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<p>Sistemas Adesivos:</p><p>P r o f . S a n d r o L o r e t t o</p><p>O que estes</p><p>procedimentos</p><p>“estéticos”</p><p>apresentam em</p><p>comum?</p><p>Adesividade!!!</p><p>“A possibilidade de aderir materiais restauradores às</p><p>estruturas dentais revolucionou a prática</p><p>odontológica cotidiana. O desenvolvimento da adesão</p><p>caminhou lado a lado com a evolução das resinas</p><p>compostas, a aceitação de uma filosofia de mínima</p><p>intervenção, o entendimento da etiopatogenia da</p><p>doença cárie e a valorização da estética nos</p><p>tratamentos restauradores”.</p><p>Conceição, Hilgert, 2018</p><p>Carvalho, 2004</p><p>“Como cirurgiões-dentistas, temos a</p><p>obrigação de saber selecionar um</p><p>adesivo que atenda às necessidades</p><p>clínicas que julgamos importantes, e</p><p>ainda, conhecer sua origem,</p><p>composição, mecanismo de ação e</p><p>modo de uso, para que possamos</p><p>alcançar o máximo do seu benefício”.</p><p>sistemas adesivos?</p><p>“Sistemas adesivos são</p><p>materiais responsáveis</p><p>por produzir a união do</p><p>material restaurador às</p><p>estruturas dentais”.</p><p>Carvalho et al., 2004</p><p>“Adesivos dentais são</p><p>combinações de monômeros</p><p>resinosos de diferentes pesos</p><p>moleculares e viscosidades. A</p><p>diluição dos monômeros, de</p><p>modo a atingir a fluidez</p><p>necessária para a aplicação</p><p>clínica, é conseguida pela adição</p><p>de diluentes resinosos, solventes</p><p>orgânicos, como a acetona e o</p><p>álcool, além da água presente</p><p>em várias formulações”.</p><p>Carvalho et al., 2004</p><p>Monômeros</p><p>Diluentes</p><p>Solventes</p><p>Aderente 1</p><p>Aderente 2</p><p>Carvalho et al., 2019</p><p>Baseado na troca de componentes inorgânicos do dente por resinas</p><p>sintéticas. Este processo envolve 2 fases: remoção de fosfatos de cálcio</p><p>do esmalte e dentina (exposição de microporosidades), e a hibridização,</p><p>com infiltração e polimerização in situ do material resinoso.</p><p>Ozer, Blatz, 2013</p><p>Dentina</p><p>Esmalte</p><p>ouMaterial resinoso</p><p>Adesivo</p><p>Material resinoso</p><p>Adesivo</p><p>Van Meerbeek et al., 2020</p><p>Então, como obter sucesso</p><p>com os procedimentos</p><p>adesivos em Odontologia?</p><p>Materiais e</p><p>Estratégias de</p><p>União Adesiva</p><p>Substratos</p><p>Dentais (Esmalte</p><p>e Dentina)</p><p>Protocolos</p><p>Clínicos de União</p><p>Adesiva</p><p>Odontologia</p><p>Adesiva</p><p>Sabendo a função e</p><p>composição básica dos</p><p>adesivos, como classificá-los?</p><p>Basicamente, podemos classificar os</p><p>adesivos odontológicos em...</p><p>Ainda, os adesivos</p><p>odontológicos podem</p><p>ser classificados pelo</p><p>número de passos</p><p>clínicos!</p><p>Classificação pelo número</p><p>de passos clínicos</p><p>Sistemas</p><p>Convencionais</p><p>Sistemas</p><p>Autocondicionantes</p><p>e e</p><p>Perdigão, 2007</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>V</p><p>E</p><p>N</p><p>C</p><p>I</p><p>O</p><p>N</p><p>A</p><p>I</p><p>S</p><p>A</p><p>U</p><p>T</p><p>O</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>D</p><p>I</p><p>C</p><p>I</p><p>O</p><p>N</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>E</p><p>S</p><p>3 passos</p><p>2 passos</p><p>Sistemas Convencionais</p><p>2 passos</p><p>1 passo</p><p>Sistemas Autocondicionantes</p><p>Não Simplificados Simplificados</p><p>Hidrofilicidade Hidrofilicidade</p><p>Sistemas Adesivos</p><p>Van Mee rbee k e t a l . , 2 0 1 0</p><p>Sistemas Autocondicionantes</p><p>Quanto ao pH</p><p>FORTE (</p><p>2001)</p><p>(Suppa et al., 2006; Wang et al., 2007)</p><p>(Yoshiyama et al.,</p><p>2002; Say et al., 2001)</p><p>(Say et al., 2001)</p><p>Dentina hipermineralizada, com grande</p><p>quantidade de cálcio e magnésio!!!</p><p>A resistência de união à dentina esclerótica é</p><p>menor em relação à dentina normal (sadia). Isso se</p><p>deve a oclusão tubular por sais minerais ácido-</p><p>resistentes que comprometem a formação dos “tags”</p><p>resinosos após o condicionamento ácido. Nas lesões</p><p>cervicais não cariosas, além da oclusão tubular,</p><p>diversas partes dessas lesões contém áreas</p><p>hipermineralizadas, resistente tanto a ação do</p><p>ácido fosfórico, quanto dos “self etching</p><p>primers”. Essa camada impede a hibridização da</p><p>camada de dentina esclerótica subjacente. Os</p><p>condicionadores ácidos e os monômeros resinosos</p><p>penetram em diferentes profundidades nessa</p><p>estrutura “multi-camadas”. Quando a união adesiva</p><p>é estendida para incluir a dentina sadia</p><p>periférica, a resistência de união é elevada o</p><p>suficiente para permitir a retenção de</p><p>restaurações nestas cavidades.</p><p>T a y F e t a l . 2 0 1 6</p><p>Ta y F , Pa sh le y DH , 2 0 0 4</p><p>Luque-Mar t ine z IV e t a l . 2 0 1 3</p><p>FORTE (≤ 1.0) ULTRA-SUAVE (>2.5)INTERMEDIÁRIO (1.0-2.0) SUAVE (≈2.0)</p><p>˃2.0 µm 1.0 µm1.0-2.0 µm</p>

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