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DIREITO ADMINISTRATIVO 10 (A) disciplinar. (B) hierárquico. (C) de delegação. (D) regulamentar. (E) de polícia. 47. VUNESP - Analista de Gestão (FITO)/Serviços de Apoio/2020 O dever de fiscalizar os atos de seus subordinados, anulando- os se ilegais, ou revogando-os se forem inconvenientes ou inoportunos, bem como de delegar e avocar funções, derivam do poder (A) normativo. (B) hierárquico. (C) disciplinar. (D) regulamentar. (E) autoexecutório. 48. VUNESP - Agente (CM Boituva)/ Administrativo/2020 Na administração pública, observa-se uma ordenação vertical de chefias e serviços e que lhe confere o poder de ordenar, coordenar, controlar e, também, corrigir as atividades em seu âmbito interno. Esse poder é o (A) hierárquico. (B) vinculado. (C) organizacional. (D) distributivo. (E) decisório. 49. VUNESP - Analista de Gestão (FITO)/Recursos Humanos/2020 Um dos importantes Poderes da Administração Pública, que não está explicitamente na Constituição Federal, mas sim no Código Tributário Nacional, em seu art. 78, diz que “a atividade da Administração Pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.” Esse Poder tem o nome de (A) prerrogativa do agente. (B) poder de coerção. (C) prerrogativa delegada. (D) poder autoexecutório. (E) poder de polícia. 50. VUNESP - Procurador Jurídico (CM Pindorama)/2020 Considerando as características do poder de polícia, é correto afirmar que os atos de polícia administrativa (A) podem ser delegados aos particulares, desde que não haja risco ao equilíbrio social. (B) submetem-se ao controle quanto à legalidade, mas não ao controle quanto ao mérito, razão pela qual não podem ser revogados. (C) são atos administrativos e, como tal, submetem- se ao controle no âmbito administrativo, mas não no âmbito judicial. (D) têm como objetivo impedir ou paralisar atividades antissociais, incidindo sobre bens, direitos ou atividades dos particulares. (E) podem ter natureza fiscalizadora, preventiva ou repressiva, podendo ensejar a aplicação de penalidade pelo Poder Judiciário. 51. VUNESP - Auditor Fiscal Tributário (Pref V Paulista)/2021 Segundo o direito administrativo brasileiro, quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência, esse ato caracteriza (A) desvio de poder, ensejando nulidade, mas que permite a sua convalidação. (B) excesso de poder, sendo um ato anulável, que admite a sua convalidação. (C) desvio de finalidade, ensejando a sua nulidade e que não admite convalidação. (D) abuso de poder, nulidade relativa e sanável, que pode ser convalidado. (E) abuso de finalidade, de nulidade absoluta, insanável e que não pode ser convalidado. 52. VUNESP - Agente Legislativo (CM Potim)/2021 Fulano de Tal, prefeito do município Y, com o objetivo de prejudicar seu desafeto Beltrano, publica decreto expropriatório abarcando a propriedade de Beltrano, alegando haver interesse da municipalidade na desapropriação para a instalação no local de um serviço municipal de saúde. Não há, porém, na Prefeitura qualquer projeto de instalação de tal equipamento público no local. Nessa situação, é correto afirmar, com base na legislação nacional e nos princípios da Administração Pública, que (A) o ato administrativo citado está eivado de desvio de poder e viola o princípio constitucional da impessoalidade e da moralidade. (B) o ato administrativo é plenamente válido, podendo, porém, ser revogado em caso de comprovação da impossibilidade de implantação futura no local de equipamento público de saúde.