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<p>Página 1</p><p>Copyright (c) 2013 - 2018 Stoodi Ensino e Treinamento a Distância LTDA - EPP - Todos os direitos reservados</p><p>1. INTERBITS 2012</p><p>A pergunta que se precisaria responder é a seguinte. A que é que se visava, com esta instituição de reclusão, em suas duas formas:</p><p>a forma compacta, forte, encontrada no início do século XIX e, mesmo depois, em instituições como escolas, hospitais psiquiátricos,</p><p>casas de correção, prisões, etc., e em seguida a reclusão em sua forma branda, difusa, encontrada em instituições como a cidade</p><p>operária, a caixa econômica, a caixa de assistência, etc.?</p><p>FOUCAULT, Michel. “Conferência V”. In: A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Nau, 2012, p. 112.</p><p>A resposta a essas perguntas, segundo Michel Foucault, é que as instituições</p><p>a. querem subjugar as pessoas.</p><p>b. têm o objetivo de punir os criminosos.</p><p>c. funcionam como um exercício autoritário do poder.</p><p>d. visam o controle social por meio da disciplina do corpo.</p><p>e. buscam uma forma de proteger a sociedade dos indivíduos subversivos.</p><p>2. UNESP 2012</p><p>Regulamentação publicada nesta segunda-feira, no Diário Oficial do Município do Rio, determina que as crianças e adolescentes</p><p>apreendidos nas chamadas cracolândias fiquem internados para tratamento médico, mesmo contra a vontade deles ou dos familiares.</p><p>Os jovens, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas), só receberão alta quando estiverem livres do vício. A</p><p>“internação compulsória” vale somente para aqueles que, na avaliação de um especialista, estiverem com dependência química.</p><p>Ainda de acordo com a resolução, todas as crianças e adolescentes que forem acolhidos à noite, “independente de estarem ou não</p><p>sob a influência do uso de drogas”, não poderão sair do abrigo até o dia seguinte.</p><p>(www.estadao.com.br, 30.05.2012. Adaptado.)</p><p>As justificativas apresentadas neste texto para legitimar a “internação compulsória” de usuários de drogas são norteadas por:</p><p>a. princípios filosóficos baseados no livre-arbítrio e na autonomia individual.</p><p>b. valores de natureza religiosa fundamentados na preservação da vida.</p><p>c. valores éticos associados ao direito absoluto à liberdade da pessoa humana.</p><p>d. realização prévia de consultas públicas sobre a internação obrigatória.</p><p>e. critérios médicos relacionados à distinção entre saúde e patologia.</p><p>3. UNESP 2011</p><p>(Adaptado)</p><p>Texto I</p><p>A amígdala cerebral e o córtex pré-frontal são regiões do cérebro reguladoras de emoções como culpa, remorso e medo de punição.</p><p>Duas pesquisadoras americanas estão revolucionando a comunidade científica ao afirmarem que, estudando essas duas importantes</p><p>áreas, é possível identificar em crianças de 3 anos se elas apresentam riscos de se tornarem criminosas quando adultas. Segundo os</p><p>cientistas Adrian Raine, da Universidade da Pensilvânia, e Nathalie Fontaine, da Universidade de Indiana, o cérebro de psicopatas</p><p>exibe amígdalas 20% menores do que as do cérebro de um não criminoso.</p><p>(IstoÉ, 16.03.2011. Adaptado.)</p><p>Página 2</p><p>Copyright (c) 2013 - 2018 Stoodi Ensino e Treinamento a Distância LTDA - EPP - Todos os direitos reservados</p><p>Texto II</p><p>Criminalidade é efeito, é forma perversa de protesto, gerada por uma patologia social que a antecede e que é, também ela, perversa.