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Profa. Ma. Su Stathopoulos
UNIDADE II
História da Arte
 A introdução da máquina como elemento fundamental do ciclo produtivo propiciou, em 
meados do século XIX, um debate exaustivo sobre a relação entre artesanato versus
indústria e, por conseguinte, entre arte versus artesanato. 
 Na Primeira Exposição Universal de 1851, realizada no Palácio de Cristal em Londres, ficara 
patente a necessidade de adequar as formas dos objetos produzidos artesanalmente pelo 
homem aos novos tempos, agora os da máquina. 
 Formou-se então na Inglaterra um movimento denominado Arts and Crafts, liderado por 
artistas como William Morris (1834-1896) e John Ruskin (1819-1900), que rejeitavam a forma 
de produção industrial. 
 Defendiam o artesanato e buscavam nas corporações e 
guildas da Idade Média uma saída plausível para a 
organização da produção nos novos tempos.
 Mais ao final do século XIX, no entanto, surge na Europa um 
movimento antagônico ao Arts and Crafts nos seus objetivos. 
A busca da ruptura com os padrões clássicos: pintura, design e arquitetura
 Com diversas denominações, a Arte Nova, ou Art Nouveau pretendia avançar a questão da 
produção em série a partir dos novos materiais: o ferro e o vidro. 
 No entanto, as formas e as referências utilizadas pela Arte Nova para romper com o clássico 
tinham forte influência da pintura oriental, com utilização de formas da natureza, portanto 
linhas curvas e temas florais. 
 Já na primeira década do século XX, mais precisamente em 1907, na Alemanha é fundada a 
Werkbund, uma sociedade de artesãos e artistas com o objetivo de relacionar a arte e a 
indústria por meio do ensino e da propaganda. 
 Werkbund concilia a máquina na produção artística, de forma 
e abrir terreno seguro para que Walter Gropius (1883-1969) 
em 1919 fundasse em Weimar, também na Alemanha, 
primeira e mais importante escola de arte, design, arquitetura 
e urbanismo, a Bauhaus (1919-1933).
A busca da ruptura com os padrões clássicos: pintura, design e arquitetura
Art Nouveau 
Escadaria de ferro 
forjado para a residência 
Tassel, Bruxelas, 1893. 
Victor Horta. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 34). 
 Um dos mais importantes artistas do Ocidente, e que influenciou muitas gerações de 
pintores, nas quais se incluem Pablo Picasso e Georges Braque, foi o francês Paul Cézanne 
(1839-1906). 
 Ele não considerava que a arte tivesse como papel a fiel representação da realidade, nem o 
mero registro das impressões decorrentes dos sentidos, mas antes, a busca da interpretação 
do real.
 Noutros termos, segundo Cézanne, o artista não reproduz, mas interpreta a realidade.
 Cézanne destacou-se sobretudo, na História da Arte, pelo 
rigor técnico com que buscou a geometrização em suas 
pinturas, empregando com maior constância formas 
cilíndricas, esféricas e cônicas, tornando-se um precursor 
do Cubismo.
As novas formas de representação na segunda metade do século XIX
Paul Cézanne (1839-1906)
 A Montanha Sainte-Victoire foi pintada por Cézanne em diversas ocasiões, como se 
estivesse à procura da descoberta da estrutura fundamental do espaço tridimensional 
representado no plano. Para Cézanne, a natureza deveria ser retratada pelos volumes puros, 
o cone, o cilindro, o cubo e a esfera. Essa perspectiva prenuncia o Cubismo. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 47). 
Paul Cézanne – Monte Sainte-
Victoire, visto de Bellevue. 
 O Pontilhismo foi uma iniciativa tomada por alguns artistas europeus no final do século XIX 
que se baseava em uma propriedade do olho e do cérebro humano de reunir certos 
elementos visuais – neste caso um conjunto de milhares de pontos coloridos – e, a partir 
deles, construir imagens.
 Um dos principais artistas desse tipo de representação foi Georges Seurat, que influenciou 
muito os artistas chamados de impressionistas. Até hoje, a obra de Seurat é uma referência 
e chama a atenção do observador.
 No quadro abaixo, o artista escolheu não apenas representar 
as cores e formas dos elementos que compõem o quadro por 
meio do pontilhismo, mas também com outras escolhas 
plásticas: tanto as pessoas quanto a vegetação e os animais 
estão representadas de uma maneira simplificada e 
geometrizada, quase como bonecos. Não há uma 
preocupação em retratar fielmente, do ponto de vista visual, a 
cena de lazer e de descanso do quadro.
Pontilhismo
Georges Seurat
Georges Seurat – Tarde de 
domingo na ilha de Grande 
Jatte (Un dimanche après-
midi à l'Île de la Grande 
Jatte (1884-1886)
Óleo sobre tela, 2,60 x 3,5 
m. Art Institute of Chicago, 
Chicago, EUA. 
Fonte: Proença (2011, p. 218).
 A rápida ascensão da modernidade decorrente da Revolução Industrial rompeu com o 
realismo que ainda permeava as camadas da sociedade.
 O ritmo acelerado da crescente urbanização e o surgimento de novas camadas da sociedade 
também se conjecturou no âmbito artístico.
 Diante do Impressionismo, porta de entrada da Arte Moderna e da ascensão da abstração, 
ocorreu um grande impacto estético ao longo do século XX. 
 Os movimentos de vanguarda tiveram papel fundamental nas influências artísticas, 
subvertendo os impulsos realistas e acarretando liberdade estética na capacidade 
imaginativa do artista e do público, na abstração.
 Em termos visuais, a abstração é uma simplificação que 
busca um significado mais intenso e condensado. 
 Como consequências dessa inquietação surgida no limiar do 
século XX, várias tendências se juntaram à racionalidade da 
abstração sobre a emotividade do Impressionismo: o 
Cubismo, o Surrealismo, o Fauvismo, o Construtivismo, o 
Dadaísmo, o Expressionismo e o Futurismo.
A Arte Moderna
 Freud em sua psicanálise vem apontar para a descoberta do inconsciente e revoluciona a 
concepção do homem, marcada até então pela filosofia cartesiana, pelo pensamento 
racional. Dessa forma, o artista se libertava do retratismo visível e dava asas às suas 
realidades psíquicas pelo formalismo em detrimento do tema.
 A forma estética da Arte Moderna vem resgatar a solidez que o Impressionismo dissolvera 
em luz, tornando-a expressiva e impactante, propensa a experimentações.
 Características de vanguarda como contrastes e hachuras podem ser observadas na obra de 
Cézanne, bem como pinceladas diagonais encurtadas, que, por sinal, por assemelharem-se 
a cubos, dão o nome do movimento.
 A Arte Moderna foi um processo gradativo quanto aos seus 
aspectos, chegando ao seu auge com o movimento cubista, 
responsável por modificar completamente as noções de 
estética, tendo como Pablo Picasso, artista plástico espanhol 
(1881-1973), seu maior expoente.
A Arte Moderna
 A pintura denominada impressionista desenvolveu-se na Europa no século XIX.
 Essa denominação tem a sua origem em uma famosa tela, de autoria de Claude Monet, 
intitulada Impressão, nascer do Sol, de 1872.
