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Assistência de enfermagem no pré-natal 2023 Pré-Natal • A atenção humanizada e de qualidade no pré-natal é fundamental para a saúde materna e neonatal. No Brasil tem se registrado um aumento de consulta pré-natal, partindo de 1,2 consulta para 5,1 consultas por parto. • O protocolo do Ministério da Saúde de assistência durante o pré- natal, veio para organizar a rede assistencial e capacitação profissional. O programa de atenção pré-natal de forma praticada atualmente, teve origem em modelos desenvolvidos na Europa nas primeiras décadas do século XX Pré-Natal O cuidado pré-natal é necessário para a saúde da mulher e da criança e para a obtenção de resultados adequados; está associado com a redução da mortalidade infantil, incidência reduzida de prematuridade, baixo peso ao nascer e reduzido custo do cuidado intensivo neonatal SINASC - Datasus Conhecer o perfil de nascidos vivos, identificando seus diversos aspectos: peso ao nascer, condições de vitalidade, idade da mãe, prematuridade, distribuição espacial e temporal, entre outros. Subsidiar para o desenvolvimento de ações para melhorar o atendimento às gestantes e aos recém-nascidos, identificando situações de risco. Calcular indicadores tais como percentual de partos cesarianas, nascidos vivos com baixo peso e por faixa etária da mãe. O número de nascidos vivos também é utilizado como denominador para cálculo da cobertura vacinal, coeficiente de mortalidade infantil e materna. Linha de Cuidado – Saúde da Mulher A Linha de Cuidados inclui ações de promoção e prevenção da saúde, além do diagnóstico e tratamento adequado aos problemas que possam vir a ocorrer desde o início da vida sexual reprodutiva, durante a gestação, parto e puerpério, bem como no período de climatério e menopausa . PRÉ- NATAL • Avaliação risco gestacional e PNAR ( pre natal de alto risco) • Rotina Pré-Natal, exames, intervenções nos principais problemas da gestação • Pré-Natal do parceiro PARTO: plano de parto PUERPÉRIO: cuidados e aleitamento materno Rede Cegonha Em junho de 2011 o Governo Brasileiro instituiu a Rede Cegonha no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) visando a assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como à criança o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis. Entre os objetivos da Rede Cegonha está o de “fomentar a implementação de novo modelo de atenção à saúde da mulher e à saúde da criança com foco na atenção ao parto, ao nascimento, ao crescimento e ao desenvolvimento da criança de zero aos vinte e quatro meses”. Rede Cegonha 10 Passos para Pré-Natal de Qualidade 1. Iniciar o pré-natal na Atenção Primária à Saúde até a 12ª semana de gestação(captação precoce) 2.Garantir os recursos humanos, físicos, materiais e técnicos necessários à atenção pré-natal 3. Toda gestante deve ter asseguradas a solicitação, a realização e a avaliação em termo oportuno do resultado dos exames preconizados no atendimento pré-natal 4.Promover a escuta ativa da gestante e de seus acompanhantes, considerando aspectos intelectuais, emocionais, sociais e culturais, e não somente um cuidado biológico: “rodas de gestantes”. 10 Passos para Pré Natal de Qualidade 5.Garantir o transporte público gratuito da gestante para o atendimento pré-natal, quando necessário 6.É direito do parceiro ser cuidado (realização de consultas, exames e ter acesso a informações) antes, durante e depois da gestação: “pré-natal do parceiro” 7. Garantir o acesso à unidade de referência especializada, caso seja necessário 8.Estimular e informar sobre os benefícios do parto fisiológico, incluindo a elaboração do plano de parto 9. Toda gestante tem direito de conhecer e visitar previamente o serviço de saúde no qual irá dar à luz (vinculação) 10.As mulheres devem conhecer e exercer os direitos garantidos por lei no período gravídico-puerperal PLANO DE PARTO O plano de parto é um documento elaborado pela gestante sobre suas preferências, desejos e expectativas com relação