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DEI/Jaime Fonseca 1 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial AUTOMAÇÃO DEI/Jaime Fonseca 2 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Programa Introdução Instrumentação, sensores e medidas Características dos sensores Tipo de sensores Sensores de Temperatura Sensores de Luz Sensores de Força Sensores de Deslocamento Sensores de Som Sensores de Caudal Sensores de Distância Sistemas Electropneumáticos e Electrohidráulicos Concepção de um automatismo Características de um automatismo Estrutura de um automatismo Implementação de um automatismo DEI/Jaime Fonseca 3 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Programa Métodos gráficos para representação da lógica Diagrama de contactos Diagrama lógico Grafcet Autómatos programáveis Estrutura de um autómato programável Tipo de entradas Tipo de saídas CPU Memórias Cartas mais usuais Programação de autómatos Linguagens de programação Áreas de memória – CPM 1 Instruções de tratamento lógico Funções em Ladder Redes industriais Conceitos gerais de redes Tipos de redes industriais Sistemas scada DEI/Jaime Fonseca 4 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Apresentação da disciplina Escolaridade 2h Teóricas + 1h Teórico-Prática Avaliação Exame final (2 chamadas) Trabalho prático ? Início das aulas Teórico-práticas Dia 7/10/04 Elementos de estudo Apontamentos da disciplina Exercícios propostos Livros existentes na biblioteca DEI/Jaime Fonseca 5 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Apresentação da disciplina Jaime@dei.uminho.pt http://www.dei.uminho.pt - 5ªs feiras, das 15.00 às 17.00 DEI/Jaime Fonseca 6 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Introdução DEI/Jaime Fonseca 7 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistema Electromecânico Processo Processamento (Electrónica) Transdutor de Entrada Transdutor de Saída Grandezas físicas: temperatura pressão deslocamento ... Actuação DEI/Jaime Fonseca 8 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instrumentação, Sensores e medidas DEI/Jaime Fonseca 9 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores sinal eléctrico grandeza física grandeza física Transdutor de Entrada Transdutor de Saída sinal eléctrico DEI/Jaime Fonseca 10 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores de entrada (exemplos) Tipo Entrada Potência Disponível (W) Tensão (V) Corrente (A) Saída Termopar Temperatura 0.5 x 10-4 10-3 10-1 Tensão (CC) Célula fotovoltaica Luz 0.5 x 10-5 10-1 10-4 Tensão (CC) Extensómetro Força — — — Resistência Tacómetro Velocidade 10-3 100 10-3 Tensão (CC) Microfone Som 10-8 10-3 — Tensão (CA) "Pickup" magnético Vibração 0.25 x 10-6 10-2 10-4 Tensão (CA) Resolver Ângulo 10-2 – 10 10 — Tensão (CA) DEI/Jaime Fonseca 11 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores de saída (exemplos) Tipo Potência (W) Rendimento (%) Aplicações Motor eléctrico 1 – 106 75 – 95 Sistemas de controlo Altifalante 1 – 102 3 – 10 Sistemas de som Galvanómetro 10-6 (F.S.D.)* — Sistemas de medida Voltímetro electrostático 10-6 (F.S.D.)* — Sistemas de medida Relé 10-4 – 10-1 — Sistemas de controlo Tubo de raios catódicos (CRT) 10-7 — Sistemas de medida e monitorização DEI/Jaime Fonseca 12 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores (miscelândia) Tipo Entrada Saída Aplicações Extensómetro Força Variação de resistência Medida de força, tensão, deslocamento Célula de carga* Força/pressão Variação de resistência Medida de peso, pressão Fotocélula Intensidade da luz Tensão Fontes de energia,dispositivos sensíveis a luz Transformador diferencial (LVDT) Deslocamento (linear) Variação de indutância Medida de deslocamento Termopar Temperatura Variação de tensão Sistemas de controlo e monitor. de temperatura Termistor Temperatura Variação de resistência Sistemas de controlo e monitor. de temperatura Tacómetro Velocidade angular Tensão Sistemas de controlo de velocidade DEI/Jaime Fonseca 13 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Sempre que a propriedade física de um material se altera em resposta a uma excitação então esse material pode ser usado como sensor. Características estáticas dos sensores Gama de funcionamento Resolução Erro Precisão Exactidão (accuracy) Sensibilidade Linearidade Repetibilidade e estabilidade Histerese Limite (threshold) e zona morta (Dead Zone) DEI/Jaime Fonseca 14 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Gama Máximo e mínimo valores que podem ser medidos. Resolução A resolução define-se como a quantidade mais pequena que um sistema é capaz de distinguir. Exemplo : Considere-se o caso duma resistência variável de 100Ω com uma resolução de 1% do seu valor máximo, ou seja A resistência pode assim ser ajustada para 1Ω, 2Ω, 3Ω, etc., mas não pode fixar-se em 2.2Ω ou 4.5Ω (admitindo que se começa em 0Ω). Erro Diferença entre o valor medido e o valor real Erro aleatório Erro Sistemático DEI/Jaime Fonseca 15 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Exactidão (Accuracy) É o desvio entre o valor medido e o valor real. Valor de referência – É um valor real definido previamente, frequentemente é o valor de fim de escala 100 - (%) ×= referênciadeValor MedidoValorrealValorExactidão DEI/Jaime Fonseca 16 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Precisão A precisão de um sistema é uma medida de como o desempenho do sistema se aproxima das expectativas. Exemplo : A especificação da precisão de grande parte dos aparelhos de medida – dum voltímetro, p. ex. –, faz-se normalmente nestes termos, isto é, em termos do valor máximo de funcionamento ou fim de escala. Dizer que a classe de precisão dum voltímetro é 0.1, por exemplo, quer dizer que o maior erro que é possível cometer numa medida (tendo em conta todas as fontes de imprecisão), é 0.1% do valor máximo da escala em que se está a trabalhar. Assim, quando trabalhamos na escala de 20V, o maior erro absoluto que cometemos é: Quando medimos nesta escala, uma tensão de 5V, o erro relativo cometido é de: 0.1 100 × 20V = 0.02 V ± 0.02 V 5V ×100% = ±0.4% DEI/Jaime Fonseca 17 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Relação entre precisão e exactidão DEI/Jaime Fonseca 18 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Sensibilidade A sensibilidade pode entender-se como a variação da saída por unidade de variação da entrada. Exemplo: Considere-se o sistema de controlo de velocidade electrónico da fig. Neste caso a referência de velocidade é determinada pela tensão