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Escrever de forma simples e didática a respeito do texto 
abaixo.. eia o texto e, depois, responda a questão abaixo.
O etnocentrismo é o ato de pôr uma cultura, 
nacionalidade, raça, religião no centro de tudo, ou seja, 
como se fosse a única, e como se fosse a melhor de todas 
em relação às outras. O etnocentrismo é praticado tanto
individualmente como coletivamente. Acontece que o 
etnocentrismo não é nada saudável, pois engendra 
consequências como o racismo e a discriminação, e às 
vezes chega ao extremo, levando pessoas
etnocêntricas a matarem outras por serem diferentes. [...] 
pode levar a atrocidades e massacres, assim como as 
atitudes de Hitler que perseguiu, discriminou e dizimou 
milhões de judeus apenas por achar sua raça
melhor. Ninguém sai ganhando por ser etnocêntrico, seja 
uma pessoa ou até mesmo um povo. Por descriminarem 
outras culturas, acabam se isolando no seu ‘’mundo’’ e 
perdendo a oportunidade de conhecer algo
diferente e aprender algo novo.
HERCULANO, Gabriel. Etnocentrismo e suas 
consequências. SCRIBD, 2019. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2019 
(adaptado).
● Identifique situações de etnocentrismo e/ou relativismo 
cultural nas relações cotidianas. Associe essas questões 
do dia a dia às questões históricas mencionadas no texto.
Em sua resposta, exercite a escrita transcrevendo a 
pesquisa com suas palavras. Além disso, não esqueça de 
informar referências ou citações seguindo o modelo 
disponível e de acordo com a ABNT. 
O etnocentrismo ocorre quando uma pessoa ou um grupo acredita que sua
cultura, religião ou nacionalidade é superior às outras, criando uma visão
centralizadora que muitas vezes gera preconceito e discriminação. Um exemplo
cotidiano de etnocentrismo é quando alguém critica a maneira como uma pessoa
de outra cultura se veste ou o que come, julgando esses costumes como
"inferiores" ou "errados". Essa postura está relacionada às questões históricas
mencionadas no texto, como as ações de Hitler, que, ao considerar sua "raça"
superior, cometeu crimes contra grupos que via como diferentes. Isso mostra
como o etnocentrismo, em vez de aproximar pessoas, gera isolamento e impede o
aprendizado com a diversidade cultural.
Além disso, o relativismo cultural surge como uma visão oposta. Ele nos ajuda a
entender e respeitar as diferenças culturais sem julgamentos, promovendo a
aceitação da diversidade. Uma prática de relativismo cultural pode ser vista ao
apreciar ou até mesmo adotar expressões culturais diferentes, como estilos de
vestimenta ou culinária de outras culturas, sem criticar ou desvalorizar as próprias
tradições. Enquanto o etnocentrismo gera divisões, o relativismo cultural permite
ampliar o entendimento e valorizar a riqueza das diversas culturas, colaborando
para uma convivência mais harmônica.
Referência: HERCULANO, Gabriel. Etnocentrismo e suas consequências. SCRIBD,
2019. Disponível em: . Acesso em: 24 de jun. de 2019.
Pode citar exemplos ?
Claro! Vou listar alguns exemplos de etnocentrismo e relativismo cultural para
ajudar a entender melhor esses conceitos:
Exemplos de Etnocentrismo:
1. Preconceito Alimentar: Uma pessoa pode achar "estranho" ou "errado" que
alguém de outra cultura consuma insetos, como gafanhotos ou larvas, que
são alimentos comuns em algumas partes da Ásia. Esse julgamento é um
exemplo de etnocentrismo, pois ignora as tradições e preferências
alimentares diferentes.
2. Religiões Diferentes: Uma pessoa que segue uma religião específica pode
considerar que sua fé é a "verdadeira" e olhar com desdém para outras
religiões, considerando seus seguidores "ignorantes" ou "incultos". Esse tipo
de etnocentrismo dificulta o respeito e a convivência entre diferentes
tradições religiosas.
3. Costumes e Vestimentas: Criticar o uso de vestimentas tradicionais, como o
sari na Índia ou o hijab em países muçulmanos, porque não são "modernas"
ou "aceitáveis" segundo uma cultura ocidental, é uma forma de
etnocentrismo. Isso demonstra falta de compreensão sobre o valor cultural e
religioso que esses trajes representam.
