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<p>109</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Unidade III</p><p>7 HUMOR E HISTÓRIA</p><p>7.1 Humor no rádio</p><p>Programas humorísticos entram e saem da grade de programação do rádio conforme a audiência e</p><p>os contratos entre profissionais e empresários das mídias.</p><p>O programa Pânico, da rádio Jovem Pan FM, foi criado em 1993 e é transmitido até hoje. Entre 2012</p><p>e 2017, o programa, que também já foi para a TV, fez parte da programação da Rádio Bandeirantes.</p><p>Em 2014, a equipe de produção inseriu nas pautas as temáticas de política e economia, mas não perdeu</p><p>o tom humorístico e escrachado.</p><p>Figura 44</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3khbfXI. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>Saiba mais</p><p>O programa está disponível como podcast na internet:</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3kwwiWr. Acesso em: 13 jan. 2023.</p><p>110</p><p>Unidade III</p><p>Pedro Luiz Ronco, profissional especializado em rádio que cobriu matérias jornalísticas durante</p><p>vários anos, produziu um programa de humor tradicional que deu certo na rádio Band FM, com debates</p><p>entre ouvintes e apresentadores (A HORA…, [s.d.]). Ainda na Band, o programa Resenha, futebol e humor</p><p>substituiu o Na geral, que se transferiu para outras emissoras e atualmente está na Massa FM.</p><p>O Rádio matraca, por sua vez, da Rádio USP, foi criado pelos integrantes do grupo Língua de Trapo</p><p>em 1985 e traz até hoje humor, música e informação. O programa foi premiado pela Associação Paulista</p><p>de Críticos de Arte (PROGRAMAS…, [s.d.]).</p><p>Observação</p><p>Se você é um jornalista eclético, aprecia humor e tem boas ideias, pode</p><p>se empenhar também nessa área para rechear a programação das emissoras</p><p>tradicionais e da web e divertir as pessoas.</p><p>7.2 Mais histórias do rádio</p><p>O rádio é o jornal de quem não sabe ler, é o mestre de quem não pode ir à escola,</p><p>é o divertimento gratuito do pobre.</p><p>Edgard Roquette‑Pinto</p><p>É importante conhecer a história do rádio, as transformações pelas quais passou com os avanços</p><p>tecnológicos e suas atuais características. O rádio é um veículo de comunicação muito próximo das</p><p>pessoas e se reinventa a cada momento. Está em casa, nos tablets, computadores, celulares e em</p><p>outros aparelhos.</p><p>Qual é o melhor projeto jornalístico para cada emissora? Como os internautas acessam o rádio</p><p>e em quais horários? O perfil do ouvinte de hoje é o mesmo perfil dos antigos amantes do rádio? Quem</p><p>ouve música? E quem ouve notícia? Estas e outras questões devem ser respondidas para melhorar a</p><p>produção dos programas e interagir de modo mais completo com o público – e a história nos responde</p><p>muitas delas.</p><p>Entender a capacidade de adaptação e a diversidade do rádio e analisar as mudanças que aconteceram</p><p>e que ainda acontecem é de extrema importância para o profissional que trabalha nessa mídia. Desde</p><p>que o rádio chegou oficialmente ao Brasil – em 7 de setembro de 1922, para um evento internacional</p><p>em comemoração ao centenário da Independência – até hoje, mais de 100 anos depois, o rádio empolga</p><p>e comove as pessoas com suas histórias, seus programas jornalísticos, educativos, de entretenimento e</p><p>de prestação de serviços.</p><p>111</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Lembrete</p><p>Os podcasts são um bom exemplo da capacidade de adaptação e</p><p>diversidade do rádio.