Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Desenho Técnico 
Aplicado ao Design 
de Interiores
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Me. Luiz Boscardin
Revisão Textual:
Prof.ª Me. Luciene Santos
Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
• Vistas Ortogonais;
• Plantas, Cortes e Elevações;
• Desenhando Plantas, Cortes e Elevações.
 · Explicar de maneira detalhada como são produzidas as projeções 
ortogonais externas e as representações em planta, corte e elevação 
de um objeto ou espaço edificado.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
Vistas Ortogonais, Plantas, 
Cortes e Elevações
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem 
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua 
formação acadêmica e atuação profissional, siga 
algumas recomendações básicas: 
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e 
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos 
e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você 
também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão 
sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o 
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e 
de aprendizagem.
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Determine um 
horário fixo 
para estudar.
Aproveite as 
indicações 
de Material 
Complementar.
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
Não se esqueça 
de se alimentar 
e de se manter 
hidratado.
Aproveite as 
Conserve seu 
material e local de 
estudos sempre 
organizados.
Procure manter 
contato com seus 
colegas e tutores 
para trocar ideias! 
Isso amplia a 
aprendizagem.
Seja original! 
Nunca plagie 
trabalhos.
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Vistas Ortogonais 
Como visto na unidade anterior, na projeção cilíndrica, considera-se que o 
observador está a uma distância infinita do objeto a ser representado. Dessa forma, 
as projetantes encontram o objeto de maneira paralela, representando-o em suas 
reais dimensões.
Observe a Figura 01: apresentaremos quatro vistas deste objeto em projeção 
cilíndrica, a partir dos observadores (representados aqui pelas máquinas fotográficas).
Figura 1
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Considerando a posição dos observadores, obteremos as seguintes vistas (Figura 2):
Figura 2
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
8
9
Para as vistas superior e inferior, as regras de representação são as mesmas 
(Figura 03). Note que, em todas as vistas, a ordem de sequência dos componentes 
é a seguinte: observador – objeto – projeção.
Figura 3
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Levando em consideração as definições que constituem o sistema Mongeano, é 
possível notar a similaridade destas representações com a disposição dos diedros 
e as consequentes projeções ortogonais geradas por esse método de desenho. Ao 
observarmos as seis vistas exibidas nas Figuras 02 e 03, é possível constatar que o 
objeto está posicionado no centro de uma caixa, formada pelos seis planos onde 
serão executas suas projeções ortogonais (Figura 04):
Figura 4
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Se abrirmos esta caixa, em uma operação análoga à execução da Épura no 
sistema Mongeano, teremos o seguinte arranjo (Figura 05):
9
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Figura 5
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Dessa forma, conclui-se: para desenharmos representações bidimensionais 
externas (vistas ou elevações) de um objeto qualquer em suas reais dimensões, 
utilizaremos o mesmo sistema de projeções cilíndricas que serve de base para o 
Sistema Mongeano. Esses mesmos conceitos norteiam também a execução das 
representações bidimensionais internas de um objeto ou espaço. Nessa categoria, 
enquadram-se as plantas e os cortes.
Plantas, Cortes e Elevações 
Plantas e cortes são representações bidimensionais resultantes das secções 
(cortes) de um objeto. Planta é a representação gerada a partir de uma secção 
horizontal (Figura 06), e corte é a representação gerada a partir de uma secção 
vertical (Figura 07).
Figura 6
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
10
11
Para a execução de plantas, considera-se como regra que a altura do plano 
de corte é geralmente de 1,50m em relação ao piso interno da construção ou 
ambiente. Nessa altura, é possível representar a maioria dos componentes que 
constituem um espaço edificado, como portas, janelas, escadas, bancadas etc. 
Figura 7
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Já em um corte, a posição e o sentido do plano que irá seccionar verticalmente 
o objeto, é definida de acordo com as necessidades de representação do projeto.
Nas plantas, é possível visualizar apenas as dimensões horizontais de um objeto. 
Nesse tipo de representação, as dimensões verticais só podem ser entendidas por 
meio de chamadas de texto. Por essa razão, são necessárias as representações em 
corte e elevação, onde é possível visualizar as dimensões verticais, além de uma das 
dimensões horizontais (Figura 08).