 Os artistas vinculados a esse movimento desprenderam-se da preferência por temas da 
mitologia greco-romana e puseram de lado a preocupação com a reprodução fiel (mimese) 
da realidade.
 O seu interesse central era a exploração dos efeitos de movimento e de luminosidade, 
obtidos a partir de pinceladas soltas, sem traço de desenho.
 Em geral, os impressionistas pintavam em meio à natureza e 
nos espaços abertos das cidades, visando observar melhor as 
variações decorrentes das mudanças da luz incidindo sobre 
pessoas e objetos durante o dia e à noite.
Impressionismo
Impressionismo
 A imagem acima reproduz o quadro intitulado Impressão, nascer do sol, de Monet. Exibida 
em exposição ocorrida no ano de 1873, foi a partir dessa obra que se nomeou o 
movimento impressionista. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 15).
Claude Monet – Impressão, 
nascer do sol (1872)
Museu Marmottan, Paris, França. 
O fenômeno perceptivo da fusão visual foi extraordinariamente explorado por Georges Seurat, 
(Modelo sentada – 1859-1901). Todos os impressionistas exploraram os processos de fusão, 
contrastee organização, que se concretizavam nos olhos do espectador. Envolvente e 
estimulante, o processo era de alguma forma semelhante a algumas das mais recentes teorias 
de McLuhan, para as quais o envolvimento visual e a participação no ato de ver são parte do 
significado (DONDIS, 1997).
Qual ou quais elementos básicos da comunicação visual são 
preponderantes nesta obra?
a) Luz, cor e impressão.
b) Linha e forma.
c) Pontilhismo.
d) Direção e tom.
e) Ponto.
Interatividade
O fenômeno perceptivo da fusão visual foi extraordinariamente explorado por Georges Seurat, 
(Modelo sentada – 1859-1901). Todos os impressionistas exploraram os processos de fusão, 
contraste e organização, que se concretizavam nos olhos do espectador. Envolvente e 
estimulante, o processo era de alguma forma semelhante a algumas das mais recentes teorias 
de McLuhan, para as quais o envolvimento visual e a participação no ato de ver são parte do 
significado (DONDIS, 1997).
Qual ou quais elementos básicos da comunicação visual são 
preponderantes nesta obra?
a) Luz, cor e impressão.
b) Linha e forma.
c) Pontilhismo.
d) Direção e tom.
e) Ponto.
Resposta
 O Fauvismo (também chamado de fovismo) nasceu em 1905, em Paris, a partir da exposição 
no Salão de Outono.
 Naquela ocasião, certos artistas expuseram obras em que empregavam as cores puras de 
forma muito intensa, e, por esse motivo, passaram a ser denominados fauves (feras, 
em português).
Principais características do Fauvismo:
 a obra de arte não é um produto intelectual, nem um produto da sensibilidade, pois, no ato 
de criação, o pintor deve seguir os impulsos instintivos, os seus sentimentos primários;
 na pintura, devem-se exaltar as cores puras e tanto as linhas 
do desenho como o colorido das tintas devem surgir de modo 
impulsivo, expressando em sua maior pureza, as sensações 
do artista;
 na pintura fauvista não há preocupação com o realismo da 
representação nem interessam formas ou figuras e técnicas 
de desenho. Já que a própria perspectiva é abandonada em 
favor do tratamento exclusivo da cor.
Fauvismo
Fauvismo
 Os mais importantes representantes do 
Fauvismo foram os franceses Maurice de 
Vlaminck (1876-1958), André Derain 
(1880-1954), Raoul Dufy (1877-1953) e 
Henri Matisse (1869-1954). Este último, 
ao contrário dos demais, transitou 
gradativamente em sua obra, para uma 
composição equilibrada entre colorido e 
desenho, em pinturas nas quais a 
profundidade está ausente.
Três figuras sentadas na relva, 1906. 
A arte africana instigou Matisse, Vlaminck e Derain. O uso de 
manchas de cor, bastante realçadas, por parte de Derain, 
evoca Cézanne e Gauguin. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 67).
 O Expressionismo desenvolveu-se na Europa entre o final do século XIX e o início do 
século XX.
 Os artistas que tomaram parte nesse movimento privilegiavam os aspectos internos do 
processo de produção artística, em detrimento de suas manifestações exteriores.
 Por esse motivo, conferiam às suas obras uma forte carga de subjetividade, tornando-as 
expressão direta dos seus universos interiores.
 Embora tenha se manifestado em diferentes campos das artes, foi na pintura que se 
inaugurou o movimento expressionista, tendo constituído, ao lado do fauvismo, o início das 
vanguardas históricas.
 Há ainda que observar que o Expressionismo originou-se em 
contraposição ao Impressionismo, em particular contra as suas 
tendências naturalistas e positivistas.
 Noutros termos, o Expressionismo deforma o real a fim de 
explicitar a subjetividade do artista e da própria natureza, 
privilegiando a manifestação dos sentimentos e não a 
descrição objetiva da realidade.
Expressionismo
Expressionismo
 A imagem ao lado reproduz a tela intitulada O Grito, de 
autoria do pintor norueguês Edvard Munch (1863-1944). 
Constitui esta uma das mais significativas obras do 
Expressionismo. Nela, um ser cujo sexo não é facilmente 
discernível, aparece atormentado nas docas de 
Oslofjord, na cidade de Oslo, ao anoitecer, e, como 
sugerido pelo título do quadro, solta um grito. O caráter 
subjetivo da cena – característico do Expressionismo – é 
bastante explícito, sobretudo por não ser demonstrado 
com exatidão o que o quadro efetivamente representa. 
Edvard Munch – O grito 
(1893)
Óleo sobre tela, têmpera e 
pastel sobre cartão. 
Galeria Nacional, Oslo, 
Noruega. 
Fonte: Proença (2011, p. 251).
Expressionismo
 Com efeito, a sua interpretação depende do 
envolvimento do espectador, a quem cumpre buscar 
compreender o que o artista quis expressar. Angústia, 
dor e desespero são alguns dos sentimentos que se 
pode entrever nesta tela, que bem poderia querer 
representar o desejo do artista de gritar, ainda que 
solitariamente, com a sensação de não poder ser 
ouvido – nem mesmo por nós – diante das profundas 
mudanças que a nova sociedade europeia, burguesa e 
industrial, estava provocando.
Edvard Munch – O grito 
(1893)
Óleo sobre tela, têmpera e 
pastel sobre cartão. 
Galeria Nacional, Oslo, 
Noruega. 
Fonte: Proença (2011, p. 251).
 A arte cubista teve início em 1907 e influenciou diferentes gerações de artistas no transcorrer 
das primeiras décadas do século XX.
 Influenciados, entre outros fatores, pela obra de Paul Cézanne, os iniciadores do Cubismo, 
Pablo Picasso (1881-1973) e Georges Braque (1882-1963) contribuíram de forma decisiva 
para uma das mudanças mais significativas ocorridas na arte ocidental.
 O Cubismo rompeu com os padrões de representação 
artística do real ao empregar, predominantemente, figuras 
geométricas que representavam seres e objetos em todas as 
suas partes em um único plano, sem preocupação com 
perspectiva ou tridimensionalidade.