4. Dialetos e Idiomas: Em alguns contextos, considerar que o próprio idioma é
superior e que as pessoas de outros países "deveriam" falar sua língua é outra
forma de etnocentrismo. Um exemplo é criticar imigrantes que falam com
sotaque ou que têm dificuldades com a língua local, em vez de compreender
suas diferenças culturais.
Exemplos de Relativismo Cultural:
1. Aceitação de Festividades Culturais: Em vez de julgar as festividades de outra
cultura como "estranhas" ou "inadequadas", uma postura de relativismo
cultural levaria alguém a participar ou, pelo menos, respeitar e valorizar
celebrações diferentes, como o Festival das Luzes na Índia (Diwali) ou o Ano
Novo Chinês.
2. Vestimentas e Tradições: Alguém que pratica relativismo cultural
compreenderia e respeitaria o uso de trajes tradicionais em diversos
contextos, como os quimonos japoneses ou as saias kilt escocesas, sem julgá-
los de acordo com as "normas" de sua própria cultura.
3. Aprendizado de Idiomas: O relativismo cultural valoriza a riqueza linguística.
Em vez de exigir que todos falem um único idioma, alguém com essa visão
pode aprender algumas palavras e saudações em línguas diferentes,
promovendo a troca cultural e o respeito pela diversidade.
4. Diversidade Gastronômica: Ao praticar o relativismo cultural, alguém pode
estar aberto a experimentar pratos típicos de outras culturas sem preconceito.
Por exemplo, em vez de julgar negativamente o consumo de carnes ou
especiarias incomuns em outras regiões, a pessoa reconhece que esses pratos
têm um significado cultural importante e são apreciados localmente.
Esses exemplos ilustram como o etnocentrismo pode ser prejudicial, pois fecha
portas para o entendimento e a convivência pacífica, enquanto o relativismo
cultural promove o respeito e a aceitação mútua.
Algo que aconteceu na sociedade que justifique isto
Vários eventos na história e na sociedade contemporânea ilustram as
consequências do etnocentrismo e a importância do relativismo cultural:
Exemplos Históricos de Etnocentrismo:
1. Colonização Europeia e a Opressão de Culturas Indígenas: Durante o
período colonial, países europeus invadiram terras na América, África e Ásia,
acreditando que seus costumes, religiões e sistemas de governo eram
"superiores" aos das culturas indígenas. Esse etnocentrismo levou à
destruição de culturas, perda de identidades tradicionais e marginalização dos
povos nativos. No Brasil, por exemplo, os colonizadores portugueses
impuseram sua religião e língua, desvalorizando e reprimindo as práticas
culturais indígenas.
2. Nazismo e a Perseguição de Minorias: Sob o comando de Adolf Hitler, o
regime nazista na Alemanha desenvolveu uma visão etnocêntrica extrema,
promovendo a ideia de uma "raça ariana superior" e desprezando outras
etnias e grupos, como judeus, ciganos e homossexuais. Esse pensamento
resultou no Holocausto, uma das maiores atrocidades da história, na qual
milhões de pessoas foram perseguidas e mortas por serem "diferentes" e
consideradas "inferiores".
Exemplos Contemporâneos de Etnocentrismo:
1. Discriminação Contra Imigrantes: Em muitos países, imigrantes são
discriminados porque não seguem os costumes locais ou porque falam uma
língua diferente. Esse etnocentrismo leva a estigmatizações e políticas rígidas
de imigração, como restrições de entrada e dificuldades para a integração
social. Nos Estados Unidos e em partes da Europa, a discriminação contra
imigrantes latinos, asiáticos e africanos é um reflexo direto de uma visão que
privilegia a cultura local e vê outras como ameaças.
2. Islamofobia e Xenofobia Pós-11 de Setembro: Após os ataques de 11 de
setembro de 2001, aumentaram os casos de discriminação e preconceito
contra muçulmanos e pessoas de origem árabe, em razão de uma associação
errônea entre o terrorismo e o islamismo. Esse etnocentrismogerou estigmas
e levou a leis e políticas de segurança que discriminam muçulmanos, além de
dificultar o respeito e a aceitação de suas práticas culturais.
