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Culturas da infância
Culturas infantis
Brincar
Imitar
Imaginar e criar
Repetir
Estética
Grupo de pares
Culturas infantis
Brincar – medeia a ação da criança no mundo!
Imitar – ao repetir o ato adulto apreende seu significado compreendendo o mundo adulto
Imaginar, criar – explorar o novo, inventar, criar outras possibilidades. Compreende e ultrapassa a realidade reconstruindo-a na imaginação.
Repetir – elabora sentimentos, compreende e assimila o novo. 
Estética – ordena, escolhe, cria, se expressa: faz isso através da ação artística desenho, canto, dança, representação etc
Grupo de pares – a criança precisa do outro para aprender, compreender, situar-se no mundo e diferenciar-se do adulto mantendo sua especificidade infantil
Culturas da infância
E práticas pedagógicas na educação infantil...
Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo. É triste ter meninos sem escola, mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação humana".
 
Carlos Drummond de Andrade 
Andar, correr, pular, saltar, escorregar, subir, descer, empurrar, puxar, pendurar, rolar, engatinhar, deitar, sentar, cair, espiar, trepar, rastejar, pegar, lançar, dançar,... Logo depois, tudo de novo... A vida na Educação Infantil é marcada pelo movimento; Movimentar-se para as crianças é comunicar-se, expressar-se, interagir com o mundo; é uma forma de linguagem; é explorar e conhecer o mundo e o próprio corpo, seus limites e possibilidades. 
A criança constrói sua linguagem a partir das interações que vivencia em 
seu meio social. É na interação com os outros que os significados das palavras vão se construindo: quanto mais ricas as possibilidades de interação que a criança tiver, maiores suas possibilidades de construir conhecimentos sobre o mundo que a cerca. 
Fotos...
Sarmento enfatiza que os conceitos de culturas da infância geram consequências pedagógicas como pensar o trabalho pedagógico a partir das crianças e não como adultos, como atores sociais e não como alunos. 
Neste quadro, as manifestações de resistência das crianças podem ser entendidas a partir das dimensões culturais que “surgem e se desenvolvem como um resultado das tentativas das crianças para fazer sentido e, até certo ponto, para resistir ao mundo adulto”
 (Corsaro, 1997, p. 96). 
“Se mudarmos o começo da história, mudamos a história toda”
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