 A realidade se via simplificada às formas geométricas: 
triângulos, losangos, trapézios, cubos.
Cubismo
 Para Picasso, o estímulo do cubismo estava em configurar três dimensões no espaço 
bidimensional da tela. Braque, por sua vez, desejava experimentar a pintura do volume e da 
massa na superfície.
 O primeiro momento da produção de Braque e Picasso, que existiu até perto de 1911, 
costuma ser chamado como cubismo analítico.
 Nessa época os dois artistas escapavam geralmente de temas e cores com apelos 
emocionais evidentes, escolhendo, além do que, por uma paleta frequentemente unicolor e 
temáticas neutras, por exemplo, naturezas-mortas.
 Outra fase – Cubismo Sintético – (1911), reação à excessiva 
fragmentação dos objetos e à destruição de sua estrutura, 
essa tendência procurou tornar as figuras 
novamente reconhecíveis.
 Também chamado de Colagem porque introduz letras, 
palavras, números, pedaços de madeira, vidro, metal e até 
objetos inteiros nas pinturas.
Cubismo
 A imagem ao lado representa a obra Les demoiselles d'Avignon (1907), da autoria de 
Picasso. Essa pintura é considerada como aquela que deu início ao Cubismo. Nela, podem-
se observar influências da arte tribal africana, bem como de Paul Cézanne. Obra-prima das 
artes plásticas do Ocidente, é perceptível nela a ruptura com todas as convenções e 
tradições da arte ocidental. As cinco mulheres do quadro são apresentadas à maneira 
cubista, seus corpos reduzidos a formas geométricas.
Cubismo
Pablo Picasso – Les 
demoiselles d’Avignon (1907)
Óleo sobre tela. The Museum 
of Modern Art, Nova York, EUA. 
Fonte: Proença (2011, p. 251).
Georges Braque
 Na obra Woman with a Guitar, Georges Braque (1882-1963) 
introduziu letras, partituras e cordas para aludir a ideia de um 
instrumento musical. Percebe-se a guitarra e a pessoa a partir de 
traços; e pelos olhos fechados da mulher, a sensação de 
satisfação e prazer. Nesse contexto, podemos entender que o 
jogo de associações criado pelo artista através de simbologias e 
elementos do mundo reconhecido aproxima o observador da 
linguagem do artista, facilitando, de alguma forma, a compreensão 
da obra. 
Mulher com violão (1913), deGeorges Braque. Museu de Arte 
Moderna, Centro Georges 
Pompidou, Paris. 
Fonte: Proença (2011, p. 255).
 Contrários a toda tendência moralista e passadista, os futuristas foram artistas que 
enalteceram, em suas obras, as conquistas tecnológicas do início do século XX e as 
mudanças velozes que estas imprimiam na sociedade europeia da época; 
 tendo também exaltado, no início do movimento, a própria guerra e a violência.
 Em decorrência de seu apreço pela novidade, propunham inclusive a destruição dos museus 
e das antigas cidades.
 Presente nas artes plásticas e na literatura, o Futurismo foi inaugurado com a redação do 
Manifesto Futurista, de autoria do poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti (1876-1944). 
 Devido ao seu caráter agressivo, o Futurismo repercutiu 
internacionalmente, tendo influenciado artistas modernistas 
de outros continentes.
Futurismo 
Futurismo
 Na imagem ao lado encontra-se a reprodução da obra intitulada Velocidade abstrata – o 
carro passou, de autoria do pintor italiano Giacomo Balla (1871-1958). Nela acham-se 
explicitados alguns dos principais elementos definidores da pintura futurista: a tendência ao 
cubismo e à abstração, o emprego de cores fortes, a simulação de ação, de movimento, a 
demonstração de que os diferentes aspectos dos objetos interpenetram-se simultânea e 
permanentemente. A obra de Balla sugere figuras movimentando-se num determinado 
espaço, sem a preocupação com a representação figurativa bem definida em seus contornos.
Velocidade abstrata – o carro 
passou (1913), óleo sobre 
tela. Tate Gallery, Londres. 
Fonte: Proença (2011, p. 266). 
 Constituiu o Dadaísmo (ou simplesmente Dadá) um movimento artístico de vanguarda que 
se iniciou no Cabaret Voltaire, localizado na cidade de Zurique, capital da Suíça, no ano 
de 1916.
 A liderança do mesmo coube ao escritor alemão Hugo Ball (1886-1927) – autor do Manifesto 
Dada, publicado em 1916;
 ao poeta romeno Tristan Tzara (1896-1963) e ao pintor e poeta alemão Hans Arp 
(1886-1966).
 O emprego da palavra dada para representar o movimento visa indicar tanto o caráter 
antirracionalista do mesmo, uma vez que o termo parece não ter um significado, pois se trata 
de uma palavra que lembra o balbuciar de um bebê humano.
 Ao enfatizarem o non-sense, o não lógico e o não racional, os 
dadaístas empregavam a ironia em suas obras e eram 
radicais na valorização daquilo que era considerado absurdo. 
 Por esse motivo, recorreram ao poema aleatório e aos 
ready-mades.
Dadaísmo 
Dadaísmo 
 A figura ao lado reproduz a obra Roda de Bicicleta, produzida no ano de 1912, e que 
constituiu o primeiro ready-made de autoria de Marcel Duchamp, um dos mais importantes 
artistas dadaístas. A peça é formada por uma roda de bicicleta equilibrada sobre o tampo de 
um banco. Com esta obra, Duchamp pretendeu discutir o próprio conceito de arte, 
demonstrando que esta não é definida pelo objeto, pelos materiais ou pelo tipo de suporte 
empregado, mas pela atitude do artista, que modifica a própria natureza do objeto, ao dispô-lo 
não mais como produto industrial utilitário, mas como obra artística. 
Marcel Duchamp – Roda de 
bicicleta. (1913), Museu 
Nacional de Hessisches. 
Fonte: Proença (2011, p. 353). 
 Constituiu o Construtivismo russo um movimento artístico de forte conotação político-
ideológica e que teve origem na extinta União Soviética, em 1919.
 Contrariamente à noção de pureza artística, o Construtivismo Russo enfatizava as 
vinculações entre a produção artística e a realidade cotidiana.
 Desse modo, preconizava-se que as obras de arte deveriam refletir as conquistas sociais da 
Revolução Bolchevique de 1917 e representar o mundo do trabalho e do operariado na era 
da máquina e da industrialização.
 Portanto a arte serviria aos propósitos ideológicos, de apoio à construção da 
sociedade socialista.
 A denominação de arte construtivista foi elaborada pelo artista 
plástico russo Kazimir Malevich (1878-1935), referindo-se à 
obra do seu compatriota, o pintor e fotógrafo Alexander 
Rodchenko (1891-1956).
 Construtivismo russo, caracterizado sobretudo pelo recurso à 
abstração geométrica.