ao parto e ao nascimento, incluindo alguns procedimentos dos profissionais. Normalmente, ela pode definir sobre os acompanhantes que deseja que estejam presentes; as condições do ambiente em que será realizado o parto, como iluminação, música e métodos para alívio da dor; o tipo de alimentação ou bebidas que vai ingerir; a posição de expulsão do bebê; quem corta o cordão umbilical. E este plano deve ser impresso e entregue à equipe perinatal da maternidade de referência. É importante a pactuação prévia com as maternidades de referência, para que ela acolham e dialoguem com as gestantes sobre as preferências expressas, levando-se em consideração as condições para uma resposta adequada. Pré- Natal do Parceiro A gravidez também é um assunto de homem e estimular a participação do pai/parceiro durante todo esse processo pode ser fundamental para o bem estar biopsicossocial da mãe, do bebê e dele próprio, sendo o pré-natal o momento oportuno e propício para isso! Pré-Natal do Parceiro Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) instituída pela Portaria GM/MS nº 1.944, de 27 de agosto de 2009, tem como objetivo facilitar e ampliar o acesso com qualidade da população masculina, na faixa etária de 20 a 59 anos, às ações e aos serviços de assistência integral à saúde da Rede SUS. Gestação e Parceiros Um número significativo de homens não se envolve com a gestação de suas parceiras e outros não chegam a desenvolver qualquer vínculo com seus filhos e filhas, ainda mais quando não estão em um relacionamento afetivo com a mãe. Síndrome de Couvade Para alguns homens, o período da gestação pode suscitar as mais diversas emoções e até mesmo sintomas físicos, como: enjoos, náuseas tem desejos, crises de choro, engordam dentre outros sintomas. Essa síndrome não é uma doença psiquiátrica nem um delírio: o homem não acredita que está efetivamente grávido. Teorias Psicanalítica :Inveja que o homem tem da capacidade da mulher para gestação. Relacionado com a ansiedade sobre a gestação e paternidade.( medos inseguranças). Mudanças no cérebro para poder se relacionar e se apegar ao seu filho. Psicossocial, os homens podem se sentir relegados a um papel secundário ou “inúteis”. Hormonal: da prolactina e estrógeno. Gravidez?? Sintomas e sinais de presunção • Sintomas que podem surgir em várias outras situações, sendo pouco específicos para utilizar como diagnóstico de gravidez: • Náuseas e vômitos, sialorréia, alterações do apetite, aversão a certos odores que provocam náuseas e vômitos, lipotimia e tonteiras, polaciúria, nictúria, sonolência e alterações psíquicas variáveis na dependência de a gestação ser desejada ou não. • Melasma facial, linha nigra, aumento do volume abdominal Sintomas e sinais de probabilidade • São sintomas e sinais mais evidentes de gravidez, no entanto, sem caracterizá-la com certeza. • O sintoma mais importante é o atraso menstrual e entre os sinais aumento do volume uterino, alterações da forma em que o útero se torna globoso , diminuição da consistência do istmo e diminuição da consistência do colo , aumento da vascularização da vagina, do colo e vestíbulo vulvar e sinal de Hunter. BHCG positivo. Gravidez?? Sinais de certeza - de gestação. são mais evidentes a partir de oito semanas • Ausculta fetal: a presença de batimentos cardíacos fetais no abdome somente está presente na vigência de gestação, detectados por sonar (entre 10-12 semanas). • Palpação de partes fetais no abdome materno é também exclusivo da gestação. • Ultrassonografia Fluxo de Pré Natal daGestante e Parceiro Objetivos do pré-natal • Captação precoce (120 dias) • Realizar no mínimo 6 consultas • Escutar a mulher, companheiro e família. • Atividade educativa • Exames laboratoriais (na primeira consulta e próximo da 30ª semana). • Imunização anti-tetânica. • Avaliação do estado nutricional. • Prevenção e tratamento dos distúrbios nutricionais • Tratamento das intercorrências da gestação • Classificação de risco gestacional • Atendimento à gestante de risco, garantindo