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Ciências forense atividade 1 casos

Conjunto de casos práticos de Ciências Forenses com quatro cenários (roubo em loja, abuso sexual, roubo em residência e ataque no parque) que apresenta perguntas e respostas sobre coleta e análise de vestígios (DNA de sangue, sêmen, saliva, cabelo, pele), digitais e uso do PSA.

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Questões resolvidas

1.A análise do sêmen confirma a identidade do agressor através do DNA?

3.Existem amostras adicionais de DNA (saliva, suor) que possam ser usadas para complementar a investigação?

2.A análise dos folículos capilares pode revelar traços genéticos suficientes para associar o suspeito ao crime?

3.Existe a possibilidade de contaminação das amostras coletadas?

2.Existe a possibilidade de identificar mais de uma pessoa nas digitais coletadas?

3.As condições ambientais afetaram a legibilidade das impressões digitais?

Há vestígios de DNA de um possível sequestrador no pente?

Sim, se houver células ou secreções no pente, a análise de DNA pode revelar a identidade de um possível sequestrador, caso haja uma correspondência em bancos de dados.

As digitais no copo podem ser usadas para complementar a análise de DNA?

As impressões digitais coletadas do copo podem ajudar a identificar o agressor e, se forem compatíveis com as digitais de um suspeito, fornecer evidência adicional em conjunto com a análise de DNA.

O sangue da vítima apresenta sinais de defesa, sugerindo uma luta?

A análise do sangue pode revelar características, como ferimentos defensivos (ex: cortes nas mãos), que indicam que a vítima pode ter tentado se proteger durante a agressão.

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Questões resolvidas

1.A análise do sêmen confirma a identidade do agressor através do DNA?

3.Existem amostras adicionais de DNA (saliva, suor) que possam ser usadas para complementar a investigação?

2.A análise dos folículos capilares pode revelar traços genéticos suficientes para associar o suspeito ao crime?

3.Existe a possibilidade de contaminação das amostras coletadas?

2.Existe a possibilidade de identificar mais de uma pessoa nas digitais coletadas?

3.As condições ambientais afetaram a legibilidade das impressões digitais?

Há vestígios de DNA de um possível sequestrador no pente?

Sim, se houver células ou secreções no pente, a análise de DNA pode revelar a identidade de um possível sequestrador, caso haja uma correspondência em bancos de dados.

As digitais no copo podem ser usadas para complementar a análise de DNA?

As impressões digitais coletadas do copo podem ajudar a identificar o agressor e, se forem compatíveis com as digitais de um suspeito, fornecer evidência adicional em conjunto com a análise de DNA.

O sangue da vítima apresenta sinais de defesa, sugerindo uma luta?

A análise do sangue pode revelar características, como ferimentos defensivos (ex: cortes nas mãos), que indicam que a vítima pode ter tentado se proteger durante a agressão.

