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FACULDADE ESTÁCIO DO PARÁ - FAP BELÉM OFICINA DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS EM JAVA Nome dos discentes integrantes do grupo: TIAGO MAGALHÃES NASCIMENTO LIMA LEONARDO RAFAEL FREITAS FERNANDES JOÃO PABLO DE SOUSA CARNEIRO JULIO ALMEIDA LIMA RAFAELA SANTOS DE FREITAS RAFAEL SANTOS DE OLIVEIRA JEAN CARLOS LOPES RODRIGUES KELLY CRISTINA NASCIMENTO DOS SANTOS MATEUS RICARDO BRAGA CALDAS Belém/Pará 2024 Sumário 1. DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO 3 1.1. Identificação das partes interessadas e parceiros 3 1.2. Problemática e/ou problemas identificados 3 1.3. Justificativa 3 1.4. Objetivos/resultados/efeitos a serem alcançados (em relação ao problema identificado e sob a perspectiva dos públicos envolvidos) 4 1.5. Referencial teórico (subsídio teórico para propositura de ações da extensão) 4 2. PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 6 2.1. Plano de trabalho (usando ferramenta acordada com o docente) 6 2.2. Descrição da forma de envolvimento do público participante na formulação do projeto, seu desenvolvimento e avaliação, bem como as estratégias pelo grupo para mobilizá-los. 6 2.3. Grupo de trabalho (descrição da responsabilidade de cada membro) 6 2.4. Metas, critérios ou indicadores de avaliação do projeto 7 2.5. Recursos previstos 7 2.6. Detalhamento técnico do projeto 7 3. ENCERRAMENTO DO PROJETO 7 3.1. Relatório Coletivo (podendo ser oral e escrita ou apenas escrita) 7 3.2. Avaliação de reação da parte interessada 8 3.3. Relato de Experiência Individual 8 3.1. CONTEXTUALIZAÇÃO 8 3.2. METODOLOGIA 8 3.3. RESULTADOS E DISCUSSÃO: 8 3.4. REFLEXÃO APROFUNDADA 8 3.5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 8 1. DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO 1.1. Identificação das partes interessadas e parceiros O público alvo foram os alunos do ensino médio técnico da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Deodoro de Mendonça, sendo no total 16 alunos inscritos na oficina, todos com noções básicas de lógica de programação. 1.2. Problemática e/ou problemas identificados O projeto surgiu a partir da identificação de uma lacuna significativa no ensino de Programação Orientada a Objetos em Java entre os alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Deodoro de Mendonça. Embora os alunos possuam noções básicas de lógica de programação, há uma carência de conhecimento mais profundo e estruturado em conceitos avançados de programação, essenciais para o desenvolvimento de habilidades que são cada vez mais exigidas no mercado de trabalho. A crescente demanda por profissionais qualificados em áreas como desenvolvimento de software e tecnologia da informação contrasta com a realidade das escolas públicas, onde, muitas vezes, os recursos tecnológicos são limitados e o acesso à internet de qualidade é escasso. Alguns alunos da instituição não têm experiência prática com programação Orientada a Objetos em Java, o que dificulta o aproveitamento de oportunidades acadêmicas e profissionais que exigem esse tipo de conhecimento. falta de formação sólida em programação orientada a objetos representa um obstáculo significativo para a ascensão profissional e para a inclusão social dos estudantes. Ao não contar com uma formação técnica avançada, os alunos ficam em desvantagem em relação a oportunidades acadêmicas e profissionais que exigem esses conhecimentos específicos. A partir desse diagnóstico, o projeto de extensão foi idealizado para oferecer uma oportunidade prática e acessível de aprendizagem, com foco em Programação Orientada a Objetos em Java. A oficina visa suprir essa carência, fornecendo aos alunos uma base em programação, de forma a prepará-los para enfrentar os desafios do mercado de trabalho. 