Exemplos de Relativismo Cultural na Sociedade:
1. Reconhecimento de Direitos Culturais de Povos Indígenas: Muitos países
têm se esforçado para reconhecer e respeitar os direitos culturais e territoriais
dos povos indígenas. No Brasil, por exemplo, a Constituição de 1988 garante
o direito dos povos indígenas de manter suas tradições, línguas e crenças,
além de assegurar a demarcação de suas terras. Esse é um passo importante
para superar o etnocentrismo histórico e reconhecer a diversidade cultural
como um valor.
2. Intercâmbio Cultural e Globalização: Com a globalização e o aumento dos
intercâmbios culturais, sociedades ao redor do mundo estão mais abertas a
influências externas. Um exemplo é a popularização de festividades como o
Dia das Bruxas (Halloween) fora dos Estados Unidos, e o reconhecimento da
importância de festividades como o Ano Novo Chinês e o Ramadã em países
ocidentais. Esse processo de reconhecimento e celebração de tradições
diversas é um exemplo de relativismo cultural, promovendo uma sociedade
mais inclusiva.
Esses eventos mostram que o etnocentrismo traz consequências negativas, como
isolamento, discriminação e violência, enquanto o relativismo cultural promove
uma convivência mais pacífica e respeitosa entre culturas diferentes.
Tem algum filme que eu posso assistir a respeito
Sim, há vários filmes que abordam temas relacionados ao etnocentrismo, ao
preconceito e à importância do respeito às diferenças culturais. Aqui estão
algumas sugestões:
1. Crash – No Limite (2004)
Sinopse: O filme explora os conflitos raciais e étnicos em Los Angeles,
mostrando como o preconceito e o etnocentrismo afetam as relações entre as
pessoas de diferentes origens. As histórias de vários personagens, cada um
com preconceitos e dificuldades próprios, se entrelaçam em situações que
revelam as consequências do julgamento e da intolerância.
Por que assistir: “Crash” ilustra como o etnocentrismo e os preconceitos
raciais causam dor e sofrimento tanto para quem discrimina quanto para
quem é discriminado.
2. O Menino do Pijama Listrado (2008)
Sinopse: Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, o filme conta a
história da amizade improvável entre Bruno, o filho de um comandante
nazista, e Shmuel, um menino judeu preso em um campo de concentração. O
filme expõe as consequências devastadoras do etnocentrismo e do
antissemitismo promovidos pelo regime nazista.
Por que assistir: Este filme mostra como o etnocentrismo extremo pode
desumanizar pessoas, levando a atrocidades e à falta de empatia.
3. Invictus (2009)
Sinopse: Baseado em fatos reais, o filme retrata a história de Nelson Mandela
e a seleção de rugby da África do Sul após o fim do apartheid. Mandela usa o
esporte para tentar unificar um país profundamente dividido por conflitos
raciais e culturais.
Por que assistir: "Invictus" mostra como o relativismo cultural e a promoção
da empatia podem ajudar na reconciliação e na superação de divisões
culturais e raciais.
4. Histórias Cruzadas (The Help) (2011)
Sinopse: Ambientado nos anos 1960 no sul dos Estados Unidos, o filme
mostra as dificuldades enfrentadas por empregadas domésticas negras em
meio ao racismo e à discriminação. Uma jovem escritora decide contar a
história dessas mulheres, revelando a opressão que enfrentam.
Por que assistir: O filme aborda o etnocentrismo e o racismo, mostrando
como as diferenças culturais e sociais podem ser fonte de exploração e como
a compreensão e o respeito são necessários para quebrar preconceitos.
5. Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire) (2008)
Sinopse: Este filme acompanha um jovem indiano de origem humilde que
participa de um programa de perguntas e respostas. Enquanto ele revela
como adquiriu seu conhecimento, o filme explora a pobreza, a divisão de
classes e as diferentes visões de mundo na Índia.
Por que assistir: O filme oferece um olhar sobre o etnocentrismo dentro de
uma mesma sociedade e como as diferenças culturais e sociais moldam as
oportunidades e percepções das pessoas.
6. O Último Samurai (2003)
Sinopse: Um soldado americano é enviado ao Japão para ajudar a modernizar
o exército japonês. Durante sua estadia, ele é capturado por samurais e
começa a entender e respeitar a cultura japonesa, mesmo que seja muito
diferente da sua.
