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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO ESTÁCIO JUIZ DE FORA - 2022

Anais do IX Seminário Acadêmico e Científico da Estácio Juiz de Fora (26–27 out. 2022) com resumos expandidos de trabalhos apresentados em 37 salas nas áreas como Administração, Ciências Jurídicas e Políticas, Comunicação, Design, Educação, Engenharias e Tecnologia.

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1 
 
COMITÊ CIENTÍFICO 
Adriana Woichinevski Viscardi 
Aline Silva Corrêa Maia Lima 
Ana Flávia Ramos Cruz 
Anna Paula Gomes 
Bruno Dore Rodrigues 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 
Denise Rocha Raimundo Leone 
Emerson Rodrigues Duarte 
Fabiana Coelho Couto Rocha Correa 
Fernanda Barcellos Mathiasi 
Francisca Cristina De Oliveira E Pires 
Giovanna Barros Gonçalves 
Guilherme Madeira Martins 
Henrique da Silva Pizzo 
 
Ingrid De Souza Costa 
Jocimara D. F. De Almeida Campos 
Karla Aparecida Gabriel 
Leandro Hermisdorff Bernardo 
Leonardo Ramos de Toledo 
Luiza Vieira Ferreira 
Luiz Fernando Laguardia Campos 
Maira Leon Ferreira 
Mayanna de Lourdes Ferreira Rodrigues 
Patrícia R. Ferreira 
Paula Campos de Castro 
Renata Prado Alves Silva 
Saulo Yamim Novelino 
Tâmara Lis Reis Umbelino 
 
 
 
 
 Seminário Acadêmico e Científico da Estácio Juiz de Fora (9. : 2022 : 
Juiz de Fora, MG). 
 Anais do IX Seminário Acadêmico e Científico da Estácio Juiz de Fora, 
26 e 27 de outubro de 2022 [recurso eletrônico] / organizado por Aline 
Maia. Juiz de Fora, MG: Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, 2022. 
361 p. 
 
Modo de acesso: Internet. 
Disponível em: https://portal.estacio.br/unidades/centro-
universit%C3%A1rio-est%C3%A1cio-juiz-de-fora/semin%C3%A1rio-
acad%C3%AAmico-e-cient%C3%ADfico/ 
 
ISSN: 2357-982X 
 
Diagramação: Aline Maia e João Xavier 
Capa: Ezidras Farinazzo | Escritório Modelo de Design da Estácio Juiz de Fora 
 
https://portal.estacio.br/unidades/centro-universit%C3%A1rio-est%C3%A1cio-juiz-de-fora/semin%C3%A1rio-acad%C3%AAmico-e-cient%C3%ADfico/
https://portal.estacio.br/unidades/centro-universit%C3%A1rio-est%C3%A1cio-juiz-de-fora/semin%C3%A1rio-acad%C3%AAmico-e-cient%C3%ADfico/
https://portal.estacio.br/unidades/centro-universit%C3%A1rio-est%C3%A1cio-juiz-de-fora/semin%C3%A1rio-acad%C3%AAmico-e-cient%C3%ADfico/
 
 
2 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
SUMÁRIO 
 
APRESENTAÇÃO 03 
ADMINISTRAÇÃO 04 
CIÊNCIAS JURÍDICAS E POLÍTICAS 23 
COMUNICAÇÃO 37 
DESIGN 58 
EDUCAÇÃO 81 
EDUCAÇÃO FÍSICA 100 
ENFERMAGEM 119 
ENGENHARIAS 212 
ESTÉTICA E COSMÉTICA 236 
FISIOTERAPIA 241 
NUTRIÇÃO 264 
ODONTOLOGIA 286 
PSICOLOGIA 314 
TECNOLOGIA 358 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
Apresentação 
 
O Seminário Acadêmico e Científico da Estácio Juiz de Fora visa proporcionar à 
comunidade acadêmica um espaço privilegiado para apresentação e discussão de pesquisas, 
práticas extensionistas e relatos de vivência profissional nas mais diversas áreas do 
conhecimento. Uma das mais longevas atividades do nosso Centro Universitário, o evento 
chegou à nona edição em 2022, com programação presencial e remota, reunindo estudiosas 
e estudiosos da Instituição e externos: da Estácio Brasília, Estácio Curitiba, Universidade 
Federal de Juiz de Fora, Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de São 
Carlos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro e também da Universidad Autónoma de 
Occidente e Universidad Autónoma de Sinaloa, ambas situadas no México. 
Por sua trajetória e abrangência, firma-se como relevante celebração da pesquisa, da 
extensão e da internacionalização na Estácio Juiz de Fora. É realizado ininterruptamente, 
desde sua criação. Mesmo nos anos de 2020 e 2021, quando a pandemia de Covid-19 levou 
ao isolamento social com a suspensão de atividades presenciais nas instituições de ensino, o 
Seminário Acadêmico e Científico ocorreu de modo virtual, via Microsoft Teams. Foi em 
2020, inclusive, que o evento passou a ser correalizado com o Seminário de Extensão, 
Pesquisa e Internacionalização – SEPESQI –, que tem como uma de suas diretrizes a oferta 
de ampla programação integrada, remota, de palestras e debates congregando outras unidades 
da Estácio e ampliando o intercâmbio de ideias, pensamentos e propostas. 
Nas páginas a seguir, estão publicados os resumos expandidos de trabalhos 
apresentados nas 37 salas da edição de 2022 do Seminário Acadêmico e Científico, 
fomentando reflexões no campo das Ciências Jurídicas, Comunicação, Design, Educação, 
Engenharias, Negócios, Saúde e Tecnologia. É a necessária e relevante contribuição da nossa 
IES à sociedade, reforçando o compromisso prioritário com a educação para a transformação. 
Boa leitura! 
 
 
Pró-Reitoria de Pesquisa, Extensão e Internacionalização 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora - MG 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
ADMINISTRAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A IMPORTÂNCIA DO PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO 
PARA A INSERÇÃO DE ESTUDANTES AO MERCADO DE TRABALHO 
 
Gabriel Moraes de Oliveira1 
Victor Douglas da Silva Santos 2 
 
A contratação de estagiários é de grande utilidade para as empresas por ser a forma de ter um 
colaborador regular de maneira mais econômica; com isso, cabe ao agente de integração 
ajudar a encontrar e selecionar o estudante que melhor se enquadra ao perfil desejado pela 
empresa, evitando assim que o candidato se frustre ao ser dispensado em sua primeira 
oportunidade dentro da área escolhida para carreira e consiga adquirir a experiência 
necessária para encontrar um emprego. Por isso o presente trabalho busca responder à 
seguinte questão problema: Qual a importância do processo seletivo no recrutamento e 
seleção de pessoas? O objetivo do mesmo é discutir sobre as técnicas utilizadas no processo 
seletivo dentro da instituição, visando ter maior sucesso na contratação. Entende-se que o 
recrutamento é a maneira como os candidatos serão identificados e capitados para o processo 
seletivo, trata-se, por tanto, da forma como a oportunidade é divulgada, a fim de captar o 
maior número possível de pessoas que se encaixem no perfil desejado e assim formando um 
processo de seleção (ROCHA; BAYLÃO, 2014). Por essa razão sofre influência direta das 
condições de trabalho disponíveis no mercado. A seleção é o processo que escolhe entre os 
indicados pelo recrutamento quais os que mais se aproximam do perfil solicitado para a vaga. 
Através da comparação, a seleção separa quem deverá ser aprovado ou reprovado no 
processo seletivo, indicando qual perfil se aproxima mais do considerado ideal. Cada etapa 
da seleção é algo decisivo para permitir a quem está analisando o perfil, conhecer melhor o 
candidato, sabendo quais são suas experiências, motivações e habilidades. Durante esta etapa 
algumas metodologias podem ser utilizadas, como: análise curricular, testes de aptidão, 
dinâmica de grupo, entrevista individual e verificação de referências. O estudo em questão 
buscou avaliar como o recrutamento e a seleção ocorrem em uma empresa que atua como 
agente de comunicação entre o mercado e as empresas. O recrutamento pela Empresa X é 
feito através de inscrições com cadastro em seu portal. Pelo site os estudantes fazem cadastro 
 
1 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
moraes_75_@hotmail.com 
2 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
santos.victor@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
para que possam ter acesso as vagas ofertadas por empresas da região. O próprio programa 
filtra quem poderá visualizar a oportunidade de acordo com os atributos necessários pré-
definidos pela empresa contratante. Os estudantes cadastrados que foram aceitos pelo filtro 
inicial do site e aprovados pela equipe pedagógica são encaminhadas as empresas 
requerentes, normalmente, são enviados 3 currículos para uma primeira seleção, e observa-
se uma retençãoOs memes são antigos como a história da 
humanidade e estão diretamente relacionados à evolução cultural. Os memes são informações 
que se repetem como um vírus, infectam nossos pensamentos, afetam nossos 
comportamentos e, também, formam nossa cultura (GABRIEL, 2012). Nesta sequência, 
desde os primórdios da internet, passando pelo contexto histórico da Guerra Fria e atingindo 
meados de 1990, parte dos computadores dos EUA tinha capacidade de entrar na rede, 
provedores de internet e estabelecer suas portas de comunicação (CASTELLS, 2003). Os 
primeiros vestígios de democracia datam de antes da Grécia Antiga. Porém, foi na Grécia 
Antiga que a democracia se tornou parte do pensamento político e filosófico. Os cidadãos de 
Atenas dedicavam-se aos encontros para discutir e definir leis. Nas atuais democracias, 
principalmente, democracia digital, o objetivo é garantir a atuação do cidadão na internet 
(ANGELO, PAGAN, GUDWIN, 2014). Os memes políticos têm uma posição privilegiada, 
por meio de apelo emocional (CHAGAS, 2018). Consequentemente, tornou-se comum seu 
uso como estratégia do marketing e recursos da comunicação para favorecer ou prejudicar 
candidatos (TORQUATO, 2014). Como metodologia, este artigo usou a pesquisa 
 
33 Pedro Ritti Dias. Graduado em Jornalismo no Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
pedrodiascompany@gmail.com. 
34 Docente – Doutora em Comunicação. E-mail: pradorenata@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
bibliográfica em artigos científicos, monografias e matérias jornalísticas relacionadas a este 
tema. O resultado da pesquisa exemplifica como os memes podem ser usados como tática e 
mecanismo para atacar adversários políticos. Isso pode ser feito para produzir publicações 
em tom de humor ou posicionamentos críticos. 
 
Palavras-chave: mamaefalei; facebook-mamaefalei, são-paulo-eleições-2020, brasil-
eleições. 
 
REFERÊNCIAS: 
ANGELO, Tiago Novaes; PAGAN, Cesar Bonjuani; GUDWIN, Ricardo Ribeiro. Das 
Praças gregas à àgora virtual: um panorama histórico da democracia digital. Universidade 
Estadual de Campinas, 2014. 
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre Negócios e Sociedade. Rio 
de Janeiro: Zahar, 2003. 
CHAGAS, Viktor. A Febre dos Memes de Política. Universidade Federal Fluminense, Rio 
de Janeiro, 2018. Disponível em: . 
Acesso em out 2022. 
GABRIEL, Martha. Uma brevíssima História do Meme. 2012. Disponível em: Acesso em out 2022. 
TORQUATO, Gaudêncio. Novo Manual de Marketing Político: campanhas eleitorais, 
marketing de governantes e parlamentares, gestão de crises, marketing no estado-espetáculo 
e mudanças. São Paulo: Summus Editorial, 2014. 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MÍDIA E REPRESENTAÇÃO DE GÊNERO DA POLÍTICA: UMA 
ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DA PERSONA DE DILMA ROUSSEFF PELA 
FOLHA DE S. PAULO ENTRE 2014 E 2019 
 
 Gabriela Calazans Lopes35 
Paulo Roberto Figueira Leal36 
 
 
A pesquisa tem o objetivo de, por meio da metodologia de análise de conteúdo, verificar de 
que forma a Folha de S.Paulo construiu suas narrativas sobre a ex-presidenta Dilma Rousseff 
em distintos períodos, que compreendem as semanas seguintes às eleições de 2014, o 
impeachment em 2016, a campanha para o Senado de Minas Gerais em 2018 e os primeiros 
sete dias de 2019. A análise busca identificar se, na cobertura, houve rastros discursivos com 
valorações relativas à temática de gênero. Tendo em vista a centralidade da mídia para a 
política, a presente pesquisa faz um estudo sobre o tensionamento de forças entre os dois 
campos, recuperando de que forma a comunicação se estruturou na modernidade, dando 
corpo a essa arena de disputa no cenário político. Observando a ascensão do número de 
plataformas utilizadas para aumentar a visibilidade de atores políticos, a dissertação retoma 
o debate sobre uma sociedade midiatizada. Acompanhado do cenário comunicacional, o 
trabalho faz o esforço de compreender como se dá a representação de gênero na política. Para 
tanto, utiliza de estudos feministas para compreender de que forma a estrutura patriarcal se 
mantém até a atualidade e suas implicações na vida de mulheres que entram na política – e o 
caso de Dilma é paradigmático para a discussão. A representação de gênero na política, 
enquadrada pelo campo midiático, é avaliada nos 49 conteúdos da Folha de S. Paulo que 
compreendem o corpus de análise. Buscou-se testar a hipótese inicial de que o jornal tivesse 
operado seus materiais a respeito de Dilma Rousseff ressaltando implicações de gênero, tal 
como expressões machistas, em diferente número durante os períodos de análise. Entre os 
principais achados da pesquisa, aponta-se que a Folha de S.Paulo optou por enquadramentos 
distintos que possuem variação de acordo com o momento. Se, em 2014, a ex-presidenta foi 
 
35 Gabriela Calazans Lopes. Mestranda em Comunicação. Universidade Federal de Juiz de Fora. E-mail: 
calazanslopes.gabriela@gmail.com 
36 Gabriela Calazans Lopes. Mestranda em Comunicação. Universidade Federal de Juiz de Fora. E-mail: 
calazanslopes.gabriela@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
tratada como inabilitada para atividade política, em 2016, após o impeachment, o 
delineamento predominante foi o de coadjuvante, caminhando para um possível apagamento. 
 
Palavras-chave: Mídia; Política; Gênero; Dilma Rousseff; Folha de S.Paulo. 
 
 
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Salvador: Edufba, 2018, p. 33-50. 
 
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de Janeiro: Fase, Mar.-Ago. 2000. Disponível em: 
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http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2009/resumos/R14-0206-1.pdf 
CARVALHO, Silvio Augusto. Comunicação e Política. Rio de Janeiro. SESES, 2017. 
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In: 
COSTA, Albertina de Oliveira; BRUSCHINI, Cristina. Uma questão de gênero. Rio de 
http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2009/resumos/R14-0206-1.pdf
http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2009/resumos/R14-0206-1.pdf
http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2009/resumos/R14-0206-1.pdf
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
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DELPHY, Christine. Le patriarcat, le féminisme et leurs intellectuelles. Nouvelles 
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GENRO FILHO, Adelmo. O segredo da pirâmide: para umateoria marxista do 
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GIDDENS, Antony. As consequências da Modernidade. 2 ed. São Paulo. UNESP, 1991. 
GIDDENS, Antony. Modernidade e Identidade. 1 ed. Rio de Janeiro. Zahar, 2002. 
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Rio de Janeiro. LTC Editora, 1988. Perspectivas. São Paulo, v.31, jan/jun. 2007 
HALL, Stuart. A identidade cultural na Pós-Modernidade. 6 ed. Rio de Janeiro. DP&A, 
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Horizonte: Autêntica, 1999, p. 9-131. 
 
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Política – Tópicos Selecionados. Brasília, Paralelo 15, 1998. 
LIMA, V. A. Mídia. Crise política e poder no Brasil. São Paulo: Perseu Abramo, 2006 
Lima,Elizabeth Christina de Andrade; Oliveira. Jessica Thais Pereira. Relações de gênero e 
misoginia na construção da imagem pública de Dilma Rousseff. 2015. Disponível em 
https://periodicos.ufpe.br/revistas/reia/article/viewFile/229999/24184 
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https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/29934/1/dilma-rousseff-uma-mulher-fora-do-lugar-WEB.pdf
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https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/12/28/impeachment-de-dilma-rousseff-marca-ano-de-2016-no-congresso-e-no-brasil
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/12/28/impeachment-de-dilma-rousseff-marca-ano-de-2016-no-congresso-e-no-brasil
https://periodicos.ufpe.br/revistas/reia/article/viewFile/229999/24184
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MACHADO, Lia Zanotta. Perspectivas em confronto: relações de gênero ou patriarcado 
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MORGANTE, Mirela Marin; NADER, Maria Beatriz. O patriarcado nos estudos 
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http://www.encontro2014.rj.anpuh.org/resources/anais/28/1399953465_ARQUIVO_textoA
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MOSCOVICI, S. Representações Sociais: Investigações em Psicologia Social. Petrópolis: 
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MOUILLAUD, Maurice. “A Informação ou a Parte da Sombra”. In: PORTO, Sérgio 
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https://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&f=0&t=0&palavra=misoginia
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R0010-1.pdf
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R0010-1.pdf
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https://www.abap.com.br/wp-content/uploads/2021/06/pesquisa-brasileira-de-midia-2016.pdf
https://www.abap.com.br/wp-content/uploads/2021/06/pesquisa-brasileira-de-midia-2016.pdf
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PESQUISA PERFIL DO LEITOR DA FOLHA DE S.PAULO: 
http://www.publicidade.folha.com.br/folha/perfil_do_leitor_nacional.shtml ACESSO EM: 
13/10/2022 
PORTO, Maria Stela Grossi. Mídia, segurança pública e representações sociais. Revista 
Tempo Social, Vol. 21, n° 2, São Paulo, 2009. 
RODRIGUES, A. D. Estratégias da Comunicação. Lisboa: Presença Editorial, 1990. 
RODRIGUES, A.D > http://bocc.ubi.pt/pag/rodrigues-adriano-expcampmedia.pdf acesso 
em 28/07/2022 
SAFFIOTI, Heleieth I. B. Rearticulando gênero e classe social. In: COSTA, Albertina de 
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SCOTT, Joan. Gênero, uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, 
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SHEUFELE, D.A. Framing as a theory of media effects. Journal of Communication, New 
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48 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO: COMO O CINEMA PODE SER USADO 
COMO MÉTODO DE FORMAÇÃO 
 
 Sabrina Araujo Garcia37 
Eduardo Antônio de Jesus38 
 
A lei nº 13.006 de 26 de junho de 2014, altera diretrizes e bases da educação nacional, 
tornando obrigatória a exibição de filmes de produção nacional para estudantes da educação 
básica. Neste sentido, o objetivo do presente trabalho é desenvolver uma metodologia para 
exibir filmes brasileiros no Ensino Médio. Para o desenvolvimento do método, propõe-se a 
análise do longa “Temporada” (André Novais, 2018), realizado pela Filmes de Plástico39. O 
filme escolhido conta a história de Juliana - uma mulher negra, gorda e periférica – que deixa 
a cidade de Itaúna para assumir um novo emprego como Agente de Saúde em um dos bairros 
da periferia de Contagem. Aos poucos, de forma delicada e sensível, somos apresentados à 
periferia e aos muitos desencontros da vida de Juliana, que revelam sutilmente o tom mais 
monótono de seu cotidiano, como o abandono do marido, os poucos amigos e outros desafios 
de construir uma vida nova. Essas questões nos permitem ver o filme como um potente 
recurso para refletir questões que atravessam a vida de inúmeros sujeitos. Formas de 
representação, a condição da mulher negra, as formas de vida nos territórios periféricos, e 
naturalmente, as questões ligadas ao domínio da imagem. A análise do filme fundamenta-se 
primordialmente na ação de “ver-junto”. Segundo Desanti, este ato parte de uma significação 
subjetiva, que busca convocar os repertórios culturais de cada sujeito para completar as 
lacunas presentes nas imagens, uma vez que elas são assimétricas em relação ao real e, 
justamente por isso, mostram-se incapazes de representar algo que seja completamente fiel à 
realidade. Ou seja, é justamente esta falta, esta cópia incompleta do real que impede que a 
ação de “ver-juntos” possa ser considerada simples, uma vez que é a convocação dos 
repertórios individuais que completa esta imagem de maneiras diferentes. Desta forma, 
 
37 Discente - Jornalismo - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - UFMG. E-mail: 
sabrinagarcia.sag@gmail.com 
38 Docente - Departamento de Comunicação Social - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - UFMG. E-
mail: edujesus2010@gmail.com 
39 A Filmes de Plástico foi criada em 2009, na periferia de Contagem, região metropolitana de Belo 
Horizonte, justamente para produzir filmes que criam outras representações dos bairros mais pobres, para 
além das narrativas de violência e pobreza que são frequentemente retratadas nas manchetes dos jornais e em 
muitos outros filmes. 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
quando o público de um filme é formado por mulheres negras, parte dessa bagagem cultural 
acionada pelo filme surge através do olhar opositor, definido por bell hooks como o prazer 
de assistir aos filmes não com base na representação e no reconhecimento, como foi pautado 
por Laura Mulvey em 1973 em relação à cinefilia de mulheres brancas, mas fundamentado 
na percepção crítica, que tensiona os discursos colocados em tela, sejam eles ligados às 
questões de gênero, raça, sexualidade, dentre outros. A execução da metodologia proposta 
articulou-se em duas etapas. A primeira se deu a partir da escolha dos materiais audiovisuais 
que foram trabalhados em sala de aula, bem como do recorte pelo qual a análise foi 
desenvolvida. Neste sentido, o conceito de “Constelação Fílmica", definido por Mariana 
Souto como um dispositivo para colocar em relação diferentes produtos audiovisuais, foi 
adotado como base para a articulação do longa e outras obras. Como o filme “Temporada” 
foi abordado de acordo com as perspectivas feminista e da territorialidade urbana, foram 
escolhidas outras produções que fossem capazes de abarcar pelo menos um destes temas. 
Para analisar o filme sob a ótica do feminismo, foram escolhidas produções para compor a 
constelação “Feminismos” e para analisar as questões do filme ligadas ao território, foram 
escolhidas produções que formaram a constelação ‘Territorialidades”. A segunda etapa do 
projeto foi desenvolver presencialmente na oficina extracurricular “Cinema, Feminismo e 
Territorialidades", junto ao COLTEC - UFMG40. Ao todo, foram realizados três encontros, 
sendo o primeiro dedicado às produções da constelação Feminismos, o segundo dedicado às 
produções da constelação Territorialidades e o último, a exibição do “Temporada”. Ainda 
que a adesão dos estudantes tenha sido baixa, uma vez que apenas seis estudantes 
participaram dos encontros propostos, aqueles que estavam presentes participaram 
intensamente, propondo questões ligadas aos temas apresentados. Em alguns momentos - 
especialmente no encontro destinado à constelação Territorialidades - foi importante que a 
pesquisadora direcionasse o debate, especialmente abordando a definição de território41 
adotada no trabalho. Outra intervenção importante realizada foi no último encontro, na qual 
a pesquisadora precisou apontar como as demais produções relacionavam-se ao longa. A 
avaliação dos estudantes com relação à metodologia foi positiva. Alguns apontaram que a 
ausência dos colegas acontecesse em outras atividades do colégio, de forma que tal fato 
indicaria falta desinteresse dos próprios estudantes acerca dos temas propostos. 
 