</p><p>Para aquele dia 7 foram instaladas torres de transmissão em pontos do Rio de Janeiro, Petrópolis,</p><p>Niterói e São Paulo para difundir o discurso do então presidente Epitácio Pessoa. Depois do discurso foi</p><p>tocada a ópera O guarani, de Antônio Carlos Gomes. Não se tinha noção exata naquele momento da</p><p>potência futura desse veículo de comunicação de massa, da audiência que posteriormente iria atingir.</p><p>Hoje, o rádio é eclético, atendendo os mais diversos públicos, de todas as classes sociais.</p><p>No livro Rádio no Brasil: 100 anos de história em (re)construção (RADDATZ et al., 2020), os autores</p><p>abordam bem a temática da constante transformação e adaptação desse veículo. Você pode baixar o</p><p>livro gratuitamente no site da editora, que traz a seguinte sinopse:</p><p>O rádio não pode ser pensado hoje como um meio exclusivamente sonoro, mas</p><p>também não se pode perder de vista sua raiz acústica. Assim como sua história,</p><p>está em transformação. Mais do que isso, está em constante (re)construção.</p><p>Hoje percebemos que parte do rádio está na internet – em sites, aplicativos</p><p>para dispositivos móveis, podcasts, ocupando espaços em redes sociais – e</p><p>outra parte segue na antena, nos carros, nas casas, nos radinhos portáteis,</p><p>nos celulares e em outros dispositivos multitarefa. O rádio é, como sempre</p><p>foi, múltiplo. Tem identidades diversas, representa o local, reflete sobre o</p><p>coletivo, abraça os sujeitos. Não se trata somente da técnica, mas de quem</p><p>fala, de como fala e de com quem dialoga. Este rádio permanece, mas</p><p>por sua diversidade não podemos fechá‑lo em um conceito. Se o rádio é</p><p>diverso, as pesquisas sobre ele também o são, assim como os olhares sobre</p><p>sua trajetória, sua evolução, seus sujeitos. Neste livro, organizado pelo GT</p><p>[grupo de trabalho] História da Mídia Sonora da Associação Brasileira de</p><p>Pesquisadores de História da Mídia (Alcar), as pesquisas contribuem para</p><p>essa (re)construção da história de um meio que há cem anos faz parte da</p><p>vida e da(s) identidade(s) dos brasileiros (RÁDIO…, [s.d.]).</p><p>Histórias interessantes mostram o poder do rádio. Uma delas é a transmissão que causou pânico</p><p>na população dos Estados Unidos em 30 de outubro de 1938. Adaptando para o rádio a obra A guerra</p><p>dos mundos, de H. G. Wells, sobre uma invasão alienígena, essa transmissão teve efeito sobre o público,</p><p>que naquela noite acreditou que a Terra estava de fato sendo atacada por marcianos. A versão de Orson</p><p>Welles para A guerra dos mundos, transmitida no Mercury Theater on the Air, constitui o exemplo mais</p><p>emblemático da força do rádio.</p><p>112</p><p>Unidade III</p><p>Saiba mais</p><p>Você pode ouvir a versão brasileira transmitida em 1971 pela rádio</p><p>Difusora, de São Luís, no Maranhão:</p><p>GUERRA dos mundos: Orson Welles (em português – Brasil). 24 jun.</p><p>2018. 1 vídeo (72 min). Publicado pelo canal Andre Uébe. Disponível em:</p><p>https://bit.ly/3XMDYC8. Acesso em: 22 dez. 2022.</p><p>7.3 O padre e o italiano</p><p>A invenção do rádio é atribuída ao italiano Guglielmo Marconi, mas essa é uma atribuição polêmica,</p><p>pois indícios apontam que o padre Roberto Landell de Moura fazia experimentos anteriores e às vezes</p><p>superiores aos dos cientistas estrangeiros. Esta história está bem contada no livro Padre Landell de</p><p>Moura, um herói sem glória: o brasileiro que inventou o rádio, a TV e o teletipo, do jornalista, pesquisador</p><p>e biógrafo Hamilton Almeida (2006).