</p><p>Sem os filtros despoluidores da justiça social e da decência política, toda e qualquer medida contra o crime, por mais violenta e</p><p>repressiva que seja, constituirá mero recurso paliativo. É claro que a criminalidade, enquanto sintoma, tem de ser adequadamente</p><p>combatida por medidas policiais enérgicas. Mas que não se fique nisso, já que o puro e simples combate ao efeito não remove – nem</p><p>resolve – a causa que o produz. Ao contrário: a luta isolada contra o efeito pode tornar se danosa e perversa, uma vez que,</p><p>destruindo sua função alertadora e denunciadora, provoca uma cegueira perigosa, que aprofunda a raiz do mal.</p><p>(Hélio Pelegrino. Texto publicado em 1986. Adaptado.)</p><p>De acordo com Michel Foucault, a ciência moderna tem a função de</p><p>a. combater a criminalidade a partir de sua origem biológica.</p><p>b. adestrar os corpos para se enquadrarem a uma forma de poder.</p><p>c. fazer constatações neutras e imparciais sobre as características sociais.</p><p>d. garantir direitos mínimos ao cidadão por meio de estudo da estrutura biológica.</p><p>e. fomentar a violência da população na medida em que torna o indivíduo mais agressivo.</p><p>4. UNESP 2014</p><p>Governos que se metem na vida dos outros são governos autoritários. Na história temos dois grandes exemplos: o fascismo e o</p><p>comunismo. Em nossa época existe uma outra tentação totalitária, aparentemente mais invisível e, por isso mesmo, talvez, mais</p><p>perigosa: o "totalitarismo do bem". A saúde sempre foi um dos substantivos preferidos das almas e dos governos autoritários. Quem</p><p>estudar os governos autoritários verá que a "vida cientificamente saudável" sempre foi uma das suas maiores paixões. E, aqui, o</p><p>advérbio "cientificamente é quase vago porque o que vem primeiro é mesmo o desejo de higienização de toda forma de vício, sujeira,</p><p>enfim, de humanidade não correta. Nosso maior pecado contemporâneo é não reconhecer que a humanidade do humano está além</p><p>do modo "correto" de viver. E vamos pagar caro por isso porque um mundo só de gente "saudável" é um mundo sem Eros.</p><p>(Luiz Felipe Pondé. “Gosto que cada um sente na boca não é da conta do governo”. Folha de S.Paulo, 14.03.2012. Adaptado.)</p><p>Na concepção do autor, o totalitarismo</p><p>a. é um sistema político exclusivamente relacionado com o fascismo e o comunismo.</p><p>b. inexiste sob a égide de regimes políticos institucionalmente democráticos e liberais.</p><p>c. depende necessariamente de controles de natureza policial e repressiva dos comportamentos.</p><p>d. mobiliza a ciência para estabelecer critérios de natureza biopolítica sobre a vida.</p><p>e. estabelece regras de comportamento subordinadas à autonomia dos indivíduos.</p><p>5. PUC-PR 2010</p><p>Na sua obra Vigiar e punir, o filósofo francês Michel Foucault analisa as novas faces de exercício do poder disciplinar e afirma:</p><p>“Muitos processos disciplinares existiam há muito tempo: nos conventos, nos exércitos, nas oficinas também. Mas as disciplinas se</p><p>tornaram no decorrer dos séculos XVII e XVIII fórmulas gerais de dominação. (...) O momento histórico das disciplinas e o momento</p><p>em que nasce uma arte do corpo humano, que visa não unicamente ao aumento de suas habilidades, nem tampouco aprofundar sua</p><p>Página 3</p><p>Copyright (c) 2013 - 2018 Stoodi Ensino e Treinamento a Distância LTDA - EPP - Todos os direitos reservados</p><p>sujeição, mas a formação de uma relação que no mesmo mecanismo o torna tanto mais obediente quanto é mais útil, e inversamente.</p><p>Forma-se então uma política das coerções que são um trabalho sobre o corpo, uma manipulação calculada de seus elementos, de</p><p>seus gestos, de seus comportamentos. O corpo humano entra numa maquinaria de poder que o esquadrinha, o desarticula e o</p><p>recompõe. Uma "anatomia política", que é também igualmente uma "mecânica do poder", está nascendo; ela define como se pode ter</p><p>domínio sobre o corpo dos outros, não simplesmente para que façam o que se quer, mas para que operem como se quer, com as</p><p>técnicas, segundo a rapidez e a eficácia que se determina. A disciplina fabrica assim corpos submissos e exercitados, corpos</p><p>"dóceis".