 
40 Colégio Técnico da Universidade Federal de MinasGerais. 
41 O território foi abordado no trabalho sob a sua perspectiva relacional, como foi definido pelo geógrafo 
Milton Santos no livro “A Natureza do Espaço”. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-chave: feminismo negro; geografia urbana; territorialidades; cinema brasileiro; 
filmes de plástico 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Lei Federal n° 13.006, de 26 de junho de 2014, acesso realizado em: 
11.10.2022-http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2014/lei/l13006.htm 
DESANTI, Jean-Toussanit. Ver-juntos. Tradução Iara Lucia Ribeiro Evangelista. No 
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Negros: Raça e representação. São Paulo: [s. n.], 2019. cap. 7, p. 182-204. 
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SOUTO, Mariana. Constelações fílmicas: um método comparatista no cinema. Galáxia. 
São Paulo, n. 45, p. 153-165, dezembro 2020. Disponível em: 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
JUVENTUDES E REPRESENTAÇÕES MIDIÁTICAS: ESTUDO SOBRE A 
CULTURA DO SKATE EM JUIZ DE FORA - MG 
 
Yuri Gomes42 
Aline Maia43 
 
O presente artigo tem como objeto privilegiado jovens e a cultura do skate, compreendendo 
o universo de símbolos e práticas que revelam uma estreita relação entre os sujeitos e a cidade 
por eles percorrida sobre rodas. Na perspectiva teórica, esta discussão sustenta-se em três 
eixos: na sociologia da juventude, na tradição dos estudos culturais e nas teorias das 
representações sociais. Assume-se, ainda, que os jovens precisam ser compreendidos como 
atores sociais e suas mediações como produtoras legítimas de cultura. A partir de projeto de 
iniciação científica em fase inicial de execução sobre esta temática, pretende-se criar um 
espaço de interlocução entre a pesquisa acadêmica e ações afirmativas ligadas à cultura 
urbana que vêm sendo realizadas em comunidades periféricas das cidades – em nosso estudo, 
especificamente, em Juiz de Fora, município no interior de Minas Gerais. O objetivo é 
discutir a construção social das juventudes a partir das representações midiáticas de suas 
culturas urbanas, buscando compreender o que se toma como valor positivo e o que se 
silencia no processo de elaboração de tais formas representacionais. Metodologicamente, 
serão desenvolvidas imersões etnográficas tradicionais e online, análise interpretativa de 
conteúdo midiático, particularmente jornalístico e publicitário, e pesquisas exploratórias de 
natureza qualitativa. Entre os resultados esperados, destacam-se algumas possíveis direções 
para políticas públicas relacionadas às juventudes, além da realização de palestras e oficinas 
voltadas para jovens moradores de comunidades periféricas juiz-foranas. 
 
Palavras-chave: Representações Sociais e Midiáticas. Juventudes. Skate. Juiz de Fora – 
MG. 
 
 
42 Discente – Curso de Jornalismo. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
yurikruschswky@hotmail.com 
43 Docente – Doutora em Comunicação – Curso de Jornalismo - Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: aline.maia@estacio.br 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
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55 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ESQUADRÃO DA MODA: REFLEXÕES SOBRE REPRESENTAÇÕES DO 
CORPO E “PADRÃO” DE BELEZA 
Bruno Lara44 
Aline Maia45 
 
Os meios de comunicação são potentes difusores de informação, entretenimento e de 
representações na atualidade. Partindo desta premissa, compreendemos o lugar, a agilidade 
e a facilidade das mídias em fazer chegar, a distintas pessoas, conteúdos dos mais diversos. 
Visando especificamente a televisão, encontramos este veículo ainda presente na maioria dos 
lares brasileiros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 
2019). A TV ligada na sala das casas (ou, na palma da mão das pessoas) significa uma 
numerosa gama de “modelos ideais” de ser, ter, agir propostos aos telespectadores via 
programas apresentados. Programas de TV aberta, por exemplo, podem entrar nas casas sem 
pedir licença, vendem determinada imagem de “perfeição” de vida, de comportamento, de 
corpo, mostram o que é ser “belo”, “ensinam” o que é “bom, bonito, aceitável”. Instigados 
por este panorama, construímos, então, a presente reflexão que tem como objetivos: a) 
discutir representações midiáticas sobre corpo e padrão de beleza e b) refletir sobre como um 
programa popular de TV atua na construção e difusão de tais representações. Para tanto, 
tomamos como objeto de investigação o programa Esquadrão da Moda, no ar desde 2009, no 
SBT – emissora considerada de programação popular. Apresentado como um reality show, 
propõe a mudança no visual de pessoas “comuns”, a fim de (re)apresentá-las como “estrelas”. 
Para este estudo, utilizamos como metodologias a revisão bibliográfica - para buscar 
embasamento e relacionar mídia, corpo e representação - e a análise de conteúdo – que, de 
acordo com Rosana Mendes e Rosana Miskulin (2016), é útil para “captar o universo das 
percepções, das emoções e das interpretações dos informantes em seu contexto” (MENDES, 
MISKULIN, 2016, p.04 apud CHIZZOTTI, 1991, p.82). Voltamos nossa atenção a cinco 
programas exibidos no mês de abril de 2022, escolhidos por amostragem. Observamos a 
estrutura do programa, a narrativa dos apresentadores, os principais quadros e a abordagem 
aos personagens a fim de compreender as representações propostas para corpo e beleza. 
Assim, desenvolvemos a nossa reflexão em quatro partes: a primeira contempla a revisão 
bibliográficasobre mídia, corpo e representação, de forma que recorremos a autores da 
 
44 Graduado em Jornalismo. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: brunolarasilva02@gmail.com 
45 Docente – Doutora em Comunicação – Curso de Jornalismo. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: aline.maia@estacio.br 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Comunicação, da Sociologia e da Psicologia Social para compreendermos as temáticas-chave 
deste estudo. A segunda parte apresenta um breve histórico do programa analisado, o 
Esquadrão da Moda. Em um terceiro momento temos nossa análise do reality. Por fim, 
elencamos aquilo que encontramos de recorrências entre os episódios analisados, apontando 
para uma representação do corpo e do padrão de beleza enquanto elementos distantes de 
pessoas “comuns”, mas sempre atrelada à ideia de ser/ter determinados atributos físicos e 
materiais. Concluímos que o corpo modelo é construído culturalmente e socialmente – e a 
mídia exerce importante papel nesta construção -, pois ele é como um objeto que se 
transforma em cartão de visita, valorizado e apreciado pela maioria das pessoas, 
desconsiderando quaisquer outros aspectos a não ser o físico. Quando o corpo é diferente do 
que é considerado “belo, saudável, magro, jovem, tonificado”, começa a ser o inimigo 
primordial das pessoas, a falta de aceitação e a necessidade da padronização afeta 
negativamente nossas vidas. 
 
Palavras-chave: Comunicação. Representações Sociais e Midiáticas. Corpo. Esquadrão da 
Moda. 
 
REFERÊNCIAS: 
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Rio de Janeiro, v.6, n.17, p. 111 a 125, 2001. 
 
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corpo no jornalismo de tv e na percepção de telespectadores. Revista Pauta Geral-
Estudos em jornalismo, Ponta Grossa, v.5, n.2, p.255-270, 2018. 
 
BERTOLINI, Jeferson. O corpo na esfera da mídia: entre representações sociais e 
biopoder. Ação midiática, n.11, Curitiba, 2016. 
 
FORT, Mônica. SKURA, Ivania. BRISOLARA, Cristina. Corpos jovens e magros: 
imposições midiáticas, pressões sociais, angústias pessoais. Universidade Tuiuti do 
Paraná, Curitiba, PR, 2016. 
 
 
 
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MAIA, Aline. AZEVEDO, Marcella. PEREIRA, Cláudia. Celebridades do Passinho: 
mídia, visibilidade e reconhecimento dos jovens da periferia. Pontifícia Universidade 
Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, 2014. 
 
MAIA, Aline. Rabisca e Publica: juventudes e estratégias de visibilidade social e midiática 
do passinho carioca ao ativismo de Nova Orleans. Tese (Doutorado). Pontifícia Universidade 
Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Comunicação Social, 2017. 
 
PEDRO, Ana Carolina. Adequando Mulheres, Produzindo “vítimas”: Uma análise 
sobre o discurso do Esquadrão da Moda. São Carlos, 2018. 
 
SANTIAGO, Leonéa. OLIVEIRA, Noêmia. BULHÕES, Alexandre. SIMÕES, Antonio. 
Representações sociais do corpo: Um estudo sobre as construções simbólicas em 
adolescentes. Rev. bras. Educ. Esporte, São Paulo, v.26, n.4, p.627-43, 2012. 
 
SOUZA, Carolina. A mídia como pilar para a gordofobia- Análise da revista Boa 
Forma. Centro Universitário Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, 2017. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
DESIGN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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A ESTIGMATIZAÇÃO DA MONKEYPOX 
EM RELAÇÃO A COMUNIDADE LGBTQIA+ 
 
Arthur de Mello Souza46 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho47 
 Leonardo Ramos de Toledo48 
 
O presente trabalho tem a finalidade de mostrar como a Monkeypox, popularmente conhecida 
como varíola dos macacos, vem sendo retratada nas mídias com uma linguagem 
estigmatizante e os efeitos que isso tem sobre a comunidade LGBTQIA+. Após o surto, a 
rede de televisão e rádio americana NBC publicou uma matéria informando sobre os riscos e 
quais precauções devem ser tomadas perante o vírus, porém a forma como a notícia foi 
construída, enfatizando que os casos mais comuns são entre homens homossexuais e 
bissexuais, entende-se que a Monkeypox afeta exclusivamente indivíduos da comunidade, 
mesmo que haja informações dizendo que qualquer indivíduo pode ser contaminado. 
(BROOKS, 2022) Em um outro exemplo, o tabloide britânico Daily Mail sugeriu que homens 
homossexuais fossem os primeiros a receber a vacina contra a varíola, já que ela é eficaz 
contra a Monkeypox. Observa-se em ambas as notícias que o foco da atenção está na 
comunidade LGBTQIA+ por serem o maior grupo de risco de contaminação, porém essa 
atenção tem sido interpretada de forma errônea e indivíduos desinformados passam a ver a 
Monkeypox como a “doença dos gays”. Com toda essa repercussão, pesquisadores e médicos 
têm percebido uma relação entre ao surto de Mpnkeypox e epidemia de HIV, ambos têm a 
comunidade LGBTQIA+ como maior foco de propagação fazendo assim que indivíduos da 
comunidade sejam tratados como párias da sociedade. O estigma dirigido a um determinado 
 
46Arthur de Mello Souza. Graduando em Design Gráfico. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
arthurmellosouza@gmail.com 
2Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: ezidras@hotmail.com 
³Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
mailto:arthurmellosouza@gmail.com
mailto:ezidras@hotmail.com
mailto:leodetoledo@yahoo.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
grupo de indivíduos alimenta o medo e impede seriamente a investigação de surtos, 
identificação de casos e intervenções de saúde pública. As repercussões de rotular a infecção 
pelo HIV como uma doença homossexual levaram a um sofrimento incalculável nas 
comunidades gays na década de 1980, que foram culpadas pela epidemia (TITANJI, 
MAKOFANE, DR. NEURO, 2022). Um detalhe que se repete em ambos os surtos, é a 
desinformação por parte da própria mídia que mesmo com o objetivo de informar a 
população, acaba criando esse estigma, causando medo e pânico na população em geral. Com 
todas essas informações em pauta, este trabalho tem o foco em mostrar a responsabilidade 
social que o designer tem perante as construções de notícias com temas sensíveis e as 
possíveis consequências caso essa falta de cuidado chegue à população geral. 
 
Palavras-chave: monkeypox; estigma; hiv; lgbtqia+; 
 
REFERÊNCIAS: 
 
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Goffman, Erving; “Estigma – notas sobre a manipulação da identidade deteriorada.” Brasil: 
LTC, 1981. 
 
 
 
https://unaids.org.br/2022/05/comunicado-a-imprensa_variola_dos_macacos/
https://unaids.org.br/2022/05/comunicado-a-imprensa_variola_dos_macacos/
https://speakingofmedicine.plos.org/2022/05/19/monkeypox-is-not-a-gay-disease/
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
NARRATIVA GRÁFICA: DO HUMOR À TRAGÉDIA 
 
Francisco Roque Moroni Junior49Ezidras Farinazzo Lacerda Filho50 
Leonardo Ramos de Toledo51 
 
 
Com o objetivo de discorrer sobre o impacto que a arte sequencial em conjunto com a 
narrativa gráfica tem sobre o leitor, este artigo se propõe a uma análise comparativa de duas 
obras de mangá com demografias e gêneros literários opostos, o mangá Berserk de Kentaro 
Miura, atualmente publicado pela Monthly Animal House, um quadrinho com narrativa densa 
e ilustração de mesmo teor, proporciona ao leitor momentos de agonia e desespero. Já Dr. 
Slump de Akira Toriyama, publicado pela renomada revista Shonen Jump, possui trama 
episódica e voltada para o humor nonsense, que possui ilustrações mais simples e um arranjo 
de quadros descompromissado, focando principalmente nas ações das personagens do que na 
narrativa em si. O visual da obra é parte fundamental para a narrativa gráfica, é ela a 
responsável por conduzir o leitor entre os quadros, chocá-lo e instigar curiosidade e atenção, 
sendo de forma mais próxima da realidade, ou de forma cartunesca.Como Will Eisner chega 
à conclusão no livro Comics and Sequential Art, o processo do leitor com a arte sequencial 
não é só como espectador, ele, com sua bagagem até o prévio momento da leitura da obra, a 
absorve a narrativa, tanto visual quanto verbal de forma única, tornando assim a narrativa 
gráfica uma forma de leitura dinâmica, contrastando muito com a literatura usual. Visa-se 
com esse artigo destrinchar a maneira com que essas obras, que possuem temas e demografias 
divergentes se comunicam com o leitor, e também fazer o questionamento de como a 
ilustração e a forma que ela é empregada no contexto do quadrinho influência no momento 
da leitura, assim mostrando que uma narrativa visual agrega de formas diversas a públicos 
diversos. 
 
 
49 Francisco Roque Moroni Junior. Discente de graduação. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-
mail: narutoroquegaiden@gmail.com 
50 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
51 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-Chave: arte sequencial; narrativa gráfica; quadrinho; visual; ilustração. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
EISNER, Will. COMICS AND SEQUENTIAL ART. 1ª Edição. São Paulo: Martins 
Fontes, 1989. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A IMPORTANCIA DA GERÊNCIA DENTRO DO DESIGN 
 
 Joao Henrique de Matos Nascimento52 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho53 
 Leonardo Ramos de Toledo54 
 
 
Neste resumo fala-se sobre a gerência dentro do design e o porquê de ela impactar tanto nos 
processos, desde o primeiro esboço até a finalização e a entrega para o cliente. A gerência é 
ato administrativo de pensar de decidir e agir, para que os processos consigam progredir e 
serem executados da melhor forma possível, lidando com as pessoas explorando seus 
potenciais, analisando os comportamentos, extraindo o melhor de cada um. Esses pontos são 
de extrema importância para o design, como é uma área muito ampla com vários profissionais 
trabalhando dentro de um projeto ou vários projetos, no meio desse processo a gerência é 
constantemente. Para que todos os profissionais que estão trabalhando fiquem centrados e 
sem dúvidas, com todas as dúvidas sanadas é importante uma gerência detalhada, muito 
explicativa, comunicativa, para passar esses projetos da melhor forma possível para cada um 
e não ficar ter que ficar voltando várias vezes em um único ponto. Uma gerência malfeita 
atrasa projetos, a perca de capital é muito alta com grande, desperdício grande de tempo pois 
os profissionais sem informações importantes não conseguem desenvolver os projetos 
necessários e acabam fazendo coisas desconexas. Por estas questões uma das áreas que a 
gerência mais impactada é a área do design pois a relevância que ela tem com a parte de 
relação com as pessoas externas é muito grande e importante para que sejam coletadas 
informações de forma correta e que passam ser passadas para a produção. Como dito 
anteriormente reconhecer os potenciais é muito importante dentro dos projetos, saber em qual 
área do design o profissional domina faz toda diferença para um projeto bom e rápido, muitas 
vezes por melhor que você seja como administrador não conhecer a equipe pode gerar sérios 
danos. Saber lidar com todos é o que faz a gerência funcionar de forma tranquila, sem 
conhecimento não a gerência não dá para tocar uma música sem saber o ritmo que vai tocá-
 
52 Joao Henrique de Matos Nascimento. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
 E-mail:joaohenriquematos89@gmail.com 
53 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
54 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
la. A relevância que a gerência tem dentro do design é muito grande porque ela precisa ser 
tratada de uma forma diferente de outras áreas profissionais pois ela está atrelada a todo o 
processo, coordenando a equipe passando os trabalhando, tirando as dúvidas analisando a 
equipe e os indivíduos daquela equipe tudo isso a gerência tem que estar atenta e cada dia, e 
sempre buscando e pesquisando inovações para que a sua equipe se desenvolva melhor e 
evoluam constantemente. 
 
Palavras-chave: Gerencia; Design Gráfico; Equipe; Desenvolvimento; Gestão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
OUTSIDE FESTIVAL: BRANDING COM FOCO NA CRIAÇÃO 
DE IDENTIDADE VISUAL DE UM FESTIVAL DE MÚSICA FICTÍCIO 
 
 Julia Pinto Bicalho de Abreu55 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho56 
Leonardo Ramos de Toledo57 
 
Na década de 1960 e 70, os festivais de música desempenharam um importante papel na 
circulação de ideias liberais, portanto, muitos desses eventos acabaram em violência por 
conta dos militares, visto que centenas de jovens reunidos podendo ter ideias “perigosas” 
eram uma ameaça ao governo da época. O Rock in Rio foi o primeiro festival brasileiro em 
grande escala e ocorreu no ano em que os militares desistiram do poder, em janeiro de 1985. 
Durante a década de 90, com a estabilização do sistema monetário que ocorreu durante estes 
anos, além de gerar um importante aumento no poder de compra de grande parte da 
população, também permitiu uma maior circulação de ideias e estilos musicais, com artistas 
nacionais e internacionais. (AUGUSTO, 2015) Tendo em mente o parágrafo anterior, a 
criação desse projeto, além de levar diversão e boas memórias para os moradores de Juiz de 
Fora e região, também tem como objetivo revolucionar, aos poucos, a economia da cidade. 
De acordo com o G1 (GIMENEZ, 2022), o Rock in Rio 2022 gerou um impacto de R$1,7 
bilhão para a cidade, além disso, gerou cerca de 28 mil empregos e trouxe 360 mil turistas 
para o Rio de Janeiro. Levando em consideração os dados anteriores e trazendo para a 
realidade de um festival inicialmente pequeno e não sediado em uma capital, pode-se contar 
com um impacto relativamente menor, porém bom para Juiz de Fora. O projeto será a criação 
de um branding para o festival fictício chamado Outside Festival, fazendo referência ao nome 
da cidade. Contará com um estudo de público-alvo, posicionamento e voz da marca e com o 
design da identidade visual, área que será maisaprofundada durante este projeto. 
Ficticiamente, o festival ocorrerá durante alguns dias, tendo um mix de estilos musicais 
diferentes. Será dada preferência para estilos que atraem maior parte da população jovem, 
entre eles o hip hop, o pop e para representar os estilos de origem brasileira, poderá contar 
 
55 Julia Pinto Bicalho de Abreu. Graduanda em Design Gráfico. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: juliapbicalho@gmail.com 
56 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
57 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
também com MPB, funk e pagode. O público-alvo desse projeto é definido por um grupo de 
pessoas que possuem características em comum, dentre elas, sexo e idade, e que 
compartilham do mesmo interesse pela música. O Outside Festival tem como público-alvo, 
jovens adultos, homens e mulheres, entre 18 a 35 anos, de classe média, que possuem gosto 
pelas músicas e artistas brasileiros da atualidade que fazem parte dos estilos musicais que 
foram citados anteriormente. O branding do festival será apresentado como jovial, alegre, 
comunicativo e extrovertido. Para representar de forma visual essas características, a paleta 
de cores foi escolhida a partir de uma análise da autora Eva Heller (A Psicologia das Cores: 
Como as cores afetam a emoção e a razão, 2014, p.32), onde as cores verde, amarelo, rosa e 
branco em conjunto representam a juventude. Além dessa análise, dentre a seleção de cores 
também possui as duas principais da bandeira do Brasil e que também representam a 
vitalidade e energia, sensações que o festival deseja transmitir para quem o frequentar. A 
identidade visual do projeto irá ser responsável por todo o universo da marca que será 
apresentado para o seu público. Irá contar com logos e variações do mesmo, paleta de cores, 
tipografia e elementos visuais de apoio da marca. Além disso, serão construídos os designs 
para divulgação do evento, tanto para as mídias sociais quanto impressos e a cenografia do 
evento. Para explicar como deve ser feita a aplicação dessa identidade, será criado um 
manual da marca onde será especificado a utilidade de cada item entregue. 
 
Palavras-chave: festival; identidade visual; branding. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
Costa, A. F., Alves, D. P., , Martins, G. R. C., da Silva, I. G., Gomes, T. M. (2009). 
Tipografia: panorama evolutivo histórico e tecnológico, v. 5, n. 9. Disponível em 
. Acesso em 12 nov. 2022. 
GIMENEZ, Elza. Rock in Rio gerou impacto de R$ 1,7 bilhão para a cidade. G1 GLOBO, 
G1, p. 1, 12 set. 2022. Disponível em: . Acesso em: 10 out. 2022. 
HELLER, Eva. A Psicologia das Cores: Como as cores afetam a emoção e a razão. Local: 
p.32. Editora: Olhares, Ano: 2014. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
KLEON, Austin. Roube como um artista: 10 dicas sobre criatividade. Local: p.46. Editora: 
Rocco, Ano: 2012. 
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. [S. l.: s. n.], 2019. 
Liburd, J., & Derkzen, P. (2009). Emic perspectives on quality of life: The case of the 
Danish Wadden Sea Festival. Tourism and Hospitality Research, 9(2), p. 132–146. 
 Acesso em 20 out. 2022 
Think with Google. Documento eletrônico. Disponível em 
. Acesso em 20 out. 2022. 
WONDERLAND In Rave. Documento eletrônico. Disponível em 
. Acesso em 07 de out. 2022. 
Zago, A. P., de Sales, G. A. F., & de Oliveira, P. F. (2013). Eventos culturais e 
stakeholders: a gastronomia como fator promocional do turismo no Festival Revelando São 
Paulo, SP. Rosa dos Ventos, 5(2), p. 333-348. Disponível em: 
. Acesso em 20 out. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A HISTÓRIA DO CHEVROLET OPALA E SEU REDESIGN FUTURO 
 
Matheus Marangon Ferraz58 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho 59 
Leonardo Ramos de Toledo60 
 
O trabalho de conclusão de curso aborda o projeto, em nível conceitual e estrutural, o 
redesign de um automóvel, o Chevrolet Opala, um automóvel fabricado pela General 
Motors do Brasil, com o intuito de recriar o do projeto deste automóvel. O projeto chamado 
de 676 foi apresentado no ano de 1966, levou cerca de dois anos para a conclusão do projeto, 
sendo apresentado no salão do automóvel em São Paulo no ano de 1968, já como linha 1969. 
A composição do Opala teve inspirações na carroceria alemã do Opel Rekord C, com a 
mecânica do norte-americano Chevrolet Impala (Douglas Mendonça, 2021). Foi fabricado 
ao longo de 23 anos, na cidade de São Paulo, passando por atualizações estéticas e mecânicas, 
mas sempre mantendo o projeto original, até o fim de sua produção em 1992 com mais de 
um milhão de unidades vendidas sendo considerado um veículo robusto e confortável, com 
um bom espaço aos ocupantes, um veículo que teve diversos usos, como veículo particular, 
táxi e viatura de polícia. Sendo eleito o carro do Ano em 1972 (Revista Auto Esporte, 1972). 
Tinha duas opções de motorização, com quatro ou seis cilindros, sempre carburados, tanto 
para as versões básicas, luxuosas ou esportivas, foram disponibilizadas as versões standard, 
versão mais básica da categoria, a partir de 1971 teve o nome modificado para Especial, a 
versão luxo, uma versão mais cara, com acabamento superior e com cromados exteriores, 
sendo oferecido como opcionais, freios a disco, teto de vinil e melhorias na motorização, 
posteriormente foi lançada uma versão melhor, colocando esta como intermediária. Lançada 
em 1971, a Gran Luxo era posicionada como a versão topo de linha, com acabamento 
superior ao Luxo. Com duas opções de carroceria, a versão coupe ou sedan, em 1971, a 
versão esportiva SS, foi lançada para disputar o mercado de carros esportivos, vindo com 
acabamento diferenciado, como volante de 3 raios, rodas esportivas, painel com conta-giros 
de escala até 6 mil rpm e faixas esportivas com a inscrição SS nos para-lamas, sendo o 
 
58 Matheus Marangon Ferraz. Graduando em Design Gráfico. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: matheusmarangonferraz@hotmail.com 
59 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
60 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
destaque da versão o então novo motor 4100, bancos individuais e câmbio de quatro marchas 
no assoalho (Fernando Garcia, 2021). A General Motors do Brasil poderia produzir 
novamente o Opala? (Revista Auto Esporte, 2009). De acordo com as projeções isso não é 
só possível, como já deveria ter acontecido. Para celebrar os 60 anos do Chevrolet opala em 
2028, será produzido um redesign atual, um modelo cheio de especulações e curiosidades. 
O novo design do Chevrolet Opala tem como base nas versões SS, uma versão com apelo 
mais esportivo da marca. Com faróis largos e estreitos, setas separadasornando com o farol, 
a logo da Chevrolet foi colocada no centro da grade junto com um emblema SS em vermelho 
no canto inferior direto da grade, os frisos cromados da grade contará com LEDS 
contornando o formato dela com extensão para o farol, o para-choque dianteiro inclui uma 
grande entrada central com formato de colmeia. O novo conceito mantém as coisas limpas e 
simples, com uma carroceria curvilínea enfatizando o formato antigo do Opala, o famoso 
“Fastback”, A lateral é enfatizada por vincos que remetem aos “Muscle Cars” enquanto os 
contornos das janelas e frisos são feitos em cromo. A placa de identificação do Opala SS 
2028 pode ser encontrada na parte inferior da porta, enquanto o emblema SS foi adicionado 
a pilar posterior. A traseira do novo Opala SS 2028 é quadrada para oferecer um porta-malas 
grande e espaçoso, a lanterna traseira é de formato longo e retangular semelhantes aos Opalas 
produzidos nos anos 80 e 90. O conceito apresentado terá pintura preta, dando ao Chevrolet 
Opala moderno uma estética clássica, as rodas são aro 17 inspiradas nos modelos da marca 
Cragar e também nos modelos originais dos Opala SS. Este trabalho tem como finalidade, 
representar para o público, o design clássico, com novidades contendo melhorias na sua 
construção, combinando a segurança da atualidade, baixo emissão de poluentes, mesclando 
a esportividade deste novo automóvel. 
 