Construtivismo russo
Construtivismo russo
 Na figura ao lado, observa-se reprodução do quadro 
intitulado Pintura Suprematista (1917-8), de Kazimir 
Malevich, um dos principais expoentes do 
Construtivismo russo. Esse quadro é representante do 
abstracionismo a que chegaram os construtivistas, 
denominado suprematismo, caracterizado pelo uso de 
figuras geométricas e cores primárias.
Kazimir Malevitch – Pintura 
suprematista (1917-18) –
Fonte Dempsey (2010, p. 105).
O expressionismo é um termo que foi amplamente aplicado ao teatro, às artes visuais e à 
literatura no início do século XX e em várias acepções. No plano da história da arte, o 
expressionismo passou a ser usado como alternativo ao pós-impressionismo, para se referir às 
novas tendências anti-impressionistas presentes nas artes visuais que estavam se 
desenvolvendo em diferentes países, desde aproximadamente 1905. Por esse motivo, os 
artistas conferiam às suas obras uma forte carga de subjetividade, tornando-as expressão 
direta dos seus universos interiores.
Assinale abaixo a alternativa incorreta com relação ao Expressionismo:
Interatividade
a) O Expressionismo figurou-se por certa heterogeneidade de estilos, tendo sido, por isso 
mesmo, sobretudo, uma postura diante da arte que congregou diferentes artistas, de 
características intelectuais diversas.
b) O Expressionismo originou-se em contraposição ao Impressionismo, em particular contra 
as suas tendências naturalistas e positivistas.
c) Os expressionistas privilegiavam a observação e a fidelidade, enfatizando a exterioridade 
que cada artista imprimia em suas obras.
d) O Expressionismo deforma o real a fim de explicitar a 
subjetividade do artista e da própria natureza, privilegiando 
a manifestação dos sentimentos e não a descrição objetiva 
da realidade.
e) No expressionismo, devido às suas próprias características 
de expressão da subjetividade, conduziam a uma 
supervalorização da individualidade artística.
Interatividade
a) O Expressionismo figurou-se por certa heterogeneidade de estilos, tendo sido, por isso 
mesmo, sobretudo, uma postura diante da arte que congregou diferentes artistas, de 
características intelectuais diversas.
b) O Expressionismo originou-se em contraposição ao Impressionismo, em particular contra 
as suas tendências naturalistas e positivistas.
c) Os expressionistas privilegiavam a observação e a fidelidade, enfatizando a exterioridade 
que cada artista imprimia em suas obras.
d) O Expressionismo deforma o real a fim de explicitar a 
subjetividade do artista e da própria natureza, privilegiando 
a manifestação dos sentimentos e não a descrição objetiva 
da realidade.
e) No expressionismo, devido às suas próprias características 
de expressão da subjetividade, conduziam a uma 
supervalorização da individualidade artística.
Resposta
 O movimento denominado De Stijl ou neoplasticismo teve origem na Holanda e contou, entre 
os seus mais importantes expoentes, com o artista plástico, designer, poeta e arquiteto Theo 
Van Doesburg (1883-1931), o pintor Piet Mondrian (1872-1944) e o designer de produtos e 
arquiteto Gerrit Rietveld (1888-1964).
 O movimento teve sua origem na revista intitulada De Stijl (em português, O Estilo);
 fundada no ano de 1917 por Doesburg e outros artistas, inclusive Mondrian e Rietveld, 
que nela publicavam textos em favor de uma nova estética para a poesia, a arquitetura e as 
artes plásticas, tendo como epicentro a supervalorização das cores primárias e das 
formas geométricas;
 conduzindo ao abandono de toda representação figurativa, 
por meio da adoção do completo abstracionismo.
De Stijl: o neoplasticismo holandês 
De Stijl: o neoplasticismo holandês 
 A total abstração da pintura deMondrian foi obtida por meio de um longo trabalho de pesquisa 
plástica que começa ainda com o figurativismo em seus primeiros quadros. Posteriormente, o 
autor foi criando uma forma de representação que se volta para si mesma, sem buscar 
referências externas, baseando-se na composição das cores básicas, reveladas pela ciência 
da ótica e da física.
 Esse tipo de plasticidade também se estendeu à arquitetura, tanto de edifícios quanto 
de interiores. 
Piet Mondrian – Composição em vermelho, 
preto, azul, amarelo e cinza (1920)
Óleo sobre tela. Stedelijk Museum, 
Amsterdam, Holanda. 
Fonte Dempsey (2010, p. 122).
 O movimento surrealista abrangeu a literatura, as artes plásticas, o teatro e o cinema e teve 
sua origem em Paris na década de 1920;
 a partir da publicação, em 1924, do Manifesto Surrealista, de autoria do poeta André Breton 
(1896-1966). 
 Essa vanguarda artística foi bastante influenciada pelas teorias do pai da Psicanálise 
moderna, o austríaco Sigmund Freud (1856-1939). 
 Decorre daí a ênfase conferida pelos artistas surrealistas ao papel do inconsciente na 
representação da realidade, o que valia por uma crítica ao extremado racionalismo vigente 
na condução da política e das relações socioeconômicas à época. 
 os surrealistas buscavam apresentar em suas obras o real de 
maneira não racionalista, a qual se podia captar, 
principalmente, nos sonhos, quando o inconsciente se 
encontra liberado da repressão racionalista do consciente.
Surrealismo
Surrealismo
 Na imagem ao lado encontra-se reproduzido o quadro Aparição de rosto e fruteira numa 
praia (1938), de autoria de Salvador Dalí (1904-1989), um dos principais expoentes da 
pintura surrealista, ao lado de René Magritte (1898-1967). Essa obra de Dalí apresenta a 
mais importante característica da arte surrealista: o mundo é aí percebido como se 
estivéssemos em meio a um sonho, cercados por imagens de seres e objetos transfiguradas 
pela ação do inconsciente quando este se acha liberado do rígido controle da racionalidade. 
Salvador Dalí – Aparição de rosto e fruteira numa praia (1938)
Óleo sobre tela, 114,2 x 143,7 cm. Wadsworth Atheneum, 
Hartford, Connecticut. EUA.
Fonte: Gombrich (2018, p. 893).
 A Bauhaus (1919-1933) foi a mais conhecida escola alemã de formação de arquitetos, 
técnicos e artífices especializados da primeira metade do século XX.
 Ela começou com uma definição utópica: a construção do futuro deveria combinar todas as 
artes em um ideal único.
 Para atingir este objetivo, o fundador, Walter Gropius (1883-1969), sentiu a necessidade de 
desenvolver novos métodos de ensino e estava convencido de que a base para qualquer 
arte estava no artesanato: "a escola se transformara gradualmente em um workshop".
 Assim, artistas e artesãos dirigiram aulas e produção juntas na Bauhaus em Weimar, 
Alemanha. Isto pretendia remover qualquer distinção entre artes puras e artes aplicadas.
 A realidade da civilização tecnicista no início do século XX 
gerou solicitações para a Bauhaus que não poderiam ser 
preenchidas apenas pela revalorização do artesanato, que 
era a ideia inicial.
 Em 1923, a escola reagiu com um programa modificado, o 
qual marcaria sua futura imagem sob um novo mote: arte e 
tecnologia – uma nova unidade.