no ponto médio do potenciómetro, Er. Vamos admitir que quando Er = 5V, a velocidade é 3000rpm (rotações-por-minuto). Para Er = 6V, a velocidade é 4000rpm. A sensibilidade é então de (6 – 5)V para a variação correspondente de (4000 – 3000) rpm, ou seja, 1000rpm/V. Tacómetro Amp. Saída (r.p.m do veio) DEI/Jaime Fonseca 19 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores No exemplo anterior se quisermos provocar uma alteração de 4000rpm na velocidade, devemos variar a entrada de (4000 a dividir pela sensibilidade): ∆Er = 4000rpm 1000rpm V = 4V Ou seja, é necessário variar a tensão Er de 5V para 9V. É possível traçar um gráfico com os pontos acima obtidos: Er Velocidade (rpm) 5 3000 6 4000 9 7000 DEI/Jaime Fonseca 20 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Linearidade A linearidade podedefinir-se como o desvio da relação entre duas grandezas de uma linha recta. Resistência vs posição angular do veio (relação linear) DEI/Jaime Fonseca 21 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Recta que melhor se ajusta Recta de referência (linearidade terminal) %linearidade = ∆R Rmax × 100 %linearidade = ∆R Rx ×100 Linearidade independente DEI/Jaime Fonseca 22 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Repetibilidade e estabilidade do zero Repetibilidade refere-se a um conjunto de medidas com o mesmo valor e pode ser expressa em percentagem por: A “estabilidade do zero” refere-se à estabilidade do valor zero. 100 .... ....% × + − = LidValMinLidoValMax LidValMinLidoValMaxdaderepetibili 100.. ×= Média MediaDesvMax DEI/Jaime Fonseca 23 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Histerese Relação entre a entrada e a saída de um sensor. É uma característica do material que está relacionada com a inércia ao nível molecular. DEI/Jaime Fonseca 24 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características dos sensores Limite e zona morta O limite representa a mais pequena variação na entrada que é detectada/discernível na saída. A zona morta corresponde a uma zona em que pode existir uma variação da entrada entre valores negativos e positivos em torno do zero sem o valor de saída estabilizar. DEI/Jaime Fonseca 25 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura Termómetros de resistência (RTD –Resistance Thermometer detectors) São dispositivos normalmente constituídos por fios de platina (também denominados platinum resistance thermometers or PRT) São lineares mas com uma pobre sensibilidade. PRT Típico PRT de bainha DEI/Jaime Fonseca 26 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura 500ºC DEI/Jaime Fonseca 27 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura Termístores Usam materiais com um alto coeficiente térmico de resistência. Como por exemplo óxido de magnésio, cobalto, cobalto, níquel e outros metais. Sensíveis mas de fraca linearidade DEI/Jaime Fonseca 28 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura Temperatura (°C) R es is tê nc ia (Ω ) DEI/Jaime Fonseca 29 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura Termopares São os sensores de temperatura mais largamente usados na indústria. A sua capacidade para medir sem qualquer fonte de alimentação externa, a excelente repetibilidade, razoável custo e facilidade de fabrico são alguns dos motivos responsáveis por esta situação. 2760 2482 2204 1927 1649 1371 1093 816 538 260 -18 °C °F DEI/Jaime Fonseca 30 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura DEI/Jaime Fonseca 31 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de temperatura (resumo) Características Termopar Termistor Termoresistência Gama de temperatura –190°C — 2500°C (0 absoluto) — 320°C –270°C — 1200°C Linearidade 10 — 25% 10% — 25% 0.17%: –20°C — 100°C 1.62%: –20°C — 420°C Precisão 0.1% — 5% 5% 0.01% (facilmente) Estabilidade Excelente Pobre Excelente Nível de sinal 40mV/°C (ou menos) 500mV/°C — 1V/°C (com uma ponte) até 200mV/°C (com uma ponte) Medida dum só ponto Excelente Excelente Pobre Área de medida Pode ser muito pequena Muito pequena Grande DEI/Jaime Fonseca 32 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores Ópticos (Sensores de Luz) Fotoresistência (LDR – "Light Dependent Resistor") Fotodíodo Eléctrodos de metal sobre uma superficie de sulfureto de cádmio DEI/Jaime Fonseca 33 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores Ópticos (Sensores de Luz) Fototransístor Fotocélula 2/35 célula/5.0 %10 cmmA V =η DEI/Jaime Fonseca 34 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores Baseados na Medida de Deformação - Extensómetros 1 0 0 1 01 1 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 )metal do aderesistivid (, A A L LRR A A L L R R A LR A LR o ⋅⋅=→⋅= →== ρρρ ) 2%(02.1 99.0 01.1 secção) na diminuição de 1%(99.0 o)compriment no incremento de 1%(01.1 0 0 0 0 0 01 01 01 =∆=⋅⋅= = = RR A A L LRR LA LL gauge)de(factor LL RRG ∆ ∆ = 2 01.0 02.0 02.0%2,01.0%1 ==→ == ∆ == ∆ G R R L L d0 L0 L1 d1 R0 R1 P F ∆L π = 2 0 0 4 dA π = 2 1 1 4 dA Direcção de deformação DEI/Jaime Fonseca 35 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Extensómetros DEI/Jaime Fonseca 36 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Transdutores Baseados na Medida de Deformação CBDA RRRR ⋅=⋅ )( 4 RRse R RVv ∆>> ∆ ≈ DEI/Jaime Fonseca 37 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Medida de Força/Pressão )( 2 RRse R RVv ∆>> ∆ ≈ DEI/Jaime Fonseca 38 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Medida de Força/Pressão DEI/Jaime Fonseca 39 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Potenciómetros São dos dispositivos mais largamente usados para medir deslocamentos devido à sua simplicidade. Pode medir deslocamentos angulares ou lineares. É de baixo custo e de fácil utilização. R RVv RR RR RVv r r r r ≈ >> + = ,para DEI/Jaime Fonseca 40 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Sensores de proximidade indutivos O enrolamento indutivo é afectado pela presença de materiais ferromagnéticos. A proximidade de um material ferromagnético é determinada pela medida da indutância no enrolamento. DEI/Jaime Fonseca 41 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Medida de proximidade – detectores de fim de curso Sensor de deslocamento digital. Consoante a sua forma de funcionamento podem ser dividido em : microswitches, float switches, pressure switches, etc. DEI/Jaime Fonseca 42 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento DEI/Jaime Fonseca 43 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Opto-switches Consiste num emissor