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<p>CADERNO DE RESUMOS</p><p>V MOSTRA DE INOVAÇÃO, PESQUISA,</p><p>ENSINO, EXTENSÃO E CULTURA</p><p>IFPR - CAMPUS FOZ DO IGUAÇU</p><p>ISSN 2526-2238</p><p>Foz do Iguaçu – PR</p><p>Outubro de 2023</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>Instituto Federal do Paraná – Campus Foz do</p><p>Iguaçu</p><p>Diretor Geral: Anderson Coldebella</p><p>Direção de Ensino: Arcangelo Augusto Signor</p><p>Coordenação de Pesquisa e Extensão: Humberto Martins Beneduzzi</p><p>Corpo Editorial: Dr. Humberto Martins Beneduzzi</p><p>Comissão Organizadora: Dr. Arcangelo Augusto Signor</p><p>Dra. Gislaine Silveira Simões</p><p>Dr. Humberto Martins Beneduzzi</p><p>Dra. Luciana Espíndula de Quadros</p><p>Dr. Marcos Fernando Soares Alves</p><p>Os resumos aqui publicados são de inteira</p><p>responsabilidade de seus autores</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>Catalogação na Publicação</p><p>___________________________________________________________________________</p><p>M912 Mostra de Inovação, Pesquisa, Ensino, Extensão e</p><p>Cultura: IFPR - campus Foz do Iguaçu (V : 2023 :</p><p>Foz do Iguaçu-PR).</p><p>Caderno de resumos da V Mostra de Inovação, Pesquisa,</p><p>Ensino, Extensão e Cultura – MIPEEC : IFPR -</p><p>campus Foz do Iguaçu [recurso eletrônico], 20 de</p><p>setembro de 2023. - Foz do Iguaçu-PR, IFPR, 2023.</p><p>/ Instituto Federal do Paraná – campus Foz do</p><p>Iguaçu. / organizado por Arcangelo Augusto</p><p>Signor, Gislaine Silveira Simões, Humberto</p><p>Martins Beneduzzi, Luciana Espíndula de Quadros e</p><p>Marcos Fernando Soares Alves.</p><p>v.1, n.5</p><p>61 f.</p><p>Caderno de resumos</p><p>Recurso eletrônico (61 p.) em formato PDF</p><p>ISSN 2526-2238</p><p>1. Inovação – Eventos 2. Ensino, Pesquisa e</p><p>Extensão – Eventos 3. Cultura – Eventos. I. Título.</p><p>II. Instituto Federal do Paraná - IFPR.</p><p>CDD: 001.4063</p><p>___________________________________________________________________________</p><p>Elaborado por: Telma Mariá Viola de Souza - Bibliotecária CRB-9/2071</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>As apresentações dos trabalhos vinculados à V Mostra de Inovação, Pesquisa,</p><p>Ensino, Extensão e Cultura do IFPR, Campus Foz do Iguaçu ocorreram no dia 20 de</p><p>setembro de 2023, sendo organizado pela Coordenação de Pesquisa e Extensão do</p><p>Campus Foz do Iguaçu, apoiado pela Direção de Ensino, Pesquisa e Extensão e Direção</p><p>Geral do Campus.</p><p>O objetivo deste evento foi promover a divulgação dos trabalhos de Inovação,</p><p>Pesquisa, Ensino, Extensão e Cultura desenvolvidos por docentes e discentes do Campus,</p><p>e consequentemente, promover a troca de experiências e incentivar a participação de</p><p>alunos nos projetos coordenados pelos docentes do Campus.</p><p>O ensino, a pesquisa e a extensão, quando bem articulados, conduzem a mudanças</p><p>significativas nos processos de ensino e aprendizagem, colaborando efetivamente na</p><p>formação profissional dos estudantes e fortalecendo os atos de aprender, de ensinar e de</p><p>formar profissionais e cidadãos.</p><p>No atual caderno estão disponibilizados os resumos dos trabalhos de Inovação,</p><p>Pesquisa, Ensino, Extensão e Cultura que foram apresentados pelos discentes e docentes</p><p>dos Cursos Técnicos e Superiores do Campus Foz do Iguaçu durante o evento, bem como</p><p>resumos dos projetos IFTECH edição 2023, apresentados durante o V MIPEEC.</p><p>Prof. Dr. Humberto Martins Beneduzzi</p><p>Coordenadoria de Pesquisa e Extensão</p><p>Instituto Federal do Paraná</p><p>Campus Foz do Iguaçu</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>SUMÁRIO</p><p>A GINCANA CIENTÍFICA COMO UMA POSSIBILIDADE PARA O ENSINO E A</p><p>APRENDIZAGEM DE TEMAS CIENTÍFICOS................................................................8</p><p>A INFLUÊNCIA DAS FILOSOFIAS DE PLATÃO E ARISTÓTELES NA CONCEPÇÃO DE</p><p>WERNER HEISENBERG SOBRE A FÍSICA QUÂNTICA.................................................9</p><p>ANÁLISE SENSORIAL DE BRIGADEIRO TRADICIONAL E GOURMET........................10</p><p>ATY - PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS.......11</p><p>BIODIGESTOR CASEIRO PARA DEMONSTRAÇÃO DE POSSIBILIDADE DE</p><p>TRATAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS............................................................12</p><p>BRIGADEIRO: O DOCE BRASILEIRO PRODUZIDO COM INGREDIENTES IMPORTADOS</p><p>............................................................................................................................. 13</p><p>CAPIVAPP..............................................................................................................14</p><p>CONNECT EXPERT: SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA ASSOCIAÇÕES SEM FINS</p><p>LUCRATIVOS.........................................................................................................15</p><p>CONSTRUÇÃO DE UM MODELO DIDÁTICO: A CAIXA DAS FASES LUNARES...........16</p><p>CUIDAR+: SISTEMA DE GESTÃO DE CASAS DE REPOUSO.....................................17</p><p>DANDO A VOLTA NOS PROBLEMAS RETRÓGRADOS: UM LEVANTAMENTO DE</p><p>TRABALHOS QUE EXPLORAM O RACIOCÍNIO DE KEPLER PARA AS ÓRBITAS</p><p>PLANETÁRIAS NO ENSINO DE FÍSICA....................................................................18</p><p>DESENVOLVIMENTO DO MODELO 3D PARA APLICAÇÃO DO BIM 4D E 5D.............19</p><p>DIVULGAPET - SISTEMA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS......................................20</p><p>ECOBARREIRA: REDUÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E MELHORA NA QUALIDADE</p><p>DA ÁGUA..............................................................................................................21</p><p>ENSINO DO BIM NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO: COMPARATIVO DO</p><p>USO DE SOFTWARE DE MODELAGEM 3D..............................................................22</p><p>ESCRITÓRIO MODELO PARA DESENVOLVIMENTO E CAPACITAÇÃO EM GESTÃO E</p><p>INFORMAÇÃO NA CONSTRUÇÃO PARA TÉCNICOS EM EDIFICAÇÕES - EMPEC.......23</p><p>EXPERIÊNCIAS NA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM FÍSICA NO PIBID SOB A</p><p>PERSPECTIVA DA ABORDAGEM CTS.....................................................................24</p><p>FESTMAP - DESCUBRA, PARTICIPE E COMPARTILHE EVENTOS..............................25</p><p>FLORES E GALHOS: GAMIFICAÇÃO ANALÓGICA DA IDENTIFICAÇÃO DE PLANTAS</p><p>DO IFPR................................................................................................................26</p><p>GAMIFICAÇÃO NA EDUCAÇÃO: ALTERNATIVAS INOVADORAS AO ENSINO</p><p>TRADICIONAL E SEUS IMPACTOS NO DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS..............27</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU: LEVANTAMENTO PRELIMINAR</p><p>KLP....................................................................................................................... 28</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>Highlight</p><p>Highlight</p><p>Highlight</p><p>Highlight</p><p>Highlight</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO</p><p>PRELIMINAR MORUMBI..........................................................................................29</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO</p><p>PRELIMINAR TRÊS LAGOAS...................................................................................30</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO</p><p>PRELIMINAR VILA A...............................................................................................31</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO</p><p>PRELIMINAR VILA C...............................................................................................32</p><p>GREEN GO: IMPLEMENTAÇÃO DO MÓDULO JOGO.................................................33</p><p>GREEN GO: MÓDULO QUIZ...................................................................................34</p><p>HAITIANOS EM FOZ DO IGUAÇU-PR: A COMIDA NO CONTEXTO MIGRATÓRIO.......35</p><p>HORTA ESCOLAR DÁDIVAS TROCADAS.................................................................36</p><p>IFVEST..................................................................................................................37</p><p>INTEGRANDO MÍDIAS EM SALA DE AULA: ESTRATÉGIAS E IMPACTOS</p><p>EDUCACIONAIS.....................................................................................................38</p><p>MEMÓRIAS E O TERRITÓRIO DO QUILOMBO APEPU-GRANDE...............................39</p><p>METODOLOGIA ATIVA NA AULA DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO DO TEATRO.......40</p><p>METODOLOGIA</p><p>levantamento de famílias tradicionais, festas religiosas ou tradicionais, além de possíveis</p><p>interessados em participar do projeto em um segundo momento. Os bairros trabalhados pela</p><p>Turma 2023 foram: KLP, Morumbi, Três Lagoas, Vila A e Vila C. Por escolha livre, o</p><p>Morumbi foi o bairro selecionado para o desenvolvimento deste trabalho. Assim como a</p><p>cidade de Foz do Iguaçu que teve seu crescimento pautado aos acontecimentos pré e pós</p><p>década de 1970 – como a construção da Ponte de Amizade e a criação da Itaipu Binacional</p><p>– o Morumbi fez parte dessa história. Atualmente é um bairro conhecido pela sua grande</p><p>região e autossuficiência com os diversos estabelecimentos existentes, localizado entre a</p><p>BR 277 e a importante Avenida República Argentina. Apesar de poucos relatos históricos, o</p><p>Morumbi apresenta-se como um bairro na temática dos esportes – principalmente o futebol</p><p>– tendo suas ruas e avenidas nomeadas em homenagem ao mundo do esporte brasileiro.</p><p>Com relação a parte gastronômica, esse bairro conta com alguns pontos de alimentação nos</p><p>seus diversos tipos. Existem no bairro desde cafeterias, panificadoras, sorveterias,</p><p>lancherias até restaurantes tradicionais. Isso além dos food trucks encontrados em torno das</p><p>praças - principalmente no período noturno. Já com mais de cinquenta anos de existência,</p><p>o Morumbi reúne diversas famílias e pessoas com suas receitas e histórias afetivas. Com</p><p>base nisso, o presente trabalho buscou encontrar essas pessoas para poderem, assim,</p><p>compartilhar suas memórias e vivências. A metodologia se deu através de uma pesquisa de</p><p>campo com o levantamento dos nomes mais conhecidos e tradicionais além da visita de</p><p>espaços públicos e populares - como as praças - onde os habitantes reconhecem e relatam</p><p>serem pontos gastronômicos e de lazer. Inicialmente foi dialogado com oito pessoas que</p><p>estavam dentro dos pré-requisitos definidos (ter mais de 50 anos e morar há 30 anos no</p><p>bairro) das quais registrou-se suas histórias familiares e hábitos alimentares. Foi conseguido</p><p>muitos relatos, mas, mesmo assim, acredita-se que, apesar do grande passo dado, existem</p><p>muitas informações não reveladas e desconhecidas que merecem um olhar de importância.</p><p>Portanto, o bairro deveria ser escolhido para a realização do projeto pois é um dos mais</p><p>populosos e antigos de Foz do Iguaçu, podendo, assim, unir diversas boas histórias e</p><p>relatos afetivos do ponto de vista gastronômico.</p><p>Palavras-chave: Histórias afetivas; receitas; práticas alimentares.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR:</p><p>LEVANTAMENTO PRELIMINAR TRÊS LAGOAS</p><p>Angelita Vilhalva Guerreiro Barz</p><p>Janaina Pereira</p><p>Janice Salete de Oliveira</p><p>Soemi de Souza</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>Este trabalho faz parte do projeto “Práticas alimentares dos bairros de Foz do Iguaçu”</p><p>proposto na disciplina de Práticas Extensionistas 1 para a Turma 2023 do Curso Superior de</p><p>Tecnologia em Gastronomia, e teve como objetivo levantar informações iniciais sobre os</p><p>bairros de Foz do Iguaçu mais representativos em número de alunos da referida turma. Os</p><p>pontos abordados foram caracterização do bairro, localização, questões gastronômicas,</p><p>levantamento de famílias tradicionais, festas religiosas ou tradicionais, além de possíveis</p><p>interessados em participar do projeto em um segundo momento. Os bairros trabalhados pela</p><p>Turma 2023 foram: KLP, Morumbi, Três Lagoas, Vila A e Vila C. Este presente trabalho</p><p>refere-se ao bairro Três Lagoas localizado na entrada do município de Foz do Iguaçu. Foi</p><p>realizado um trabalho de campo onde verificou-se que o bairro é bem estruturado, com</p><p>escolas, posto de saúde, supermercados, além de uma área de lazer com prainha. Em</p><p>relação a parte gastronômica o bairro conta com vários pesque-pague como Kipeixe,</p><p>Golfinho, e Três Lagoas, sendo que a maioria dos clientes são moradores da região. A</p><p>oferta gastronômica também inclui lanchonetes, trailers e pizzarias. Os moradores</p><p>conseguem suprir suas demandas do cotidiano, inclusive as alimentares, no próprio bairro.</p><p>Buscou-se possíveis candidatos para as futuras entrevistas e foram identificadas duas</p><p>importantes e numerosas famílias que residem no bairro há muito tempo: Silva e Oliveira.</p><p>Contactou-se três pessoas, sendo duas da família Silva e uma da família Oliveira, que</p><p>comentaram sobre a estrutura do bairro e a alimentação. Aliás, a família Silva possui uma</p><p>receita de feijão tropeiro famosa entre os moradores, eles chamam de feijão tropeiro “do</p><p>Canela”, que não é comercializado, mas está presente em festividades do bairro. Três</p><p>Lagoas deveria ser escolhido para a realização do projeto pois é um bairro com escassos</p><p>registros sobre a alimentação e que merece maior visibilidade.</p><p>Palavras-chave: Comida; história; práticas alimentares.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR:</p><p>LEVANTAMENTO PRELIMINAR VILA A</p><p>Carlos Daniel Bogado Benitéz</p><p>Christian Lucas de Andrade Mota</p><p>Gabriella Ott</p><p>Lucas Rosolen de Almeida Mello</p><p>Marco Antonio Nascimento</p><p>Matheus Piva</p><p>Patrick Guilherme Alves Coelho</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>O trabalho faz parte do projeto “Práticas alimentares dos bairros de Foz do Iguaçu” proposto</p><p>na disciplina de Práticas Extensionistas 1 para a Turma 2023 do Curso Superior de</p><p>Tecnologia em Gastronomia, e teve como objetivo levantar informações iniciais sobre os</p><p>bairros de Foz do Iguaçu mais representativos em número de alunos da referida turma. Os</p><p>pontos abordados foram caracterização do bairro, localização, questões gastronômicas,</p><p>levantamento de famílias tradicionais, festas religiosas ou tradicionais, além de possíveis</p><p>interessados em participar do projeto em um segundo momento. Este trabalho refere-se ao</p><p>bairro Vila A, cujo nome recentemente foi alterado para Itaipu A, que foi um dos bairros</p><p>projetados para moradia dos trabalhadores envolvidos na construção da Usina de Itaipu. A</p><p>metodologia usada foi pesquisas na internet, site da prefeitura, associação dos moradores</p><p>da Vila A, análise do Google Maps relacionada a regiões onde teriam mais</p><p>empreendimentos gastronômicos, pesquisa a campo com fotos e observações de pontos</p><p>mais relevantes em relação à gastronomia, além de experiências pessoais gastronômicas</p><p>de integrantes do grupo que tem relação direta com o bairro Vila A. Os resultados</p><p>mostraram que existem três principais regiões que corroboram com o que o Google Maps</p><p>nos mostra. As regiões foram nomeadas como: Região do Gramadão, Região Av. Sasdelli e</p><p>Região Av. Garibaldi. A região do Gramadão revelou os empreendimentos gastronômicos</p><p>mais focados em food trucks de espetinhos, açaí, sorvete na chapa, pastel, hambúrguer,</p><p>lanches diversos e variados. Além dos food trucks também foi observado empreendimentos</p><p>como pizzarias, hamburguerias, comida japonesa, gelato italiano, steak house, padaria e</p><p>cafeteria. Nessa região também ocorrem as festas mais tradicionais do bairro, como a Festa</p><p>Maína, Festa Junina do Sesc, Natal de Luzes da Itaipu e, mais recentemente, a Fartal. A</p><p>Região Av. Sasdelli gastronomicamente é mais pronunciada em relação a restaurantes</p><p>relacionados ao almoço, como self-service, prato feito e marmitarias, no período noturno a</p><p>região conta com espetinhos, hamburguerias, petiscarias, pizzarias, sorveterias e comida</p><p>árabe étnica – feita por um árabe, o seu Ali – sendo os restaurantes mais tradicionais dessa</p><p>região o Barracão e o Beduínos, a região conta também com a tradicional feirinha que</p><p>ocorre toda quarta-feira a partir das 7 horas ao lado do hospital Costa Cavalcanti. A última</p><p>região analisada foi a região da Av. Garibaldi, gastronomicamente é mais pronunciada em</p><p>relação a restaurantes, espetinhos e porções, açaíteria e tap house. Os mais tradicionais da</p><p>região são Bett’s Empadinhas com as muitas variedades de sabores,</p><p>Rafain Espetinhos,</p><p>Mega Pizza, The Best Açaí, Casa da Picanha e Paiol Tap House. Concluímos assim, que a</p><p>Vila A possui vasta variedade gastronômica, sendo uma região que pode ser estudada em</p><p>relação a sua gastronomia tradicional. O bairro deveria ser escolhido para a realização do</p><p>projeto, pois além de ser um bairro que conta um pouco da história de Itaipu e,</p><p>consequentemente de Foz do Iguaçu, diz muito sobre a pluralização da população</p><p>iguaçuense advinda de inúmeras regiões do Brasil que contribuiu para a construção da</p><p>cultura e costumes da cidade, inclusive os alimentares.</p><p>Palavras-chave: Empreendimentos gastronômicos; festa tradicional; práticas alimentares.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR:</p><p>LEVANTAMENTO PRELIMINAR VILA C</p><p>Alexandre Camilo</p><p>Juliana Tonin</p><p>Maria do Carmo Bet Conte</p><p>Michelle Trindade Carbunck</p><p>Rosana de Fátima da Silva</p><p>Willian Gabriel dos Santos</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>Esta pesquisa faz parte do projeto “Práticas alimentares dos bairros de Foz do Iguaçu”</p><p>proposto na disciplina de Práticas Extensionistas 1 para a Turma 2023 do Curso Superior de</p><p>Tecnologia em Gastronomia, e teve como objetivo levantar informações iniciais sobre os</p><p>bairros de Foz do Iguaçu mais representativos em número de alunos da referida turma. Os</p><p>pontos abordados foram caracterização do bairro, localização, questões gastronômicas,</p><p>levantamento de famílias tradicionais, festas religiosas ou tradicionais, além de possíveis</p><p>interessados em participar do projeto em um segundo momento. Os bairros trabalhados pela</p><p>Turma 2023 foram: KLP, Morumbi, Três Lagoas, Vila A e Vila C. Este presente trabalho</p><p>refere-se ao bairro Vila C. O bairro teve início no ano de 1977, a partir da construção da</p><p>Usina Hidrelétrica de Itaipu - Itaipu Binacional. Na época o bairro foi construído</p><p>provisoriamente até o término da obra/construção, aonde as casas se mantêm até os dias</p><p>atuais. A metodologia utilizada foi inicialmente uma pesquisa bibliográfica sobre o que já</p><p>havia sido produzido sobre o tema. Foram encontrados um livro e dois artigos que tratavam</p><p>especificamente do tema desta pesquisa. Na sequência, houve uma entrevista com morador</p><p>local que vive no bairro há mais de 40 anos, que apresentou arquivos fotográficos e relatos</p><p>pessoais. O entrevistado foi questionado sobre os hábitos alimentares das pessoas que</p><p>formaram inicialmente o bairro. Devido à grande confluência de pessoas de diversas regiões</p><p>do Brasil e do exterior, a gastronomia local teve como característica uma grande</p><p>heterogeneidade. Alguns autores desta pesquisa também possuem vivência no bairro, o que</p><p>facilitou o contato e enriqueceu o trabalho. Percebeu-se que o bairro não é autossuficiente,</p><p>tanto na parte gastronômica quanto em outros serviços (bancos, lotéricas, grandes redes de</p><p>supermercados). Foi verificado que existem muitos comércios gastronômicos informais.</p><p>Existem diversos casos de microempreendedores individuais (MEI) no setor alimentício, fato</p><p>este comprovado a partir de uma pesquisa em aplicativo de delivery, em foi constatado que</p><p>existem muitas empresas no ramo de alimentos no local. O bairro tem potencial de ser</p><p>escolhido para desenvolver o projeto porque já existem estudos acadêmicos sobre a</p><p>alimentação e também porque existe uma grande riqueza histórica e cultural neste território.</p><p>Palavras- chave: Hábitos alimentares; práticas alimentares; Itaipu.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GREEN GO: IMPLEMENTAÇÃO DO MÓDULO JOGO</p><p>Annye Miyuki Furuti</p><p>Amanda Procopio Scheer</p><p>Gabriel Mandelli Cardoso</p><p>Nikolas Oliveira de Araújo</p><p>Marcela Turim Koschevic</p><p>Jefferson de Oliveira Chaves</p><p>Daniel Di Domenico</p><p>marcela.turim@ifpr.edu.br</p><p>jefferson.chaves@ifpr.edu.br</p><p>daniel.domenico@ifpr.edu.br</p><p>O projeto "Green Go: Módulo Jogo" é uma iniciativa educacional que almeja a ampliação do</p><p>conhecimento dos estudantes em relação à flora presente no campus do IFPR. Trata-se de</p><p>um website com dois módulos interligados: Jogo e Quiz, os quais convergem para</p><p>proporcionar uma experiência no estudo da etnobotânica. O website funciona como o ponto</p><p>de entrada para essa experiência educacional, engajando os estudantes no Jogo de Caça</p><p>às Plantas. No decorrer do jogo, equipes compostas por múltiplos participantes são</p><p>orientadas a percorrer uma trilha ecológica segmentada em distintas zonas, cada uma</p><p>abrigando uma diversificada gama de plantas. O sistema de pontuação é vinculado à</p><p>identificação das plantas e à utilização de QR Codes individuais para escaneamento. Ao</p><p>reconhecer e escanear o QR Code correspondente a uma planta na trilha, o estudante não</p><p>apenas acumula pontos para sua equipe, mas também adquire acesso a informações sobre</p><p>a planta em questão. Essas informações incluem tanto o nome científico quanto o popular,</p><p>além de fornecer uma contextualização histórica, características específicas e curiosidades</p><p>que aprofundam a compreensão do papel da planta no ecossistema local. Um dos principais</p><p>objetivos do projeto reside na integração do jogo como uma ferramenta pedagógica que</p><p>potencializa abordagens educacionais voltadas à conscientização ambiental. Espera-se que</p><p>com o uso da plataforma, os estudantes se tornem agentes ativos na construção de um</p><p>presente e de um futuro mais sustentável. Por meio do uso do jogo, existe a intenção de</p><p>contribuir com quatro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS),</p><p>respectivamente: 4. Educação de Qualidade, 11. Cidades e Comunidades Sustentáveis, 13.