1.3. Justificativa O projeto é importante por diversas razões. Socialmente, oferece aos alunos da rede pública acesso a conhecimentos em Programação Orientada a Objetos em Java, áreas de alta demanda e geralmente inacessíveis devido a limitações de recursos. Academicamente, promove a inclusão digital, preparando os estudantes para um futuro onde essas habilidades serão essenciais. Praticamente, capacita os alunos com competências técnicas diretamente aplicáveis no mercado de trabalho, aumentando suas chances de empregabilidade. Atendendo à necessidade de formação em Java, o projeto enriquece o currículo dos estudantes e contribui para a redução das desigualdades educacionais. 1.4. Objetivos/resultados/efeitos a serem alcançados · Capacitar os alunos em Programação Orientada a Objetos em Java; · Estimular o interesse por tecnologia e programação; · Promover a inclusão digital; · Desenvolver habilidades práticas; · Aumentar a empregabilidade dos estudantes; 1.5. Referencial teórico: Oficina de Programação Orientada a Objetos em Java O ensino de programação orientada a objetos (POO) em Java em uma oficina de extensão exige uma fundamentação teórica sólida que justifique a escolha dessa metodologia de ensino e da linguagem Java. O objetivo da oficina é proporcionar aos alunos de uma escola ensino médio técnico da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Deodoro de Mendonça a compreensão e aplicação dos princípios da POO, promovendo a habilidade de programar de maneira estruturada e escalável. O uso de Java, uma linguagem amplamente adotada na indústria de software, e a abordagem orientada a objetos são essenciais para preparar os alunos para desafios práticos no campo da programação. Essa referencial do teórico sustenta a proposta da oficina a partir de três autores chave: - Jean Piaget - Lev Vygotsky - Barbara Liskov. 1. Jean Piaget: Construtivismo e Aprendizagem Ativa Jean Piaget, psicólogo suíço, desenvolveu a teoria do construtivismo, que postula que a aprendizagem ocorre de maneira mais eficaz quando o aluno está ativamente envolvido na construção do seu conhecimento. De acordo com Piaget, o aprendizado é um processo dinâmico que depende da interação do aluno com o ambiente e dos desafios que ele encontra, sendo fundamental para a assimilação de novos conceitos e a adaptação das estruturas cognitivas. No contexto de uma oficina de programação orientada a objetos em Java, a teoria de Piaget sugere que os alunos devem ser desafiados a resolver problemas práticos que envolvem a aplicação dos conceitos de POO, como encapsulamento, herança, polimorfismo e abstração. A oficina será estruturada de maneira que os participantes possam experimentar e explorar esses conceitos de forma ativa. A proposta de atividades que envolvam a construção de programas, como simulações de sistemas ou aplicativos simples, alinha-se diretamente com a ideia de que a aprendizagem é mais eficaz quando os alunos estão envolvidos na resolução de problemas reais, algo que pode ser alcançado com a utilização de Java. Na oficina seguirá o modelo de aprendizado ativo, onde os alunos terão a oportunidade de aplicar os conceitos aprendidos imediatamente na sala de aula na construção de seus próprios projetos. A experiência prática proporcionará aos participantes uma compreensão mais profunda das funcionalidades da programação orientada a objetos, com foco na construção de soluções que atendam às necessidades de sistemas reais. 2. Lev Vygotsky: Zona de Desenvolvimento Proximal e Aprendizagem Social Lev Vygotsky, psicólogo russo, desenvolveu a teoria sociocultural da aprendizagem, destacando a importância do contexto social e da interação com outros para o desenvolvimento cognitivo. Um dos conceitos centrais de sua teoria é a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que descreve a distância entre o que o aluno consegue fazer sozinho e o que pode alcançar com a ajuda de um mediador (como um professor ou colega mais experiente). Vygotsky enfatiza que o aprendizado é potencializado quando ocorre com apoio de outros, seja em um contexto de ensino formal ou colaborativo. A proposta da oficina de programação em Java será fundamentada na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) para ajudar os alunos a compreenderem conceitos abstratos da Programação Orientada a Objetos (POO), como herança e polimorfismo. Haverá suporte contínuo por meio de tutoria,colaboração em pares e resolução conjunta de problemas. As atividades serão organizadas para promover a aprendizagem colaborativa, permitindo que alunos mais experientes ajudem aqueles com mais dificuldades e facilitando a troca de conhecimentos. 