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8ºAula Engenharia Econômica como ferramenta para Análise e Tomada de Decisão Objetivos de aprendizagem Ao término desta aula, vocês serão capazes de: • entender os diferentes posicionamentos dos gestores em relação aos riscos; • desenhar e interpretar uma Árvore de Decisão; • entender qual a melhor opção de investimento frente aos riscos; • comparar alternativas de investimentos através da ferramenta do Valor Monetário Esperado (VME). Caros(as) alunos(as), nesta aula veremos ferramentas que auxiliam os gestores no processo de tomada de decisão, o que é de grande importância, pois muitas vezes os empresários buscam tomar decisões baseadas apenas em suas experiências e intuições. Utilizaremos aqui conceitos da Engenharia Econômica, vistos nas aulas anteriores, aliados com novas teorias. Bons estudos! 70Engenharia Econômica Seções de estudo 1- Riscos inerentes ao processo de tomada de decisão 2- Preferência ao Risco 3- Teoria da decisão 4- Metodologias de Análise de Projetos em situação de risco 1- Riscos inerentes ao processo de tomada de decisão Independentemente da área de atuação de qualquer gestor de empresas, ele constantemente irá se deparar com problemas relacionados à tomada de decisão, desde a concessão de descontos para efetuar uma venda, até a decisão de comprar uma nova máquina para modernizar a planta de uma indústria. Ocorre que todas essas decisões são voltadas para o futuro, e, por isso, surge a variável incerteza, uma possibilidade de perda, que é justamente o que nos dá a ideia de risco (FEUSER, 2018). O conceito de risco é muito abrangente, contudo, pensaremos aqui nos riscos: • Econômico – tem a ver com o mercado, o planejamento e a gestão da empresa e a conjuntura política e tecnológica. • Financeiro – está relacionado mais diretamente com o endividamento de uma empresa e sua capacidade de pagamento. Dessa forma, todas as decisões devem estar pautadas em uma boa análise. E ter sempre em mente que, apesar de resultados passados não garantirem os resultados no futuro, eles, quando devidamente registrados em séries históricas, podem servir como tendência para previsões de cenários futuros. Este será justamente o assunto desta aula, como utilizar ferramentas que auxiliam no processo decisório dos gestores. 2- Preferência ao Risco Existem diferentes tipos de tomadores de decisão, que podem se relacionar com o risco de diferentes formas. Em geral, é característico às pessoas serem avessas ao risco, porém, existem aqueles que se dispõem a correr algum risco, desde que percebam a possibilidade de obter um retorno maior, sendo que quanto maior a possibilidade de retorno, maior será o risco. Existem ainda duas variáveis muito relevantes para a determinação do posicionamento do tomador de decisão, que são o tamanho do seu patrimônio e a quantidade de capital envolvido naquele negócio (FEUSER, 2018). Em fi nanças, há risco quando há variabilidade no retorno esperado de um determinado ativo. Assim, os investidores buscam oportunidades de negócio com maior retorno esperado diante de um mesmo risco ou de menor risco, quando apresentam o mesmo retorno. Considere uma aplicação em qualquer título de renda fi xa, com taxa prefi xada. Sabe-se que o banco pagará o valor estipulado independentemente de qualquer fato que possa ocorrer na economia. Podemos dizer, então, que, nesse caso, o retorno foi exatamente igual ao esperado, logo, esse investimento é livre de risco. Livre de risco por não haver variabilidade do retorno esperado (FEUSER, 2018). Portanto, esse é o comportamento racional esperado para o mundo dos negócios, ou seja, empresários buscando maximizar o seu retorno e minimizar o risco do empreendimento, tendo que tomar decisões críticas, entre investir em papéis de elevado