</p><p>Ação Contra a Mudança Global do Clima e 15. Vida Terrestre. Os ODSs são um apelo</p><p>universal da Organização das Nações Unidas à ação para acabar com a pobreza, proteger o</p><p>planeta e assegurar que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Ao estimular os</p><p>alunos a explorar de forma ativa a flora de sua região, o "Green Go: Módulo Jogo" visa</p><p>aprofundar o entendimento dos estudantes sobre a importância da biodiversidade, a relação</p><p>entre seres humanos e natureza, além de fomentar o respeito e a preservação do meio</p><p>ambiente.</p><p>Palavras-chave: Jogo Educacional; Etnobotânica; Identificação de Plantas; QR Code;</p><p>Conscientização Ambiental.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GREEN GO: MÓDULO QUIZ</p><p>Juliana Santana Silva (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Nura Abdel Majid Saleh (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Rafaela Fontana (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Rayssa Ferreira de Freitas (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Daniel Di Domenico</p><p>Jefferson de Oliveira Chaves</p><p>Marcela Turim Koschevic</p><p>marcela.turim@ifpr.edu.br</p><p>As plantas desempenham um papel fundamental no planeta Terra, fornecendo oxigênio,</p><p>alimento e abrigo para muitos seres vivos. No entanto, ainda existe falta de conhecimento e</p><p>conscientização sobre a importância dessas plantas, bem como sua relevância para a</p><p>preservação do meio ambiente. Nesse sentido, o projeto de extensão denominado Green</p><p>Go, tem por objetivo planejar e desenvolver uma plataforma web, usando a linguagem de</p><p>programação PHP, para a identificação de plantas em trilhas ecológicas, com o intuito de</p><p>promover o conhecimento ambiental e etnobotânico. O projeto de extensão Green Go foi</p><p>dividido em dois módulos digitais: um jogo de busca de plantas em trilhas ecológicas (Green</p><p>Go: Jogo) e um questionário sobre elas (Green Go: Quiz). Especificamente o módulo Quiz,</p><p>do qual trata-se este resumo, tem como objetivo o desenvolvimento de um jogo digital de</p><p>perguntas e respostas, popularmente conhecido como Quiz, sobre as plantas existentes em</p><p>trilhas ecológicas, que podem ser agrupadas no sistema por Zonas. O Módulo Quiz será</p><p>aplicado após uma atividade didática ministrada por um professor ou especialista da área de</p><p>Biologia, que usará a plataforma web Green Go, para apresentar trilhas ecológicas aos</p><p>estudantes. Dessa forma espera-se</p><p>que o Módulo Quiz auxilie os estudantes a</p><p>compreenderem e demonstrarem as características das plantas, como aspectos</p><p>relacionados à anatomia, fisiologia, ecologia e importância delas para o meio ambiente, para</p><p>o ecossistema e também suas características etnobotânicas. O Green Go Quiz está em</p><p>sintonia com quatro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. São</p><p>eles: ODS 4 que busca educação inclusiva e de qualidade, e o Green Go Quiz contribui</p><p>fornecendo um ambiente de aprendizado interativo sobre questões ambientais; ODS 11 que</p><p>incentiva cidades e comunidades sustentáveis, e o projeto conscientiza sobre a</p><p>sustentabilidade urbana; ODS 13 que visa a ação contra a mudança global do clima, e o</p><p>Green Go Quiz educa sobre a proteção ambiental; ODS 15 que trata da vida terrestre, pois o</p><p>projeto aborda conservação da biodiversidade e práticas sustentáveis de uso da terra.</p><p>Palavras-chave: Quiz; plantas; meio ambiente; etnobotânica; ODSs.</p><p>Agradecimentos: Este projeto não é apenas o resultado de esforços individuais, mas sim</p><p>uma colaboração notável entre nossa equipe e o Instituto Federal do Paraná, bem como a</p><p>orientação dos professores.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>HAITIANOS EM FOZ DO IGUAÇU-PR: A COMIDA NO CONTEXTO</p><p>MIGRATÓRIO</p><p>Beatrice Pierre Louis Hyppolite</p><p>Carolina Correa de Oliveira</p><p>Fernanda da Silva Pereira</p><p>Soniete Aparecida Gontijo Oliveira</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>Esta escrita relata reflexões iniciais de um trabalho de conclusão de curso do Curso</p><p>Superior de Tecnologia em Gastronomia do Instituto Federal do Paraná – Campus Foz do</p><p>Iguaçu, cujo objetivo é analisar narrativas alimentares de imigrantes haitianos em Foz do</p><p>Iguaçu. A cidade de Foz do Iguaçu é uma cidade constituída de muitos imigrantes e</p><p>migrantes, e atualmente o número de imigrantes continua crescendo e entre eles estão os</p><p>haitianos. Em novembro de 2022 a Polícia Federal forneceu os dados de que dos 13.704</p><p>estrangeiros residentes ativos em Foz do Iguaçu, havia 113 haitianos. Sendo a décima</p><p>quinta etnia com maior número de moradores no município. Este trabalho classifica-se como</p><p>uma pesquisa qualitativa de cunho exploratório e descritivo. Utiliza-se de revisão</p><p>bibliográfica e pesquisa de campo para atingir os resultados esperados. A pesquisa de</p><p>campo conta com entrevistas com questionário semiestruturado. Foram entrevistados seis</p><p>haitianos moradores de Foz do Iguaçu durante o mês de setembro de 2023, sendo eles 3</p><p>homens e 3 mulheres, de idade entre 24 e 36 anos, que moram em Foz do Iguaçu entre 8 e</p><p>3 anos, sendo todos estudantes ou egressos da Universidade Federal da Integração Latino-</p><p>Americana – UNILA. A escolha dos entrevistados foi por aproximação de uma das</p><p>pesquisadoras que também é haitiana e residente nesta cidade. Das análises preliminares</p><p>pode-se verificar que todos os entrevistados migraram do Haiti por causa do terremoto de</p><p>2010 que destruiu a capital haitiana, além das constantes guerras civis que também</p><p>destruíam seus sonhos. A escolha por Foz do Iguaçu foi baseada na oportunidade de</p><p>ingressar na UNILA, além de conseguir um emprego, obter crescimento pessoal e</p><p>conquistar seu espaço em meio a uma nova sociedade. Em relação à alimentação os</p><p>entrevistados relataram saudades de alguns ingredientes, como lalo (verdura tipo couve), o</p><p>djondjon (cogumelo preto), arenque, fruta pão e bacalhau; e das pessoas que preparavam</p><p>as comidas com destaque para as mães e as avós. Além disso os entrevistados</p><p>mencionaram adequações de produtos brasileiros em sua alimentação como a inserção da</p><p>tapioca, pastel e feijoada, também houve relatos do compartilhamento da comida haitiana</p><p>entre outros conterrâneos e com brasileiros. Verificou-se que a imigração oportunizou aos</p><p>haitianos a oportunidade de conhecer uma nova cultura, mais um idioma e mais uma</p><p>culinária.</p><p>Palavras-chave: Gastronomia; imigrantes; memória gustativa.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>HORTA ESCOLAR DÁDIVAS TROCADAS</p><p>Sharon Dariana Castillo Balanta (Desenvolvimento Rural e Segurança Alimentar / bolsa de estágio</p><p>IFPR)</p><p>Luana Costa Pierre de Messias</p><p>Luana.messias@ifpr.edu.br</p><p>O Instituto Federal do Paraná - campus Foz do Iguaçu abriga os cursos Técnico e</p><p>Tecnologia em Gastronomia, sendo o primeiro de nível técnico subsequente e o segundo de</p><p>nível superior. Estes cursos possuem uma demanda por ervas aromáticas para suas aulas</p><p>práticas de cozinhas nacionais e internacionais. Porém, observou-se que algumas hortaliças</p><p>eram difíceis de serem entregues pelo fornecedor de hortifrutis, em especial ervas que</p><p>fazem parte da cultura alimentar de cozinhas internacionais e também as Plantas</p><p>Alimentícias Não Convencionais (PANC). Além disso, verificou-se perdas das hortaliças e</p><p>ervas pois eram entregues em porções maiores do que a demanda ou já chegavam</p><p>murchas ou machucadas do transporte e armazenamento inadequado. Como o campus</p><p>dispõe de espaço com terra fértil para cultivar uma horta, buscou-se o Colégio Agrícola</p><p>CEEP Manoel Moreira Pena para propor uma parceria técnica inserida em um projeto de</p><p>extensão na qual, o colégio agrícola orientaria os professores e alunos dos cursos de</p><p>Gastronomia acerca de técnicas agrícolas para instalação e manutenção de uma horta</p><p>escolar (primeira fase do projeto) e os docentes e discentes de Gastronomia fariam</p><p>treinamentos referentes à habilidades básicas de cozinha com os colaboradores que atuam</p><p>no refeitório do Colégio Agrícola (segunda fase do projeto). Dito isto, a presente</p><p>comunicação apresenta os resultados iniciais da primeira fase do projeto de extensão “Horta</p><p>Escolar Dádivas trocadas” que tem como objetivo geral promover hospitalidade e</p><p>comensalidade através da instalação e manutenção de uma horta escolar do tipo mista no</p><p>IFPR campus Foz do Iguaçu propiciando trocas de conhecimentos técnicos com o Colégio</p><p>Agrícola CEEP Manoel Moreira Pena. O projeto ainda tem como objetivos específicos:</p><p>Incentivar o diálogo da Gastronomia com a Agronomia; Fomentar a prática de trabalhos</p><p>coletivos e cooperados entre docentes e discentes; oportunizar momentos de encontros</p><p>para doações e trocas de mudas e sementes visando diversificar o repertório alimentar dos</p><p>docentes e discentes envolvidos no projeto; e atender a demanda de ervas e hortaliças</p><p>utilizadas nas aulas práticas dos cursos de Gastronomia. O método utilizado nesse estudo</p><p>para coleta e interpretação dos dados é a Pesquisa-ação. A escolha por este método</p><p>justifica-se pelo fato dele ser uma proposta que visa a socialização de conhecimentos e</p><p>habilidades, no qual há envolvimento entre pesquisadores e pesquisados que contribuem</p><p>com conhecimento e transformação da realidade em que estão inseridos. A Jornada de</p><p>Gastronomia e Sustentabilidade foi uma ação relevante para a compreensão dos conceitos</p><p>basilares desse estudo, compartilhou-se comidas e bebidas preparadas com PANC e</p><p>semeou-se sementes. Tornou-se um momento memorável e trouxe um sentimento de</p><p>pertencimento à Horta Escolar. Observou-se uma mudança de postura dos alunos de</p><p>Gastronomia com relação ao descarte de resíduos das aulas práticas. Eles passaram a</p><p>dedicar mais atenção para a separação do lixo, em especial o orgânico que voltou a ser</p><p>destinado em parte para a compostagem. Algumas partes das hortaliças que antes eram</p><p>descartadas passaram a ser usadas para fazer mudas. Atitudes como essas, que partiram</p><p>dos alunos após as intervenções demonstram que está sendo construído um novo caminho.</p><p>Palavras-chave: Gastronomia; Agricultura; PANC; Horta Escolar; Pesquisa-ação.</p><p>Agradecimentos: Agradecemos o Colégio Agrícola CEEP Manoel Moreira Pena pela</p><p>parceria e apoio a este projeto de extensão.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz</p><p>do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>IFVEST</p><p>Andrei Quaresma Pinto (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Arthur Afonso Jung Barbosa (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Maria Eduarda Vitali Garrido (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Thiago Chan Ortega (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Daniel Di Domenico</p><p>Jefferson de Oliveira Chaves</p><p>jefferson.chaves@ifpr.edu.br (orientador)</p><p>daniel.domenico@ifpr.edu.br(orientador)</p><p>Todos os anos, o Instituto Federal do Paraná (IFPR) realiza um processo seletivo para</p><p>seleção dos estudantes do ensino médio-técnico. Para o ano de 2024 foram ofertadas 6915</p><p>vagas, distribuídas entre 181 cursos técnicos e superiores ministrados em 28 municípios de</p><p>todas as regiões do Paraná. No total, inscreveram-se 17.171 candidatos, sendo que 13.251</p><p>tiveram a inscrição efetivada. O processo seletivo se dá por meio de uma avaliação aplicada</p><p>a esses estudantes, abrangendo conhecimentos de matemática, português, história,</p><p>geografia e ciências distribuídos em setenta questões objetivas, além de uma redação</p><p>dissertativa-argumentativa. Contudo, durante a recente pandemia causada pelo COVID-19,</p><p>os estudantes candidatos a essa seleção tiveram um déficit muito grande em relação à</p><p>aprendizagem escolar, principalmente devido ao isolamento social necessário, e por</p><p>consequência, a suspensão das aulas presenciais. Para tentar atenuar os impactos</p><p>causados, foram adotadas estratégias tecnológicas com o objetivo de contornar a barreira</p><p>educacional em decorrência do distanciamento e isolamento social. Nesse cenário, o ensino</p><p>remoto, apoiado por tecnologias de suporte ao ensino, apresentou-se como importante</p><p>instrumento educacional. O uso intenso de tais recursos incentivaram seu aprimoramento,</p><p>bem como permitiram sua popularização entre professores e estudantes, abrindo portas</p><p>para o uso de outras ferramentas tecnológicas como instrumentos de ensino aprendizagem.</p><p>Diante disso, este projeto apresenta, a modelagem e implementação do IFVest, uma</p><p>aplicação online, cujo objetivo é complementar os conhecimentos dos estudantes que</p><p>pretendem realizar o processo seletivo para o processo de seleção elaborado pelo Instituto</p><p>Federal do Paraná (IFPR). A aplicação desenvolvida permite aos alunos familiarizarem-se</p><p>com as informações que permeiam esse processo seletivo, bem como, com o conteúdo</p><p>disciplinar que normalmente é aplicado. Para tanto, a aplicação IFVest permite ao estudante</p><p>o acesso à videoaulas e materiais relacionados ao conteúdo da prova, todos organizados</p><p>por disciplinas, e à exibição de informações relacionadas à seleção, além de um simulado</p><p>gerado a partir das preferências do aluno. Como protocolo metodológico, inicialmente</p><p>realizou-se uma revisão bibliográfica, que permitiu o conhecimento do processo de ensino e</p><p>aprendizagem, bem como a familiaridade com sistemas existentes. Após essa etapa,</p><p>realizou-se a etapa de modelagem do sistema, seguindo as boas práticas de</p><p>desenvolvimento de software. Em seguida, deu-se início à implementação do sistema, dos</p><p>componentes de front-end, back-end e banco de dados. Cabe ressaltar que durante esse</p><p>processo foi empregado o uso da metodologia Team Development (Desenvolvimento em</p><p>equipe) o que permitiu a organização do grupo, considerando suas habilidades e</p><p>características diferentes. Espera-se que quando em uso, essa aplicação possa ser usada</p><p>tanto por estudantes quanto por professores, servindo para complementar a formação do</p><p>estudante, permitindo sua familiarização com a avaliação do IFPR, e por conseguinte, seu</p><p>acesso à instituição.</p><p>Palavras-chave: Ensino remoto; Ferramentas de suporte ao aprendizado; Tecnologia para</p><p>educação.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>INTEGRANDO MÍDIAS EM SALA DE AULA: ESTRATÉGIAS E</p><p>IMPACTOS EDUCACIONAIS</p><p>João Arthur Gonçalves de Amorim (2º ano TDS)</p><p>Vinicius Gonçalves da Paz (2º ano TDS)</p><p>Erik Dias Paulino (2º ano TDS)</p><p>Miriã Rocha Brizola (2º ano TDS)</p><p>Lucas Conradi (2º ano TDS)</p><p>Patricia de Lara Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste estudo é a aprendizagem com mídias sociais como uma tendência</p><p>educacional e a utilização de vídeos na prática pedagógica para promover o</p><p>desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos alunos. O problema central abordado neste</p><p>trabalho é a falta de interesse dos alunos em participar ativamente durante as aulas</p><p>tradicionais, o que pode prejudicar o processo de ensino e aprendizagem. A predominância</p><p>das metodologias convencionais muitas vezes não atende às necessidades individuais dos</p><p>alunos, que possuem diferentes formas de aprender e competências distintas. Portanto, o</p><p>problema reside em como utilizar as mídias digitais, como vídeos, slides e outras</p><p>ferramentas, para criar atividades que despertem o interesse e envolvimento dos alunos,</p><p>promovendo uma aprendizagem mais eficaz e significativa e uma avaliação que possa</p><p>verificar várias competências simultaneamente. A justificativa para este estudo está na</p><p>importância de explorar novas abordagens de ensino que promovam a participação ativa</p><p>dos alunos, considerando suas competências individuais e formas de aprendizado. A</p><p>aprendizagem com mídias sociais e a utilização de vídeos na prática pedagógica</p><p>representam estratégias inovadoras que podem auxiliar no desenvolvimento cognitivo e</p><p>socioemocional dos alunos. A justificativa se baseia na necessidade de superar a falta de</p><p>interesse nas aulas tradicionais e proporcionar um ambiente educacional mais envolvente e</p><p>adaptado às características dos estudantes. Os objetivos deste estudo são os seguintes:</p><p>mostrar aos professores diferentes maneiras de avaliar os alunos, explorando suas</p><p>habilidades de forma mais ampla e inclusiva; bem como demonstrar como a utilização de</p><p>mídias digitais, como vídeos, slides, banners e outras ferramentas, pode promover a</p><p>integração, socialização e participação dos alunos. Espera-se que este estudo forneça os</p><p>seguintes resultados: evidências de que a utilização de mídias digitais na prática pedagógica</p><p>desperta maior interesse e envolvimento dos alunos; compreensão aprofundada das</p><p>competências individuais dos alunos e como os métodos de ensino podem ser adaptados</p><p>para atender às suas necessidades de aprendizado e inspiração para professores</p><p>explorarem abordagens mais dinâmicas e inclusivas, utilizando mídias digitais, como</p><p>YouTube, slides, Padlet, Kahoot e Canva, para criar atividades educacionais envolventes e</p><p>eficazes. Em resumo, este trabalho destaca a importância da utilização de mídias digitais na</p><p>prática pedagógica como uma estratégia inovadora para promover a participação ativa dos</p><p>alunos, despertar o interesse nas aulas e promover o desenvolvimento de competências</p><p>cognitivas e socioemocionais. Ao adaptar os métodos de ensino às necessidades individuais</p><p>dos alunos, espera-se alcançar uma aprendizagem mais eficaz e significativa.</p><p>Palavras-chave: Mídia; Ensino; Tecnologia; Aprendizagem Significativa.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>MEMÓRIAS E O TERRITÓRIO DO QUILOMBO APEPU-GRANDE</p><p>Leonir Olderico Colombo</p><p>leonir.colombo@ifpr.edu.br</p><p>Em 2006 a Fundação Cultural Palmares reconheceu o Quilombo Apepu, localizado no</p><p>Município de São Miguel do Iguaçu, junto ao riacho Sanga Funda. O território é mais amplo,</p><p>a pesquisa revela que a terra, que hoje é território pertencente ao município de Santa</p><p>Terezinha do Itaipu, no sentido de quem vai para Guarapuava, “à margem esquerda do</p><p>arroio Apepu, à esquerda da Estrada da Linha Telegráfica”, tornou-se um refúgio seguro</p><p>para o casal João e Maria Benvinda Corrêa da Cruz, que ali se estabeleceram por volta de</p><p>1909. A pesquisa está baseada nos relatos dos netos do casal originário, os irmãos Rose</p><p>Correia nascida em 1955 e Neneton Correia (1940), ambos</p><p>filhos de Lúcio Correia e Rozalia</p><p>Dias. Outro neto que contribuiu foi Altivir Correia (1948), filho de Dário Corrêa e Maria</p><p>Feliciana Freitas. Também são fontes da pesquisa os artigos de revistas que registraram as</p><p>memórias de outras netas já falecidas, a Aurora Corrêa, nascida em 1942, e Rafaela</p><p>Dejanira Corrêa (1955), ambas filhas de Florentino Corrêa e Rafaela Machado Corrêa. O</p><p>estudo procurou identificar a origem e migração do casal negro que se fixaram nesse</p><p>território, que, ao longo dos anos serviu para a sobrevivência e busca de renda dos seus</p><p>seis filhos e descendentes. A primeira geração em uma dinâmica do processo colonizatório,</p><p>a partir da década de 1950, se fez reduzir esse território, que fora reconhecido em 1912 pela</p><p>então Colônia Militar. Alguns resultados já foram colhidos, como a identificação da primeira</p><p>geração, a indicação geográfica do território, e está em fase de finalização a edição de</p><p>áudios que revelam algumas memórias da família Correia. Ao todo são cinco episódios: o</p><p>primeiro busca identificar a origem do casal; o segundo mostra algumas motivações para a</p><p>migração e a fixação a margem do rio Apepu; o terceiro mostra as atividades de trabalho e</p><p>renda da família Correia; o quarto revela o processo colonizador que fez reduzir o território;</p><p>o quinto e último episódio procura caracterizar a primeira geração da família Correia, seu</p><p>aspecto cultural e religiosidade. O Primeiro episódio já está concluído e à disposição para</p><p>ser ouvido.</p><p>Palavras-chave: Memória, Quilombo, Território, Colonização.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>METODOLOGIA ATIVA NA AULA DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO DO</p><p>TEATRO</p><p>Arian Moura (Técnico em Desenvovimento de Sistemas)</p><p>Erick Jhorge (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Gabriela Medeiros (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Tailane Consorte (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Patricia de Lara Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste estudo é o uso da metodologia ativa na aula de Língua Inglesa, com foco no</p><p>teatro como uma abordagem pedagógica para promover um aprendizado mais prático e</p><p>motivador, visando superar as dificuldades enfrentadas pelos alunos no ensino tradicional. O</p><p>problema central abordado neste trabalho são as dificuldades que os alunos enfrentam ao</p><p>aprender a língua inglesa de forma passiva, especialmente em relação às habilidades de</p><p>apresentação oral em seminários e outras situações do cotidiano. O ensino tradicional</p><p>muitas vezes não prepara adequadamente os alunos para essas situações, resultando em</p><p>falta de confiança e motivação. Portanto, o problema reside em como utilizar o teatro como</p><p>ferramenta pedagógica para envolver os alunos de maneira ativa, aprimorando suas</p><p>habilidades linguísticas e preparando-os para a comunicação eficaz em situações do mundo</p><p>real. A justificativa para este estudo está na necessidade de proporcionar aos estudantes</p><p>uma experiência de aprendizado da língua inglesa mais prática, motivadora e significativa. O</p><p>uso do teatro como abordagem pedagógica é justificado pela sua capacidade de envolver os</p><p>alunos de maneira ativa, aumentar a confiança na utilização do inglês, estimular a</p><p>criatividade e a autoexpressão, além de desenvolver habilidades de fala e audição. A</p><p>justificativa se baseia na importância de preparar os alunos não apenas para adquirir</p><p>competência linguística, mas também para enfrentar desafios da vida real que requerem</p><p>habilidades de comunicação e trabalho em equipe. Os objetivos deste estudo são</p><p>demonstrar como a abordagem de metodologia ativa na aula de Língua Inglesa, por meio do</p><p>teatro, proporciona aos alunos uma experiência de aprendizado prática e motivadora e</p><p>avaliar o impacto dessa abordagem no aumento do interesse dos alunos pelo aprendizado</p><p>de inglês e na promoção de uma compreensão mais profunda da língua e cultura inglesas.