3. Barbara Liskov: A Abstração e o Princípio de Substituição de Liskov Barbara Liskov, uma das pioneiras na formalização da programação orientada a objetos, formulou o "Princípio de Substituição de Liskov" (Liskov Substitution Principle - LSP), que estabelece que, em sistemas orientados a objetos, objetos de uma classe derivada devem ser capazes de substituir objetos de uma classe base sem afetar o funcionamento do programa. Esse princípio é fundamental para garantir a integridade do código e a extensibilidade de sistemas orientados a objetos. Liskov também é conhecida por sua contribuição à formalização da abstração, conceito fundamental na POO. A abstração permite que os programadores ocultem os detalhes de implementação, facilitando a construção de programas modulares e mais fáceis de manter. Na oficina de Java, o Princípio de Substituição de Liskov será abordado de forma prática para ajudar os alunos a projetarem sistemas flexíveis e seguros. Atividades permitirão a criação de hierarquias de classes e o uso do polimorfismo, assegurando que diferentes tipos de objetos sejam manipulados de maneira intercambiável. Isso ajudará os alunos a desenvolverem software escalável e fácil de modificar, alinhando-se com os desafios do mercado de trabalho, como manutenção de código e reutilização de componentes. 2. PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 2.1. Plano de trabalho Como tivemos muita dificuldade em encontrar uma escola disponível, o tempo para realização da oficina foi mais curto, então uma das sugestões foi que a comunidade poderia ser envolvida através de uma oficina socioeconômico, sendo assim, este foi o cronograma que seguimos: SEMANA OBEJETIVOS SEMANA 1 ➢ Escolha da escola pública e do nível de conhecimento dos alunos; ➢ Levantamento bibliográfico sobre os assuntos que iriam ser ministrados, tais como conceitos de Programação orientada a objeto em Java, bem como plano de aula para oficinas; SEMANA 2 ➢ Visita à escola, conversa com o vice-diretor e com os alunos das turmas escolhidas; ➢ Divulgação da oficina; SEMANA 3 ➢ Divisão das tarefas entre os discentes; ➢ Preparo do material a ser apresentado no dia; ➢ Organização do coffee break; SEMANA 4 ➢ Apresentação da oficina; ➢ Aplicação do formulário de avaliação; SEMANA 5 ➢ Desenvolvimento do relatório final; 2.2. Descrição da forma de envolvimento do público participante na formulação do projeto, seu desenvolvimento e avaliação, bem como as estratégias pelo grupo para mobilizá-los. Durante a visita dos discentes à EEEFM Deodoro de Mendonça, foram explicados os conteúdos da oficina para atrair o interesse dos alunos. Um grupo no WhatsApp foi criado com alunos, discentes e a professora supervisora. Inicialmente restrito aos administradores, foi posteriormente aberto para que os alunos pudessem tirar dúvidas e fazer perguntas sobre a oficina. 2.3. Grupo de trabalho (descrição da responsabilidade de cada membro) DISCENTE RESPONSABILIDADES TIAGO MAGALHÃES NASCIMENTO LIMA ➢ Elaboração do plano de aula, conteúdo e para apresentação da oficina e também a visita à escola e conversa com o vice-diretor; RAFAEL SANTOS DE OLIVEIRA ➢Elaboração do plano da aula administrada do conteúdo para apresentação. JOÃO PABLO DE SOUSA CARNEIRO ➢Elaboração da organização dos slides do conteúdo. KELLY CRISTINA NASCIMENTO DOS SANTOS ➢ Monitoria dos alunos durante a oficina; e responsável pela montagem do coffee break. JULIO ALMEIDA LIMA ➢Responsável pela montagem do coffee break, e suporte de apoio. MATEUS RICARDO BRAGA CALDAS ➢Responsável pela montagem do coffee break, e suporte de apoio. RAFAELA SANTOS DE FREITAS ➢ Pesquisa bibliográfica para o relatório Final, também parte das fotografias dos registros. LEONARDO RAFAEL FREITAS FERNANDES ➢ Pesquisa bibliográfica para o relatório Final, também parte das fotografias dos registros. JEAN CARLOS LOPES RODRIGUES ➢Responsável pela montagem do coffee break. 