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<p>ABR 1992 NBR 7462 Elastômero vulcanizado - Determinação da resistência à tração ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 andar CEP 20003 Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro RJ Método de ensaio Tel.: PABX(021)210-3122 Telex: BR Endereço Telegráfico: Origem: Projeto MB-57/1990 CB-05 Comitê Brasileiro de Automóveis, Caminhões, Tratores, Veículos Similares e Autopeças CE-05:014.01 Comissão de Estudo de Elastômeros Vulcanizados, Ensaios Físicos e Químicos NBR 7462 Vulcanized rubber Tensile strength determination Method of test Descriptor: Vulcanized rubber Esta Norma foi baseada na ASTM D-412 Esta Norma substitui a NBR 7462/1982 Copyright 1990, ABNT-Associação Brasileira Reimpressão da MB-5, de OUT 1990 de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Palavras-chave: Elastômero. Elastômero vulcanizado 5 páginas Todos os direitos reservados SUMÁRIO original do corpo-de-prova, correspondente a um dado 1 Objetivo alongamento antes da ruptura 2 Documento complementar 3 Definições 3.2 Tensão de ruptura 4 Aparelhagem 5 Execução do Força de tração por unidade de área da seção transversal 6 Resultados original do corpo-de-prova, no instante da ruptura. 1 Objetivo 3.3 Alongamento de ruptura 1.1 Esta Norma prescreve método para a determinação da resistência à tração de elastômeros vulcanizados fle- Deformação percentual do corpo-de-prova no instante da xíveis. 1.2 ensaio consiste em submeter um corpo-de-prova, 3.4 Deformação após a ruptura conforme NBR 9801, a uma solicitação de tração até a rup- tura, registrando-se a carga em função da deformação. Deformação percentual residual do corpo-de-prova rom- 2 Documento complementar pido, medida após um dado período de repouso. Na aplicação desta Norma é necessário consultar: 4 Aparelhagem NBR 9801 Preparação de placa de borracha vulca- 4.1 Dispositivos de corte para obtenção de corpos-de- nizada para físicos e químicos Procedimento prova 3 Definições 4.1.1 Os dispositivos de corte para obtenção de corpos- Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de-prova devem ser de aço, construídos segundo os mo- de 3.1 a 3.4. delos funcional (F), internacional (I) e reduzido (R) (ver Fi- guras 1 e 2). Os dispositivos devem ter as faces internas 3.1 Módulo perpendiculares ao plano do gume e polidas até uma pro- fundidade mínima de 5 mm, devendo ser afiados e isentos Força de tração por unidade de área da seção transversal de irregularidades.</p><p>4 A 4 Seção AA A 110 100 12 15° Detalhe do gume em corte Unid.: mm Figura - Dispositivo de corte modelo F</p><p>4.1.2 A largura média do dispositivo de corte na sua porção de laminação assinalado na placa. Os cortes dos corpos- central é determinada a partir de três medidas de largura de-prova devem ser obtidos por um único golpe aplicado entre as arestas cortantes dos gumes, e sobre dispositivo de corte, devendo a placa de borracha efetuadas no centro e nas extremidades da porção paralela ser lubrificada com água e estar apoiada sobre uma su- central, por meio de instrumento adequado, com aproxi- perfície plana com camada intermediária de papelão que mação de 0,01 mm, sendo de + 1% afastamento máximo não danifique o gume do dispositivo de corte. de qualquer valor em relação à média. Nota: corpo-de-prova funcional (F), em virtude de não apresen- tar ruptura constantemente localizada, determina valores 4.2 Marcador de tensão de ruptura e alongamento de ruptura mais altos do que aqueles provenientes do corpo-de-prova interna- marcador metálico apropriado para modelo de corpo- cional e reduzido (R). Em composição de borracha na- de-prova utilizado deve ter dois gumes paralelos e lisos, tural tipo goma-pura, a tensão de ruptura do corpo-de- com largura e distância entre si que imprimam no corpo de prova F é cerca de 20% superior à do corpo-de-prova prova duasmarcas paralelas de largura máxima de 0,5 mm e distanciadas de centro a centro, respectivamente, para 5.1.2 Os corpos-de-prova devem ser marcados na sua os modelos F e I, de (10,0 + 0,2) mm e (25,0 + 0,5) mm. porção paralela central, por meio do respectivo marcador metálico, com dois traços paralelos e normais ao seu eixo Nota: Se for acoplado um automático ao corpo-de- longitudinal. A marcação utilizada não deve afetar cor- prova, este não necessita ser marcado. po-de-prova. 4.3 Micrômetro 5.1.3 Considera-se a largura média do dispositivo de corte, definida em como a largura do corpo-de-prova. Deve ter mostrador graduado em 0,01 mm e apalpador ca- paz de aplicar pressão de 0,20 MPa a MPa de base 5.1.4 Considera-se a média de três medições efetuadas, circular, com diâmetro que permita o completo assenta- seção central e as outras nas extremidades da por- mento sobre corpo-de-prova no local de medida. Deve ção central, como a espessura do corpo-de-prova. ter também uma plataforma de apoio do apalpador de di- mensão tal que permita assentamento central do corpo- 5.1.4.1 As medições individuais devem ser efetuadas com de-prova. aproximação de 0,01 mm e não devem ser afastadas mais que + 1% da média. 