Palavras-chave: Chevrolet; General Motors do Brasil; Opala; Redesign. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
SANDLER, Paulo Cesar. Clássicos do Brasil – Opala, 2ª edição. Rio de Janeiro – RJ, 
Editora: Alaúde, 14 julho 2022. 
SANDRO, Sylvio. Opala O Chevrolet Mais Amado Do Brasil, 1ª edição. Rio de Janeiro, 
2000. 
 
 
 
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O BOM SEVIÇO A DESINFORMAÇÃO 
 
 Rodrigo Bispo Luz Raimundo61 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho62 
 Leonardo Ramos de Toledo63 
 
 
Na opinião popular, tem-se o entendimento de que a cannabis é proibida por ser 
potencialmente viciante e por ser um risco totalmente letal à saúde. Separando esses 
populares em dois grupos; uma massa mais conservadora acredita que a repreensão ostensiva 
das forças de segurança pública no combate as drogas têm gerado resultado. Por outro lado, 
ativistas defendem que a descriminalização ou legalização de alguns entorpecentes 
exclusivamente a cannabis, seria uma forma mais eficiente de se gerenciar a crise social 
instalada. Tendo isso em vista, o objetivo deste é mostrar através de análise fotográfica, que 
o conhecimento que se se tem sobre a planta é um conhecimento deturpado e que elementos 
gráficos veiculados por grandes organizações podem ter ajudado a reforçar uma filosofia que 
demonizava a planta e seus usuários. Serão abordados assuntos sobre a cannabis, um resumo 
de a sua história, os primeiros usos, o contexto brasileiro e sua proibição ao redor do mundo. 
Depois de entendermos o que é a planta, para que e por quem era usada e como realmente se 
deu a parte legislativa, começaremos a entender o porquê foi sentida da necessidade de 
moldar o pensamento da sociedade sobre o assunto. E então veremos quais elementos do 
design ajudaram a formar a opinião e todo o repudio que a sociedade emprega sobre o assunto 
atualmente por memória sociocultural. 
 
Palavras-chave: cannabis; cannabis medicinal; propaganda anti-cannabis; propaganda. 
 
 
 
 
61 Rodrigo Bispo Luz Raimundo Graduando em Design Gráfico pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
Email: rodrigobispo20z@gmail.com 
62 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
63 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
mailto:ezidras@hotmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REFERÊNCIAS: 
CUNHA, Tatiane. Cannabis: Remédio ou Droga?: Malefícios da cannabis. [S. l.], 8 fev. 
2020. Disponível em: 
https://www.blogs.unicamp.br/descascandoaciencia/2020/02/08/cannabis-maconha-
diferenca/ . Acesso em: 21 set. 2022. 
DONAHUE, Michelle. Maconha já era fumada há pelo menos 2,5 mil anos, revela nova 
pesquisa: Vestígios de maconha altamente potente foram encontrados em artefatos de 
madeira de 2,5 mil anos atrás enterrados com pessoas que viveram ao longo da Rota da Seda 
na China.. 05/11/2020. [S. l.], 13 jun. 2019. Disponível em: 
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2019/06/encontradas-evidencias-de-
fumo-de-maconha-ha-25-mil-anos . Acesso em: 12 set. 2022. 
GODLASKI, Theodore. Shiva, Lord of Bhang. Lexington, Kentucky, 10 ago. 2012. 
Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22742944/ . Acesso em: 29 set. 2022. 
CARLINI, Elisaldo. A história da maconha no Brasil: Resumos. São Paulo, Brasil: SciELO 
- Scientific Electronic Library Online, 13 jul. 2007. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/jbpsiq/a/xGmGR6mBsCFjVMxtHjdsZpC/ . Acesso em: 5 set. 2022. 
ACERVO ESTADÃO (SP, Brasil) (org.). Remédio com maconha era vendido livremente 
no Brasil e anunciado em jornal no século 19: Droga era comercializada legalmente no 
Brasil para tratamento de doenças respiratórias. São Paulo, Brasil: SciELO - Scientific 
Electronic Library Online, 4 dez. 2019. Disponível em: 
https://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,remedio-com-maconha-era-vendido-
livremente-no-brasil-e-anunciado-em-jornal-no-seculo-19,70003113349,0.htm . Acesso em: 
14 set. 2022. 
RUTHE, Aline. Guerra às drogas: origem, características e consequências!. 
Disponível em: https://www.politize.com.br/guerra-as-drogas/ . 
Acesso em: 15 set. 2022. 
MARASCIULO, MARÍLIA. Guerra às drogas: origem, características e consequências! 
Por Aline Ruthe: Entenda por que a maconha foi proibida ao redor do mundo. [S. l.], 31 jul. 
2019. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/07/entenda-
por-que-maconha-foi-proibida-ao-redor-do-mundo.html . Acesso em: 12 set. 2022. 
https://www.blogs.unicamp.br/descascandoaciencia/2020/02/08/cannabis-maconha-diferenca/
https://www.blogs.unicamp.br/descascandoaciencia/2020/02/08/cannabis-maconha-diferenca/
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2019/06/encontradas-evidencias-de-fumo-de-maconha-ha-25-mil-anos
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2019/06/encontradas-evidencias-de-fumo-de-maconha-ha-25-mil-anos
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22742944/
https://www.scielo.br/j/jbpsiq/a/xGmGR6mBsCFjVMxtHjdsZpC/
https://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,remedio-com-maconha-era-vendido-livremente-no-brasil-e-anunciado-em-jornal-no-seculo-19,70003113349,0.htm
https://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,remedio-com-maconha-era-vendido-livremente-no-brasil-e-anunciado-em-jornal-no-seculo-19,70003113349,0.htm
https://www.politize.com.br/guerra-as-drogas/
https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/07/entenda-por-que-maconha-foi-proibida-ao-redor-do-mundo.html
https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/07/entenda-por-que-maconha-foi-proibida-ao-redor-do-mundo.html
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ROBERTO, Seabra. Comissão aprova proposta para legalizar no Brasil o cultivo de 
Cannabis sativa para fins medicinais: Projeto tramita em caráter conclusivo e poderia 
seguir para o Senado, mas haverá recurso para análise em Plenário. [S. l.]: Câmara dos 
Deputados, 8 jun. 2021. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/769630-
comissao-aprova-proposta-para-legalizar-no-brasil-o-cultivo-de-cannabis-sativa-para-fins-
medicinais . Acesso em: 19 set. 2022. 
SFGATE (San Francisco, California) (org.). 'Reefer Madness' and other anti-marijuana 
films of the 30s, 40s and 50s: Movie Poster Image Art/Getty Images. San Francisco,California: SFGATE, 20 abr. 2016. Disponível em: 
https://www.sfgate.com/news/slideshow/Movies-about-marijuana-128417.php . Acesso em: 
21 out. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.camara.leg.br/noticias/769630-comissao-aprova-proposta-para-legalizar-no-brasil-o-cultivo-de-cannabis-sativa-para-fins-medicinais
https://www.camara.leg.br/noticias/769630-comissao-aprova-proposta-para-legalizar-no-brasil-o-cultivo-de-cannabis-sativa-para-fins-medicinais
https://www.camara.leg.br/noticias/769630-comissao-aprova-proposta-para-legalizar-no-brasil-o-cultivo-de-cannabis-sativa-para-fins-medicinais
https://www.sfgate.com/news/slideshow/Movies-about-marijuana-128417.php
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A COMUNIDADE LGBTQIA+ EM UM JOGO E SUA IMPORTÂNCIA 
PARA O APRENDIZADO 
 
Thalya Aparecida de Almeida64 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho65 
Leonardo Ramos de Toledo66 
 
Este projeto se trata de um jogo de cartas nomeado como Jogay, onde foi criado com base no 
tema LGBTQIA+, um tema de grande importância a ser abordado pela sociedade. A inclusão 
da comunidade nos dias de hoje é rasa, e não aborda muitas questões importantes que fizeram 
parte da história, pouco se sabe sobre o movimento e como se originou, e este projeto foi 
criado com o objetivo de ser usado como ferramenta de aprendizado, não por instituições de 
ensino, mas sim por famílias e amigos que buscam incluir o conhecimento da comunidade 
LGBTQIA+ em seu âmbito familiar e social, tudo isso de maneira descontraída através de 
um jogo. Com o seu design projetado para sempre buscar referencias dentro da comunidade, 
nomes de grande importância e movimentos históricos integram o design do projeto, como, 
a Rebelião de Stonewall, que foi um movimento que datou o que hoje conhecemos como 
“Dia internacional do orgulho LGBTQIA, e temos o jornal Lampião da Esquina, um jornal 
homossexual com publicações dentre os períodos de 1978 e 1981, logo após a censura da 
ditadura militar, e o design conta também com a presença de Willian Dorsey Swann, o 
primeiro homem a se auto titular uma drag queen por volta de 1880. O nome Jogay foi 
desenvolvido antes mesmo de iniciar a criação da parte estrutural do projeto, e esse processo 
deu início com as cores da bandeira e as siglas tendo obrigatoriedade de estarem presentes 
nas cartas, logo após foi atribuído a cada uma das cartas o seu significado e sua ação dentro 
do jogo, a jogabilidade não possui uma relação direta com a comunidade, apenas o design, 
os nomes e as referências. Com as cartas e as regras prontas, foi criado o design das cartas e 
da embalagem possuindo total referência a comunidade, com termos culturais e históricos, e 
com a embalagem contendo o objetivo de ser usado também como objeto de decoração. 
 
64 Thalya Aparecida de Almeida. Graduanda em Design Gráfico pela Universidade Estácio de Juiz de Fora. E-
mail: Thalyalmeidadesigner@gmail.com 
65 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
66 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Durante as partidas foi possível perceber grande curiosidade da parte dos jogadores sobre o 
significado real das cartas, querendo buscar um conhecimento além do que se utilizava 
durante o jogo, não buscando apenas jogá-lo, mas também entender a história que se passa 
por trás de cada letra presente, e além de tudo isso, com as regras e reviravoltas o jogo passa 
a ser um jogo divertido e cheio de intrigas causadas durante a partida. Este projeto procurou 
relatar a escassez de informação que existe sobre este tema e como é importante ele ser 
entendido por todos, e conclui-se que foi assertivo nas referências e na inclusão de uma parte 
do movimento dentro do jogo. A jogabilidade fez o seu papel principal de unir jogadores para 
discutirem pautas e conhecimentos que poucos detêm, agregando assim gradativamente, o 
conhecimento sobre a comunidade LGBTQIA+ mesmo que de forma involuntária. 
 
Palavras-chave: inclusão; lgbtqia+; jogo; comunidade. 
 
REFERÊNCIAS: 
BLAKEMORE, Erin. Revolta de Stonewall deu origem ao movimento atual pelos 
direitos LGBTQIAP+. National Geographic Brasil, 2021. Disponível em: 
. Acesso em: 25 de jun. de 2021. 
LAMPIÃO da Esquina, um alternativo entre os alternativos. Cedem Unesp, 2020. Disponível 
em: . Acesso em: 21 de set. de 2020. 
WILLIAM Dorsey Swann, o ex-escravo que se tornou a primeira drag queen autointitulada. 
Aventuras na história Uol, 2020. Disponível em: 
. Acesso em: 04 de jun. 
de 2020. 
 
 
 
 
 
https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2021/06/gay-lgbt-revolta-de-stonewall-movimento-atual-pelos-direitos-lgbtqia
https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2021/06/gay-lgbt-revolta-de-stonewall-movimento-atual-pelos-direitos-lgbtqia
https://www.cedem.unesp.br/#!/noticia/458/lampiao-da-esquina-um-alternativo-entre-os-alternativos/
https://www.cedem.unesp.br/#!/noticia/458/lampiao-da-esquina-um-alternativo-entre-os-alternativos/
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/william-dorsey-swann-o-ex-escravo-que-se-tornou-a-primeira-drag-queen-autointitulada.phtml
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/william-dorsey-swann-o-ex-escravo-que-se-tornou-a-primeira-drag-queen-autointitulada.phtml
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
SURGIMENTO DA ARTERAPIA 
 
Matheus Arouca de Oliveira67 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho68 
Prof. Dr. Leonardo Ramos de Toledo69 
 
A compreensão da arte na dedicação ao estudo e intervenção do comportamento e 
emoções. Arte como facilitadora da concepção para o público e o impacto que ela pode 
causar, podendo ajudar no desenvolvimento do sentimento com a capacidade de desenvolver 
algo simbólico para o ser humano. Deste modo, mostrou o quanto a arteterapia pode ajudar 
no tratamento de pacientes, de maneira mais respeitosa e diminuindo pensamentos negativos. 
O uso da arte promove bem-estar podendo ser aplicado em vários grupos de pacientes, como 
adultos, idosos e crianças. Com base em algumas informações, a arteterapia continua sendo 
utilizada no contexto hospitalar, no auxílio a saúde integral do paciente, não só o psiquiátrico, 
mas também, em outros tipos de questões. 
A arte na área terapêutica e psicológica proporciona a possibilidade de procurar um 
equilíbrio entre a inovação e compreensão do ser humano. Promovendo um bem-estar 
integral das pessoas, usando a criatividade como forma de controle e reconhecimento de 
emoções, sentimentos e situações cognitivas mesmo no contexto hospitalar. Com o impacto 
dado na potencialização da confiança do ser humano ao perceber que a criação de algo em 
cunho artístico fortalece a autoestima, podendo assim transmitir essa confiança para outros 
aspectos da vida cotidiana. 
A arte e o design se apresentam durante todo a humanidade como ferramenta 
essencial, possuindo inúmeras funções, mas principalmente a de comunicação. Antigamente, 
sua principal função era auxiliar o ser humano a se expressar, função que ainda persiste, mas 
que foi modificada com a evolução do ser. Dessa forma, o presente artigo procurou 
demonstrarcomo a arte influencia na sociedade, mas principalmente no ser humano em si. 
Trazendo, sua evolução histórica, o surgimento do design, suas principais funções e 
 
67 Matheus Arouca de Oliveira. Discente de Graduação. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: 
matheusarouca2008@gmail.com 
68 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
69 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
principalmente o uso da arte como forma de terapia, auxiliando pacientes a se desenvolver 
através do uso das cores. Demonstrando a relevância que a arte sempre tem como ferramenta 
facilitadora para expressar os sentimentos mais íntimos possuídos, mas principalmente de 
pessoas que possuem certa dificuldade de expressá-los. 
 
Palavras-chaves: arte; design; arteterapia; comunicação. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ANDRADE, Liomar Quinto de. Quinto de terapias expressivas arte-terapia, arte-
educação, terapia-artística. São Paulo: Vetor; 2000. 
CHORA, Sofia Raquel da Costa Paulo. Arte e design: a história de uma relação. 2012. 
Dissertação (Mestrado) – Escola de Comunicação, Arquitectura, Artes e Tecnologias da 
Informação, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, 2021. 
Disponível em: . Acesso em 15 out. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
O DESIGN EDITORIAL E A PUBLICAÇÃO INDEPENDENTE: VAMOS 
FAZER UMA CASA NA ÁRVORE 
 
 
 Milena Paula Nogueira70 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho71 
Leonardo Ramos de Toledo72 
 
 
O presente estudo aborda o contexto atual relacionado às publicações de livros 
independentes, que são formas cada vez mais comuns e procuradas por autores de todo o 
mundo. Conforme a teoria “cauda longa” apresentada por Anderson (2006), como sendo uma 
estratégia que visa a distribuição de vários produtos de nichos variados e com baixa procura, 
em vez de focar apenas em poucos produtos de um nicho específico e que possuem alto índice 
de procura. Na área editorial as publicações de livros independentes são fundamentais e 
muito utilizadas por autores que ainda não conseguiram se destacar no meio editorial, sendo 
frequentes os casos de escritores dos mais variados gêneros literários, apresentarem 
publicações independentes para versões de livros físicos e digitais (LUPTON, 2011). De 
acordo com Mattar (2020), através das publicações independentes, torna-se viável a atuação 
fora do círculo das grandes editoras e, deste modo, os autores assumem total autonomia e 
liberdade para publicarem da forma que desejarem. Ao projetar um livro o designer se torna 
o responsável por influenciar e transmitir aos leitores os sentimentos que o autor deseja 
despertar. Ele leva em consideração todas as escolhas para o desenvolvimento do livro, que 
são extraídas de técnicas de design e não somente de escolhas pessoais e aleatórias 
(HENDEL, 2003). O designer responsável por um projeto editorial precisa ter um olhar 
estético e sensível aos detalhes, para que as escolhas do formato, tipografia, cores e imagens 
estejam de acordo com o projeto e, então, consigam destacar ainda mais os textos 
(TSCHICHOLD, 2007). Este estudo, ainda em desenvolvimento, em sua versão final 
apresentará todo o processo de criação utilizado para a produção do livro de poesia “Vamos 
 
70 Milena Paula Nogueira. Tecnólogo em Design Gráfico. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
milenanogueira.dg@gmail.com. 
71 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
72 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
fazer uma casa na árvore” e os passos empregados para a sua impressão. Serão especificadas 
a escolha tipográfica, a divisão capitular e as demais informações que foram utilizadas para 
a sua diagramação final. Baseando-se nas experiências adquiridas até o momento com o 
desenvolvimento deste estudo, conclui-se que o designer possui um papel muito importante 
em meio a diagramação de livros para publicações independentes, pois através dos seus 
conhecimentos técnicos e visuais, o designer auxiliará o autor durante todo o percurso para 
a publicação, desde a diagramação de uma página ao processo da impressão do livro. 
 
Palavras-chave: design editorial; livro; diagramação; publicações independentes. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ANDERSON, Cris. A Cauda Longa: Do mercado de massa para o mercado de nicho. Rio 
de Janeiro: Elsevier Editora, 2006. 
LUPTON, Ellen. A Produção de Um Livro Independente - Indie Publishing: Um guia 
para autores, artistas e designers. 1. ed. São Paulo: Editora Rosari, 2011 
MATTAR, Luciana Lischewski. O design de livro das editoras independentes 
paulistanas. São Paulo. DOI: 10.11606/D.16.2020.tde-27032021-162103. Dissertação 
(Mestrado em Design) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São 
Paulo, 2020. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16140/tde-
27032021-162103/pt-br.php. Acesso em: 24 set. 2022. 
TSCHICHOLD, Jan. A Forma do Livro: Ensaios sobre a tipografia e estética do livro. 1. 
ed. Cotia - SP: Ateliê Editorial, 2007. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ELABORAÇÃO DE UM PERSONAL BRANDING NA PERSPECTIVA DO 
DESIGN THINKING 
 
 Sthela Regina Lacerda Severino73 
Ezidras Farinazzo Lacerda Filho74 
 Leonardo Ramos de Toledo75 
 
O presente relatório buscou discorrer como a abordagem do Design Thinking pode colaborar 
para um eficaz desenvolvimento de um personal branding, tendo como objetivo gerar uma 
maior relação com o público-alvo e melhor posicionamento no mercado. Para tal, passou-se 
por todas as etapas comuns desse método, sendo elas: imersão, ideação e prototipação. O 
principal papel do branding está em criar esta ponte de comunicação entre empresa-cliente, 
gerando identificação e afinidade com este, de modo que, a marca fique gravada em sua 
mente e crie uma conexão (DAVID A. AAKER 2015). Escolhemos a metodologia do Design 
Thinking para nos guiar neste trabalho por se tratar de um recurso centrado no ser humano e 
que enxerga nas nossas vivências e nas interações com o outro um campo fértil para criar 
este contato mais próximo com o consumidor e consolidar a marca com um posicionamento 
forte e bem direcionado. Objetiva-se, em um primeiro momento, entendermos um pouco 
mais o conceito de Design thinking e todas as suas etapas, recorrendo a autores que deram 
suas importantes contribuições na área como Tim Brow (2020) e aqui no Brasil Maurício 
Vianna et al (2012). Em seguida, buscou-se debruçar sobre as noções básicas de branding e 
a sua importância para a elaboração de uma marca forte e bem estruturada. Para isso, 
citaremos autores como Cecilia Consolo (2015) que nos emprestará sua visão do design 
dentro campo de gestão de marca e David Aaker (2015), já mencionado. Por fim, apresentam-
se as conclusões a respeito do tema e os possíveis caminhos que se percorreu para o que se 
considera a melhor hipótese para solucionar o problema apresentado. Ademais procura-se 
com este trabalho fomentar um pouco mais sobre a importância dos profissionais da área de 
design se posicionarem de forma estratégica e mostrando o quanto a esta área tem para 
contribuir no desenvolvimento deste processo.muito pequena dentro das empresas que fizeram este processo de 
recrutamento tão simplificado. A metodologia utilizada no estudo foi uma revisão 
bibliográfica com cunho descritivo, além de um estudo de caso com levantamento 
documental. Foi observado através de estudos e comprovado mediante análise feita com 
dados colhidos na empresa estudada, que o processo de recrutamento e seleção realizado de 
forma mais completa, tendem a aumentar a probabilidade de sucesso para uma futura 
contratação. Empresas que se aprofundam mais em identificar as habilidades e 
características, conseguem absorver os estudantes com maior frequência suprindo 
necessidades de contratação e inserindo-o de fato ao mercado de trabalho. 
 
