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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS 
GERAIS 
CURSO TÉCNICO EM QUÍMICA 
 DEPARTAMENTO DE QUÍMICA 
 
 
 
 
Laboratório de Química Orgânica II 
Turma QUI 3A – T1 
 
 
Prof.a Cleverson Garcia 
Alunos: André Oliveira Mesquita, Artur Blon do Carmo Leite e Giovanna Ramalho de Oliveira 
Data da prática: 06/03/2024 
 
 
 
CROMATOGRAFIA EM PAPEL 
Estudo do efeito de fases móveis de diferentes polaridades e dos erros mais comuns 
em cromatografia planar 
 
 
 
 
 
 
 
BELO HORIZONTE 
MARÇO/2024 
1. Introdução 
A cromatografia é um método físico-químico de separação, que não só permite separar os 
componentes da mistura, mas também isolar e, muitas das vezes, identificar a analisar os componentes 
pertencentes à uma mistura. Nessa técnica, as substâncias são separadas de acordo com sua afinidade 
com duas fases presentes no método: uma fase fixa, chamada de estacionária, e outra fase móvel, a 
qual elui para um ponto específico do sistema. Pela escolha apropriada da fase fixa e da fase móvel, 
além de outras variáveis, pode-se fazer com que os componentes da mistura sejam arrastados 
ordenadamente. Aqueles que interagem pouco com a fase fixa são arrastados facilmente e aqueles com 
maiores interações ficam mais retidos. As interações envolvidas são: formação de sais, coordenação, 
ligação de hidrogênio, dipolo-dipolo e forças de dispersão de London 1. 
Embora existam muitos tipos de cromatografia, toda técnica cromatográfica está baseada no 
princípio de retenção seletiva. No caso, a mistura é aplicada na fase estacionária e, posteriormente, a 
fase móvel é colocada. Ao entrar em contato, a fase móvel arrasta os componentes e, devido às 
diferentes afinidades que as substâncias da mistura possuem com a fase estacionária, obtém-se uma 
separação. Ou seja, os componentes da mistura que possuírem maior afinidade com a fase móvel serão 
carregados por esta com maior mobilidade, enquanto os que tiverem menor afinidade com a fase móvel 
apresentarão baixa mobilidade 2. 
Dependendo da natureza das duas fases envolvidas têm-se diversos tipos de cromatografia, mas 
basicamente, são: 
• Cromatografia em papel; 
• Cromatografia em camada delgada. 
A cromatografia em papel, utilizada nessa prática, é uma técnica simples de análise de amostras 
em pequena quantidade, amplamente utilizada para a separação e identificação de compostos polares. 
Essa técnica é especialmente útil para analisar substâncias como açúcares, antibióticos hidrossolúveis, 
aminoácidos, íons metálicos e pigmentos 3. O princípio da cromatografia em papel envolve a partição ou 
adsorção. As substâncias são distribuídas entre duas fases líquidas: a água retida nos poros do papel 
de filtro (fase estacionária) e a fase móvel que passa através do papel. À medida que a fase móvel se 
movimenta, ocorre a separação da mistura, e os compostos se separam com base nas diferenças de 
afinidade com os solventes das fases estacionária e móvel. A água retida no papel atua como fase 
estacionária, enquanto a fase líquida é a fase móvel. 
Por vezes, a separação feita pela cromatografia não é passível de ser realizada com outro método 
e, por isso, mostra-se como uma técnica de ampla utilização em diversos ramos da ciência. Hoje em dia, 
a cromatografia é utilizada amplamente para vários testes como de controle de qualidade de 
farmacêuticos, testes antidoping além de para vários outros testes devido a sua versatilidade e 
abrangência 4. 
A eritrosina (corante utilizado como amostra na prática), também conhecida como 
tetraiodofluoresceína ou Vermelho Ácido 51, é um corante rosa-cereja com a fórmula química C20H8I4O5. 
Normalmente, é comercializada na forma do sal sódico e é o único corante xanteno permitido no Brasil 
para uso em alimentos. Sua coloração varia permitindo ainda criar variações de outras cores em 
combinação com amarelo (tartrazina) ou azul (azul brilhante, azul patente, azul de indigotina) 5. A 
eritrosina é frequentemente utilizada como corante em alimentos. Ela é listada como Food Red 014 e é 
empregada em gelatinas, laticínios, refrescos e geleias. Também é usada em tintas de impressão. Na 
área biológica, a eritrosina é empregada como corante. É usada na produção de produtos corantes da 
placa bacteriana em dentes. Além disso, pode ser utilizada como indicador de pH, com ponto de viragem 
na faixa de pH 2,2-3,6, pois sua cor varia do laranja para o vermelho pela mudança de pH 6. 
2. Objetivos 
O propósito da prática é observar os diferentes efeitos de fases móveis com distintas composições 
em cromatografias com o mesmo analito, bem como analisar o impacto de erros comuns na técnica de 
cromatografia plana, empregando o corante alimentício eritrosina como amostra para teste. 
3. Materiais e Reagentes 
3.1 Materiais 
 6 béqueres de 250 mL 
 Caneta para escrita em vidros 
 Lápis 
 Papel Whatman n°4 
 1 pinça metálica 
 4 pipetas Pasteur 
 Suporte para tubos de ensaio 
 Tesoura 
 1 tubo capilar 
 8 tubos de ensaio 
 2 vidros de relógio 
3.2 Reagentes 
 1 mL de acetona (C3H6O); 
 2,5 mL de água destilada (H2O); 
 3,5 mL de etanol (C2H6O); 
 1 mL de hexano (C6H14); 
 Gotas de solução aquosa de vermelho eritrosina. 
3.3 EPI’s e EPC’s 
 Jaleco 
 Luvas de látex 
 Capela de exaustão 
 
