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INSTITUTO FEDERAL DE CIENCIA, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA 
DO CEARÁ 
DEYZI KELLEM CARDOSO GOMES 
RESENHA DO ARTIGO – A PREPARAÇÃO DO REGENTE NA 
CONSTRUÇÃO DA SONORIDADE ORQUESTRAL 
 
 O artigo aborda a importância da preparação do regente para que haja qualidade 
sonora no grupo musical. A sonoridade considerada adequada, é nada mais do que um 
ideal construído pelo regente, diante da leitura e interpretação da partitura, ensaios e a 
postura/posição do mesmo. Os autores do texto trazem uma intervenção para ressaltar que 
por muitas vezes o regente não sabe explicar o porquê do resultado de tal performance, 
pois não havia um ideal pensado para o resultado final. 
 Adiante, o artigo alega que tudo importa quando o assunto é a posição do regente. 
Para isso, os autores citam Krueger (1958), para destacar os agentes fundamentais em 
relação a postura corporal do regente – ressaltando a boa condução das mãos, 
diferenciando a funcionalidade de cada uma; o semblante e a presença do regente diante 
do grupo e do público. Além disso, o regente escuta tudo aproximadamente do ponto de 
vista da plateia e sabe quando um instrumento precisa, por exemplo, soar mais alto ou 
mais baixo para que haja um melhor encaixe com os demais do grupo. 
 Após destacar a problemática, o artigo revela três aspectos importantes na 
construção da sonoridade de um grupo musical. O primeiro aspecto é a partitura - visto 
que o regente lidera o grupo, o texto defende a importância do trabalho inicial antes do 
primeiro ensaio. Aquele momento de escolha da obra e primeiro contato com a partitura 
é considerado a preparação do regente. Para mais, é o regente que decide como a partitura 
será interpretada, neste momento o autor faz uma analogia da partitura com um mapa, ou 
seja, o regente decide por onde irá seguir e guiar o grupo. Além disso, compositor da peça 
geralmente não estar presente para explicar os andamentos e intensidades exatas que 
imaginou para cada passagem, por isso é necessário uma boa leitura e interpretação de 
partitura. 
 O segundo aspecto é o ensaio. Considerado uma das grandes ferramentas de 
preparação para performance final, o ensaio é a união de propostas para o 
aperfeiçoamento do repertório ou do arranjo. Além disso, o texto explica que é necessário 
o regente saber exatamente o que irá abordar e melhorar durante aquele período de 
preparo da obra. O texto ainda ressaltar, a importância do bom uso do tempo em cada 
ensaio, para correções necessárias que devem ser feitas, sempre com clareza e 
especificidade nas ideias, enquanto regente. 
 Por fim, o texto apresenta o terceiro aspecto: a performance. Os autores do artigo 
nomeiam a apresentação final como “momento mágico”, é nessa hora que o regente 
recebe todo resultado do seu trabalho. Dentro disso, ainda no início do texto, os autores 
citam uma frase de Krueger (1958, p.28) quando ele afirma que “a maior honra para um 
regente é que a orquestra fez o que fez porque ele estava à frente dela”. Para mais, os 
autores chamam atenção do regente para a grande importância da passagem do som e 
posição dos naipes no local da apresentação. Concluindo, o artigo deixa claro que a 
performance é o momento com todos os músicos juntos, fazendo acontecer tudo aquilo 
que foi planejado pelo regente e ensaiado por todos. Quando todas as etapas forem feitas 
adequadamente, não restará dúvidas de que o grupo estará envolvido em um único 
propósito.

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