</p><p>O padre brasileiro não teve condições financeiras de implantar o sistema de rádio no Brasil nem teve</p><p>ajuda do governo. Suas primeiras transmissões ocorreram entre 1893 e 1894, e no dia 3 de junho de</p><p>1900, no alto de Santana, em São Paulo, Roberto Landell fez uma experiência particular com vários</p><p>de seus inventos. Demonstrou estudos de propagação do som, da luz e da eletricidade através do ar, da</p><p>terra e da água, obtendo em 9 de março de 1901 a patente brasileira de um aparelho que transmite a</p><p>distância, com e sem fio condutor, nesses três meios. O padre recebeu três cartas patentes: telégrafo sem</p><p>fio, telefone sem fio e transmissor de onda.</p><p>Saiba mais</p><p>Assista a uma reportagem da TV Cultura sobre o Padre Landell de Moura:</p><p>PADRE Roberto Landell de Moura. 28 abr. 2011. 1 vídeo (2 min). Publicado</p><p>pelo canal Jornalismo TV Cultura. Disponível em: https://bit.ly/3wppfkQ.</p><p>Acesso em: 14 jan. 2023.</p><p>Observação</p><p>Em 1923 foi fundada a primeira emissora de rádio oficial do Brasil, a</p><p>Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que em 1936 se tornou a Rádio MEC.</p><p>A concessão dessa emissora exige que ela seja educativa.</p><p>113</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>7.4 Testemunha ocular da história</p><p>Figura 45</p><p>Fonte: Villela (2022).</p><p>O Repórter Esso foi o primeiro noticiário transmitido no Brasil que não lia as matérias recortadas</p><p>de jornais, já que as notícias eram enviadas pela agência internacional americana. Famoso no rádio</p><p>e depois na TV, o programa seguia o mesmo</p><p>modelo da versão americana e era patrocinado pela Esso.</p><p>Sua primeira transmissão oficial foi na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, em 1941, com a cobertura</p><p>da Segunda Guerra Mundial. Esse noticiário tinha grande credibilidade, e muitos ouvintes só acreditavam</p><p>na notícia depois de divulgada no Repórter Esso.</p><p>Seus slogans mais famosos eram “o primeiro a dar as últimas” e “testemunha ocular da história”.</p><p>Alguns de seus locutores fizeram sucesso, como Benedito Ruy Rezende, Dalmácio Jordão, Kalil Filho,</p><p>Gontijo Teodoro, Luís Jatobá e Heron Domingues.</p><p>Saiba mais</p><p>A TV Brasil divulgou uma breve entrevista sobre a importância</p><p>desse programa:</p><p>REPÓRTER Esso: 80 anos de jornalismo. 28 ago. 2021. 1 vídeo (1 min).</p><p>Publicado pelo canal TV Brasil. Disponível em: https://bit.ly/3WBakP7.</p><p>Acesso em: 14 jan. 2022.</p><p>Vários livros tratam da história do Repórter Esso. Indicamos o de</p><p>Luciano Klöckner:</p><p>KLÖCKNER, L. O Repórter Esso: a síntese radiofônica mundial que fez</p><p>história. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2011.</p><p>114</p><p>Unidade III</p><p>8 POLÍTICA NO RÁDIO</p><p>Só sei que nada sei.</p><p>Sócrates</p><p>Diariamente políticos publicam nas mídias seu trabalho e suas propostas para reeleição. Quando</p><p>as eleições se aproximam, essa prática se intensifica. Existem, no entanto, normas para exibir</p><p>campanhas eleitorais gratuitas no rádio e na TV, as quais devem ser observadas por partidos políticos,</p><p>federações e coligações.</p><p>Saiba mais</p><p>O Tribunal Superior Eleitoral divulgou essas normas em 2022, ano de</p><p>eleições para presidente da República, governador, senador, deputado</p><p>federal e deputado estadual ou distrital.</p><p>CONHEÇA as regras para exibição de propaganda eleitoral gratuita no</p><p>rádio e na televisão. Tribunal Superior Eleitoral, 10 jan. 2022. Disponível em:</p><p>https://bit.ly/3H1c1Qr. Acesso em: 20 dez. 2022.