 
4. Metodologia 
 
4.1 Estudo do efeito de fases móveis de diferentes polaridades 
1) Numerou-se 4 tubos de ensaio de 1 a 4 com a caneta para vidrarias, e em seguida, dentro da 
capela de exaustão, utilizou-se pipetas Pasteur graduadas para inserir 1 mL dos seguintes reagentes 
em cada tubo: (tubo 1) hexano, (tubo 2) acetona, (tubo 3) etanol, e (tubo 4) etanol: água 1:1. 
2) Utilizando uma tesoura, cortou-se 4 cromatoplacas (4 tiras do papel Whatman), sendo uma para 
cada tubo de ensaio numerado, utilizando as dimensões dos tubos como referência para os cortes, de 
forma em que as cromatoplacas ficassem um pouco menos largas que o diâmetro do tubo. Em seguida, 
utilizando um lápis, realizou-se as marcações do ponto de aplicação (2,0 cm da base da cromatoplaca) 
e da linha de chegada (1,5 cm abaixo do teto da cromatoplaca), e depois numerou-se de 1 a 4 cada 
cromatoplaca com um lápis na região entre a linha de chegada e o teto. 
3) Com as cromatoplacas prontas, utilizou-se um tubo capilar quebrado em uma das pontas, 
contendo a solução aquosa de vermelho de eritrosina, para aplicar três vezes a amostra em cada 
cromatoplaca. 
4) Em seguida, após secagem das amostras na cromatoplaca, adicionou-se cada cromatoplaca 
em sua respectiva cuba cromatográfica, e deixou-se os tubos imóveis no suporte até que a fase móvel 
atingisse a linha de chegada. Em seguida retirou-se as cromatoplacas das cubas cromatográficas 
utilizando uma pinça metálica e deixou-se-as secar apoiadas em um vidro de relógio para observar os 
resultados dos efeitos de fases móveis de diferentes polaridades. 
4.2 Erros comuns em cromatografia planar 
1) Numerou- se 4 tubos de ensaio de 5 a 8 com a caneta para vidrarias, e em seguida, na capela 
de exaustão e utilizando pipetas Pasteur graduadas, adicionou-se 10 gotas (0,5 mL) de água destilada 
e de etanol em cada um dos tubos para preparar a solução 1:1 etanol: água destilada. 
2) Em seguida, realizou-se os cortes e as marcações das cromatoplacas, assim como no item 
anterior, porém, a cromatoplaca 8 deveria conter uma largura um pouco maior que o diâmetro do tubo 
8. Com as cromatoplacas 6 e 7 prontas, realizou-se cortes em seus espaços entre o ponto de aplicação 
e a base da cromatoplaca, como mostra a figura a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 1: Representação dos cortes realizados nas 
cromatoplacas 6 e 7. 
 