</p><p>(Vigiar e Punir, p. 118).</p><p>Segundo essa passagem, seria correto afirmar que:</p><p>I. O texto mostra como, a partir dos séculos XVII e XVIII o corpo foi descoberto como objeto e alvo de um novo poder e de novas</p><p>formas de controle, pelas quais são superadas antigas formas de domínio e instaurado um novo modelo com o fim de tornar os</p><p>corpos mais dóceis.</p><p>II. O fim dessas práticas é tornar o corpo obediente e disciplinado através de um rigoroso exercício de controle sobre gestos e</p><p>comportamentos. É assim que o corpo vira um novo objeto de poder.</p><p>III. Segundo o autor, essa é a primeira vez na história que o corpo se tornara objeto de poder, já que essas práticas eram comuns</p><p>tanto nos regimes escravocratas quanto nos monásticos.</p><p>IV. Esses novos mecanismos de controle têm, segundo o autor, uma única motivação: o domínio do corpo para exploração</p><p>econômica.</p><p>a. Apenas as assertivas I e III são verdadeiras.</p><p>b. Apenas as assertivas I e II são verdadeiras.</p><p>c. Apenas a assertiva IV é verdadeira.</p><p>d. Todas as assertivas são verdadeiras.</p><p>e. Apenas a assertiva I é verdadeira.</p><p>6. UEM 2012</p><p>(Adaptado)</p><p>“O pensamento de Foucault gira em torno dos temas do sujeito, verdade, saber e poder. É um pensamento que leva à crítica de</p><p>nossa sociedade, à reflexão sobre a condição humana. [...] Não há verdades evidentes, todo saber foi produzido em algum lugar, com</p><p>algum propósito. Por isso mesmo pode ser criticado, transformado, e, até mesmo destruído. Foucault considera que a filosofia pode</p><p>mudar alguma coisa no espírito das pessoas. [...] Seu pensamento vem sempre engajado em uma tarefa política ao evidenciar novos</p><p>objetos de análise, com os quais os filósofos nunca haviam se preocupado. Entre eles se destacam: o nascimento do hospital; as</p><p>mudanças no espaço arquitetural que servem para punir, vigiar, separar; o uso da estatística para que governos controlem a</p><p>população; a constituição de uma nova subjetividade pela psicologia e pela psicanálise; como e por que a sexualidade passa a ser</p><p>alvo de preocupação médica e sanitária; como governar significa gerenciar a vida (biopoder) desde o nascimento até a morte, e tornar</p><p>todos os indivíduos mais produtivos, sadios, governáveis.”</p><p>(ARAÚJO, I. L. Foucault: um pensador da nossa época, para a nossa época. In: Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED-PR,</p><p>2009. p. 225.)</p><p>Segundo o texto, é correto afirmar:</p><p>a. A renovação filosófica ocorre no contexto de afirmação positivista das ciências e fundação da subjetividade a partir da</p><p>fenomenologia.</p><p>b. A relação entre saber e poder diz respeito a uma prática política, não só epistemológica.</p><p>c. A sexualidade desaparece como tema de análise filosófica em razão da repressão dos desejos individuais e coletivos.</p><p>d. A expressão “biopoder” significa a associação entre as potencialidades humanas e o divino.</p><p>Página 4</p><p>Copyright (c) 2013 - 2018 Stoodi Ensino e Treinamento a Distância LTDA - EPP - Todos os direitos reservados</p><p>e. O papel da filosofia é revelar verdades metafísicas, independentemente de serem contestadas ao longo da História.</p><p>7. INTERBITS 2012</p><p>TEXTO I:</p><p>Elimine até 3 kg por mês comendo bolo!