retorno monetário, com alto risco, ou naqueles de menor retorno e baixo risco, sendo justamente estes os tipos de decisões de investimento que defi nem o sucesso ou o fracasso da maioria dos empresários (MARGUERON, 2003). Esse tipo de decisão é chamado de “Tradeoff” risco/ retorno, que é muito discutido, em especial, no mercado fi nanceiro. Vamos analisar os possíveis perfi s dos tomadores de decisão: • Gestor avesso ao risco é aquele que abre mão de um maior retorno para não precisar se expor ao risco; • Gestor propenso ao risco é aquele que se arrisca sem temer o fracasso, colocando tudo a perder, pois sempre acredita que alcançará o atraente resultado de sucesso. Dá prioridade ao projeto mais atrativo fi nanceiramente, independentemente, de possuir um maior risco; • Gestor indiferente ao risco é o que baseia suas decisões apenas no critério de maximização do valor monetário esperado, sem considerar sua limitação de recursos. Saber distinguir o perfi l do tomador de decisão é fundamental para determinar a melhor estratégia a ser tomada pela empresa, levando em consideração a disposição em assumir riscos. 3- Teoria da decisão O processo de tomada de decisão em uma empresa não deve ser feito apenas utilizando as experiências e intuição dos gestores, mas devem contar também com o apoio de ferramentas que auxiliam na organização dos possíveis cenários, consequências, ganhos ou perdas, entre outros. Em especial, quando se tratam de decisões relacionadas à sobrevivência das empresas (MARGUERON, 2003). É nesse sentido que a Teoria da Decisão busca auxiliar na minimização da subjetividade nas escolhas, através de um processo de tomada de decisão racional, baseado em pontos lógicos e consistentes. De acordo com Margueron (2003), esse método se baseia na determinação de probabilidades associadas a cada possível evento, defi nindo quantitativamente a melhor estratégia a ser seguida pela empresa. De forma que o agente decisório se defronte com uma realidade da qual ele não tem domínio completo, que envolve incertezas, mas que estão mapeadas e representadas pelas probabilidades. 71 Assim, podemos dizer que a Teoria da Decisão é uma metodologia para melhor entendimento e quantificação do risco, não sendo capaz de eliminá-lo, tampouco reduzi- lo. Veremos, a seguir, como ela pode ser representada graficamente, através das árvores de decisão. 3.1. Árvores de Decisão Como vimos, as decisões sempre são tomadas em ambientes de incerteza, pois envolvem situações futuras, e ainda desconhecidas, de forma que sempre existirão pelo menos dois resultados possíveis decorrentes de uma linha de ação escolhida. Para analisar as possíveis decisões e os caminhos a serem seguidos, uma ferramenta muito utilizada, em especial por sua característica de demonstrar visualmente as possibilidades, são as árvores de decisão. A árvore de decisão é um importante instrumento para o executivo, pois permite que ele visualize as alternativas existentes e otimize o resultado esperado de um empreendimento incerto. Árvores de decisão são diagramas compostos por vários eventos aleatórios. Cada qual com sua probabilidade de ocorrência, representa uma sequência de resultados que podem ser obtidos a partir de um processo de tomada de decisão encadeadas, que devem ser analisadas através das técnicas da Teoria da Decisão, de modo a se chegar à melhor alternativa (MARGUERON, 2003). O diagrama tipo árvore é construído da esquerda para a direita, utilizando quadrados para indicar os pontos de decisão e círculos para representar os chamados nós de incerteza, com suas probabilidades associadas, sendo que cada ramo da árvore conduz a um resultado que pode ser declarado em termos monetários ou não monetários (MARGUERON, 2012). A figura, a seguir representa a estrutura de uma árvore de decisão