Palavras-chave: Seleção; Recrutamento e Processo Seletivo. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ROCHA. A. P.de S; BAYLÃO; A. L. da S. A importância do processo de recrutamento e 
seleção de pessoal na organização empresarial, XI Simpósio de Excelência em Gestão e 
Tecnologia-SEGeT, Resende/RJ, 2014. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A LIDERANÇA COMO FERRAMENTA DE OBTENÇÃO DE MELHORES 
RESULTADOS 
 
Marcelo Aquino Lewer 3 
Victor Douglas da Silva Santos 4 
 
As organizações são movidas por pessoas e elas têm inúmeros fatores que podem resultar nas 
suas entregas e impactar no clima organizacional da empresa, sendo esses fatores externos 
ou internos. Entende-se que os internos já são de conhecimento da organização, já os externos 
não são de total conhecimento dos líderes. Neste sentido observa-se a importância de 
abordar o estudo sobre a importância de uma boa liderança e como ela pode beneficiar a 
organização. Este relatório tem como objetivo compreender os aspectos que implicam no 
resultado das suas tarefas contribuindo para os líderes uma análise e tomada de decisão. Para 
isso fez-se necessário um estudo para entende-se que os fatores que possam contribuir para 
os liderados atingirem os objetivos estabelecidos na organização e visa responder à seguinte 
questão problema: O líder contribui para a motivação da equipe e influencia a entrega de 
resultados? A revisão de literatura utilizada para o desenvolver do estudo perpasse 
inicialmente pela discussão do conceito de liderança, que é o processo pelo qual uma pessoa 
influencia outras a terem um propósito e dirigir uma organização de forma mais eficaz. Os 
líderes realizam esse processo aplicando seus atributos de liderança, como suas crenças, 
valores e suas soft skills e hard skills (HIRIYAPPA, 2018). Neste contexto um dos papéis do 
líder é trabalhar a motivação dos seus liderados, entendendo que a motivação é vista como 
um processo que envolve intensidade, direção e perseverança em seus esforços para alcançar 
um objetivo, estando a motivação ligada às necessidades pessoais. Entretanto de nada adianta 
o entendimento a respeito da liderança e da motivação se o clima organizacional não tiver 
sido trabalho e desenvolvimento com foco nestes aspectos e que culminem numa gestão de 
resultados mais eficaz, focada na resiliência e na inteligência emocional. Para a concretização 
desta pesquisa, a metodologia a ser utilizada se fez em uma classificação de um estudo de 
caso exploratório com base em revisões bibliográficas, através de uma pesquisa aplicada e 
intervencionista com abordagem qualitativa. A pesquisa avaliou a liderança dentro uma 
 
3 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
marcelewer@gmail.com. 
4 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
santos.victor@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
organização do setor supermercadista diante de uma pandemia. As lideranças observaram o 
cenário e ampliaram a comunicação com seus liderados, através das ferramentas online, 
foram utilizadas mensagens em programa de comunicação interno, aplicação da ferramenta 
Trello, com a finalidade de termos feedbacks e controle de check list. A partir disto, pode-se 
concluir a respeito da importância de uma boa liderança nas organizações visto que, o líder 
tem um grande papel na motivação de seus liderados e contribuem para um melhor 
desempenho do time. Em busca de respostas a questão problema, chegou-se à conclusão de 
que a empresa em estudo propicia bom ambientes paro os líderes, contribuindo para um bom 
relacionamento com seus liderados. 
 
Palavras-chave: Liderança; Gestão por resultados; Motivação. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
HIRIYAPPA, B.. Gestão de Motivação e Suas Teorias. Rio de Janeiro: Ph.D., 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: AÇÕES PARA A 
OTIMIZAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTADOS PELA STI 
 
Igor Mendes Viana de Castro 5 
Victor Douglas da Silva Santos 6 
 
Sabe-se atualmente que a Tecnologia da Informação – TI, vem ganhando cada vez mais 
espaço no mercado. A interação entre os recursos lógicos, físicos e humanos geram uma 
situação complexa à uma área que se move de forma a atender sempre aos objetivos da 
organização. O presente trabalho visa apresentar a importância de uma Central de Serviços 
de Tecnologia da Informação, em uma organização, tendo em vista o acelerado processo de 
inovações tecnológicas nos dias atuais. Como estudo, será observado juntamente com o 
Gestor de TI, as rotinas de atividades da Seção de TI, envolvendo a organização militar 
Patente Brasil S.A., situada na cidade de Juiz de Fora, MG, a fim de encontrar possíveis 
oportunidades de melhorias na Gestão. Neste sentido, é levantado a seguinte questão 
problema: “Como a implantação de uma Central de Serviços de Tecnologia de Informação 
pode contribuir para a Gestão de TI na otimização de serviços prestados pelo departamento 
de informática?” Por isso torna-se importante entender que a Tecnologia da Informação (TI), 
é considerada um conjunto de sistemas de informação de uma organização, composta pela 
infraestrutura, arquitetura e gestão de TI. Ela tem como principal papel fornecer os serviços 
que servirão de apoio para alcançar os objetivos da organização (VERAS, 2019); cada 
sistema de informação é importante para o contexto geral, uma vez que tem a função de 
coletar, processar, analisar e disseminar as informações para um objetivo específico. Em 
relação à metodologia, será apresentada em forma de pesquisa de natureza qualitativa e 
quantitativa, com carácter descritivo e exploratório. A aplicação a ser utilizada é o GLPI – 
Gestão Livre de Parque de Informática e será adaptada com base na observação de todo o 
funcionamento e necessidades da organização, sendo utilizada para a automação e 
acompanhamento de requisições, controle e gerenciamento de ativos de rede, medição de 
produtividade da equipe de TI, além de prover informações sobre recursos físicos, lógicos e 
humanos, em tempo real aos gestores de TI. A empresa utilizada no estudo é do ramo militar 
 
5 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
mendesigor206@gmail.com 
6 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
santos.victor@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
e a Seção de Tecnologia da Informação (STI) dentre tantas atividades, tem como principais 
funções: Realizar a segurança da informação e dos servidores, efetuar a manutenção e 
correção dos equipamentos de informática, configurar, ampliar e reestruturar a rede de dados, 
planejar aquisições, ampliar/modernizar o parque computacional, garantir a conectividade da 
rede interna e externa e prestar suporte ao usuário. Após uma análise da área em questão 
visualizou-se a necessidade de implantação de uma central de serviços utilizando o GLPI.73 Graduanda em Design Gráfico pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Email: 
sthela.severino@gmail.com 
74 Ezidras Farinazzo Lacerda Filho. Mestrando em Cinema pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora e. E-mail: ezidras@hotmail.com 
75 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leodetoledo@yahoo.com 
mailto:sthela.severino@gmail.com
mailto:ezidras@hotmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-chave: Design Thinking; branding; personal brannding; gestão de marca; 
desenvolvimento de marca. 
 
 
REFERÊNCIAS: 
 
AAKER, David. On Branding: 20 princípios que decidem o sucesso das marcas. 
Bookman, Porto Alegre, 2015. 
BROWN, Tim. Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das 
velhas ideias. Alta Books, Rio de Janeiro, 2021. 
CARDOSO, Rafael. Design para um mundo complexo. São Paulo: Cosac Naify, 2001 
CONSOLO, Cecilia. Marcas: Design Estratégico. São Paulo: Blucher, 2015. 
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin L. Administração de Marketing. 14 ed. – Pearson 
Education do Brasil, São Paulo, 2012. 
OLIVEIRA, Geísa Gainder de; NUÑEZ, Gustavo Javier Zani. Design em pesquisa: vol.4. 
Porto Alegre: Marcavisual, 2021. 
VIANNA, Maurício, et al. Design Thinking: Inovação em Negócios. Rio de Janeiro: MJV 
Press, 2012 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
EDUCAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ACESSIBILIDADE, INCLUSÃO E ESCOLA: UMA REVISÃO DA 
LITERATURA 
 
Emerson Rodrigues Duarte76 
Jessyka de Castro Marinho77 
 
Tem-se observado uma crescente mobilização e discussão a respeito dos direitos e 
necessidades de indivíduos com deficiência (THIENGO, 2021). A Convenção da ONU, em 
Nova York, em 2006, assegurou que pessoas com deficiência desfrutassem dos mesmos 
direitos humanos de qualquer outra pessoa. Nesta Convenção foi apresentado o texto que 
abordava os Direitos das pessoas com deficiência, fundamentados nos direitos humanos e na 
cidadania, visando a inclusão social. A Convenção assegura a capacidade de viver suas vidas 
como cidadãos plenos, que podem dar contribuições valiosas à sociedade, se tiverem as 
mesmas oportunidades. Mais especificamente, o artigo 24, deste documento, aborda a 
Educação como um direito de oportunidades, para efetivar esse direito sem discriminação e 
com base na igualdade de oportunidades, os Estados Partes assegurarão sistema educacional 
inclusivo em todos os níveis, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida. Tendo em 
vista a questão inicial, essa pesquisa teve como objetivo investigar as normas e diretrizes e 
sobre a condição de acessibilidade das escolas de Educação Básica. Metodologicamente, 
optou-se pela revisão de literatura explorando o que autores e documentos oficiais destacam 
sobre as condições de acessibilidade. Essa forma foi escolhida principalmente pelo objeto de 
estudo ser um tema pouco explorado, apesar da grande necessidade de ações para 
modificação de situações reais. Para Neves (2013) revisão de literatura é definida como um 
levantamento de trabalhos de um determinado tema, processado em bases de dados nacionais 
e internacionais que contêm artigos de revistas, livros, teses e outros documentos. Como 
resultados percebeu-se nos documentos oficiais que no Brasil, a legislação sobre o assunto é 
clara, e está regulamentada por leis federais e municipais. Apesar das leis que o protegem, a 
pessoa com deficiência continua tendo um enorme desafio da sua inclusão, principalmente 
nas escolas, esta, alimentada por preconceitos. Permanecem muitas vezes mantidos dentro 
dos lares privando-os da realização de atividades, uma vez que encontram dificuldades com 
 
76 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
77 Jessyka de Castro Marinho. Graduada em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
jessyka.marinho@outlook.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
meios de transportes adaptados, escolas sem rampas, com grandes empecilhos para cadeiras 
de rodas e faltam-lhes elevadores nos prédios (NASCIMENTO; MIRANDA, 2007). Assim, 
a escola inclusiva implica uma nova escola, trivial na sua organização e funcionamento, pois 
adota os princípios democráticos da educação de igualdade, equidade, liberdade e respeito à 
decência que fortificam a tendência de garantir acesso e permanência de alunos com 
deficiência na escola regular. Os estudos concluem que existem políticas consistentes quanto 
à acessibilidade, no entanto, no que tange ao universo escolar, as barreiras não estão restritas 
somente aos aspectos arquitetônicos, de comunicação ou de infraestrutura, sendo necessário 
o estabelecimento de adaptações curriculares e atitudinais, bem como a formação 
profissional. 
 
Palavras-chave: Educação. Escola. Inclusão. Acessibilidade. Pessoas Com Deficiência. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Senado Federal. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto 
da Pessoa com Deficiência): nº 13.146/15. Brasília: 2015. Disponível em: Acesso em: 03 
out. 2018. 
 
NASCIMENTO, E. S.; MIRANDA, T. G. O trabalho e profissionalização das pessoas com 
deficiência. Salvador: Revista Faced, n.12, jul./dez. 2007. p.169-186. 
 
NEVES, Lilia Maria Bitar. Tutorial de Pesquisa Bibliográfica. Universidade Federal do 
Paraná. 2013. Disponível em:. Acesso 
em: 07 abr. 2019. 
 
THIENGO, Edmar Reis et al. Acessibilidade na escola, a chave para preservar a saúde mental 
do aluno com deficiência. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 13, n. 1, p. e5373-e5373, 
2021. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A UTILIZAÇÃO DAS MÍDIAS DIGITAIS NA CRIAÇÃO DE ATIVIDADES 
LÚDICAS PARA O EDUCANDO 
 
 João Victor Xavier Oliveira78 
Karla Aparecida Gabriel79 
 
As mídias digitais compõem uma nova realidade trazida para a sociedade e principalmente 
para a educação no século XXI. Tendo isso em vista, esse trabalho busca relatar uma 
experiência de sala de aula, junto aos docentes e discentes do Curso de Pedagogia do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. O presente trabalho, pensado em uma aula voltada para a 
disciplina de Metodologia das Ciências da Natureza e suas Tecnologias na educação básica, 
tem como objetivo trazer aos alunos e professores a aplicação de um conteúdo voltado a esta 
área de conhecimento, utilizando para isso, mecanismos e recursos digitais. É interessante 
pensar a aplicação deste método junto aos estudantes, visto que, podem-se trabalhar 
diferentes áreas de conhecimento da BNCC por meio da gamificação, promovendo uma 
metodologia ativa e pensando no protagonismo do educando com a disciplina de Ciências da 
Natureza, em parceria com as disciplinas de Geografia e Língua Portuguesa, fazendo assim 
uma rica interdisciplinaridade. Dentro desse contexto, autores como Hack e Guedes (2013) 
e Meira e Blikstein (2020) destacam a importância do uso de recursos digitais em contextos 
educacionais, que muito auxiliam no ensino. Diante disso, pretende-se que o aluno trabalhe 
com criatividade na elaboração de histórias em quadrinhos, correlacionando com outras 
disciplinas que a educação básica abrange, realizando a resolução de situações-problema por 
meio de suas habilidades e competências. Como metodologia e instrumento de trabalho, 
utilizou-se o aplicativo de artes e designchamado “CANVA”. O público-alvo são alunos do 
5° ano do Ensino Fundamental, podendo expandir para séries sucessoras. A escolha da 
gamificação estrutural por meio do aplicativo “CANVA” se deu pela possibilidade de se 
poder obter diferentes possibilidades e estilos de histórias. Esta gamificação visa trabalhar a 
Ciências da Natureza, tendo como objetivo deixar o conteúdo mais lúdico e mais dinâmico 
ao educando. Dessa forma, trabalham-se as estações do ano, intercalando ao ensino da 
geografia, buscando compreender as causas e consequências que atingem a natureza e o 
 
78 João Victor Xavier Oliveira. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
joaovitorxoliveira1710@gmail.com 
79 Karla Aparecida Gabriel. Mestre em Educação. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
karlagabriel67@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
mundo. Além disso, a história em quadrinhos visa trabalhar os gêneros textuais, incluindo no 
método o ensino da língua portuguesa. Em suma, como se trata de um relato de experiência 
ainda em andamento, como resultados parciais tem-se a potencialidade do uso das mídias 
digitais junto aos alunos da educação básica no primeiro seguimento do ensino fundamental, 
e ainda, espera-se atingir de forma lúdica os conhecimentos propostos pela Base Nacional 
Comum Curricular, além do fomento da socialização e do trabalho em equipe. 
 
Palavras-chave: interdisciplinaridade; gamificação; metodologia ativa; ensino de Ciências 
da Natureza; ensino de Geografia. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. 
HACK, Josias Ricardo; GUEDES, Olga. Digital storytelling, educação superior e literacia 
digital. Roteiro, v. 38, n. 1, p. 09-31, 2013. 
MEIRA, Luciano; BLIKSTEIN, Paulo. Ludicidade, jogos digitais e gamificação na 
aprendizagem. Penso Editora, 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
O USO DA METODOLOGIA ATIVA NO ENSINO DA MATEMÁTICA 
 
 Isabela da Silva80 
João Victor Xavier Oliveira81 
Júlia Silva de Aquino82 
Laiza Mattos de Freitas83 
Simone Spatin Cardozo84 
Thaís Círico dos Santos85 
 
A disciplina matemática é, por muitas vezes, vista como algo de difícil aprendizado e 
compreensão, o que despertou o grupo de pesquisadores para essa temática. Atendendo ao 
que foi proposto em uma das disciplinas do curso de Pedagogia do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora, o presente trabalho, fruto da disciplina de Mídias Digitais e 
Metodologias Ativas, tem a intenção de relatar sobre a aplicação da metodologia ativa no 
ensino da matemática, uma vez que há a intenção de promover o protagonismo do aluno e o 
seu comprometimento com a aprendizagem, além de instigar a curiosidade e o interesse da 
criança por meio da gamificação. Visando trabalhar nessa perspectiva, autores como Pires 
Ramos e Pereira Marques (2017), buscam trazer a gamificação como aliada no processo de 
ensino e aprendizagem do educando, destacando a utilização desses recursos lúdicos no 
desenvolvimento dentro de sala de aula. Pretende-se fazer, a partir dessa prática, com que o 
aluno entenda e aplique a matemática em seu cotidiano; resolva situações-problemas por 
meio das habilidades e competências de acordo com a Base Nacional Comum Curricular; 
trabalhe as relações interpessoais através do comportamento estimulando a gamificação. 
Portanto, como metodologia de trabalho, será utilizado um jogo, o “Super Trunfo”, pelo qual 
se dará enfoque nas relações interpessoais, no comportamento em disputas, no uso da 
matemática básica em situações-problemas. O público-alvo serão alunos do 3º ano do ensino 
 
80 Isabela da Silva. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
isabelaprofessora20@gmail.com 
81 João Victor Xavier Oliveira. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
joaovitorxoliveira1710@gmail.com 
82 Júlia Silva de Aquino. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
aquinojulia394@gmail.com 
83 Laiza Mattos de Freitas. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
laizamattos61025@gmail.com 
84 Simone Spatin Cardozo. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
sibaspatin1@gmail.com 
85 Thaís Círico dos Santos. Discente em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
thaisciricojf98@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
fundamental, podendo expandir para séries sucessoras. A escolha da gamificação estrutural 
se deu por ela se basear na utilização de um jogo pronto com o intuito de promover a 
aprendizagem por meio dele, adaptando os conhecimentos propostos pelo docente. Esta 
gamificação será utilizada para trabalhar a matemática básica do corpo discente e as relações 
interpessoais, visando na apreensão dos conhecimentos de matemática e socioemocionais. 
Como se trata da proposição de uma prática, não temos os resultados finais, mas o que é 
esperado é a ampliação dos conhecimentos propostos pela Base Nacional Comum Curricular, 
além do fomento da socialização, da integração e do comportamento social. 
 
Palavras-chave: gamificação; metodologia ativa; ensino da matemática. 
 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. 
Pires Ramos, V. P., & Pereira Marques, J. J. (2017). Dos jogos educativos à 
gamificação. Revista de Estudios e Investigación en Psicología y Educación, (01), 319-323. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
DESENVOLVER TALENTOS EM ESTUDANTES 
 
Emerson Rodrigues Duarte86 
Carolina Bahia Benício87 
João Victor Xavier Oliveira88 
Isabela da Silva89 
Andreza Cristina Miguel90 
Mariana Aparecida Barroso da Silva91 
Silvana da Silva Netto92 
Raiany Azevedo 93 
 
Esse resumo aborda o Projeto de Iniciação Científica (PIC 2022/2023) “Desenvolver talentos 
em estudantes”. Sabe-se que a identificação e o desenvolvimento de alunos com dotação e 
talento ou, como denominados pelo Ministério da Educação (MEC, 2014), com altas 
habilidades/superdotação, não constituem uma prioridade para parcela expressiva dos 
sistemas educacionais, sejam eles públicos ou privados (PEREIRA; BARBOSA, 2011; 
BRASIL, 2021). O baixo interesse dos professores pelo tema, o entendimento errôneo de que 
a escola não precisa propiciar métodos e oportunidades para o desenvolvimento desses 
estudantes (PEREIRA; BARBOSA, 2011) e a pequena quantidade de alunos com dotação e 
talento que aparecem nas sinopses estatísticas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas 
Educacionais Anísio Teixeira (BRASIL, 2021), ainda que neste caso seja observado um 
aumento ao longo dos anos, representam uma amostra de fatos que corroboram que essa 
necessidade educacional especial tem sido negligenciada no Brasil. Ademais, reconhece-se 
a falta de oportunidades para os estudantes desenvolverem seus talentos. Assim, todas as 
ações no caminho da identificação, devem privilegiar o reconhecimento de habilidades 
cognitivas, atributos de personalidade, habilidades interpessoais, interesses, estilos de 
aprendizagem e de expressão, potencialidades e limitações, com vistas a sinalizar 
 
86 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
87 Carolina Bahia Benício. Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
88 João Victor Xavier Oliveira. Graduando em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
89 Isabela da Silva. Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora.90 Andreza Cristina Miguel. Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
91 Mariana Aparecida Barroso da Silva. Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
92 Silvana da Silva Netto. Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
93 Raiany Azevedo. Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
possibilidades de encaminhamentos e intervenções (FLEITH; PRADO, 2022). Desta forma, 
o ensino superior com seus atributos de ensino, pesquisa e extensão, pode ser um elo 
importante para o oferecimento de oportunidades para o desenvolvimento do talento em 
estudantes da Educação Básica. Para tanto, o objetivo desse projeto de iniciação científica 
será de oferecer oportunidade para o desenvolvimento do talento em estudantes da educação 
básica. Participarão desta pesquisa cerca de 10 crianças ou adolescentes da Escola Municipal 
Gabriel Gonçalves que tiveram seus talentos, interesses e possibilidades identificados pelos 
professores através da análise dos resultados da aplicação de instrumentos de rastreio de 
dotação e talento. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) oferecido pela escola, 
bem como sua professora, serão o elo do encaminhamento dos estudantes ao Laboratório de 
Aprendizagem do curso de licenciatura em Pedagogia. Assim, os estudantes serão 
acompanhados pelos alu/nos(as) bolsistas e encaminhados às diversas possibilidades para o 
seu desenvolvimento que possam ser oferecidos pela Estácio JF como, participar de 
atividades de mentoria, pesquisa e extensão, em sala de aula ou em laboratórios dos cursos 
de diversas áreas e de acordo com seu plano de desenvolvimento. Espera-se assim, oferecer 
oportunidades de desenvolvimento do talento em estudantes da Educação Básica. 
 
Palavras-chave: Altas habilidades/superdotação. Desenvolvimento. Talento. Escola. 
Educação. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
 
BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 
Resumo Técnico: Censo Escolar da Educação Básica 2021. 
 
FLEITH. D. S.; PRADO, R. M. Avaliação de estudantes com altas habilidades no contexto 
escolar. In: HUTZ, C. S. et. al Avaliação psicológica no contexto escolar e educacional, 
Porto alegre: Artmed, 2022. 
 
MEC. Secretaria de educação continuada, alfabetização diversidade e inclusão. 2014. 
Disponível em: Acesso em: 01 Jan 2015. 
 
PEREIRA, C.E.S.; BARBOSA, A.J.G. Identificar talentos: questões epistemológicas e 
implicações para a prática. In: BARBOSA, A.J.G, Atualizações em psicologia social e 
desenvolvimento humano, Juiz de Fora: EDUFJF, 2011. 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS PARA CRIANÇAS COM TRANSTORNO 
DO ESPECTRO AUTISTA: UM OLHAR PEDAGÓGICO 
 
 
Larissa Gontijio Simas94 
 
O presente relato de experiência se inscreve no contexto do projeto de Extensão “Projeto 
Arteirinhos: Intervenções artísticas para crianças com Transtornos do Espectro Autista” da 
Universidade Federal de Juiz de Fora. O projeto tem como objetivo atuar no ambulatório de 
atenção a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista de forma a favorecer 
o desenvolvimento de crianças e adolescentes enquanto aguardavam para serem atendidas. 
O projeto que contou com uma equipe multiprofissional, teve como metodologia a interação 
e a brincadeira junto a crianças e adolescentes com TEA. Vê-se, que pesquisas recentes como 
a de (OLIVEIRA; SILVA; FANTACINI , 2016), (MATOS; FREITAS MUGIATTI, 2017) e 
(SOUZA; ROLIM, 2019) demonstram a potencialidade da atuação da pedagoga em 
ambientes hospitalares, essa, pode favorecer a ludicidade que acarreta desenvolvimento em 
diversas áreas da vida do paciente através de processos educativos que envolvem fala, 
brincadeira, arte, ensino e aprendizagem. Como resultados, obteve-se melhora nos fatores 
estressores advindos da espera e a comunicação e orientação aos pais, que contribuiu com 
uma educação menos violenta e mais bem orientada, com vista ao aprendizado integral do 
infanto. Considera-se, que a atuação dessa profissional da educação, de forma colaborativa 
com a equipe, tende a alcançar melhores resultados no cuidado aos sujeitos envolvidos. 
 
Palavras-chave: autismo; pedagogia hospitalar; ambulatório; ludicidade. 
 
REFERÊNCIAS: 
OLIVEIRA, Éllen Fuga de; SILVA, Verônica Meiri da; FANTACINI, Renata Andrea 
Fernandes. Pedagogia hospitalar: a brinquedoteca em ambientes hospitalares. Research, 
Society and Development, v. 1, n. 1, p. 88-104, 2016. 
 