</p><p>Espera-se que este estudo forneça os seguintes resultados: evidências de que o uso do</p><p>teatro como abordagem pedagógica envolve os alunos de maneira ativa, tornando o</p><p>aprendizado da língua inglesa mais prático e motivador; demonstração de que essa</p><p>abordagem aumenta a confiança dos alunos na utilização do inglês, estimulando a</p><p>criatividade e a autoexpressão e o reconhecimento do impacto positivo dessa abordagem no</p><p>aumento do interesse dos alunos pelo aprendizado de inglês, promovendo uma</p><p>compreensão mais profunda da língua e cultura inglesas, bem como o desenvolvimento de</p><p>habilidades de trabalho em equipe, criatividade e confiança. Este trabalho destaca a</p><p>importância de utilizar o teatro como uma ferramenta pedagógica para promover um</p><p>aprendizado mais prático e motivador da língua inglesa, preparando os alunos não apenas</p><p>para adquirir competência linguística, mas também para enfrentar desafios do mundo real</p><p>que requerem habilidades de comunicação e trabalho em equipe.</p><p>Palavras-chave: Teatro; Autoexpressão; Metodologia Ativa; Língua Inglesa.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>METODOLOGIA ATIVA: PROMOÇÃO DE APRENDIZAGEM POR MEIO</p><p>DE PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS REALIZADAS PELOS ALUNOS</p><p>Isabela Martins (2º ano TDS)</p><p>Isabella Karoline (2º ano TDS)</p><p>Julie Gomes (2º ano TDS)</p><p>Mayara Moura (2º ano TDS)</p><p>Patricia de Lara Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste estudo é a importância da metodologia ativa na aula de Língua Inglesa, com</p><p>foco na produção de vídeos pelos alunos como uma abordagem inovadora para melhorar o</p><p>desempenho acadêmico e promover o engajamento dos estudantes. O problema central</p><p>abordado neste trabalho é a utilização de metodologias passivas nas aulas de Língua</p><p>Inglesa, que resultam em um desempenho acadêmico menos eficaz e na falta de</p><p>engajamento dos estudantes nas atividades de aprendizado. A predominância dessas</p><p>abordagens passivas cria um desafio educacional, pois não estimula a participação ativa</p><p>dos alunos nem a expressão oral, essenciais para o domínio de uma língua estrangeira. A</p><p>justificativa para este estudo reside na importância de repensar a metodologia de ensino na</p><p>aula de Língua Inglesa, buscando abordagens que promovam a participação ativa dos</p><p>alunos e estimulem a criatividade. A produção de vídeos pelos alunos é apresentada como</p><p>uma abordagem inovadora que pode revolucionar o modo como aprendemos e nos tornar</p><p>participantes ativos do processo educacional. A justificativa se baseia na necessidade de</p><p>superar as limitações das metodologias passivas e proporcionar um ambiente de</p><p>aprendizado mais dinâmico e envolvente. O objetivo deste estudo é demonstrar como a</p><p>metodologia ativa na aula de Língua Inglesa, por meio da produção de vídeos pelos alunos,</p><p>pode melhorar o desempenho acadêmico. Espera-se que este estudo forneça os seguintes</p><p>resultados: confirmação de que a implementação da metodologia ativa resulta em maior</p><p>engajamento dos estudantes em sala de aula, bem como a demonstração de que a</p><p>expressão oral e a interação entre os alunos são fomentadas por essa abordagem, criando</p><p>um ambiente de aprendizado mais dinâmico e envolvente. Em resumo, este trabalho</p><p>destaca a importância da metodologia ativa na aula de Língua Inglesa, por meio da</p><p>produção de vídeos pelos alunos, como uma abordagem inovadora que pode melhorar o</p><p>desempenho acadêmico e promover a criatividade e o engajamento dos estudantes. Ao</p><p>estimular a expressão oral e criar um ambiente de aprendizado mais dinâmico, essa</p><p>abordagem representa uma solução valiosa para os desafios enfrentados nas aulas de</p><p>Língua Inglesa.</p><p>Palavras-chave: Metodologia Ativa; Produção Audiovisual; Expressão Oral; Língua Inglesa.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>METODOLOGIA AUDIOVISUAL EM SALA DE AULA: UMA PROPOSTA</p><p>INOVADORA</p><p>Antonio Gabriel (2º ano TDS)</p><p>Heitor Miranda</p><p>(2º ano TDS)</p><p>Guilherme Pazinato (2º ano TDS)</p><p>Julia Silva (2º ano TDS)</p><p>Patricia de Lara Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste estudo é a utilização da metodologia audiovisual na escola como uma</p><p>abordagem pedagógica destinada a melhorar o processo de ensino e aprendizagem por</p><p>meio da integração de elementos visuais e auditivos. O problema central abordado neste</p><p>estudo é a necessidade de determinar se a aplicação da metodologia audiovisual na escola</p><p>é eficaz em tornar as aulas mais envolventes, compreensíveis e eficazes, atendendo às</p><p>necessidades dos alunos em um ambiente educacional. Além disso, é fundamental</p><p>investigar se a utilização desta metodologia realmente contribui para o aumento da</p><p>motivação dos alunos, a melhor compreensão dos conceitos apresentados e uma maior</p><p>retenção do conhecimento. A justificativa para este estudo reside na importância de buscar</p><p>estratégias pedagógicas inovadoras que melhorem a qualidade da educação. A metodologia</p><p>audiovisual na escola representa uma abordagem promissora, uma vez que pode tornar o</p><p>processo de ensino e aprendizagem mais dinâmico, envolvente e adaptado às diferentes</p><p>formas de aprendizado dos alunos. Além disso, a acessibilidade é um fator crítico a ser</p><p>considerado, garantindo que todos os alunos, incluindo aqueles com necessidades</p><p>especiais, possam se beneficiar do material audiovisual. Portanto, é necessário avaliar se os</p><p>benefícios dessa abordagem superam os desafios e recursos necessários para sua</p><p>implementação. Os objetivos deste estudo são os seguintes: analisar a eficácia da</p><p>metodologia audiovisual na escola em tornar as aulas mais envolventes, compreensíveis e</p><p>eficazes, bem como em atender às necessidades dos alunos em um ambiente educacional.</p><p>Espera-se que este estudo forneça os seguintes resultados: confirmação de que a utilização</p><p>da metodologia audiovisual pode aumentar a motivação dos alunos, melhorar a</p><p>compreensão dos conceitos apresentados e promover uma maior retenção do</p><p>conhecimento. Em síntese, este estudo busca evidenciar a relevância da metodologia</p><p>audiovisual na escola como uma estratégia pedagógica valiosa para aprimorar a qualidade</p><p>da educação. Embora sua implementação demande planejamento e recursos, os benefícios</p><p>em termos de engajamento dos alunos e melhoria do aprendizado a tornam uma opção</p><p>relevante e eficaz nas salas de aula modernas.</p><p>Palavras-chave: Metodologia Audiovisual; Estratégia Pedagógica; Engajamento do aluno.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>METODOLOGIAS ATIVAS NAS AULAS DE INGLÊS: O ENSINO HÍBRIDO</p><p>MODERNIZANDO A SALA DE AULA</p><p>Adrian José Dionizio Silva Reis (Técnico em Desenvovimento de Sistemas)</p><p>Pedro Ruan Silva Dias (Técnico em Desenvovimento de Sistemas)</p><p>Raul Carvalho Fagundes (Técnico em Desenvovimento de Sistemas)</p><p>Patricia Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste estudo é o ensino híbrido como uma alternativa ao ensino tradicional, com</p><p>foco na sua implementação no Instituto Federal do Paraná (IFPR), campus Foz do</p><p>Iguaçu. O ensino tradicional, caracterizado por aulas oratórias e avaliações baseadas</p><p>principalmente em provas escritas, tem sido objeto de críticas crescentes devido à sua</p><p>eficácia limitada na promoção de um aprendizado profundo e significativo. O problema</p><p>central deste estudo reside na necessidade de identificar se a implementação do ensino</p><p>híbrido no IFPR, campus Foz do Iguaçu, pode superar as deficiências do ensino</p><p>tradicional, envolvendo os alunos de maneira mais eficaz e promovendo o aprendizado</p><p>profundo. A justificativa para este estudo reside na crescente demanda por métodos de</p><p>ensino mais eficazes e engajadores, que preparem os alunos de maneira mais adequada</p><p>para um mercado de trabalho em constante transformação. O ensino tradicional</p><p>frequentemente falha em atender a essas necessidades, enquanto o ensino híbrido</p><p>oferece uma abordagem promissora ao combinar elementos presenciais e online,</p><p>tornando o processo de aprendizado mais dinâmico e adaptado às necessidades</p><p>individuais dos alunos. A implementação bem-sucedida do ensino híbrido no IFPR,</p><p>campus Foz do Iguaçu, pode servir como um exemplo relevante para outras instituições</p><p>educacionais. O propósito deste trabalho é refletir sobre a implementação do ensino</p><p>híbrido no IFPR, campus Foz do Iguaçu, com foco na experiência dos orientadores, como</p><p>a professora Patrícia Ramos e o professor Franco Harlos, que já utilizaram esse método,</p><p>além de avaliar o impacto do ensino híbrido nas práticas de ensino e no engajamento dos</p><p>alunos, comparando-o com o ensino tradicional. Espera-se que este estudo forneça uma</p><p>compreensão aprofundada da implementação do ensino híbrido no IFPR, campus Foz do</p><p>Iguaçu, e seus impactos nas práticas de ensino e no engajamento dos alunos. Os</p><p>resultados esperados incluem: evidências de que o ensino híbrido pode superar as</p><p>limitações do ensino tradicional, promovendo um aprendizado mais envolvente e prático,</p><p>como também a demonstração de que a combinação de elementos online e atividades</p><p>presenciais pode ser uma abordagem altamente eficaz para atender às necessidades</p><p>individuais dos alunos. Em suma, este estudo busca contribuir para o avanço da</p><p>educação ao investigar e demonstrar os benefícios do ensino híbrido como uma</p><p>alternativa moderna e eficaz ao ensino tradicional, com potencial para melhorar a</p><p>qualidade do aprendizado e preparar os alunos para os desafios do mercado de trabalho</p><p>em constante evolução.</p><p>Palavras-chave: Ensino híbrido; Ensino Tradicional; Práticas de Ensino.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>NOVOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ESCOLAR</p><p>Ágatha Harumi Sakamoto (2º ano TDS)</p><p>Eduarda Rocha Prestes (2º ano TDS)</p><p>João Victor Ranolfi (2º ano TDS)</p><p>Stephany Carolini de Jesus Cardoso (2º ano TDS)</p><p>Patricia de Lara Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste trabalho é a exploração de métodos de avaliação não convencionais na</p><p>educação brasileira, com foco na atividade avaliativa em forma de teatro como exemplo. O</p><p>problema central abordado neste estudo é a predominância de métodos de avaliação</p><p>convencionais na educação brasileira, como provas escritas, que podem não capturar</p><p>adequadamente as habilidades e competências dos alunos, como criatividade,</p><p>entrosamento, oralidade natural e capacidade de trabalhar em equipe. Além disso, a falta de</p><p>oportunidades para os alunos superarem a timidez e o medo de falar em público é uma</p><p>questão relevante. Portanto, o problema reside em como introduzir métodos de avaliação</p><p>mais diversificados e justos que explorem essas habilidades não testadas normalmente. A</p><p>justificativa para este trabalho está na importância de repensar os métodos de avaliação na</p><p>educação brasileira, buscando abordagens que avaliem de forma mais abrangente as</p><p>habilidades e competências dos alunos. A atividade avaliativa em forma de teatro é</p><p>apresentada como um exemplo de como uma avaliação não convencional pode</p><p>proporcionar resultados significativos, incluindo o desenvolvimento da criatividade, melhoria</p><p>da oralidade, fortalecimento do trabalho em equipe e a superação da timidez em falar em</p><p>público. Portanto, a justificativa se baseia na necessidade de incorporar métodos de</p><p>avaliação mais variados, como teatro, vídeos de receitas, dança e brincadeiras em grupo,</p><p>para promover uma avaliação justa, envolvente e que revele as habilidades não exploradas</p><p>dos alunos. Os objetivos deste trabalho são os seguintes: demonstrar como a atividade</p><p>avaliativa em forma de teatro pode ser uma alternativa eficaz aos métodos de avaliação</p><p>convencionais na educação brasileira; destacar as habilidades e competências dos alunos</p><p>que podem ser avaliadas por meio de métodos</p><p>não convencionais, incluindo criatividade,</p><p>entrosamento, oralidade natural e trabalho em equipe. Espera-se que este trabalho forneça</p><p>os seguintes resultados: evidências de que a atividade avaliativa em forma de teatro pode</p><p>ser uma abordagem eficaz para avaliar habilidades não tradicionalmente testadas por</p><p>provas escritas; compreensão aprofundada das habilidades e competências dos alunos que</p><p>podem ser aprimoradas por meio de métodos de avaliação não convencionais;</p><p>reconhecimento da necessidade de incorporar métodos de avaliação diversificados na</p><p>educação brasileira para tornar o processo de avaliação mais justo, envolvente e produtivo;</p><p>inspiração para educadores e instituições de ensino explorarem diferentes formas de</p><p>avaliação, como teatro, vídeos de receitas, dança e brincadeiras em grupo, a fim de</p><p>promover um ambiente de aprendizagem mais rico e inclusivo. Em resumo, este trabalho</p><p>destaca a importância de repensar os métodos de avaliação na educação brasileira e</p><p>demonstra como abordagens não convencionais, como a atividade avaliativa em forma de</p><p>teatro, podem render resultados significativos ao avaliar as habilidades e competências dos</p><p>alunos de maneira mais abrangente e justa.</p><p>Palavras-chave: Métodos de Avaliação Não Convencionais; Abordagem de Avaliação;</p><p>Teatro.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>O RPG PEDAGÓGICO COMO ATIVIDADE GAMIFICADA PARA O</p><p>ENSINO DE FÍSICA</p><p>Christopher Gimenes Barboza (Licenciatura em Física)</p><p>Marcos Fernando Soares Alves (orientador)</p><p>marcos.alves@ifpr.edu.br</p><p>Buscando alternativas à forma de ensino tradicional, algumas ferramentas de ensino têm</p><p>ganhado relevância nas últimas décadas, como é o caso da gamificação e do RPG</p><p>pedagógico. A gamificação é definida como a utilização de elementos encontrados em jogos</p><p>em situações não relacionadas a jogos e que, quando aplicada no ensino, tem o potencial</p><p>de motivar os estudantes intrínseca e extrinsecamente por meio de atividades lúdicas e</p><p>divertidas. Já o RPG pedagógico é um derivado dos jogos conhecidos como Role-Playing</p><p>Games (jogos de interpretação de papéis), porém, voltado para o ensino por meio da</p><p>contação de histórias compartilhadas envolvendo conteúdos escolares. Através de uma</p><p>revisão narrativa da literatura, buscou-se compreender a gamificação e o RPG pedagógico,</p><p>suas contribuições para o ensino e suas dificuldades de implementação. Devido à</p><p>similaridade destas abordagens, sendo a primeira uma ferramenta capaz de transpor</p><p>elementos de jogos para as salas de aula e a segunda sendo um jogo aplicado no ensino,</p><p>buscou-se, também, verificar se estas abordagens poderiam, de alguma forma, ser</p><p>utilizadas de maneira conjunta no ensino de Física e, por meio desta análise, embasar a</p><p>proposição de possíveis maneiras para utilização por parte dos professores de Física.</p><p>Compreendendo os elementos do RPG pedagógico e suas possíveis transposições em</p><p>atividades de Física através da gamificação, foi possível propor a união destas abordagens,</p><p>aqui chamada de RPG gamificado, a qual apresentou vantagens em relação à utilização</p><p>individual de cada abordagem como, por exemplo, a maior facilidade na preparação das</p><p>atividades, assim como uma liberdade na escolha dos elementos do RPG que o professor</p><p>pretende relacionar aos conteúdos explicados em sala de aula, tornando-se assim um</p><p>recurso didático com grande potencial nas aulas de Física no Ensino Médio ao proporcionar</p><p>para o professor novos modos de explorar os conteúdos em suas aulas.</p><p>Palavras-chave: RPG gamificado; ensino de física; gamificação; RPG pedagógico.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>OFERTA DE CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA MANIPULADORES DE</p><p>ALIMENTOS DE FEIRAS LIVRES</p><p>Patrícia Biondo Batista (Tecnologia em Gastronomia/ Bolsista PIBEX Graduação)</p><p>Profa. Dra. Gislaine Silveira Simões</p><p>gislaine.simoes@ifpr.edu.br</p><p>Feiras livres são locais onde uma variedade de produtos alimentícios é ofertada, os quais</p><p>devem ser sensorialmente adequados e com boas condições de higiene. As boas práticas</p><p>de manipulação de alimentos são procedimentos que devem ser adotados em todos os</p><p>estabelecimentos produtores e comercializadores de alimentos, inclusive em feiras, a fim de</p><p>garantir a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos. A partir da realização de pesquisa em</p><p>campo nas feiras livres do município de Foz do Iguaçu, em que grande parte dos produtos</p><p>comercializados são alimentícios, foi observada a necessidade por parte dos feirantes, de</p><p>conhecimentos sobre higiene e segurança alimentar. Portanto, para suprir essa necessidade</p><p>de capacitação para os feirantes que manipulam alimentos foi elaborado um curso de Boas</p><p>Práticas de Manipulação de Alimentos, com intuito de passar as informações básicas para</p><p>os processos de manuseios com os alimentos, incluindo cuidados de higiene do local de</p><p>manipulação, higiene do manipulador, cuidados com a matéria-prima e com alimentos</p><p>preparados, qualidade da água, controle de pragas e vetores, e a destinação correta dos</p><p>resíduos gerados, conforme as normas sanitárias exigem. O conteúdo foi elaborado de</p><p>forma sucinta, acessível e de fácil entendimento, para ser colocado em prática no dia a dia</p><p>do feirante e a oferta foi pelo Moodle IFPR, portanto o curso foi ofertado na modalidade à</p><p>distância. Cada módulo teve carga horária de quatro horas totalizando vinte e quatro horas</p><p>de curso. A divulgação do curso foi realizada pela página institucional do Campus, redes</p><p>sociais, grupos de aplicativos de comunicação e emissora de televisão local. Houve muitos</p><p>interessados, porém, observamos que muitos tiveram dificuldades com o acesso ao</p><p>ambiente virtual, mesmo recebendo todas as orientações da equipe do projeto. A primeira</p><p>turma, com vinte e nove inscritos, teve início em junho e término em agosto de dois mil e</p><p>vinte e três, sendo que vinte e dois concluíram o curso e receberam o certificado digital. Ao</p><p>final do curso foi solicitado uma avaliação pelos cursistas através de um formulário do</p><p>Google Forms, sendo assim foi possível verificar que o curso atendeu as expectativas dos</p><p>cursistas, contribuiu para o desenvolvimento profissional, os conteúdos foram relevantes</p><p>para o aprendizado, a linguagem utilizada foi adequada e de fácil compreensão, o conteúdo</p><p>visual estava adequado, foi possível conciliar as atividades do curso com o trabalho, alguns</p><p>tiveram dificuldades com o acesso à internet, a maioria se sente capaz de compartilhar os</p><p>conhecimentos e também propor mudanças no setor de trabalho. O curso continuará a ser</p><p>ofertado visando atingir um número maior de feirantes e será aberto para manipuladores de</p><p>alimentos de estabelecimentos comerciais que precisam obter ou renovar seus</p><p>conhecimentos sobre higiene e segurança alimentar.</p><p>Palavras-chave: higiene dos alimentos; segurança alimentar; feiras livres; cursos de</p><p>capacitação;</p><p>Agradecimentos: Ao Instituto Federal do Paraná pela bolsa PIBEX-Graduação e</p><p>apoio financeiro pelo Programa PIAE.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>PROJETO DE EXTENSÃO: AROMATECA NO IFPR – CAMPUS FOZ DO</p><p>IGUAÇU</p><p>Alana Cristina De Oliveira</p><p>Keila Regina Manfroi Tanaka</p><p>Patricia Biondo Batista</p><p>Telma Maria Viola de Souza</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>As experiências gastronômicas vêm adquirindo um papel proeminente nos discursos atuais</p><p>que ultrapassam questões fisiológicas e, o aspecto sensorial é um dos meios de atingir tais</p><p>experiências, carecendo de busca pelo conhecimento e aproximação para com os</p><p>alimentos. Com o objetivo de aproximar os diferentes públicos ao tema da alimentação de</p><p>forma lúdica e sensorial está sendo desenvolvido o projeto de extensão “A implementação</p><p>de uma Aromateca no IFPR – Campus Foz do Iguaçu”, composto pela bibliotecária do</p><p>campus, graduandos e docentes da área de Gastronomia. O público-alvo</p><p>será toda a</p><p>comunidade acadêmica do Instituto Federal do Paraná – Campus Foz do Iguaçu, que</p><p>corresponde aos alunos dos cursos técnicos integrado ao ensino médio, técnico</p><p>subsequente, de graduação e especialização, além dos servidores docentes e técnico-</p><p>administrativos, estagiários, trabalhadores terceirizados e o público externo que utiliza a</p><p>biblioteca. Assim como, será realizado um piloto com uma escola estadual para a visitação</p><p>de turmas do terceiro colegial e nono ano à Aromateca. A metodologia para a</p><p>implementação da Aromateca envolve: elaboração do projeto, escolha dos ingredientes,</p><p>seleção de frascos próprios para acondicionamento dos ingredientes, revisão bibliográfica</p><p>com a catalogação dos insumos (nome popular, nome científico, origem, parte da planta</p><p>utilizada, propriedades nutricionais e funcionais, suas aplicações na gastronomia e</p><p>referências bibliográficas) e ações de sensibilização com o público-alvo. Essas ações de</p><p>sensibilização contarão com momentos teóricos e práticos que promovam: a exploração</p><p>dos sentidos, o aprimoramento de conhecimentos em diferentes áreas de estudo, a</p><p>conquista de maior experiência gastronômica e uma conexão mais profunda com os</p><p>alimentos. Com este projeto de extensão espera-se oportunizar o protagonismo dos</p><p>estudantes em Gastronomia do IFPR – Campus Foz do Iguaçu resultando em futuros</p><p>egressos com maior experiência acadêmica e pessoal, assim como fomentar a</p><p>Gastronomia enquanto arte e ciência, valorizando as práticas alimentares por meio da</p><p>disseminação dos saberes da área. Concomitantemente almeja-se promover o curso de</p><p>Gastronomia bem como o espaço da biblioteca do IFPR perante a comunidade interna,</p><p>assim como divulgar o IFPR para a comunidade externa.