>Gânglio satélite na região da lesão que cicatriza de 3 a 6 semanas.</p><p>ESCAMOSAS; FOLICULARES;</p><p>PÚSTULAS</p><p>SIMÉTRICAS; SEM PRURIDO</p><p>CONDILOMA PLANO</p><p>XANTEMA MÁCULO-PAPULOSO</p><p>-> clínica: 4- 8 semanas</p><p>GERAL</p><p>ALOPÉCIA DIFUSA</p><p>MAL ESTAR GERAL</p><p>EMAGRECIMENTO</p><p>MIALGIA; ARTRALGIA</p><p>FEBRE BAIXA</p><p>LINFOADENOPATIA; ESPLENOMEGALIA</p><p>Presença de pápulas eritematosas monomórficas no corpo todo.</p><p>Está eliminando treponema</p><p>Disseminação hematogênica e não</p><p>significa que a pessoa teve relação anal.</p><p>Rara</p><p>Sífilis secundária</p><p>Lesões necróticas</p><p>imunocomprometimento</p><p>Sífilis Maligna Precoce</p><p>LESÕES POBRES EM TREPONEMAS</p><p>SÍFILIS PRIMÁRIA</p><p>SÍFILIS SECUNDÁRIA</p><p>SÍFILIS TERCIÁRIA</p><p>DOENÇAS SEXUALMENTE</p><p>TRANSMISSÍVEIS</p><p>SÍFILIS</p><p>DIAGNÓSTICO DA SÍFILIS LI</p><p>LII, LIII E LC</p><p>Fronte olímpica</p><p>Palato em ogiva</p><p>Rágades periorais</p><p>Tíbia em “sabre”</p><p>Dentes de “Hutchinson”</p><p>recém-nascidos infectados e que manifestam as lesões até o segundo ano de vida</p><p>Diagnóstico após os 2 anos de vida - tardia</p><p>Sifilis congênita recente- criança nasce</p><p>com as lesões secundárias que foram</p><p>passadas pela mãe.</p><p>LI -ATÉ 4 SEMANAS O VDRL PODE ESTAR NEGATIVO. COM ISSO, SE FAZ O EXAME DE CAMPO ESCURO.</p><p>SOROLOGIA É FEITO NA L2 E L3 QUE É O VDRL (TNT) –FTA ABS (TT) – 100% DE POSITIVIDADE. (FICA POSITIVO</p><p>PRO RESTO DA VIDA)</p><p>PODE OCORRER UMA CICATRIZ SOROLÓGICA ½ ¼ MAS NÃO QUER DIZER QUE SEJA UMA REINFECÇÃO E NÃO</p><p>PRECISA SER TRATADA.</p><p>TT+TNT+ = SÍFILIS CONFIRMADA</p><p>TT+TNT- = CURA</p><p>NA L3 O VDRL PODE SER NEGATIVO, ENTÃO É FEITO A COLETA DE LÍQUOR.</p><p>SIFILIS CONGÊNITA: FAZ FTA-ABS MARCADO COM ANTI IGM, INDICANDO QUE É PRODUÇÃO DA CRIANÇA E NÃO DA</p><p>MÃE</p><p>Recomenda-se que a gestante seja testada</p><p>pelo menos em 3 momentos:</p><p>Primeiro trimestre de gestação.</p><p>Terceiro trimestre de gestação.</p><p>Momento do parto ou em casos de aborto</p><p>SÍFILIS CONGÊNITA</p><p>SÍFILIS: TRATAMENTO</p><p>SAR: L I E L II</p><p>PEN. BENZATINA: 2.400.000 U – 2 DOSES DEPOIS DE 2 SEMANAS MAIS 2</p><p>DOSES DE 2.400.000U</p><p>SAT:</p><p>L III: PEN. BENZATINA: 2.400.000U – 3 DOSES</p><p>SNC E CV: PEN. PROCAINA – 600.000U 2X/D: 20D PEN. CRISTALINA - 10 DIAS</p><p>LC:</p><p>PEN. PROCAÍNA – 50.000U/D – 10DIAS</p><p>PEN. CRISTALINA – 50 – 100.000U/D – 10 DIAS – NEUROSIFÍLIS.</p><p>O USO CORRETO E REGULAR DA</p><p>CAMISINHA FEMININA E/OU MASCULINA É</p><p>A MEDIDA MAIS IMPORTANTE DE</p><p>PREVENÇÃO DA SÍFILIS, POR SE TRATAR</p><p>DE UMA INFECÇÃO SEXUALMENTE</p><p>TRANSMISSÍVEL.</p><p>Reação de Jarish-Herxheimer:</p><p>24h após penicilina</p><p>Com piora do quadro e regride</p><p>espontaneamente</p><p>NEUROSSÍFILIS</p><p>MANIFESTAÇÕES</p><p>TABES DORSALIS</p><p>AVC</p><p>DEMÊNCIA</p><p>MORTE</p><p>FASE AGUDA:</p><p>MENINGITE</p><p>ANORMALIDADES NOS NC</p><p>MONITORAMENTO</p><p>PUNÇÃO LIQUÓRICA DE CONTROLE</p><p>APÓS SEIS MESES DO TÉRMINO DO</p><p>TRATAMENTO</p><p>NORMALIZAÇÃO DA CELULARIDADE E</p><p>VDRL NÃO REAGENTE</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>Manifestações clínicas</p><p>Alteração no citológico</p><p>VDRL positivo no líquor</p><p>TRATAMENTO</p><p>Benzilpenicilina potássica/cristalina, 3 a 4</p><p>milhões UI, 4/4h, IV, ou por infusão</p><p>contìnua, totalizando 18-24 milhões por</p><p>dia, por 14 dias</p><p>Ceftriaxona 2 g, IV, 1x/dia, por 10 a 14</p><p>dias</p><p>LÍQUOR</p><p>Celularidade aumentada</p><p>Pleocitose</p><p>Proteínas aumentadas</p><p>Caso clínico: Masculino, 24 anos, procurou Unidade de Saúde, referindo que há cerca de uma semana notou aparecimento de ferida no pênis, conforme foto</p><p>abaixo, tirada pela própria pessoa. Refere relação sexual há 15 dias, sem uso de preservativo. Dirigiu- se a uma farmácia onde lhe disseram que poderia ser herpes e</p><p>indicaram o uso de aciclovir. Por via das dúvidas, foi realizado o exame VDRL, que resultou negativo. Assim, não foi tratado com qualquer outra medicação e a</p><p>lesão desapareceu em 10 dias.</p>

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