A arte abstrata e a Bauhaus
Bauhaus
 O potencial da indústria seria aplicado para satisfazer padrões de design, abrangendo tanto 
aspectos funcionais quanto estéticos. As oficinas da Bauhaus produziram protótipos para 
produção em massa: desde uma simples lâmpada até uma habitação completa.
Oskar Schelemmer como turco no Balé triádico, 1922. A 
exposição da Bauhaus, em 1923, foi inaugurada com uma 
Semana Bauhaus excepcional, que mostrou o Balé triádico 
e o Balé mecânico, de Schelemmer, além de filmes, 
palestras e concertos. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 131).
 No início do século XX, os efeitos da Revolução Industrial caminhavam a passos lentos em 
um Brasil ainda agrário e aristocrático. 
 O País testemunhava as primeiras levas migratórias para as grandes cidades brasileiras e 
explosivas discussões sobre a identidade nacional e os problemas sociais germinados 
pela industrialização. 
 Poucos burgueses, artistas e intelectuais tinham acesso às influências que a Europa 
ocupava na posição vanguardista cultural. 
 Jovens de famílias paulistas abastadas, exceção nessa 
época, estavam eufóricos pelo nacionalismo emergido da 
Primeira Guerra Mundial e contagiados pelo centenário da 
Independência do Brasil.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
 Em 1912, o escritor Oswald de Andrade e a pintora Anita Malfatti (então com 22 e 23 anos de 
idade, respectivamente) já tinham percorrido a Europa e mantido contato com os 
movimentos de vanguarda; 
 principalmente com a proposta estética futurista, renovadora e pregando o desprezo pelo 
passado, influenciando diretamente esses e outros jovens artistas que buscavam não mais 
copiar os modelos estéticos europeus e sim criar uma arte que pudessem chamar 
de brasileira. 
 Perceberam que a diversidade cultural e racial do Brasil poderia reconstruir uma identidade e 
renovar as artes e as letras pela pesquisa estética a que tinham direito.
 O escritor Mário de Andrade e Oswald formaram as principais 
personalidades de liderança do plano teórico e a divulgação 
dos novos movimentos estéticos das artes que retomavam 
sua força após a Primeira Grande Guerra, vindo a eclodir com 
a Semana de Arte Moderna; evento realizado no Teatro 
Municipal de São Paulo entre os dias 13 e 17 de fevereiro 
de 1922.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
 Influenciada pelo Expressionismo e pelo Cubismo, Anita Malfatti realizou uma mostra de 
suas obras ao retornar de seus estudos na Europa chamada Exposição de Pintura 
Moderna/Anita Malfatti. 
 As 53 telas da artista – entre elas O Homem Amarelo, O Japonês, Uma Estudante e A boba, 
são vistas sem alarde por um público de cultura medíocre e de informação artística limitada;
 até que o jornal O Diário de São Paulo publica a crítica do escritor Monteiro Lobato em 20 de 
dezembro de 1917, atribuindo um pesado julgamento às obras da artista e à Arte Moderna 
em geral, defendendo a arte acadêmica.
 A crítica agita e choca a vida cultural provinciana paulistana. 
Apesar da defesa pública de Oswald, o prestígio de Lobato 
gera um golpe terrível para Anita.
 Alguns quadros são devolvidos e outros são atacados na 
exposição a bengaladas, tamanha hostilidade que se formou 
em torno da artista.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
Semana de Arte Moderna no Brasil 
O homem amarelo (1915/1916), óleo sobre tela, 
Anita Mafaltti. Coleção Mario de Andrade do Instituto 
de Estudos Brasileiros (USP). 
 Portanto antes mesmo da Semana de 
22, esse histórico episódio é a passagem 
traumática que resulta no ponto de 
partida da Arte Moderna no Brasil e Anita 
passa a ser conhecida pelos intelectuais 
paulistanos, formados principalmente por 
Menotti del Picchia, Di Cavalcanti, Victor 
Brecheret, além dos próprios Oswald e 
Mário.
Fonte: Proença (2011, p. 296).
Fonte: MALFATTI, A. Uma estudante. In: GREGGIO, L. P. Anita Malfatti: tomei a 
liberdade de pintar a meu modo. São Paulo: Magma Cultural, 2007, p. 57.
 A partir daí os pejorativamente denominados futuristas paulistanos escandalizariam a 
sociedade. Chamados de loucos, rebeldes e estranhos, as esculturas de Brecheret, a 
Pauliceia Desvairada de Mário de Andrade, As Mulatas de Di Cavalcanti, a música de 
Villa-Lobos, entre outras obras desse período, são o verdadeiro manifesto 
modernista brasileiro.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
Outros nomes: Graça Aranha, Ronald de Carvalho, 
Sérgio Milliet, Guiomar Novaes, Hildegardo Leão 
Veloso, Guilherme de Almeida, Henri Mugnier, Zina 
Aita, Ferrignac, Ernani Braga, Wilhelm Haarberg, 
Tácito de Almeida, Candido Motta Filho e Georg 
Przyrembel. 
Participantes da Semana de 
Arte Moderna, 1922. 
Fonte:CARUSO, C. Oswald 
de Andrade. 2. ed. São 
Paulo: Callis, 2011, p. 42.
 O evento, idealizado pelo pintor Di Cavalcanti e incentivado por Paulo Prado, mecenas de 
tradicional aristocracia cafeeira paulistana (e que conseguira patrocínio do então presidente 
do Brasil, Washington Luís Pereira de Sousa), consistia em três noites de conferências, 
leitura de poemas e audições musicais, além da exposição com cerca de 100 obras aberta 
ao público de segunda a sábado no saguão do Teatro Municipal de São Paulo.
 Com exceção da abertura, em que a plateia de gala desfilava no saguão entre obras e 
palestras, os dias 15 e 17 foram marcados por várias manifestações hostis de vaias e de 
inquietação, como aponta Fonseca pelos olhos de Menotti del Picchia.
 O acontecimento mais marcante no encerramento da Semana 
de 1922 foram as vaias para Villa-Lobos que entrara com 
sapato em um pé e sandália em outro.
 Vista na época como uma manifestação elitista, a Semana de 
Arte Moderna de 1922 deixou sua mensagem de 
pré-consciência do espírito nacional como um momento 
histórico decisivo na formação de sua identidade.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
 Foi o ponto de partida para o vanguardismo brasileiro questionar a estética vigente e para a 
redescoberta do Brasil por um projeto no qual a língua e a cultura foram objetos da nova 
estética que surgia.
 Grupo dos Cinco e os movimentos modernistas
 Após a Semana de Arte Moderna, o movimento modernista brasileiro, comumente ligado aos 
temas políticos, começara a ganhar força e, através de novas manifestações artísticas, o 
povo começou a aprender um pouco mais sobre a sociedade brasileira e tirando suas 
próprias conclusões, formando as suas próprias opiniões.
 Frequentemente o foco desses artistas era denunciar, através 
da arte, as diferenças sociais, caracterizadas pelos grupos de 
imigrantes proletários e pelas oligarquias desenvolvidas nas 
zonas rurais.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
 O papel dos jovens envolvidos na Semana de 1922 foi decisivo na busca de uma identidade 
estética nacional, reconhecendo sua essência e pluralidade cultural, colocando-se contra 
tudo que fosse importado da Europa.