</p><p>Lembrete</p><p>O jornalista ético deve tomar cuidado para não se deixar levar pelo</p><p>marketing político, que já está em excesso nas redes sociais. Todo jornalista</p><p>precisa dar espaço igual a entrevistados que queiram defender suas ideias</p><p>em um episódio político.</p><p>O livro Rádio palanque, da escritora Sonia Virgínia Moreira (1998), traz um estudo sobre os diversos</p><p>usos do rádio como meio de comunicação na política. A autora cita a linguagem fácil do veículo para</p><p>divulgação das ideias e alerta para o fato de que o rádio mantém os políticos sempre em evidência.</p><p>Moreira (1998) realça que o rádio passou a ser um dos principais integrantes de campanhas eleitorais,</p><p>em vez de se ater à essência do jornalismo e ouvir, sempre, todas as partes envolvidas. Fica a cargo das</p><p>mídias e dos jornalistas reverter essa história, que se repete até hoje.</p><p>Atualmente, muitos podcasts discutem e analisam a política tanto nacional como internacional.</p><p>Alguns são bem divulgados e produzidos por jornalistas que se destacam nas grandes mídias. Você pode</p><p>estudar seus conteúdos para elaborar produções deste tipo.</p><p>115</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Figura 46</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3kn40O4. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>Papo de política é um podcast em que as jornalistas Natuza Nery, Julia Duailibi, Maju Coutinho e</p><p>Andréia Sadi analisam semanalmente o atual cenário político, com conversas também de bastidores.</p><p>Saiba mais</p><p>Toda semana tem um novo episódio, que pode ser ouvido no G1, no</p><p>Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts.</p><p>Disponível em: http://glo.bo/2PnVSwH. Acesso em: 23 jan. 2023.</p><p>116</p><p>Unidade III</p><p>Figura 47</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3XqWTCq. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>O antagonista é um portal de jornalismo político brasileiro que, além de mostrar destaques e</p><p>análises das principais notícias nacionais e internacionais, que são atualizadas diariamente, também</p><p>disponibiliza podcasts. Claudio Dantas, por exemplo, apresenta o podcast Papo antagonista, com</p><p>temas e entrevistas diversificadas.</p><p>Saiba mais</p><p>O antagonista é integrado por Diogo Mainardi, Mario Sabino, Claudio</p><p>Dantas e equipe:</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3Hp9ZuE. Acesso em: 23 jan. 2023.</p><p>117</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Figura 48</p><p>Disponível em: https://spoti.fi/3XAXQYR. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>O podcast Estadão Notícias, por sua vez, divulga, analisa e comenta as principais informações</p><p>nacionais e internacionais. Produzido pela equipe do jornal O Estado de S. Paulo, seus temas são bem</p><p>diversificados e abordam de fake news a candidaturas dos futuros políticos para as eleições.</p><p>Saiba mais</p><p>Além de notícias do Brasil e do mundo, o podcast também apresenta</p><p>programas de temas específicos, como tecnologia:</p><p>Disponível em: https://spoti.fi/3WySRXL. Acesso em: 19 jan. 2023.</p><p>118</p><p>Unidade III</p><p>Figura 49</p><p>Disponível em: https://spoti.fi/3kns7MF. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>Também o Baixo clero, podcast de política do UOL, publica análises e temas polêmicos. Com uma</p><p>conversa informal, analistas discutem assuntos que dominam a pauta política.</p><p>Saiba mais</p><p>O Baixo clero apresenta ainda boletins dos colunistas do UOL:</p><p>Disponível em: https://spoti.fi/3ZUjTvB. Acesso em: 19 jan. 2022.