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<p>1</p><p>ESCOLA MUNICIPAL SANTA FÉ</p><p>TERESINA, ____ DE __________________ DE _________</p><p>ALUNO(A): ______________________________________________________ Série/Turma:_____</p><p>PROFª FRANCISCA TEIXEIRA DISCIPLINA: Português I e II</p><p>SIMULADO</p><p>TEXTO 1</p><p>“O casamento de Maria Feia”</p><p>Personagens</p><p>Lamparina, cangaceiro</p><p>Maria Feia, filha de Lamparina</p><p>Zé das Baratas, o grande matador</p><p>Matilde, irmã de Zé das Baratas</p><p>(Cenário: tela ao fundo, com povoado nordestino. Lamparina</p><p>e Maria Feia usam trajes de cangaceiro; Zé das Baratas,</p><p>camisa social abotoada no pulso; Matilde, vestido florido de</p><p>chita e um chapéu. Zé das Baratas e Matilde em cena.)</p><p>MATILDE – (para o público) Minha gente, chegue</p><p>mais. Chegue mais pra escutar. Essa é uma história</p><p>esquisita, que deu no que falar. É o casamento de</p><p>Maria Feia, a mulher que ninguém queria namorar.</p><p>E se você quer assistir, preste atenção que agora vai</p><p>começar. Porque eu também fiz parte dela. Eu</p><p>também estive lá.</p><p>(Matilde se coloca ao lado de Zé. Zé fica olhando</p><p>atentamente para o chão, procurando alguma</p><p>coisa. Ele começa a usar um borrifador de veneno</p><p>em volta. Matilde faz anotações numa caderneta.)</p><p>ZÉ – Vir pra esse sertão foi a pior coisa que me</p><p>aconteceu. Nessa terra não tem barata!</p><p>MATILDE – Isso é verdade, Zé. Eu também</p><p>(olhando ao redor) não vi nenhuma barata por aqui.</p><p>ZÉ – Pois eu digo uma coisa. Uma terra que não</p><p>tem barata, não é uma terra civilizada. Todo lugar</p><p>que se preza tem uma baratinha subindo pelas</p><p>paredes. Em Paris tem barata, em Nova York tem</p><p>barata. Será que só aqui é que não tem?!</p><p>MATILDE – Eu ainda acho que elas estão por aí,</p><p>só que bem escondidas. A culpa mesmo é das</p><p>galinhas.</p><p>ZÉ – Das galinhas?! Que é que tem as galinhas?!</p><p>MATILDE – O pessoal daqui deixa galinha</p><p>andando solta por tudo que é lugar. E, antes de</p><p>você, elas dão conta do serviço.</p><p>ZÉ – Quer dizer que elas comem as baratas?</p><p>MATILDE – Barata, carrapato, percevejo e até</p><p>piolho de cobra.</p><p>ZÉ – Não brinca, Matilde! Então (bota a mão no</p><p>estômago, enojado) acho que eu vou vomitar.</p><p>MATILDE – Mas por quê?</p><p>ZÉ – Porque eu andei comendo galinha todo dia!</p><p>MATILDE – (amparando) Calma, homem. O que</p><p>não mata, engorda.</p><p>ZÉ – (se apoiando em Matilde) Então, compra um</p><p>caixão pra mim, que eu já tô morrendo. Barata,</p><p>carrapato, percevejo e, eca! até piolho de cobra! Ai,</p><p>que nojo!</p><p>MATILDE – Deixa de ser frouxo! Nem parece ser</p><p>meu irmão.</p><p>ZÉ – Diz pra mamãe não esquecer de rezar a minha</p><p>missa de sétimo dia!</p><p>MATILDE – (endireitando Zé) Quer parar! Isso</p><p>não pega bem pra você. Já não lembra mais quem</p><p>tu é?</p><p>ZÉ – Eu sou o Zé. O Zé das Baratas.</p><p>MATILDE – E é só?</p><p>ZÉ – Ah, não. Eu sou um grande matador.</p><p>(mostrando o borrifador) Com a minha bomba, eu</p><p>mato tudo que é barata. Não deixo uma pra</p><p>remédio.</p><p>MATILDE – Muito bem. E como a propaganda é a</p><p>alma do negócio, tu tem que alardear pra todo</p><p>mundo que é bom no que faz.</p><p>ZÉ – É mesmo. Tem toda razão. (gritando em</p><p>volta) Eu sou o Zé, o Zé matador. Comigo não fica</p><p>uma!</p><p>(Chegam Lamparina e Maria Feia, que carrega</p><p>uma mala. Maria Feia usa uma peruca arrepiada</p><p>e uma maquiagem aberrante, que a torna horrível).