Prévia do material em texto

<p>CIÊNCIAS FORENSES: OAT CASOS FORENSES</p><p>ALUNOS:</p><p>MAYARA COSTRA ENCKE</p><p>GUILHERME AUGUSTO DE CASTRO BORGES</p><p>WANESSA KAILLY MACHADO DE JESUS</p><p>ESTER DE SANTANA SANTOS</p><p>LARISSA SANTOS BRANDÃO</p><p>CASO 1 : Roubo na loja de conveniência</p><p>Cenário: Um assaltante invadiu uma loja à noite e se cortou em um vidro quebrado. A polícia coletou amostras de sangue e digitais deixadas no local.</p><p>1.O DNA da amostra de sangue corresponde a algum suspeito previamente fichado?</p><p>Resposta: Deve-se averiguar as amostras de sangue coletadas com aquelas que já foram constatadas no banco de dados de suspeitos que já foram fichados, se a informação genética for compatível com alguma já preexistente no banco de dados, então é possível identificar o suspeito, do contrário, ou aquela amostra de sangue não pertence ao suspeito ou ele não foi previamente fichado.</p><p>2.As digitais coletadas são suficientes para identificação?</p><p>Resposta: Não, pois ainda que haja as digitais, é preciso que o suspeito tenha passagem pela polícia por ter cometido algum outro crime previamente, entretanto, caso seja encontrada alguma pessoa suspeita de ter realizado o crime, há sim a possibilidade de identificação por meio do comparativo das digitais encontradas na cena do crime e do suspeito.</p><p>3.Existe algum histórico que possa associar o suspeito às cenas de crimes anteriores?</p><p>Resposta: Sim, caso o suspeito tenha um histórico criminal, é possível realizar um mapeamento a respeito da maneira como o qual age, ou seja, seu modus operandi, e se ele realizou esses delitos em outros locais e em outras ocasiões.</p><p>CASO 2 : Suspeita de abuso sexual</p><p>Cenário: Uma jovem denuncia um caso de abuso sexual. Exames médicos indicam a presença de sêmen em sua roupa íntima.</p><p>1.A análise do sêmen confirma a identidade do agressor através do DNA?</p><p>Resposta: Sim, o sêmen contém material genético que pode ser analisado e comparado no banco de dados contendo informações genéticas de suspeitos que já foram previamente fichados e assim confirmar a identidade do agressor.</p><p>2.O teste de PSA (Antígeno Prostático Específico) pode confirmar a presença de fluidos prostáticos e reforçar a evidência de agressão?</p><p>Resposta: Sim, o teste de PSA irá avaliar a presença de fluidos prostáticos na cena do crime, e assim se for positivo, prova-se que houve um crime sexual.</p><p>3.Existem amostras adicionais de DNA (saliva, suor) que possam ser usadas para complementar a investigação?</p><p>Resposta: Sim, pois a saliva e suor, podem conter células do agressor que podem evidenciar que ele realizou o crime, desse modo, podem ser usadas para complementar a investigação, todavia, caso passe tempo demais, o material genético presente nessas amostras pode ser comprometido, por isso é importante que seja feita rapidamente a coleta.</p><p>CASO 3: ROUBO EM UMA CASA</p><p>Cenário: Uma casa foi invadida, e durante a fuga, o criminoso deixou uma garrafa de água que ele havia bebido. Amostras de saliva foram coletadas da garrafa.</p><p>1.O DNA da saliva na garrafa corresponde a algum suspeito?</p><p>Resposta: Para comprovação é necessário realizar uma análise de DNA através das amostras de saliva coletadas. No qual o perfil genético deve ser comparado a um banco de dados de perfis de suspeitos ou qualquer DNA de potenciais envolvidos. Tendo correspondência exata do perfil genético da amostra com o DNA de alguma pessoa suspeita, se faz a confirmação.</p><p>2.Há outras amostras de DNA no local, como cabelos ou suor, que possam confirmar a presença do criminoso?</p><p>Resposta: A princípio foram encontradas apenas amostras de saliva. Mas é possível encontrar outras amostras como: cabelos, suor ou sangue se for realizada uma procuração mais detalhada. Caso seja encontrada qualquer uma dessas, é possível verificar a presença de DNA e fazer comparação ao perfil da saliva da garrafa.</p><p>3.As digitais na garrafa são legíveis e úteis para identificação?