 Dessa estreita relação de pressupostos metodológicos de um modernismo em gestação, 
formou-se a união do chamado Grupo dos Cinco, composto de Oswald de Andrade, Mário de 
Andrade, Menotti del Picchia, Anita Malfatti e pela recém-chegada da Europa, Tarsila 
do Amaral.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
Fonte: MALFATTI, A. Grupo dos 
cinco. In: GREGGIO, L. P. Anita 
Malfatti: tomei a liberdade de pintar 
a meu modo. São Paulo: Magma 
Cultural, 2007, p. 69.
 A partir daí, ideias se fundiram a diversos manifestos nacionalistas, como o Movimento 
Antropofágico. Obras literárias como Macunaíma, João Miramar, Pau-Brasil, Grande Sertão: 
Veredas, composições emblemáticas de Villa-Lobos e quadros como Abaporu, de Tarsila, e 
os painéis Guerra e Paz, de Portinari, entre tantos outros, são resultados desse esboço que 
se projetou muito além de seus objetivos iniciais.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
Abaporu (1928), Óleo sobre tela de 
Tarsila do Amaral. Museu Malba de arte 
Latino-Americana, Buenos Aires. 
Fonte: Proença (2011, p. 303).
 O Movimento Antropofágico surge nos fins da década de 1920, liderado por Oswald de 
Andrade, que foi inspirado pelo quadro de Tarsila Abaporu, palavra indígena que significa o 
homem que come carne humana, antropófago.
 A ideia de Oswald era se utilizar do conceito de antropofagia praticado pelos índios caetés 
nos rituais de canibalismo para se apropriarem da força e das qualidades admiradas e 
desejadas de seus inimigos.
 Deixavam, portanto, de devorar aqueles considerados fracos, covardes ou medíocres.
 Dessa forma, o conceito metafórico de devorar uma atitude estético-cultural e assimilar os 
valores culturais estrangeiros era a proposta dessa corrente, valorizando ao mesmo tempo a 
cultura nacional reprimida pelo processo de colonização do Brasil.
 Segundo o manifesto antropofágico, publicado em 1928, o 
movimento tinha como propósito a ruptura da estética 
importada e a representação de um novo modo de ser e estar 
no mundo pela expressividade intelectual nas artes, e ia 
mais além.
Semana de Arte Moderna no Brasil 
 O Movimento Tropicalista emerge em 1968 como uma atualização do Movimento 
Antropofágico no âmbito musical, configurado como uma nova estética cultural e ideológica 
“que se origina do aproveitamento de elementos estrangeiros fusionados à cultura brasileira, 
fazendo surgir um estilo original” (ESPERANDIO, 2007, p. 20). 
 Oswald de Andrade revoluciona com o primeiro texto modernista para o teatro embasado no 
livro homônimo publicado em 1937, O Rei da Vela, que denunciava o quadro social brasileiro 
nos anos 1930 pós-crise financeira de 1929. 
 A encenação ocorre em 1968, em plena ditadura militar, 
causando grande impacto sobre o público. Nas artes plásticas, 
destacam-se os trabalhos inovadores de dois grandes artistas 
brasileiros de formação concretista, Hélio Oiticica (1937-1980) 
e Lygia Clark (1920-1988).
Influências
Influências
 Nesse contexto, o cineasta Glauber Rocha (1938-1981) inova com uma feroz crítica social 
nos longas-metragens Deus e o Diabo na Terra do Sol (1963) e Terra em Transe (1967), 
inaugurando uma nova corrente artística do cinema nacional denominada Cinema Novo, de 
cunho político e social e engajada na realidade brasileira, consequência direta do 
regime militar.
Glauber Rocha nas filmagens do filme O dragão da maldade 
contra o santo guerreiro (Antonio das Mortes), 1969. 
Fonte: TORRES, A. M. Buñuel y sus discípulos. Madrid: 
Huerga y Fierro editores, 2005, p. 77.
 Caetano, junto aos cantores Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, à banda Os Mutantes e ao 
maestro Rogério Duprat formariam os maiores representantes do Tropicalismo na música 
popular brasileira.
 Devido à perseguição da ditadura e às constantes censuras, o Tropicalismo se dispersou, 
culminando com o exílio de Caetano e Gil ao exterior, seus principais precursores, deixando 
claro o conceito da arte tropicalista do não conformismo social, da experimentação do novo, 
pois seus artistas pretendiam não apenas fazer música, mas fazer política pela 
produção artística. 
 Um nome marcante: Alfredo Volpi: Nasceu em Lucca, Itália, 
em 14 de abril de 1896. Um ano depois, seu pai veio para o 
Brasil e abriu uma loja de queijos e vinhos. Ainda criança 
trabalhou como marceneiro-entalhador e encadernador. 
Influências
Alfredo Volpi
 Aos 15 anos torna-se pintor-decorador. Sua primeira 
pintura e cavalete é datada de 1914. Expõe pela 
primeira vez em 1925 em uma coletiva no Palácio da 
Indústria de São Paulo. Apesar de receber críticas 
negativas, vende seu primeiro trabalho, o qual apresenta 
a irmã costurando. 
 Volpi se transforma numa expressão como artista, com 
muitas obras produzidas e reconhecidas pelo mundo.
VOLPI, A. Minha irmã 
costurando. 
Fonte: MAMMI, L. Volpi. Espaços da 
arte brasileira. 2. ed. São Paulo: 
Cosac Naify, 2001, p. 1.
O papel dos jovens envolvidos na Semana de 1922 foi decisivo na busca de uma identidade 
estética nacional, reconhecendo sua essência e pluralidade cultural, colocando-se contra tudo 
que fosse importado da Europa. A partir daí ideias se fundiram a diversos manifestos 
nacionalistas, como o Movimento Antropofágico. Obras literárias como Macunaíma, Pau-Brasil, 
e quadros como Abaporu, de Tarsila e muitas expressões artísticas surgiram.
Sobre o conceito do Movimento Antropofágico, é correto afirmar:
Interatividade
a) O conceito metafórico de devorar uma atitude estético-cultural e assimilar os valores 
culturais estrangeiros era a proposta dessa corrente, valorizando a cultura híbrida.
b) O conceito do Movimento Antropofágico era assimilar a cultura europeia, que estava 
em voga.
c) O conceito metafórico de assimilar as influênciasindígenas.
d) O Conceito do Movimento era absorver a cultura estrangeira.
e) Segundo o manifesto antropofágico, publicado em 1928, o movimento tinha como propósito 
a ruptura da estética importada e a representação de um novo modo de ser e estar no 
mundo pela expressividade intelectual nas artes, e ia mais além. 
Interatividade
a) O conceito metafórico de devorar uma atitude estético-cultural e assimilar os valores 
culturais estrangeiros era a proposta dessa corrente, valorizando a cultura híbrida.
b) O conceito do Movimento Antropofágico era assimilar a cultura europeia, que estava 
em voga.
c) O conceito metafórico de assimilar as influências indígenas.
d) O Conceito do Movimento era absorver a cultura estrangeira.
e) Segundo o manifesto antropofágico, publicado em 1928, o movimento tinha como propósito 
a ruptura da estética importada e a representação de um novo modo de ser e estar no 
mundo pela expressividade intelectual nas artes, e ia mais além. 