</p><p>LAMPARINA – Ora essa! O que temos aqui? Tu é</p><p>um matador, é?</p><p>ZÉ – (estufando o peito) E dos bons. De uma vez</p><p>só, eu já matei mais de trinta.</p><p>LAMPARINA – Não me diga! De uma vez eu</p><p>consegui matar apenas vinte... E como foi?</p><p>ZÉ – Tentaram correr, se esconder até debaixo da</p><p>cama. Mas eu acabei com tudo.</p><p>LAMPARINA – (circulando Zé, admirado) É</p><p>assim que eu gosto de ver. Um cabra macho!</p><p>(Rutinaldo Mirando Batista Júnior.)</p><p>Disponível em: http://www.ciaateliedasartes.com.br/TEXTOS</p><p>TEATRAIS. Acesso em: 11.06.22.</p><p>2</p><p>01. Analise o trecho abaixo:</p><p>MATILDE – O pessoal daqui deixa galinha</p><p>andando solta por tudo que é lugar. E, antes de</p><p>você, elas dão conta do serviço.</p><p>ZÉ – Quer dizer que elas comem as baratas?</p><p>O pronome destacado na fala de Zé traz um</p><p>processo de referenciação chamado:</p><p>a) catáfora, pois retoma o termo “Matilde”</p><p>b) catáfora, pois retoma o termo “pessoal”</p><p>c) anáfora, pois retoma o termo “galinhas”</p><p>d) anáfora, pois retoma o termo “Zé”</p><p>02. Em um texto dramático, o trecho entre</p><p>parênteses tem a função de</p><p>(A) orientar as ações dos atores.</p><p>(B) esclarecer dúvidas para o público.</p><p>(C) introduzir correções das falhas do texto.</p><p>(D) explicar as passagens mais difíceis do texto.</p><p>03. Um equívoco mostrado nessa história, é o</p><p>fato de</p><p>(A) Zé usar um borrifador de veneno em cena.</p><p>(B) Lamparina acreditar que Zé era um terrível</p><p>matador.</p><p>(C) Matilde e Zé não encontrarem baratas no</p><p>sertão.</p><p>(D) as galinhas comeram as baratas e outros</p><p>insetos.</p><p>04. Sobre o texto teatral, pode-se afirmar que</p><p>(A) as vozes das personagens são importantes para</p><p>a narrativa, embora haja a voz de um narrador</p><p>onisciente.</p><p>(B) as falas das personagens são distribuídas no</p><p>texto, sendo confundidas com a voz do narrador.</p><p>(C) as ações das personagens são descritas por um</p><p>narrador, sendo este o mediador da narrativa.</p><p>(D) as características dos personagens são reveladas</p><p>por meio de suas falas e ações.</p><p>TEXTO 02</p><p>Ibama tem nova regra de transporte de animais</p><p>silvestres de estimação</p><p>O transporte de animais deve ser feito mediante</p><p>autorização de transporte e pagamento de boleto</p><p>O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente</p><p>e Recursos Renováveis) divulgou nova regra para o</p><p>transporte de animais silvestres entre estados no</p><p>Brasil.</p><p>Agora, o transporte de animais deve ser feito</p><p>mediante autorização de transporte e pagamento de</p><p>boleto ao Ibama.</p><p>A coordenadora de Monitoramento do Uso da</p><p>Fauna e Recursos Pesqueiros, Maria Isabel</p><p>Soares, destaca que o Ibama considera animais</p><p>silvestres de estimação aqueles comprados de</p><p>criadores legalizados ou cedidos com autorização</p><p>do Ibama.</p><p>Os mais comuns a serem criados são papagaios,</p><p>araras, jabutis. Maria Isabel alerta que antes de ter</p><p>um animal silvestre em sua tutoria, é preciso</p><p>conhecer as necessidades deles que são diferentes</p><p>de cães e gatos, inclusive custos. Maria Isabel ainda</p><p>destaca que o aumento da fraude e do tráfico foi o</p><p>que motivou essa mudança na regularização.</p><p>A punição será prisão de seis meses a 1 ano e</p><p>multa de 500 a 5 mil reais.</p><p>Disponível em: .</p><p>05. Qual é a finalidade do texto acima?