</p><p>Palavras-chave: Gastronomia; experiência gastronômica, sentidos, biblioteca.</p><p>Agradecimentos: Agradecemos ao Instituto Federal do Paraná pela bolsa de</p><p>graduação e pelo auxílio financeiro ao pesquisador o que viabilizará a implementação</p><p>da aromateca.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>PROPOSTA PARA O ENSINO DE CONHECIMENTOS BÁSICOS DE</p><p>MECÂNICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL</p><p>BASEADA NO ENSINO POR INVESTIGAÇÃO</p><p>Lucas Braga dos Santos (Licenciatura em Física)</p><p>Fábio Ramos da Silva (orientador)</p><p>fabio.silva@ifpr.edu.br</p><p>Ensinar ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental tem se mostrado um desafio, que</p><p>está relacionado a vários motivos, desde a falta de materiais até a necessidade de formação</p><p>dos professores para lecionar em tal área do conhecimento. Neste sentido, o ensino de</p><p>conceitos básicos de mecânica se mostra ainda mais desafiador, pois, geralmente, os</p><p>estudantes ainda não possuem ideias elementares que são necessárias para a sua</p><p>compreensão. Assim, uma das alternativas que pode ser utilizada em tal contexto visando a</p><p>superação das dificuldades elencadas é o ensino por investigação, que redireciona o foco</p><p>do ensino de ciências, no qual, através da proposição de um problema que se tentará</p><p>resolver, o estudante entrará em contato com os conceitos a serem estudados e</p><p>desenvolverá habilidades necessárias para tal. Nesse sentido, este trabalho teve como</p><p>objetivo propor o desenvolvimento de uma atividade que pode ser aplicada nos anos iniciais</p><p>do Ensino Fundamental, na qual busca-se desenvolver o conceito de velocidade, conceito</p><p>este que é comumente confundido por estudantes com a ideia de aceleração até o fim da</p><p>educação básica e mesmo na educação superior. A metodologia utilizada para o trabalho é</p><p>a pesquisa de desenvolvimento onde busca-se, a partir de um problema, estudar a literatura</p><p>e desenvolver uma proposta de intervenção, que viria a ser aplicada e refinada</p><p>posteriormente. Como resultado, apresentamos uma proposta que desafia os estudantes a</p><p>medir a velocidade de um colega de classe com a utilização de um barbante e de um</p><p>cronômetro de celular, em um local aberto que permita a locomoção dos estudantes.</p><p>Acredita-se que através do trabalho ativo do professor como um guia da investigação seja</p><p>possível que os estudantes desenvolvam ideias iniciais sobre velocidade, que servirão como</p><p>conhecimento de base para os alunos, bem como pode abranger e aprimorar diversos</p><p>outros conhecimentos e habilidades que são previstas de serem ensinadas nos anos iniciais</p><p>do Ensino Fundamental.</p><p>Palavras-chave: física no ensino fundamental; ensino de ciência por investigação; conceitos</p><p>básicos de física.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>QUICKPLATE</p><p>Carlos Eduardo Ferreira de Lima (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Eduardo Vargas Zecca (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Elias de Souza Baran (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Lucas Silva Cristaldo (Técnico em Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Daniel Di Domenico (daniel.domenico@ifpr.edu.br)</p><p>Jefferson Chaves (jeffersion.chaves@ifpr.edu.br)</p><p>Itamar Pena Nieradka (itamar.nieradka@ifpr.edu.br)</p><p>Atualmente, a maioria das cantinas para venda de gêneros alimentícios em ambientes</p><p>escolares funcionam de maneira tradicional, ou seja, com os alunos organizados em filas até</p><p>serem atendidos e escolherem os alimentos. Este modo de funcionamento implica em um</p><p>longo tempo de espera, muitas vezes incompatível com o tempo de intervalo entre as aulas.</p><p>Além disso, também pode haver pouca variedade de alimentos, limitando os alunos às</p><p>opções disponibilizadas pela cantina. Visando reduzir as filas e o tempo de espera, bem</p><p>como facilitar a escolha e obtenção dos produtos, este trabalho propõe o desenvolvimento</p><p>de uma aplicação Web que permita a comercialização de alimentos pelas cantinas</p><p>instaladas em escolas utilizando a tecnologia. Além disso, a aplicação também visa</p><p>aumentar a variedade de alimentos disponíveis para os alunos, pois com a comercialização</p><p>on-line, será possível adquirir os produtos desejados de vários comerciantes dentro da</p><p>escola. A aplicação Web que está sendo desenvolvida, denominada QuickPlate, permitirá</p><p>aos vendedores (cantinas ou mesmo alunos) cadastrar seus produtos e monitorar os</p><p>pedidos recebidos. Já os alunos poderão consultar os produtos disponibilizados pelos</p><p>vendedores, adicionar e monitorar o andamento dos pedidos, bem como avaliar e consultar</p><p>a avaliação dos vendedores. A previsão de finalização do sistema é novembro de 2023,</p><p>sendo que até o momento foram implementadas as funcionalidades de cadastro de</p><p>vendedores, alunos, produtos, assim como a inclusão de pedidos. Por fim, espera-se que a</p><p>plataforma favoreça o comércio de alimentos nas escolas, além de proporcionar novas</p><p>oportunidades de renda para os alunos que também poderão utilizá-la para vender produtos</p><p>no âmbito escolar.</p><p>Palavras-chave: Aplicação Web; Comercialização de alimentos; Escola.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>REFLEXÕES SOBRE A INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM FÍSICA NO PIBID A</p><p>PARTIR DO PENSAMENTO DE PAULO FREIRE</p><p>Amanda Vieira Herculano (Licenciatura em Física, bolsista PIBID)</p><p>Carmem Juliana Cáceres (Licenciatura em Física, bolsista PIBID)</p><p>Diego Riyudi Tashiro (Licenciatura em Física, bolsista PIBID)</p><p>Leticia Costa dos Santos (Licenciatura em Física, bolsista PIBID)</p><p>Fábio Ramos da Silva, fabio.silva@ifpr.edu.br</p><p>Marcia Tiemi Saito, marcia.saito@ifpr.edu.br</p><p>O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é um</p><p>programa nacional de formação de professores, que possibilita que estudantes</p><p>de licenciatura vivenciem o cotidiano das escolas com a realização de atividades</p><p>de iniciação à docência. Este trabalho tem como objetivo analisar o</p><p>acompanhamento e as observações das aulas de Física no IFPR – Campus de Foz</p><p>do Iguaçu, na turma no 2º ano do curso Técnico em Meio Ambiente, realizadas no</p><p>contexto do PIBID, no Subprojeto de Física. As</p><p>aulas foram acompanhadas por</p><p>estudantes do curso de Licenciatura em Física, sob a supervisão do professor de</p><p>física da turma e a orientação da coordenadora de área. As análises das</p><p>observações se basearam na obra “Pedagogia do oprimido”, de Paulo Freire.</p><p>Nela, Freire critica a chamada educação bancária, na qual a relação do educador</p><p>com o educando se dá como entre narrador e ouvinte, em que a fala possui um</p><p>caráter estático e compartimentado, e a educação é tratada como um depósito</p><p>de conteúdos na cabeça dos estudantes. Uma característica desse tipo de</p><p>educação é a sonoridade da palavra e não sua força transformadora. Em</p><p>contraposição, Freire propõe uma educação problematizadora, que busca uma</p><p>educação humanista e revolucionária, através do estímulo ao pensamento</p><p>genuíno. A partir das observações, foi possível notar a constante dedicação do</p><p>professor supervisor em buscar não reproduzir uma educação bancária, em prol</p><p>de uma educação mais problematizadora. Em todas as aulas observadas o</p><p>educador buscou a compreensão e a apropriação crítica do conhecimento por</p><p>parte dos alunos. Um exemplo dessa busca são as aulas dialogadas, nas quais o</p><p>professor busca desafiar os estudantes com constantes interações e perguntas, a</p><p>fim de que eles consigam relacionar o tema com questões do cotidiano. Foi</p><p>possível constatar a apropriação do conhecimento quando, por exemplo, os</p><p>alunos por si próprios fizeram associações entre a força peso e equipamentos</p><p>como chuveiro, torneira, máquina de sorvete. Essas associações demonstram</p><p>uma compreensão mais aprofundada do tema, em contraposição à educação</p><p>bancária, baseada na memorização criticada por Freire. Além disso, as atividades</p><p>em laboratório promovem o desenvolvimento da autonomia e do espírito de</p><p>coletividade. A partir das observações, foi possível concluir que a educação não</p><p>pode ser o ato de narrar para transferir o conteúdo, mas que ela deve buscar a</p><p>apropriação crítica do conhecimento e que o papel do educador é proporcionar as</p><p>condições para uma busca constante pelo desvelamento da realidade e do “ser</p><p>mais”. Dessa forma, a iniciação à docência no PIBID tem proporcionado uma</p><p>reflexão mais aprofundada sobre o poder do conhecimento trabalhado na escola,</p><p>a importância da sistematização e das aplicações deste e como ele é capaz de</p><p>transformar o nosso meio.</p><p>Palavras-chave: PIBID; formação docente, Paulo Freire, prática pedagógica.</p><p>Agradecimentos: À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível</p><p>Superior (Capes), ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência</p><p>(PIBID); e ao Instituto Federal do Paraná (IFPR).</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>mailto:marcia.saito@ifpr.edu.br</p><p>mailto:fabio.silva@ifpr.edu.br</p><p>SEMENTES DE MORINGA OLEIFERA NO TRATAMENTO DE EFLUENTE</p><p>DE ZOOLÓGICO</p><p>Carolina dos Santos Nascimento (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Julia Gabrielly Kao (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Maria Vitoria Cabrera Queiroga de Almeida (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Carolina da Costa Silva Gonçalves (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Reginaldo dos Santos Araujo</p><p>Kayla Walquiria Garmus</p><p>Fernanda Rubio; fernanda.rubio@ifpr.edu.br</p><p>Por muito tempo zoológicos eram vistos como um espaço que continha animais expostos</p><p>para entreter os visitantes, mas hoje o propósito desses ambientes é outro, que vai além do</p><p>entretenimento e inclui pesquisa científica, conservação e educação. O zoológico Roberto</p><p>Ribas Lange, situado no Refúgio Biológico Bela Vista localizado na cidade de Foz do Iguaçu</p><p>- PR, abriga o maior mamífero terrestre do Sul da América, a anta (Tapirus terrestris L.) a</p><p>qual vive em matas fechadas e altas nas proximidades da água, tendo uma existência semi-</p><p>aquática, no entanto um fato curioso é que elas geralmente costumam defecar em corpos</p><p>hídricos e com o acúmulo de dejetos na lagoa em que os mamíferos estão cativos, pode</p><p>ocasionar diversos problemas ambientais e para a saúde dos animais. Dentre os</p><p>tratamentos de água menos impactantes para ambientes de proteção ambiental está o uso</p><p>de semente de Moringa oleifera. Diante do exposto, esse trabalho teve por objetivo avaliar o</p><p>uso da semente de moringa no tratamento por coagulação das águas de lagoa do recinto de</p><p>zoológico utilizado por Tapirus terrestris. Para os testes de coagulação foi utilizado</p><p>equipamento jar test de 6 provas e torta de sementes de moringa, além de coagulante</p><p>comercial sulfato de alumínio (Al (SO )₂ ₄ ₃). Para produção da torta foi realizada a extração de</p><p>óleo com solvente hexano em Soxhlet. O coagulante de moringa foi preparado em solução</p><p>aquosa, a qual foi filtrada em filtro de celulose com auxílio de uma bomba a vácuo. A água</p><p>da lagoa das antas apresentou turbidez de 82,33 NTU, após processo de coagulação de</p><p>coagulantes as turbidez foram de 5,03 NTU usando a solução de moringa, o que representa</p><p>uma redução de 93,66% da turbidez. Já com o uso do coagulante comercial a turbidez foi de</p><p>2,27 NTU que representa uma redução de 97,23%. Em resumo pode-se concluir que o uso</p><p>da Moringa oleifera tem seu desempenho favorável sendo uma alternativa sustentável, de</p><p>baixo custo, biodegradável e que não sofreu nenhum tratamento prévio.</p><p>Palavras-chave: Águas residuárias; coagulante; Tapirus terrestres.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>SISTEMA WEB PARA GESTÃO DO GRUPO DE ESCOTEIROS</p><p>GUAIRACÁ - FOZ DO IGUAÇU</p><p>Guillermo del Toro trillo (Técnico em desenvolvimento de sistemas)</p><p>Henry Gabriel Barros Szchaida (Técnico em desenvolvimento de sistemas)</p><p>Marco Aurélio Dias Souza (Técnico em desenvolvimento de sistemas)</p><p>Ricardo Augusto da Cruz Troche (Técnico em desenvolvimento de sistemas)</p><p>daniel.domenico@ifpr.edu.br</p><p>O Escotismo é um movimento global fundado por Robert Baden-Powell no início do século</p><p>XX, com o propósito de desenvolver habilidades e valores em jovens, incluindo</p><p>responsabilidade, solidariedade, liderança e respeito à natureza. Atualmente, o Escotismo</p><p>está presente em mais de 200 países, contando com milhões de membros. No Brasil,</p><p>chegou em 1910 por meio de jovens que estudaram na Inglaterra e se expandiu</p><p>rapidamente com a criação de grupos e associações. Contudo, gerenciar estas associações</p><p>ou grupos não é uma tarefa simples: geralmente, tratam-se de grandes grupos, que acabam</p><p>gerando uma alta demanda de trabalho para sua organização e gerenciamento,</p><p>acarretando, eventualmente, em problemas, tais como o acúmulo de funções em um</p><p>pequeno grupo de líderes. Nesse sentido, este trabalho apresenta o planejamento e</p><p>implementação de um sistema web para otimização do trabalho de gestão das atividades de</p><p>ensino online dos escoteiros, proporcionando um controle mais eficiente para os chefes e</p><p>facilitando a entrega de tarefas e demais atividades, além de permitir o registro de</p><p>frequência dos encontros presenciais, oferecendo uma visão mais completa e precisa da</p><p>participação de cada um. O desenvolvimento do sistema proposto por esse trabalho foi</p><p>realizado seguindo as boas práticas de desenvolvimento de software, como o uso de</p><p>orientação a objetos, o uso de banco de dados, além da utilização do modelo arquitetural</p><p>em camadas. O ciclo de desenvolvimento foi dividido em etapas, quais sejam: o</p><p>planejamento do sistema, o levantamento de requisitos, a modelagem e, por fim, a</p><p>implementação. Espera-se que uma vez implantada, essa plataforma web possa contribuir</p><p>para a modernização e aprimoramento do escotismo, promovendo uma gestão mais</p><p>eficiente e uma experiência mais enriquecedora para os participantes.</p><p>Palavras-chave: Escotismo; Sistemas para escotismo; Escotismo informatizado.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>TASKFLOW: PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO DE TAREFAS</p><p>GAMIFICADA</p><p>Gabriel dos Santos de Castro (Técnico de Desenvolvimento</p><p>de Sistemas Integrado ao Ensino Médio)</p><p>João Vitor Damaceno (Técnico de Desenvolvimento de Sistemas Integrado ao Ensino Médio)</p><p>Matheus Dutra (Técnico de Desenvolvimento de Sistemas Integrado ao Ensino Médio)</p><p>E-mail do Coordenador do Projeto: daniel.domenico@ifpr.edu.br</p><p>E-mail do Orientador do Projeto: itamar.nieradka@ifpr.edu.br</p><p>A plataforma TaskFlow foi concebida como parte de um projeto integrador no âmbito do</p><p>curso Técnico de Desenvolvimento de Sistemas Integrado ao Ensino Médio, sob a</p><p>orientação dos professores Daniel Di Domenico, Marcela Turim Koschevic e Jefferson de</p><p>Oliveira Chaves. O propósito fundamental deste projeto é a criação de uma solução</p><p>inovadora para a gestão de tarefas, que se vale da gamificação para aprimorar o fluxo de</p><p>execução das atividades. A plataforma oferece uma gama de recursos que englobam o</p><p>registro de pendências, a formação de grupos de colaboração e a implementação de um</p><p>sistema de recompensas baseado em elementos de jogos. No desenvolvimento deste</p><p>projeto, optou-se por empregar a metodologia Team Development, destacando a</p><p>importância da colaboração entre os membros da equipe e a eficácia na comunicação. O</p><p>sistema foi meticulosamente estruturado seguindo a arquitetura MVC (Model-View-</p><p>Controller), o que permite uma clara e eficaz divisão de responsabilidades. As principais</p><p>funcionalidades incorporadas englobam o cadastro e autenticação de usuários, a criação e</p><p>administração de grupos com sistema de recompensas, a inclusão e edição de listas de</p><p>tarefas, bem como a criação de tarefas com informações detalhadas, tais como descrição,</p><p>dificuldade, pontuação e prioridade. Os usuários acumulam pontos à medida que concluem</p><p>suas tarefas, e esses pontos determinam os seus níveis dentro do sistema, o que promove a</p><p>produtividade e estimula o envolvimento dos usuários. Neste momento, o projeto encontra-</p><p>se em fase de desenvolvimento ativo, com a implementação das funcionalidades em curso.</p><p>As hipóteses subjacentes a este trabalho incluem a perspectiva de aprimorar</p><p>significativamente a eficiência na gestão de tarefas e, ao adotar a gamificação, incentivar a</p><p>conclusão das atividades de forma mais eficaz e engajada.</p><p>Palavras-chave: gerenciamento de tarefas; gamificação; colaboração; produtividade;</p><p>desenvolvimento de sistemas.</p><p>Agradecimentos: Agradecemos ao Instituto Federal do Paraná (IFPR) pelo suporte e à</p><p>equipe de orientadores por seu apoio e orientação ao longo do projeto.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>VIABILIDADE DA UTILIZAÇÃO DE MICRORGANISMOS EFICAZES E</p><p>MATERIAL PRÉ-COMPOSTADO NA PRODUÇÃO DE RÚCULA (ERUCA</p><p>SATIVA)</p><p>Julia Maria de Oliveira ( Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Larissa de Lima Oliveira ( Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Fernanda Rubio (Instituto Federal do Paraná)</p><p>Reginaldo dos Santos Araujo (Instituto Federal do Paraná)</p><p>Luciana Graciano ( Instituto Federal do Paraná)</p><p>luciana.graciano@ifpr.edu.br</p><p>O solo é um organismo vivo e de extrema importância para a agricultura. Considerando que</p><p>o solo está muito presente nas produções agrícolas, se não bem manejado, pode ser</p><p>degradado e irrecuperável. Solos saudáveis comumente são ricos em matéria orgânica e</p><p>para microrganismos. Diante disso, é necessário o uso de alternativas sustentáveis para</p><p>enriquecer o solo de matéria orgânica e microrganismos. Soluções de microrganismos</p><p>eficazes (EM) são capazes de agregar vida ao solo, já que os mesmos são ricos em</p><p>organismos benéficos. Trata-se de uma prática agroecológica, de baixo custo, pouco</p><p>difundida, mas eficiente na degradação de material orgânico. Este trabalho teve por objetivo</p><p>enriquecer o solo por meio de soluções de microrganismos eficientes (EM) e avaliar o</p><p>desenvolvimento vegetal da rúcula. Para avaliar este desenvolvimento, foi aplicado o</p><p>método comparativo, em que foi avaliado o crescimento vegetal da rúcula (Eruca sativa</p><p>ssp), com tratamentos constituído por 50% de solo da região (latossolo vermelho) mais 50%</p><p>material de uma pilha de compostagem em processo de estabilização por 40 dias a qual era</p><p>constituída por dejeto bovino mais poda de grama e para comparação foi utilizado terra</p><p>vegetal comercial. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, formados por 6</p><p>tratamentos de 4 repetições, totalizando 24 vasos ( T1: Solo misto (1:1) + 200 mL água;</p><p>T2:Solo misto (1:1) + 200 mL EM ; T3:Solo misto (1:1) + 50 mL água sem cloro + 150 mL</p><p>EM ; T4: Solo misto (1:1) + 100 mL água sem cloro + 100 mL de EM ; T5:Solo misto (1:1) +</p><p>150 mL água sem cloro + 50 mL EM; T6: Terra vegetal + 200 mL água sem cloro) todos</p><p>diluídos com água sem cloro. Após 47 dias foram feitas as avaliações: tamanho da parte</p><p>aérea, tamanho da raiz, número de folhas, largura da folha, diâmetro do colo, massa seca</p><p>da parte aérea e massa seca da raiz. Logo após, houve-se a coleta de dados que foram</p><p>submetidos a análise estatística no qual demonstrou que os tratamentos com diferentes</p><p>diluições de EM não tiveram diferença entre si. Já em relação ao tratamento T6 com apenas</p><p>solo comercial, trouxe resultado inferior comparado aos tratamentos com aplicação de EM.</p><p>A aplicação de EM não apresentou toxicidade no desenvolvimento das plantas, já que elas</p><p>tiveram maior desenvolvimento do que o composto comercial. Desta forma, novos testes</p><p>devem ser realizados com doses diferentes de microrganismos eficazes.</p><p>Palavras-chave: Microrganismos eficientes; Manejo de solo; Matéria orgânica;</p><p>Agroecológico.