acesso às unidades especializadas. Alguns indicadores de boa assistência: • Material necessário disponível, • Competência profissional, • Vínculo com a maternidade, • Garantia de recursos humanos, • Disponibilidade de espaço, • Captação precoce de gestantes, • Garantia de todas as gestantes serem atendidas, • Garantia de realização dos exames laboratoriais, • Transferência de outras unidades quando necessário, com segurança (SAMU). Complicações e resultados perinatais • Corrimento vaginal, cefaléia, infecção do trato urinário, anemia, hipertensão e toxemia. • IST(s): Clamídia tracomatis, herpes genital, HIV, condiloma, sífilis e Trichomonas vaginalis • Em uma população desprovida de moradia são, o baixo peso ao nascer e a prematuridade Equipamentos e instrumentos mínimos • Mesa e cadeira • Mesa de exame ginecológico • Escada de 2 degraus • Foco de luz • Balança para adultos • Esfigmomanômetro/estetoscópio • Estetoscópio de Pinard/Sonar • Fita métrica • Espéculos • Pinças de Cheron • Material para coleta de Papanicolaou • Gestograma ou disco obstétrico GESTOGRAMA Diagnóstico de gravidez • O diagnóstico de gravidez pode ser feito pelo médico ou enfermeiro da unidade: Atraso ou irregularidade menstrual, náuseas, aumento do volume abdominal Avaliar: ciclo menstrual ,DUM e atividade sexual Atraso menstrual em mulheres com atividade sexual Solicitar BetaHCG Iniciar Acompanhamento da gestante Positivo/ Gravidez confirmada Negativo- repetir exame após 15 dias Negativo (amenorréia) consulta ginecológica CALENDÁRIO DE CONSULTAS Até 28ª semana – mensalmente; Da 28ª até a 36ª semana – quinzenalmente; Da 36ª até a 41ª semana – semanalmente. Na gestação de alto risco o intervalo entre as consultas será feito de acordo com a gravidade. Exames de rotina Ultrassonografia - Situação ideal: realizar primeiro exame entre 11 e 13 semanas, para datação. Caso seja possível apenas um exame, a realização entre 20 e 24 semanas auxilia na datação, sem grande erro e permite estudo morfológico. Exames de rotina 1º trimestre Hemograma, Tipagem sanguínea e fator Rh Coombs indireto (se for Rh negativo) Glicemia em jejum Teste rápido de triagem para sífilis e/ou VDRL, Rubéola, Teste rápido diagnóstico anti-HIV,Toxoplasmose IgM e IgG Sorologia para hepatite B (HbsAg) Urocultura + urina tipo I, Ultrassonografia obstétrica, Citopatológico de colo de útero (se for necessário) Exame da secreção vaginal (se houver indicação clínica) Parasitológico de fezes (se houver indicação clínica) 2º trimestre Teste de tolerância para glicose com 75g, se a glicemia estiver acima de 92mg/dl ou se houver fator de risco (realize este exame preferencialmente entre a 24ª e a 28ª semana). Coombs indireto (se for Rh negativo) Exames de Rotina 3º trimestre: Hemograma Glicemia em jejum Coombs indireto (se for Rh negativo) VDRL, Anti-HIV Sorologia para hepatite B (HbsAg). Repitir o exame de toxoplasmose se o IgG não for reagente Urocultura + urina tipo I, Bacterioscopia de secreção vaginal (a partir de 37 semanas de gestação). Exames pré-natal Tipagem sangüíneo e Fator RH Fator Rh positivo: escrever no cartão o resultado e informar à gestante sobre seu tipo sangüíneo; Fator Rh negativo e parceiro Rh positivo ou fator Rh desconhecido: Solicitar o teste de Coombs indireto, se negativo, repeti- lo a cada 4 semanas, a partir da 24ª semana. Quando o teste de Coombs indireto for positivo, colher em torno da 30ª semana e encaminhar a gestante ao pré-natal de alto risco. Exames pré-natal Atenção: A imunoglobulina anti-D deve ser administrada em toda gestante Rh negativa com coombs indireto negativo com 28 semanas de gestação; até 72 horas após o parto de recém-nascido Rh positivo ou de fator Rh desconhecido; até 72 horas após procedimento/evento (que leve a risco de sensibilização materna) Exames pré-natal SOROLOGIA PARA SÍFILIS (VDRL): • NÃO REAGENTE ( negativo): escrever no cartão e informar à gestante sobre o resultado do exame e o significado da negatividade, orientando-a para o uso de preservativo (masculino ou feminino) quando indicado.Repetir o exame em torno da 30ª semana, no momento do parto ou em caso de abortamento, em virtude dos riscos sempre presentes de infecção/re-infecção; Exames pré-natal VDRL: REAGENTE ( positivo) Sífilis primária – tratar com penicilina benzatina. 