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FOCO NO MERCADO DE TRABALHO CONSTRUÇÃO DE RELACIONAMENTO Mariana Augusta de Souza Imprimir SEM MEDO DE ERRAR Para ampliar sua visão acerca das possibilidades de aplicação dos conhecimentos obtidos até o momento, vamos propor uma resolução para a situação-problema apresentada no início desta seção. Lembre-se de que um grupo de �sioterapeutas especializado no tratamento de pessoas da terceira idade objetiva agora atender QUAIS BARREIRAS ATRAPALHAM A RELAÇÃO DO PROFISSIONAL COM O PACIENTE? São elas: as barreiras pessoais, físicas, psicológicas, educacionais e organizacionais. Fonte: Shutterstock. Deseja ouvir este material? Áudio disponível no material digital. 0 V e r a n o ta çõ e s 20/11/2024, 11:31 lddkls211_con_sem_bar https://www.avaeduc.com.br/mod/url/view.php?id=391912 1/4 também crianças, especialmente as com de�ciência física. Quais barreiras de comunicação e relacionamento interpessoal os �sioterapeutas podem enfrentar com esses consumidores? Como visto no decorrer do conteúdo, existem barreiras que podem in�uenciar muito o relacionamento entre o pro�ssional e o paciente. No caso de barreiras pessoais, pelo fato de o novo leque de consumidor ser constituído de crianças, é possível haver certa impaciência por parte do pro�ssional na hora de administrar o serviço com esse tipo de paciente. Assim, é preciso, antes de tudo, treinar os pro�ssionais para que saibam como abordar e lidar com crianças, especialmente as com de�ciência física. Isso vale para as barreiras psicológicas, pois os pro�ssionais devem se preparar para trabalhar com esse novo público e aprender a lidar com sentimentos e emoções diferentes que podem surgir quando se compara tratamento de idosos a tratamento de crianças. No que tange a barreiras físicas, a própria limitação da de�ciência das crianças pode ser um grande desa�o. Novamente, é preciso manter o foco no cliente (paciente) para que se tenha sucesso nesse tipo de realização de serviço, a�nal, trata-se de um consumidor com percepções muitas vezes diferentes das que estamos acostumados. As barreiras educacionais e organizacionais provavelmente não são um problema para esse grupo de �sioterapeutas no que tange ao tratamento do novo público que pretendem atender. Primeiramente porque já realizam serviços para diferentes tipos de pessoas e possivelmente já têm experiência quando se fala de contraste pro�ssional e cultural entre pro�ssional e cliente (paciente). Quanto às barreiras organizacionais em especí�co, além de todos apresentarem a mesma formação, eles são todos sócios do centro de reabilitação, o que não implica diferenças de hierarquia na empresa. Dessa forma, é mais difícil haver barreiras nesse âmbito. 0 V e r a n o ta çõ e s 20/11/2024, 11:31 lddkls211_con_sem_bar https://www.avaeduc.com.br/mod/url/view.php?id=391912 2/4 AVANÇANDO NA PRÁTICA CONSULTORIA DE ENFERMAGEM Uma enfermeira está planejando abrir uma espécie de empresa de consultoria para orientar mães de primeira viagem nos auxílios com seus bebês recém- nascidos. Dentre os serviços oferecidos se encontram serviço de doula; orientação e massagem para evitar o empedramento do leite nas mamas; tratamento com laser para cicatrização de rachaduras nos seios; orientação sobre banho no bebê; tratamento para cólicas e outros. Por ser um serviço com �delização de curta duração – a�nal, as crianças crescem e os pais aprendem a lidar sozinhos com seus bebês –, a enfermeira está com receio de não conseguir sustentar o seu negócio. Considerando as três ferramentas mais utilizadas para �delização de clientes – interação com clientes, desenvolvimento de programas de �delidade e criação de vínculos estruturais –, aponte e explique qual(is) dessas técnicas poderia(m) ser utilizada(s) pela enfermeira para manter o seu negócio com um �uxo contínuo de clientes. RESOLUÇÃO A técnica de interação com clientes é necessária para praticamente qualquer tipo de negócio. Pelo fato de o serviço da enfermeira ser algo muito próximo ao seu cliente (mãe e bebê), além de envolver empatia, con�ança e atenção, essa ferramenta é basicamente necessária. Por se tratar de um número reduzido de clientes e com grande proximidade com o pro�ssional, não é preciso criar plataformas digitais para obter reclamações ou feedbacks. Ela pode fornecer seu contato pessoal e se colocar à disposição para qualquer dúvida, esclarecimento e demais necessidades dos clientes. A técnica do programa de �delidade não parece fazer muito sentido para a empresa da enfermeira, a�nal, as pessoas não geram �lhos em uma frequência rápida o su�ciente para se estabelecer um cartão �delidade, por exemplo. Assim, é possível partirmos para a ferramenta da criação de 0 V e r a n o ta çõ e s 20/11/2024, 11:31 lddkls211_con_sem_bar https://www.avaeduc.com.br/mod/url/view.php?id=391912 3/4 vínculos estruturais. Considerando o crescimento da busca por partos humanizados, a importância crescente do tratamento hospitalar pós-alta do paciente como um diferencial e os bons resultados que tratamentos e orientações às famílias dos bebês trazem, seria uma grande oportunidade associar os serviços da empresa da enfermeira com os de um hospital, principalmente no pós-parto. A enfermeira poderia fazer uma parceria com o hospital, pela qual ela se encarregaria do tratamento após o nascimento do bebê, formando um pacote de atendimento desse hospital, incluindo, por exemplo, pré-natal, parto e pós-parto. Assim, a enfermeira teria facilidade de acesso a um maior número de clientes e o hospital contaria com um pacote de serviços diferenciado. Por se tratar de um negócio relativamente novo e especí�co, haveria uma relação de dependência entre a empresa da enfermeira e o hospital, pois trata-se de serviços que di�cilmente são realizados por outras instituições, re�etindo uma �delização entre esses dois agentes. 0 V e r a n o ta çõ e s 20/11/2024, 11:31 lddkls211_con_sem_bar https://www.avaeduc.com.br/mod/url/view.php?id=391912 4/4