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>VIABILIDADE DE COMPOSTOS A BASE DE RESÍDUOS DE ZOOLÓGICO</p><p>E FRUTOS DE MORINGA NO DESENVOLVIMENTO DE</p><p>CATHARANTHUS ROSEUS</p><p>Julia Gabrielly Kao (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Maria Vitoria Cabrera Queiroga de Almeida (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Carolina dos Santos (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Carolina da Costa Silva Gonçalves (Universidade Federal da Integração Latino-Americana)</p><p>Kayla Walquiria Garmus (Instituto Federal do Paraná)</p><p>Reginaldo dos Santos Araujo (Instituto Federal do Paraná)</p><p>Fernanda Rubio (Instituto Federal do Paraná)</p><p>fernanda.rubio@ifpr.edu.br</p><p>O Refúgio Biológico Bela Vista, localizado na cidade de Foz Iguaçu/PR, abriga mais de 50</p><p>espécies de animais, dentre eles, a Tapirus terrestris, conhecida como anta, o maior</p><p>mamífero da América Latina e altamente ameaçada de extinção. Curiosamente essa</p><p>espécie, em ambientes cativos costumam defecar em corpos hídricos, o que acumula</p><p>grande quantidade de resíduos, que podem prejudicar a saúde dos animais e causar danos</p><p>ao meio ambiente. Uma alternativa de tratamento sustentável para esses resíduos é o uso</p><p>desses em processo de estabilização para produção de compostos orgânicos. No entanto,</p><p>dejetos devem ser agregados com material vegetal, visando melhor processo de</p><p>degradação. Dentre os resíduos vegetais, os coprodutos dos frutos de Moringa oleifera</p><p>apresentam-se como uma alternativa viável, visto que partes do fruto como: valvas e</p><p>cascas das sementes não possuem destinação adequada. Diante do exposto, este trabalho</p><p>teve por objetivo, verificar a qualidade de compostos orgânicos produzidos a base de partes</p><p>do fruto da moringa e do sedimento da lagoa do zoológico. Para a análise, foi feito o plantio</p><p>de Catharanthus roseus submetidos a 3 tratamentos (T0: substrato comercial; T2: sedimento</p><p>do zoológico + valva de moringa + casca de moringa, submetido a vermicompostagem; T3:</p><p>sedimento do zoológico + poda de grama + valvas de moringa, submetido a compostagem),</p><p>que após 40 e 60 dias do plantio foram feitas medidas dos seguintes parâmetros: números</p><p>de folhas, diâmetro da folha, tamanho da raiz, tamanho da parte aérea, diâmetro do colo,</p><p>massa seca da raiz e massa seca da parte aérea. Os dados foram submetidos a análise</p><p>estatística e demonstraram que os compostos orgânicos a base de sedimentos da lagoa e</p><p>coprodutos</p><p>ATIVA: PROMOÇÃO DE APRENDIZAGEM POR MEIO DE PRODUÇÕES</p><p>AUDIOVISUAIS REALIZADAS PELOS ALUNOS........................................................41</p><p>METODOLOGIA AUDIOVISUAL EM SALA DE AULA: UMA PROPOSTA INOVADORA..42</p><p>METODOLOGIAS ATIVAS NAS AULAS DE INGLÊS: O ENSINO HÍBRIDO</p><p>MODERNIZANDO A SALA DE AULA........................................................................43</p><p>NOVOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ESCOLAR............................44</p><p>O RPG PEDAGÓGICO COMO ATIVIDADE GAMIFICADA PARA O ENSINO DE FÍSICA.45</p><p>OFERTA DE CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS DE</p><p>FEIRAS LIVRES......................................................................................................46</p><p>PROJETO DE EXTENSÃO: AROMATECA NO IFPR – CAMPUS FOZ DO IGUAÇU.........47</p><p>PROPOSTA PARA O ENSINO DE CONHECIMENTOS BÁSICOS DE MECÂNICA NOS</p><p>ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL BASEADA NO ENSINO POR</p><p>INVESTIGAÇÃO.....................................................................................................48</p><p>QUICKPLATE.........................................................................................................49</p><p>REFLEXÕES SOBRE A INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM FÍSICA NO PIBID A PARTIR DO</p><p>PENSAMENTO DE PAULO FREIRE..........................................................................50</p><p>SEMENTES DE MORINGA OLEIFERA NO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE</p><p>ZOOLÓGICO..........................................................................................................51</p><p>SISTEMA WEB PARA GESTÃO DO GRUPO DE ESCOTEIROS GUAIRACÁ - FOZ DO</p><p>IGUAÇU................................................................................................................. 52</p><p>TASKFLOW: PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO DE TAREFAS GAMIFICADA.........53</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>VIABILIDADE DA UTILIZAÇÃO DE MICRORGANISMOS EFICAZES E MATERIAL PRÉ-</p><p>COMPOSTADO NA PRODUÇÃO DE RÚCULA (ERUCA SATIVA)................................54</p><p>VIABILIDADE DE COMPOSTOS A BASE DE RESÍDUOS DE ZOOLÓGICO E FRUTOS DE</p><p>MORINGA NO DESENVOLVIMENTO DE CATHARANTHUS ROSEUS.........................55</p><p>ANÁLISE NUTRICIONAL DA STACHYS BYZANTINA PARA USO EM PRODUTO</p><p>ALIMENTÍCIO.........................................................................................................57</p><p>AVALIAÇÃO AMBIENTAL E FUNCIONAL DO USO DE BAMBU EM OBRAS DE</p><p>INTERESSE SOCIAL...............................................................................................58</p><p>GREEN GO: JOGO EDUCACIONAL SOBRE A ETNOBOTÂNICA DA IDENTIFICAÇÃO DE</p><p>PLANTAS DO IFPR.................................................................................................59</p><p>PROJETO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DE ESTUFA PARA PESQUISA EM</p><p>CÉLULAS COMBUSTÍVEIS PLANTA-MICROBIANA....................................................60</p><p>USO DE PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS NA GASTRONOMIA.........61</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>Highlight</p><p>Highlight</p><p>A GINCANA CIENTÍFICA COMO UMA POSSIBILIDADE PARA O ENSINO</p><p>E A APRENDIZAGEM DE TEMAS CIENTÍFICOS</p><p>Matheus Victor Silva Fiorin (Licenciatura em Física)</p><p>Luis Eduardo Sabóia (Licenciatura em Física)</p><p>Izabelle Nogueira de Souza Alberelo</p><p>Pedro Romano Mileo Filho</p><p>Marcos Fernando Soares Alves</p><p>marcos.alves@ifpr.edu.br</p><p>A utilização de ações que sejam capazes de motivar os alunos a aprenderem é algo</p><p>bastante objetivado no ensino de ciências. Para isso, aponta-se para a necessidade de se</p><p>adotar uma prática pedagógica metodologicamente pluralista, que compreenda diferentes</p><p>abordagens, e que não fique apenas “presa” às aulas ditas tradicionais. Neste sentido, o uso</p><p>de atividades lúdicas vem ganhando destaque no processo de ensino e aprendizagem de</p><p>temas científicos. No entanto, sua presença em aulas de Física — e até mesmo nas</p><p>publicações científicas desta área — parece ainda incipiente quando comparada, por</p><p>exemplo, ao ensino da Química. Assim, neste trabalho, buscamos descrever uma</p><p>experiência realizada com ingressantes e veteranos do curso de Licenciatura em Física do</p><p>Instituto Federal do Paraná, campus Foz do Iguaçu, a fim de analisá-la quanto ao aspecto</p><p>motivacional e enquanto proposta didática para o ensino de ciências. A experiência</p><p>mencionada se refere a uma Gincana Científica realizada como atividade proveniente do</p><p>Programa de Extensão intitulado “Construindo aproximações entre a formação inicial de</p><p>professores e a comunidade escolar por meio da divulgação científica”. A gincana continha 4</p><p>provas, com 7 atividades possíveis, e foi idealizada para que fossem abordados princípios</p><p>básicos da Física — tais como: densidade, velocidade, aceleração, grandezas vetoriais,</p><p>unidades de medida, força, entre outros — por meio da realização de provas e dinâmicas</p><p>individuais ou em grupos. Vale ressaltar que apesar de abordar a aplicação de alguns</p><p>conceitos ligados às mais diversas áreas da Física, as provas não tinham a pretensão de</p><p>defini-los. Contudo, os estudantes foram incentivados a relacioná-los posteriormente em</p><p>sala de aula junto aos docentes do curso. Participaram da gincana em torno de 50</p><p>estudantes e 7 professores. Após a realização da Gincana Científica, os estudantes foram</p><p>convidados a responderem um questionário. A análise dos dados mostrou que a gincana</p><p>possibilitou maior motivação dos alunos na busca pela compreensão dos conceitos</p><p>abordados, que compreenderam a possibilidade do uso de ferramentas de carácter lúdico</p><p>para o ensino e a aprendizagem de temas científicos, que a competitividade gerada pela</p><p>atividade serviu como fator motivacional para o envolvimento dos alunos, que se constituiu</p><p>como excelente ferramenta para a integração entre alunos e professores, que serviu como</p><p>ferramenta de aprendizagem e para estimular o interesse e a curiosidade dos participantes</p><p>para temas científicos, entre outros. Quanto às sugestões para a melhoria da gincana, os</p><p>respondentes citaram a revisão da dificuldade das questões e a redução do tempo ocioso</p><p>entre as participações individuais dos estudantes. Além disso, elogiaram a organização da</p><p>gincana, destacando a criatividade e a qualidade das atividades. Desta forma, a partir da</p><p>análise dos dados, compreendemos que essa abordagem relatada pode ser aprimorada</p><p>para proporcionar uma experiência ainda mais enriquecedora no ensino de ciências e que</p><p>pode se constituir como uma atividade capaz de integrar e motivar os estudantes, mas,</p><p>também, de proporcionar aprendizagem de temas científicos por meio da ludicidade.</p><p>Palavras-chave: Ludicidade; Ensino de Física; Aprendizagem e Ensino de Ciências.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>A INFLUÊNCIA DAS FILOSOFIAS DE PLATÃO E ARISTÓTELES NA</p><p>CONCEPÇÃO DE WERNER HEISENBERG SOBRE A FÍSICA QUÂNTICA</p><p>Alexandre Zaslavsky</p><p>Marcia Tiemi Saito</p><p>marcia.saito@ifpr.edu.br</p><p>Werner Karl Heisenberg (1901-1976) foi um físico alemão, considerado um dos fundadores</p><p>da Física Quântica. Dentre as suas contribuições, se destacam o Princípio da Incerteza e o</p><p>formalismo matricial da Mecânica Quântica, pelo qual recebeu o prêmio Nobel de Física, em</p><p>1932. No início do século XX, com o advento da Física Quântica, conceitos como</p><p>causalidade e determinismo, tais como eram entendidos pela física clássica, tiveram que ser</p><p>rediscutidos. Neste momento, os físicos da teoria dos quanta passaram a travar debates de</p><p>cunho filosófico, voltados às suas questões de fundamentos. Heisenberg deu grande</p><p>importância à filosofia grega clássica na elaboração de sua interpretação sobre a física</p><p>quântica. Para ele, na filosofia grega se encontravam as raízes da física atômica do século</p><p>XX. O objetivo deste trabalho é mapear as influências das filosofias de Platão e Aristóteles</p><p>no pensamento de Werner Heisenberg, presente na sua obra “Física e Filosofia”. Em acordo</p><p>com a Escola de Copenhagen, da qual era membro, Heisenberg reconhecia a dificuldade</p><p>em extrapolar as percepções do mundo sensível</p><p>da moringa apresentaram melhor desenvolvimento comparado ao composto</p><p>comercial. Dentre todos os tratamentos analisados, T2 foi o que obteve melhores resultados</p><p>nos parâmetros avaliados. A vermicompostagem e compostagem, quando se envolvem na</p><p>combinação de coprodutos de moringa com resíduos provenientes das instalações</p><p>zoológicas das antas, se mostram como uma alternativa acessível de tentativa de preservar</p><p>a qualidade de vida desses próprios animais e realizar o gerenciamento de resíduos</p><p>responsável das moringas.</p><p>Palavras-chave: Tapirus terrestris; Vermicompostagem; Compostagem; Gerenciamento de</p><p>resíduo.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>Resumos de projetos IFTECH edição 2023</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>ANÁLISE NUTRICIONAL DA STACHYS BYZANTINA PARA USO EM</p><p>PRODUTO ALIMENTÍCIO</p><p>Iane Alexandra Barbosa Nunes (Técnico Integrado em Meio Ambiente)</p><p>Gislaine Silveira Simões</p><p>Paola Stefanutti Lucas Roberto Perucci</p><p>lucas.perucci@ifpr.edu.br</p><p>Plantas Alimentícias Não Convencionais(PANCs) são plantas não comumente encontradas</p><p>na alimentação de certas regiões, normalmente são consideradas pragas ou ervas-daninha</p><p>por, em grande maioria, crescerem espontaneamente e serem muito resistentes ao clima e</p><p>sobreviverem com poucos nutrientes. Apesar de serem pouco consumidas, elas são muitas</p><p>vezes mais nutritivas do que hortaliças convencionais, sendo uma ótima alternativa para</p><p>pessoas com dietas veganas e vegetarianas. Com o objetivo de elaborar um produto</p><p>alimentício com Stachys byzantina (conhecida como peixinho da horta) este trabalho buscou</p><p>analisar as propriedades nutricionais da planta citada anteriormente. Com base nisso foi</p><p>elaborada uma pesquisa dividida em três etapas. Sendo a primeira a escolha da espécie</p><p>estudada e obtenção da mesma; a segunda o preparo e análise nutricional da amostra; e a</p><p>terceira a elaboração do produto e análise sensorial. Na primeira etapa foi selecionada a</p><p>espécie Stachys byzantina (peixinho da horta), por uma demanda social de uma horta</p><p>comunitária da cidade de Foz do Iguaçu, que cultiva esta planta e busca alternativas de uso</p><p>na alimentação. Na etapa seguinte as amostras recebidas da horta foram higienizadas</p><p>adequadamente e sem seguida foram submetidas aos diferentes métodos de secagem:</p><p>secagem em estufa com circulação de ar, em forno elétrico de uso caseiro e em liofilizador.</p><p>Após os processos de secagem, as amostras foram armazenadas para posterior análises de</p><p>quantificação do micro e macronutrientes (lipídio, carboidrato, proteína e cinzas) a fim de</p><p>comparações dos métodos de secagem e seus efeitos na composição nutricional das folhas</p><p>secas. Na terceira etapa será enviado amostras das folhas secas para análise</p><p>microbiológica em laboratório externo com a finalidade de verificar a qualidade</p><p>microbiológica das folhas para posterior uso em um produto alimentício. O produto</p><p>desenvolvido com a adição de folhas de Stachys byzantina será analisado sensorialmente</p><p>para verificarmos sua aceitação pelos provadores. Espera-se que o estudo proporcione uma</p><p>acessibilidade maior a alimentos nutritivos e veganos, promovendo a biodiversidade dos</p><p>alimentos em preparos cotidianos.</p><p>Palavras-chave: PANCs; veganismo; desenvolvimento de produtos.</p><p>Agradecimentos: Agradeço ao Instituto Federal do Paraná pelo incentivo adquirido através do edital</p><p>do Iftech.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>mailto:lucas.perucci@ifpr.edu.br</p><p>AVALIAÇÃO AMBIENTAL E FUNCIONAL DO USO DE BAMBU EM</p><p>OBRAS DE INTERESSE SOCIAL</p><p>Gustavo Calazans Müller (Técnico em Edificações, PRADI)</p><p>Amanda Gabrielli Romanha (Técnico em Edificações, PRADI)</p><p>Arthur Lamim Bortoluzzi (Técnico em Edificações, PIBIC-Jr)</p><p>Prof. Me. Miguel Batista de Oliveira (Orientador)</p><p>miguel.oliveira@ifpr.edu.br</p><p>A área da construção civil é uma das que possui maior necessidade de matrizes</p><p>energéticas, essas fontes contribuem para o desmatamento e desperdício de matéria-prima</p><p>no mundo. O cimento, madeira e tijolo são exemplos de materiais com grandes impactos</p><p>ambientais, além de possuírem custos elevados. O custo financeiro não se compara ao</p><p>custo ambiental quando relacionado à construção civil, visto que é a área que mais</p><p>demanda recursos naturais em toda sua cadeia de processo. O Brasil não possui uma</p><p>infraestrutura necessária para atender a demanda de construções sociais, cada vez maior,</p><p>principalmente da parte mais carente da população. A ausência de recursos econômicos do</p><p>Estado torna o problema mais preocupante, culminando em uma carência habitacional em</p><p>grande parte do país. Portanto, torna-se necessário a busca por novos materiais e métodos</p><p>construtivos que sejam sustentáveis e economicamente viáveis, principalmente quando se</p><p>refere às construções de interesse social. Nesse contexto, objetivou-se avaliar a viabilidade</p><p>ambiental e funcional do uso do bambu em obras de interesse social, através de</p><p>levantamento bibliográfico enfocando análises comparativas do uso do bambu em relação à</p><p>construção convencional e abordando técnicas construtivas e especificidades da construção</p><p>com bambu. Para tanto, foram desenvolvidas duas etapas: Levantamento de artigos</p><p>científicos, teses e dissertações, em banco de dados como a Rede CAFe e o Google</p><p>Acadêmico, e a elaboração, modelagem 3D, utilizando o software Sketchup, e a confecção</p><p>de uma maquete do projeto de obra de interesse social, sendo um parquinho feito de</p><p>bambu. Concluiu-se que o bambu pode ser utilizado na construção civil como material</p><p>alternativo, visto que pode ser encontrado facilmente e em abundância, não polui, é um</p><p>material renovável, possui propriedades físicos-mecânicas elevadas e tem como diferencial</p><p>a capacidade de absorver dióxido de carbono (CO2) e libera mais oxigênio que outras</p><p>árvores, contribuindo significantemente para o meio ambiente. Também percebe-se a</p><p>viabilidade de usá-lo em construções de interesse social, uma vez que é mais acessível. O</p><p>único ponto negativo encontrado foi a falta de mão de obra para realizar a construção, fato</p><p>que pode ser revertido com qualificações.</p><p>Palavras-chave: bambu; viabilidade ambiental; obra de interesse social.</p><p>Agradecimentos: Agradecemos ao Instituto Federal do Paraná e ao CNPq pela</p><p>oportunidade e o apoio financeiro através de bolsas estudantis para a realização da</p><p>pesquisa, e a Agência de Inovação do IFPR (Agif) pelo auxílio pesquisador.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GREEN GO: JOGO EDUCACIONAL SOBRE A ETNOBOTÂNICA DA</p><p>IDENTIFICAÇÃO DE PLANTAS DO IFPR</p><p>Estudantes:</p><p>Amanda Procópio Scheer, Annye Miyuki Furuti, Gabriel Mandelli Cardoso, Nikolas Oliveira De Araujo, Juliana</p><p>Santana Silva, Nura Abdel Majid Saleh, Rafaela Fontana, Rayssa Ferreira De Freitas, Guillermo del Toro Trillo/</p><p>amandaprocopioscheer@gmail.com, annye.furuti@gmail.com, gabriel.mandellicardoso@gmail.com,</p><p>nikolas.araujo.tds@gmail.com, julianasantana_silva@hotmail.com, nura.saleh.ifpr@gmail.com,</p><p>rafaela.fontana.ifpr@gmail.com, rayssadefreitas.ifpr@gmail.com, guillermotoro61@gmail.com</p><p>Orientadores:</p><p>Marcela Turim Koschevic, Daniel Di Domenico, Jefferson de Oliveira Chaves /</p><p>marcela.turim@ifpr.edu.br, daniel.domenico@ifpr.edu.br, jefferson.chaves@ifpr.edu.br / Foz do Iguaçu</p><p>As plantas são imprescindíveis para a sobrevivência da quase absoluta totalidade de</p><p>espécies conhecidas pela humanidade. A história das civilizações humanas se edifica na</p><p>interdependência com plantas, expressa em distintos tipos de relação humanidade-natureza.</p><p>No momento histórico atual, predomina o desconhecimento em relação as plantas que não</p><p>estão nas gôndolas dos supermercados ou não foram incorporadas em práticas agrícolas</p><p>monoculturais, com fins estritamente comerciais. A área pertencente ao campus a que este</p><p>projeto de extensão está vinculado,</p><p>apresenta uma ampla flora arbórea e arborescente, bem</p><p>como um conjunto variado de plantas alimentícias não convencionais e de ervas medicinais.</p><p>Esta coleção botânica é marcada por significativo valor ambiental e educativo e por</p><p>potencial de uso alimentar e fitoterápico. No entanto, trata-se de espécies (nativas e</p><p>exóticas) frequentemente desconhecidas pelos discentes e pela comunidade externa ao</p><p>campus. Acredita-se que a construção de um jogo que estimule a curiosidade dos</p><p>estudantes sobre as plantas, pode colaborar para a existência de uma didática educacional</p><p>adequada para a promoção do reconhecimento e valorização das plantas em questão.</p><p>Neste contexto, objetiva-se desenvolver e utilizar (em atividades de extensão voltadas para</p><p>a educação ambiental), um jogo de identificação etnobotânica das plantas do campus, com</p><p>o intuito de promoção do reconhecimento e valorização delas. Para tanto, em uma primeira</p><p>fase os participantes do projeto serão capacitados para a identificação das plantas (em seus</p><p>aspectos botânicos e etnobotânicos) e será esboçado e planejado um jogo educativo de</p><p>reconhecimento de tais espécies da flora; em uma segunda fase, subdividida em quatro</p><p>etapas (A, B, C e D), será efetuada a manutenção dos dados de tais plantas - na etapa “A”</p><p>enfocando as árvores do lado norte do campus; na etapa “B” enfocando as ervas do</p><p>ervanário do campus; na etapa “C” enfocando as plantas alimentícias não convencionais; e,</p><p>na etapa “D” serão identificadas e cadastradas as árvores localizadas no lado sul do</p><p>campus. À medida que as plantas forem identificadas e catalogadas, serão confeccionadas</p><p>etiquetas/placas nominais e com QR Code que direcionarão os usuários ao sistema de</p><p>consulta das plantas. Na terceira fase, serão efetuadas as aplicações e usos pilotos do jogo,</p><p>inicialmente com estudantes da própria comunidade escolar do campus. Na quarta fase, o</p><p>jogo será aplicado em visitações da comunidade externa ao campus, especialmente em</p><p>visitas a serem programadas com estudantes dos anos finais do ensino fundamental, de</p><p>escolas públicas e privadas, municipais e estaduais. O jogo está sendo chamado de Green</p><p>Go e no futuro possibilitará, para além do reconhecimento das plantas presentes no</p><p>campus, a divulgação dos cursos e do próprio IFPR.</p><p>Palavras-chave: Jogo Educacional, Etnobotânica, Identificação de Plantas, QR Code,</p><p>Conscientização Ambiental.</p><p>Agradecimentos: Ao apoio financeiro do IFPR, campus Foz do Iguaçu, por meio de recurso</p><p>do IFTECH.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>PROJETO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DE ESTUFA PARA</p><p>PESQUISA EM CÉLULAS COMBUSTÍVEIS PLANTA-MICROBIANA</p><p>Vanessa Gomes Stuani (Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas – Bolsa PRADI</p><p>IFPR)</p><p>Sarah Venson (Engenharia Elétrica – UNIOESTE)</p><p>Charles Juca Busarello (IFPR)</p><p>Reginaldo Araújo (IFPR)</p><p>Tunísia Eufrausino Schuler (UNILA e IFPR)</p><p>Evandro Cantú (IFPR)</p><p>evandro.cantu@ifpr.edu.br</p><p>Uma Célula a Combustível Planta-Microbiana (CCPM) refere-se a sistemas</p><p>bioeletroquímicos, em que as bactérias presentes na rizosfera da planta oxidam a matéria</p><p>orgânica produzida durante a fotossíntese e exsudada pela raiz, liberando elétrons e</p><p>prótons. Os elétrons são transferidos pelos microrganismos para o anodo, percorrendo um</p><p>circuito externo com uma certa resistência até chegar ao catodo. Os prótons deslocam-se</p><p>pelo substrato até o catodo, onde ocorre a redução do oxigênio gerando água. Através de</p><p>uma CCPM é possível obter energia elétrica limpa e renovável, diminuindo a concentração</p><p>de gases do efeito estufa da atmosfera, à medida que a planta fixa o gás carbônico do ar</p><p>durante a fotossíntese. Para o estudo da produção de eletricidade pela CCPM, faz-se</p><p>necessário uma medição e controle de algumas variáveis físico-químicas do sistema, tais</p><p>como temperatura e umidade do ar e do solo, radiação solar, corrente e tensão da CCPM.</p><p>As medidas de tensão e corrente produzidas bem como seu rendimento, estão fortemente</p><p>correlacionados com as variáveis físico-química controladas. Este projeto teve como objetivo</p><p>a construção de uma estufa para futuro estudo da CCPM, associada a um sistema para</p><p>controle e monitoramento do ambiente da estufa e da célula. Construiu-se uma estação</p><p>meteorológica para monitorar condições do ar e do solo dentro da estufa, comandada por</p><p>um microcontrolador ESP8266, ao qual foram incorporados diversos sensores, como</p><p>sensor de temperatura, umidade e pressão do ar, sensor de temperatura, umidade e</p><p>resistividade do solo, e, sensor de radiação solar e raios UV. Além de realizar a leitura dos</p><p>sensores, o ESP8266 possui uma interface WiFi, através da qual publica os dados dos</p><p>sensores, utilizando o protocolo MQTT (Message Queuing Telemetry Transport), em um nó</p><p>intermediário chamado broker. Assim, os dados publicados no broker podem, em tempo</p><p>real, serem subscritos por sistemas na Web e acessados pelo usuário através do painel de</p><p>controle. Este painel de controle pode ser acessado tanto pela Web como por um aplicativo</p><p>em um celular. Além disto, foram testados circuitos eletrônicos para realizar a medição da</p><p>tensão e da corrente elétrica gerada pela planta microbiana. Salienta-se que a CCPM</p><p>produz níveis de tensão elétrica na ordem de poucos milivolts e corrente elétrica da ordem</p><p>de microamperes, portanto, não foi possível utilizar os sensores tradicionais de tensão e</p><p>corrente elétrica. Para tal, foram realizados ensaios com diferentes tipos de circuitos, como</p><p>amplificadores diferenciais e outras estruturas, visando obter circuitos capazes de detectar</p><p>tensões e correntes muito baixas.