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CEFALOMETRIA

Resumo sobre cefalometria: definição e objetivos; telerradiografia lateral (1,52 m; plano de Frankfurt paralelo ao solo); sequência de desenho das estruturas (terços superior, médio e tecidos moles); lista de pontos cefalométricos numerados; linhas/planos (6 h., 7 v.) e medidas (SNA, SNB).

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<p>CEFALOMETRIA:</p><p>Cefalometria, são medidas realizadas sobre a</p><p>cabeça.</p><p>Essa medição e feita sobre uma telerradiografia,</p><p>sobre as estruturas de interesse.</p><p>Objetivos da cefalometria:</p><p> Diagnóstico e prognóstico (dentes / maxila /</p><p>mandíbula e perfil)</p><p> Estudos de crescimento</p><p> Avaliações: pré e pós tratamento</p><p> Pesquisas</p><p>A cefalometria é um diagnóstico numérico, que</p><p>com base nos cálculos são apresentados</p><p>diagnósticos, tendo prognóstico favorável e</p><p>desfavorável. Nesse diagnóstico é avaliado</p><p>angulação dos dentes, ossos e até mesmo tecidos</p><p>moles.</p><p>A cefalometria só foi possível, depois da invenção</p><p>do raio-X.</p><p>Apolo foi sinônimo de estética facial, e serviu de</p><p>parâmetro para Angle.</p><p>Apenas em 1931 foi desenvolvido o cefalostato</p><p>que possibilitou a telerradiografia em norma-</p><p>lateral</p><p>Tomada Telerradiográfica lateral:</p><p> Distância entre o ponto focal do aparelho de</p><p>R-x e o plano sagital mediano é de 1,52m</p><p> Plano de Frankfurt paralelo ao solo</p><p>Material:</p><p> Papel transparente</p><p> Fita adesiva</p><p> Negatoscópio</p><p> Réguas</p><p> Lapiseira</p><p>Estruturas Anatômicas:</p><p>O desenho deve ser feito em uma sequência</p><p>correta, para não esquecer nenhuma</p><p>Terço superior</p><p>1. Osso frontal e nasal (não uni-los, respeitar</p><p>o espaço)</p><p>2. Sela túrcica e Clívus</p><p>3. Contorno orbitário (Como possuem dois</p><p>contornos orbitários o direito e esquerdo,</p><p>eles as vezes se sobrepõem ou não, dessa</p><p>forma, para não desenhar dois, deve ser</p><p>feito uma média, desenhando entre eles)</p><p>4. Fossa pterigomaxilar</p><p>5. Pório anatômico (meato acústico externo)</p><p>Terço médio</p><p>6. Maxila</p><p>7. Dentes superiores (Incisivo central e</p><p>primeiro e segundo molar)</p><p>8. Mandíbula (côndilo, base, ramo, sínfese)</p><p>9. Dentes inferiores</p><p>Tecidos moles</p><p>10. Vias aéreas superiores (parede posterior,</p><p>palato molde, parede anterior da farínge)</p><p>11. Perfil mole (glabela, nariz, lábios, queixo,</p><p>linha queixo-pescoço)</p><p>Sobre essas estruturas anatômicas são marcados</p><p>pontos</p><p>PONTOS CEFALOMÉTRICOS:</p><p>1. Ponto N (násio) – ponto mais anterior da</p><p>sutura frontonasal</p><p>2. Ponto S (sela) – centro da sela túrcica</p><p>3. Ponto Or (orbitário) – ponto mais inferior da</p><p>curvatura da órbita</p><p>4. Ponto Po (pório) – ponto mais superior do</p><p>meato acústico externo</p><p>5. Ponto ENA – extremidade anterior da espinha</p><p>nasal anterior</p><p>6. Ponto ENP – extremidade posterior da</p><p>espinha nasal posterior</p><p>7. Ponto A – ponto mais profundo na</p><p>concavidade anterior da maxila</p><p>8. Ponto B – ponto mais profundo na</p><p>concavidade anterior da sínfise</p><p>9. Ponto P ou Pog (pogônio) – ponto mais</p><p>anterior da sínfise</p><p>10. Ponto Me (mentoniano) – ponto mais inferior</p><p>da sínfise</p><p>11. Ponto Go (gônio) – ponto mais posterior e</p><p>inferior da mandíbula</p><p>Bissetriz do ângulo formado pela tangente da borda</p><p>inferior do corpo mandibular e a tangente da borda</p><p>posterior do ramo ascendente da mandíbula</p><p>Como faço: Go é o ponto mais posterior e</p><p>inferior, então o mais posterior é feito uma</p><p>tangente no ramo da mandíbula tocando a parte</p><p>posterior, depois a inferior é feito outra tangente</p><p>na parte mais inferior da mandíbula, na base.</p><p>Depois é feito a bissetriz onde essas linhas se</p><p>encontram e esse ponto é transferido para o</p><p>desenho</p><p>12. Ponto Gn – gnátio (ponto mais inferior e mais</p><p>anterior do contorno do mento)</p><p>Bissetriz do ângulo formado entre o Plano Go-Me e a</p><p>Linha Facial N-P</p><p>Junta Go ao Me, depois coloca a régua no N e</p><p>junta ao P, Onde essas linhas se cruzam, define o</p><p>Gn</p><p>13. Ponto Ls (labial superior) –confluência entre o</p><p>vermelhão labial e a pele do lábio superior</p><p>(geralmente o ponto mais anterior)</p><p>14. Ponto P’ ou Pog’ – ponto mais anterior do</p><p>mento do tecido mole *</p><p>LINHAS E PLANOS:</p><p>São 6 horizontais e 7 verticais</p><p>Linhas horizontais:</p><p>1. Linha SN</p><p>2. Plano de Frankfurt ( Po – Or)</p><p>Chamado assim porque quando unidos os pontos</p><p>forma uma geometria, devido a possuir duas</p><p>orbitas e dois meatos.</p><p>3. Plano palatino (ENP – ENA)</p><p>4. Plano oclusal inferior</p><p>Ponto oclusal médio da superfície de intercuspidação</p><p>dos primeiros molares, e na cúspide do incisivo</p><p>inferior</p><p>5. Plano mandibular Go – Gn</p><p>6. Plano mandibular Go – Me</p><p>Linhas verticais:</p><p>7. Linha NA</p><p>8. Linha NB</p><p>9. Linha AP (a régua é colocada nesses</p><p>pontos e é traçado um pontilhado para</p><p>cima do A)</p><p>10. Linha S – Gn (traçada até o primeiro molar</p><p>superior)</p><p>11. Longo eixo dos incisivos superiores</p><p>12. Linha longo eixo incisivos inferiores</p><p>13. Linha H (Holdaway)</p><p>MEDIDAS E INTERPRETAÇÃO:</p><p>As medidas que são avaliadas, devem ser</p><p>interpretadas, tendo como base um número de</p><p>referência, são divididos em estruturas e ao que</p><p>elas se referem</p><p>Posicionamento da régua:</p><p> Duas linhas formam um ângulo</p><p> O vértice deve ser posicionado no</p><p>encontro das linhas</p><p>ângulo SNA:</p><p>Relação da maxila com a base do crânio, Dent. mista e</p><p>permanente - 82º.</p><p>Ângulo SNB</p><p>Relação da mandíbula com a base do crânio</p><p>Dent. mista 77.5o Dent. Permanente 80º</p><p>Ângulo ANB</p><p>Relação entre a maxila e a mandíbula, Dent. mista</p><p>4.5º Dent. Permanente 2º</p>