2.4. Metas, critérios ou indicadores de avaliação do projeto Os critérios de avaliação consistiram em aplicar um questionário disponibilizado de forma online, no final da oficina para avaliar se os alunos presentes ficaram satisfeitos ou não com o conteúdo ministrado 2.5. Recursos previstos A Faculdade Estácio do Pará disponibilizou um laboratório de informática com a capacidade máxima de 16 alunos, com projetor para a apresentação da oficina, bem como uma sala de aula para que a equipe pudesse organizar o coffee break durante o intervalo. Os custos dos alimentos servidos durante o intervalo, no coffee break, assim como uma lembrancinha ao final da oficina, foram divididos entre os discentes. 2.6. Detalhamento técnico do projeto Inicialmente, foi conversado juntamente com a professora orientadora a escolha da escola, discutindo quais temas e exemplos poderiam ser abordados, quais as ferramentas seriam utilizadas, qual o limite de alunos no laboratório de informática e qual dia seria melhor para a aplicação do projeto, considerando a disponibilidade de todas as partes envolvidas. O tema abordado na oficina foi fundamentado nos assuntos estudados pelos alunos dos cursos de Ciência da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas, durante a disciplina extensionista de PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS EM JAVA da Faculdade Estácio do Pará. A oficina foi organizada para durar quatro horas, com um intervalo de quinze minutos. A IDE escolhida foi o Intelli IDEA, uma plataforma gratuita e popular para desenvolvimento em Java. Além disso, foi discutido qual, garantindo que os alunos pudessem aplicar os conceitos de Java de forma prática e eficaz. 3. ENCERRAMENTO DO PROJETO A oficina "Programação Orientada a Objetos em Java" reuniu estudantes para um dia de aprendizado intensivo sobre os conceitos fundamentais da programação orientada a objetos, com foco na linguagem Java. O evento começou com uma breve introdução sobre a importância da programação orientada a objetos no desenvolvimento de sistemas. Destacamos a relevância da linguagem Java no mercado de trabalho, especialmente em grandes sistemas corporativos e aplicações móveis. Para nós, como grupo, essa experiência foi extremamente valiosa. Tivemos a oportunidade de aplicar e aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso de extensão, enquanto também compartilhávamos esses conceitos com os participantes. Durante a oficina, notamos a importância de atividades como essa, que permitem uma troca de conhecimentos e incentivam os estudantes a aprofundar seus estudos na área de tecnologia. Foi um momento de crescimento coletivo, tanto para quem já possuía algum conhecimento prévio em Java quanto para aqueles que estavam tendo seu primeiro contato com a linguagem. Com base nessa experiência, nosso objetivo é realizar mais oficinas no futuro, sempre com o intuito de promover a aprendizagem contínua, ampliar a troca de conhecimentos entre estudantes e professores. Acreditamos que iniciativas como essa têm um grande impacto no desenvolvimento da comunidade acadêmica, preparando os alunos para os desafios do mercado de trabalho e estimulando o interesse pela área de programação. 3.1. Relato Coletivo: 3.1.1. Avaliação de reação da parte interessada A avaliação da reação dos participantes foi feita de maneira informal, por meio de interações diretas e coletando feedback durante e após o evento. Durante a oficina, perguntamos aos alunos se estavam satisfeitos com o conteúdo apresentado, e todos afirmaram que gostaram e consideraram a oficina proveitosa. Além disso, a oficina contou com 16 inscrições confirmadas por meio de um formulário de inscrição feito no Google Forms, que possibilitou o acompanhamento inicial dos participantes. Para complementar a avaliação, foi criado um grupo no WhatsApp para os alunos