94 Discente – Pedagogia – Universidade Federal de Juiz de Fora. larissagontijio@outlook.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MATOS, Elizete Lúcia Moreira; FREITAS MUGIATTI, Margarida Maria Teixeira 
de. Pedagogia Hospitalar: a humanização integrando educação e saúde. Editora Vozes 
Limitada, 2017. 
SOUZA, Zilmene Santana; ROLIM, Carmem Lucia Artioli. As vozes das professoras na 
pedagogia hospitalar: descortinando possibilidades e enfrentamentos. Revista Brasileira 
de Educação Especial, v. 25, p. 403-420, 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
O DUA NA PERSPECTIVA DAS PROFESSORAS DO ENSINO 
COLABORATIVO E AEE DOS PRIMEIROS ANOS DO ENSINO 
FUNDAMENTAL I DA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA/MG NO 
ENSINO REMOTO 
 
 
Karla Aparecida Gabriel95 
Ranielle de Assis Silva96 
Larissa Gontijio Simas97 
 
Por volta do dia 18 de março de 2020 o cenário brasileiro mudou. Diante disso, as escolas 
suspenderam o ensino presencial e consequentemente, surgiram muitos desafios para aquele 
momento. As escolas, professores, famílias e estudantes precisaram se reinventar. Os alunos 
com deficiência ou transtorno de aprendizagem que enfrentavam barreiras arquitetônicas e 
de aprendizagem passaram a enfrentar também a exclusão digital e/ou barreiras de 
acessibilidade a comunicação, a metodologia, ao uso de recursos e de adaptações. Essa 
pesquisa pretendeu investigar e evidenciar de que forma as professoras do ensino 
colaborativo e as professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) da Rede 
Municipal de Juiz de Fora/MG, do primeiro segmento do Ensino Fundamental (1º a 5º ano), 
no contexto da pandemia, realizaram as mediações e intervenções para garantir uma educação 
inclusiva e com minimização das barreiras pedagógicas e digitais. Para tanto, utilizou-se 
como base o Desenho Universal para aprendizagem (DUA), uma metodologia coerente e 
potente para se construir uma educação inclusiva, ainda que em tempos adversos. Sabe-se, 
que a escola presencial ainda traz em seu bojo a necessidade de se tornar cada vez mais 
inclusiva e para tanto, necessita de transformações na arquitetura, em seu currículo, em suas 
práticas pedagógicas e na formação de professores. (DALL´ACQUA E VITALIANO, 2010). 
Assim, o DUA tem a proposta de oferecer acessibilidade a serviços ou soluções educacionais 
de forma que todos possam aprender (ZERBATO; MENDES, 2018). Diante disso, essa 
pesquisa foi desenvolvida em cinco etapas metodológicas: Construção do questionário para 
compreender a realidade das metodologias utilizadas durante a pandemia pelas professoras 
do ensino colaborativo e do AEE e do questionário para conhecer a realidade do aluno com 
deficiência, pesquisa documental envolvendo a Secretaria Municipal de Educação (SE) no 
que diz respeito as orientações perante a docência e a discência durante a pandemia, revisão 
 
95 Docente – Pedagogia – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Karlagabriel67@gmail.com 
96 Discente – Pedagogia – Centro Universitário EstácioJuiz de Fora. raniellesilva2122@gmail.com 
97 Discente – Pedagogia – Universidade Federal de Juiz de Fora. larissagontijio@outlook.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
bibliográfica de artigos e periódicos sobre a acessibilidade curricular e Desenho Universal 
para a Aprendizagem (DUA) e análise do uso das metodologias e recursos utilizados para 
realizar a mediação e intervenção nas aulas síncronas e assíncronas. Como resultados finais 
ressaltasse o papel da Secretaria de Educação (SE), que através de espaços virtuais de 
formação e auxilio junto aos profissionais atuantes, favoreceu o processo de oferta de ensino 
de qualidade junto aos alunos 98PCD. O vínculo e a articulação entre professores e famílias 
foi apontado como aparato que contribuiu para continuação do processo de ensino. 
Considerou-se o WhatsApp o recurso mais utilizado e aponta-se que o que mais afetou as 
práticas foram as dificuldades com as tecnologias. Além disso, todas as participantes 
apresentaram dificuldades para desenvolver metodologias durante o ensino remoto. As 
análises mostraram ainda, que mais de 80% das participantes conheciam o DUA, entretanto, 
isso não resultou em sua utilização. Por fim, considera-se a execução da pesquisa bastante 
fragilizada, pois devido a falta de engajamento do público alvo na coleta dos dados, não foi 
coletada a porcentagem estimada, sendo o formulário dos alunos anulado por falta de 
envolvimento das famílias que pareceram apresentar certo receio ou medo de responder, 
ainda que evidenciado a confidencialidade. 
 
Palavras-chave: desenho universal para aprendizagem; inclusão escolar; ensino 
colaborativo; ensino remoto; AEE. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
DALL´ACQUA, M. J. C; VITALIANO, C. R. Algumas reflexões sobre o processo de 
inclusão em nosso contexto educacional. In: VITALIANO; C.R. (Org.) Formação de 
professores para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais. 
Londrina: EDUEL, 2010. 
ZERBATO, A. P; MENDES, E.G. Desenho universal para a aprendizagem como estratégia 
de inclusão escolar. Educação Unisinos, 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
O TRIPÉ UNIVERSITÁRIO NA BRINQUEDOTECA: UM RELATO DE 
EXPERIÊNCIA 
 
 
 
Karla Aparecida Gabriel99 
Jessyka de Castro Marinho100 
 
A compreensão do Tripé Ensino, Pesquisa e Extensão enquanto aparato transformador e 
indispensável na formação docente é um princípio que permeia o espaço da Brinquedoteca 
da Estácio/JF, esse, que vem contribuindo fortemente para tornar a vivência discente uma 
experiência mais significativa, social e acolhedora se constitui um espaço de trocas e 
aprendizado na trajetória formativa. Diante disso, o ambiente cumpre com o objetivo de 
fornecer meios para o desenvolvimento de pesquisa, ensino e extensão através da parceria 
dos docentes, discentes e comunidade. Para se alcançar tais objetivos têm se utilizado como 
metodologia diversos espaços-tempos de formação através de dinâmicas, diálogos, oficinas, 
palestras e agora também com o Projeto de Reforço escolar junto aos sujeitos da comunidade. 
Autores como (JURDI; AMIRALIAN, 2013), (MARQUES; MARANDINO, 2019) e 
(DIOGO, 2022) já tem avaliado que ambientes como esse pode formar profissionais mais 
sensibilizados com as demandas que lhe surgirem em espaços escolares ou não. Como 
resultados, ainda em andamento, sabe-se que o engajamento dos discentes e a busca por esse 
espaço tem aumentado, o que tem contribuído sobremaneira no processo de ensino e 
aprendizagem das disciplinas curriculares, que têm entendido esse ambiente como 
enriquecedor das metodologias. Dessa maneira, considera-se a brinquedoteca um espaço 
ainda em construção, que tem favorecido e enriquecido o caminho formativo de toda 
comunidade pedagógica desse Campus. Sabe-se ainda, que novos projetos virão e para isso 
se tem percorrido. 
 
Palavras-chave: brinquedoteca; formação docente; ensino; pesquisa; extensão. 
 
REFERÊNCIAS: 
DIOGO, Maria Fernanda. Análise das dimensões social e acadêmica de uma brinquedoteca 
em uma instituição de ensino superior. Educação e Pesquisa, v. 48, 2022. 
 
99 Docente – Pedagogia – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Karlagabriel67@gmail.com 
100 Docente – Pedagogia – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Jessyka.marinho@outlook.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
JURDI, Andrea Perosa Saigh; AMIRALIAN, Maria Lucia Toledo Moraes. Ética do 
cuidado: a brinquedoteca como espaço de atenção a crianças em situação de 
vulnerabilidade. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 17, p. 275-286, 2013. 
MARQUES, Amanda Cristina Teagno Lopes; MARANDINO, Martha. Alfabetização 
Científica e criança: análise de potencialidades de uma brinquedoteca. Ensaio Pesquisa em 
Educação em Ciências (Belo Horizonte), v. 21, 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
UTILIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO ASSISTIDA EM ESTUDANTES COM 
DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA: UM ESTUDO DE CASO 
 
Emerson Rodrigues Duarte101 
Jessyka de Castro Marinho102 
 
A avaliação assistida, segundo Linhares (1995 apud Pereira, 2017), é um processo mais 
interativo de avaliação que inclui o ensino durante o procedimento. Assim, trata-se da 
utilização de uma série de estratégias durante o processo avaliativo como forma de garantir 
a disponibilização de ajuda necessária para que o avaliando possa apresentar o seu melhor 
desempenho e, ao mesmo tempo, para a obtenção de níveis crescentes de autonomia. 
Entende-se que a avaliação promove mudanças de acordo com a intervenção aplicada e a 
avaliação assistida tem grande potencialidade de melhores resultados. Assim como para Lidz 
(1991 apud Pereira, 2017) que define a avaliação assistida “como uma abordagem cujo foco 
é verificar a modificabilidade do aprendiz e, com base nesse conhecimento, produzir 
intervenções que possam melhorar o desempenho do avaliando”. Portanto, o objetivo desse 
estudo foi investigar a utilização da avaliação assistida no processo de inclusão de um aluno 
com deficiência física e intelectual. Foram entrevistados a família, a professora, a 
coordenadora e a direção da escola do aluno foco do estudo de caso. As entrevistas foram 
gravadas e transcritas na integra, após analisadas individual e conjuntamente visando captar 
os pontos de convergência e divergência entre os discursos, criando assim três temas 
norteadores baseados na temática pesquisada. Sobre o processo de inclusão percebeu-se que 
tanto a família quanto a professora reconhecem sua importância no desenvolvimento do 
aluno, ressaltam o desenvolvimento social propiciado ao mesmo na escola e o trabalho 
desenvolvido com ele. No entanto, a coordenação/direção expõe que esse é um processo 
extremamente falho, pois falta formação específica para os docentes, material e estrutura 
adequados para propiciar a verdadeira inclusão deste aluno, tornando o processo de inclusão 
mais como um cuidar do que educar, mas consideram positiva a socialização. No processo 
de avaliação, a família salienta que ajuda muito o aluno, porém não demonstra saber 
profundamente sobre como é feito. A professora revela que a avaliação do aluno é feita de 
 
101 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
102 Jessyka de Castro Marinho. Graduada em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
jessyka.marinho@outlook.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
forma contínua e, quando possível, o aluno realiza avaliação com alguma intervenção e certo 
grau de autonomia. Sobre outras formas de avaliação a família e a professoraafirmam 
desconhecer. Já a coordenação e direção afirmam que não existe um processo de avaliação 
de alunos com deficiência intelectual, ressaltando novamente a falta de material/recursos 
diferenciados para o trabalho com esse aluno. Avaliação assistida: tanto a família quanto a 
professora a consideram positiva, pois é capaz de medir a aprendizagem do aluno de outra 
forma, não se valendo apenas da avaliação tradicional com provas. Além disso, salienta que 
essa forma de avaliação da oportunidade para o aluno com deficiência igual aos demais, 
considerando suas potencialidades. A coordenação/direção consideram que é uma forma de 
avaliação interessante, no entanto ressalta novamente que é necessário materiais que 
possibilitem sua implementação, e devido às atuais condições da educação pública considera 
difícil a implementação desse tipo de avaliação ou outros projetos citando que ficam “só no 
papel”. Assim, percebeu-se como conclusão de que a avaliação assistida é desconhecida, 
pode ser uma estratégia a ser utilizada com pessoas com deficiência intelectual, mas que 
merece melhor entendimento para a sua aplicação na educação. 
 
Palavras-chave: Educação. Inclusão. Acessibilidade. Pessoas Com Deficiência. Avaliação. 
 
REFERÊNCIA: 
 
 
PEREIRA, Carlos Eduardo de Souza. Avaliação assistida: conceito, tipos e uso no 
processo de identificação de dotação intelectual. Tese (Doutorado em Psicologia) – 
Faculdade de Psicologia, Universidade Federal de Juiz de Fora. Juiz de Fora, p. 80, 2017. 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ACESSO E PERMANÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: UM MAPEAMENTO 
SISTEMÁTICO 
 
 Pamella Carolina de Sousa Pacheco Carvalho 103 
Daniela Auad104 
 
O presente estudo pretende apresentar a busca por contribuições advindas de artigos 
científicos sobre o tema acesso e permanência no ensino superior. O trabalho apresenta o 
resultado parcial de um Mapeamento Sistemático, que se desenvolve em consequência da 
necessidade de buscarmos informações atuais e relevantes dentro de estudos sobre o tema, 
no sentido de apontarmos o caminho dos aprendizados até agora realizados, de forma a 
contribuir com a dissertação de mestrado cujo tema será: os conceitos de justiça no ensino 
superior e seus desdobramentos na prática. No sentido de vislumbrar possibilidades que 
possam vir a contribuir com tais reflexões, o estudo tem por finalidade levantar e apresentar 
dados, sobre as produções acadêmicas e científicas, no campo do acesso e permanência dos 
alunos no ensino superior, com foco na utilização ou não de políticas públicas, a exemplo: 
FIES, PROUNI E SISU (formas de financiamento estudantil que também apoiam o acesso) 
e também identificar as formas de permanência ou não desses estudantes. Utilizou-se como 
procedimento metodológico o Mapeamento Sistemático, sob um protocolo de pesquisa que 
visou identificar lacunas no campo e possibilidades para futuras pesquisas, com o intuito de 
prover uma visão de forma geral e identificar informações relevantes para outros estudos 
subsequentes. No sentido de mapear estudos mais recentes dentro do campo, definiu-se por 
limitar os textos estudados aos últimos 10 anos, ou seja, de 2012 à 2022. Os estudos utilizados 
nesta análise parcial dos resultados foram selecionados a partir do banco de dados SCIELO 
e foram consideradas nas análises as seguintes publicações: artigos provenientes 
prioritariamente do campo educacional, pautadas prioritariamente nos termos acesso, 
permanência, ensino superior, programas de financiamento estudantil e justiça. O 
planejamento e o protocolo para o string de busca foram os seguintes: , considerando a indexação dos artigos. Foram também 
utilizados os strings , , 
 
103 Pamella Carolina de Sousa Pacheco Carvalho. Especialização/MBA. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: pamcarolina@hotmail.com 
104 Daniela Auad. Doutora em Pedagogia. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
daniela.auad@hotmail.com 
 
 
99 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
e . Após todos os filtros de inclusão e exclusão serem aplicados, os 
periódicos foram selecionados para leitura e análise e com a delimitação, selecionamos um 
total de 09 (nove) trabalhos. Podemos de forma objetiva concluir que ainda há muito a ser 
feito para que a igualdade de oportunidades e a permanência desses estudantes no Ensino 
Superior sejam garantidas. Reiteramos que é necessário analisar as dificuldades enfrentadas 
pelos estudantes na educação superior, bem como identificar as reais necessidades materiais 
e didáticos-pedagógicas que garantam a permanência do estudante nesse nível de ensino. 
(PENA, MATOS, COUTRIN, 2020). Além disso, o processo de democratização do Ensino 
Superior está intrinsecamente relacionado, não só ao acesso, mas também, à garantia das 
condições materiais e simbólicas capazes de assegurar a permanência do público estudantil 
ingressante pelas Políticas de Assistência Estudantil das IES. Logo, compreender melhor as 
normas, os programas e os orçamentos financeiros destinados às Políticas de Assistência 
Estudantil das IES, de fato, é fundamental. (SILVA, SANTOS E REIS, 2021). 
 
Palavras-chave: ensino superior; acesso; permanência; justiça. 
 
REFERÊNCIAS: 
FALBO, Ricardo de Almeida. Mapeamento Sistemático. Retrieved October, v.7, 2018. 
PENA, Mariza Aparecida Costa, MATOS, Daniel Abud Seabra e COUTRIM, Rosa Maria 
da Exaltação. Percurso de estudantes cotistas: ingresso, permanência e oportunidades no 
ensino superior. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas) 
[online]. 2020, v. 25, n. 01 [Acessado 31 Agosto 2022], pp. 27-51. Disponível em: 
. 
SILVA, Natalino Neves da, SANTOS, Adilson Pereira dos e REIS, Jane Maria dos Santos. 
ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E AÇÕES AFIRMATIVAS: UM ESTUDO DAS 
CONDIÇÕES MATERIAIS E SIMBÓLICAS. Educação & Sociedade [online]. 2021, v. 42 
[Acessado 31 Agosto 2022], e254841. Disponível em: 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
EDUCAÇÃO FÍSICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A INFLUÊNCIA DA PRESENÇA DE TORCIDA NO DESEMPENHO DO 
TIME COM MANDO DE CAMPO NOS JOGOS DA SÉRIE A DO 
CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL PROFISSIONAL 
MASCULINO 
 
Anderson Mateus Rodrigues de Souza105 
Frederico de Souza Ferreira106 
Rafael da Silva Schneider107 
Weslei Vasconcelos da Silva108 
Emerson Rodrigues Duarte109 
 
A pandemia do novo coronavírus (SARS COV 2) afetou os desdobramentos das competições 
de futebol no ano de 2020 e 2021 no Brasil e no mundo. Em 2021, os clubes da série A do 
campeonato Brasileiro de Futebol Masculino, juntamente com a CBF decidiram por proibir 
a presença de público em jogos do campeonato Brasileiro a fim de inibir a transmissão do 
vírus durante as partidas de futebol (CBF, 2020). No entanto, no ano de 2021 a CBF 
juntamente com os clubes da série A decidiram, após a redução de mortes por COVID 19 e 
o aumento do número de vacinados, por liberar mediante protocolo de segurança a volta do 
público aos estádios conforme condições sanitárias locais (CBF, 2021). A ausência de 
torcedores em campo pode ter influência na motivação e no desempenho dos atletas para os 
jogos de tal forma que os clubes buscaram estratégias para mudar isso. De acordo com 
Stephani (2004), Medeiros Filho (2008) e Couto Junior, (2007) a torcida é considerada um 
fator de influência para os jogadores e técnicos nas tomadas de decisõese na motivação dos 
jogadores. Assim, esse estudo teve como objetivo analisar a influência da presença da torcida 
no desempenho do time com mando de campo nos jogos de futebol da Série A do 
Campeonato Brasileiro de futebol profissional masculino. Foram incluídas nessa pesquisa os 
dados como quantidade de jogos, número de gols a favor e contra número de vitórias dos 
mandantes e se havia presença de público publicados online no site da CBF referentes ao 
 
105 Anderson Mateus Rodrigues de Souza. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. 
106 Frederico de Souza Ferreira. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
107 Rafael da Silva Schneider. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
108 Weslei Vasconcelos da Silva. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
109 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Campeonato brasileiro de futebol profissional masculino da série A dos anos 2019, 2020 e 
2021. Analisaram-se dois aspectos, número de vitórias dos mandantes e número de gols 
feitos pelos mandantes de campo. Assim, comparando o número final de gols feitos por ano, 
observou-se que no ano de 2020 apresenta o maior número de gols com 536 gols feitos pelo 
mandante de campo. Já o ano de 2021 apresentou o pior resultado entre os três anos 
comparados, com 483 gols feitos, contra 525 gols feitos pelo mandante no ano de 2019. 
Realizando a análise por número total de vitórias do mandante entre os anos de 2019, 2020 
e 2021 percebeu-se uma boa vantagem de 2019 em comparação com os demais anos. No ano 
de 2019 com 186 vitórias de times com mando de campo, 2020 com 171 vitórias de times 
com mando de campo e 2021 com 178 vitórias de times com mando de campo. De 2020 para 
2021 observa-se um aumento no número de vitórias de times com mando de campo. Pode-se 
concluir que a presença de torcida tem sim um papel importante no desempenho nos jogos 
do campeonato brasileiro de futebol masculino da série A. 
 
Palavras-chave: Futebol. Esporte. Pandemia. Torcedores. Desempenho. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Departamento 
de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência. Protocolo de manejo clínico da Covid-
19 na Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. 
Disponível em: Acesso em: 10 de abr. de 2022. 
 
COUTO JUNIOR, J. M., et al. A influência da torcida na performance de jogadores 
Brasileiros de Futsal: um viés da Psicologia do Esporte. Motriz, Rio Claro, v.13 
n.4 p.259-265, out./dez. 2007. Disponível em: Acesso em: 10 de jun. de 2022. 
 
CBF e Clubes da Série A mantêm proibição à presença de público em jogos do Brasileirão. 
Site CBF, 26 de set. de 2020 Disponível em: 
 Acesso em: 16 de 
nov. de 2021. 
Confederação Brasileira de Futebol tem como principal objetivo liderar e promover a prática 
esportiva do futebol no Brasil. Site CBF, 21 de maio de 2018. Disponível em: 
. Acesso em: 16 de nov. de 
2021. 
 
 
 
http://www.cbf.com.br/futebol-brasileiro/noticias/campeonato-brasileiro-serie-a/cbf-
http://www.cbf.com.br/a-cbf/institucional/index/a-cbf
 
 
103 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
MEDEIROS FILHO, Edson Soares, HADDAD, João Paulo Amaral. Futebol Profissional: 
“Campo cheio” não ajuda a ganhar jogo. Rev. Bras. Cien. Esporte, Campinas, v.30, n.1, 
pág. 123-135, conjunto. 2008. Disponível em: Acesso em: 10 de jun. de 2022. 
 
STEPHANI, Marcelo. O papel da torcida: opiniões dos jogadores e de seu técnico. 
Centro Universitário Anhanguera - Campus Leme, São Paulo, Brasil, 2004. Disponível 
em 
 Acesso 
em: 10 de abr. de 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.researchgate.net/publication/262564219_Futebol_Profissional_Campo_c
 
 
104 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ADESÃO À PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS POR PROFISSIONAIS 
LIBERAIS, EMPREENDEDORES E EMPRESÁRIOS: UM ESTUDO 
QUASE-EXPERIMENTAL 
 
Diego de Souza Santos110 
Pedro Henrique Nunes Lopes111 
Emerson Rodrigues Duarte112 
 
Sabe-se que sair de uma vida sedentária para um nível mínimo de atividade física já promove 
diversos benefícios significativos (POLLOCK, et al. 1998), quanto mais a manutenção de 
uma rotina de exercícios físicos à longo prazo. Estima-se que 6% das doenças 
cardiovasculares e 7% dos casos de diabetes mellitus (DM2) no mundo são causados por 
inatividade física (LEE, et al. 2012). Em contrapartida, o exercício físico contribui para a 
prevenção da doença coronariana (MORRIS, et al. 1980), diminuição da mortalidade por 
todas as causas (PAFFENBARGER, et al. 1986), melhora o perfil lipídico do sangue 
(GRÉGORIS, 2018), mantem a pressão arterial dentro dos limites seguros, ajuda a controlar 
o diabetes mellitus (DM2) e contribui para a manutenção da densidade óssea no idoso. 
Relacionando a saúde do trabalhador com a prática do exercício físico, foi observada uma 
relação do empreendedorismo com o risco de obesidade, a qual está intimamente associada 
a vários riscos à saúde, como hipertensão, diabetes, doença coronariana e acidente vascular 
cerebral (FIELD, 2001). De acordo com Wang (2021), os empreendedores são mais 
propensos a estar acima do peso ou obesos do que os não empreendedores. Além disso, os 
trabalhadores autônomos apresentaram maior morbidade do que os empregados 
(GRÉGORIS, 2018), devido ao enfrentamento de maior pressão e associação a longas 
jornadas de trabalho. Assim, a presente pesquisa teve como objetivo investigar variáveis 
para a adesão à prática de exercícios físicos por profissionais liberais, empreendedores e 
empresários. Participaram da pesquisa 24 pessoas, sendo que 54,2% se consideram 
empreendedores, 25% profissionais liberais e 20,8% empresários que responderam 
questionário enviado por meio eletrônico através de formulário para coletar os dados 
 
110 Diego de Souza Santos. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
diegotorrada@gmail.com 
111 Pedro Henrique Nunes Lopes. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
phnumeslopes@icloud.com 
112 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. Em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
 
 
105 
 
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demográficos e específicos de pessoas que se consideram profissionais autônomos, liberais, 
empreendedores ou empresários. Foram excluídos da pesquisa pessoas que se declararam 
CLT, que fossem empregados em empresa privada ou servidores públicos. Resultados: A 
maioria (87,5%) considera que seus horários de trabalho variam e 12,5% possuem um horário 
fixo. Quanto à prática de exercício físico, 79,2% da amostra afirma praticar uma ou mais 
modalidades, enquanto 20,8% não praticam nenhuma atividade física. As maiores 
dificuldades em manter o hábito de praticar exercício físico, elegidas pelos participantes 
foram relacionadas ao tempo, sendo que 61,9% deles citou a faltade tempo ou de organização 
do tempo como um problema. O grande desafio dos profissionais liberais na adesão ao 
exercício físico está relacionado à falta de tempo ou ao gerenciamento dele, assim, os 
profissionais de Educação Física devem considerar essas variáveis na prescrição do exercício 
físico. 
 