</p><p>É isso mesmo! Um estudo israelense comprovou que comer bolo no café da manhã acelera o metabolismo e ajuda a perder os</p><p>quilinhos a mais.</p><p>Revista Ana Maria. nº 820. 29/06/2012, p. 20.</p><p>TEXTO II:</p><p>“Se fizéssemos uma história do controle social do corpo, poderíamos mostrar que, até o século XVIII inclusive, o corpo dos indivíduos</p><p>é essencialmente a superfície de inscrição de suplícios e de penas; o corpo era feito para ser supliciado e castigado. Já nas</p><p>instâncias de controle que surgem a partir do século XIX, o corpo adquire uma significação totalmente diferente; ele não é mais o que</p><p>deve ser supliciado, mas o que deve ser formado, reformado, corrigido, o que deve adquirir aptidões, receber um certo número de</p><p>qualidades, qualificar-se como corpo capaz de trabalhar.”</p><p>FOUCAULT, M. Conferência V. In: A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: Nau, 2002, p. 119.</p><p>Segundo Michel Foucault, o modo como o Ocidente tem lidado com o corpo indica a</p><p>a. realocação do poder, que se torna um poder polimorfo e polivalente, capaz de tornar os corpos individuais úteis e adestrados.</p><p>b. valorização hedonista do corpo, como uma forma de alienação das mentes.</p><p>c. busca positiva da ética do bem-estar, por meio da ampliação da expectativa de vida.</p><p>d. perda dos ideais iluministas racionalistas, valorizando mais o corpo do que a mente.</p><p>e. transformação que torna a sociedade mais secular e descrente da religião, acarretando um problema moral.</p><p>8. INTERBITS 2012</p><p>Escola pública do DF começa a testar chip para monitorar alunos</p><p>Por meio de um chip fixado no uniforme, uma turma de 42 estudantes do primeiro ano do ensino médio tem suas entradas e saídas</p><p>monitoradas no CEM (Centro de Ensino Médio) 414 de Samambaia, cidade-satélite do Distrito Federal.</p><p>O projeto, que começou a funcionar no dia 22 de outubro, manda mensagem por celular aos pais ou responsáveis pelos alunos,</p><p>informando o horário de entrada e saída da escola.</p><p>Segundo a diretora do CEM, a medida foi tomada para aumentar a permanência dos alunos nas salas de aula. "Os professores dos</p><p>últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o</p><p>controle, eles dão um jeito de sair da escola".</p><p>Fonte: Folha on-line. 30 out. 2012. Adaptado. Disponível em: . Acesso em 30 out. 2012.</p><p>A reportagem acima apresenta um caso que pode ser comparado a(o)</p><p>a. livros didáticos, que têm como fundamento tornar os estudantes sujeitos autônomos.</p><p>Página 5</p><p>Copyright (c) 2013 - 2018 Stoodi Ensino e Treinamento a Distância LTDA - EPP - Todos os direitos reservados</p><p>b. panóptico, que tem intenção de controlar, mas também de tornar mais produtivos os corpos observados.</p><p>c. busca da verdade, que faz com que a Escola esteja comprometida com a emancipação humana.</p><p>d. luta de classes, que torna tensa a relação entre estudantes e professores.</p><p>e. discurso de ódio, que agride o sujeito através da linguagem.</p><p>9. UNIOESTE 2016</p><p>Os estudos realizados por Michel Foucault (1926-1984) apresentam interfaces que corroboram para estudos em diversas áreas de</p><p>conhecimento, entre as quais a Filosofia, Ciências Sociais, Pedagogia, Psiquiatria, Medicina e Direito. Em 1975, Foucault publicou a</p><p>obra “Vigiar e Punir: história da violência das prisões”, na qual propunha uma nova concepção de poder, a qual abandonava alguns</p><p>postulados que marcaram a posição tradicional da esquerda do período. Sobre a concepção de poder foucaultiana, é CORRETO</p><p>afirmar.</p><p>a. Só exerce poder quem o possui, por se tratar de um privilégio adquirido pela classe dominante que detém o poder econômico.