</p><p>Resposta: Se as impressões digitais deixadas na garrafa forem suficientemente nítidas e completas, elas podem ser legíveis e, portanto, úteis para identificação. Os peritos criminais usarão técnicas específicas, como o uso de pós de revelação de digitais ou outras substâncias químicas, para levantar as impressões.</p><p>CASO 4: ATAQUE NO PARQUE</p><p>Cenário: Uma mulher foi atacada, mas conseguiu arranhar o agressor antes que ele fugisse. Amostras de pele e cabelo sob as unhas da vítima foram coletadas.</p><p>1.O DNA das amostras de pele e cabelo pode identificar o agressor?</p><p>Resposta: Sim, o DNA extraído das amostras de pele e cabelo pode ser utilizado para identificar o agressor. Se houver um perfil genético do suspeito disponível para comparação, a análise de DNA pode fornecer uma correspondência e identificar o agressor com alta precisão.</p><p>2.A análise dos folículos capilares pode revelar traços genéticos suficientes para associar o suspeito ao crime?</p><p>Resposta: Sim, pois o DNA nuclear, que é o mais utilizado para identificação pessoal, está presente nas células que ficam na raiz do cabelo. Se o cabelo não tiver folículo, e apenas o comprimento do cabelo estiver presente, a quantidade de DNA será menor, e a análise será limitada a alguns tipos de DNA, como o mitocondrial, DNA que é menos específico para identificação individual.</p><p>3.Existe a possibilidade de contaminação das amostras coletadas?</p><p>Resposta: Sim, através de manuseio inadequado, contato com outras pessoas, materiais e locais de análise inadequados ou contaminados. Por isso, é importante seguir à risca os protocolos para realização dos procedimentos de coleta, transporte, armazenamento e análise de amostras para reduzir as chances de contaminação.</p><p>CASO 5: ASSALTO A UM CAIXA ELETRONICO</p><p>Cenário: Durante o assalto, o suspeito sem luvas tocou na tela e nos botões do caixa eletrônico. A polícia coletou impressões digitais.</p><p>1.As digitais correspondem a algum suspeito previamente fichado?</p><p>Resposta: Se comparadas as impressões digitais coletadas na cena do crime com um banco de dados de suspeitos fichados pode haver a confirmação de que o dono das digitais é algum criminoso que já tenha ficha criminal. Um dos sistemas utilizados na ciência forense para a comparação de digitais é o AFIS (Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais).</p><p>2.Existe a possibilidade de identificar mais de uma pessoa nas digitais coletadas?</p><p>Resposta: Sim, por ser uma superfície em que várias pessoas tocam constantemente, assim sendo haverá a presença de muitas impressões digitais, portanto, existem técnicas de análise que podem isolar impressões de diferentes indivíduos em superfícies.</p><p>3.As condições ambientais afetaram a legibilidade das impressões digitais?</p><p>Resposta: Sim, as condições ambientais, podem influenciar na qualidade das impressões digitais como o calor, umidade ou sujeira. Caso a análise seja feita em superfícies tocadas</p><p>recentemente, sem que haja interferência de fatores externos, as impressões serão mais nítidas, corroborando para uma evidência fidedigna.</p><p>CASO 6: ESTUPRO SEGUIDO DE HOMICIDIO</p><p>Cenário: Uma mulher foi encontrada morta após um estupro. Amostras de sêmen e saliva foram coletadas da vítima.</p><p>1.O DNA do sêmen pode identificar o agressor?</p><p>Resposta: Sim, a análise de DNA presente no sêmen pode ser usada para identificar o criminoso, se houver material genético suficiente. Após a análise do DNA deve ser realizado o teste PCR, e comparar o DNA encontrado com amostras que se encontram no Banco Nacional de perfis genéticos (BNPG), ultilizado na perícia criminal, para identificação do agressor.</p><p>2.A presença de saliva indica uma tentativa de sufocamento ou contato próximo com o agressor?</p><p>Resposta: Sim, a presença de saliva pode estar relacionada ao contato físico, como beijo ou tentativa de sufocamento, é ainda mais evidente se a saliva for encontrada em áreas como o pescoço ou rosto da vítima.</p><p>3.O teste de PSA pode confirmar a presença de fluidos prostáticos?</p><p>Resposta: Sim, o teste de Antígeno Prostático Específico é utilizado para detectar a presença de fluidos prostáticos, o que pode colaborar</p><p>para a investigação por ser possível encontrar o sêmen na amostra coletada.