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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA
VINCI
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD
RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL
IDENTIFICAÇÃO
DADOS DA PRÁTICA
INTRODUÇÃO
O método de determinação de bilirrubina mais amplamente usado é a reação diazo,
que distingue duas frações: direta e indireta. Aspectos sobre essas determinações
serão abordados no próximo tópico.
Na literatura científica, a reação orgânica para a determinação de bilirrubina é
conhecida como Sims-Horn, e consiste na diazotização e formação de azobilirrubina
vermelha, que tem absorção em comprimento de onda na faixa de 500 a 540nm.
As doenças hepatocelulares e a obstrução das vias biliares são as causas mais
frequentes de alterações séricas da bilirrubina.
Na prática, kits comerciais contendo os reagentes necessários são facilmente
encontrados, devendo-se apenas adicionar cada item indicado para posterior análise.
No local de trabalho, todas as etapas que devem ser seguidas para o preparo da
solução a ser analisada estarão descritas em um procedimento operacional-padrão
(POP), que deverá ser rigorosamente seguido.
A composição desses kits para testagem consiste basicamente em três frascos:
acelerador (cafeína, benzoato de sódio e acetato de sódio); nitrito de sódio; e reagente
sulfanílico (ácido sulfanílico e ácido clorídrico). Além desses, há ainda o padrão, que
é o calibrador. A partir da adição de reagentes, realiza-se a homogeneização e
posterior banho-maria, antes de ser realizada a análise instrumental.
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OBJETIVOS
identificar as características da bilirrubina tanto no organismo como na análise
clínica;
reconhecer o funcionamento do espectrofotômetro;
determinar procedimentos para coleta, a fim de favorecer maior estabilização da
amostra;
relacionar os resultados de análise com possíveis interferentes.
MATERIAIS
· Béquer de 50 mL; · Caneta marcadora; · Cubetas; · Espectrofotômetro; · Jalecó; ·
Kit para determinação de bilirrubina; · Luvas aplicadas; · Micropipeta de 1000 µL; ·
Óculos de proteção; · Pêra; · Pipeta graduada de 5 mL; · Ponteira para micropipeta; ·
Destinatário de descarte; · Suporte para micropipeta; · Suporte para pipeta graduada;
· Suporte para tubo de coleta; · Suporte para tubo de ensaio; · Tubo de coleta com
amostra de soro; · Tubos de ensaio.
METODOLOGIA
Ligamos o espectrofotômetro e configuramos para o comprimento de onda de 530
nm. Ajustamos o volume da micropipeta para 1000 µL. Pipetamos 1000 µL do tubo
de ensaio B e transferimos para a cubeta B. Descartamos a ponteira. Abrimos o
espectrofotômetro, movemos a cubeta para o equipamento e fechamos o
equipamento. Zeramos o equipamento. Abrimos e retiramos a cubeta B do
espectrofotômetro. Aguardamos 5 minutos. Pipetamos 1000 µL do tubo de ensaio
BrD e transferimos para a cubeta BrD. Descartamos a ponteira. Movemos a cubeta
para o equipamento e fechamos. Realizamos a leitura. Abrimos e retiramos a cubeta
BrD do espectrofotômetro. Realizamos o cálculo, utilizando a fórmula bilirrubina
direta (mg/dL) = ABD (Absorbância da bilirrubina direta) x 25,31. Aguardamos 15
minutos. Pipetamos 1000 µL do tubo de ensaio BrT e transferimos para a cubeta BrT.
Descartamos a ponteira. Movemos a cubeta para o equipamento e fechamos.
Realizamos a leitura. Abrimos e retiramos a cubeta BrT do espectrofotômetro.
Realizamos o cálculo, utilizando a fórmula bilirrubina total (mg/dL) = ABT
(Absorbância da bilirrubina total) x 25,31. Realizamos o cálculo da bilirrubina
indireta subtraindo o valor da bilirrubina total pelo valor da bilirrubina direta (BrI =
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BrT - BrD).
RESULTADOS E DISCUSSÕES
1-O que é possível avaliar a partir da dosagem dos níveis de bilirrubina?