</p><p>b. O poder está centralizado na figura do Estado e está localizado no próprio aparelho de Estado, que é o instrumento privilegiado do</p><p>poder.</p><p>c. Todo poder está subordinado a um modo de produção e a uma infraestrutura, pois o modo como a vida econômica é organizada</p><p>determina a política.</p><p>d. O poder tem como essência dividir os que possuem poder (classe dominante) daqueles que não têm poder (classe dos</p><p>dominados).</p><p>e. O poder não remete diretamente a uma estrutura política, ao uso da força ou a uma classe dominante: as relações de poder são</p><p>móveis e só podem existir quando os sujeitos são livres e há possibilidade de resistência.</p><p>10. INTERBITS 2012</p><p>De acordo com o pensamento de Michel Foucault, a sociologia se origina</p><p>a. para emancipar a população.</p><p>b. sem relação com as ciências naturais.</p><p>c. do interesse positivista de compreender cientificamente a sociedade.</p><p>d. fruto da ideologia capitalista de valorização do indivíduo em detrimento da sociedade.</p><p>e. dentro de um regime saber-poder, intimamente relacionada ao aparecimento da estatística e do controle das populações.</p><p>11. UNIOESTE 2015</p><p>A rebelião ocorrida na penitenciária de Cascavel/PR em agosto de 2014 remete ao passado e à história da repressão,</p><p>especificamente na passagem do período das punições à vigilância. O estudo mais representativo sobre a história das prisões é</p><p>Vigiar e Punir de Michel Foucault. Sobre as prisões atuais, tendo como referência essa obra, é CORRETO afirmar.</p><p>a. Na prisão, os delinquentes não são úteis nem econômica nem politicamente para o sistema.</p><p>b. O objetivo das prisões é reeducar os delinquentes, ensinando-lhes uma profissão que possa ser exercida ao saírem da prisão.</p><p>c. A prisão impede a reincidência e permite a correção do delinquente.</p><p>d. A prisão, para Foucault, longe de transformar os criminosos em gente honesta, serve apenas para fabricar novos delinquentes.</p><p>e. A função da prisão é retirar os criminosos de circulação e do convívio social, e nada mais.</p><p>Página 6</p><p>Copyright</p><p>(c) 2013 - 2018 Stoodi Ensino e Treinamento a Distância LTDA - EPP - Todos os direitos reservados</p><p>12. UEMA 2015</p><p>Gilberto Cotrim (2006. p. 212), ao tratar da pós-modernidade, comenta as ideias de Michel Foucault, nas quais “[...] as sociedades</p><p>modernas apresentam uma nova organização do poder que se desenvolveu a partir do século XVIII. Nessa nova organização, o</p><p>poder não se concentra apenas no setor político e nas suas formas de repressão, pois está disseminado pelos vários âmbitos da vida</p><p>social [...] [e] o poder fragmentou-se em micropoderes e tornou-se muito mais eficaz. Assim, em vez de se deter apenas no</p><p>macropoder concentrado no Estado, [os] micropoderes se espalham pelas mais diversas instituições da vida social. Isto é, os poderes</p><p>exercidos por uma rede imensa de pessoas, por exemplo: os pais, os porteiros, os enfermeiros, os professores, as secretarias, os</p><p>guardas, os fiscais etc.”</p><p>Fonte: COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Saraiva, 2006. (adaptado)</p><p>Pelo exposto por Gilberto Cotrim sobre as ideias de Foucault, a principal função dos micropoderes no corpo social é interiorizar e</p><p>fazer cumprir</p><p>a. o ideal de igualdade entre os homens.</p><p>b. o total direito político de acordo com as etnias.</p><p>c. as normas estabelecidas pela disciplina social.</p><p>d. a repressão exercida pelos menos instruídos.</p><p>e. o ideal de liberdade individual.</p><p>GABARITO: 1) d, 2) e, 3) b, 4) d, 5) b, 6) b, 7) a, 8) b, 9) e, 10) e, 11) d, 12) a,</p>

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