</p><p>Palavras-chave: Célula a Combustível Planta-Microbiana, Estação Meteorológica,</p><p>ESP8266, Protocolo MQTT, Medição de MicroAmperes.</p><p>Agradecimentos: Ao IFPR pelo apoio ao bolsista PRADI e ao Laboratório de Síntese e</p><p>Caracterização de Materiais, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>USO DE PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS NA</p><p>GASTRONOMIA</p><p>Keila Regina Manfroi Tanaka,</p><p>Patrícia Biondo Batista,</p><p>Roy Leopoldo Sano Laurindo (Tecnologia em Gastronomia)</p><p>Profa. Dra. Gislaine Silveira Simões</p><p>Profa. Jade Melina Zamarchi - jade.zamarchi@ifpr.edu.br</p><p>Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) é um termo utilizado no Brasil para se</p><p>referir a plantas que possuem potencial alimentício, mas que não são tradicionalmente</p><p>cultivadas em larga escala ou consumidas usualmente pela população. O termo</p><p>“alimentícias” pressupõe todas as partes das plantas que são comestíveis, a exemplo de</p><p>folhas, frutas, flores, raízes, tubérculos, talos, sementes, etc. Já o termo “não</p><p>convencionais”, significa dizer que essas plantas são desconhecidas ou negligenciadas pela</p><p>maior parte da população, incluindo órgãos oficiais, não sendo a sua produção, consumo,</p><p>pesquisa, comércio e preparo realizados em escala significativa. Muitas dessas PANCs são</p><p>de crescimento espontâneo, sendo comumente confundidas com simples matos ou pragas</p><p>por aqueles que desconhecem a sua grande importância para a saúde humana. Nesse</p><p>sentido, o presente estudo destaca os benefícios do consumo da PANC Stachys byzantina,</p><p>popularmente conhecida como peixinho-da-horta, que pode ser encontrada com maior</p><p>frequência nas regiões Sul e Sudeste do país, sendo esta planta uma importante fonte de</p><p>potássio, cálcio e ferro, possuindo, ainda, significativos teores de fibras e proteínas, além de</p><p>propriedades antioxidantes e antimicrobianas. No mesmo sentido, a PANC Hibiscus</p><p>cannabinus L., também conhecida como kenaf, cujo desenvolvimento é favorecido em</p><p>climas tropicais, possui significativas propriedades medicinais, incluindo propriedades</p><p>antioxidantes, anticâncer, analgésicas, anti-inflamatórias, etc. Considerando as propriedades</p><p>destas PANC, desenvolveu-se duas</p><p>preparações culinárias de fácil execução e acesso com</p><p>o intuito de agregar valor nutricional a alimentos já presentes no cotidiano do brasileiro. Para</p><p>isto, foram coletadas amostras de folhas de peixinho-da-horta e flores de hibisco kenaf na</p><p>horta do 14º Batalhão da Polícia Militar de Foz do Iguaçu - PR; em seguida, foram</p><p>selecionadas as partes saudáveis, higienizadas em solução de água clorada,</p><p>acondicionadas em embalagens plásticas e congeladas para uso posterior. As folhas de</p><p>peixinho-da-horta foram utilizadas na preparação de pão caseiro; e as flores de hibisco</p><p>kenaf, na elaboração de uma geleia. Ambas as preparações foram testadas no Laboratório</p><p>de Gastronomia do IFPR, Campus Foz do Iguaçu e analisadas sensorialmente apenas pelos</p><p>pesquisadores responsáveis pelo projeto. Observou-se ser possível incorporar folhas de</p><p>peixinho-da-horta in natura na massa de pão e obter um produto saboroso, e sabendo que</p><p>esta PANC contém considerável teor de nutrientes como proteínas e fibras, presume-se que</p><p>a incorporação da mesma tenha agregado valor nutricional ao pão. Com as flores de hibisco</p><p>kenaf foi possível obter uma geleia de boa textura, agradável ao paladar e com uma</p><p>coloração vermelha arroxeada intensa, mostrando-se atrativa aos consumidores. Os</p><p>estudos sobre os produtos elaborados serão aprofundados a fim de identificar o real ganho</p><p>nutricional dos preparos com a adição das PANC às receitas originais e, com os resultados,</p><p>pretende-se disseminar o uso destas PANC em escolas públicas e outras entidades que</p><p>prezam por uma alimentação saudável e rica em nutrientes.</p><p>Palavras-chave: Stachys byzantina; Hibiscus cannabinus L.; gastronomia; desenvolvimento</p><p>de produtos.</p><p>Agradecimentos: Ao 14º Batalhão da Polícia Militar de Foz do Iguaçu - PR; Ao IFPR pelo</p><p>recurso destinado através do Edital IFTECH 2023.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>M912</p><p>Mostra de Inovação, Pesquisa, Ensino, Extensão e Cultura: IFPR - campus Foz do Iguaçu (V : 2023 : Foz do Iguaçu-PR).</p><p>Caderno de resumos da V Mostra de Inovação, Pesquisa, Ensino, Extensão e Cultura – MIPEEC : IFPR - campus Foz do Iguaçu [recurso eletrônico], 20 de setembro de 2023. - Foz do Iguaçu-PR, IFPR, 2023. / Instituto Federal do Paraná – campus Foz do Iguaçu. / organizado por Arcangelo Augusto Signor, Gislaine Silveira Simões, Humberto Martins Beneduzzi, Luciana Espíndula de Quadros e Marcos Fernando Soares Alves.</p><p>v.1, n.5</p><p>61 f.</p><p>Caderno de resumos</p><p>Recurso eletrônico (61 p.) em formato PDF</p><p>ISSN 2526-2238</p><p>1. Inovação – Eventos 2. Ensino, Pesquisa e Extensão – Eventos 3. Cultura – Eventos. I. Título. II. Instituto Federal do Paraná - IFPR.</p><p>CDD: 001.4063</p><p>A GINCANA CIENTÍFICA COMO UMA POSSIBILIDADE PARA O ENSINO E A APRENDIZAGEM DE TEMAS CIENTÍFICOS</p><p>A INFLUÊNCIA DAS FILOSOFIAS DE PLATÃO E ARISTÓTELES NA CONCEPÇÃO DE WERNER HEISENBERG SOBRE A FÍSICA QUÂNTICA</p><p>ANÁLISE SENSORIAL DE BRIGADEIRO TRADICIONAL E GOURMET</p><p>ATY - PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO DE ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS</p><p>BIODIGESTOR CASEIRO PARA DEMONSTRAÇÃO DE POSSIBILIDADE DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS</p><p>BRIGADEIRO: O DOCE BRASILEIRO PRODUZIDO COM INGREDIENTES IMPORTADOS</p><p>CAPIVAPP</p><p>CONNECT EXPERT: SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA ASSOCIAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS</p><p>CONSTRUÇÃO DE UM MODELO DIDÁTICO: A CAIXA DAS FASES LUNARES</p><p>CUIDAR+: SISTEMA DE GESTÃO DE CASAS DE REPOUSO</p><p>DANDO A VOLTA NOS PROBLEMAS RETRÓGRADOS: UM LEVANTAMENTO DE TRABALHOS QUE EXPLORAM O RACIOCÍNIO DE KEPLER PARA AS ÓRBITAS PLANETÁRIAS NO ENSINO DE FÍSICA</p><p>DESENVOLVIMENTO DO MODELO 3D PARA APLICAÇÃO DO BIM 4D E 5D</p><p>DIVULGAPET - SISTEMA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS</p><p>ECOBARREIRA: REDUÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E MELHORA NA QUALIDADE DA ÁGUA</p><p>ENSINO DO BIM NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO: COMPARATIVO DO USO DE SOFTWARE DE MODELAGEM 3D</p><p>ESCRITÓRIO MODELO PARA DESENVOLVIMENTO E CAPACITAÇÃO EM GESTÃO E INFORMAÇÃO NA CONSTRUÇÃO PARA TÉCNICOS EM EDIFICAÇÕES - EMPEC</p><p>EXPERIÊNCIAS NA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM FÍSICA NO PIBID SOB A PERSPECTIVA DA ABORDAGEM CTS</p><p>FESTMAP - DESCUBRA, PARTICIPE E COMPARTILHE EVENTOS</p><p>FLORES E GALHOS: GAMIFICAÇÃO ANALÓGICA DA IDENTIFICAÇÃO DE PLANTAS DO IFPR</p><p>GAMIFICAÇÃO NA EDUCAÇÃO: ALTERNATIVAS INOVADORAS AO ENSINO TRADICIONAL E SEUS IMPACTOS NO DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU: LEVANTAMENTO PRELIMINAR KLP</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO PRELIMINAR MORUMBI</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO PRELIMINAR TRÊS LAGOAS</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO PRELIMINAR VILA A</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR: LEVANTAMENTO PRELIMINAR VILA C</p><p>GREEN GO: IMPLEMENTAÇÃO DO MÓDULO JOGO</p><p>GREEN GO: MÓDULO QUIZ</p><p>HAITIANOS EM FOZ DO IGUAÇU-PR: A COMIDA NO CONTEXTO MIGRATÓRIO</p><p>HORTA ESCOLAR DÁDIVAS TROCADAS</p><p>IFVEST</p><p>INTEGRANDO MÍDIAS EM SALA DE AULA: ESTRATÉGIAS E IMPACTOS EDUCACIONAIS</p><p>MEMÓRIAS E O TERRITÓRIO DO QUILOMBO APEPU-GRANDE</p><p>METODOLOGIA ATIVA NA AULA DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO DO TEATRO</p><p>METODOLOGIA ATIVA: PROMOÇÃO DE APRENDIZAGEM POR MEIO DE PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS REALIZADAS PELOS ALUNOS</p><p>METODOLOGIA AUDIOVISUAL EM SALA DE AULA: UMA PROPOSTA INOVADORA</p><p>METODOLOGIAS ATIVAS NAS AULAS DE INGLÊS: O ENSINO HÍBRIDO MODERNIZANDO A SALA DE AULA</p><p>NOVOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ESCOLAR</p><p>O RPG PEDAGÓGICO COMO ATIVIDADE GAMIFICADA PARA O ENSINO DE FÍSICA</p><p>OFERTA DE CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS DE FEIRAS LIVRES</p><p>PROJETO DE EXTENSÃO: AROMATECA NO IFPR – CAMPUS FOZ DO IGUAÇU</p><p>PROPOSTA PARA O ENSINO DE CONHECIMENTOS BÁSICOS DE MECÂNICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL BASEADA NO ENSINO POR INVESTIGAÇÃO</p><p>QUICKPLATE</p><p>REFLEXÕES SOBRE A INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM FÍSICA NO PIBID A PARTIR DO PENSAMENTO DE PAULO FREIRE</p><p>SEMENTES DE MORINGA OLEIFERA NO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE ZOOLÓGICO</p><p>SISTEMA WEB PARA GESTÃO DO GRUPO DE ESCOTEIROS GUAIRACÁ - FOZ DO IGUAÇU</p><p>TASKFLOW: PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO DE TAREFAS GAMIFICADA</p><p>VIABILIDADE DA UTILIZAÇÃO DE MICRORGANISMOS EFICAZES E MATERIAL PRÉ-COMPOSTADO NA PRODUÇÃO DE RÚCULA (ERUCA SATIVA)</p><p>VIABILIDADE DE COMPOSTOS A BASE DE RESÍDUOS DE ZOOLÓGICO E FRUTOS DE MORINGA NO DESENVOLVIMENTO DE CATHARANTHUS ROSEUS</p><p>ANÁLISE NUTRICIONAL DA STACHYS BYZANTINA PARA USO EM PRODUTO ALIMENTÍCIO</p><p>AVALIAÇÃO AMBIENTAL E FUNCIONAL DO USO DE BAMBU EM OBRAS DE INTERESSE SOCIAL</p><p>GREEN GO: JOGO EDUCACIONAL SOBRE A ETNOBOTÂNICA DA IDENTIFICAÇÃO DE PLANTAS DO IFPR</p><p>PROJETO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DE ESTUFA PARA PESQUISA EM CÉLULAS COMBUSTÍVEIS PLANTA-MICROBIANA</p><p>USO DE PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS NA GASTRONOMIA</p><p>para o nível microscópico, uma vez que</p><p>não há acesso direto através dos sentidos a este nível. Segundo ele, a matemática, por</p><p>outro lado, poderia ser uma abordagem interessante para a compreensão do mundo</p><p>microscópico. Por conta dessa concepção, Heisenberg criticava as interpretações</p><p>materialistas da física quântica, as quais considerava que buscavam se restringir a noções</p><p>da física clássica que não eram adequadas à compreensão dos fenômenos quânticos.</p><p>Heisenberg encontrou no diálogo Timeu, de Platão, uma teoria do movimento ou da</p><p>mudança com a qual se identificou. Platão propõe que as formas geométricas regulares são</p><p>formatos de lugares vazios onde as ideias ou entes arquetípicos entrariam no fluxo de</p><p>movimento do mundo sensível. Para Heisenberg, a matemática exerceria um papel em</p><p>relação à física quântica similar à abordagem platônica geométrica para explicar os</p><p>fenômenos naturais. Assim, a realidade microfísica seria melhor compreendida em termos</p><p>matemáticos do que em termos da linguagem ordinária. Outra referência à filosofia clássica</p><p>muito utilizada por Heisenberg é o conceito aristotélico de potência. No livro Metafísica,</p><p>Aristóteles define a natureza como princípio de movimento ou movimento em potência. O</p><p>movimento atualiza o ser em potência, tornando-o ser em ato. Esse par de categorias</p><p>também influenciou a abordagem de Heisenberg à física quântica, segundo a qual a</p><p>medição atualizaria o fenômeno quântico que existia anteriormente em potência. Conclui-se</p><p>que a concepção de Heisenberg sobre a Física Quântica foi bastante influenciada pela</p><p>teoria física de Platão do Timeu e pela teoria do ato e potência de Aristóteles.</p><p>Palavras-chave: filosofia da física; fundamentos da física quântica; filosofia clássica;</p><p>interpretação de Copenhague.</p><p>Agradecimentos: Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e</p><p>Tecnológico do Paraná.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>ANÁLISE SENSORIAL DE BRIGADEIRO TRADICIONAL E GOURMET</p><p>Rosana de Fatima da Silva (Tecnologia em Gastronomia)</p><p>Rosa Aparecida Ferreira (Tecnologia em Gastronomia)</p><p>Simone Silva Nogueira de Oliveira (Tecnologia em Gastronomia)</p><p>Rubens Gabriel Velazquez Fonseca (Tecnologia em Gastronomia)</p><p>Gislaine Silveira Simões</p><p>gislaine.simoes@ifpr.edu.br</p><p>A análise sensorial de alimentos é uma disciplina científica utilizada para evocar, medir,</p><p>analisar e interpretar reações das características dos alimentos quando são percebidas</p><p>pelos sentidos da visão, olfato, sabor e audição. Através da aplicação de testes</p><p>discriminativos de diferença pode-se identificar diferenças significativas entre amostras</p><p>analisadas, sendo um destes testes conhecidos como teste triangular. O brigadeiro é um</p><p>doce popular no Brasil e uma preferência nacional. Atualmente, observa-se o aumento no</p><p>número de profissionais especializados na elaboração deste doce e maiores investimentos</p><p>em ingredientes de qualidade com consequente agregação de valor ao brigadeiro. O</p><p>objetivo deste estudo foi comparar sensorialmente um brigadeiro tradicional com um</p><p>brigadeiro gourmet por meio da aplicação do teste triangular de diferença, a fim de verificar</p><p>se existe uma diferença significativa entre os dois tipos de brigadeiros. O teste sensorial foi</p><p>aplicado com 23 provadores, sendo estes estudantes do primeiro ano do curso de superior</p><p>de Tecnologia em Gastronomia. Nesse teste, cada provador recebeu três amostras</p><p>codificadas de brigadeiro, sendo duas delas iguais (gourmet ou tradicional) e uma diferente.</p><p>Os provadores foram instruídos a provar as amostras e identificar a amostra diferente. Após</p><p>a realização do teste sensorial, analisou-se os dados e constatou-se que 19 provadores</p><p>identificaram corretamente a amostra diferente. Portanto, podemos concluir que houve uma</p><p>diferença significativa (p=0,01) entre as amostras de brigadeiro gourmet e tradicional. Com</p><p>base nos resultados obtidos neste estudo, podemos afirmar que o brigadeiro gourmet se</p><p>diferenciou do brigadeiro tradicional. Isso sugere que a utilização de ingredientes</p><p>selecionados e técnicas mais elaboradas na preparação do brigadeiro gourmet contribuem</p><p>para atribuir características sensoriais distintas a esse tipo de doce em comparação ao</p><p>tradicional. Essas diferenças podem estar relacionadas à textura, sabor, aroma e cor ou</p><p>uma combinação desses elementos. Essa descoberta é relevante tanto para os</p><p>consumidores quanto para os produtores de brigadeiro. Os consumidores podem ter uma</p><p>melhor compreensão das diferenças sensoriais entre o brigadeiro gourmet e tradicional,</p><p>permitindo-lhes fazer escolhas mais informadas de acordo com suas preferências pessoais.</p><p>Já os produtores podem utilizar essas informações para aprimorar seus produtos e destacar</p><p>as características distintivas do brigadeiro gourmet em suas campanhas de marketing. É</p><p>importante ressaltar que este estudo foi realizado com um grupo limitado de provadores.</p><p>Portanto, recomenda-se a realização de estudos mais abrangentes para obter uma</p><p>compreensão mais completa das diferenças sensoriais entre eles. Além disso, é</p><p>interessante investigar outras variáveis, como a preferência do consumidor em relação aos</p><p>diferentes atributos sensoriais dos brigadeiros. Isso contribuiria para um maior conhecimento</p><p>sobre as preferências individuais e poderia auxiliar no desenvolvimento de produtos mais</p><p>adaptados aos diferentes gostos e preferências dos consumidores.</p><p>Palavras-chave: gastronomia; teste triangular; gourmetização.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>ATY - PLATAFORMA DE GERENCIAMENTO DE ESTAÇÕES</p><p>METEOROLÓGICAS</p><p>Luiz Fernando Freitas Silva (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Romildo da Cruz Marques (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Victor Gabriel Fonseca Ferrari (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Felippe Alex Scheidt</p><p>Juliana Hoffmann Quinonez Benacchio</p><p>felippe.scheidt@ifpr.edu.br</p><p>juliana.benacchio@ifpr.edu.br</p><p>O projeto apresentado propõe o desenvolvimento de uma aplicação mobile destinada ao</p><p>gerenciamento de estações meteorológicas. Ao serem cadastrados, os usuários recebem</p><p>inicialmente o tipo genérico de “cliente”, para busca e acesso aos dados. Ao criar uma</p><p>estação meteorológica, automaticamente o usuário passa para o tipo “mantenedor”. A</p><p>aplicação contém distinção entre estações meteorológicas públicas e privadas onde</p><p>estações públicas oferecem dados acessíveis a todos os usuários, enquanto as privadas</p><p>restringem o acesso aos indivíduos autorizados pelo mantenedor da estação. Considerando</p><p>aspectos de segurança da informação, foram implementadas estratégias para assegurar a</p><p>integridade das contas, tais medidas abrangem requisitos para a criação de senhas robustas</p><p>e a geração de tokens JWT exclusivos após uma autenticação bem-sucedida, esses tokens</p><p>também servem para autenticar o envio de dados meteorológicos para o sistema, que ao</p><p>receber essas informações, faz a validação de acordo com o cadastro da estação, se tudo</p><p>estiver correto, os dados são persistidos em uma banco de dados de séries temporais.</p><p>Usuários podem conferir na plataforma, os dados cadastrais da estação, os parceiros e</p><p>sensores que ela possui, bem como os dados meteorológicos das últimas 24 horas em</p><p>gráficos. Para construir esse sistema foram aplicadas uma variedade de técnicas e</p><p>ferramentas de desenvolvimento de software, como a plataforma .NET e React Native, e são</p><p>consideradas essenciais para implementar o escopo, englobando a elaboração de um</p><p>sistema seguro e eficaz para a coleta, processamento, gerenciamento e distribuição de</p><p>dados meteorológicos.</p><p>Palavras-chave: Aplicação Mobile; Dados Meteorológicos; Estação Meteorológica.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>mailto:juliana.benacchio@ifpr.edu.br</p><p>mailto:felippe.scheidt@ifpr.edu.br</p><p>BIODIGESTOR CASEIRO PARA DEMONSTRAÇÃO DE POSSIBILIDADE</p><p>DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS</p><p>Matheus Caetano do Nascimento (Curso Técnico em Meio Ambiente)</p><p>Ana Paula Bernardy Martinelli (Curso Técnico em Meio Ambiente)</p><p>Geovan Carlos Soethe</p><p>geovan.soethe@ifpr.edu.br</p><p>Franco Ezequiel Harlos</p><p>franco.harlos@ifpr.edu.br</p><p>Grande parte da matéria orgânica gerada na cadeia produtiva de alimentos acaba sendo</p><p>destinada a aterros, produzindo gases como o metano, chorume (que se infiltra no solo e</p><p>por vezes contaminando lençóis freáticos e aquíferos) e atraindo vetores de diversas</p><p>doenças. Os biodigestores são alternativas de baixo custo e fácil desenvolvimento para o</p><p>tratamento destes resíduos, podendo ser aproveitado o biogás (metano), adubo orgânico e</p><p>biofertilizantes. Neste contexto, objetivou-se caracterizar a construção de um biodigestor</p><p>para demonstração (em ambiente escolar) das possibilidades de tratamento de resíduos</p><p>orgânicos, bem como a elaboração de uma cartilha didática, contendo a demonstração das</p><p>etapas construtivas e o aproveitamento dos resíduos. A metodologia para o</p><p>desenvolvimento do trabalho baseou-se em quatro fases principais. Na primeira fase foi</p><p>efetuado o levantamento bibliográfico dos diversos modelos de biodigestores apresentados</p><p>em artigos científicos, teses e dissertações, sendo selecionado o modelo de biodigestor do</p><p>tipo batelada como o mais propício para a aplicação. Em uma segunda fase efetuou-se o</p><p>acompanhamento do processo de construção e manutenção de um biodigestor de batelada</p><p>voltado para o tratamento de dejetos de peixes (tilápias). Na terceira fase, considerando os</p><p>dados obtidos e a observação do processo de funcionamento do biodigestor, foi elaborado</p><p>um protótipo de biodigestor do tipo batelada, com volume de dois litros, para fins de</p><p>ilustração do funcionamento. Por fim, na quarta fase, foi produzida a cartilha didática</p><p>descrevendo o processo de construção e utilização de um biodigestor caseiro, bem como de</p><p>funcionamento de biodigestores para o tratamento de dejetos orgânicos provenientes da</p><p>tilápia. Como resultados, houve êxito na confecção da cartilha didática, onde conclui-se que:</p><p>na fase de análise de funcionamento do biodigestor, identificou-se a viabilidade para</p><p>biodigestão da matéria orgânica; no caso da biodigestão de dejetos da tilápia, foram</p><p>necessários 40 dias para o sistema produzir a quantidade necessária de dejetos para</p><p>alimentar o biodigestor, bem como um ciclo de cerca de 50 dias para produzir todo o biogás</p><p>e biofertilizante.</p><p>Palavras-chave: biodigestão; protótipo; dejetos de tilápia; biogás; biofertilizante.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>BRIGADEIRO: O DOCE BRASILEIRO PRODUZIDO COM INGREDIENTES</p><p>IMPORTADOS</p><p>Andressa da Silva Jeziorny</p><p>Carlos Alexsander Benitez</p><p>Felipe Correia Borba</p><p>Luana Costa Pierre de Messias</p><p>luana.messias@ifpr.edu.br</p><p>Este trabalho tem como tema a confeitaria brasileira. Trata-se de uma pesquisa qualitativa</p><p>do tipo exploratória na qual pretende-se problematizar a valorização de ingredientes</p><p>exóticos na formulação do brigadeiro. Inicialmente, realizamos uma pesquisa bibliográfica</p><p>para discutirmos o conceito de brigadeiro, um bombom de leite condensado, ou seja, um</p><p>doce à base de leite condensado coccionado até atingir ponto de recheio ou de enrolar,</p><p>podendo haver ou não a adição de uma fonte de gordura (manteiga ou creme de leite), e</p><p>com a liberdade de variar os saborizantes. Em seguida, fizemos uma pesquisa documental</p><p>considerando como fontes cardápios de confeitarias especializadas em brigadeiro, as</p><p>chamadas “brigadeirias” (“Docis” em São Paulo - SP, “Casa Brig” em Feira de Santana - BA</p><p>e “Maria Brigadeiro” em São Paulo – SP) para evidenciar a valorização exacerbada de</p><p>ingredientes exóticos em detrimento dos nacionais. Ao analisarmos o cardápio da “Docis”,</p><p>podemos observar que dos 12 (doze) sabores disponíveis para venda, somente um deles é</p><p>produzido a partir de um ingrediente nativo, sendo ele o brigadeiro de maracujá. Entretanto,</p><p>apesar de usar a polpa do maracujá, também é utilizado chocolate e confeitos importados</p><p>para a estruturação da massa e finalização do doce. Portanto, o doce acaba por não ser</p><p>feito a partir de ingredientes nativos. Os demais sabores utilizam ingredientes exóticos na</p><p>sua composição, por exemplo: o brigadeiro ao leite, que utiliza chocolate italiano na sua</p><p>composição ou o brigadeiro de creme brulée, que, assim como a sobremesa francesa, utiliza</p><p>fava de baunilha. No cardápio da confeitaria “Casa Brig”, podemos observar que dos 25</p><p>(vinte e cinco) sabores disponíveis para encomendas, apenas quatro deles são produzidos a</p><p>partir de ingredientes nativos, sendo eles os brigadeiros: de amendoim, de maracujá, de</p><p>queijo do reino e de tapioca com doce de leite. Apesar dessas duas confeitarias possuírem</p><p>em seu cardápio o brigadeiro inspirado na sobremesa brasileira “Romeu e Julieta”, não o</p><p>consideramos como sendo feito a partir de ingredientes nativos, pois utilizam o queijo</p><p>parmesão de origem italiana. Por outro lado, na confeitaria “Maria Brigadeiro” os chocolates</p><p>utilizados na produção do doce são artesanais e produzidos a partir de lotes premiados de</p><p>cacau nacional e dos 13 (treze) sabores de brigadeiros disponíveis para encomendas, seis</p><p>deles são produzidos a partir de ingredientes nativos, sendo eles os brigadeiros: tradicional,</p><p>tradicional crocante, tradicional colorido, chocolate intenso - noir, de maracujá e de cupuaçu.