3) Após os cortes e marcações, aplicou-se o vermelho de eritrosina nas cromatoplacas da seguinte 
forma: na cromatoplaca 5 aplicou-se amostra em excesso (cerca de 8aplicações), nas cromatoplacas 6 
e 7 aplicou-se três vezes, e na cromatoplaca 8 aplicou-se por toda a linha do ponto de aplicação, como 
mostra a figura a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
4) Em seguida, após secagem das amostras nas cromatoplacas, adicionou-se cada cromatoplaca 
em sua respectiva cuba cromatográfica, e deixou-se os tubos imóveis no suporte até que a fase móvel 
atingisse a linha de chegada. Em seguida retirou-se as cromatoplacas das cubas cromatográficas com 
a utilização de uma pinça metálica e deixou-se-as secar apoiadas em um vidro de relógio para se 
observar os resultados dos erros comuns. 
5. Resultados e discussão 
Os experimentos de 1 a 4 obtiveram resultados expressos na figura 3 abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A partir das análises cromatográficas das amostras do corante vermelho de eritrosina utilizando 
diferentes fases móveis, pode-se identificar certas propriedades do analito. O princípio fundamental da 
cromatografia é a separação de misturas por interação diferencial dos seus componentes entre uma fase 
Esquema 1 – Experimentos 1 a 4 
Figura 2: Representação da aplicação da amostra na 
cromatoplaca 8 
 
Figura 3: Resultados dos experimentos de 1 a 4 
 
estacionária e uma móvel 7, que no caso representam a água presente na superfície do papel e as 
diferentes soluções utilizadas em cada cromatoplaca (hexano, acetona, etanol e solução água-etanol 
1;1), respectivamente. A fim de compreender a afinidade do vermelho de eritrosina com as fases móvel 
e estacionária, vale destacar sua estrutura química, disposta na figura 4 abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Percebe-se ligações iônicas na molécula entre átomos de oxigênio e sódio, bem como há a 
presença de átomos com elevada eletronegatividade, tais como oxigênio e iodo, aumentando 
consideravelmente a polaridade do composto. Assim, espera-se maior afinidade com compostos polares 
que realizem ligações de hidrogênio intermoleculares. Além disso ocorrem três anéis aromáticos, 
apresentando suas estruturas de ressonância que aumentam a estabilidade do corante. 
Na cromatoplaca que continha hexano como fase móvel, não houve eluição do corante – dessa 
forma, entende-se que suas interações com a água presente no papel são muito mais fortes do que com 
o C6H14, hidrocarboneto que, naturalmente, é apolar. Há a consequência lógica de que a polaridade do 
vermelho de eritrosina é mais próxima da água do que de compostos apolares. 
O caráter muito polar do corante é ressaltado pelos experimentos 2,3 e 4. O primeiro, 
respectivamente, teve como fase móvel a propanona. As cetonas são consideradas moléculas polares 
devido a drenagem eletrônica realizada pelo oxigênio sobre a cadeia carbônica, resultando em um dipolo 
permanente 9. O fenômeno é ainda mais pronunciado na cetona em questão, cuja cadeia carbônica é a 
menor entre a sua categoria – quanto maior a cadeia carbônica, maior caráter apolar terá o composto. 
Sendo assim, a propanona é a cetona mais polar. Por isso houve eluição do corante, de modo que parte 
de suas moléculas interagiram com a fase móvel e eluíram com ela. Vale destacar que a eluição ocorreu 
de forma limitada pois a água (fase estacionária) é muito mais polar que a acetona, tendo interações do 
tipo ligação de hidrogênio com os átomos de oxigênio presentes na estrutura química do corante. Assim, 
as interações água-corante tem caráter mais forte que as propanona-corante, ocorrendo em maior 
número. 
Um fenômeno não esperado ocorreu na placa cromatográfica: duas manchas, uma vermelha e 
outra azul, foram detectadas (a mancha azul mais próxima da linha de chegada do que a vermelha). 
Uma possível análise do ocorrido se encontra na eventual degradação do corante, que pode ter gerado 
o composto azulado que deixou a mancha na cromatoplaca. Vale destacar que a mancha azulada tem 
Figura 4: Estrutura química do corante vermelho de 
eritrosina 8 
 