</p><p>119</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Vários sites de emissoras de rádio também abordam a editoria de política, muitas vezes em tempo real.</p><p>Figura 50</p><p>Disponível em: http://glo.bo/3GKEWbg. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>120</p><p>Unidade III</p><p>Na CBN, por exemplo, você pode conferir a programação de alguns estados brasileiros.</p><p>Figura 51</p><p>Disponível em: http://glo.bo/2DfUIg0. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>Você pode pesquisar vários sites, blogs e portais políticos, alguns com podcasts, para complementar</p><p>o estudo, como o Blog do Noblat e o Centro de Mídia Independente, além de sites de parlamentares que</p><p>abordam essa temática.</p><p>121</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Saiba mais</p><p>Para complementar a reflexão sobre o tema, sugerimos a leitura deste</p><p>artigo de Mario Fanucchi, publicado na Revista USP.</p><p>FANUCCHI, M. O rádio de Brecht setenta anos depois. Revista USP,</p><p>n. 34, p. 125‑133, 1997. Disponível em: https://bit.ly/3HpcQni. Acesso em:</p><p>20 dez. 2022.</p><p>Exemplo de aplicação</p><p>Propomos que você ative sua criatividade e escreva um texto radiofônico com base na leitura e</p><p>interpretação de alguns tópicos que estudou sobre o rádio. Lembre‑se de que o seu texto poderá ser</p><p>gravado e publicado na internet em formato de podcast.</p><p>8.1 A mulher da casa abandonada</p><p>Figura 52</p><p>Disponível em: https://spoti.fi/3H9F1GP. Acesso em: 16 jan. 2023.</p><p>122</p><p>Unidade III</p><p>A mulher da casa abandonada é um podcast que fez grande sucesso em 2022.</p><p>Saiba mais</p><p>Você pode ouvir e analisar a série completa.</p><p>Disponível em: https://spoti.fi/3Hsix49. Acesso em: 22 dez. 2022.</p><p>Margarida Bonetti, proprietária de uma casa antiga localizada em Higienópolis, um bairro nobre</p><p>de São Paulo, cometeu há 20 anos um crime nos Estados Unidos: ela é acusada de ter mantido uma</p><p>empregada doméstica em trabalho análogo à escravidão. Como o Brasil não extradita seus cidadãos, ela</p><p>permaneceu aqui, mesmo procurada pelo FBI. Vinte e dois anos após a investigação, o crime prescreveu,</p><p>e “a mulher da casa abandonada” não foi julgada.</p><p>Depois de publicado o primeiro episódio da série do jornalista investigativo Chico Felitti, um inquérito</p><p>policial foi aberto, um mandado de busca e apreensão foi cumprido e muitos curiosos foram até a casa</p><p>para publicar histórias nas redes sociais.</p><p>Saiba mais</p><p>Chico Felitti lamenta a espetacularização do caso da foragida, como</p><p>indicado na reportagem a seguir.</p><p>TORRES, L. Chico Felitti critica “circo” criado em torno de “A mulher da casa</p><p>abandonada”. PopLine, 26 jul. 2022. Disponível em: https://bit.ly/3D8kmR4.</p><p>Acesso em: 22 dez. 2022.</p><p>123</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Resumo</p><p>A unidade III procurou abordar, de maneira geral, dois lados contrastantes:</p><p>o humor e a política no rádio. Foram apresentados exemplos de programas</p><p>humorísticos que fizeram sucesso, além de destacar outras histórias</p><p>deste veículo, desde a sua invenção até o Repórter Esso, um dos modelos</p><p>de  radiojornalismo. Quanto à política no rádio, alguns podcasts foram</p><p>indicados para (re)vivenciar programas antigos e atuais,</p><p>e foi proposto um</p><p>exercício e um artigo para análise. No final, foi introduzida a famosa série</p><p>em podcast A mulher da casa abandonada, apresentada em 2022, fruto de</p><p>seis meses de investigação do jornalista Chico Felitti, da Folha de S. Paulo,</p><p>um assunto muito comentado na internet e que causou polêmica.