qualquer. Figura: modelo de árvore de decisão. Fonte: elaborado pela autora. Nos ramos de uma árvore de decisão devem ser anotados: • As probabilidades após os nós de incerteza (na figura acima, representadas por P1, P2, P3, P4, P5); • Os valores de investimentos nos pontos de decisão; • Os retornos no finaldos ramos. A partir da construção da árvore de decisão, pode-se conduzir o processo de tomada de decisão, aplicando-se um critério de decisão apoiado em objetivos a serem alcançados. Tipicamente, os critérios podem ser divididos em famílias, considerando o perfil do tomador de decisão, que de acordo com Margueron (2012) são: • VALOR ESPERADO – procura escolher uma alternativa visando maximizar o valor esperado, que é o somatório dos resultados, multiplicado pelas respectivas probabilidades. • MAXIMAX – utilizado pelo tomador de decisão otimista, pois maximiza o valor a ser obtido, esperando que ocorra o melhor resultado em cada alternativa possível. • MAXIMIN – utilizado pelo tomador de decisão pessimista, pois maximiza o valor a ser obtido, esperando que ocorra o pior resultado em cada alternativa possível. Vejamos um exemplo, a seguir, para que os conceitos fiquem mais claros. 3.2. Exemplo de construção de árvore de decisão A empresa GAMA pretende ampliar a sua capacidade produtiva, tendo três alternativas distintas para alcançar seus objetivos: terceirização, produzir em horas extras ou ampliar suas instalações. A melhor escolha depende da demanda futura, que por se tratar de algo futuro é incerto e está vinculada a uma distribuição de probabilidades, sendo que a probabilidade de uma demanda baixa é de 10%, de uma demanda média é de 50% e de uma demanda alta é de 40%. A tabela, a seguir, alia as probabilidades de demanda esperada com as alternativas que a empresa possui, gerando um retorno esperado para cada cenário. Retorno Esperado (R$) Alternativa Demanda Baixa Demanda Média Demanda Alta Probabilidade 10% Probabilidade 50% Probabilidade 40% Terceirização 100 500 500 Horas Extras -200 600 1.000 Ampliação -1.500 200 2.000 Tabela: retornos esperados de acordo com os métodos escolhidos e a demanda esperada. Fonte: elaborado pela autora. Construa a árvore de decisão para esse processo decisório e, em seguida, aplique os critérios de Valor Esperado, MAXIMAX e MAXIMIN. Figura – árvore de decisão. Fonte: elaborado pela autora. 72Engenharia Econômica Alternativa Valor Esperado MAXIMAX MAXIMIM Otimista Pessimista Terceirização 460 500 100 Horas Extras 630 1.000 -200 Ampliação 750 2.000 -1.500 Decisão Ampliação Ampliação Terceirização Detalhamento dos cálculos do valor esperado para: − Terceirização: (100 * 10%)+(500 * 50%)+(500 * 40%)=10+250+200=460 − Horas Extras: (-200 * 10%)+(500 * 50%)+(1.000 * 40%)=-20+250+400=630 − Ampliação: (-1.500 * 10%)+(200 * 50%)+(2.000 * 40%)=-150+100+800=750 Note que o valor esperado realiza uma ponderação dos possíveis resultados. Enquanto o otimista considera o melhor cenário possível em cada alternativa, ao contrário, o pessimista considera o pior cenário possível em cada alternativa. 3.3. Exemplo de aplicação dos critérios Valor Esperado, MAXIMIN e MAXIMAX Observe a árvore de decisão apresentada a seguir e aplique os critérios Valor Esperado, MAXIMIN e MAXIMAX Neste caso, temos que analisar as decisões da direita para a esquerda, como segue: Alternativas Valor Esperado MAXIMAX MAXIMIM Otimista Pessimista X 200 200 200 Y (25% * 900)+(45% * 700)+(30% * -800) = 225 + 315 - 240 = 300 900 -800 Decisão Y Y X Alternativas Valor Esperado MAXIMAX MAXIMIM Otimista Pessimista S 300 300 300 T (85% * 500) +(15% * -500) = 425 - 75 = 350 500 -500 Decisão T T S Alternativas Valor Esperado MAXIMAX MAXIMIM Otimista Pessimista A (10%*300)+(55%*400)+(35%*- 400) = 30+220-140 = 110 900 -400 B (40%*600)+(60%*-300) = 240-180 = 60 600 -300 C (80%*350)+(20%*-700) = 280-140 = 140 500 -700 Decisão C A B Note que, pelo método do Valor Esperado, o caminho escolhido seria o C, enquanto que em um cenário otimista, o caminho escolhido seria o A e, por fi m, em um pessimista, seria o B. 4- Metodologias de Análise de Projetos em situação de risco Vimos em aulas anteriores os tradicionais métodos de análise econômico-fi nanceira de projetos que se baseiam em considerações sobre o Fluxo de Caixa Descontado, que são o Valor Presente Líquido (VPL), Método da Taxa Interna de 73 Retorno (TIR) e Payback. No entanto, esses métodos não consideram incertezas relevantes a respeito dos resultados futuros, de forma que eles podem ser associados a outras ferramentas mais refinadas de análise de decisão. Como é o caso da Teoria da Decisão, que diferentemente das análises tradicionais, leva em consideração as incertezas envolvidas na avaliação de investimentos. 4.1. Valor Monetário Esperado (VME) Esse modelo de análise econômica alia um Valor Presente Líquido (VPL) de um projeto a sua probabilidade de acontecimento. As fórmulas a seguir foram vistas na aula 5 e se referem ao cálculo do VPL. VPL = VP – I0 Onde: VP = valor presente (n=0) de tudo o que você vai receber ao longo do tempo desse investimento I0 = investimento (n=0), ou seja, tudo o que você vai investir nesse projeto trazido à data zero Onde: VP = Valor presente FC = Fluxo de Caixa em n=1, n=2, .... i = taxa de juros Essas fórmulas são utilizadas para trazer todos os valores de entradas e saídas do fluxo de caixa a valor presente, considerando o valor do dinheiro no tempo através de uma taxa mínima de atratividade, ou custo de capital próprio do investidor. Além disso, também se leva em consideração o custo de aquisição. Utilizaremos uma árvore de decisão para apresentar a metodologia de avaliação econômica de maximização do Valor Monetário Esperado (VME). Esse valor, nada mais é que a média ponderada do Valor Presente Líquido (VPL), de cada um dos resultados possíveis, dentro de uma alternativa de decisão (linha de ação), isto é, o produto do VPL pela sua probabilidade de ocorrência (p). Dessa forma, vamos chegar a um VME para cada um dos ramos que partem dos quadrados ou pontos de decisão, ou seja, para cada uma das linhas de ação. A alternativa adotada deverá ser aquela que maximize o Valor Monetário Esperado (VME). Portanto, esse valor será o critério de comparação a ser utilizado para selecionar a melhor estratégia em projetos que apresentem incertezas ((MARGUERON, 2003). Figura – árvore de decisão para análise do Valor Monetário Esperado (VME). Fonte: elaborado pela autora. Onde: VMEA = p1*VPL1 + p2*VPL2 VMEB = 0 De forma que, podemos generalizar da seguinte forma: Onde: pi = probabilidade do evento i acontecer VPLi = Valor Presente Líquido do evento i A limitação da metodologia do VME está na desconsideração do grau de exposição a perdas financeiras por parte de uma organização. A utilização do critério de maximização do VME é aconselhável apenas para o gestor que se encontra em uma posição de indiferença ao risco financeiro, desconsiderando o risco de perdas em sua avaliação (MARGUERON, 2003). 4.2. Exemplo do Valor Monetário Esperado (VME) Um investidor possui duas alternativas de investimento nas ações da empresa 1 e nas ações da empresa 2. Ele precisa tomar uma decisão, a tabela a seguir representa a probabilidade e os valores de ganhos e perdas em cada um dos investimentos. Determine qual opção o investidor deve escolher. Possibilidades Probabilidades Evento Ganho Perda Ações da empresa 1 20% 100.000 80% 20.000 Ações da empresa 2 70% 70.000 30% 15.000 Desenhamos uma árvore da decisão para facilitar o entendimento das possibilidades: Ações empresa 1Ações empresa 2 74Engenharia Econômica • Possibilidade 1 = (100.000*20%) + (-20.000*80%) = 4.000 • Possibilidade 2 = (50.000*70%) + (-30.000*30%) = 26.000 Claramente, o investidor deve optar pela alternativa de investir nas ações da empresa 2, pois é aquela que possui maiores possibilidades de ganho com valores mais expressivos. Observação: é nesse ponto que dizemos que essa é uma ferramenta frágil, pois ela não considera os efeitos da perda dos R$ 30.000,00, caso ela venha acontecer, uma vez que, ao optar pelas ações da empresa 2, o investidor possui 30% de chance de perder R$ 30.000,00.Ao fi nal desta última aula, vamos recordar sobre o que aprendemos até aqui. Retomando a aula 1- Riscos inerentes ao processo de tomada de decisão Esclarecemos, nesta seção, que independentemente da área de atuação de qualquer gestor de empresas, ele constantemente irá se deparar com problemas relacionados a tomadas de decisões, as quais devem estar pautadas em uma boa análise. 2- Preferência ao Risco Existem diferentes tipos de tomadores de decisão, que podem se relacionar com o risco de diferentes formas. 3- Teoria da decisão O processo de tomada de decisão em uma empresa não deve ser feito apenas utilizando as experiências e a intuição dos gestores, mas devem contar também com o apoio de ferramentas que auxiliam na organização dos possíveis cenários, consequências, ganhos ou perdas, entre outros. 4- Metodologias de Análise de Projetos em situação de risco A árvore de decisão é um importante instrumento para o executivo, pois permite que ele visualize as alternativas existentes e otimize o resultado esperado de um empreendimento incerto. Já o Valor Monetário Esperado (VME) é um modelo de análise econômica, que alia um Valor Presente Líquido (VPL) de um projeto a sua probabilidade de acontecimento. PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE GESTÃO DE RISCOS. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=oqEiixQAlco. Acesso em: 25 de fevereiro de 2020. Árvores de Decisão - Exemplo completo com construção e cálculo. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=PCTEn3hWDxA. Acesso em: 25 de fevereiro de 2020. Gerenciamento de riscos em projetos - Módulo 6. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=5CsRCxrnUiM. Acesso em: 25 de fevereiro de 2020. Vale a pena assistir FEUSER, Carlos Eduardo Prado. Gestão do Capital de Giro. Apostila do MBA em Gestão: Finanças, Controladoria e Auditoria da Fundação Getúlio Vargas – FGV, 2018. LEÃO, Álvaro Gehlen de. ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA: tópicos avançados. Apostila do Curso de Engenharia de Produção da Pontifícia Universidade Católica – PUC/RS, 2012. MARGUERON, Marcus Vinicius Lourenço. 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Calculando Taxas Equivalentes - Conversão de Taxas no Regime Composto - 2ª Parte (Final). Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=XUj1bTyU8AY. Acesso em: 20 jan. 2020. Como Calcular a Depreciação - Depreciação de Máquinas e Equipamentos - Consultoria a Distância. Disponível em: https:// www.youtube.com/watch?v=b2__NCuLGhA. Acesso em: 25 de fevereiro de 2020. Como transformar taxa nominal em efetiva. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=QKOB_6iXMj8. Acesso em: 20 jan. 2020. CUMARÚ, Hyara Pereira. DEPRECIAÇÃO DO IMOBILIZADO NAS EMPRESAS LISTADAS NOS DIFERENTES NÍVEIS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&F BOVESPA. 2015. 72 f. TCC (Graduação) - Curso de Ciências Contábeis e Atuariais, Universidade de Brasília, Brasília, 2015. Depreciação (Contabilidade). Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=125pMbQbvHc. Acesso em: 25 de fevereiro de 2020. Depreciação e Amortização: DUAS despesas REAIS sem efeito CAIXA. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=_oUrGoMPVCU. 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