</p><p>a) caracterizar os animais silvestres e destacar as</p><p>suas necessidades.</p><p>b) divulgar um trabalho desenvolvido pelo</p><p>IBAMA.</p><p>c) expor uma opinião sobre o tráfico de animais</p><p>silvestres no Brasil.</p><p>d) informar sobre a nova regra para o transporte de</p><p>animais silvestres no Brasil.</p><p>06. No segmento “Agora, o transporte de</p><p>animais deve ser feito mediante autorização</p><p>[…]”, o termo sublinhado indica:</p><p>a) uma mudança na regra sobre o transporte de</p><p>animais silvestres.</p><p>b) uma crítica sobre a nova regra para o transporte</p><p>de animais silvestres.</p><p>c) uma comparação entre a lei anterior e a atual</p><p>sobre o transporte de animais silvestres.</p><p>d) uma conclusão a que se chegou sobre a nova</p><p>regra divulgada pelo IBAMA.</p><p>07. “[…] é preciso conhecer as necessidades</p><p>deles […]”. Segundo a coordenadora de</p><p>Monitoramento do Uso da Fauna e Recursos</p><p>Pesqueiros, é preciso conhecer as necessidades:</p><p>a) dos papagaios.</p><p>b) das araras e dos jabutis.</p><p>c) dos animais silvestres.</p><p>d) dos cães e gatos.</p><p>3</p><p>08. “[…] é preciso conhecer as necessidades</p><p>deles […]”. O pronome sublinhado no trecho</p><p>emprega um processo de referenciação</p><p>chamado:</p><p>a) anáfora, fazendo referência a um termo que será</p><p>apresentado posteriormente.</p><p>b) catáfora, fazendo referência a um termo que será</p><p>apresentado posteriormente.</p><p>c) anáfora, fazendo referência a um termo que já</p><p>foi apresentado anteriormente.</p><p>d) catáfora, fazendo referência a um termo que já</p><p>foi apresentado anteriormente.</p><p>09.</p><p>Pode-se concluir que o texto acima é do</p><p>gênero notícia. Desse modo, identifique as partes</p><p>que a compõem, relacionando conforme a</p><p>orientação:</p><p>1. lide</p><p>2. título</p><p>auxiliar</p><p>3. manchete</p><p>4. corpo da</p><p>notícia</p><p>( ) “Ibama tem nova regra</p><p>de transporte de animais</p><p>silvestres de estimação”.</p><p>( ) “O transporte de animais</p><p>deve ser feito mediante</p><p>autorização de transporte e</p><p>pagamento de boleto”.</p><p>( ) 1º parágrafo da notícia.</p><p>( ) Do 2º ao último</p><p>parágrafo da notícia.</p><p>Assinale a sequência correta:</p><p>a) 1 2 3 4</p><p>b) 3 2 1 4</p><p>c) 4 3 2 1</p><p>d) 3 2 1 4</p><p>10. Identifique o sujeito do período abaixo e em</p><p>seguida assinale a alternativa que o classifica</p><p>corretamente:</p><p>Ibama tem nova regra de transporte de animais</p><p>silvestres de estimação</p><p>a) composto</p><p>b) simples</p><p>c) indeterminado</p><p>d) inexistente</p><p>TEXTO 03</p><p>A VELHINHA CONTRABANDISTA</p><p>Crônica de Stanislaw Ponte Preta</p><p>Diz que era uma velhinha que sabia andar de</p><p>lambreta. Todo dia, ela passava na fronteira</p><p>montada na lambreta, com um bruto saco atrás da</p><p>lambreta. O pessoal da alfândega - tudo malandro</p><p>velho - começou a desconfiar da velhinha. Um dia,</p><p>quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o</p><p>fiscal da alfândega mandou ela parar.</p><p>A velhinha parou e então o fiscal perguntou</p><p>assim pra ela: - Escuta aqui, vovozinha, a senhora</p><p>passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que</p><p>diabo a senhora leva nesse saco? A velhinha sorriu</p><p>com os poucos dentes que lhe restavam e mais os</p><p>outros, que ela adquirira no odontólogo, e</p><p>respondeu: - É areia!</p><p>Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era</p><p>areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da</p><p>lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou,</p><p>o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia.</p><p>Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse</p><p>em frente. Ela montou na lambreta e foi embora,</p><p>com o saco de areia atrás.</p><p>Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a</p><p>velhinha passasse um dia com areia e no outro com</p><p>muamba, dentro daquele maldito saco. No dia</p><p>seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco</p><p>atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o</p><p>que é que ela levava no saco e ela respondeu que</p><p>era areia, uai!</p><p>O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês</p><p>seguido, o fiscal interceptou a velhinha e, todas as</p><p>vezes, o que ela levava no saco era areia. Diz que</p><p>foi aí que o fiscal se chateou: - Olha, vovozinha, eu</p><p>sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço.</p><p>Manjo essa coisa de contrabando pra burro.</p><p>Ninguém me tira da cabeça que a senhora é</p><p>contrabandista. - Mas no saco só tem areia! -</p><p>insistiu a velhinha.</p><p>E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:</p><p>- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar.</p><p>Não dou parte, não apreendo, não conto nada a</p><p>ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o</p><p>contrabando que a senhora está passando por aqui</p><p>todos os dias? - O senhor promete que não espáia?</p><p>- quis saber a velhinha. - Juro - respondeu o fiscal.</p><p>- É lambreta!</p><p>https://www.imparcial.com.br/noticias/a-velhinha-contrabandista-cronica-</p><p>de-stanislaw-ponte-preta-homenagem,39864</p><p>https://www.imparcial.com.br/noticias/a-velhinha-contrabandista-cronica-de-stanislaw-ponte-preta-homenagem,39864</p><p>https://www.imparcial.com.br/noticias/a-velhinha-contrabandista-cronica-de-stanislaw-ponte-preta-homenagem,39864</p><p>4</p><p>11. O conflito da história começa quando</p><p>a) a velhinha finalmente aprendeu andar de</p><p>lambreta.</p><p>b) o pessoal da alfândega começou a desconfiar da</p><p>velhinha.</p><p>c) a velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe</p><p>restavam na boca.</p><p>d) a velhinha parou na alfândega e o fiscal fez uma</p><p>pergunta para ela.</p><p>12. Qual a finalidade do texto “A Velhinha</p><p>Contrabandista”?</p><p>a) Entreter o leitor por meio de uma história</p><p>divertida e humorística.</p><p>b) Criticar a burocracia e a desconfiança excessiva</p><p>das instituições.</p><p>c) Refletir sobre a ética e a moralidade envolvidas</p><p>em situações sociais.</p><p>d) Promover a figura da velhinha como uma</p><p>personagem astuta e carismática.</p><p>13. Sobre o texto, qual inferência pode ser feita</p><p>sobre o fiscal da alfândega?</p><p>a) É um personagem ingênuo que costuma ser</p><p>facilmente enganado.</p><p>b) Possui anos de experiência em identificar</p><p>diferentes contrabandos.</p><p>c) Tem uma relação de amizade com a velhinha</p><p>contrabandista.</p><p>d) Sentiu-se ameaçado pela presença da velhinha na</p><p>lambreta.</p><p>14. Qual o truque utilizado pela velhinha para</p><p>enganar os fiscais da alfândega?</p><p>a) Utilizava o saco de areia para esconder a</p><p>lambreta.</p><p>b) Ela se fazia de inocente e os fiscais imaginavam</p><p>que o saco de areia era uma mania que ela tinha.</p><p>c) O saco de areia era um artifício para ganhar</p><p>tempo e fugir com a lambreta.</p><p>d) Ela passava com o saco de areia para desviar a</p><p>atenção dos fiscais.</p><p>15. Segundo o texto, o que levou o fiscal a propor</p><p>um acordo com a velhinha?