</p><p>Isto posto, observamos que as três confeitarias especializadas em brigadeiro analisadas</p><p>utilizam produtos exóticos em detrimento de ingredientes nacionais e realizam releituras de</p><p>sobremesas de fama internacional. Já quando fazem releituras de artigos da doceria</p><p>brasileira utilizam insumos alimentícios importados. Tal fato revela-se intrigante visto tratar-</p><p>se de um produto essencialmente brasileiro e, provavelmente, o mais famoso dos doces</p><p>brasileiros nos cenários nacional e internacional.</p><p>Palavras-chave: Gastronomia; Confeitaria brasileira; Doceria brasileira; brigadeiro.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>CAPIVAPP</p><p>Lara Victoria Souza Pereira (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Suzy Wellen Guimarães de Oliveira (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Thais Florentin Silvero da Cruz (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Felippe Alex Scheidt</p><p>Juliana Hoffmann Quinonez Benacchio</p><p>felippe.scheidt@ifpr.edu.br</p><p>juliana.benacchio@ifpr.edu.br</p><p>O aplicativo está sendo desenvolvido para atender às necessidades de microempresas e</p><p>profissionais autônomos na área de tecnologia que dependem da entrega de ordens de</p><p>serviço (OS). Uma das características mais marcantes do aplicativo é a sua capacidade de</p><p>priorizar e classificar as OS com base em níveis de prioridade. Isso permite que os usuários</p><p>identifiquem rapidamente quais tarefas exigem atenção imediata e quais podem ser tratadas</p><p>posteriormente. Além disso, há a possibilidade de modificar o status das OS, adicionar</p><p>comentários relevantes, resultando em maior eficiência e menos erros no processo da</p><p>conclusão da OS. A acessibilidade e a facilidade de uso são pontos fortes do aplicativo. Os</p><p>usuários podem acessar a plataforma por meio de um simples login ou cadastro, tornando o</p><p>início rápido e descomplicado. Uma vez dentro do aplicativo, eles têm a capacidade de</p><p>realizar uma variedade de ações, como cadastrar clientes, abrir novas OS e visualizar as</p><p>pendentes. Um menu de acesso rápido oferece recursos essenciais, como informações da</p><p>conta, histórico de OS e suporte, garantindo que todas as necessidades dos usuários sejam</p><p>atendidas. O resultado é uma experiência intuitiva e amigável que simplifica</p><p>significativamente a gestão de ordens de serviço. Os usuários podem contar com a</p><p>plataforma para manter um registro organizado</p><p>de todas as suas ordens de serviço, datas e</p><p>detalhes, facilitando o acesso às informações relevantes quando necessário. Isso não</p><p>apenas economiza tempo, mas também reduz erros e melhora a satisfação dos clientes. A</p><p>metodologia de desenvolvimento do aplicativo foi baseada em tecnologias modernas,</p><p>incluindo React Native, Firebase e Native Base, garantindo desempenho e confiabilidade.</p><p>Essas escolhas técnicas contribuirão para a criação de um aplicativo eficiente e eficaz e</p><p>objetivo, que atenderá às necessidades específicas do público-alvo. Em resumo, o aplicativo</p><p>de gerenciamento de ordens de serviço para microempresas e profissionais autônomos na</p><p>área de tecnologia tem sido uma ferramenta transformadora. Ao simplificar e aprimorar a</p><p>gestão de tarefas, ele capacita os usuários a serem mais eficientes, organizados e, em</p><p>última instância, bem-sucedidos em suas atividades profissionais. Espera-se que seja uma</p><p>escolha valiosa para aqueles que dependem da entrega de ordens de serviço em seu dia a</p><p>dia.</p><p>Palavras-chave: ordens de serviço; tecnologia; gerenciamento; intuitivo; microempresas e</p><p>autônomos.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>CONNECT EXPERT: SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA</p><p>ASSOCIAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS</p><p>Graciely Azevedo Demitrovich (Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Hellen Aline de Souza Roque (Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Ludmila Martins Oliveira (Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Maria Eduarda Glasser Pereira (Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>daniel.domenico@ifpr.edu.br</p><p>jefferson.chaves@ifpr.edu.br</p><p>As associações sem fins lucrativos desempenham um papel essencial em nossa</p><p>sociedade, atuando como agentes de mudança e promovendo o bem-estar de inúmeros</p><p>grupos e comunidades. Visando abordar problemas sociais, ambientais, culturais e</p><p>educacionais, essas organizações têm como principal finalidade a realização de ações</p><p>voltadas para o benefício coletivo, sem a busca de lucro financeiro. O foco deste trabalho</p><p>são associações com fins de treinamento esportivo, como: futebol, artes marciais, atletismo</p><p>e natação. Algumas dessas instituições enfrentam desafios significativos em sua gestão,</p><p>que podem afetar sua eficácia e limitar seu desenvolvimento. Neste sentido, o projeto</p><p>Connect Xpert, implementado no Instituto Federal do Paraná, tem como objetivo principal</p><p>desenvolver uma plataforma que facilite e organize o gerenciamento dos encontros e a</p><p>participação dos alunos nas atividades dessas instituições. Como funcionalidades, a</p><p>aplicação Web implementada permitirá o cadastro de alunos e professores, a inclusão de</p><p>turmas e seus encontros, bem como o registro de frequência dos alunos para cada um</p><p>destes encontros. Assim, os gestores, professores e mesmo alunos e seus responsáveis</p><p>poderão monitorar a assiduidade dos participantes nas ações oferecidas pela associação</p><p>utilizando o Connect Xpert. O sistema está em fase de desenvolvimento desde o começo do</p><p>ano letivo de 2023, com previsão de conclusão para novembro de 2023.</p><p>Palavras-chave: Associações sem fins lucrativos, gestão, eficácia, desenvolvimento, projeto</p><p>de extensão.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>CONSTRUÇÃO DE UM MODELO DIDÁTICO: A CAIXA DAS FASES</p><p>LUNARES</p><p>Adriano Tontini Leite (Licenciatura em Física)</p><p>Igiam Barros da Silva (Licenciatura em Física)</p><p>Henri Araujo Leboeuf</p><p>henri.leboeuf@ifpr.edu.br</p><p>Este trabalho tem por objetivo apresentar a construção de um modelo didático que trata, de</p><p>forma simples e concreta, das fases da Lua, além de responder o porquê a Lua apresenta</p><p>sempre a mesma face para a Terra. Também busca trazer uma percepção macro do</p><p>sistema Sol, Terra e Lua, com o intuito de facilitar a compreensão. Ele foi desenvolvido</p><p>como parte das atividades realizadas no projeto de extensão “Aprendendo e Ensinando</p><p>Astronomia na escola”, do IFPR - Campus Foz do Iguaçu, o qual busca contribuir com a</p><p>formação inicial, na área de Ensino de Astronomia e Ciências afins, dos alunos da Educação</p><p>Básica e do Ensino Superior no curso de Licenciatura em Física. Além disso, o projeto</p><p>promove a elaboração de atividades didáticas, teóricas e práticas para o ensino e</p><p>aprendizagem de tópicos de Astronomia. Para tanto, foi construído um primeiro protótipo</p><p>utilizando materiais como: caixa de papelão, cola, tesoura, 1 bola de isopor, tinta guache,</p><p>lanterna e fita adesiva, baseado em um modelo já existente na literatura da área. Foi</p><p>observado que o modelo utilizado poderia sofrer algumas modificações que possibilitariam</p><p>uma maior compreensão do assunto e, dessa forma, foi elaborado um segundo protótipo,</p><p>levando em consideração a perspectiva do observador. Para esse novo modelo foi</p><p>adicionando 3 bolas de isopor, uma maior simulando o Sol, uma pequena representando a</p><p>Terra e outra bem menor para a Lua. Ao lado de fora da caixa, mais precisamente na parte</p><p>de cima, foi fixado um pino na bola que representa a Terra, simulando, assim, um</p><p>observador. A caixa das fases lunares mostrou-se uma ótima ferramenta para o</p><p>entendimento da mudança da fase iluminada do nosso satélite natural. Com poucos</p><p>materiais, é possível observar a diferença da fase iluminada em virtude do posicionamento</p><p>da Lua, em relação ao Sol. Espera-se que esse modelo didático possa auxiliar nas aulas de</p><p>forma a tornar o conceito mais concreto, pois ao demonstrar a luz do Sol na Lua, facilitará a</p><p>compreensão das fases da Lua e dos seus movimentos de rotação e translação em torno do</p><p>planeta Terra.</p><p>Palavras-chave: Fases da Lua; Educação em Astronomia; Modelos didáticos.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>CUIDAR+: SISTEMA DE GESTÃO DE CASAS DE REPOUSO</p><p>Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas</p><p>Patrick Fonseca Gabriel Paz</p><p>Pedro Gabriel Paz</p><p>Felippe Alex Scheidt</p><p>Juliana Hoffmann Quiñónez Benacchio</p><p>felippe.scheidt@ifpr.edu.br</p><p>juliana.benacchio@ifpr.edu.br</p><p>O avanço tecnológico e os avanços na área da saúde têm contribuído para o aumento da</p><p>expectativa de vida em nossa sociedade. Como resultado, a população idosa está</p><p>crescendo, levando ao aumento da quantidade de pessoas que residem em casas de</p><p>repouso e a demanda por locais apropriados para assegurar a qualidade de vida dos idosos.</p><p>Nesse contexto, será desenvolvida uma solução voltada para a gestão de casas de repouso,</p><p>visando oferecer agilidade e segurança no gerenciamento das informações necessárias</p><p>para os cuidados com os idosos. O objetivo geral deste projeto é desenvolver um sistema</p><p>que permitirá o gerenciamento dos atendimentos realizados com os residentes de uma casa</p><p>de repouso. A aplicação será implementada de acordo com os requisitos funcionais e regras</p><p>de negócio previamente estabelecidas. A interface será desenvolvida utilizando a ferramenta</p><p>React Native, enquanto o back-end será programado utilizando Python + FastAPI. Os dados</p><p>dos usuários, residentes, orientações e atendimentos do sistema serão armazenados em</p><p>um banco de dados MySQL. As tarefas do projeto serão alocadas e gerenciadas através do</p><p>software Notion, adotando o método ágil Scrum para a delegação das responsabilidades,</p><p>ajustando cada tarefa às funções dos integrantes da equipe. De forma incremental, o código</p><p>será atualizado em um projeto no GitHub, mantendo repositórios separados para a interface</p><p>e o back-end. Com a conclusão destas aplicações, será possível obter um sistema intuitivo e</p><p>seguro para gerenciar casas de repouso.</p><p>Palavras-chave: Residente; Orientações; Gerenciamento; Cuidador</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>DANDO A VOLTA NOS PROBLEMAS RETRÓGRADOS: UM</p><p>LEVANTAMENTO DE TRABALHOS QUE EXPLORAM O RACIOCÍNIO DE</p><p>KEPLER PARA AS ÓRBITAS PLANETÁRIAS NO ENSINO DE FÍSICA</p><p>Valdinei Valendolf Bento (Licenciatura em Física)</p><p>Fábio Ramos da Silva (orientador)</p><p>fabio.silva@ifpr.edu.br</p><p>Este trabalho relata uma pesquisa em andamento que busca levantar conhecimentos</p><p>acerca</p><p>do ensino das Leis de Kepler no ensino de física e ciências. Trabalhos da literatura têm</p><p>mostrado que o ensino das Leis de Kepler costuma ser pouco explorado no ensino de física</p><p>e ciências, ao passo que os materiais disponíveis para o ensino das mesmas, como os livros</p><p>textos, também dedicam pouco espaço para a discussão destas leis. Como consequência, o</p><p>ensino das Leis de Kepler costuma causar pouca influência na forma como os estudantes</p><p>compreendem a dinâmica e o formato das órbitas planetárias, colaborando para a</p><p>perpetuação de concepções errôneas e confusas. Assim, o objetivo desta pesquisa é buscar</p><p>em portais de periódicos trabalhos que tenham desenvolvido alternativas para o ensino das</p><p>Leis de Kepler. A metodologia da pesquisa é qualitativa, com procedimentos de pesquisa</p><p>bibliográfica. Como resultados, houve o levantamento de dez pesquisas que exploravam o</p><p>ensino das Leis de Kepler, apresentado variadas metodologias de ensino. Quanto às</p><p>metodologias das pesquisas, percebeu-se uma tendência dos trabalhos em incorporar a</p><p>utilização de softwares e outras tecnologias digitais, seguida da utilização de maquetes e</p><p>desenhos de lápis e papel. Percebeu-se também que os trabalhos produzem metodologias</p><p>de ensino que destacam a compreensão da primeira e da terceira Leis de Kepler. Como</p><p>resultados em desenvolvimento, o projeto está procurando relacionar as proposições</p><p>encontradas nas pesquisas levantadas com o potencial para ajudar na superação de</p><p>compreensões errôneas das Leis de Kepler apontadas na literatura.</p><p>Palavras-chave: Leis de Kepler; ensino de física; atividades de ensino; pesquisa</p><p>bibliográfica.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>DESENVOLVIMENTO DO MODELO 3D PARA APLICAÇÃO DO BIM 4D E</p><p>5D</p><p>Estudo de caso</p><p>Lucas de Oliveira Paz (Técnico em Edificações, PIBIC-JR)</p><p>Luis Miguel Zanette de Oliveira (Engenharia Civil - UDC Medianeira)</p><p>Prof. Me. Miguel Batista de Oliveira (Orientador)</p><p>miguel.oliveira@ifpr.edu.br</p><p>A metodologia de modelagem BIM é uma abordagem digital colaborativa para projetar,</p><p>construir e gerenciar edificações e infraestruturas, que utiliza modelos tridimensionais.</p><p>Sendo uma realidade no mercado do AECO (Arquitetura, Engenharia, Construção e</p><p>Operação) é crescente a procura por profissionais com conhecimento em BIM. Além das</p><p>representações tridimensionais (3D) que formam a base do BIM, o conceito evoluiu para</p><p>incorporar informações adicionais, levando ao desenvolvimento de dimensões mais</p><p>avançadas, como o BIM 4D e 5D (respectivamente tempo e custo), através destas</p><p>aplicações será possível gerenciar a edificação e a equipe técnica de forma prática. O</p><p>modelo estudado busca dar ao estudante uma base para sua formação e conhecimento em</p><p>BIM. Desta forma a proposta visou o desenvolvimento de um modelo virtual de uma</p><p>edificação residencial unifamiliar com 2 pavimentos onde aplicou-se as técnicas de</p><p>modelagem em BIM 3D para todas as disciplinas de projetos, sendo estas compatibilizada</p><p>para estudo, dando ênfase às aplicações BIM que vem sendo utilizadas no mercado, sendo</p><p>gestão do planejamento BIM 4D e gestão de custos BIM 5D, buscando assim analisar a</p><p>viabilidade para obras de pequeno porte. A proposta visou o desenvolvimento do uso das</p><p>ferramentas BIM aplicadas ao gerenciamento da edificação. Através do estudo de caso foi</p><p>buscado software BIM que auxiliasse nas atividades, desta forma buscou-se a capacitação</p><p>nos diversos software como Synchro, Orcafascio, Visus, Naviswork, Primus IFC, buscando a</p><p>melhor integração. A capacitação se deu através de leituras, pesquisas, participação em</p><p>palestras e cursos, em seguida iniciou-se os trabalhos práticos para o desenvolvimento 4D e</p><p>5D. Com esta pesquisa podemos concluir que a adoção da metodologia BIM permite</p><p>proporcionar melhorias na qualidade dos projetos dando-lhes mais precisão e assertividade</p><p>e reduzindo custos, além de ajudar na gestão das obras através de planejamentos mais</p><p>precisos, aumentando assim sua vida útil tendo um acompanhamento em todo o seu ciclo</p><p>de vida, possibilitando uma compreensão mais profunda e precisa do projeto, facilitando a</p><p>comunicação entre as diversas áreas da modelagem.</p><p>Palavras-chave: BIM, Compatibilização, Gerenciamento, Planejamento, Orçamento</p><p>Agradecimentos: ao Escritório Modelo EMPEC pelo espaço para a pesquisa, ao IFPR</p><p>(Instituto Federal do Paraná) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e</p><p>Tecnológico) pela bolsa fornecida.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>DIVULGAPET - SISTEMA DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS</p><p>Alexandre Hollanda (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Carlos Eduardo da Silva Campos (Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)</p><p>Felippe Alex Scheidt</p><p>Juliana Hoffmann Quinonez Benacchio</p><p>felippe.scheidt@ifpr.edu.br</p><p>juliana.benacchio@ifpr.edu.br</p><p>Este projeto é voltado para o desenvolvimento de um aplicativo mobile, para facilitar a</p><p>adoção responsável de cães e gatos disponibilizados por cuidadores de animais, fazendo</p><p>com que pessoas interessadas os encontrem mais facilmente na cidade de Foz do Iguaçu-</p><p>PR. O sistema será implementado pela necessidade que veio através da percepção de que</p><p>a busca pela adoção é difícil para ambas as partes que participam desse processo, e pela</p><p>grande quantidade de animais abandonados. O objetivo principal é facilitar a busca de</p><p>animais para adoção, disponibilizando as informações necessárias sobre o animal e</p><p>informações de contato do cuidador em um aplicativo. Isso fará com que as pessoas que</p><p>possuem interesse em adotar um animal, não tenham a necessidade de se locomover</p><p>pessoalmente até os locais para saber quais são os animais disponíveis e suas</p><p>informações, evitando gastos e tempo com deslocamento desnecessário, tendo uma maior</p><p>facilidade para encontrar e conhecer um animal para adoção, através da plataforma. Com</p><p>esta proposta queremos reduzir a quantidade de animais abandonados na cidade de Foz do</p><p>Iguaçu-PR, diminuindo assim os gastos públicos com animais em situação de abandono,</p><p>beneficiando a sociedade de modo geral. Há outros aplicativos e ferramentas que possuem</p><p>uma proposta similar, mas percebemos que a interface não é agradável e muitas vezes</p><p>confusa, e para trazer uma melhor experiência, queremos implementar uma interface</p><p>simples e otimizada para que o usuário se sinta mais confortável ao utilizar a plataforma.</p><p>Palavras-chave: adoção; cães; gatos; animal;</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>ECOBARREIRA: REDUÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E MELHORA NA</p><p>QUALIDADE DA ÁGUA</p><p>Mauricio heitor da silva</p><p>Bruno Anschau Rodrigues</p><p>Kayla Walquiria Garmus (Orientadora)</p><p>Franco Ezequiel Harlos</p><p>Reginaldo Araújo</p><p>kayla.garmus@ifpr.edu.br</p><p>Os resíduos sólidos flutuantes são responsáveis por inúmeros problemas na atual</p><p>sociedade, tais como: contaminação da água, enchentes, assoreamento, perca da</p><p>biodiversidade aquática, entre outros problemas. O método usado para a solução desta</p><p>problemática é o uso de ecobarreiras (barreiras sólidas flutuantes para captura de resíduos</p><p>sólidos). O projeto teve como objetivo desenvolver e avaliar um modelo de ecobarreira,</p><p>assim quantificar, classificar e analisar os resíduos sólidos flutuantes carreados para o rio</p><p>Paraná, pelo curso do rio Jupira. Foi realizado um estudo para o conhecimento dos tipos de</p><p>ecobarreiras existentes, para decidir qual iria se adaptar da melhor forma a seção do rio</p><p>Jupira, que fica no IFPR – Campus Foz do Iguaçu. Após o estudo foi foi implementada a</p><p>ecobarreira, que constitui-se de quatro tipos: ecobarreira flutuante, gradial, orgânica-mista e</p><p>aérea. Com a implantação do conjunto de ecobarreiras foram capturados e de 45,00 kg de</p><p>resíduos, desses 20,50 kg de plástico, 3,70 kg de isopor e 20,80 rejeitos (resíduos não</p><p>recicláveis), mostrando</p><p>que quase a metade dos resíduos são de baixo valor de venda. A</p><p>medição da vazão do arroio foi realizada no mesmo período de captura dos resíduos, para</p><p>realizar a análise comparativa entre a intensidade da precipitação e a quantidade de</p><p>resíduos captados pela ecobarreira. Assim, no dia que teve menor vazão, 6,5 L/s foi</p><p>capturado a menor quantidade de resíduos, que foi 3,4 kg, e no dia de maior vazão do rio</p><p>20,7 L/s foi capturado a maior quantidade de resíduos, 25,6 kg, concluindo-se que os</p><p>resíduos sólidos não são oriundos apenas do descarte inadequado dentro do rio, mas</p><p>também do carreamento das chuvas para o curso da água.</p><p>Palavras-chave: Ecobarreiras. Resíduos sólidos. Lixo flutuante.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>ENSINO DO BIM NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO:</p><p>COMPARATIVO DO USO DE SOFTWARE DE MODELAGEM 3D</p><p>Ana Beatriz Cordeiro Clavero (Técnico em Edificações, PIBIC-JR)</p><p>Julia Chaves Junqueira(Técnico em Edificações)</p><p>Prof. Me. Miguel Batista de Oliveira (Orientador)</p><p>miguel.oliveira@ifpr.edu.br</p><p>O uso do BIM está em constante ascensão no mercado atual, levando muitas instituições de</p><p>ensino a incorporarem em suas grades curriculares ou disciplinas relacionadas a AECO</p><p>engenharia, abrangendo tanto os aspectos teóricos quanto os práticos. Sabe-se que o uso</p><p>da metodologia BIM vem aumentando, embora a passos gradualmente progressivos, desta</p><p>forma é notável a importância do BIM na construção civil, uma vez que as informações do</p><p>empreendimento vêm dos projetos, os software são capazes de identificar possíveis falhas,</p><p>assim contribuindo para a redução dos erros. Por meio de análise de artigos e revisões</p><p>bibliográficas, identificou-se atualmente a implementação do BIM no Brasil nos cursos de</p><p>edificações. O estudo adota uma abordagem qualitativa e inclui pesquisas de campo com</p><p>estudantes do curso Técnico em Edificações. Nesse contexto, a pesquisa tem como objetivo</p><p>analisar os variados software de modelagem 3D que estão no mercado nacional como Revit,</p><p>Edificius, ArchiCAD e Open Building. Visando explorar a utilização dos software pelos</p><p>estudantes do ensino técnico, avaliando sua adaptação, realizando uma comparação entre</p><p>eles buscando por meio da aprendizagem dos alunos mensurar as competências que</p><p>desenvolveram durante o uso desses software. Também foi feito um estudo com alunos</p><p>que não possuíam conhecimento prévio em software de modelagem 3D, onde os</p><p>participantes foram convidados a utilizar os software e compartilhar suas experiências para</p><p>que seus relatos fossem coletados. Após análises, constatou-se que os estudantes</p><p>demonstraram preferência pelo Revit, que já é adotado na instituição desde 2018, o que</p><p>permitiu um acesso descomplicado e facilitando a disseminação do programa, outro ponto</p><p>que se destaca é a facilidade de obtenção de informação sobre o software assim como</p><p>cursos. Em relação ao Edificius, este foi introduzido na instituição em 2022 por meio de um</p><p>convênio com a empresa, este software registrou a segunda maior taxa de aprendizagem.