de luz e num sensor de luz juntos numa mesma unidade. DEI/Jaime Fonseca 44 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Transformador diferencial (LVDT) Comportamento linear Disponível para medidas até 1 m com resolução praticamente infinita Robusto DEI/Jaime Fonseca 45 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Codificador absoluto (Absolute position encoder) Angulo Binário Decimal 0 000 0 45 001 1 90 010 2 135 011 3 180 100 4 225 101 5 270 110 6 315 111 7 DEI/Jaime Fonseca 46 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Codificador incremental Usa uma simples linha que alterna o preto/branco Detecta o movimento nos dois sentidos, os impulsos são contados para determinar a posição absoluta (deverá ser inicialmente feito o reset). DEI/Jaime Fonseca 47 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Sentido directo Sentido inverso DEI/Jaime Fonseca 48 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de deslocamento Outras técnicas de contagem para determinar o deslocamento Diferentes métodos usam a contagem para determinar a posição. Opto-switch sensorInductive sensor DEI/Jaime Fonseca 49 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de som Microfones Existem microfonesde diferentes tipos: Carbono (resisitivos), capacitivos, piezoeléctricos, etc. Terminais do enrolamento Suporte Membrana suspensa e enrolamento íman DEI/Jaime Fonseca 50 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de som Cristal Eléctrodo de metal Eléctrodo de metal Diafragma Saída Estrutura básica de um microfone de cristal Saída Estrutura básica de um microfone capacitivo DEI/Jaime Fonseca 51 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de Caudal Medida por diferencial de pressão (medidores do tipo “Venturi”) DEI/Jaime Fonseca 52 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de Caudal Medidores do tipo rotativo DEI/Jaime Fonseca 53 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de Caudal Dispositivos do tipo Vortex Medidores de caudal por ultra-sons DEI/Jaime Fonseca 54 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sensores de distância Infravermelhos Ultrassons DEI/Jaime Fonseca 55 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Solar Cell Digital Infrared Ranging Compass Touch Switch Pressure Switch Limit Switch Magnetic Reed Switch Magnetic Sensor Miniature Polaroid Sensor Polaroid Sensor Board Piezo Ultrasonic Transducers Pyroelectric Detector Thyristor Gas Sensor Gieger-Muller Radiation Sensor Piezo Bend Sensor Resistive Bend Sensors Mechanical Tilt Sensors Pendulum Resistive Tilt Sensors CDS Cell Resistive Light Sensor Hall Effect Magnetic Field Sensors Compass IRDA Transceiver IR Amplifier Sensor IR Modulator ReceiverLite-On IR Remote Receiver Radio Shack Remote Receiver IR Sensor w/lens GyroAccelerometer IR Reflection Sensor IR Pin Diode UV Detector Metal Detector DEI/Jaime Fonseca 56 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Actuadores Electropneumáticos e Electrohidráulicos DEI/Jaime Fonseca 57 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas Pneumáticos Introdução Utilizam como forma de energia o ar-comprimido e são utilizados em sistemas de comando e automatização A automatização pneumática constitui, juntamente com a electrónica, o principal meio de automatização de várias indústrias; a maior parte das aplicações em "automação de baixo custo" utilizam a pneumática como sistema de controlo e automação DEI/Jaime Fonseca 58 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas Pneumáticos Vantagens O ar existe em volume ilimitado (não custa dinheiro) Quando comprimido pode ser facilmente armazenado para posterior utilização Não arde São sistemas não poluentes e “limpos” Facilmente se associam a outros sistemas de transmissão de energia Grande facilidade na automatização de sistemas Desvantagens O ar é compressível o que dificulta um posicionamento preciso O ar expande-se o que pode originar acidentes do tipo explosão Não permitem a aplicação de forças elevadas já que não é possível utilizar pressões elevadas DEI/Jaime Fonseca 59 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial DEI/Jaime Fonseca 60 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial DEI/Jaime Fonseca 61 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Componentes de Sistemas Pneumáticos Motores pneumáticos (elementos que transformam a energia potencial do ar-comprimido em energia mecânica) Cilindros (movimento linear) Efeito simples Efeito duplo – A pressão do ar pode ser aplicada ao pistão nos dois sentidos Cilindros de efeito simples Cilindros de efeito duplo DEI/Jaime Fonseca 62 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Componentes de Sistemas Pneumáticos Válvulas (elementos que regulam e controlam a energia) Direccionais – Dirigem o ar para as diferentes partes do circuito. Reguladoras/limitadoras de pressão – As reguladoras mantêm a pressão a jusante constante, independentemente da pressão a montante. As limitadores são válvulas de segurança. Reguladoras de caudal – Permitem estrangular o fluxo do ar permitindo variar o seu caudal. Anti-retorno – Permitem que o ar circule só num sentido. Tipos de comando Manual Mecânico Eléctrico (electroválvulas) DEI/Jaime Fonseca 63 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas Pneumáticos Aplicações Industria mineira Metalomecânica Industria dos plásticos Construção civil Industria alimentar Automatização mecânica DEI/Jaime Fonseca 64 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas Hidráulicos Introdução Os sistemas óleo-hidráulicos utilizam o óleo (actualmente sintéticos) como meio de transmissão de energia Se aos sistemas de ar-comprimido se deve associar a ideia de automatização e comando, à óleo-hidráulica deve associar-se a ideia de força DEI/Jaime Fonseca 65 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas Hidráulicos Vantagens Os óleos possuem características auto-lubrificantes, não são corrosivos e não deixam depósitos Obtenção de forças elevadas à custa de orgãos de reduzidas dimensões Constituídos por orgãos de pequena inércia e elevada relação peso/potência o que possibilita excelentes acelerações da carga Facilidade de associação a outros sistemas de transmissão de energia Possibilidade de automação de ciclos de trabalho É relativamente fácil garantir a segurança graças à natureza não expansiva do óleo Desvantagens São muito mais caros que os sistemas pneumáticos Existe o perigo potencial incêndio (o óleo é combustível) É normalmente necessário prever