da oficina,no qual os participantes compartilharam suas opiniões sobre o evento. As mensagens enviadas no grupo foram predominantemente positivas, com elogios ao conteúdo abordado e à didática utilizada durante a oficina. Esses resultados informais refletem o interesse dos alunos em participar de atividades futuras e demonstram que a oficina teve um impacto positivo, promovendo o aprendizado e o interesse na área de Programação Orientada a Objetos em Java. A troca de experiências e o feedback positivo obtido reforçam a importância de iniciativas como essa para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos participantes. 3.2. Relato de Experiência Individual 3.2.1. CONTEXTUALIZAÇÃO · Júlio Almeida Lima No projeto de Programação Orientada a Objetos em Java, fui responsável por prestar apoio tanto aos participantes quanto aos colegas que estavam conduzindo a oficina. Durante o evento, meu papel foi auxiliar os apresentadores na execução das apresentações, ajudando a passar os slides de forma fluida e garantir que o conteúdo fosse transmitido de maneira clara e eficiente. Além disso, também ofereci suporte prático aos participantes, especialmente nas atividades em que precisavam executar códigos de exemplo. Sempre que os apresentadores demonstravam algum exemplo de código para os alunos, eu ficava disponível para ajudá-los a executar os códigos no ambiente de desenvolvimento, garantindo que todos conseguissem acompanhar os exemplos e entender os resultados. Essa interação foi fundamental para que os alunos pudessem ver a teoria na prática, tirando dúvidas e verificando o funcionamento do código em tempo real. Acredito que esse suporte foi essencial para o bom andamento da oficina, já que muitos alunos estavam tendo seu primeiro contato com a programação orientada a objetos em Java. Foi gratificante perceber o quanto os alunos se sentiram mais à vontade para interagir, perguntar e testar os exemplos quando tinham o apoio imediato. Além disso, o trabalho de equipe entre os apresentadores e os outros membros do grupo foi fundamental para que o evento fosse bem-sucedido. No final, fiquei satisfeito em ver o entusiasmo dos participantes, que conseguiram aplicar o que aprenderam e ficaram motivados a continuar seus estudos na área de programação. Foi uma experiência enriquecedora, onde pude contribuir para o aprendizado dos alunos e também aprender com o feedback deles sobre a oficina. · Thiago Nascimento Lima No projeto de Programação Orientada a Objetos em Java, minha principal responsabilidade foi a elaboração do plano de aula e do conteúdo a ser apresentado durante a oficina. Além disso, também fui encarregado da organização e preparação do material didático, como os slides e os exemplos de código que seriam trabalhados com os alunos. O desafio de construir um plano de aula eficiente, que engajasse os participantes e ao mesmo tempo transmitisse de forma clara os conceitos de POO em Java, foi uma experiência enriquecedora para mim. O desenvolvimento do conteúdo exigiu uma reflexão cuidadosa sobre como simplificar conceitos mais complexos, sem perder a profundidade necessária para que os alunos pudessem realmente entender e aplicar o que estavam aprendendo. A estrutura da oficina foi pensada para ser interativa, com exercícios práticos que permitissem aos participantes aprender na prática, consolidando o conhecimento teórico. Além disso, participei ativamente da visita à escola e da conversa com o vice-diretor, onde discutimos o alinhamento da oficina com os objetivos educacionais da instituição e a importância de iniciativas como essa para promover a inclusão digital e incentivar os alunos a se aprofundarem na área de tecnologia. A interação com a escola foi fundamental para entendermos as necessidades dos alunos e garantir que o evento fosse relevante para eles. Foi uma experiência extremamente gratificante, pois não só pude aplicar os conhecimentos que venho adquirindo na área de programação, mas também tive a oportunidade de contribuir para a formação de outros estudantes, ajudando-os