</p><p>124</p><p>Unidade III</p><p>Exercícios</p><p>Questão 1. Leia o texto a seguir, publicado em 16 de junho de 2022:</p><p>Cem anos do rádio no Brasil: os programas de humor</p><p>Em seus primórdios, as emissões radiofônicas contaram com poucas iniciativas na área do humor.</p><p>A Rádio Kosmos e a Rádio Cultura, em São Paulo, foram pioneiras nessa seara, logo após a</p><p>regulamentação da publicidade no rádio e com a popularização das audiências.</p><p>Um dos mais conhecidos e queridos programas de humor do rádio brasileiro foi o PRK 30.</p><p>Criado inicialmente por Renato Murce, com os atores Lauro Borges e Castro Barbosa, o programa</p><p>passou pelas rádios transmissora Mayrink Veiga e Nacional, no Rio de Janeiro, onde alcançou</p><p>enorme sucesso.</p><p>Os atores Paulo Gracindo e Brandão Filho protagonizaram durante décadas o quadro “Primo pobre</p><p>primo rico”, grande sucesso do programa Edifício balança, mas não cai, no rádio e na TV.</p><p>No final da década de 1960, o humor no rádio associou‑se ao esporte, mais especificamente ao</p><p>futebol, com a criação do programa Show de rádio, por Estevam Sangirardi, na Rádio Panamericana, a</p><p>Jovem Pan de São Paulo.</p><p>Atualmente, os programas de humor migraram para a internet e têm grande alcance de audiência</p><p>em plataformas como o YouTube e na novíssima rede social de vídeos curtos, o TikTok. Mas quando rádio</p><p>e humor se encontram, a resposta da audiência costuma ser muito positiva.</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3J46sDx. Acesso em: 1º jan. 2023.</p><p>Com base na leitura, avalie as afirmativas:</p><p>I – As primeiras transmissões radiofônicas ocorridas no Brasil tinham o humor como tônica das</p><p>suas programações.</p><p>II – “Primo pobre primo rico” foi um quadro do programa humorístico Edifício balança, mas não cai,</p><p>veiculado no rádio e na TV.</p><p>III – Hoje, os programas de humor migraram para a internet e perderam a audiência.</p><p>125</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>A) I, apenas.</p><p>B) II, apenas.</p><p>C) III, apenas.</p><p>D) I e II, apenas.</p><p>E) I, II e III.</p><p>Resposta correta: alternativa B.</p><p>Análise das afirmativas</p><p>I – Afirmativa incorreta.</p><p>Justificativa: segundo o texto, “em seus primórdios, as emissões radiofônicas contaram com poucas</p><p>iniciativas na área do humor”.</p><p>II – Afirmativa correta.</p><p>Justificativa: “no início da década de 1950, Paulo Gracindo e Brandão Filho consolidaram, na Rádio</p><p>Nacional, um dos quadros mais famosos do programa humorístico Edifício balança, mas não cai.</p><p>O primo pobre, vivido por Brandão Filho, e o primo rico, interpretado por Paulo Gracindo, mexiam com o</p><p>imaginário do público, que se identificava com situações da vida real. O quadro fez tanto sucesso que</p><p>ficou no ar, entre veiculações no rádio e na TV, por três décadas”.</p><p>Disponível em: https://bit.ly/3IJ5Naj. Acesso em: 1º jan. 2023.</p><p>III – Afirmativa incorreta.</p><p>Justificativa: segundo o texto, “atualmente, os programas de humor migraram para a internet e</p><p>têm grande alcance de audiência em plataformas como o YouTube e na novíssima rede social de vídeos</p><p>curtos, o TikTok”. Além disso, “quando rádio e humor se encontram, a resposta da audiência costuma ser</p><p>muito positiva”.</p><p>126</p><p>Unidade III</p><p>Questão 2. (Enade 2010) Leia o texto a seguir:</p><p>Fizemos o que deveria ser feito. Aniquilamos o mundo diante dos seus ouvidos e destruímos a CBS.