caráter menos polar que o vermelho de eritrosina, já que eluiu mais em uma fase móvel menos polar 
que a fase estacionária. 
Dessa maneira, há a configuração de uma relação que rege as análises cromatográficas feitas: 
quanto maior a polaridade da fase móvel, mais interações ela fará com o vermelho de eritrosina e mais 
ele irá eluir. Também confirma-se a alta polaridade do analito, que se prende a água (fase estacionária 
muito polar) quando em contato com fases móveis apolares ou pouco polares. Seguindo a relação 
descrita, no experimento 3 a amostra de corante eluiu mais que no anterior, já que a fase móvel tinha 
como composição uma substância mais polar que a propanona, o etanol. O álcool tem alta polaridade 
devido à presença do grupo –OH, que atrai elétrons com maior facilidade do que a carboxila cetônica, 
provocando a aparição de um polo negativo. Assim a eluição ocorreu de forma efetiva. 
Por fim, o experimento 4 foi o que apresentou maior eluição do corante, já que contava com a fase 
móvel mais polar dentre as utilizadas nas análises – etanol e água, em uma mistura 1:1. Portanto, a 
mancha foi a que mais se aproximou da linha de chegada, demonstrando que houve uma taxa de 
interações com a fase móvel muito maior do que nos outros experimentos. 
Os resultados dos experimentos 5,6,7 e 8 foram dispostos na figura 5 abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os experimentos 5,6,7 e 8 foram feitos com erros propositais, a fim de identificar a influência deles 
nos resultados obtidos, sendo que todos foram feitos utilizando a mesma fase móvel (solução de água 
e etanol 1:1). O experimento 5 foi feito aplicando amostra em excesso na placa cromatográfica, 
verificando qual impacto a ação exerceria sob a eluição do analito. Observou-se que a mancha se 
espalhou desorganizadamente sobre a cromatoplaca, não se comportando do mesmo modo que no 
experimento 4 (cuja fase móvel é a mesma). O excesso de amostra faz com que boa parte das moléculas 
do corante tenha contato apenas com outras moléculas do analito: para elas, a fase móvel são as 
próprias moléculas de vermelho de eritrosina, o que desorganiza a eluição e gera a mancha espalhada 
e desuniforme pela cromatoplaca. 
Figura 5 – Experimentos 5 a 8 
No experimento 6, o erro praticado foi um corte na base da cromatoplaca, a fim de emular uma 
situação em que apenas parte da base da cromatoplaca tem contato com a fase móvel. O resultado 
esperado para o experimento era a eluição ocorrer de forma inclinada, pois a eluição da fase móvel 
ocorreria sob influência da reduzida área de contato entre ela e a cromatoplaca, seguindo o mesmo 
ângulo. Como pode-se observar na figura 5, o fenômeno ocorreu de forma inconclusiva. Possivelmente, 
o ângulo de inclinação do corte não foi obtuso o suficiente para ocorrer a situação descrita, porém 
percebeu-se, de forma geral, que o contato entre fase móvel e cromatoplaca deve ser uniforme, 
abrangendo toda a extensão da base da placa. 
O experimento 7 foi importante para verificar a importância do espaço deixado entre o início da 
cromatoplaca e o ponto de aplicação. A retirada da área descrita fez com que a amostra mergulhasse 
na fase móvel, dificultando o contato entre as moléculas de água e etanol com as de vermelho de 
eritrosina: o grande volume de moléculas da fase móvel se interpelou ao eluir pela cromatoplaca, tendo 
pouquíssimo contato efetivo com a amostra, o que fez com que praticamente não ocorresse eluição dela. 
Por fim, o experimento 8 foi fundamental para identificar a necessidade da cromatoplaca não tocar 
as bordas da cuba cromatográfica. Os resultados da cromatografia denotaram uma anomalia na eluição 
justamente nas bordas em contato com a cuba, prejudicando a integridade da análise. Uma possibilidade 
de explicação para o fato é de que há maior contato da fase estacionária com a própria cuba 
cromatográfica do que com a fase móvel, fazendo com que a eluição ocorra apenas no centro da placa, 
em um formato próximo a um triângulo. 
6.Conclusão 
A partir dos dados coletados, é possível afirmar que a eritrosina, um corante vermelho, tem 
polaridade média a alta. Nos primeiros dois experimentos, o corante teve uma afinidade mais significativa 
pela fase estacionária (água) do que pelas fases móveis (hexano, que é apolar, e acetona, de polaridade 
baixa), resultando na ausência ou baixa eluição. Contudo, nos experimentos 3 e 4, com fases móveis de 
etanol (polaridade média) e uma mistura de etanol e água na proporção de 1:1 (com polaridade superior 
ao etanol, mas inferior à água), o corante demonstrou maior compatibilidade, o que ocorrendo a eluição. 
Ademais, observou-se também as técnicas adequadas para preparar uma placa cromatográfica e 
executar uma cromatografia correta e eficaz: a quantidade de amostra aplicada deve ser moderada e, 
em casos de amostras incolores, é necessário um número específico de aplicações e o uso de 
reveladores para visualizar os componentes da amostra; a placa cromatográfica deve ser posicionada 
na cuba de forma que sua base inteira esteja em contato com a fase móvel, prevenindo assim uma 
eluição diagonal; o local de aplicação da amostra deve manter uma distância segura da base para 
prevenir a dissolução da amostra pela fase móvel, evitando assim a eluição; é importante também 
considerar as dimensões da placa, garantindo que ela não toque as paredes da cuba e possa ser inserida 
e removida com facilidade. 
 