sistemas de arrefecimento do óleo DEI/Jaime Fonseca 66 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial DEI/Jaime Fonseca 67 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Componentes de Sistemas Hidráulicos Geradores Hidráulicos (Na produção de energia hidráulica ) Bombas de engrenagens (cilindrada constante) de palhetas (cilindrada constante ou variável) de êmbolos (cilindrada constante ou variável) Acumuladores (Acumulam energia sob a forma de uma determinada quantidade de óleo a determinada pressão) DEI/Jaime Fonseca 68 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Componentes de Sistemas Hidráulicos Válvulas (São os elementos de comando e regulação da energia hidráulica) Distribuidoras (direccionais) – Controlam a direcção de escoamento do óleo, comandando arranques e paragens de receptores. De retenção (anti-retorno) - permitem que o óleo circule apenas num sentido. Reguladoras de pressão Limitadoras de pressão - são válvulas de segurança De sequência - abrem quando a pressão do óleo atinge determinado valor permitindo criar sequências na distribuição do óleo no circuito Contra-pressão – similares às anteriores Redutoras de pressão - as válvulas redutoras de pressão mantêm constante a pressão a jusante Reguladoras de caudal - alteram as condições de escoamento do óleo, permitindo assim controlar a velocidade de deslocamento dos receptores. Servo-válvulas, válvulas proporcionais - destinam-se a ser utilizadas em sistemas de comando com realimentação. DEI/Jaime Fonseca 69 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Componentes de Sistemas Hidráulicos Receptores Cilindros hidráulicos - Energia hidráulica em mecânica. Motores hidráulicos - - Energia hidráulica em mecânica. Acessórios (tubagens, filtros, reservatórios, manómetros, etc.) Funcionamento do cilindros de efeito simples: A, por compressão; B, por tracção DEI/Jaime Fonseca 70 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas Hidráulicos Aplicações Máquinas-ferramenta Maquinaria utilizada na agricultura e construção civil Maquinaria utilizada na construção fluvial e marítima Navios Siderurgia (prensas, injectoras, ...) Outras indústrias (outras industrias pesadas, plásticos, ...) DEI/Jaime Fonseca71 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Concepção de um automatismo DEI/Jaime Fonseca 72 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Características de um automatismo Automatismo : Dispositivo que permite que um sistema funcione de forma autónoma, sendo a intervenção do operador reduzida ao mínimo indispensável. Vantagens: Simplifica o trabalho do operador Retira do operador tarefas complexas, perigosas, pesadas, ou indesejadas. Alterações aos processos de fabrico Qualidade constante de fabrico Aumento de produção Economia de matéria prima e energia … DEI/Jaime Fonseca 73 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Estrutura de um automatismo Estrutura: Entradas : Dispositivos que recebem informações do siste- ma a controlar. Botoneiras, sensores, comutadores, fins de curso, etc. Saídas : Dispositivos actuado- res e sinalizadores. Motores, válvulas, lâmpadas, displays, etc. Lógica : Bloco que define as características de funcionamen- to do automatismo. DEI/Jaime Fonseca 74 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo : Automatismo de uma porta Parte operativa : Motor que acciona o fecho e abertura da porta. Parte de controlo : O sensor de proximidade, os fins de curso, a chave de permissão e toda a lógica de exploração. DEI/Jaime Fonseca 75 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Implementação de um automatismo Especificações funcionais: Detalhar todo o funcionamento do sistema a automatizar. Deve pormenorizar-se toda a lógica que vai permitir a correcta exploração do sistema. Especificações tecnológicas: Descreve-se o ambiente em que o sistema vai operar, assim como as características que os equipamentos a integrar deverão possuir, de forma a permitirem um bom desempenho do automatismo. Especificações operativas: Dizem respeito à fiabilidade, segurança, flexibilidade, manutenção, diálogo homem-máquina, etc. DEI/Jaime Fonseca 76 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo da porta automática Especificações funcionais Pretende-se que o automatismo de exploração deste sistema, permita comandar a abertura e fecho de uma porta de acesso. O comando poderá ser automático ou manual. Para o efeito, existirá no frontal do quadro de comando, um comutador de duas posições para a selecção do modo. O modo manual usa duas botoneiras que permitirão respectivamente abrir e fechar a porta. Uma vez premida a botoneira de abertura, a porta abrir-se-á até que seja atingido um fim de curso que detecta o limite de abertura da mesma. Premindo a botoneira de fecho, a porta fechar-se-á até que seja premido um outro fim de curso que detecta o fecho. O modo automático faz uso de 2 sensores que detectam a proximidade de uma pessoa. Quando um deles é activado inicia-se a abertura da porta. Esta permanece aberta até que tenha passado um tempo que pode ir de 5 até 20s, após o desaparecimento do sinal proveniente dos sensores de proximidade. Findo este tempo, a porta inicia o fecho. Se durante o fecho, o sensor de proximidade detectar a presença de uma pessoa, deverá interromper a operação e abrir de novo a porta. DEI/Jaime Fonseca 77 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo da porta automática Especificações tecnológicas O sensor que detecta a proximidade de uma pessoa, deve ser um modelo para ser montado sobre a porta (um no interior e outro no exterior) e deve ser de infravermelhos passivo, com saída por transístor. A sua sensibilidade deve ser tal, que a saída deste só active quando estiver uma pessoa a menos de 2 metros da porta. O motor que acciona a abertura e fecho da porta, ser eléctrico, trifásico,..,etc. Especificações operativas O comutador automático-manual dever ser um modelo com chave. Deve existir um contador de operações de abertura e fecho da porta, de forma a identificar o momento das operações de manutenção que deverão efectuar-se de 10000 em 10000 manobras...etc. DEI/Jaime Fonseca 78 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Métodos gráficos para representação da lógica Diagrama de contactos Diagrama lógico Grafcet DEI/Jaime Fonseca 79 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Diagrama de contactos Diagrama de contactos Este método de representação, implementa a sequência lógica usando contactos colocados em série e