Figura 8
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
11
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Desenhando Plantas, Cortes e Elevações
Apresentaremos agora um roteiro para o desenho das peças gráficas que 
geralmente compõem um projeto de Design de Interiores. Em grande parte dos 
casos, o processo se inicia com o desenho da planta, que servirá de base para 
a execução de cortes e elevações. A produção dos desenhos deve seguir uma 
ordem racional e planejada, partindo sempre do todo para o detalhe. Para isso, 
utilizaremos a técnica de desenho baseada no emprego das linhas de construção. 
Como ponto de partida, desenharemos a seguinte planta (Figura 09):
Figura 9
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Antes de começarmos, observe que no desenho existem diferentes espessuras 
de linhas. O uso de espessuras variadas tem como objetivo definir o peso gráfico 
dos elementos a serem representados.
Em geral, os elementos seccionados pelo plano de corte são desenhados com 
espessura mais grossa. Aqui, podemos considerar que estamos nos referindo às 
paredes, que serão desenhadas com lapiseira 0.9mm.
Além das paredes, portas e janelas também se enquadram nesta categoria, 
mas como são componentes muito delicados, formados por linhas separadas 
por espaçamentos significativamente curtos, desenhá-las com lapiseira 0.9mm 
resultaria em pouca precisão. Dessa forma, podemos desenhá-las com lapiseira 
0.5mm, aplicando pressão moderada na lapiseira ao desenhar.
Os demais elementos, como mobiliário, bancadas, peças sanitárias, peitoris de 
janelas, linhas de piso e soleiras, estão em vista (não estão sendo seccionadas pelo 
plano de corte) e por isso devem ser desenhadas com grafite 0.5mm, aplicando 
pressão moderada na lapiseira ao desenhar. 
12
13
Importante!
Em linhas gerais, quanto mais longe o objeto a ser desenhado estiver do plano de corte, 
menor será a espessura do grafi te a ser utilizada. Mesmo que você só tenha duas espes-
suras de grafi te (0.5 e 0.9mm), é possível controlar a intensidade do traço, aplicando 
mais ou menos pressão na lapiseira. Pratique! 
Importante!
Com base nas medidas fornecidas na Figura 09, o primeiro passo a ser realizado, 
visando à execução do desenho, é a definição da escala que será utilizada. Escolhida 
a escala, traçam-se linhas de construção que irão delimitar o exato posicionamento 
das alvenarias que configuram a planta.As linhas de construção devem ser 
desenhadas com a menor espessura possível. Utilize a lapiseira 0.5mm aplicando 
o mínimo possível de pressão (Figura 10).
Importante!
Não desenhe ou escreva linhas de cotas e textos ainda nesta etapa. Apenas marque de 
maneira discreta as distâncias entre as linhas de construção. 
Importante!
Figura 10
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Marcaremos agora, ainda com linhas de construção, as aberturas de portas e 
janelas (Figura 11).
13
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Figura 11
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Após a marcação das aberturas, podemos definir as alvenarias com grafite 
0.9mm (Figura 12).
Figura 12
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Importante!
Ao desenhar linhas contínuas, gire sutilmente a lapiseira por toda extensão do traçado. 
Isso manterá sua lapiseira sempre a pontada e contribuirá para uma maior precisão.
Importante!
Desenharemos agora, as portas, janelas e todos os elementos em vista, como 
peitoris, bancadas e peças sanitárias. Esta etapa deve ser executada em grafite 
0.5mm, com pressão moderada sobre a lapiseira. Utilize o compasso para desenhar 
o giro de abertura das portas (Figura 13).
14
15
Figura 13
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Finalize o desenho, inserindo textos, linhas de cotas e de projeção (Figura 14).
Figura 14
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Partiremos agora para a execução dos cortes. Antes de tudo, é necessário definir 
o posicionamento destes na planta. Para isso, utiliza-se uma notação constituída por 
linha traço-ponto em espessura 0.9mm, setas indicativas da direção da vista do obser-
vador, além de sua identificação, geralmente feita por letras alfabéticas (Figura 15).
Figura 15
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
15
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
No exemplo acima, estão marcados dois cortes (Corte AA e Corte BB). Para 
cada um deles, o observador se localizará ao longo de sua respectiva linha de corte, 
olhando para a direção das setas indicativas. Tudo que estiver para trás da linha de 
corte deve ser ignorado. Dessa forma, para a execução do Corte AA, teremos a 
seguinte condição (Figura 16).
Figura 16
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Para se desenhar um corte, além das medidas horizontais que estão apontadas na 
planta, é necessário conhecer as medidas verticais (níveis) que existem no projeto. 