Palavras-chave: Exercício Físico. Saúde dos Trabalhadores. Hábito Saudável. Estilo de 
Vida Saudável. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
FIELD, Alison E. et al. Impact of overweight on the risk of developing common chronic 
diseases during a 10-year period. Archives of internal medicine, v. 161, n. 13, p. 1581-
1586, 2001. Disponível em: Acesso em: 01 
de jun. 2022 
 
GRÉGORIS, Marina et al. Health assessment of self-employed in the food service 
industry. International Journal of Occupational and Environmental Health, v. 23, n. 3, 
p. 234-242, 2017. Disponível em: 
 Acesso em: 01 de jun. 2022. 
 
LEE, I.-Min et al. Effect of physical inactivity on major non-communicable diseases 
worldwide: an analysis of burden of disease and life expectancy. The lancet, v. 380, n. 
9838, p. 219-229, 2012.Disponível em 
Acesso em: 30 de maio 2022. 
 
MORRIS, J. N. et al. Vigorous exercise in leisure-time: protection against coronary heart 
disease. The Lancet, v. 316, n. 8206, p. 1207-1210, 1980. Disponível em: 
 Acesso em: 07 de jun. 2022 
 
PAFFENBARGER JR, Ralph S. et al. Physical activity, all-cause mortality, and longevity 
of college alumni. New England journal of medicine, v. 314, n. 10, p. 605-613, 1986. 
Disponível em: Acesso em: 30 de maio 2022 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
POLLOCK, Michael L. et al. Suporte de posição ACSM: a quantidade recomendada e a 
qualidade do exercício para desenvolver e manter a aptidão cardiorrespiratória e muscular, 
e flexibilidade em adultos saudáveis. Medicine and Science in Sports and Exercise. v.30; 
p. 975-991, 1998. Disponível em: 
 
Acesso em: 30 de mai. 2022. 
 
WANG, Yibing; QU, Xueling; WANG, Haitao. Are Entrepreneurs More Likely to Be 
Obese?. Iranian Journal of Public Health, v. 50, n. 4, p. 780, 2021. Disponível em: 
 Acesso em: 01 de jun. de 2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
107 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PARTICIPAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO 
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO JUIZ DE FORA NO PROGRAMA 
“JF LAZER”: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
 
Pedro Augusto de Carvalho Mira113 
 
 
O JF Lazer é um programa realizado pela Secretaria de Esportes e Lazer da prefeitura de Juiz 
de Fora que busca desenvolver ações no campo do lazer em bairros da zona urbana e rural, 
além de creches e escolas da cidade. São desenvolvidas diversas brincadeiras como tiro ao 
alvo, perna de pau, escorregadores, pebolim, cama elástica, minitrampolim, mini sinuca entre 
outros. Tal projeto é de grande relevância social que atinge dezenas de milhares de pessoas 
por ano. No primeiro semestre de 2022, alunos do curso de graduação em educação física do 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora tiveram a oportunidade de participar do Programa 
JF Lazer. O presente estudo teve como objetivo relatar a experiência vivida por esses alunos 
junto à equipe de profissionais e às pessoas atendidas pelo referido programa. Trata-se de um 
relato de experiência baseado na fala dos alunos de educação física que participaram do 
projeto. A equipe do JF Lazer conta com supervisor, profissionais graduados e estagiários de 
educação física. A receptividade desta equipe para com os alunos de educação física foi 
excelente, tanto que muitos ressaltaram tal recepção. Dentre os pontos positivos apontados 
pelos alunos, destacaram-se a alegria no rosto das crianças que participaram do JF Lazer e a 
grande dedicação dos profissionais que compões a equipe e o prazer que eles sentem por 
fazerem parte desse projeto. Além disso, outros pontos positivos foram levantados, porém 
com menor frequência. São eles: grande variedade de brinquedos, gratuidade do projeto, 
estímulo a um momento de interação da família, interação social entre crianças e adultos da 
comunidade e interação saudável entre profissionais e participantes do projeto. Como 
sugestão de aprimoramento, os alunos relataram que deveria ser feita maior divulgação do 
projeto, pois em alguns dias do evento o número de participantes não era grande. Além disso, 
os alunos indicaram que poderiam ser feitas melhorias em alguns brinquedos. No entanto, 
compreendem as dificuldades financeiras de um serviço público. Nesse sentido, indicaram 
 
113 Pedro Augusto de Carvalho Mira. Doutor em Saúde. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
pedro.mira@estacio.br. 
 
 
108 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
que, devido à extensão do projeto e sua relevância social, o mesmo merece ser agraciado com 
outros patrocínios que poderiam ser do setor privado. Por fim, destaca-se que, após conhecer 
e participar do projeto, uma aluna do curso de educação física se candidatou à uma vaga de 
estágio e, atualmente, integra a equipe do JF Lazer como estagiária bolsista. Conclui-se que 
a participação dos alunos do curso de educação física no JF Lazer foi importante para uma 
formação ampliada e de qualidade desses futuros profissionais. Tal fato é evidenciado nos 
inúmeros pontos positivos apontados por eles. Além disso, ressalta-se a compreensão, por 
parte dos alunos, da grande relevância e impacto social exercido pelo Programa JF Lazer. 
 
Palavras-chave: Lazer; educação física; projeto social 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
109 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
EFEITOS DE DIFERENTES TIPOS DE TREINAMENTO NA 
RECUPERAÇÃO APÓS CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO 
LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR 
 
 
 Paulo Matias Portela Solano114 
Mariana Fernandes Almada115 
Judson Carlos Silva França116 
Pedro Augusto de Carvalho Mira117 
 
O ligamento cruzado anterior (LCA) é uma estrutura de muita importância no joelho, e 
devido as altas cargas impostas nos jogos, acaba sendo um ligamento que fica bastante 
comprometido, acarretando assim em uma possível lesão. Podendo assim acabar gerando 
alterações biomecânicas que afetam a estabilidade do joelho. Esse tipo de lesão normalmente 
necessita de cirurgia, a mais conhecida atualmente e a de reconstrução ligamentar. Logo após 
a cirurgia vem a reabilitação que necessita de treinamentos físicos direcionados aos atletas. 
Nesse contexto, alguns tipos de treinamento físico têm sido estudados na literatura com o 
intuito de otimizar a recuperação após ruptura do LCA. Os treinamentos resistidos, 
funcionais e proprioceptivos foram eficazes na reabilitação, e se realizados em alta 
intensidade e com uma base instável parecem ser melhores. Concluiu-se que todos os 
treinamentos foram eficientes em acelerar o processo de recuperação e que se os treinamentos 
forem realizados com uma alta intensidade pode ser mais eficaz que treinando em baixa 
intensidade. E os exercícios unilaterais geram um aumento de força muscular e na simetria 
de força muscular nos membros inferiores se comparado com os bilaterais, porém é preciso 
ter cuidado na afirmação que um método é melhor que o outro, uma vez que poucos estudos 
foram analisados na presente revisão. 
 
 
 
114 Paulo Matias Portela Solano. Graduando em educação física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: paulomatiasportela0@gmail.com 
115 Mariana Fernandes Almada.Graduada em educação física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: Mariana.almada19@gmail.com 
116 Judson Carlos Silva França. Graduado em educação física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: Judsoncsf22@gmail.com 
117 Pedro Augusto de Carvalho Mira. Doutor em Saúde. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
pedro.mira@estacio.br 
 
 
110 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-chave: ligamento cruzado anterior; cirurgia; recuperação; treinamento físico. 
REFERÊNCIAS: 
OLIVEIRA, M. et al. “Exercício de resistência unilateral versus bilateral na reabilitação 
pós-operatória após reconstrução do LCA com enxerto osso-tendão patelar-osso: um estudo 
controlado randomizado.” The Orthopaedic Journal of Sports Medicine, v. 10, n. 4, 
abril.2022. 
 
ZHANG, F. et al. “Efeitos do treinamento funcional hospitalar no pós-operatório do 
cruzado anterior em atletas.” Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 28, n. 5, p. 
528-531, sep-oct.2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
111 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO ADOTADAS POR 
PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM ESTUDO TRANSVERSAL 
 
Ana Caroline de Souza Crovatto118 
Lucas Ferreira Pimentel119 
Rodrigo Bahia de Assis 120 
Yago Luiz de Almeida Marques121 
Emerson Rodrigues Duarte122 
 
A chegada do novo milênio trouxe mudanças e novos desafios. Um novo padrão de consumo 
se instala, exigindo novos saberes, competências e uma nova forma de gestão e atuação de 
empresas, organizações e instituições (LASTRES, et al, 2002). Favoretto e Carvalho (2021) 
reforçam que a aquisição de conhecimento nas empresas passa a ser crucial para melhores 
tomadas de decisões e menores riscos de erro. É possível compreender que o segmento fitness 
é um setor que, desde a sua criação, passou por mudanças e inovações. Segundo Farias 
(2019), o processo assertivo na seleção de profissionais para empresas do mercado fitness 
passa a ser um fator de sobrevivência, fazendo com que as empresas sejam mais rigorosas no 
processo de contratação. Qualidade nos relacionamentos, boa comunicação, conhecimentos 
abrangentes, são algumas das características essenciais para colocação no mercado de 
trabalho do mundo fitness. O crescimento nos empreendimentos que visam Qualidade de 
Vida (QV) e bem-estar não se caracterizam somente por estrutura física, equipamentos 
sofisticados, tecnologia, ou outros bens tangíveis, mas sim, entendendo que pessoas precisam 
de pessoas, pessoas vendem para pessoas, pessoas resolvem problemas de pessoas, ou seja, 
o profissional do segmento fitness passa a ser o protagonista dessa história. Assim exposto, 
o objetivo da pesquisa foi identificar as estratégias relacionadas à gestão do conhecimento 
que os profissionais de Educação Física do setor de fitness utilizam para se capacitar e 
ampliar suas visões em relação à atuação profissional. Participaram da pesquisa 08 (oito) 
professores do sexo masculino entre 21 e 40 anos, graduados em Educação Física 
(bacharelado), 03 (três) com especialização (37,5 %), 05 (cinco) com 01 a 05 anos de 
 
118 Ana Caroline de Souza Crovatto. Graduada em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
119 Lucas Ferreira Pimentel. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
120 Rodrigo Bahia de Assis. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
121 Yago Luiz de Almeida Marques. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
122 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
 
 
112 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
formação (62,5 %) e, 03 (três) entre 06 a 10 anos de formação (37,5 %). O tempo de atuação 
na empresa variou de 01 a 05 anos (n=5; 62,5 %) e 06 a 10 anos (n=3; 37,5 %). Como 
critérios de inclusão, foram considerados o registro profissional válido e a atuação regular no 
centro fitness. Os participantes foram entrevistados a partir de um roteiro de entrevista 
semiestruturado adaptado de Borges (2006). Como resultados, verificou-se que a aplicação 
de estratégias de treinamento profissional é uma prática esporádica, não sistematizada e 
desprovida de alinhamento em relação as estratégias de negócio voltadas a era do 
conhecimento. Quando ocorrem são feitos de forma incompleta, sem mensuração dos 
resultados e sem objetivos claros ou mesmo de forma aleatória, sem definição de critérios 
para a escolha, visando basicamente o conhecimento técnico, inviabilizando assim, na 
maioria das vezes, uma visão mais ampla da profissão, embora todos tenham enfatizado que 
atribuem importância ao capital intelectual. Pode-se concluir que os profissionais de 
Educação Física são falhos nas estratégias de gestão do conhecimento e que ações nesse 
campo devem ser inseridos na formação de forma mais precoce possível afim de garantir 
melhor atuação professional. 
 
Palavras-chaves: Gestão do conhecimento. Capital intelectual. Competências profissionais. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
LASTRES, Helena Maria Martins et al. Desafios e oportunidades da era do conhecimento. 
São Paulo em Perspectiva [online]. 2002, v. 16, n. 3 Disponível em: 
. Epub 16 Jan 2003. ISSN 1806-
9452. https://doi.org/10.1590/S0102-88392002000300009. 
FAVORETTO, Camila; CARVALHO, Marly Monteiro. An analysis of the relationship 
between knowledge management and project performance: literature review and conceptual 
framework. Gestão & Produção [online]. 2021, v. 28, n. 1 [Accessed 27 September 2022] 
, e4888. Available from: . Epub 13 Jan 2021. 
ISSN 1806-9649. https://doi.org/10.1590/0104-530X4888-20. 
 
FARIAS, Edvaldo Antunes. Treinamento corporativo nas empresas do bem- estar. Revista 
Empresário Fitness & Health. Rio de Janeiro, Brasil, 2021. 
 
 
 
113 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A PRÁTICA DO GOALBALL POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL 
 
Emerson Rodrigues Duarte123 
Luiza Laguardia Alves de Oliveira 124 
Thais Lelis Braga125 
Weslei Vasconcelos da Silva126 
 
Atualmente, não se discute mais sobre os benefícios da prática dos exercícios físicos e 
esportivos, mas sim a forma mais correta de realizá-la para alcançar ou manter a saúde, já 
que a falta e o excesso podem ser danosos ao organismo, especialmente em se tratando de 
pessoas com deficiência (HAIACHI, 2018). Em documentos com reconhecimento 
internacional, como a Conferência Internacional dos direitos da pessoa com deficiência 
(BRASIL, 2007) destaca-se a prática da Educação Física como um direito fundamental para 
todos com o oferecimento de oportunidades especiais desta prática às pessoas muito jovens, 
ou idosas ou com algum tipo de deficiência ou enfermidade limitante, a fim de fazer possível 
o desenvolvimento integral de sua personalidade, por meio de programas de educação física 
e desportos adaptados às suas necessidades (ROSSI JÚNIOR; SILVA; PEREIRA, 2021). 
Portanto, é nessa perspectiva que este projeto se pautará, ou seja, atuar de forma sistematizada 
e científica no reconhecimento do direito da pessoa com deficiência à atividade física e 
esportiva e seus benefícios e ainda na importância do reconhecimento destes valores para a 
formação do profissional de Educação Física. O objetivo desse Projeto de Extensão 
Acadêmica é oferecer prática orientada da modalidade esportiva goalball a pessoa com 
deficiência visual por bolsista de Iniciação Científica orientado por profissional de Educação 
Física. Atualmente, atende-se com o projeto a equipe masculina e feminina de goalball do 
Instituto Jesus de Juiz deFora participantes do campeonato brasileiro da série A da 
modalidade. Além da participação nos treinos os alunos bolsistas participaram em eventos 
regionais e nacionais da modalidade. 
Palavras-chaves: Esporte. Inclusão. Pessoa com deficiência. Direito. 
 
123 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
124 Luiza Laguardia Alves de Oliveira. Graduada em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. 
125 Thais Lelis Braga. Graduada em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
126 Weslei Vasconcelos da Silva. Graduado em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
 
 
114 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Coordenadoria Nacional para 
Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com 
Deficiência. Brasília, 2007. 
ROSSI JÚNIOR, Renildo; SILVA, Roselene Alencar; PEREIRA, Antonino. Sport and 
social inclusion in contexts of vulnerability: an ethnographic approach. Editora Dialética, 
2021. 
HAIACHI, Marcelo de Castro, et al. Different views on sport for people with disabilities: 
challenges, innovations and reality. Cadernos de Educação Tecnologia e Sociedade, v. 11, 
n. 1, p. 3-13, 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
115 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
INFLUÊNCIA DA PRÁTICA DA HIDROGINÁSTICA NA DIMINUIÇÃO DA 
PERCEPÇÃO DA DOR EM IDOSOS 
 
Emerson Rodrigues Duarte127 
Natasha dos Santos Pinheiro128 
Rodrigo Bahia de Assis129 
 
Esse resumo trata-se do relatório final do Projeto de Iniciação Científica (PIC) 2021/2022 do 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Observa-se que a hidroginástica é uma prática de 
exercício físico que na terceira idade proporciona múltiplos efeitos benéficos para sua saúde 
(CARVALHO, et al. 2022). A modalidade hoje vem sendo um grande aliado para a melhoria 
da saúde corporal visando sempre que cada idoso apresenta doenças diferentes uns dos outros 
(RAMOS; NOVAES; SANTOS, 2022). Como aliada, a prática da hidroginástica pode 
contribuir para promoção e prevenção em saúde em seus aspectos biopsicossociais. Assim, a 
dor é um aspecto importante a ser considerado no envelhecimento. Ademais, a prática regular 
de atividade física contribui para a minimização das sensações de dores como as musculares 
ou articulares (BECKMAN, et al. 2022). Tal cuidado com a diminuição das sensações de 
dores também pode ser importante para a melhoria da qualidade de vida de pessoas idosas. 
Essa pesquisa teve como objetivo analisar a influência da prática da hidroginástica na 
diminuição da percepção da dor em pessoas idosas. Projeto aprovado por um Comitê de ética 
em pesquisa com seres humanos sob CAAE nº 47437121.0.0000.5284. Participaram desse 
estudo 15 idosos (mulheres= 12; média de idade= 67,58 anos; DP= 5,99; DP= 5,41 meses; 
homens= 3; média de idade= 64,33 anos; DP= 3,21; DP= 4,04 meses;). O critério de escolha 
destes participantes foi de estarem praticando hidroginástica no período maior de 3 meses e 
na faixa etária entre 60 anos e 80 anos. Para a coleta de dados utilizou-se de questionário 
demográfico para obtenção de informações pertinentes ao sexo e à idade, tempo de prática e 
doenças crônicas, por exemplo, e a Escala Visual Analógica de dor (EVA) com intuito de 
medir a percepção da dor. Essa escala é gradua de 0 a 10, sendo “0 “significa ausência de dor 
e “10” a pior dor já sentida. A dor é classificada em ausência de dor (0), dor leve (1-2), 
moderada (3-7) e intensa (8-10). Após análise dos resultados obtidos pelo questionário 
 
127 Emerson Rodrigues Duarte. Dr. em Psicologia UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
emerson.duarte@estacio.br 
128 Natasha dos Santos Pinheiro. Graduada em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
129 Rodrigo Bahia de Assis. Graduada em Educação Física. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
 
 
116 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
relacionado a escala visual analógica (EVA), observou-se que no período em que praticaram 
a modalidade houve diminuição do relato de dores moderadas e intensas e que houve 
diminuição da média da intensidade da percepção da dor. Assim, é possível concluir que a 
prática da hidroginástica pode ser uma estratégia para a diminuição da percepção da dor em 
pessoas idosas. 
Palavras-chaves: Hidroginástica. Idosos. Envelhecimento. Dor. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BECKMAN, Felipe Henrique Sardinha et al. Equilíbrio, mobilidade e capacidade funcional 
de idosas praticantes de hidroginástica. Revista Neurociências, v. 30, p. 1-15, 2022. 
 
CARVALHO, Mateus Benedito et al. Relação da hidroginástica com o desempenho 
ocupacional e aspectos psicológicos em indivíduos da terceira idade: revisão sistemática. 
Biomotriz, v. 16, n. 1, p. 129-139, 2022. 
 
RAMOS, Evódio Maurício Oliveira; NOVAES, Amanda Leite; DOS SANTOS, Vénete 
Vieira. Os benefícios da hidroginástica na visão dos participantes do Programa Universidade 
Aberta à Terceira Idade/UEFS–BA. Concilium, v. 22, n. 2, p. 343-357, 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
BENEFÍCIOS DA NATAÇÃO PARA CRIANÇAS E JOVENS COM 
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: REVISÃO SISTEMÁTICA DA 
LITERATURA 
 
 Fabiana Coelho Couto Rocha Corrêa130 
Thais Lelis Bragra131 
Cristiana Cristina Rodrigues da Silva132 
Isabela Silva Santos133 
Gustavo Caldi D Ornellas Caçador134 
 
A natação para crianças com TEA é um possível tratamento complementar na sua qualidade 
de vida. O uso da natação na reabilitação física decorre dos movimentos dos nados. Os 
movimentos realizados pela criança autista durante a aula de natação geram uma semelhança 
com os movimentos diários, exemplo (andar) (YUPAN, 2010). O presente estudo tem como 
objetivo analisar os benefícios da natação na vida de crianças e jovens com transtorno do 
aspecto autista, através de uma revisão sistemática da literatura. A pesquisa se constitui em 
uma revisão sistemática da literatura, utilizando as seguintes bases de dados: SCIELO, 
PEDro, PubMed e BVS, empregamos as seguintes combinações de descritores: natação e 
autismo, natação e qualidade de vida, atividades aquáticas e autismo, nos idiomas inglês, 
espanhol e português. Tendo como critério de inclusão artigos com pontuação acima de cinco 
na tabela PEDro, buscando a qualidade dos estudos selecionados e artigos que abordassem 
como tema natação em crianças e jovens do espectro autista e como critério de exclusão, 
artigos duplicados, estudos não randomizados, metanálise e fuga ao tema. Foram encontrados 
64 artigos nas bases de dados no total, sendo 29 na PubMed, 33 na BVS e 2 na PEDro, após 
as exclusões restaram três artigos para análise desta revisão. Os estudos incluídos 
apresentaram um consenso satisfatório sobre os benefícios da natação em crianças e jovens 
no espectro Autista, adaptação ao meio líquido, desenvolvimento e progressão quanto aos 
movimentos de nado e principalmente interação social. Obtiveram evoluções, seja na parte 
motora, cognitiva, afetiva e no processo de socialização, deixando claro a importância desta 
 
130 Doscente – Curso de Educação Física e Fisioterapia – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
fabicoelhocouto@hotmail.com. 
131 Profissional de Educação Física – E-mail: thaslelis.braga@gmail.com 
132 Profissional de Educação Física – E-mail: criscris362@gmail.com. 
133 Profissional de Educação Física – E-mail: isabelesantos341@gmail.com. 
134 Profissional de Educação Física – E-mail: gusavocacador123@gmail.com. 
 
 
118 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS| ISSN 2357-982X 
prática na melhoria da qualidade de vida geral destes indivíduos (SOUSA, 2014). Os 
resultados mostraram que houve uma melhora nas habilidades aquáticas (respiração e nados, 
como Crawl, Costas, Peito e Borboleta) e também a diminuição do comportamento 
antissocial dos participantes. Após a revisão sistemática da literatura, constatou-se que a 
prática da natação é um esporte que traz benefícios para crianças e jovens com TEA. 
 
Palavras-chave: Exercício Subaquático; Natação; Exercício Aquático; Transtorno Do 
Espectro Autista. 
 