</p><p>a) Porque ele acreditava que ela era uma</p><p>contrabandista.</p><p>b) Porque ele queria confiscar o saco de areia.</p><p>c) Porque ele tinha interesse em adquirir uma</p><p>recompensa.</p><p>d) Porque ele estava cansado de interceptá-la</p><p>diariamente.</p><p>16. O discurso é a forma como as falas dos</p><p>personagens são introduzidas numa narração.</p><p>Assim sendo, qual o trecho abaixo que marca um</p><p>discurso direto?</p><p>a) “A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim</p><p>pra ela”</p><p>b) “Achou que não era areia nenhuma e mandou a</p><p>velhinha saltar”</p><p>c) “A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe</p><p>restavam”</p><p>d) "Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui</p><p>todo dia”</p><p>17. Assinale a alternativa que contém um trecho</p><p>do texto no discurso indireto.</p><p>a) “No dia seguinte, quando ela passou na lambreta</p><p>com o saco atrás, o fiscal mandou parar”</p><p>b) “Eu prometo à senhora que deixo a senhora</p><p>passar. Não dou parte, não apreendo”</p><p>c) “Perguntou o que é que ela levava no saco e ela</p><p>respondeu que era areia, uai!”</p><p>d) “qual é o contrabando que a senhora está</p><p>passando por aqui todos os dias?”</p><p>18. A linguagem coloquial ou informal é uma</p><p>linguagem utilizada no cotidiano em que não</p><p>exige a atenção total da gramática, de modo que</p><p>haja mais fluidez na comunicação oral. Desse</p><p>modo, qual trecho abaixo não há marcas dessa</p><p>linguagem?</p><p>a) “O senhor promete que não espáia?”</p><p>b) “A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco”</p><p>c) “O pessoal da alfândega - tudo malandro velho”</p><p>d) “então o fiscal perguntou assim pra ela”</p><p>19. Identifique o sujeito do período abaixo</p><p>A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe</p><p>restavam...</p><p>a) dentes</p><p>b) restavam</p><p>c) velhinha</p><p>d) sorriu</p><p>20. Classifique o sujeito do período abaixo</p><p>Diz que era uma velhinha que sabia andar de</p><p>lambreta.</p><p>a) composto</p><p>b) simples</p><p>c) indeterminado</p><p>d) oculto</p><p>5</p><p>TEXTO 04</p><p>A MENINA INTELIGENTE</p><p>O homem estava sentado na poltrona do avião e,</p><p>ao lado dele, estava uma garotinha. O rapaz olhou</p><p>para a menina e disse:</p><p>- Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem</p><p>ficará mais rápida e curta. O que você acha?</p><p>Perguntou o estranho.</p><p>- Sobre o que o senhor gostaria de conversar?</p><p>Perguntou a garotinha.</p><p>- Bem, não sei! Estou na dúvida... Que tal física</p><p>nuclear? Brincou o homem.</p><p>- Bom! Esse parece ser um tema interessante.</p><p>Disse a garotinha. Mas, antes eu gostaria de lhe</p><p>fazer uma pergunta:</p><p>- Por que uma coisa é uma coisa e outra coisa é</p><p>outra coisa? ... Coisou?</p><p>O homem, visivelmente confuso e surpreso com</p><p>a pergunta pensou, digo, coisou durante uns</p><p>minutos e depois respondeu:</p><p>- Hummm! Hummm! OK! Você venceu! Eu não</p><p>faço a menor ideia. Respondeu o homem.</p><p>Então a garotinha disse:</p><p>- Francamente! Como o senhor se sente</p><p>qualificado para discutir física nuclear, se não sabe</p><p>de coisa nenhuma.</p><p>Edilson Rodrigues Silva</p><p>21. Qual a finalidade do texto?</p><p>a) Descrever uma viagem ocorrida no avião.</p><p>b) Narrar uma história</p><p>com um final cômico.</p><p>c) Opinar sobre as condutas dos passageiros.</p><p>d) Informar à sociedade um assunto importante.