A dosagem dos níveis de bilirrubina é fundamental para avaliar a função do fígado e
o estado de saúde geral de uma pessoa. Níveis elevados de bilirrubina podem indicar
várias condições, como doenças hepáticas (como hepatite ou cirrose), obstrução
biliar, anemia hemolítica ou síndromes genéticas. Dependendo do tipo de bilirrubina
que está alterada (conjugada ou não conjugada), os médicos podem ter pistas sobre a
causa subjacente do problema.
O q2-O que é bilirrubina conjugada e não conjugada?
A bilirrubina é um pigmento amarelo que se forma a partir da degradação da
hemoglobina dos glóbulos vermelhos. Ela existe em duas formas principais:
 - Bilirrubina não conjugada: É a forma inicial, que é lipossolúvel e não pode ser
excretada diretamente na bile. Ela é transportada pelo sangue até o fígado, onde será
convertida.
 - Bilirrubina conjugada: No fígado, a bilirrubina não conjugada é transformada em
bilirrubina conjugada, que é solúvel em água e pode ser excretada na bile e eliminada
pelo organismo.
A diferença entre as duas formas é importante para entender o que pode estar
acontecendo no corpo e direcionar o tratamento adequado
REGISTRO FOTOGRÁFICO
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REFERÊNCIAS
ANALISA. Bilirrubinas. Analisa, [20--?]. Disponível em:
http://www.goldanalisa.com.br/arquivos/%7B311C4377-C1C7-427F-B168-
ECA6D041CC69%7D_BILIRRUBINAS[1].pdf. Acesso em: 29 jun. 2022.
BIOANALÍTICA DIAGNÓSTICA LTDA. Bilirrubina. Bioanalítica Diagnóstica
Ltda., 2020. Disponível em: http://bioanalitica.com.br/wp-
content/uploads/2019/06/bilirrubina-ref-ba031.pdf. Acesso em: 29 jun. 2022.
HEXIS CIENTÍFICA. Qual é a diferença entre branco do reagente e branco da
amostra? Hexis Científica, 2020. Disponível
em: https://suporte.hexis.com.br/app/answers/answer_view/a_id/1027161/~/qual-
%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-entre-branco-do-reagente-e-branco-da-amostra%3F-#
:~:text=O%20valor%20do%20branco%20do%20reagente%20pode%20mudar%20de
%20um,durante%20um%20procedimento%20de%20teste. Acesso em: 29 jun. 2022.
HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FMUSP. Manual de boas práticas laboratoriais.
São Paulo: Fmusp, 2015. Disponível em: https://limhc.fm.usp.br/portal/wp-
content/uploads/2015/11/Manual_Guia_de_Boas_Praticas.pdf. Acesso em: 22 jun.
2022.
MBIOLOG DIAGNÓSTICOS LTDA. Bilirrubina: Sims-Horn – direta/total. MBiolog
http://www.goldanalisa.com.br/arquivos/%7B311C4377-C1C7-427F-B168-ECA6D041CC69%7D_BILIRRUBINAS%5b1%5d.pdf
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https://suporte.hexis.com.br/app/answers/answer_view/a_id/1027161/~/qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-entre-branco-do-reagente-e-branco-da-amostra%3F-#:~:text=O%20valor%20do%20branco%20do%20reagente%20pode%20mudar%20de%20um,durante%20um%20procedimento%20de%20teste
https://suporte.hexis.com.br/app/answers/answer_view/a_id/1027161/~/qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-entre-branco-do-reagente-e-branco-da-amostra%3F-#:~:text=O%20valor%20do%20branco%20do%20reagente%20pode%20mudar%20de%20um,durante%20um%20procedimento%20de%20teste
https://suporte.hexis.com.br/app/answers/answer_view/a_id/1027161/~/qual-%C3%A9-a-diferen%C3%A7a-entre-branco-do-reagente-e-branco-da-amostra%3F-#:~:text=O%20valor%20do%20branco%20do%20reagente%20pode%20mudar%20de%20um,durante%20um%20procedimento%20de%20teste
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https://limhc.fm.usp.br/portal/wp-content/uploads/2015/11/Manual_Guia_de_Boas_Praticas.pdf
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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA
VINCI
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD
Diagnósticos Ltda., 2011. Disponível em:
http://mbiolog.com.br/produtos/Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pd
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ROCHA, F. R. P.; TEIXEIRA, L. S. G. Estratégias para aumento de sensibilidade em
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