Prévia do material em texto
<p>Compreensão e interpretação de textos</p><p>Leia a tirinha abaixo para responder às questões 1 e 2.</p><p>Questão 1 – De acordo com a tirinha, o que fez com</p><p>que Cebolinha empurrasse o carrinho mais rápido?</p><p>a) Cascão pediu uma corrida com mais emoção.</p><p>b) Ele não quis respeitar os limites de velocidade.</p><p>c) Ele percebeu a Mônica furiosa atrás dele e sentiu</p><p>medo.</p><p>d) O Cascão pediu para ele empurrar o carrinho com</p><p>mais velocidade.</p><p>Questão 2 – No 1º quadrinho da tirinha, o trecho “Esta</p><p>subida tá osso, parceiro!”, a expressão em destaque é</p><p>típica de uma linguagem</p><p>a) científica.</p><p>b) coloquial.</p><p>c) corporal.</p><p>d) formal.</p><p>Questão 3 – No 1º quadrinho da tirinha, o trecho “Esta</p><p>subida tá osso, parceiro!”, significa que a subida está</p><p>a) acessível.</p><p>b) assustadora.</p><p>c) difícil.</p><p>d) divertida.</p><p>Leia o texto abaixo para responder às questões 4 e 5.</p><p>Superbactérias</p><p>O que são: são bactérias causadoras de doenças</p><p>(patogênicas) resistentes a muitos antibióticos,</p><p>principalmente aos mais tradicionais. Como surgiram:</p><p>Grande parte destas superbactérias surgiu em</p><p>função do uso de antibióticos de forma incorreta,</p><p>indiscriminada ou sem prescrição e acompanhamento</p><p>de um médico. Com o passar do tempo, muitas</p><p>bactérias foram ganhando resistência aos antibióticos.</p><p>Isso acontece porque muitas pessoas interrompem o</p><p>tratamento antes do prazo prescrito pelo médico.</p><p>Nestes casos, as bactérias não são eliminadas e ganham</p><p>resistência ao medicamento (antibiótico).</p><p>Onde costumam atacar: os hospitais,</p><p>principalmente os centros cirúrgicos, são os locais</p><p>mais comuns onde estas superbactérias se</p><p>desenvolvem. Isso ocorre em função de uma</p><p>conjugação de fatores. Os pacientes costumam estar</p><p>com o organismo debilitado, pois estão doentes ou</p><p>passaram por cirurgia. Caso o processo cirúrgico não</p><p>siga com rigor os procedimentos de higienização e</p><p>desinfecção de instrumentos cirúrgicos ou até mesmo</p><p>os cirurgiões ou integrantes de sua equipe estejam com</p><p>as mãos contaminadas, pode haver a entrada e rápido</p><p>desenvolvimento destas superbactérias nos pacientes.</p><p>O contágio é feito através do contato com secreções de</p><p>um paciente infectado. E se nada é feito, o hospital</p><p>torna-se o ambiente favorável para a disseminação</p><p>delas para outras pessoas que passam por cirurgias ou</p><p>procedimentos invasivos.</p><p>Perigo: ao entrar em um organismo debilitado ou</p><p>até mesmo de crianças ou idosos, estas superbactérias</p><p>podem levar o indivíduo infectado à morte. Elas</p><p>costumam se reproduzir rapidamente, prejudicando o</p><p>funcionamento de um ou mais órgãos do corpo.</p><p>Como são combatidas: com antibióticos</p><p>específicos e muito fortes. O grande problema é que</p><p>estes medicamentos costumam gerar efeitos colaterais</p><p>indesejados no organismo dos pacientes infectados.</p><p>Disponível em: https://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/bacterias/</p><p>superbacterias.htm. Acesso em 01 mar 2020.</p><p>Questão 4 – Esse texto tem a finalidade de</p><p>a) alertar sobre o risco de infecção hospitalar.</p><p>b) denunciar a venda de antibióticos sem receita.</p><p>c) informar sobre as superbactérias.</p><p>d) vender antibióticos.