4.4 Máquina de ensaio 5.2 Temperatura de ensaio 4.4.1 Amáquina de ensaio deve ser provida de dinamômetro de força capaz de indicar ou registrar a carga com A temperatura de ensaio deve estar entre (23 sendo exatidão de + que os corpos-de-prova devem ser precondicionados du- rante mínimo de 3 h nesse ambiente. Sempre que a tem- 4.4.2 As garras da máquina devem exercer pressão unifor- peratura do ambiente de ensaio não estiver compreendida memente distribuída sobre toda a largura do corpo-de- nesta faixa, deve-se fazer constar, com os resultados, a prova, de modo que deva aumentar com a carga de tração, temperatura correspondente. impedindo qualquer deslizamento. As garras não devem provocar a ruptura dos corpos-de-prova na região de fixa- 5.3 Ensaio ção destes. O corpo-de-prova deve ser preso pelas extremidades às Nota: Utilizando-se garra comum constituída de cilindro bascu- garras da máquina, tomando-se cuidado de regulá-lo si- lante transversal de 9,5 mm de diâmetro, deve-se tomar a metricamente, de modo que a tensão se distribua unifor- precaução de empregar cilindro não previamente memente em qualquer seção transversal. A máquina deve jateado com areia fina e untado com talco no momento do ser acionada, observando-se continuamente a distância ensaio, a fim de evitar a ruptura do corpo-de-prova na entre os centros dos traços de referência do alongamento. garra. 5.3.1 Determinação do módulo 4.4.3 A velocidade de afastamento das garras deve ser de (500 + 50) mm/min para modelos F e e de Registrar as forças correspondentes aos alongamentos (200 + mm/min para modelo R. procurados. 4.4.4 curso das garras deve permitir afastamento total 5.3.2 Determinação da tensão de ruptura mínimo de 750 mm. Registrar a força correspondente no instante da ruptura. 4.4.5 O dispositivo de medida do alongamento, manual ou automático, deve permitir leitura com aproximação de 5.3.3 Determinação do alongamento de ruptura Registrar as distâncias dos outros traços de referência no 5 Execução do ensaio instante da ruptura. 5.1 Corpos-de-prova 5.3.4 Determinação da deformação após a ruptura 5.1.1 cinco corpos-de-prova obtidos da placa, Juntar as duas porções rompidas do corpo-de-prova,</p><p>6 A 5 Seção AA A 127 38° 115 33 20° Detalhe do gume em corte a - Modelo I + 100 75 25 20 Unid.: mm b - Modelo R Figura 2. de corte modelos Le R</p><p>Nota: As forças devem ser medidas com aproximação de 1 as 6.2.2 O resultado do ensaio é a mediana das cinco determi- distâncias entre os centros dos traços de referência, no nações efetuadas, expresso com aproximação de 0,1 MPa. decorrer do tracionamento e 10 min após a ruptura, devem ser medidas respectivamente com aproximação de 1 mm 6.3 Alongamento de ruptura e 6.3.1 alongamento de ruptura deve ser expresso em por- 6 Resultados centagem, por meio da seguinte expressão: 6.1 Módulo d, ) 100 6.1.1 módulo correspondente a um dado alongamento deve ser expresso em MPa, por meio da seguinte ex- Onde: pressão: = alongamento de ruptura, em % C M(A) = L d, = distância entre os centros dos traços de referência Onde: no instante da ruptura, em mm = módulo a A% de alongamento, em MPa d, = distância inicial entre os centros dos traços de referência, em mm = força correspondente a A% de alongamento, em N 6.3.2 resultado do ensaio é a mediana das cinco deter- minações efetuadas, com 10% de aproximação. e = espessura original do corpo-de-prova, em mm 6.4 Deformação permanente após ruptura L = largura média do cunho, em mm 6.4.1 A permanente após ruptura deve ser ex- 6.1.2 resultado do ensaio é a mediana das cinco determi- pressa em porcentagem, por meio da seguinte expressão: nações efetuadas, expresso com aproximação de 0,1 MPa. d, D = ( ) 100 6.2 Tensão de ruptura Onde: 6.2.1 A tensão de ruptura deve ser expressa em MPa, por meio da seguinte expressão: D = deformação permanente após ruptura, em % C, = d, = distância final entre os centros dos traços de refe- rência, medida 10 min após a ruptura, em mm Onde: d, = distância inicial entre os centros dos traços de = tensão de ruptura, em MPa referência, em mm C, = força de ruptura, em N 6.4.2 resultado do ensaio é a mediana das cinco deter- minações efetuadas, com 10% de aproximação. e = espessura original do corpo-de-prova, em mm 6.4.3 Juntamente com os resultados deve-se fazer constar L = largura do cunho, em mm modelo do corpo-de-prova utilizado.</p>

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