REFERÊNCIAS: 
LOURENÇO, Carla et al. Avaliação dos Efeitos de Programas de Intervenção de Atividade 
Física em Indivíduos com Transtorno do Espectro do Autismo. Rev. Bras. Ed. Esp., 
Marília, v. 21, n. 2, p. 319-328, Abr-Jun., 2015. 
OLIVEIRA, Karina Griesi; SERTIÉ, Andréa Laurato. Transtornos do espectro autista: um 
guia atualizado para aconselhamento genético. Einstein. 2017. 
SOARES, Juliana. Teoria e Prática da Natação. Rio de Janeiro, SESES, 2016. 
SOUSA, F. G. Educação especial e natação inclusiva. São Paulo: Manole, 1ª edição, p. 19, 
2014. 
YUPAN, Chien. Efeitos do programa de exercícios aquáticos de natação nas habilidades 
aquáticas e comportamentos sociais em crianças com transtornos do espectro do autismo. 
Univ of Chicago Biblioteca. Kaohsiung, Taiwan, ano. 2014, p.10-11 02/Fevereiro. 2010 
 
 
 
 
 
 
119 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
ENFERMAGEM 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
CONSULTÓRIO DE ENFERMAGEM: ESPAÇO DE VIVÊNCIA 
ACADÊMICA 
 
 Luiza Vieira Ferreira135 
 
 
A consulta de enfermagem realizada em Consultórios de Enfermagem nas Instituições de 
Ensino proporciona o atendimento à população de forma humanizada, uma vez que o tempo 
de duração de cada consulta, por ser maior, possibilita a coleta de dados robustos e melhor 
compreensão do indivíduo que busca pela assistência de enfermagem. Práticas de saúde que 
ultrapassam os limites dos Serviços de Saúde proporcionam uma melhor orientação a respeito 
de práticas de saúde e busca pelo cuidado na Rede de Atenção à Saúde. Objetiva-se apresentar 
o Consultório de Enfermagem do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. Realizar a Consulta de Enfermagem é um ato privativo do Enfermeiro que está 
assegurado pela Lei nº 7.498/1986 (BRASIL, 1986) e pelas Resoluções COFEN nº 568/2018 
e nº 606/2019 (BRASIL, 2018; BRASIL, 2019) se configurando cada vez mais como novas 
possibilidades de atuação profissional além de proporcionar autonomia e o desenvolvimento 
do empreendedorismo. Trata-se de um relato de experiência acerca da implementação de 
atividades extensionistas no Consultório de Enfermagem. A utilização do Consultório de 
Enfermagem como possibilidade de desenvolvimento do ensino-aprendizagem possibilita 
que o aluno vivencie a lógica da integralidade do cuidado ao mesmo tempo que realize o 
atendimento de saúde ao usuário alinhada aos pressupostos da clínica ampliada. Alunos do 
estágio realizam atendimento à população com foco na Consulta à Mulher, da forma 
sistematizada, no período noturno. A estratégia de abertura da agenda para o período noturno 
foi para possibilitar que a mulher que trabalha durante o horário do dia, tenha a possibilidade 
de cuidar-de-si no turno da noite e os atendimentos são realizados de forma gratuita a 
população. Os alunos estagiários que atuam no Consultório de Enfermagem contam com a 
atuação de uma Enfermeira Preceptora. Neste contexto, o Consultório de Enfermagem do 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora favorece o processo ensino-aprendizagem dos 
alunos além de ser mais um dispositivo do cuidado direcionado à saúde da mulher na Rede 
de Atenção à Saúde. 
 
135 Luiza Vieira Ferreira. Mestre em Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
luiza.luvieira@hotmail.com. 
 
 
121 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-chave: enfermagem; consulta de enfermagem; prática profissional. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispõe 
sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências. Brasília, 1986. 
BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução nº 606/2019. Regulamento dos 
Consultórios de Enfermagem. Brasília, 2019. 
BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução nº 568 de 9 de fevereiro de 2018. 
Dispõe sobre a regulamentação do funcionamento dos Consultórios e Clínicas de 
Enfermagem. Brasília, 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
O HIV NOS TEMPOS ATUAIS 
 
 Arthur Ribeiro dos Santos136 
Bruno Rodrigo Macedo Almeida137 
Evandro Timóteo da Rocha138 
João Victor Hagen Lavall139 
Leonardo Severino da Silva140 
Lívia Lauren de Carvalho Almeida141 
Luiza Vieira Ferreira142 
 
 
O HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae e é uma Infecção 
Sexualmente Transmissível. Esses vírus compartilham algumas propriedades em comum, 
como por exemplo: o período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da 
doença; a infecção das células do sangue e do sistema nervoso e a supressão do sistema 
imune. Objetiva-se ressaltar os tipos de transmissão, a prevenção e o tratamento nos tempos 
atuais. A Aids/HIV, epidemia que surgiu numa época em que as autoridades sanitárias 
mundiais acreditavam que as doenças infecciosas estavam controladas pela tecnologia e saber 
médicos modernos, suscitou comportamentos e respostas coletivos, nos quais estão inseridas 
as estratégias políticas oficiais em seus diversos contextos. No Brasil, como um problema de 
saúde que evoluiu demonstrando as contradições sociais, econômicas e culturais, a Aids/HIV 
constitui-se como um espaço metodológico relevante na busca de respostas sobre como o 
poder público brasileiro organiza e estabelece as políticas de saúde pública. Sendo muitas as 
dificuldades para manter a sustentabilidade das ações a longo prazo. Além das questões 
orçamentárias, o cuidado das pessoas vivendo com HIV/AIDS envolve grandes desafios. 
 
136 Arthur Ribeiro dos Santos. Acadêmico de Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
arthurribeirotrove9996@hotmail.com. 
137 Bruno Rodrigo Macedo Almeida. Acadêmico de Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-
mail: brunorodrigomacedodealmeida@gmail.com 
138 Evandro Timóteo da Rocha. Acadêmico de Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
evandrorocha106@gmail.com 
139 João Victor Hagen Lavall. Acadêmico de Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
joaov2006@hotmail.com 
140 Leonardo Severino da Silva. Acadêmico de Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
leonardossjf78@gmail.com 
141 Lívia Lauren de Carvalho Almeida. Acadêmica de Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: liviabj84501037@gmail.com 
142 Luiza Vieira Ferreira. Mestre em Enfermagem. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
luiza.vieira@estacio.br 
 
 
123 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Para a adoção de um estudo abrangente sobre o tema foi utilizado a pesquisa exploratória, a 
partir de fontes bibliográficas e secundárias, formadas por artigos científicos. Sendo 
transmitido através de relações sexuais desprotegidas com pessoas soropositivas, pelo 
compartilhamento de objetos perfurocortantes contaminados, ou através de mães 
soropositivas que não estejam em tratamento para o filho durante a gestação, parto ou 
amamentação. Não há tratamento definitivo, sendo que, nos dias atuaisApós a implementação dele foi constatado o quanto a ferramenta pôde contribuir na 
otimização dos serviços prestados pelo departamento de informática da organização. 
Observou-se o quanto é difícil para o setor de TI, atuar sem um sistema de monitoramento 
de ativos de rede e de suportes de TI, o qual desta forma, não se tem um controle afinco das 
atividades realizadas pela TI. A implantação da aplicação, atuou de forma construtiva para a 
criação de melhores hábitos e processos, desde o atendimento ao usuário, ao apoio em 
tomadas de decisão pela Chefia. De modo geral concluiu-se que a Central de Serviços trouxe 
inúmeras melhorias tanto para a Gestão de TI, quanto para a organização ao todo, servindo 
de grande apoio no dia a dia. 
 
Palavras-chave: Tecnologia da Informação; Central de Serviços; GLPI. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
VERAS, Manoel. Gestão da Tecnologia da Informação: sustentação e inovação para a 
Transformação Digital. Rio de Janeiro, BRASPORT, 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GERENCIAMENTO DE EQUIPES DA LINHA DE FRENTE DA COVID 19: 
ESTUDO DE CASO EM UM HOSPITAL NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE 
FORA MG 
 
 Fernando Antônio Gonçalves da Rocha7 
Mayanna de Lourdes Ferreira Rodrigues Marinho 8 
 
Em casos extremos, os funcionários podem desenvolver estresse e sintomas físicos e 
emocionais, como ansiedade, depressão e até mesmo Síndrome de Burnout. As situações 
capazes de contribuir com esses sintomas foram intensificadas com o surgimento da 
pandemia de COVID-19. Neste contexto, o objetivo deste estudo é apontar as contribuições 
do gerenciamento de equipes, no que se refere ao enfrentamento da COVID 19, em um 
hospital de grande porte da cidade de Juiz de Fora/MG. Assim sendo, procura-se responder 
ao seguinte questionamento: como a gestão de pessoas podem contribuir para o trabalho 
dos profissionais na linha de frente da Covid-19? Sabe-se que o sistema de gestão de pessoas 
é um processo sistemático, situacional e contingencial, motivado por forças externas e 
internos. Portanto, há mais de uma maneira de gerenciar pessoas. Nesse sentido, o processo 
de gestão de pessoas foca na formulação de políticas de gestão que conduzam ao controle, o 
papel da política de gestão é garantir que isso aconteça (BITENCOURT, 2011). Desta forma 
entende-se que a gestão de pessoas age em todas as áreas, devendo então não se limitar às 
funções operacionais requeridas, mas expandindo para uma participação ativa dos gestores 
no que tange ao entendimento de equipe e acompanhamento. É neste contexto que começam 
os estudos relacionados à Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), permeando três aspectos 
principais: a subjetividade, que é a análise do bem-estar do indivíduo; a realidade objetiva, a 
qual ele se encontra será capaz de afetar sua condição de vida e visão e, finalmente, a 
multidimensionalidade, uma vez que a qualidade de vida inclui os aspectos ambientais, 
espirituais, intelectuais, ocupacionais, emocionais, sociais e físicos. E a importância se dá 
principalmente porque de acordo com Soboll e Ferraz (2014), a inexistência de um 
direcionamento estratégico e a criação de metas desumanas e utópicas têm levado ao aumento 
da exploração dos colaboradores, rebaixamento da jornada de trabalho e acentuação de 
 
7 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
fernando.rochajf@yahoo.com.br. 
8 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
mayanna.rodrigues@estacio.br. 
 
 
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atividades que geram doenças e prejudicam o trabalho coletivo. Em geral, as estratégias para 
remunerar os colaboradores, não têm sido levadas a sério, que se tornariam uma forma de 
incentivo que, além de contribuir para a subsistência, permite aos trabalhadores uma vida 
fora do trabalho saudável, segura e satisfatória. Neste contexto a metodologia do estudo é 
caracterizada como um estudo de caso, com abordagem quanti-qualitativa, aplicada, sendo 
uma pesquisa exploratória. Os resultados confirmam que a maioria dos profissionais se 
encontram da mesma forma que antes da pandemia, ou mais estressados. Além disso, a 
maioria afirma não ter conhecimento sobre os Programas de Qualidade de Vida no Trabalho 
presentes na organização. Neste cenário, pode-se concluir que há uma necessidade de 
informar e conscientizar os colaboradores sobre a existência de programas de QVT existentes 
na instituição a qual trabalham, principalmente o programa “conte comigo” que oferece um 
suporte psicológico aos colaboradores, sendo de grande necessidade, principalmente neste 
tempo de pandemia. 
 
Palavras-chave: QVT; Gestão de Equipes; Saúde. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BITENCOURT, C. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos 
tradicionais. 2ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. 
SOBOLL, L. A.; FERRAZ, D. L. D. S. Gestão de pessoas: Armadilhas da organização do 
trabalho. 1ª. ed. São Paulo: Atlas, v. I, 2014. 289 p. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
EXCLUSÃO DIGITAL FINANCEIRA 
 
 
 Isabela Natália da Silva Lopes9 
Bruno Dore Rodrigues10 
 
A exclusão digital está diretamente relacionada com a falta de acesso aos benefícios do uso 
das novas tecnologias, e nesse sentido, pessoas que utilizam a internet consegue obter 
resultados e oportunidades melhores em relação àqueles que não utilizam, seja por questões 
sociais, ou por saber utilizar o mesmo, ou seja, não são todas as pessoas beneficiários dessa 
abundância de informações. Em função disso o presente trabalho visa responder a seguinte 
questão problema: “A falta de acesso e conhecimento digital do cliente pessoa física, 
dificulta o uso do internet banking do banco?”. Tem como objetivo, encontrar respostas sobre 
a exclusão digital financeira, em relação a segregação e separação entre pessoas e grupos, 
entre aqueles que possuem acesso ou não. Por o referencial teórico desenvolvido discutiu 
inicialmente acerca do conceito de exclusão digital, que é entendido como sendo uma série 
de fatores que impedem um indivíduo de usar a tecnologia da informação, e quando o termo 
financeira entra para a discussão, este conceito se amplia chegando ao público que não tem 
acesso aos serviços financeiros digitalmente. Entendendo aqui que estes serviços 
englobam o que se chama de internet banking e mobile banking, que são na verdade um 
serviço bancário fornecido por meio de um acesso bancário online. Graças ao 
desenvolvimento tecnológico o ambiente digital permitiu o desenvolvimento dos bancos 
digitais, sejam no conceito mais reduzido dos bancos físicos que ofertam serviços digitais ou 
dos bancos que já nasceram digitalmente (fintechs). Para concretização desta pesquisa, a 
metodologia utilizada se fez em uma classificação de um estudo de caso exploratório com 
base em revisões bibliográficas. Realizou-se uma pesquisa de campo com uma amostra por 
conveniência com 75 usuários bancários, para tanto utilizou-se um questionário com 15 
perguntas. A maior parte dos respondentes é do sexo feminino, com idade entre 24 e 40 anos, 
ensino superior incompleto e renda até 3.000,00. Através da pesquisa pode-se entender que 
 
9 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
Isanatbela89@outlook.com. 
10 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
bruno.dore@estacio.br. 
 
 
14 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
que embora a maioria dos clientes utilizem a internet como ferramenta e conheça o internet 
banking dos bancos, percebeu-se que, apesar dos avanços tecnológicos, os clientes ainda têm 
dificuldades em acessar apenashá muitos avanços 
científicos nessa área que possibilitam que a pessoa com o vírus tenha qualidade de vida. O 
tratamento inclui acompanhamento periódico com profissionais de saúde e a realização de 
exames. Uma das importantes conquistas em termos globais refere-se ao aumento da 
perspectiva de vida das pessoas vivendo com HIV/Aids, decorrente do acesso ao tratamento 
e da diminuição global de novos casos. Todavia, nos contextos regionais, existem barreiras 
socioculturais, políticas e econômicas que reforçam o estigma vinculado ao HIV/Aids e 
comprometem o controle da epidemia. Isso significa dizer que o diagnóstico positivo do HIV 
ainda é associado ao medo do isolamento social, do afastamento de familiares, parceiros/as 
e amigos e da perda do emprego. Segundo essa perspectiva, ao diferenciar o indivíduo/grupo 
portador do estigma e colocá-lo numa posição desvantajosa, os processos de estigmatização 
cumprem a função de produzir e manter as desigualdades e hierarquias sociais. O HIV/AIDS 
é principalmente uma doença transmitida por via sexual, e a maior parte da comunicação para 
a prevenção ao HIV/AIDS, tanto passada quanto atual, trabalha na tentativa de modificar 
exatamente isso: o comportamento sexual. Tais campanhas têm abordado rituais de iniciação, 
prostituição, abuso infantil, negociação de práticas sexuais e desigualdade de gênero, entre 
outros assuntos. Frequentemente as práticas sexuais têm sido vistas e interpretadas 
principalmente como práticas culturais que se contrapõem ao sexo seguro e, portanto, tinham 
de mudar. O acesso universal à terapia antirretroviral (TARV) resultou em uma redução 
significativa nas taxas de morbidade e mortalidade. Cabe aos profissionais de saúde ampliar 
seus conhecimentos e repassá-los para os pacientes e seus familiares e adotarem medidas 
preventivas para aumentar o tempo de sobrevivência de um paciente portador da 
Imunodeficiência Humana. Como desafios para o futuro das políticas públicas em relação à 
Aids no Brasil apresentam-se principalmente aqueles relacionados com a manutenção dos 
princípios éticos e de direito à saúde presentes nas propostas dessas políticas, igualmente 
frutos de incessante luta da sociedade brasileira através das Ongs, da mídia e de instituições 
públicas de saúde. Para tanto, se faz necessário, antes de mais nada, que os serviços de saúde 
reconheçam a complexidade do fenômeno e se estruturem de forma a levar em conta os 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
diferentes aspectos da vida dos portadores de HIV/AIDS, promovendo intervenções 
conjuntas que atuem sob um olhar biopsicossocial. 
 
Palavras-chave: vírus da imunodeficiência humana; relações sexuais; tratamento. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente 
Transmissíveis, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Protocolo clínico 
e diretrizes terapêuticas para atenção integral às pessoas com infecções sexualmente 
transmissíveis (IST). Brasília: Ministério da Saúde; 2020. 
 
CABRAL J. D. R.; CABRAL, L. D. R.; ANGELIM, R. C. D. M; BORBA, A. K. O. T.; 
VASCONCELOS, E. M. R. D.; RAMOS, V. P. Tecnologia educativa para promoção da 
qualidade de vida de pessoas que vivem com HIV. Rev Min Enferm.2016; 20:e941. 
 
FALCÃO, C. B.; VERAS, J. F.; MACEDO, M. M. K. Destinos do Édipo, Destinos do 
Sujeito. In: Macedo, Mônica M. K. (org.). Neurose: Leituras Psicanalíticas. Porto Alegre: 
EDIPUCRS, 2002 
 
GRANGEIRO, A.; ESCUDER, M. M. L.; SILVA, S. R.; CERVANTES, V.; TEIXEIRA, P. 
R. Características da Resposta à Aids de Secretarias de Saúde, no Contexto da Política de 
Incentivo do Ministério da Saúde. Revista Saúde e Sociedade, v. 21, n. 4, p. 954-975, 2012. 
 
MAGALHÃES, H. M. Redes de Atenção à Saúde: rumo à integralidade. Divulg Saúde 
Debate, v. 52, p. 15-37, 2014. 
 
PIMENTA, B. J. F.; SANTOS, C. R.; VIEIRA, L. F.; MARQUES, I. A qualidade de vida e 
o comportamento otimista de pessoas com HIV/AIDS. Rev Bras de Qual de Vida, v. 7, n. 
3, 2015. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A MONITORIA NAS AULAS PRÁTICAS DA DISCIPLINA DE SAÚDE DA 
MULHER: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE AS 
CONTRIBUIÇÕES NA FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO 
 
 
 Beatriz Machado Cabral 143 
Evilaine de Castro Fernandes 144 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 145 
 
A monitoria no ensino superior é um processo de apoio pedagógico e de ensino-
aprendizagem, regulamentada tanto pelas leis do ensino superior quanto pelas diretrizes 
curriculares do curso de graduação em Enfermagem, que permite ao aluno desempenhar 
funções de mentoria no processo de ensino/aprendizagem e de atuar junto ao docente no 
planejamento pedagógico (BRASIL,1968; BRASIL,1996; BRASIL,2001). Na graduação em 
enfermagem a monitoria possibilita o desenvolvimento das habilidades de comunicação e de 
relações interpessoais, aplicação do processo de enfermagem com conhecimentos teóricos e 
técnicos assistenciais, administrativos e educativos, além do preparado para o mercado de 
trabalho também proporciona o aprimoramento da capacidade de liderar. Desse modo, diante 
das possibilidades de atuação do enfermeiro na saúde da mulher, o presente trabalho teve 
como objetivo relatar a experiência das atividades da monitoria na disciplina ensino clínico 
da saúde da mulher prática, realizado em um município da Zona da Mata Mineira. Trata-se 
de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, realizado por uma acadêmica de 
enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora sob a orientação da docente e da 
preceptora responsáveis pelas atividades da disciplina. Adicionalmente, esse relato apresenta 
algumas reflexões sobre a contribuição da monitoria vinculada as práticas da disciplina da 
saúde da mulher para a formação do enfermeiro. O estudo sobre termos técnicos e 
procedimentos aplicadas a consulta de enfermagem à mulher foi a primeira atividade da 
monitoria, na sequência foi realizado a preparação de atividades educativas no formato de 
 
143 Beatriz Machado Cabral. Acadêmica do curso de enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: beatrizmachado546@gmail.com 
144 Evilaine de Castro Fernandes. Mestranda em Enfermagem no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de 
Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora. Preceptora do curso de Enfermagem. E-mail: 
evilaine.fernandes@estacio.br 
145 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
sala de espera para promoção da saúde da mulher nas Unidades de Atenção Primária à Saúde 
que recebem as práticas das disciplinas, sobre os seguintes temas: vacinação do HPV, direitos 
sexuais e reprodutivos, amamentação, saúde mental e autocuidado, direitos da gestante, 
prevenção da Sífilis/ HIV e de outras IST, orientação sobre fatores de risco e prevenção do 
câncer do colo do útero e da mama, dentre outros. Adicionalmente a monitora também 
auxiliou na preparação das atividades educativas para adolescentes estudantes, pois nessa 
disciplina os alunos também tiveram a oportunidade de executar ações de promoção da saúde 
em escolas do munícipio. O monitor em sala de aula além de ser um elo entre professor e 
aluno, também atuou na preparação de todo o processo das atividades de promoção da saúde, 
incluindo o treino e a simulação em sala de aula até na execução das práticas, algo que 
permitiu identificar as dificuldades dos alunos em relação aos conteúdos teóricos e de 
reforçar o estudo e a autonomia na busca de conhecimento (FERNANDES, et al. 2015). 
Conclui-se que as vivências da monitoria ampliaram a visão do acadêmico de enfermagemsobre as competências, práticas e possibilidades de atuação profissional na área da saúde da 
mulher, além disso possibilitou a troca de experiências entre profissionais, acadêmicos e 
entre as mulheres e adolescentes participantes das atividades educativas. 
 
Palavras-chave: Saúde da Mulher; Mentores; Educação em Saúde; Enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação 
Superior. Resolução nº 3, de 7 de novembro de 2001. Institui Diretrizes Curriculares 
Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem e dá outras providências. Diário Oficial 
da União 09, Poder Executivo, Brasília, DF, 7 de novembro de 2001. 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação 
Superior. Lei nº 5.540, de 28 de novembro de 1968. Fixa normas de organização e 
funcionamento do ensino superior e sua articulação com a escola média, e dá outras 
providências. Diário Oficial da União - Seção 1 - 29/11/1968. p.10369. 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as 
diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, 
Brasília, 23 de dezembro de 1996.Seção I, p. 27.833 a 27.841. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
FERNANDES, Nayara Cavalcante et al. Monitoria acadêmica e o cuidado de pessoa com 
ostomia: relato de experiência. Revista Mineira de Enfermagem, v.19, n.2, 2015, p 238-241. 
Disponível em: 10.5935/1415-2762.20150038 Acesso em: 25 set.2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ABORDAGENS E PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA PROMOÇÃO DA 
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DE PESSOAS LGBTQIA+: UMA 
REVISÃO INTEGRATIVA 
 
 
Mariana Guimarães Bastos 146 
Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha 147 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins 148 
Tassiene Aparecida de Farias Sampaio149 
Elisa Brito Azzi 150 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 151 
 
As recomendações governamentais reforçam que as práticas educativas para promoção da 
saúde sexual e reprodutiva estão incluídas no rol das atividades de assistência à saúde no 
contexto da atenção primária (BRASIL, 2013). Tais ações devem ser ofertadas de forma 
inclusiva além de contemplar todas as pessoas, englobando um conjunto de temas e ações 
direcionadas ao fortalecimento do exercício dos direitos sexuais e reprodutivos, dentre as 
quais destacam-se prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis, acesso as 
orientações sobre métodos contraceptivos e conceptivos para o planejamento reprodutivo, 
serviços e orientação sobre prevenção do câncer do colo do útero e de mama, assistência pré-
concepcional, atenção ao pré-natal com profissionais qualificados, dentre outras (PAIVA; 
CAETANO, 2022). Contudo, observa-se uma incoerência entre as recomendações e as 
práticas implementadas, cujas ações educativas cis heteronormativa da sexualidade, possuem 
uma abordagem limitada com foco na prevenção da gravidez, valorizando somente o desejo 
da contracepção e, portanto, não favorecem a adesão e a participação das pessoas Lésbicas, 
 
146 Mariana Guimarães Bastos. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marianaguimaraesbastos@gmail.com 
147 Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tissiadiniz02@gmail.com 
148 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa99@hotmail.com 
149 Tassiene Aparecida de Farias Sampaio. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tassienefaria@gmail.com 
150 Elisa Brito Azzi. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
elisabazzi.br@gmail.com 
151 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
mailto:marianaguimaraesbastos@gmail.com
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros, Queers, Intersex, Agêneros, 
Assexuados e mais (LGBTQIA+) (ALBUQUERQUE; BOTELHO; RODRIGUES, 2019). 
Diante disso, o objetivo deste estudo de revisão, em andamento, é identificar evidências 
científicas produzidas sobre as práticas educativas para a promoção da saúde sexual e 
reprodutiva da população LGBTQIA+ no cenário nacional. Trata-se de uma revisão 
integrativa, tendo por base a seguinte questão norteadora “Quais são os temas e as principais 
características dos estudos publicados nos últimos 10 anos, sobre as práticas educativas 
voltadas para a promoção da saúde sexual e reprodutiva da população LGBTQIA+ no cenário 
brasileiro? Destaca-se que a busca dos estudos será realizada em três bases de dados: 
MEDLINE, Biblioteca eletrônica SCIELO e Web of Science, a seleção da amostra encontra-
se em andamento no momento da elaboração deste resumo. Serão excluídos resumos de 
congresso, editoriais, cartas, teses e dissertações. Projeta-se a análise descritiva e a 
categorização dos estudos através de um quadro síntese e a extração das informações dos 
trabalhos revisados com o auxílio de uma planilha construída no software Excel com as 
variáveis a serem analisadas. Por tratar-se de estudos com dados secundários, a aprovação do 
comitê de ética não foi necessária. Espera-se que os resultados deste estudo forneçam 
recomendações para o fortalecimento das práticas educativas embasadas na abordagem 
interseccional. Essa abordagem congrega a perspectiva da equidade e justiça social, onde as 
diferenças não são estereotipadas e muito menos classificadas, tornando tais práticas mais 
inclusivas (HANKIVSKY, 2012). Conclui-se que para além de fomentar discussões sobre a 
promoção da saúde sexual e reprodutiva das pessoas LGBTQIA+, esse estudo poderá 
contribuir em prol da visibilidade tanto das lacunas e quanto das práticas produzidas e 
publicadas no contexto brasileiro sobre a saúde sexual e reprodutiva destas pessoas que por 
vezes possuem seus direitos violados por conta de preconceitos, estigmas e ou pela falta de 
conhecimento dos profissionais de saúde. 
 