</p><p>CASO 7: DESAPARECIMENTO DE UMA CRIANÇA</p><p>Cenário: Uma criança desapareceu após brincar em um parque. Fragmentos de tecido com manchas de sangue e um pente com fios de cabelo foram encontrados perto do local.</p><p>1.O sangue e os fios de cabelo pertencem à criança desaparecida?</p><p>Resposta: A análise de DNA pode determinar se o sangue e os fios de cabelo pertencem à criança. A comparação com amostras da família pode ajudar a confirmar a identidade.</p><p>2. Há vestígios de DNA de um possível sequestrador no pente?</p><p>Resposta: Sim, se houver células ou secreções no pente, a análise de DNA pode revelar a identidade de um possível sequestrador, caso haja uma correspondência em bancos de dados.</p><p>3.O cabelo contém o folículo capilar, permitindo uma análise genética mais precisa?</p><p>Resposta: Se o cabelo encontrado contiver o folículo capilar, ele pode fornecer DNA suficiente para uma análise genética precisa. Sem o folículo, a análise é menos conclusiva, mas ainda pode ser realizada.</p><p>CASO 8: CRIME DE AGRESSÃO EM UM BAR</p><p>1. O DNA da saliva no copo corresponde ao agressor?</p><p>Resposta: O DNA da saliva pode ser analisado para identificar o agressor. Se houver uma correspondência com suspeitos conhecidos ou um banco de dados, isso pode levar à identificação.</p><p>2.As digitais no copo podem ser usadas para complementar a análise de DNA?</p><p>Resposta: As impressões digitais coletadas do copo podem ajudar a identificar o agressor e, se forem compatíveis com as digitais de um suspeito, fornecer evidência adicional em conjunto com a análise de DNA.</p><p>3.O sangue da vítima apresenta sinais de defesa, sugerindo uma luta?</p><p>Resposta: A análise do sangue pode revelar características, como ferimentos defensivos (ex: cortes nas mãos), que indicam que a vítima pode ter tentado se proteger durante a agressão.</p><p>CASO 9: VIOLENCIA DOMESTICA</p><p>Cenário: Um homem é acusado de agredir a esposa. Durante a briga, ele teria arrancado um punhado de cabelo dela. Amostras de cabelo foram coletadas na cena.</p><p>1.O cabelo pertence à vítima ou a outra pessoa?</p><p>Resposta: É necessário verificar se o local do crime é uma área onde poucas ou muitas pessoas transitam para saber quais as chances da amostra ser da vítima, e ser feita uma comparação da amostra com o cabelo da vítima. Nesse teste de microscopia ótica não é possível fazer uma comparação por dna, porem pode ser feita uma análise de estatura para ser comparada com a da vitima</p><p>2.A análise do cabelo pode indicar o grau de força aplicado durante a agressão?</p><p>Resposta: Não é possível medir a força de extração, mas é possível analisar se o fio de cabelo foi cortado, arrancado ou caiu de forma natural</p><p>3.Existe outro tipo de evidência biológica (como suor ou pele) associado à cena do crime?</p><p>Rsposta: Mesmo que não seja uma técnica muito utilizada no Brasil, o suor pode ser usado para detectar drogas, álcool e coleta de dna, vestígios de pele também podem ser usados para analise e provas no exame de corpo de delito</p><p>CASO 10: ASSASSINATO COM ARMA DE FOGO</p><p>Cenário: Uma pessoa foi encontrada morta, e a arma do crime foi localizada com manchas de sangue e digitais</p><p>1.O DNA do sangue pertence à vítima ou ao agressor?</p><p>Resposta: Deve ser feito um exame de comparação de dna para saber se o sangue pertence a vitíma, caso comprovado que o sangue não pertence a vitima o dna encontrado no sangue deve ser buscado no banco de dados de possíveis suspeitos</p><p>2.As digitais na arma são suficientes para identificar quem a manipulou?</p><p>Resposta: Sim. Se as digitais estiverem legíveis elas devem ser comparadas a um banco de dados para buscar o possível autor do crime, se forem encontradas mais de uma digital todas devem ser analisadas e investigadas</p><p>3.O suor ou outras secreções corporais na arma podem ser usados para fortalecer a identificação do suspeito?</p><p>Resposta: Sim, todas as secreções devem ser devidamente coletadas e analisadas para ajudar e entender como aconteceu o crime, o que levou ele a acontecer e assim facilitar a descoberta do autor</p>

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