REFERENCIAS 
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Aula 5 – Laboratório de Fundamentos de Química. [S.l.], 
2018. Disponível em: https://www2.ufjf.br/quimica/files/2018/03/Aula-5- Laborat%C3%B3rio-de-Fundamentos-de-
Qu%C3%ADmica.pdf. Acesso em: 17 mar. 2024. 
 
2 NOVAIS, S. A. "Cromatografia"; Brasil Escola. Disponível em: . Acesso em: 13 mar. 2024. 
 
3 COELHO, P. “Cromatografia em Papel: Princípio, Funcionamento, e Aplicações”. Engquimicasantossp: 
Blog de engenharia química, 22 de junho de 2012. Disponível em: . Acesso em: 17 mar. 2024. 
 
4 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ. Relatório Cromatografia. StuDocu. Disponível em: 
https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-estadual-de-maringa/quimicageral-experimental/relatorio-
cromatografia/4944415. Acesso em: 17 mar. 2024. 
 
5 SILVA, NILZA. Corante Eritrosina: Liberado para Deficiência de G6PD. MÃES QUE CUIDAM. Disponível 
em: https://maesquecuidamg6pd.com.br/index.php/2020/06/17/coranteeritrosina-liberado-para-deficiencia-de-
g6pd/ Acesso: 17 mar. 2024. 
 
6 SPIEGATO. O que é Eritrosina? Disponível em: https://spiegato.com/pt/o-que-eeritrosina#google_vignette. 
Acesso em: 17 mar. 2024. 
 
7 INTRODUÇÃO A MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), 2016. 
Disponível em: > 
Acesso em: 20 de mar. de 2024; 
 
9 Costa, S.M.O. e Menezes, J.E.S. Química Orgânica I – 2ª Edição. Fortaleza, Ceará, 2015. Disponível em: 
 Acesso em: 
20 de mar. de 2024; 
https://www2.ufjf.br/quimica/files/2016/08/Introdu%c3%a7%c3%a3o-a-cromatografia-Marcone-2016.pdf
https://www2.ufjf.br/quimica/files/2016/08/Introdu%c3%a7%c3%a3o-a-cromatografia-Marcone-2016.pdf
https://repositorio.ifg.edu.br/bitstream/prefix/165/1/TCC%20LEILA%20PAULA%20DE%20LIMA_FINAL.pdf)
file:///C:/Users/Teste/Downloads/Livro_Química%20Orgânica%20I%20(1).pdf)

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