Por que assistir: “O Último Samurai” é um bom exemplo de como o
relativismo cultural permite que alguém valorize e respeite culturas diferentes,
em vez de julgar e querer impor seus próprios valores.
Esses filmes oferecem lições valiosas sobre os perigos do etnocentrismo e o valor
da empatia, aceitação e respeito pela diversidade cultural. Cada um explora, de
forma única, os impactos sociais, emocionais e históricos do preconceito e da
intolerância, incentivando reflexões profundas sobre a convivência entre diferentes
culturas.
tem algum filme brasileiro ?
Sim, há filmes brasileiros que tratam do etnocentrismo, do preconceito e da
valorização das diferenças culturais. Aqui estão alguns exemplos:
1. Que Horas Ela Volta? (2015)
Sinopse: O filme aborda a história de Val, uma empregada doméstica
nordestina que trabalha há anos para uma família rica em São Paulo. Quando
sua filha, Jéssica, vem do Nordeste para prestar vestibular, os conflitos
culturais e de classes emergem, revelando as desigualdades e os preconceitos
sociais presentes na relação entre patrões e empregados.
Por que assistir: Este filme explora o etnocentrismo que existe dentro da
sociedade brasileira, especialmente a discriminação e os preconceitos que
muitas vezes recaem sobre pessoas do Norte e Nordeste do Brasil.
2. Bacurau (2019)
Sinopse: "Bacurau" se passa em uma pequena vila fictícia no sertão
nordestino e mostra como os moradores se organizam para enfrentar uma
ameaça externa, representada por estrangeiros que menosprezam e exploram
a cultura e o povo local. O filme é uma crítica à marginalização das culturas
do interior do Brasil e ao olhar etnocêntrico de quem vê esses locais como
"exóticos" e "atrasados".
Por que assistir: "Bacurau" critica o etnocentrismo de maneira sutil,
mostrando como pessoas de fora consideram os moradores de Bacurau
inferiores e subestimam a força e a cultura dessa comunidade.
3. O Auto da Compadecida (2000)
Sinopse: Este clássico do cinema brasileiro conta as aventuras de João Grilo e
Chicó, dois amigos pobres e espertos que vivem em uma cidade do sertão.
Com muito humor, o filme aborda temas como as diferenças sociais e o
preconceito em relação aos nordestinos, mostrando o valor da cultura
nordestina de maneira leve e divertida.
Por que assistir: “O Auto da Compadecida” oferece uma perspectiva sobre a
riqueza cultural do Nordeste e combate o estigma de que o sertão é apenas
um lugar de pobreza e sofrimento. Ele valoriza a astúcia e a sabedoria dos
personagens, desafiando o preconceito contra o povo nordestino.
4. Cidade de Deus (2002)
Sinopse: Baseado em eventos reais, o filme mostra a vida em uma
comunidade carioca chamada Cidade de Deus e os desafios enfrentados por
jovens que vivem em um ambiente marcado pela violência e pela
desigualdade. Embora seja uma obra sobre o tráfico de drogas, o filme
também aborda o preconceito de classe e a discriminação que afeta as favelas
e seus moradores.
Por que assistir: "Cidade de Deus" ilustra o etnocentrismo dentro das grandes
cidades, onde os moradores das favelas são frequentemente marginalizados e
estigmatizados. É um retrato impactante sobre como o preconceito e o
isolamento cultural podem afetar comunidades inteiras.
5. Quanto Vale ou é por Quilo? (2005)
Sinopse: Este filme faz um paralelo entre o Brasil colonial, onde africanos
escravizados eram vendidos e desvalorizados, e a realidade atual, onde a
desigualdade social e o preconceito ainda afetam as populações mais
vulneráveis. A história revela as injustiças que continuam a existir em
diferentes formas.
Por que assistir:O filme critica o etnocentrismo e o racismo que permanecem
enraizados na sociedade brasileira, mostrando que, apesar dos avanços, ainda
existem discriminações e desigualdades que têm raízes históricas.
Esses filmes brasileiros proporcionam reflexões profundas sobre o etnocentrismo,
a discriminação e as desigualdades culturais e sociais dentro do próprio Brasil. São
obras que abordam com sensibilidade as complexidades das relações culturais e a
importância de valorizar a diversidade e combater preconceitos.

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