2.400.000UI (1.200.000 em cada nádega) em dose única, dose total 2.400.000 UI. Sífilis recente (até 1 ano) – tratar com penicilina benzatina, 2.400.000 UI (1.2.000.000 UI cada nádega) repetir em uma semana, dose total 4.800.000 UI. Sífilis tardia (1 ou mais anos de evolução ou de duração desconhecida) tratar com penicilina benzatina 2.400.000UI (1.200.000 UI em cada nádega) em 3 aplicações com intervalo de um semana, dose total 7.200.000 UI. . Exames pré-natal Urina I: 1. Proteinúria: a) “traços”: repetir em 15 dias b) “traços” + hipertensão e ou edema: referir ao pré-natal de alto risco c) “maciça”: referir ao pré-natal de alto risco. 2. Piúria: Solicitar urocultura com antibiograma. Referir ao pré-natal de alto risco. 3. Hematúria: a) se piúria associada, solicitar urocultura b) se isolada, excluído sangramento genital, referir à consulta especializada 4. Cilindrúria: Referir ao pré-natal de alto risco. 5. Outros elementos não necessitam condutas especiais, à exceção de presença de bacteriúria Exames pré-natal Teste anti-HIV (se possível com consentimento da gestante); TESTE ANTI-HIV NA GRAVIDEZ • Deve ser sempre voluntário e acompanhado de aconselhamento pré e pós-teste. • Negativo: se a gestante se enquadrar em um dos critérios de risco (portadora de alguma IST, prática de sexo inseguro, usuária ou parceira de usuário de drogas injetáveis) o exame deve ser repetido após três meses ou no momento da internação para o parto. • Positivo: a gestante terá indicação do uso do AZT a partir da 14º semana para redução do risco de transmissão vertical devendo ser encaminhada para unidade de referência para acompanhamento. Hemoglobina :recomendar a realização sistemática da coleta de Estreptococo do grupo B em gestantes e o uso de antibiótico intraparto. É necessário que, primeiramente, se realizem estudos locais de prevalência da colonização pelo estreptococo B nas gestantes e estudos que demonstrem a incidência local de sépsis neonatal por esta bactéria,bem como melhores evidências sobre o custo-benefício do uso do antibiótico intraparto. Medicações na gestação Sulfato Ferroso: Suplementação de ferro a partir da 20º semana: 1 drágea de sulfato ferroso/dia (300 mg), que corresponde a 60mg de ferro elementar. Recomenda-se ingerir antes das refeições. Medicações na gestação • Ácido Fólico : O fechamento do tubo neural se dá ao redor da 6ª semana de gestação e existem evidências de que o ácido fólico é essencial na prevenção dos defeitos de fechamento de tubo neural, como espinha bífida ou meningomielocele. • Dose: 0,4 a 0,8mg/dia (40 gotas da solução 0,2mg/mL), para gestantes com baixo risco para defeitos de fechamento do tubo neural, e 5,0mg/dia, para gestantes com alto risco para defeitos de fechamento de tubo neural (cirurgia bariátrica antecedentes de malformações neurológicas; uso concomitante de antagonistas de ácido fólico, como o ácido valproico, em caso de epilepsia) • Período: 30 dias antes da gravidez até a 12ª semana gestacional, podendo manter por toda gestação. Medicações na gestação • Carbonato de cálcio (1ou 2 comprimidos de 1250mg/dia) para TODAS as gestantes da 16ª semana até a 36ª semana de gestação: prevenção de préeclampsia; AVALIAÇÃO DA GESTANTE • Peso ; • Pressão arterial; • Palpação: • Batimento cardíaco fetal(BCF): • Mensuração Altura Uterina (AU) Mensuração da Altura Uterina A gestante deve estar em decúbito dorsal, com o abdomen descoberto; delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino; fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica, flexível e não extensível, na borda superior da sínfise púbica, passando-a entre os dedos indicador e médio. Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino; anotar a medida, em centímetros, na ficha e no cartão, e marcar o ponto na curva da altura uterina. Mobilograma O mobilograma é um instrumento de registro dos movimentos fetais, que avalia o bem-estar fetal na gravidez a partir da 34a semana gestacional. A presença de pelo menos seis movimentos fetais em uma hora representa prognóstico fetal tranquilizador. Caso a quantidade de movimentos seja inferior, deve-se repetir o procedimento e se permanecer, a paciente deve procurar uma unidade de saúde. Para realizar o mobilograma, a gestante deve inicialmente se alimentar (o jejum prolongado reduz a movimentação fetal), sendo importante que a sua atenção esteja voltada para a captação dos movimentos; para isto, ela deve estar em lugar tranquilo e preferencialmente em decúbito lateral esquerdo (DLE). Ações Educativas Um dos grandes objetivos do acompanhamento do pré-natal é o fortalecimento da capacidade de autocuidado , prover estímulo e orientações; • Gerenciar a sua própria condição. • Conhecer e avaliar a própria situação de saúde. • Definir estratégias e metas para o cuidado. •Definir estratégias e metas relativas a comportamentos e hábitos de vida. • Fortalecer as relações familiares e comunitárias de apoio. Temas para atividades educacionais ● Acompanhamento do pré-natal e puerperal ● Sinais, sintomas e queixas frequentes na gestação ● Sinais de alerta na gestação e no período neonatal ● Mudanças psicoemocionais no período gestacional ● Medicações prejudiciais na gestação e riscos da automedicação ● Depressão gestacional e pós-parto e prevenção contra suicídio ● Dinâmica familiar ● Alimentação ● Tabagismo ● Sobrepeso e obesidade , etc... ● Atividade física Vacinação Vacina dupla do tipo adulto – dT (difteria e tétano) Gestantes em qualquer período gestacional. Três doses com intervalo de 60 dias entre elas. Também é possível considerar o intervalo de 30 dias entre as doses, para não se perder a oportunidade de vacinação. Caso a gestante tenha recebido a última dose há mais de 5 (cinco) anos, deve-se antecipar o reforço tão logo seja possível. A última dose deve ser feita até no máximo 20 dias antes da data provável do parto. Vacinação Vacina contra influenza (fragmentada) Gestantes em qualquer período gestacional. Dose única durante a Campanha Anual contra Influenza. Vacina contra hepatite B Gestantes após o primeiro trimestre de gestação. Três doses com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda e de 180 dias entre a primeira e a terceira. Vacinação Tríplice Acelular (DTPa) contra coqueluche, difteria e tétano. Entrou no calendário de vacinação desde novembro de 2014. O objetivo da inclusão da vacina é reduzir a transmissão da coqueluche entre recém-nascidos e garantir proteção indireta nos primeiros meses de vida, quando o bebê ainda não teve a oportunidade de completar o esquema vacinal. DTPa Tríplice Acelular (DTPa) A recomendação do Ministério da Saúde é para aplicação da dose entre as 20ª e a 36ª semanas de gestação – período que gera maior proteção para a criança, com efetividade estimada em 91%. Pode ser administrada até, no máximo, 20 dias antes da data provável do parto. Recomendações atuais da vacina contra coronavirus A FEBRASGO reforça que a infecção pela Covid-19 em gestantes e puérperas está associada a risco elevado de morbidade e mortalidade materna, além do maior risco de prematuridade e óbito fetal. Diante do expressivo aumento da mortalidade materna no Brasil e dos dados e estudos disponíveis atualmente, recomenda que: Recomendações atuais da vacina contra coronavirus - As gestantes e puérperas incluídas nos grupos prioritários definidos pelo PNI que ainda não tenham sido vacinadas deverão ser imunizadas de acordo com cronograma do PNI e do seu município, utilizando vacinas que não contenham vetor viral, ou seja, a Coronavac© ou a Comirnaty®, mantendo a continuidade da vacinação neste grupo de gestantes; Referencias Bibliográficas https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/0 3091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf Obrigada!!