Estas medidas se referem, por exemplo, às espessuras das lajes de piso e cobertura, 
alturas de peitoril, janelas e portas, altura do telhado, entre outras. Consideraremos 
os seguintes níveis (Figura 17):
Figura 17
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Levando em consideração a posição do Corte AA, marcaremos os níveis um 
pouco acima da planta, como indicado na Figura 18. O traçado dos níveis deve 
seguir o peso gráfico das linhas de construção, ou seja, as mais finas possíveis.
16
17
Figura 18
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Com o auxílio de um esquadro, a partir da própria planta, puxaremos as linhas de 
construção dos elementos estão seccionados ou em vista (Figura 19). O que define 
estas informações é o posicionamento da linha de corte e a direção do observador. 
Por essa razão, é imprescindível a inclusão destas simbologias na planta, antes de 
iniciar o desenho dos cortes.
Figura 19
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Observe que os cruzamentos dos níveis, com as linhas de construção provenientes 
da planta, dão a definição dos elementos presentes no corte (Figura 20).
17
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Figura 20
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
Marcaremos agora, com grafite 0.9mm, os elementos em corte, e com grafite 
0.5mm, os elementos em vista (Figura 21). A definição do peso gráfico no corte 
segue as mesmas regras empregadas em planta. Lembre-se: você está vendo o 
mesmo objeto em ângulos diferentes.
Figura 21
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
A execução do Corte BB seguirá o mesmo roteiro. No entanto, como ele está 
posicionado no sentido transversal, o desenho será realizado com rotação de 90° 
em relação ao plano horizontal (Figura 22).
18
19
Figura 22
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
O desenho das elevações utilizará o mesmo método empregado na execução 
dos cortes. A diferença está na posição do plano de corte, que se localiza agora 
fora do objeto a ser representado (Figura 23). Seu padrão de chamada está exibido 
na mesma imagem.
Figura 23
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
O desenho de cortes e elevações, a partir de linhas de construção que se projetam 
diretamente a partir da planta, é a maneira mais precisa para a execução destas 
representações. Este método elimina a leitura e transferência de medidas, pois as 
linhas que irão configurar os desenhos são obtidas de maneira direta, apenas com 
o manejo dos esquadros e da régua paralela.
19
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Este método é o mais utilizado, tanto no desenho manual como em desenhos 
realizados em aplicativos como o AutoCad, por exemplo. A produção das 
representações ao redor da planta tem como consequência o posicionamento 
de parte destes desenhos em ângulos de rotação de 90º e 180º em relação ao 
plano horizontal. Assim, como este método se reporta diretamente ao Sistema 
Mongeano, a ordem de posicionamento será sempre a seguinte: observador – 
objeto – representação.
Esta ordem de posicionamento tem como resultado a seguinte arranjo de 
desenhos (Figura 24): 
Figura 24
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
20
21
Com base nas dimensões indicadas na planta e no corte, presentes na Figura 
25, reproduza em uma folha A2, na escala 1:50, os desenhos exibidos na Figura 
24. Utilize o processo de linhas de construção e preste bastante atenção no peso 
gráfico. Bons estudos!
Figura 25
Fonte: BOSCARDIN,L. 2018
21
UNIDADE Vistas Ortogonais, Plantas, Cortes e Elevações
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Sites
Planta Baixa – O Guia Completo
Plantas, cortes e elevações.
https://goo.gl/YhRe65
Planner 5D
https://goo.gl/faEQ0k
 Vídeos
Como Representar uma Planta Arquitetônica - Croqui de Arquitetura
Desenhando a mão: croquis de representações bibimensionais.
https://youtu.be/kfzbkBr-Bp4
Copic Architecture
Valorização gráfica de plantas, cortes e elevações.
https://youtu.be/BjyGHjAwuP0
22
23
Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6492: 1994: 
representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1997.
CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: 
Bookman, 2011.
LITTLEFIELD, D. Manual do arquiteto: planejamento dimensionamento e 
projeto. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac 
Naify, 2008.
MONTENEGRO, G. A. Desenho arquitetônico. 4. ed. rev. atual. São Paulo: 
Edgard Blucher, 2011.
MONTENEGRO, G. A. Geometria descritiva. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.
SANTOS, A. C. Desenho técnico – Sistema Mongeano. Disponível em Acesso em 01.fev.2018. 
YEE, R. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed. 
Rio de Janeiro: LTC, 2012.
23

Mais conteúdos dessa disciplina