em paralelo, tal como num esquema eléctrico. O símbolo de contacto é ligeiramente alterado como se pode ver nas figuras seguintes. DEI/Jaime Fonseca 80 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Diagrama de contactos Esquema eléctrico Diagrama de contactos DEI/Jaime Fonseca 81 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Diagrama lógico Diagrama lógico Esta representação do automatismo, implementa a lógica, usando circuitos lógicos “E” e “OU”. Para representar o mesmo circuito do exemplo anterior, teríamos : DEI/Jaime Fonseca 82 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Grafcet (GRAFo de Comando Etapa-Transição) : inspirado nos diagramas de estado surge como uma ferramenta útil para descrição das três fases de especificação de um caderno de encargos (especificações funcionais, tecnológicas e operacionais). Permite descrever de uma forma simples o comportamento de um automatismo sequencial de uma forma clara, simples e de fácil compreensão. Por outro lado facilita o diálogo entre pessoas com níveis de formação diferente. Grafcet de nível 1 (especificações funcionais): Onde se registam os aspectos funcionais que constituem um caderno de encargos especificado de uma forma rigorosa (especificações funcionais). Grafcet de nível 2 (especificações tecnológicas e operacionais): Onde os aspectos tecnológicos já surgem com a definição precisa das entradas e saídas, constitue uma tradução do caderno de encargos pronta a ser implementada directamente através de sequenciadores, módulos lógicos ou autómatos programáveis. DEI/Jaime Fonseca 83 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Um sistema automatizado pode decompor-se em duas partes interactivas: Parte operativa: Sistema físico a automatizar. Parte de comando (ou autómato): Equipamento que determina as ordens destinadas ao sistema físico e os sinais visuais em função das informações enviadas pela parte operativa e das instruções recebidas do operador. OPERADOR Instruções PARTE COMANDO Autómato PARTE OPERATIVA Processo a automatizar Informações Ordens Sinalizações DEI/Jaime Fonseca 84 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Elementos do Grafcet ETAPAS (às quais estão associadas acções). TRANSIÇÕES (às quais estão associadas receptividades). LIGAÇÕES ORIENTADAS (une as etapas às transições e estas às etapas). ------> Transição ------> Etapa ------> Etapa DEI/Jaime Fonseca 85 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Etapas Caracterizam-se por um comportamento invariante da parte de comando em relação às suas entradas e saídas. Num determinado instante, uma etapa pode estar activa ou inactiva. O conjunto das etapas activas definem inteiramente a situação do autómato. Representa-se por um rectângulo e é referenciado por um número, ao qual se pode associar um nome relacionado com a sua respectiva função. Um rectângulo com linha dupla simboliza a etapa inicial do Grafcet. Estas etapas são sempre activadas ao iniciar um Grafcet. Após a inicialização deste estas actuam como etapas normais. Uma etapa pode ter mais que uma entrada e mais que uma saída. 0 INÍCIO 30 ESPERA 5 6 AVANÇA ESPERA DEI/Jaime Fonseca 86 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Acções São executadas quando a etapa com que estão relacionadas está activa. Podem ser externas, afectando as saídas, ou internas relacionadascom blocos funcionais como por exemplo os temporizadores e os contadores. São referenciadas através do símbolo correspondente, podendo também incluir uma breve descrição. A execução das acções pode depender também da verificação de uma expressão lógica (condição) envolvendo: Entradas; Variáveis auxiliares relacionadas com blocos funcionais (temporizadores e contadores); O estado (activo ou inactivo) de outras etapas (X). L=1 M=120 INÍCIO Ligar o sinalizador L Arrancar o motor M OU 20 INÍCIO L=1 M=1 E1/ X30 20 INÍCIO DEI/Jaime Fonseca 87 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Transições Indicam a possibilidade de evolução entre etapas. Essa evolução ocorre quando uma transição é transposta, originando uma alteração na situação do autómato. A transposição depende da validação da transição e da verificação da sua receptividade. Uma transição encontra-se validada sempre que todas as etapas imediatamente precedentes estão activas. (E0 + E1) * T0 + X22 DEI/Jaime Fonseca 88 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Regras de evolução Regra 1: Na inicialização do sistema devem activar-se todas as etapas iniciais e sómente as iniciais. Regra 2: Uma transição diz-se validada quando todas as etapas imediatamente precedentes estão activas. A transposição duma transição realiza-se no caso de : a transição estar validada; a receptividade associada à transição ser verdadeira. 2 3 a + b.c = 0 ou 1 2 3 a + b.c = 0 2 3 a + b.c = 1 Transição não validada Transição Validada Transição Transposta DEI/Jaime Fonseca 89 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Regras de evolução (Cont.) Regra 3: A transposição de uma transição provoca a activação das etapas imediatamente a seguir, ao mesmo tempo que se desactivam todas as imediatamente precedentes. Quando existem várias etapas ligadas a uma mesma transição representa-se o conjunto das ligações por dois traços paralelos. Regra 4: Várias transições validadas simultâneamente com receptividades verdadeiras são transpostas também em conjunto. Regra 5: Se, no decurso do funcionamento, uma mesma etapa deve ser simultaneamente desactivada e activada, ela permanece activa. Transição não validada Transição Validada Transição Transposta 4 a + b.c = 0 ou 1 5 6 7 8 4 a + b.c = 0 5 6 7 8 4 a + b.c = 1 5 6 7 8 DEI/Jaime Fonseca 90 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Grafcet Estrutura base: sequência única; sequências simultâneas; sequências exclusivas. 