Resposta
O papel do artista e a crise da modernidade 
 O denominado Expressionismo Abstrato ou Action Painting constituiu um movimento artístico 
de grande originalidade e forte repercussão que modificou a cena artística norte-americana 
no final dos anos 40. 
 Sua principal característica era o emprego de largas massas coloridas, com o predomínio de 
manchas, não de traços. 
 Ao contrário do Expressionismo europeu, diretamente 
envolvido em debates ideológicos, os expressionistas norte-
americanos excluíam totalmente os temas políticos e sociais 
de suas obras, privilegiando questões existencialistas como a 
miséria humana, por exemplo, buscando expressar emoções 
de forma intensa e espontânea. 
 Para tanto, destruíram os meios tradicionais de pintura, 
pintando diretamente no chão, na parede, por vezes sem uso 
de pincéis. 
As realizações da arte pós-vanguardas
 Efetivamente, Jackson Pollock (1912-1956), maior nome do Action Painting, empregava 
verdadeiros jatos de tinta sobre a superfície de telas deitadas no chão, sem emprego 
de cavalete. 
 Por meio dessa ação, Pollock cobria totalmente a tela e eliminava qualquer possibilidade de 
percepção figurativa ou de perspectiva por parte do espectador. 
 Desse modo, criava obras de arte cheias de instintividade e emoção. 
 Diferentemente de Pollock, Willem De Kooning (1904-1997), igualmente representante do 
expressionismo abstrato norte-americano, não se distanciou totalmente do figurativismo. 
 Adepto do abstracionismo, empregava pinceladas fortes, 
violentas, frenéticas em seus quadros, produzindo 
composições diferenciadas e muito coloridas, mas nas quais 
se reconhecem objetos e seres. 
Expressionismo Abstrato ou Action Painting
Expressionismo Abstrato ou Action Painting
 A imagem acima representa a tela intitulada Blue Poles 1952, 
de Jackson Pollock, o mais importante representante da 
Action Painting. Nela, podem-se notar as principais 
características desse artista e do movimento do qual fez parte: 
a ruptura plena com o figurativismo, gerada pelo uso de 
respingos de tinta lançados contra a tela. A técnica de 
gotejamento, por meio de latas de tinta perfuradas, foi 
introduzida por Pollock, que chegava a produzir as suas telas 
na frente do próprio público.
Blue Poles 1952, de 
Jackson Pollock, vista pela 
primeira vez em janeiro de 
1948. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 190).
 A Pop Art constituiu um movimento artístico que ocorreu predominantemente nos Estados 
Unidos e na Inglaterra, entre a segunda metade dos anos 50 e 60. 
 Bebendo em fontes como o Dadaísmo, a Pop Art contribuiu também para revolucionar o 
próprio conceito de obra de arte, uma vez que incluía em seus temas objetos tipicamente 
comerciais e de consumo de massa, contrariando a máxima de que a arte é alheia aos 
interesses do mercado. 
 Sobretudo, os artistas representativos desse movimento incorporaram ao seu repertório 
objetos emblemáticos da indústria cultural e do universo da propaganda, como a Coca-Cola 
e as imagens de artistas populares como Marilyn Monroe. 
 Devido a essa mesma motivação, as principais fontes de 
inspiração dos representantes da Pop Art eram os programas 
de televisão, as revistas em quadrinhos, o cinema e 
a publicidade. 
 De certo modo, por incluir imagens plenamente identificáveis 
de pessoas e objetos, a Pop Art marcou também um retorno ao 
figurativismo, contrapondo-se ao Expressionismo, dominante 
desde o fim da Segunda Grande Guerra (1939-1945).
A Pop Art
 Entre as principais consequências do movimento da Pop Art, cabe destacar a elevação à 
categoria de arte de objetos que antes eram considerados vulgares, dado o seu caráter de 
produtos comerciais.
Dos principais artistas da Pop Art, cumpre destacar os seguintes:
 Robert Rauschenberg (1925-2008): empregava materiais diversos, como folhas de jornal, 
garrafas e outros objetos industrializados, bem como fotografias, em combinação com tintas 
e silk-screen, representando temas da indústria cultural e da contemporaneidade nos EUA;
 Roy Lichtenstein (1923-1997): tinha grande apreço pelas 
histórias em quadrinhos. Pintou sobretudo quadros a óleo e 
tinta acrílica, empregando uma técnica muito própria de 
pontilhismo, marcada pelo forte colorido e luminosidade, 
sempre delimitado por um traço negro. Os temas de seus 
quadros, muitos dos quais remetem a uma espécie de imagem 
congelada de uma sequência de quadrinhos, não estão 
vinculados explicitamente a nenhum enredo, que cabe ao 
espectador imaginar.
A Pop Art
Roy Lichtenstein
A Melodia persegue a minha fantasia 
(1965), tela de seda de Roy Lichtenstein. 
Dimensões: 69,9 cm x 51,4 cm. 
Fonte: Proença (2011, p. 351).
Andy Warhol
 Andy Warhol (1927-1987): foi o mais renomado representante da Pop Art. Tornou-se 
internacionalmente conhecido por suas séries de retratos de ícones da música e do cinema, 
como, por exemplo, Marilyn Monroe e Elvis Presley. Warhol empregou em suas obras, 
sobretudo, a técnica da serigrafia, representando, além dos ídolos pop, objetos de consumo 
de massa, como garrafas de Coca-Cola, latas de sopa, carros e cédulas de dinheiro.
Marilyn Monroe, por Andy Warhol. 
Exposição na Casa da Moneda, 
Santiago, Chile. 
Foto: Su Stathopoulos.
 A Op Art ou Optical Art foi um movimento artístico caracterizado pelo emprego de formas 
geométricas que induzem o olhar do espectador a uma espécie de ilusão de ótica, gerando 
sensações de movimento, de tridimensionalidade, de vibração e de mudança de sentido. 
 A Op Art parece querer significar a permanente mudança a que está submetido o mundo 
contemporâneo, seu caráter sempre passageiro, mesmo fugaz. 
 Característicos desse movimento são, por exemplo, os móbiles do artista Alexander Calder 
(1898-1976). 
 Trata-se de uma arte de construção bastante rigorosa, quase científica, dado o seu 
caráter sistemático.
 Os mais importantes artistas da Op Art são Alexander Calder, 
criador dos móbiles, iniciados com a materialização de 
quadros de Mondrian, e Victor Vasarely (1908-1997), criador 
de composições geométricas de alta complexidade, coloridas 
ou não, e que provocam diferentes sensações no espectador.
A Op Art
Alexander Calder
 Ao criar os seus móbiles, Alexander Calder literalmente colocou a arte em movimento, como 
na imagem ao lado, reprodução da obra Um universo, inspirada nos quadros de Piet
Mondrian. As esculturas abstratas de Calder nos remetem às quatro dimensões da realidade: 
altura, profundidade, largura e tempo, uma vez que elas se movimentam, revelando-se ao 
espectador lentamente. Acrescente-se que os primeiros móbiles eram movimentados pelos 
próprios espectadores. Posteriormente, Calder decidiu torná-los suspensos, movimentando-
se sozinhos, pela ação do vento. A construção dos móbiles demanda rigor no 
estabelecimento de um sistema equilibrado de pesos, a fim de que o movimento seja mantido 
ritmado e prolongado. 
