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Envelhecimento Patológico Diabetes & Hipertensão Saúde do Idoso Eli Ikuta & Rosana David & Flávia Carnauba Diabetes Melitus Qual é o problema do paciente com DM? Diabetes Melitus Quais as causas da Hiperglicemia no paciente com DM? Diabetes Melitus “Um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum a hiperglicemia” A hiperglicemia é o resultado: • Ausência de insulina • Defeitos na ação da insulina • Defeito na secreção de insulina •Ou em ambos. Diabete Melitus https://www.youtube.com/watch?v=Lx_iVRnjk7o Qual é a estimativa de pessoas com diabetes no Brasil? Qual é o maior problema desse público? Quais são os tipos de diabetes? Explique. Quais são os sintomas do diabetes? https://www.youtube.com/watch?v=Lx_iVRnjk7o Produção da Insulina: Pâncreas Ilhotas de Langerhans (célula Beta) Produção da INSULINA Insulina Fisiopatologia • Pâncreas: Produz Insulina • Insulina: nível de glicose no sangue; • Glicose: fonte de energia para as células; • Células possuem receptores de insulina: GLUT "abrem" a membrana celular para a entrada da glicose ; • Hiperglicemia: Ausência da Insulina ou a membrana não “abre” para a glicose entrar no interior das células (resistência celular à ação da insulina). Saudável Tipo 1 Receptor da Insulina Pancreas não produz a insulina Insulina Glicose Tipo 2 Glicose Glicose Receptor da Insulina Insulina Resistência a Insulina • 90% dos casos: Diabetes tipo 2 • Ocorre mais em > de 40 anos, embora com frequência em jovens, em virtude de maus hábitos alimentares (obesidade), sedentarismo e stress da vida urbana. Diabetes Melitus Tipo 2 Valores para diagnóstico DM Diagnóstico Glicemia de Jejum TTG 2h após 75 g de glicose Ao acaso Hemoglobina Glicada Normal ou = 200 já é DM. Diabetes Melitus tipo 2 Rastreamento Hemoglobina Glicada Hemoglobina Glicada “Acima de 7% estão associados a um risco progressivamente de complicações crônicas e portanto revisão terapêutica” Quais os sintomas clássicos do diabetes? DIABETES MELITUS tipo 2 Sintomas clássicos do Diabetes • da taxa de filtração glomerular, da diurese osmótica, • eliminação da glicose na urina • Sem DM, o distúrbio tubular pode causar glicosúria • A poliúria pode ser por hipertrofia prostática, cistites e incontinência urinária, etc e não por DM. Sintomas do Diabetes no Idoso “A poliúria pode não surgir até que a doença esteja avançada” Diurese osmótica Ocorre por aumento da filtração de um soluto osmoticamente ativo e consequente aumento do volume urinário. A mais comum, dentre as causas de diurese osmótica, é o diabetes melitus, com o aumento da diurese à ação osmótica da glicose na urina. • A redução do espaço extracelular, pode evoluir para coma, sem aviso prévio de polidipsia. • Uma alteração relacionada com o centro osmoregulador no hipotálamo . Sintomas do Diabetes no Idoso “A polidipsia, pode não surgir até que a doença esteja avançada” • Raramente desenvolve cetoacidose, a hiperosmolaridade pode causar: confusão, coma ou sinais neurológicos focais e neuropatias periféricas; • Podem ainda apresentar queixas inespecíficas como: fraqueza, fadiga, perda da vitalidade ou infecções menos importantes da pele e tecidos moles, como a monilíase vulvovaginal. • Como regra, na presença de prurido vulvar pense em monilíase; na presença de monilíase, pense em diabetes. Sintomas do Diabetes no Idoso ”O risco das complicações cardíacas e vasculares é maior, comparado ao não diabético. O idoso fica mais sujeito a ser polimedicado, apresentar perdas funcionais, cognitivos, depressão, quedas e fraturas, incontinência urinária e dores crônicas”. Diabetes no Idoso • Glicemia de jejum e HbA1C • Colesterol total e frações • Triglicerídeos • Creatinina sérica • Exame de urina tipo 1 • Anual: microalbuminúria ou albumina/creatinina • Anual: Fundoscopia Rotina complementar mínima para pessoa com DM • Dosagem da Hemoglobina glicada • Automonitoramento da glicemia capilar (AMG) Duas abordagens para avaliar o controle glicêmico: & • Cadastrar e atender os munícipes portadores de (DM) Insulinodependentes; • Fornecimento de insumos: tiras, lancetas, seringas e recipientes para perfurocortante; • Fornecimento de Aparelhos monitores de glicemia capilar. • UBS: Cadastrar os pacientes com diabetes que fazem uso da insulina no Programa do Automonitoramento Glicêmico. • Fazer o acompanhamento do paciente. Programa de Automonitoramento Glicêmico (AMG): O que é Hipertensão Arterial Sistêmica? https://www.youtube.com/watch?v=yVXa9YAz0uk O que é pressão arterial sistólica e diastólica? Quais são os valores pressóricos preconizados? Quais são as doenças decorrentes da hipertensão? https://www.youtube.com/watch?v=yVXa9YAz0uk HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA “É uma das doenças de maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial acima dos valores da normalidade”. Hipertensão arterial (HA) é condição clínica multifatorial caracterizada por elevação sustentada dos níveis pressóricos ≥ 140 ePAS Meta PAS Limiar de Tratamento PAD Meta PAD Hígidos ≥140 130-139 ≥90 70-79 Idosos Frágeis ≥160 140-149 ≥90 70-79 Recomendações para o tratamento da hipertensão em idosos PAS de consultório PAD de consultório Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020 Alteração das fibras, fragmentação da elastina e aumento do colágeno Diminuição da elasticidade Arterioesclerose Aumento da Resistência Vascular HAS HAS e Envelhecimento “Envelhecimento arterial” HAS e Envelhecimento “Envelhecimento arterial” •O diâmetro aórtico aumenta em 15% a 35% dos 20 aos 80 anos •Diminuição da elasticidade da parede da Aorta Tem importante papel na gênese e progressão da HAS. •Idosos com maior nível de condicionamento físico possuem menor intensidade de enrijecimento aórtico. •O endurecimento da aorta contribui muito para a ocorrência da hipertensão sistólica isolada (HSI=PAS > 140 mmHg e PAD