a desenvolver habilidades importantes para o futuro. Ao ver a empolgação dos alunos durante as atividades e o interesse crescente pela programação, percebi o impacto positivo que ações como essa podem ter na vida acadêmica e profissional deles. Essa experiência me motivou a continuar investindo em projetos de educação e a buscar mais formas de compartilhar meu conhecimento com outros, sempre com o objetivo de promover a educação tecnológica e abrir novas oportunidades para os estudantes. · Rafael Santos de Oliveira Tive a responsabilidade de elaborar o plano de aula para a oficina, bem como o conteúdo a ser apresentado aos participantes. Meu foco foi construir uma estrutura didática que fosse clara e envolvente, capaz de transmitir de forma eficaz os conceitos essenciais da programação orientada a objetos, especialmente em Java. Ao desenvolver o plano de aula, procurei organizar os tópicos de maneira sequencial e lógica. Organizei em slides exemplos práticos e exercícios que permitissem aos alunos experimentar e aplicar os conceitos. Participar da criação e execução do plano de aula foi uma experiência desafiadora e muito enriquecedora. Ver os alunos interagindo com o conteúdo, se engajando nas atividades e demonstrando curiosidade sobre a área de tecnologia me fez perceber a importância de iniciativas como essa. Estou muito satisfeito com os resultados da oficina e com o impacto positivo que ela teve nos participantes. · João Pablo de Sousa Carneiro Fui responsável pela elaboração e organização dos slides da oficina. Meu objetivo foi criar uma apresentação clara e didática, que facilitasse o entendimento dos conceitos de POO em Java. Estruturei os slides de forma sequencial, começando pelos conceitos básicos e avançando para tópicos mais complexos. Acredito que uma boa organização dos slides foi essencial para a compreensão dos alunos, ajudando-os a seguir o conteúdo sem se sentirem sobrecarregados. Fiquei satisfeito com a reação dos alunos, que interagiram bem com o material. Essa experiência me motivou a continuar aprimorando minhas habilidades em design instrucional e colaborar em projetos educativos. · Kelly Nascimento dos Santos minha principal responsabilidade foi monitorar os alunos e garantir que eles tivessem o suporte necessário durante as atividades. Estive sempre disponível para tirar dúvidas, ajudar na execução dos códigos e garantir que todos conseguissem acompanhar os exemplos apresentados. Foi gratificante ver o interesse dos alunos crescendo à medida que eles foram entendendo os conceitos de POO e aplicando-os na prática. Além da monitoria, também fui responsável pela organização do coffee break. Essa parte foi importante para criar um momento de descontração entre as atividades, permitindo que os alunos interagissem e se conectassem com mais facilidade. Essa experiência foi muito enriquecedora para mim, pois pude acompanhar de perto o processo de aprendizado dos alunos e perceber como o apoio individualizado pode fazer a diferença. Também me senti realizada ao contribuir para o sucesso do evento, tanto no aspecto educacional quanto na criação de um ambiente acolhedor para todos. · Mateus Ricardo Braga Fiquei responsável pela organização do coffee break e pelo suporte geral aos participantes. Me certifiquei de que tudo estivesse bem organizado, para que os participantes pudessem relaxar e aproveitar a pausa sem preocupações. Além disso, estive disponível para oferecer suporte quando necessário, ajudando tanto os apresentadores quanto os alunos. Isso incluiu pequenas tarefas de apoio durante a oficina, como auxiliar na execução de atividades e garantir que todos estivessem com os materiais e recursos corretos. Fiquei satisfeito por poder contribuir para o bom andamento do evento e garantir que os participantes tivessem uma experiência tranquila e produtiva. Foi muito gratificante ver o engajamento dos alunos e perceber que o apoio nos bastidores foi essencial para o sucesso da oficina. Essa experiênciame proporcionou a oportunidade de colaborar com o grupo e