</p><p>Questão 5 – No trecho, “Isso acontece porque muitas</p><p>pessoas interrompem o tratamento...”, (ℓ. 9) o termo</p><p>destacado refere se ao fato de</p><p>a) as bactérias ficarem resistentes aos antibióticos.</p><p>b) as pessoas interromperem o tratamento.</p><p>c) efeitos colaterais indesejados.</p><p>d) o tratamento contra as superbactérias ser eficaz.</p><p>Leia o texto a seguir para responder às questões 6 e 7.</p><p>O cavalo e o burro</p><p>O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade.</p><p>O cavalo contente da vida, folgando com uma carga de</p><p>quatro arrobas apenas, e o burro — coitado! Gemendo</p><p>ESCOLA MUNICIPAL REPÚBLICA DE PORTUGAL</p><p>PROFESSORA: Aline Muniz 7º ANO TURMA:</p><p>DISCIPLINA: Língua Portuguesa</p><p>ALUNO (A):</p><p>sob o peso de oito. Em certo ponto, o burro parou e</p><p>disse:</p><p>— Não posso mais! Esta carga excede às minhas</p><p>forças e o remédio é repartirmos o peso irmãmente,</p><p>seis arrobas para cada um.</p><p>O cavalo deu um pinote e relinchou uma</p><p>gargalhada.</p><p>— Ingênuo! Quer então que eu arque com seis</p><p>arrobas quando posso tão bem continuar com as</p><p>quatro? Tenho cara de tolo?</p><p>O burro gemeu:</p><p>— Egoísta, lembre-se que se eu morrer você terá</p><p>que seguir com a carga de quatro arrobas e mais a</p><p>minha.</p><p>O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por</p><p>isso. Logo adiante, porém, o burro tropica, vem ao</p><p>chão e rebenta.</p><p>Chegam os tropeiros [...] e sem demora arrumam</p><p>com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo</p><p>egoísta. [...]</p><p>— Bem feito! Exclamou o papagaio. Quem</p><p>mandou ser mais burro que o pobre burro e não</p><p>compreender que o verdadeiro egoísmo era aliviá-lo da</p><p>carga em excesso? [...]</p><p>Disponível em: https://peregrinacultural.wordpress.com/2009/06/25/o</p><p>cavalo e o burro fabula/. Acesso em 01 mar 2020.</p><p>Questão 6 – No trecho, “Não posso mais!...”, o ponto</p><p>de exclamação no final da frase foi usado para</p><p>enfatizar</p><p>a) a arrogância do burro.</p><p>b) a ingenuidade do burro.</p><p>c) o cansaço do burro.</p><p>d) o espanto do burro.</p><p>Questão 7 – Nesse texto, qual a consequência sofrida</p><p>pelo cavalo por ter agido de forma egoísta?</p><p>a) Carregar a sua carga e a do burro com a ajuda dos</p><p>tropeiros.</p><p>b) Conseguir carregar a sua carga sozinho.</p><p>c) Receber ajuda dos tropeiros e do papagaio.</p><p>d) Ter que carregar sozinho a sua carga e a do burro.</p><p>Leia o texto abaixo para responder à questão 8 a 10.</p><p>Pobreza sideral</p><p>Nasci em um país de etês.</p><p>Grandes olhos de glaucoma,</p><p>Finas mãozinhas desnutridas,</p><p>Bicho de pé,</p><p>Barrigas d’água,</p><p>E uma linguagem de outro planeta</p><p>Que os poderosos não entendem.</p><p>Ulisses Tavares. Viva poesia viva. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009. p.58.</p><p>Questão 8 – Ao descrever os etês o texto faz</p><p>referência:</p><p>a) à própria pessoa que o escreve.</p><p>b) ao planeta Terra.</p><p>c) aos homens de espaço outro espaço sideral.</p><p>d) às pessoas pobres do Brasil.</p><p>Questão 9 – A linguagem que os poderosos não</p><p>entendem é:</p><p>a) a linguagem da pobreza.</p><p>b) a linguagem dos etês.</p><p>c) a linguagem das crianças.</p><p>d) a linguagem sideral.</p><p>Questão 10 – A finalidade desse poema é:</p><p>a) descrever como é a linguagem dos brasileiros.</p><p>b) descrever algumas doenças existentes no Brasil.</p><p>c) fazer uma crítica político-social da realidade</p><p>brasileira.</p><p>d) retratar a vida dos poderosos.</p>