</p><p>Conclui-se que isso se deve à sua semelhança com outros software já conhecidos pelos</p><p>alunos, importante mencionar que a própria empresa fornece cursos gratuitos para</p><p>capacitação do software. Sobre o ArchiCAD, apesar de apresentar fácil aprendizagem e</p><p>disponibilidade de materiais, sua ausência na estrutura curricular limita o acesso dos alunos.</p><p>Já o Open Building, por mais que seja o software mais leve, apresentou desafios devido ao</p><p>seu idioma exclusivo (inglês) e configurações iniciais complicadas, levando a desistência da</p><p>maioria dos estudantes que o utilizaram.</p><p>Palavras-chave: BIM; Aprendizagem; Modelagem; Ensino; Software.</p><p>Agradecimentos: ao Escritório Modelo EMPEC pelo espaço para a pesquisa, ao IFPR</p><p>(Instituto Federal do Paraná) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e</p><p>Tecnológico) pela bolsa fornecida.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>ESCRITÓRIO MODELO PARA DESENVOLVIMENTO E CAPACITAÇÃO</p><p>EM GESTÃO E INFORMAÇÃO NA CONSTRUÇÃO PARA TÉCNICOS EM</p><p>EDIFICAÇÕES - EMPEC</p><p>Escritório modelo para gestão BIM em projetos, edificações e</p><p>construções</p><p>Maria Eduarda Sant’Ana Ramos (Instituto Federal do Paraná - Câmpus Foz do Iguaçu)</p><p>Pietra Farina Michelon (Instituto Federal do Paraná - Câmpus Foz do Iguaçu)</p><p>Emanuel Fernando Raicik (Instituto Federal do Paraná - Câmpus Foz do Iguaçu)</p><p>Luis Miguel Zanette de Oliveira (UDC Medianeira)</p><p>Orientador: Prof. Me. Miguel Batista de Oliveira</p><p>email: miguel.oliveira@ifpr.edu.br</p><p>O EMPEC (Escritório Modelo para Gestão BIM em Projetos, Edificações e Construções) é</p><p>uma iniciativa que surgiu em 2017, sob a liderança do professor Miguel Batista de Oliveira.</p><p>Seu principal objetivo é proporcionar uma experiência prática colaborativa aos alunos do</p><p>Curso Técnico Integrado em Edificações, bem como aos estudantes de outros cursos</p><p>relacionados à Engenharia, Arquitetura e Construção Civil. O escritório opera de forma</p><p>análoga a um ambiente profissional, preparando os alunos para suas futuras carreiras no</p><p>mercado de trabalho. Um dos principais enfoques do EMPEC é a integração do Building</p><p>Information Modeling (BIM) em todas as suas atividades. Isso permite que os alunos</p><p>adquiram conhecimentos e práticas complementares à sala de aula, tornando-os</p><p>profissionais mais preparados para enfrentar os desafios da indústria da construção. Além</p><p>disso, o projeto tem como objetivo desenvolver as habilidades de Gestão da Informação na</p><p>Construção, atendendo às demandas de projetos de alta qualidade, especialmente no</p><p>contexto de habitação social na região de Foz do Iguaçu. Uma das principais missões do</p><p>EMPEC é introduzir, difundir e aplicar o BIM em diversas áreas da construção civil. Isso</p><p>representa uma abordagem transformadora para o setor, sendo a extensão uma ferramenta</p><p>fundamental para promover a disseminação do conhecimento BIM na comunidade local. A</p><p>metodologia do projeto envolve a participação ativa dos alunos em palestras, eventos,</p><p>cursos de aperfeiçoamento e gestão, fortalecendo seu aprendizado.O EMPEC não se limita</p><p>apenas ao ambiente acadêmico, mas também interage com a comunidade local. Através de</p><p>projetos desenvolvidos para organizações sem fins lucrativos e colaborações com o campus</p><p>em atividades relacionadas à construção civil, o projeto busca contribuir para o progresso e</p><p>o desenvolvimento da região. O diferencial do EMPEC reside na sua abordagem de</p><p>aprendizado responsável e colaborativo. Os alunos, de diferentes níveis de conhecimento,</p><p>colaboram mutuamente, trocando experiências e conhecimentos. Essa dinâmica</p><p>enriquecedora prepara os estudantes para enfrentar futuros desafios profissionais com</p><p>confiança e competência, criando uma base sólida para suas carreiras. Em suma, o EMPEC</p><p>é um projeto que não apenas capacita os alunos, mas também contribui para o crescimento</p><p>da comunidade e a transformação positiva da indústria da construção civil.</p><p>Palavras-chave: Gestão, BIM, Capacitação, Edificações, Projetos.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>EXPERIÊNCIAS NA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM FÍSICA NO PIBID SOB</p><p>A PERSPECTIVA DA ABORDAGEM CTS</p><p>Heitor Afonso Vieira Perula (Licenciatura em Física, bolsista, PIBID)</p><p>Matheus de Oliveira Simpse (Licenciatura em Física, bolsista, PIBID)</p><p>Rafael Philippe Muller (Licenciatura em Física, bolsista, PIBID)</p><p>Rodrigo Oliveira de Souza (Licenciatura em Física, bolsista, PIBID)</p><p>Rosângela Márcia Silva Dossa (Licenciatura em Física, bolsista, PIBID)</p><p>Fábio Ramos da Silva, fabio.silva@ifpr.edu.br</p><p>Marcia Tiemi Saito, marcia.saito@ifpr.edu.br</p><p>O objetivo deste trabalho é analisar as contribuições das observações das aulas do</p><p>professor supervisor, realizadas no contexto do Programa Institucional de Bolsas de</p><p>Iniciação à Docência (PIBID). O PIBID é um programa da política nacional</p><p>de formação de</p><p>professores, cujo objetivo é proporcionar aos discentes dos cursos de licenciatura do país a</p><p>inserção no cotidiano das escolas públicas de educação básica, tendo em vista o</p><p>fortalecimento destes cursos e o aprimoramento da qualidade da educação básica pública</p><p>brasileira. As observações aconteceram no Instituto Federal do Paraná, no campus Foz do</p><p>Iguaçu, junto ao curso de Licenciatura em Física. Nelas, os pibidianos acompanharam as</p><p>aulas do professor supervisor e professor de Física dos 4.º ano do curso Técnico Integrado</p><p>em Meio Ambiente, sob a orientação da coordenadora de área do subprojeto de Física do</p><p>PIBID. Durante as aulas observadas, foram trabalhados os temas de Circuitos Elétricos,</p><p>Potência e Corrente Elétrica. As observações foram feitas com base nos referenciais</p><p>teóricos, que fundamentam a ênfase CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) no Ensino de</p><p>Ciências. Essa ênfase busca trabalhar as inter-relações entre as explicações científicas em</p><p>suas várias dimensões (histórica, filosófica, social, ética, política, entre outras), a tecnologia</p><p>em seus diferentes aspectos (técnico, cultural e organizacional) e a solução de problemas e</p><p>a tomada de decisão sobre temas práticos de importância social. A proposta curricular da</p><p>abordagem CTS corresponderia, portanto, a uma integração entre educação científica,</p><p>tecnológica e social, em que os conhecimentos científicos e tecnológicos são estudados</p><p>com o objetivo de formar cidadãos capazes de tomar decisões responsáveis sobre questões</p><p>de ciência e tecnologia na sociedade. A partir das observações das aulas, foi possível notar</p><p>que o professor supervisor buscava trabalhar o conteúdo de circuitos elétricos de forma</p><p>mais ampla, relacionando o conhecimento científico com o técnico e situações do cotidiano.</p><p>Isso foi observado quando o mesmo propôs a montagem e a exploração de circuitos</p><p>elétricos pelos próprios alunos, as quais eram acompanhadas de explicações sobre o</p><p>funcionamento, os conceitos atrelados aos seus componentes (como resistores,</p><p>capacitores, geradores, etc.) e situações do cotidiano que envolviam esses circuitos e</p><p>componentes. Assim, pôde-se observar boas correlações entre os aspectos da abordagem</p><p>CTS e as aulas do professor supervisor, em que o professor buscava desenvolver a</p><p>alfabetização científica e tecnológica, realizando a montagem de circuitos elétricos por meio</p><p>de experimentos práticos, relacionando-os com situações do cotidiano. Ainda que os</p><p>conhecimentos científico e tecnológico não tenham sido trabalhados em todas as suas</p><p>dimensões e aspectos possíveis e sua relação com problemas de importância social tenha</p><p>se restringido a situações vivenciadas no cotidiano mais próximo, notou-se que o professor</p><p>buscou inserir ao menos alguns aspectos da abordagem CTS em suas aulas. As análises e</p><p>reflexões realizadas a partir das situações observadas contribuíram para ilustrar algumas</p><p>potencialidades e limitações de se utilizar a abordagem CTS em sala de aula, o que</p><p>contribuiu para a formação dos pibidianos como futuros professores de física.</p><p>Palavras-chave: Formação docente; prática pedagógica; circuitos elétricos; ensino de física.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>FESTMAP - DESCUBRA, PARTICIPE E COMPARTILHE EVENTOS</p><p>Carlos Eduardo das Silva Quadros (TADS)</p><p>Nicolas Farhat (TADS)</p><p>Rafhael Pereira Zrenner (TADS)</p><p>Felippe Alex Scheidt</p><p>Juliana Hoffmann Quinonez Benacchio</p><p>felippe.scheidt@ifpr.edu.br</p><p>juliana.benacchio@ifpr.edu.br</p><p>O projeto FestMap - Descubra, Participe e Compartilhe Eventos tem como objetivo</p><p>centralizar informações sobre eventos em uma plataforma mobile, visando simplificar a</p><p>busca e divulgação de eventos para a população. A metodologia adotada envolve o</p><p>desenvolvimento de um aplicativo mobile que utilizará a geolocalização dos usuários para</p><p>fornecer informações sobre eventos próximos. Organizadores poderão cadastrar seus</p><p>eventos na plataforma, fornecendo informações detalhadas. Usuários, por sua vez, poderão</p><p>buscar eventos de acordo com suas preferências. Até o momento, nenhuma funcionalidade</p><p>foi desenvolvida, uma vez que o projeto encontra-se em sua fase inicial de prototipação. No</p><p>entanto, as principais atividades a serem desenvolvidas serão a criação do aplicativo mobile,</p><p>a implementação do sistema de geolocalização, o desenvolvimento do sistema de cadastro</p><p>de eventos para organizadores, a configuração da busca de eventos para os usuários, além</p><p>da visualização de eventos próximos em um raio de 10 km e a elaboração de documentos</p><p>sobre a plataforma. Dessa forma, o projeto visa simplificar a busca e divulgação de eventos</p><p>por meio de uma plataforma mobile centralizada, aproveitando a geolocalização como</p><p>recurso fundamental para atender às necessidades dos usuários que buscam eventos</p><p>próximos, ao mesmo tempo em que oferece aos organizadores uma oportunidade valiosa</p><p>para ampliar sua visibilidade, alcançando um público mais amplo e promovendo de maneira</p><p>eficaz suas iniciativas e eventos.</p><p>Palavras-chave: eventos; plataforma mobile; geolocalização.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>FLORES E GALHOS: GAMIFICAÇÃO ANALÓGICA DA IDENTIFICAÇÃO</p><p>DE PLANTAS DO IFPR</p><p>Rubia Weiler (PIBIC)</p><p>Eduarda Morais</p><p>Lucas Perucci</p><p>lucas.perucci@ifpr.edu.br</p><p>As plantas são imprescindíveis para a sobrevivência da quase absoluta totalidade de</p><p>espécies conhecidas pela humanidade, sendo uma interdependência histórica. No entanto,</p><p>há um desconhecimento em relação às plantas que não estão nas gôndolas dos</p><p>supermercados ou não possuem fins comerciais. A área pertencente ao campus Foz do</p><p>Iguaçu, apresenta uma ampla flora arbórea com significativo valor ambiental e educativo.</p><p>Neste contexto, objetiva-se desenvolver e utilizar um jogo de identificação das plantas do</p><p>campus, baseado na planta do IFPR, que incorpore elementos da gamificação e sirva como</p><p>meio de valorização das plantas. Na fase inicial do projeto, realizou-se um levantamento</p><p>bibliográfico com o objetivo de compreender a dificuldade das pessoas em reconhecerem as</p><p>diferentes espécies de plantas. A partir dessa pesquisa, foi possível elaborar um tabuleiro e</p><p>conduzir um teste piloto do jogo, desafiando os alunos com perguntas e exigindo que</p><p>procurassem as árvores correspondentes no campus. Após isso, fez-se uma análise para</p><p>identificar as melhorias a serem implementadas no jogo. Para isso, foi necessário mapear as</p><p>árvores presentes no campus e selecionar 15 espécies adequadas para o jogo. Com base</p><p>nas etapas realizadas, destacam-se os principais avanços e contribuições do projeto. A</p><p>análise bibliográfica revelou: grande parte da população possui dificuldade em reconhecer</p><p>as espécies de plantas existentes ao nosso redor, considerando-as elementos que</p><p>compõem um plano de fundo em relação aos animais. Ademais, o teste piloto permitirá</p><p>aprimorar possíveis melhorias a serem implantadas. Após isso, houve a seleção de novas</p><p>espécies de árvores presentes para que essas tivessem características educativas e</p><p>ambientais relevantes. À medida que concluímos esta fase do projeto, é importante</p><p>estabelecer uma visão clara dos próximos passos a serem tomados para avançar nas</p><p>etapas subsequentes. Isso inclui a criação do design e regras definitivas do jogo, além de</p><p>testes adicionais que permitirão analisar o seu funcionamento. Dessa forma, será possível</p><p>que o objetivo de criação e descrição do jogo seja alcançado.</p><p>Palavras-chave: Gamificação; Botânica; Educação Ambiental.</p><p>Agradecimentos: CNPq, Instituto Federal do Paraná, Conselho Nacional de</p><p>Desenvolvimento</p><p>Científico e Tecnológico.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GAMIFICAÇÃO NA EDUCAÇÃO: ALTERNATIVAS INOVADORAS AO</p><p>ENSINO TRADICIONAL E SEUS IMPACTOS NO DESENVOLVIMENTO</p><p>DOS ALUNOS</p><p>Otávio Santos</p><p>Lima (2º ano TDS)</p><p>Davyd Samuel de Oliveira Viana(2º ano TDS)</p><p>Vitor de Amorim(2º ano TDS)</p><p>Felipe Sturm(2º ano TDS)</p><p>Patricia de Lara Ramos (Profa. Orientadora)</p><p>patricia.ramos@ifpr.edu.br</p><p>O tema deste estudo é a gamificação como uma alternativa ao sistema de ensino</p><p>tradicional, explorando o uso de videogames e elementos de design de jogos para avaliar o</p><p>aprendizado dos alunos e promover seu desenvolvimento cognitivo e socioemocional. O</p><p>problema central abordado neste trabalho é a necessidade de repensar o sistema de ensino</p><p>tradicional e explorar novas formas de avaliação em sala de aula que engajem os alunos e</p><p>desenvolvam habilidades e competências importantes, como interatividade, comunicação,</p><p>empatia, criatividade e capacidade de solução de problemas. O modelo educacional</p><p>convencional muitas vezes não atende às necessidades e interesses das novas gerações,</p><p>que estão cada vez mais conectadas à tecnologia e aos jogos digitais. Portanto, o problema</p><p>reside em como integrar a gamificação nas salas de aula para promover um ensino mais</p><p>envolvente e eficaz. A justificativa para este estudo está na necessidade de repensar a</p><p>forma como o ensino é conduzido e avaliado, considerando as mudanças no perfil dos</p><p>alunos e sua crescente familiaridade com tecnologia e jogos digitais. A gamificação é</p><p>apresentada como uma abordagem que pode envolver os alunos de maneira significativa,</p><p>promover a aprendizagem por meio da experiência lúdica e desenvolver habilidades</p><p>essenciais para o século XXI. A justificativa se baseia na importância de tornar o ensino</p><p>mais prazeroso, adaptado às preferências dos alunos e capaz de desenvolver habilidades</p><p>além do conhecimento acadêmico. Os objetivos deste estudo são os seguintes: demonstrar</p><p>como a gamificação pode ser uma alternativa eficaz ao sistema de ensino tradicional,</p><p>engajando os alunos de forma ativa no processo de aprendizado; apresentar resultados de</p><p>experiências bem-sucedidas de gamificação na educação, como o caso da Risca</p><p>Community Comprehensive School no País de Gales, onde o uso do jogo Minecraft se</p><p>mostrou extremamente eficaz e destacar como a gamificação se tornou uma ferramenta</p><p>integral de ensino, especialmente durante a pandemia de COVID-19, proporcionando aos</p><p>alunos autonomia de ação e explorando sua criatividade de maneiras diversas. Espera-se</p><p>que este estudo forneça os seguintes resultados: evidências de que a gamificação na</p><p>educação pode engajar os alunos de forma mais eficaz, tornando o processo de</p><p>aprendizado mais atrativo e prazeroso; compreensão aprofundada dos benefícios da</p><p>gamificação no desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais dos alunos,</p><p>incluindo criatividade, resolução de problemas e empatia e reconhecimento da gamificação</p><p>como uma ferramenta importante para a autonomia dos alunos e para explorar sua</p><p>criatividade de maneiras diversas, especialmente em um contexto de ensino remoto. Em</p><p>resumo, este trabalho destaca a gamificação como uma alternativa inovadora ao sistema de</p><p>ensino tradicional, explorando seu potencial para engajar os alunos, desenvolver habilidades</p><p>fundamentais e tornar o aprendizado mais prazeroso e significativo. A gamificação</p><p>representa uma abordagem que se adapta às características das novas gerações, que estão</p><p>altamente conectadas à tecnologia, tornando-se uma ferramenta valiosa para a educação do</p><p>século XXI.</p><p>Palavras-chave: Gamificação; Tecnologia e Ensino; Aprendizado Prazeroso e Significativo.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU: LEVANTAMENTO</p><p>PRELIMINAR KLP</p><p>Clara Aurora Godoy de Iscafres</p><p>Liliana Raquel Aranda Riquelme</p><p>Lucilene Scalabrini Froes</p><p>Simone Silva Nogueira de Oliveira</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>Esta pesquisa faz parte do projeto “Práticas alimentares dos bairros de Foz do Iguaçu”</p><p>proposto na disciplina de Práticas Extensionistas 1 para a Turma 2023 do Curso Superior de</p><p>Tecnologia em Gastronomia, e teve como objetivo levantar informações iniciais sobre os</p><p>bairros de Foz do Iguaçu mais representativos em número de alunos da referida turma. Os</p><p>pontos abordados foram caracterização do bairro, localização, questões gastronômicas,</p><p>levantamento de famílias tradicionais, festas religiosas ou tradicionais, além de possíveis</p><p>interessados em participar do projeto em um segundo momento. Os bairros trabalhados pela</p><p>Turma 2023 foram: KLP, Morumbi, Três Lagoas, Vila A e Vila C. Este presente trabalho</p><p>refere-se ao bairro KLP. Anteriormente, os bairros eram divididos em regiões (Jardim</p><p>Amanda, Karla, Laranjeiras e Petrópolis), com a reorganização dos bairros, os três últimos</p><p>se juntaram e viraram um único bairro: KLP. Foram realizadas pesquisas em websites e</p><p>entrevistas com moradores da região, que se propuseram a contribuir com informações</p><p>sobre a história do bairro e as tradições da culinária local. Estas informações obtidas através</p><p>de moradores antigos do bairro, revelaram suas tradições e conhecimentos gastronômicos -</p><p>geralmente receitas herdadas de seus ancestrais. As festas que ocorrem no bairro e que</p><p>envolvem produção de alimentos estão mais relacionadas ao ambiente da igreja e de</p><p>escolas, como por exemplo: festa junina (ambos os locais) com apresentações de danças</p><p>típicas e comidas tradicionais, como: pipoca, milho cozido, cachorro-quente, quentão,</p><p>pinhão, entre outros; a festa da padroeira Nossa Senhora de Lourdes onde ocorre a</p><p>comercialização de churrasco bovino com acompanhamentos (salada de folhas, arroz,</p><p>mandioca e maionese). Assim como acontece na comunidade Nossa Senhora de Lourdes, a</p><p>Nossa Senhora do Rosário também celebra a data da padroeira com venda de espetinhos e</p><p>bebidas. A comemoração do dia das crianças (ambos os locais), conta com diversas</p><p>brincadeiras e lanches para os pequenos. Além disso, ambas as comunidades católicas do</p><p>bairro se preparam anualmente para contribuir com a Festa Maína - festa que engloba as</p><p>típicas comidas das festas juninas. Para além de festas, as igrejas produzem alimentos para</p><p>venda após as missas (espetinhos, pastéis, pães e macarrão.) O KLP é um bairro</p><p>majoritariamente residencial, portanto, apresenta baixa expressividade de estabelecimentos</p><p>gastronômicos, contando com poucos restaurantes, food trucks e lanchonetes, dos quais</p><p>podemos citar: Pizzaria Dom Garcia, Marmitaria Djanira, Vini Burgers, Big Espeto, Luft</p><p>Espetinhos, Sheik Shawarma, Tio Pizzas, etc. Verifica-se que seus moradores acabam, por</p><p>vezes, preferindo frequentar restaurantes em demais bairros nos arredores, como a Vila A,</p><p>ainda que possa haver oportunidades para o avanço comercial de estabelecimentos de</p><p>gastronomia dentro do KLP. O bairro deveria ser escolhido para a realização do projeto pois</p><p>é pouco conhecido pela própria população iguaçuense, além de que como é um bairro</p><p>residencial, abre possibilidade para diversas receitas e tradições familiares à mesa.</p><p>Palavras-chave: Pesquisa; festas tradicionais; práticas alimentares.</p><p>Instituto Federal do Paraná/Foz do Iguaçu, 31 de outubro de 2023</p><p>GASTRONOMIA DOS BAIRROS DE FOZ DO IGUAÇU-PR:</p><p>LEVANTAMENTO PRELIMINAR MORUMBI</p><p>Ana Luisa Morselli</p><p>Alana Cristina de Oliveira</p><p>Ediclei Consorte</p><p>João Victor Pecoraro de Proença Vianna</p><p>Larissa Andreghetti dos Santos</p><p>Marleide Freiman</p><p>Rosa Aparecida Ferreira</p><p>Rubens Gabriel Velasquez Fonseca</p><p>Paola Stefanutti</p><p>paola.stefanutti@ifpr.edu.br</p><p>O presente trabalho faz parte do projeto “Práticas alimentares dos bairros de Foz do Iguaçu”</p><p>proposto na disciplina de Práticas Extensionistas 1 para a Turma 2023 do Curso Superior de</p><p>Tecnologia em Gastronomia, e teve como objetivo levantar informações iniciais sobre os</p><p>bairros de Foz do Iguaçu mais representativos em número de alunos da referida turma. Os</p><p>pontos abordados foram caracterização do bairro, localização, questões gastronômicas,</p>