1 2 3 1 2 3 4 5 1 2 3 a.b a.b DEI/Jaime Fonseca 91 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Autómatos programáveis DEI/Jaime Fonseca 92 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Estrutura de um autómato programável Do ponto de vista do utilizador, o autómato é uma "caixa preta" que processa informação. Os Controladores Lógicos Programáveis (PLC's) podem apresentar aspectos físicos diferentes, diferentes performances e custos muito díspares; no entanto, os seus elementos constituintes são fundamentalmente os mesmos. Sendo um equipamento capaz de controlar processos, naturalmente dispõe de dispositivos de aquisição e saída de informações. Sendo também um equipamento programável, integra um microprocessador e uma memória para guardar o programa. Para alimentar os circuitos atrás descritos, existirá também uma fonte de alimentação. Finalmente, para que possa ser introduzido o programa e para que possa existir um diálogo básico para o exterior, dispõe também a possibilidade de ligar dispositivos de programação. CPU Unidade Central de Processamento da Informação Interface Entradas volátil não volátil RAM ROM EPROM Memória Interface Saídas Interface Homem x Máquina DEI/Jaime Fonseca 93 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Tipos de entradas Por relé Por transístor Por acoplador óptico DEI/Jaime Fonseca 94 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Tipos de saídas Por relé Por transístor Por triac DEI/Jaime Fonseca 95 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial CPU É este o bloco que tem a função de ler os valores lógicos presentes nas entradas, executar as instruções que constituem o programa e transferir para as saídas as ordens provenientes dessas instruções. Tem ainda a seu cargo gerir todos os periféricos e diagnosticar defeitos que possam ocorrer internamente. Tempo de ciclo depende: Velocidade de trabalho do microprocessador Número de instruções do programa Tipo de instruções usadas no programa Número de periféricos DEI/Jaime Fonseca 96 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Memória É na memória que se encontra o programa a ser executado pelo autómato. A memória tem como função salvaguardar todas as instruções do programa, mesmo quando este não está a ser alimentado. A memória caracteriza-se pela sua capacidade que pode ser expressa de três formas: Número de bits ou Kbts (1Kbts = 1024 bits) Número de Bytes ou KB (1Byte = 8 bits) Número de Words ou KW (1 Word = 16 bits) Quanto à tecnologia podem ser: RAM (Random Access Memory) EPROM (Erasable Programable Read Only Memory) EEPROM ( Electricaly Erasable Programable Read Only Memory) FLASHRAM DEI/Jaime Fonseca 97 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Memórias RAM Podem ser escritas e alteradas facilmente. São as mais usadas na fase de desenvolvimento. Perdem a informação quando não alimentadas (usual a utilização de pilhas). EPROM Não perde a informação no caso de falhar a alimentação. Morosa qualquer alteração pois tem que ser apagada por exposição a raios ultravioletas e novamente programada com recurso a equipamento específico. EEPROM Não perde a informação no caso de falhar a alimentação. Pode ser apagada e escrita pelo autómato mas com um número limitado de ciclos de escrita. Custo mais elevado do que o de uma RAM. FLASHRAM Características semelhantes às da EEPROM permitindo também leitura e escrita no próprio circuito onde é usada. Limitada também pelo número de escritas. Mais rápida a velocidade de escrita do que a EEPROM. DEI/Jaime Fonseca 98 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Cartas mais usuais Entrada e saída digitais: Estas podem ser a relé, transístor ou triac. As saídas a relé são normalmente preferidas porque na maior parte das vezes dispensam os relés de acoplamento aos actuadores. Analógico/Digitais: Os sinais analógicos são recebidos por módulos de entrada que possuem conversão analógica/digital. Os módulos de saída dirigem os sinais destinados aos actuadores depois de toda a informação ter sido processada internamente pela unidade central. As gamas usuais são: (0V a 10V) ou (4mA a 20mA) ou (1V a 5V). Digital/Analógico: Os módulos de saídas analógicas destinadas, por exemplo, a válvulas proporcionais ou a variadores de velocidade, executam a conversão digital/analógica dentro das gamas já adiantadas anteriormente para os módulos de entrada. Cartas especiais: Os módulos especiais destinam-se por exemplo ao posicionamento de um ou mais eixos num motor passo-a-passo ou a reconhecer sinais de alta frequência, como: geradores de impulsos (encoders) ou fotocélulas que geram sinais cujo período é de milisegundos e que dificilmente poderão ser vistos nas entradas consideradas normais. DEI/Jaime Fonseca 99 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Programação de autómatos DEI/Jaime Fonseca 100 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Linguagens de programação Booleana mnemónica Diagramas de escada (Ladder) Grafcet DEI/Jaime Fonseca 101 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Ficha técnica – CPM1 – 10CDR-A DEI/Jaime Fonseca 102 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Áreas de memória – CPM1 DEI/JaimeFonseca 103 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Áreas de memória – CPM1 DEI/Jaime Fonseca 104 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Áreas de memória – CPM1 DEI/Jaime Fonseca 105 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Áreas de memória – CPM1 DEI/Jaime Fonseca 106 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Áreas de memória – CPM1 DEI/Jaime Fonseca 107 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 108 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 109 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 110 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 111 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 112 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 113 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 114 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 115 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 116 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 117 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Instruções de tratamento lógico DEI/Jaime Fonseca 118 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Utilização de memória temporária DEI/Jaime Fonseca 119 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Utilização de memória temporária DEI/Jaime Fonseca 120 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo – Circuito com realimentação DEI/Jaime Fonseca 121 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo – Circuito com realimentação DEI/Jaime Fonseca 122 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Funções set e reset DEI/Jaime Fonseca 123 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função Keep(11) DEI/Jaime Fonseca 124 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função Keep(11) DEI/Jaime Fonseca 125 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função DIFU(13) DEI/Jaime Fonseca 126 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função DIFD(14) DEI/Jaime Fonseca 127 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo – Comando do motor DEI/Jaime Fonseca 128 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Temporizadores DEI/Jaime Fonseca 129 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Temporizadores DEI/Jaime Fonseca 130 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Contadores DEI/Jaime Fonseca 131 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Contadores DEI/Jaime Fonseca 132 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função CMP(20) DEI/Jaime Fonseca 133 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função CMP(20) DEI/Jaime Fonseca 134 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função MOV(21) DEI/Jaime Fonseca 135 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função MOV(21) DEI/Jaime Fonseca 136 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função SFT(10) DEI/Jaime Fonseca 137 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Função SFT(10) DEI/Jaime Fonseca 138 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo-Programação de processos sequenciais DEI/Jaime Fonseca 139 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo-Programação de processos sequenciais DEI/Jaime Fonseca 140 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo-Programação de processos sequenciais DEI/Jaime Fonseca 141 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Exemplo-Programação de processos sequenciais DEI/Jaime Fonseca 142 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Terminais MMI (Man Machine Interface) DEI/Jaime Fonseca 143 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial O que é um terminal MMI DEI/Jaime Fonseca 144 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Vantagens em usar um terminal MMI DEI/Jaime Fonseca 145 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Vantagens em usar um terminal MMI DEI/Jaime Fonseca 146 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Vantagens em usar um terminal MMI DEI/Jaime Fonseca 147 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Vantagens em usar um terminal MMI DEI/Jaime Fonseca 148 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Vantagens em usar um terminal MMI DEI/Jaime Fonseca 149 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Redes Industriais DEI/Jaime Fonseca 150 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Conceitos gerais de redes Hierarquia num barramento industrial Enterprise Control Fieldbus Devicebus Sensorbus NN NN NN NN Fisher Control Panel Flow Pressure Alarm Conditions STOP Temperature Control Panel Flow Pressure Alarm Conditions STOP Temperature DEI/Jaime Fonseca 151 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Conceitos gerais de redes Hierarquia ao nível da funcionalidade Enterprise bus (Ethernet) Control bus (HSE (High Speed Ethernet), ControlNet) – Redes intermédias para facilitar a ligação à Internet. A norma IEEE1451 determina como sensores e actuadores podem ser ligados directamente a uma rede de controlo. Fieldbus (Foundation Fieldbus, Profibus PA) – Redes especializadas em variáveis analógicas e controlo. Device bus (DeviceNet, Profibus DP, Interbus-S) – Interligam dispositivos “inteligentes” mais complexos. As mensagens aqui são orientadas ao byte. Sensor bus (CAN, ASI, Seriplex, LonWorks) – Normalmente utilizadas para interligar sensores e actuadores discretos. Basicamente transmitem estados e bits de comando. DEI/Jaime Fonseca 152 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Conceitos gerais de redes 7 Application 6 Presentation 5 Session Application layers 4 Transport 3 Network 2 Data link 1 Physical Data transport layers O modelo OSI DEI/Jaime Fonseca 153 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Conceitos gerais de redes Escolhendo uma rede industrial Requisitos da aplicação Facilidades/conformidade da camada física Desempenho da rede Facilidades de integração com equipamento existente Requisitos de velocidade e tempo Disponibilidade de equipamentos Custo Instalação, dispositivos, treino e manutenção. DEI/Jaime Fonseca 154 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial CAN O protocolo CAN foi desenvolvido por Robert Bosch e tem como principal aplicação a implementação de uma rede intraveicular Classe C, particularmente exemplificada na indústria automóvel, que se tem mostrado uma cliente em potencial do CAN. 1991 Publicação pela Bosch da especificação do CAN 2.0. 1991 Introdução da Kvaser de um protocolo em camadas baseado em CAN, chamado CAN Kingdom. 1992 Primeiros carros da Mercedes-Benz a usar redes CAN. 1994 Introdução do protocolo DeviceNet por Allen-Bradley 1995 Publicação do protocolo CANopen pela CIA DEI/Jaime Fonseca 155 Universidade do Minho Departamentode Electrónica Industrial CAN Características do protocolo CAN Número máximo de unidades: 110 A prioridade de mensagens definida pelo utilizador, com latência máxima garantida para mensagens de maior prioridade Protocolo multi-master que utiliza NON - Destructive Collision Resolution Sistema flexível Característica de detecção e sinalização de erros construídas dentro do protocolo CAN, com retransmissão automática de mensagens corrompidas Comprimentos estimados em projectos de 500m a 1km Utiliza bitwise arbitration, isto é, um dispositivo pode transmitir a qualquer momento quando o barramento estiver disponível (CSMA), em caso de colisão, o bit 0 no identificador é dominante, definindo assim a prioridade dos dispositivos 11 ou 29 bit no campo de identificação DEI/Jaime Fonseca 156 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial CAN Existem dois formatos de frames que são utilizados no protocolo CAN, o Standard CAN e o Extended CAN. O standard CAN possui um identificador de 11 bits O extended CAN surgiu para promover a compatibilidade com outros protocolos de comunicação série usados em aplicações automóveis nos EUA e para ainda ser compatível com a versão 2.0A. Possui um identificador de 29 bits (11+18 extended) DEI/Jaime Fonseca 157 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial CAN 5000m10 kbit/s 2500m20 kbit/s 1000m62.5 kbit/s 500m125 kbit/s 250m250 kbit/s 100m500 kbit/s 50m800 kbit/s 30m1 Mbit/s Comprimento máximo da rede Taxa de transmissão DEI/Jaime Fonseca 158 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Controladores CAN Intel 82527 2.0B FullCAN. Stand-alone Philips 82C200 1.0 BasicCAN. Stand-alone Philips 82C150 1.0 SLIO NEC uPD72005 2.0B FullCAN. Stand-alone Nat. Semi COP884 2.0A BasicCAN. On-chip Siemens 81C90 2.0A FullCAN. Stand-alone Siemens SABC167C 2.0B FullCAN. On-chip