aprender a importância de uma boa organização e suporte durante eventos educacionais. · Rafaela Santos de Freitas Fiquei responsável pela pesquisa bibliográfica para a elaboração do relatório final. Minha tarefa envolveu buscar e selecionar fontes confiáveis que pudessem embasar teoricamente as atividades realizadas na oficina, fornecendo um suporte acadêmico para o nosso trabalho. Foi uma experiência importante, pois me permitiu aprofundar meus conhecimentos na área de programação e aprender mais sobre como a pesquisa bibliográfica é fundamental para dar credibilidade e consistência aos projetos acadêmicos. Além disso, contribuir com a pesquisa para o relatório final me fez perceber a importância de apoiar e sustentar teoricamente as ações práticas do projeto. · Leonardo Rafael Freitas Fernandes minha responsabilidade foi realizar a pesquisa bibliográfica para o relatório final, além de contribuir com o registro fotográfico das atividades da oficina. Na parte da pesquisa, busquei referências que pudessem embasar o conteúdo trabalhado na oficina, explorando tanto a teoria da programação orientada a objetos quanto a aplicação prática da linguagem Java. Além disso, também me encarreguei de capturar os momentos importantes da oficina, registrando as interações dos participantes e os momentos de aprendizado. As fotografias não só ajudaram a documentar o evento, mas também proporcionaram uma visão visual de como os alunos estavam engajados nas atividades. Essas imagens se tornaram uma parte importante do relatório, mostrando o impacto da oficina de forma mais pessoal e envolvente. Foi uma experiência enriquecedora, pois pude combinar pesquisa acadêmica com a parte prática de registro do evento. A pesquisa me permitiu aprofundar meu conhecimento no tema, enquanto as fotografias ajudaram a capturar a energia e o entusiasmo dos alunos, tornando o relatório mais completo e dinâmico. Acredito que a combinação dessas duas atividades contribuiu para o sucesso do projeto, e estou muito satisfeito com o resultado final. · Jean Carlos Lopes Rodrigues fiquei responsável pela organização e montagem do coffee break. Esse papel foi essencial para garantir que os participantes tivessem um momento de descontração e convivência durante a oficina. Me preocupei em providenciar opções de lanches e bebidas que fossem acessíveis, para que os alunos pudessem aproveitar a pausa e socializar entre si, criando um ambiente mais acolhedor e colaborativo. Foi muito gratificante poder contribuir para a organização do evento e ver o quanto a oficina foi bem-sucedida, tanto na parte educativa quanto na interação entre os alunos. Participar desse processo me fez perceber a importância de cada detalhe, e o quanto uma boa estrutura de apoio contribui para o sucesso de um projeto educacional. 3.2.2. METODOLOGIA Descrever como a experiência foi vivenciada: local; sujeitos/públicos envolvidos; período; detalhamento das etapas da experiência. 3.2.3. RESULTADOS E DISCUSSÃO: expectativa e o vivido; descrição do que foi observado na experiência; no que resultou a experiência; como você se sentiu? descobertas/aprendizagens, facilidades, dificuldades e recomendações caso necessário. 3.2.4. REFLEXÃO APROFUNDADA Espaço para relato sobre a experiência vivida versus teoria apresentada no relato coletivo. 3.2.5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Outros aspectos que podem ser trabalhados junto à parte interessada e perspectivas de trabalhos futuros, envolvendo tanto extensão quanto pesquisa. Soluções tecnológicas alternativas que poderiam ter sido implementadas para o projeto desenvolvido. OBSERVAÇÃO: Exige-se que todo o processo de desenvolvimento do projeto de extensão seja documentado e registrado através de evidências fotográficas ou por vídeos, tendo em vista que o conjunto de evidências não apenas irá compor a comprovação da realização das atividades, para fins regulatórios, como também poderão ser usadas para exposição do projeto em mostras acadêmico-científicas e seminários de extensão a serem realizados pelas IES.