</p><p>Mas vocês ficarão aliviados em saber que tudo não passou de um entretenimento de fim de semana.</p><p>Tanto o mundo como a CBS continuam funcionando bem. Adeus e lembrem‑se, pelo menos até amanhã,</p><p>da terrível lição que aprenderam hoje à noite: aquele ser inquieto, sorridente e luminoso que invadiu</p><p>sua sala de estar é um representante do mundo das abóboras e, se a campainha de sua porta tocar e</p><p>ninguém estiver lá, não era um marciano... é Halloween!</p><p>Adaptado de: ORTRIWANO, G. S. Ok, marcianos! Vocês venceram!</p><p>In: MEDITSCH, E. (org.). Rádio e pânico: A Guerra dos Mundos,</p><p>60 anos depois. Florianópolis: Insular, 1998. p. 133‑153.</p><p>O trecho acima é a reprodução de um comentário feito por Orson Welles no Dia das Bruxas de 1938,</p><p>após espantar a todos com a leitura do livro de H. G. Wells, A guerra dos mundos. Muitos espectadores</p><p>entraram em pânico, achando que marcianos realmente tinham invadido os Estados Unidos.</p><p>Considerando essas informações, avalie as afirmativas:</p><p>I – O conceito de rotatividade da audiência já era cogitado na época da transmissão radiofônica de</p><p>Orson Welles, em que a recepção era intimista e individualizada.</p><p>II – Além da informação, a ambientação sonora é essencial para criar o efeito de dramatização</p><p>no rádio.</p><p>III – Ao utilizar o formato jornalístico como padrão, Orson Welles explorou a credibilidade que tal</p><p>formato possuía.</p><p>IV – Na peça radiofônica, Welles misturou elementos presentes no noticiário (o verossímil, a realidade</p><p>convertida em fatos) com elementos específicos da estética radioteatral (a ficção e a dramatização).</p><p>É correto apenas o que se afirma em:</p><p>A) I e II.</p><p>B) I e III.</p><p>C) III e IV.</p><p>D) I, II e IV.</p><p>E) II, III e IV.</p><p>Resposta correta: alternativa E.</p><p>127</p><p>PRODUÇÃO JORNALÍSTICA EM RÁDIO</p><p>Análise das afirmativas</p><p>I – Afirmativa incorreta.</p><p>Justificativa: não se pode dizer que a transmissão de Welles considerou a rotatividade da audiência,</p><p>uma vez que o aviso de que se tratava de uma obra de ficção não foi reforçado ao longo da locução.</p><p>Além disso, a recepção do rádio não se caracterizava por ser intimista e individualizada.</p><p>II – Afirmativa correta.</p><p>Justificativa: como o rádio não conta com recursos iconográficos ou imagéticos, a ambientação</p><p>sonora é essencial para criar o efeito de dramatização da informação nele.</p><p>III – Afirmativa correta.</p><p>Justificativa: o formato jornalístico tem impacto sobre o ouvinte, pois cria efeito de verdade.</p><p>As pessoas tendem a crer naquilo que é noticiado. Na época, as pessoas estavam acostumadas a receber</p><p>informação pelo rádio. Assim, a linguagem influenciou no modo como a transmissão foi recebida.</p><p>IV – Afirmativa correta.</p><p>Justificativa: na transmissão, Welles envolveu o ouvinte com elementos comuns, presentes nos</p><p>noticiários, como a linguagem jornalística, e elementos específicos da estética radioteatral, como a</p><p>sonoplastia, usados em radionovelas, por exemplo.</p><p>128</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>Audiovisuais</p><p>ALERTAS de desmatamento da Floresta Amazônica crescem 61% em 2020. 27 maio 2020. 1 vídeo (2 min).</p><p>Publicado pelo canal Repórter Eco. Disponível em: https://bit.ly/3IN0mHw. Acesso em: 17 jan. 2023.</p><p>OS BORDÕES de Cléber Machado e Galvão Bueno. 30 jan. 2019. 1 vídeo (7 min). Publicado pelo canal</p><p>Narração Esportiva. Disponível em: https://bit.ly/3H2DYZ4. 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