Motorola TOUCAN 2.0B FullCAN. On-chip Motorola MSCAN 2.0B BasicCAN. On-chip Motorola MCAN 1.0 BasicCAN. On-chip DEI/Jaime Fonseca 159 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial PCPC TrunkTrunk DropDrop DeviceNet – Camada física É uma rede de comunicação de baixo custo idealizada para interligar equipamentos industriais, tais como: Sensores indutivos de proximidade, capacitivos, fotoeléctricos, válvulas, solenóides, motores de passo, sensores de processos, leitores de código de barras, variadores de frequência, painéis e interfaces de operação. DeviceNet é um dos 3 standard aberto da (ODVA) os outros dois são o ControlNet e Ethernet/IP CAN na camada de comunicação 125kbps (500m), 250, or 500 kbps Até 64 dispositivos por rede Sinal diferencial (CAN high + CAN low) Alimentação disponível no barramento 11 bit arbitration ID DEI/Jaime Fonseca 160 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial DeviceNet – Camada de aplicação Tipos de comunicação Ligações ponto-a-ponto Ligações Multicast Tipos de ligação Multicast Polled – O escravo só responde quando o master faz um pedido. Strobed – O master envia uma mensagem por difusão. Todos os escravos respondem com a informação do seu sensor. Usado somente para sensores simples como por exemplo foto sensores e fins de curso. Change-of-state – O escravo envia uma mensagem para o master sempre que detecta alterações na informação do sensor. Cyclic – O escravo envia uma mensagem para o master periodicamente. DEI/Jaime Fonseca 161 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial DeviceNet DEI/Jaime Fonseca 162 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Profibus O PROFIBUS (PROcess Field BUS), pode ser definido como FieldBus (barramento de campo aberto) e é utilizado numa ampla gama de aplicações para a indústria. As redes deste tipo visam a interligação de sensores, actuadores, transdutores, racks de entrada/saída e sistemas de controlo local de forma bidireccional, atribuindo a cada dispositivo um maior poder de computação e tornando-o um dispositivo mais “inteligente”. PROFIBUS distingue equipamentos Master e Slave: Os Masters controlam a transmissão dos dados no barramento. Um Master pode emitir mensagens quando quiser, sob reserva de obter o acesso à rede. Os Slaves são equipamentos periféricos (tipicamente blocos de entradas e saídas, inversores, válvulas, terminais, sensores, actuadores) que não tem autorização para aceder ao Bus. As suas acções limitam-se ao processamento das mensagens recebidas ou à transmissão de mensagens a pedido do Master. DEI/Jaime Fonseca 163 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Profibus PA (Process Automation) and FOUNDATION Fieldbus Standard is IEC 61158 31.25 Kbps Até 32 dispositivos por segmento Mais com repetidores Sinal diferencial Alimentação disponível no barramento Até 1900 m Mais com repetidores PCPC IS Barrier Profibus and FOUNDATION Fieldbus Camada Física DEI/Jaime Fonseca 164 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Profibus – camada de aplicação O PROFIBUS está dividido em três protocolos de transmissão designados por perfis de comunicação, com funções bem definidas: DP, FMS e PA. Estes perfis têm por objectivo definir a forma como os dados são transmitidos em série pelo utilizador sobre um mesmo suporte físico. DP - Rede de dispositivos FMS – Integração de células PA – Áreas classificadas e processos DEI/Jaime Fonseca 165 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Profibus – camada de aplicação Perfil DP – trata-se do perfil de comunicação mais difundido na indústria e o mais utilizado devido à sua rapidez, à sua performance e a sua ligação a baixo custo. Este perfil está reservado à comunicação entre automatismos e periféricos não centralizados. Ele substitui perfeitamente a transmissão clássica de sinais paralelos de 24V e os sinais analógicos em anel 4-20 mA. Perfil FMS (Fieldbus Message Specification) – trata-se de um perfil universal, sobressai nas tarefas de comunicação exigentes e é acompanhado de múltiplas funções aplicativas evoluídas gerando a comunicação entre equipamentos inteligentes (Redes de controladores programáveis, sistemas de controlo de processos, painéis de operação, PC’s, etc.). Submetido à evolução do PROFIBUS e à persuasão do mundo TCP/IP ao nível de célula, é de constatar que o perfil FMS tem um papel cada vez menos importante na comunicação industrial do futuro. Perfil PA (Process Automation): Comunicação nas indústrias de processo; Acoplamento de instrumentos de medição a controladores programáveis, sistemas de controlo de processos, PCs; Transmissão de dados e energia no mesmo cabo. DEI/Jaime Fonseca 166 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Profibus DEI/Jaime Fonseca 167 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial SCADA DEI/Jaime Fonseca 168 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas SCADA SCADA - Supervisory Control and Data Acquisition Aplicação informática para controlo de processos, proporcionando comunicação entre os dispositivos de campo (controladores programáveis,...) e o computador, o qual faz a monitorização do sistema, gestão de alarmes, controlo do processo. A informação referente ao processo produtivo é disponibilizada a outros sectores da empresa, nomeadamente, controlo de qualidade, manutenção, supervisão. DEI/Jaime Fonseca 169 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistemas SCADA Equipamento PC Equipamento de campo (controladores) Redes dedicadas (Field Bus) ‘Displays’ gráficos Rede Ethernet DEI/Jaime Fonseca 170 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistema SCADA Funções Gestão de alarmes Visualização de dados monitor/impressora Gravação de históricos em ficheiro/base de dados com possibilidade de importação numa folha de cálculo Execução de programas de controlo que eventualmente alterem oestado dos autómatos Múltiplas estações por servidor com possibilidade de acesso remoto DEI/Jaime Fonseca 171 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistema SCADA Requisitos Sistemas abertos, com possibilidade de alterações e inovações Redes locais e de gestão transparentes para o utilizador Sistemas fáceis de instalar, sem grandes necessidades de hardware Programas fáceis de usar, com interfaces amigáveis para o utilizador DEI/Jaime Fonseca 172 Universidade do Minho Departamento de Electrónica Industrial Sistema SCADA Módulos Configuração Interface gráfico com o utilizador Controlo do processo Gestão e gravação de dados Comunicações