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<p>Questão 2 Respondida</p><p>Compreender a educação brasileira</p><p>no período de 1964 a 1988 é</p><p>entender o objetivo dos fundamentos</p><p>da educação brasileira durante o</p><p>período da ditadura, resultando em</p><p>um modelo tanto social quanto</p><p>educacional, em uma rigorosa</p><p>imposição de leis e modelos de</p><p>vivência frente à sociedade</p><p>brasileira. Em relação a esse</p><p>período, analise as afirmações a</p><p>seguir e a relação entre elas:</p><p>I – Ocorreram reformas voltadas à</p><p>transformação da educação</p><p>tradicional para uma educação</p><p>tecnicista criaram revoltas estudantis</p><p>e uma insatisfação social muito</p><p>grande no povo brasileiro quanto aos</p><p>aspectos culturais e políticos que</p><p>estavam envolvidos naquele</p><p>momento.</p><p>PORQUE</p><p>II – As reformas educacionais, ao</p><p>longo de diferentes contextos</p><p>históricos, evidenciaram a influência</p><p>do empresariado nacional e</p><p>Prova</p><p>final</p><p>FUNDAMENTOS DA</p><p>EDUCAÇÃO</p><p>Acertos 5 de 10</p><p>Nota 25 pontos</p><p>Corretas Erradas</p><p>1 2 3 4 5</p><p>6 7 8 9 10</p><p>Anterior Próxima</p><p>Correção da</p><p>Tamanho da fonte</p><p>internacional, uma vez que o</p><p>mercado local e global exerce um</p><p>papel determinante nas diretrizes do</p><p>setor educacional.</p><p>A respeito dessas asserções,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>As asserções I e II são</p><p>proposições verdadeiras, mas</p><p>a II não justifica a I.</p><p>As asserções I e II são</p><p>proposições verdadeiras e a II</p><p>justifica a I.</p><p>A asserção I é uma proposição</p><p>verdadeira e a II, falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição</p><p>falsa e a II, verdadeira.</p><p>As asserções I e II são</p><p>proposições falsas.</p><p>As asserções I e II são</p><p>proposições verdadeiras e a</p><p>II justifica a I.</p><p>Sua resposta</p><p>As duas afirmações estão</p><p>corretas, mas não há</p><p>relação de justificativa entre</p><p>elas. as reformas</p><p>educacionais, ao longo de</p><p>diferentes contextos</p><p>históricos, evidenciaram a</p><p>influência do empresariado</p><p>nacional e internacional,</p><p>uma vez que o mercado</p><p>local e global exerce um</p><p>papel determinante nas</p><p>diretrizes do setor</p><p>educacional. Nesse cenário,</p><p>tais iniciativas tendem a</p><p>servir aos interesses de uma</p><p>elite empresarial e cultural,</p><p>alinhada à realidade</p><p>econômica da sociedade em</p><p>questão.É notável que essas</p><p>reformas muitas vezes são</p><p>concebidas sem uma</p><p>participação significativa da</p><p>sociedade, resultando em</p><p>desafios persistentes. No</p><p>Brasil, por exemplo, a</p><p>ausência de uma</p><p>abordagem participativa da</p><p>sociedade na elaboração de</p><p>políticas educacionais</p><p>contribui para a persistência</p><p>de um elevado número de</p><p>pessoas não alfabetizadas,</p><p>bem como para a baixa</p><p>qualidade do aprendizado na</p><p>sociedade. Essas lacunas</p><p>dificultam a eficácia do</p><p>sistema educacional em</p><p>cumprir seu papel</p><p>fundamental de redução das</p><p>desigualdades culturais,</p><p>políticas e econômicas entre</p><p>os mais desfavorecidos.</p>