Um universo, Alexander Calder,1934. 
Fonte Gombrich (2018, p. 885).
Minimalismo 
 O Minimalismo constituiu um movimento artístico iniciado no decênio de 1960, nos Estados 
Unidos, cujos representantes buscavam expressarem-se por meio do recurso aos elementos 
fundamentais – mínimos – das artes visuais. 
 Nas artes plásticas, os minimalistas opuseram-se ao expressionismo abstrato 
norte-americano. 
 Efetivamente, julgavam a action painting extremamente personalista e carente de substância. 
 Para os minimalistas, caberia à arte expressar apenas a si própria, e não a qualquer 
elemento extra-artístico, não visual. 
 Por esse motivo, pode-se considerar a minimal art como o 
ponto culminante do reducionismo nas artes plásticas, 
tendência que vinha se manifestando em diferentes campos 
artísticos no transcorrer do século XX.
A pós-modernidade e as perspectivas da arte no século XXI 
 rejeição tanto da objetividade como da subjetividade e do figurativismo na produção artística;
 reducionismo formal das obras de arte, em busca de sua expressão mais pura possível, 
tanto na bidimensionalidade como na tridimensionalidade;
 emprego sobretudo de formas geométricas simples, como cubos, paralelepípedos, cilindros 
etc. de modo repetitivo, para conferir ritmo às obras de arte;
 diferenciação de outras correntes abstracionistas, pois não adota o lirismo nem o 
matematismo, que considera muito personalistas; 
 a escultura minimalista emprega figuras geométricas simples e materiais diferenciados, 
como, por exemplo, fibra de vidro, metais e plásticos. 
Características principais do Minimalismo
Dan Flavin
 Ao lado, reprodução da obra do minimalista 
norte-americano Dan Flavin (1933-1996), um dos 
principais expoentes da Minimal Art. A obra é 
uma escultura composta por tubos luminosos 
coloridos. Nela é possível notar as mais 
importantes características do Minimalismo, ou 
seja, o reducionismo formal, a despretensão, a 
simplicidade e o forte cunho geométrico. 
Flavin utilizou tubos de luz fluorescente, considerava o espaço 
onde eles estão inseridos como parte integral de seu trabalho. 
Com o resultado da luz e do ambiente tomando o local do 
objeto de arte convencional, a obra fica desmaterializada. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 237).
 O movimento artístico denominado Arte Conceitual desenvolveu-se particularmente nos 
Estados Unidos, a partir da década de 1960. 
 Diferentemente do Minimalismo, na Arte Conceitual a crítica está presente, embora não de 
forma explícita, mas em reflexões filosóficas e linguísticas. 
 Nesta vertente das artes plásticas, as ideias e os conceitos são considerados mais 
importantes do que os meios e materiais empregados na sua representação. 
 Nesse sentido, o artista torna as suas obras veículos de 
pensamentos e teorias, ou seja, busca-se demonstrar que a 
arte se origina das ideias e o planejamento da produção 
artística é elevado a uma condição superior à própria 
execução das obras.
Arte conceitual
 Noutros termos, na Arte Conceitual, as ideias são mais relevantes que os próprios 
objetos artísticos.
 Por esse motivo, um de seus mais eminentes representantes, o norte-americano Lawrence 
Weiner (1942), em diferentes obras de sua autoria, reduzia as mesmas a um simples 
enunciado de instruções descritivas, que sequer concretizava.
 Deste modo, pretendiam os artistas conceitualistas tecerem a crítica à própria noção de 
objeto artístico.
 Piero Manzoni (1933-63), o italiano chama a atenção pela sua 
ousadia artística.
Arte conceitual
Arte conceitual
 Ao lado, apresenta-se reprodução da obra One and 
Three Chairs, do norte-americano Joseph Kosuth (1945), 
que ilustra bem as principais características da Arte 
Conceitual. Efetivamente, nesta obra, Kosuth expõe, 
conjuntamente, uma cadeira real, uma foto dessa 
mesma cadeira e um texto contendo a definição do que 
seja uma cadeira. Ao proceder assim, o artista pretende 
provocar a reflexão sobre a própria realidade do objeto, 
ou seja, uma discussão sobre o próprio ser das coisas. 
Três partes iguais – uma cadeira, uma fotografia sua e 
uma definição do dicionário, impressa – compõem a 
obra. Ela é, na opinião de um crítico, uma gradação 
do real em direção ao ideal. Com LeWitt, Kosuth 
ajudou a definir os padrões da arte conceitual. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 240).
Arte conceitual
 Manzoni enlatou, rotulou, numerou e assinou 90 latas com seu próprio dejeto. As latas, 
tampadas de maneira mecanizada, foram vendidas pelo valor diário do ouro, correspondente 
ao peso de cada uma delas. 
 Curiosidade: a pouco tempo essa lata foi a leilão e vendida por 275 mil euros 
(1.756 mil reais).
Piero Manzoni, Merda d’artista n. 066, 1961. 
Fonte: Dempsey (2010, p. 242).
Constituiu um movimento artístico que ocorreu predominantemente nos Estados Unidos e na 
Inglaterra, entre a segunda metade dos anos 50 e 60. Bebendo em fontes como o Dadaísmo, 
esse movimento contribuiu também para revolucionar o próprio conceito de obra de arte, uma 
vez que incluía em seus temas objetos tipicamente comerciais e de consumo de massa, 
contrariando a máxima de que a arte é alheia aos interesses do mercado. 
Qual é o movimento comentado?
a) Expressionismo Abstrato ou Action Painting.
b) Arte Conceitual.
c) Minimalismo.
d) Op Art.
e) Pop Art.
Interatividade
Constituiu um movimento artístico que ocorreu predominantemente nos Estados Unidos e na 
Inglaterra, entre a segunda metade dos anos 50 e 60. Bebendo em fontes como o Dadaísmo, 
esse movimento contribuiu também para revolucionar o próprio conceito de obra de arte, uma 
vez que incluía em seus temas objetos tipicamente comerciais e de consumo de massa, 
contrariando a máxima de que a arte é alheia aos interesses do mercado. 
Qual é o movimento comentado?
a) Expressionismo Abstrato ou Action Painting.
b) Arte Conceitual.
c) Minimalismo.
d) Op Art.
e) Pop Art.
Resposta
DEMPSEY, AMY. Estilos, escolas & movimentos. São Paulo: Cosac Naify, 2003.
DONDIS, D. A. A sintaxe da linguagem visual. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
ESPERANDIO, M. R. G. Para entender pós-modernidade. São Leopoldo: Sinodal, 2007.
GOMBRISCH, Ernst Hans. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2019. (Disponível em Minha 
Biblioteca)
PROENÇA, Graça. História da arte. São Paulo: Editora Ática, 2011.
Referências 
ATÉ A PRÓXIMA!

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