</p><p>22. O fato responsável pelo início do conflito no</p><p>texto é quando</p><p>a) a garotinha resolve fazer outra pergunta.</p><p>b) uma garotinha é vista pelo homem na poltrona.</p><p>c) o homem convida a menina para conversar.</p><p>d) a garotinha pergunta sobre o que conversar.</p><p>23. A menina da história demonstrou gostar da</p><p>sugestão de assunto do passageiro, entretanto,</p><p>realizou, antes, uma pergunta. Esse</p><p>comportamento revela que a personagem é</p><p>a) confusa. b) sossegada. c) preocupada. d) curiosa.</p><p>24. A utilização do ponto de exclamação em:</p><p>“- Francamente!” tem a função de indicar</p><p>a) uma irritação.</p><p>b) uma exultação.</p><p>c) uma dúvida.</p><p>d) um pedido.</p><p>25. Sobre o texto, assinale a alternativa</p><p>VERDADEIRA:</p><p>a) O homem desejava muito conversar sobre física</p><p>nuclear.</p><p>b) O tema sugerido pelo homem foi recusado pela</p><p>menina.</p><p>c) O homem buscava um entretenimento para a</p><p>viagem.</p><p>d) A menina considerou o homem qualificado para</p><p>discutir.</p><p>26. Em: “... visivelmente confuso e surpreso...”, as</p><p>palavras grifadas poderiam ser substituídas, sem</p><p>alteração de sentido e respectivamente, por</p><p>a) perplexo e atrapalhado. c) indeciso e maravilhado.</p><p>b) desorientado e admirado. d) tonto e perturbado.</p><p>27. A expressão: “Que tal física nuclear?”</p><p>indica que homem fez</p><p>a) um pedido. c) uma curiosidade.</p><p>b) uma ordem. d) uma sugestão.</p><p>28. Assinale a alternativa que classifica</p><p>corretamente a referenciação feita pela palavra</p><p>em destaque:</p><p>- Bom! Esse parece ser um tema interessante.</p><p>Disse a garotinha. Mas, antes eu gostaria de lhe</p><p>fazer uma pergunta:</p><p>- Por que uma coisa é uma coisa e outra coisa é</p><p>outra coisa? ... Coisou?</p><p>a) anáfora, fazendo referência a um termo que será</p><p>apresentado posteriormente.</p><p>b) catáfora, fazendo referência a um termo que será</p><p>apresentado posteriormente.</p><p>c) anáfora, fazendo referência a um termo que já foi</p><p>apresentado anteriormente.</p><p>d) catáfora, fazendo referência a um termo que já</p><p>foi apresentado anteriormente.</p><p>29. Classifique o sujeito do período abaixo</p><p>- Bem, não sei! Estou na dúvida...</p><p>a) composto</p><p>b) simples</p><p>c) indeterminado</p><p>d) oculto</p><p>6</p><p>30. PRODUÇÃO DE TEXTO</p><p>Agora você vai produzir uma crônica. Imagine uma cena cotidiana que possa emocionar, divertir o leitor ou fazê-lo</p><p>refletir. Por exemplo: um susto, um sonho absurdo, um tropeção seguido de gargalhadas, um momento especial na sala</p><p>de aula ou numa reunião entre amigos, uma declaração de amor não correspondida, um resultado inesperado de uma</p><p>avaliação escolar, um elogio ou uma bronca na frente dos colegas, a participação em um campeonato esportivo, em</p><p>uma banda ou em uma peça de teatro etc.</p><p>ETAPA 1: PLANEJAMENTO</p><p>Preencha o quadro abaixo com os elementos que estarão presentes em seu texto.</p><p>Qual o fato cotidiano será apresentado?</p><p>Quais os personagens do texto?</p><p>Em qual lugar a história acontecerá?</p><p>O tempo será indeterminado? Se não, quando</p><p>aconteceu?</p><p>Os fatos serão narrados na 1ª ou na 3ª pessoa?</p><p>O que aconteceu na história?</p><p>ETAPA 2 – ESCRITA</p><p>- Crie um título; - Não escreva a lápis;</p><p>- Escreva de forma legível; - Organize seu texto em parágrafos;</p><p>- Faça um rascunho e em seguida passe a limpo o texto definitivo.</p><p>Bom simulado!</p><p>Você é capaz! Acredite no seu potencial!</p>