Palavras-chave: Educação em Saúde; Minorias Sexuais e de Gênero; Saúde Sexual e 
Reprodutiva. 
 
REFERÊNCIAS 
 
ALBUQUERQUE, M. R. T. C. de; BOTELHO, N. M.; RODRIGUES, C. C. P. Atenção 
integral à saúde da população LGBT: Experiência de educação em saúde com agentes 
 
 
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comunitários na atenção básica. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 
Rio de Janeiro, v. 14, n. 41, p. 1758, 2019. doi: 10.5712/rbmfc14(41)1758. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva. 1 ed. 2013. 300 p. 
 
HANKIVSKY O. Women's health, men's health, and gender and health: implications of 
intersectionality. Soc Sci Med. 2012 Jun; v.74, n.11, p.1712-20. 
 
PAIVA, C.C.N.; CAETANO, R. Theoretical model of sexual and reproductive health care: 
subsidies for evaluative research. Revista Gaúcha de Enfermagem. 2022, v. 43, e20200425. 
doi: 10.1590/1983-1447.2022.20200425. 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://doi.org/10.1590/1983-1447.2022.20200425
 
 
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CUIDADOS PALIATIVOS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO: 
UMA REVISÃO DE LITERATURA 
 
Arthur Gonçalves dos Santos 152 
Cláudio Vitorino Pereira 153 
Rayane Vithoria Ferreira Francisco 154 
Thamyris Silva da Cunha Farina155Ana Carolina Tales Nogueira Dutra 156 
 
INTRODUÇÃO: O Brasil vivencia um processo transição demográfica e epidemiológica 
caracterizadas pelo envelhecimento populacional e aumento nas condições crônicas em 
saúde (DANTAS, et al., 2017). Projeções realizadas pela Organização Mundial de Saúde 
(OMS) apontam que mais de 40 milhões de pessoas necessitarão de cuidados paliativos no 
final da vida a cada ano (OMS, 2020). OBJETIVO: Compreender aspectos relacionados a 
formação do enfermeiro para atuação paliativista. METODOLOGIA: Trata-se de uma 
revisão de literatura, realizada nas bases de dados Medical Analyses and Retrieval System 
Online (MEDLINE); Scientific Eletronic Library (SciELO), Literatura Latino-americana 
e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) e Base de Dados de Enfermagem (Bdenf). 
Foram incluídos artigos publicados entre agosto de 2017 a julho de 2022, completos e 
disponíveis eletronicamente nos idiomas português, inglês ou espanhol, e que respondiam 
à questão norteadora do estudo. Para a seleção dos artigos foi realizada a busca na qual 
combinaram-se os seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Cuidados 
paliativos” AND “educação em enfermagem” AND “educação continuada”. 
REFERÊNCIAL TEÓRICO: O termo Cuidados Paliativos pode trazer a ideia de 
finitude e ocasionar ao paciente e a família a sentimentos negativos como ansiedade, 
isolamento, dificuldade do enfrentamento e perda do apoio social (ESPÍNDOLA et al., 
2018). Por isso, é necessário propiciar recursos emocionais para lidar com possíveis crises 
 
152 Arthur Gonçalves dos Santos. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: santosarthur92@gmail.com 
153 Cláudio Vitorino Pereira. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: claudio.pereira89@hotmail.com 
154 Rayane Vithoria Ferreira Francisco. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: rayanevithoria12@gmail.com 
155 Thamyris Silva da Cunha Farina. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. E-mail: thamyrisfarina5336@gmail.com 
156 Ana Carolina Tales Nogueira Dutra. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: anadutra54958@gmail.com 
 
 
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decorrentes da doença e da finitude da vida e, por fim, para enfrentar o período de luto 
(ZHU et al., 2021). Devido a sua importância e representatividade nas diversas esferas de 
Saúde, a Enfermagem possui o papel de prestar assistência holística e intervir 
precocemente para permitir a prevenção complicações, promover do alívio da dor e atuar 
em questões biopsicossociais. Sendo essencial esses cuidados para proporcionar bem- estar 
e redução de sintomas e aflições para a família e o paciente (SILVA et al., 2020). 
RESULTADOS: Foi percebido lacunas no processo de formação dos enfermeiros para 
atuação em situações de finitude da vida. A abordagem insuficiente do tema durante a 
graduação, e ausência de educação continuada nas Instituições de Saúde repercutem na 
falta de preparo e ou insegurança para lidar com essa realidade cada vez mais presente em 
nossa população. Por outro lado, intervenções com estratégias educacionais e a formação 
de profissionais de enfermagem especialistas em oncologia demonstraram ser efetivos para 
aumento do conhecimento sobre a temática CONSIDERAÇÕES FINAIS: Percebe-se a 
necessidade de ampliar a capacitação para que os enfermeiros obtenham maior habilidade 
e segurança para lidar com o processo de finitude da vida e propiciar melhor assistência a 
pacientes e familiares que vivenciam tal processo. Sugere-se maior abordagem da temática 
nos cursos de graduação em Enfermagem, a fim de que os futuros profissionais saibam 
gerenciar suas emoções e assim desempenhar suas atividades com empatia e segurança. 
 
Palavras-chave: Cuidados paliativos, Educação em Enfermagem, Educação continuada 
 
REFERÊNCIAS: 
 
DANTAS, I. C.; PINTO JUNIOR, E. P.; MEDEIROS, K. K. A. S.; SOUZA, E. DE A. Perfil 
de 
morbimortalidade e os desafios para a atenção domiciliar do idoso brasileiro. Revista 
Kairós Gerontologia, 20(1), pp. 93-108, 2017. Disponível em: 
https://doi.org/10.23925/2176- 901X.2017v20i1p93-108 
ESPÍNDOLA, A.V; QUINTANA M.A; FARIAS P.C.; et al Relações familiares no contexto 
dos cuidados paliativos. Rev. Bioét. 26 (3), 2018. Disponível em 
https://doi.org/10./1590/1983- 80422018263256 
https://doi.org/10.23925/2176-901X.2017v20i1p93-108
https://doi.org/10.23925/2176-901X.2017v20i1p93-108
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
SILVA, R.M; BRAVO D.S; VALVERDE V.R.L; et al. A importância da assistência de 
enfermagem nos cuidados paliativos. Brazilian Journal Of Surgery And Clinical 
Research. São Paulo Vol.32, n.1, pp.83-87, 2020. 
ZHU.S, ZHU.H, ZHANG X,; et al. Care needs of dying patients and their family caregivers 
in hospice and palliative care in mainland China: a meta-synthesis of qualitative and 
quantitative studies. BMJ Open. Nov 5;11(11): e051717, 2021. 
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Palliative care: [Internet], 2020. Disponível em: 
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/palliative-care. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/palliative-care
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PERCEPÇÕES DOS USUÁRIOS DE UM CENTRO DE ATENÇÃO 
PSICOSSOCIAL SOBRE O ACESSO RESOLUTIVO NA ASSISTÊNCIA À 
SAÚDE MENTAL 
 
 
 Aline Fregulia Lomar157 
Patrícia Rodrigues Braz158 
 
O movimento pela Reforma Psiquiátrica teve início no Brasil em meados de 1970, e elaborou 
propostas visando à transição do modelo asilar psiquiátrico para a assistência comunitária e 
o processo de desinstitucionalização (AMARANTE, NUNES, 2018). Tal movimento serviu 
como alicerce para a criação da Lei Federal nº 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os 
direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em 
saúde mental (BRASIL,2004). Com os novos paradigmas emergentes do processo da 
Reforma Psiquiátrica, surgiram possibilidades de organização de uma rede substitutiva ao 
hospital psiquiátrico. (AMARANTE, NUNES, 2018). Dentre os serviços substitutivos 
pertencentes à Rede de Atenção Psicossocial estão os Centros de Atenção Psicossocial 
(CAPS), instituições de referência e tratamento para pessoas que possuem algum tipo de 
sofrimento mental. Estudos demonstram que os CAPS contribuíram para a redução do 
número de internações em setores de urgência psiquiátrica, e para a socialização dos usuários 
frequentes, através da comunicação e integração com o meio social, auxiliando na 
resolutividade da assistência em saúde mental (ONOCKO-CAMPOS, 2019, OMS, 2020). 
Um serviço pode ser considerado resolutivo quando a assistência disponibilizada é capaz de 
responder às necessidades apresentadas pelo corpo social, incluindo a organização do fluxo 
assistencial, os recursos financeiros destinados, os saberes e tecnologias disponíveis, o 
acolhimento, as relações traçadas com a equipe e a resolução dos problemas (ONOCKO-
CAMPOS, 2019). Ante o exposto, o estudo refere-se à uma pesquisa de abordagem 
qualitativa que visa compreender as percepções de usuários sobre a atenção em saúde mental, 
com foco no acesso resolutivo a um CAPS III que funciona diariamente, durante 24 horas e 
está situado em área central no Município de Juiz de Fora. Serão realizadas entrevistas 
 
157 Aline Fregulia Lomar – Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
fregulialine@outlook.com. 
 
158 Patricia Rodrigues Braz – Enfermagem - Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
patriciaenfbraz@gmail.com 
mailto:fregulialine@outlook.commailto:patriciaenfbraz@gmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
direcionadas por roteiros previamente elaborados com 20 usuários maiores de 18 anos de 
ambos os sexos, não curatelados, que estejam lúcidos, orientados, ativos e apresentem adesão 
ao tratamento medicamentoso e às atividades de reabilitação psicossocial individual e 
coletiva, e que concordem em participar da pesquisa assinando um Termo de Consentimento 
Livre e Esclarecido, sendo ilegíveis os que não se enquadrarem em um dos critérios citados. 
Mediante a autorização dos participantes, as entrevistas serão gravadas em mídia digital, para 
que se obtenha total fidedignidade dos relatos, e, posteriormente, serão transcritas. Os dados 
coletados serão apreciados a partir da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011) com auxílio do 
software Open Logos para categorização. Espera-se, com os resultados da pesquisa, 
contribuir com a literatura ainda lacunar sobre esse tema e fomentar possíveis melhorias no 
que se refere ao acompanhamento e assistência à saúde mental oferecido. 
 
Palavras-chave: acesso aos serviços de saúde; acesso efetivo aos serviços de saúde; 
assistência à saúde mental; serviços de saúde mental; serviços comunitários de saúde mental. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
AMARANTE, Paulo; NUNES, Mônica de Oliveira. “A reforma psiquiátrica no SUS e a luta 
por uma sociedade sem manicômios”. Ciência & Saúde Coletiva, 2018. 
BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. 1. ed. Almedina, 2011. 
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretária de Atenção à Saúde. Departamento de Ações 
Programáticas Estratégicas. Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicossocial. 
Brasília (DF), p.86. 2004. 
BRASIL, Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria n.º 3.588, de 21 de dezembro 
de 2017. Altera as Portarias de Consolidação no 3 e nº 6, de 28 de setembro de 2017, para 
dispor sobre a Rede de Atenção Psicossocial, e dá outras providências. Brasília (DF) 2017. 
ONOCKO-CAMPOS, Rosana Teresa. “Saúde mental no Brasil: avanços, retrocessos e 
desafios”. Caderno de Saúde Pública, v. 35, 2019. 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. OMS pede aumento maciço nos investimentos 
em saúde mental. Organização Mundial de Saúde, 2020. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ASSISTÊNCIA À MULHER SURDA NA GESTAÇÃO, PARTO E 
PUERPÉRIO NO CENÁRIO BRASILEIRO: UMA REVISÃO DE ESCOPO 
 
 
 Ana Carolina Ferreira Marques 159 
Larissa Vianelle de Morais 160 
Isabella Araujo Baldutti 161 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 162 
 
A mulher surda no ciclo gravídico puerperal, possui tripla vulnerabilidade, que as acometem 
por serem mulheres, portarem deficiência e pelas modificações impostas pela gravidez na 
vida social, física, familiar, emocional e econômica. Tal realidade torna-se ainda mais grave, 
principalmente no âmbito da saúde, dada a ausência das condições básicas para acesso ao 
atendimento integral, capacitado, resolutivo e equânime no período gestacional (THOMAZ 
et al., 2021). Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde em 2022, alertam que 
2,5 bilhões de pessoas viverão com algum grau de perda auditiva em 2050. Diante da 
invisibilidade deste tema e da escassez de iniciativas no âmbito da saúde materna destas 
mulheres, objetivou-se identificar e sumarizar as evidências disponíveis na literatura nacional 
sobre a atenção à saúde da mulher surda no ciclo gravídico puerperal. Trata-se de uma revisão 
de escopo, cujos preceitos teóricos contemplaram as seis etapas metodológicas estabelecidas 
pelo instituto Joanna Briggs Institute (PETERS et al., 2020). A busca foi realizada em cinco 
bases: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde; Medical Literature 
Analysis and Retrieval Sistem via Pubmed; Biblioteca eletrônica SCIELO, Web of Science e 
na Cumulative Index to Nursing and Allied Health, acessadas via periódicos CAPES em 
março de 2022. Os resultados foram sumarizados e apresentados no formato de tabelas. Por 
se tratar de um estudo que utilizou informações bibliográficas de acesso público, não foi 
necessária aprovação ética prévia por comitês de ética em pesquisa envolvendo seres 
 
159 Ana Carolina Ferreira Marques. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. E-mail: anacarolina96marques@gmail.com 
160 Larissa Vianelle de Morais. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora E-mail: larissavianellm@gmail.com 
161 Isabella Araujo Baldutti. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: 201802323651@alunos.estacio.br 
162 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. Orientadora do trabalho. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
humanos. A utilização dessa estratégia adaptada, segundo as particularidades e idiomas de 
cada uma das bases utilizadas possibilitou a recuperação de 1.831 estudos, após exclusão de 
131 duplicações no software Endnote web. De 1.700 estudos, somente 121 foram incluídos 
após a leitura do título e resumo, destes 110 foram excluídos com justificativa e após a leitura 
do texto completo 11 estudos foram incluídos para análise do texto completo, sendo 
recuperado uma referência de um dos estudos incluídos, assim a amostra final fechou em 12 
artigos os quais possibilitaram responder a seguinte questão norteadora: quais os desafios 
para implementação do cuidado integral à saúde da mulher surda no ciclo gravídico puerperal 
segundo a literatura científica nacional?. Observou-se uma escassez de publicações sobre o 
tema, principalmente no âmbito nacional, algo que sugere uma lacuna de conhecimentos 
sobre a saúde materna das mulheres surdas, cuja sexualidade e os direitos reprodutivos são 
violados e invisibilizados diante da ausência de normativas e de profissionais de saúde 
capacitados em LIBRAS (COSTA et al., 2018), falta de acessibilidade nas maternidades 
(THOMAZ et al., 2021), ausência de intérpretes de LIBRAS (BERNARDO et al.,2021). 
Conclui-se que a produção do conhecimento no âmbito nacional sobre a assistência à mulher 
surda ao período gravídico puerperal ainda é incipiente. Foi observado a necessidade de 
melhorias na assistência, estrutura e a capacitação dos profissionais de saúde que atuam nas 
maternidades. Espera-se que os resultados deste estudo fomentem a discussão do tema e 
contribua para a produção de iniciativas e futuras pesquisas que dialoguem sobre a autonomia 
e o fortalecimento do exercício dos direitos sexuais e reprodutivos da mulher surda no Brasil. 
 
Palavras-chave: Saúde da Mulher; Surdez; Pessoas com deficiência auditiva; Gestação. 
 
REFERÊNCIAS 
BERNARDO, Lucas Andreolli et al. Potências e limites no cotidiano da formação acadêmica 
no cuidado à saúde da pessoa surda. Escola Anna Nery, v. 25, 2021. 
COSTA, Amanda Andrade et al. Acolher e escutar o silêncio: o cuidado de enfermagem sob 
a ótica da mulher surda durante a gestação, parto e puerpério. Rev Fund Care Online. v.10, 
n.1, p.123-129. 2018. 
THOMAZ, Erika Barbara Abreu Fonseca et al. Acessibilidade no parto e nascimento a 
pessoas com deficiência motora, visual ou auditiva: estrutura de estabelecimentos do SUS 
vinculados à Rede Cegonha. Ciência & Saúde Coletiva. 2021, v. 26, n. 3, p.897-908. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
PETERS, M. D. J., et al. Chapter 11: Scoping Reviews (2020 version). In: Aromataris, E. & 
Munn Z (Editors). Joanna Briggs Institute Reviewer's Manual. 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PROMOÇÃO DA SAÚDE NADOENÇA RENAL CRÔNICA POR MEIO DE 
UM PROJETO DE EXTENSAO SOCIAL 
 
Deborah Monteiro da Silva 163 
Denise Rocha Raimundo Leone 164 
Ghiovana Baruzi Weitzel 165 
Isabela das Graças Almeida Rodrigues166 
Lívia da Silva Pereira 167 
Ranna Dias Deolindo da Silva 168 
 
A Doença Renal Crônica (DRC) é considerada mundialmente como um problema de saúde 
pública. Caracterizada pela lesão na estrutura e/ou função renal em sua fase mais avançada 
os rins não conseguem manter a homeostase do corpo, sendo necessária a terapia de 
substituição renal. Ela acomete cerca de 10% dos adultos, 12% das pessoas com hipertensão 
arterial, 15% daquelas com diabetes mellitus e 30% dos idosos. Nesse contexto, nota-se a 
necessidade de serem instituídas medidas capazes de diminuir a prevalência da DRC. Dentre 
essas, estão as atividades educativas que se tornaram um meio eficaz para prevenir doenças, 
e é por esse processo que os profissionais de saúde têm maior interação com a comunidade 
(SAMMAN et al., 2022; SILVA, 2020). A educação em saúde é definida pelo Ministério da 
Saúde como um processo educativo de conhecimentos em saúde que visa a conscientização 
de uma temática pela população, das pessoas no seu cuidado e na discussão com os 
profissionais e os gestores a fim de alcançar uma atenção à saúde de acordo com suas 
necessidades (MELO et al., 2022). Objetivo: Relatar as atividades de um projeto de extensão 
social por meio de uma educação em saúde em uma rede social. Metodologia: Estudo 
descritivo, do tipo relato de experiência, elaborado por meio das descrições das atividades 
desenvolvidas pelo projeto de extensão social: “Doença Renal Crônica: conhecer para melhor 
 
163 Deborah Monteiro da Silva. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: deborahmonteiro312@gmail.com 
164 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
165 Ghiovana Baruzi Weitzel. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: ghiovana.w@gmail.com 
166 Isabela das Graças Almeida Rodrigues. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: isabelaalmeidapoh@gmail.com 
167 Lívia da Silva Pereira. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: livia.sjn@hotmail.com 
168 Ranna Dias Deolindo da Silva. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: rannadeolindo@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
viver” no período de março de 2021 a janeiro de 2022. Resultados: Contribuem para esse 
projeto de extensão social uma docente do curso de Enfermagem e cinco discentes dos cursos 
da área da saúde do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Sendo, duas discentes do curso 
de Enfermagem, uma de Fisioterapia e duas de Odontologia. No decorrer do projeto de 
extensão social foram realizadas publicações na página do Instagram @conhecerrenal 
envolvendo as seguintes temáticas: o que é, os fatores de risco como hipertensão e diabetes, 
estágios e o tratamento da DRC; atuação de cada profissional da saúde na DRC; alimentação; 
entre outras. Além disso, houve a realização de três lives abordando temas como a 
"Alimentação na DRC”, “A saúde bucal e a DRC; o que você precisa saber e o 
compartilhamento da experiência da uma paciente que havia realizado transplante renal 
devido a DRC. Proporcionando também as discentes do projeto oportunidades de realizar 
apresentações em eventos científicos. Considerações finais: O projeto de extensão propiciou 
informação científica, porém com linguagem acessível, à sociedade acerca da DRC; 
viabilizou que as discentes e membros do projeto ampliem seus conhecimentos sobre a 
temática e as qualificam para buscas científicas. 
 
Palavras-chave: Doença renal crônica; Educação em Saúde; Projeto de Extensão. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
MELO, T.T et al. Educação e saúde em dispositivos de atenção à saúde na formação do 
enfermeiro: um relato de experiência. Revista Enfermagem. 2022. 
 
SARMMAN, F. et al. Razão oferta/necessidade de consultas médicas, exames de 
diagnóstico e acompanhamento da doença renal crônica no Sistema Único de Saúde: estudo 
descritivo, estado de São Paulo, 2019. Epidemiologia e Serviços de Saúde. Brasília, 
31(2):e20211050, 2022 
 
SILVA, Gessianny Emanuelly de Lima. Educação em saúde para a prevenção da doença 
renal crônica na comunidade: relato de experiência. Revista Caravana - Diálogos entre 
Extensão e Sociedade. v.5 n.2, p.05-21, 2020. 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PANDEMIA DO COVID-19 E A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS 
ATIVAS NO ENSINO SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE 
 
Deborah Monteiro da Silva 169 
Denise Rocha Raimundo Leone 170 
Ana Carolina Teles Nogueira 171 
Thamyris Silva da Cunha Farina172 
 
Devido a pandemia do Covid-19 houve a necessidade de distanciamento social e suspensão 
das aulas presenciais. Assim, tornou-se necessário o uso de metodologias ativas no ensino 
remoto como um recurso para evitar a total paralização das aulas (APPENZELLER et al., 
2020). Referencial teórico: O uso de metodologias ativas é apontado como uma tática que 
deve ser utilizada nos cursos da área da saúde, por meio das Diretrizes Curriculares. Estas 
favorecem a autonomia do discente, por meio de um ambiente ativo e dinâmico no qual o 
estudante é o principal responsável por adquirir seu conhecimento e o professor atua como 
facilitador no processo aprendizagem (FARIAS; MARTIN; CRISTO, 20,15; MEC, 2001). 
Embora o uso da metodologia ativa esteja consolidado, é necessário esclarecer como se deu 
o uso destas em cursos superiores da área de saúde através do ensino presencial remoto. 
Objetivo: Analisar o uso de metodologias ativas através do ensino remoto ocasionado pela 
pandemia do Covid-19, pelos professores de ensino superior de cursos da saúde. 
Metodologia: Trata de uma revisão integrativa de literatura que buscou responder à questão 
norteadora: Como foram utilizadas as metodologias ativas na educação superior durante o 
ensino remoto no contexto da Covid-19? Foram realizadas buscas nas bases de dados Lilacs, 
Scielo, BDENF. Pubmed, Science Direct e Scopus. Foram incluídos artigos disponíveis na 
integra, de forma gratuita, nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola e foram excluídos 
estudos de revisão e dentre os 133 artigos encontrados, 11 compuseram a amostra final. 
Resultados: As estratégias educacionais adotadas no ensino remoto foram a realização de 
palestras, sessões PBL, tutoriais e apresentações de seminários transmitidos ao vivo para os 
 
169 Deborah Monteiro da Silva. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: deborahmonteiro312@gmail.com 
170 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
171Ana Carolina Teles Nogueira. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. 
172 Thamyris Silva da Cunha Farina. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. E-mail: thamy_farina@hotmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
discentes, exercícios de role-playing, uso de debates clínicos, apresentações e estudo de caso 
sobre as temáticas da disciplina em questão. Assim, observa-se que as atividades remotas 
possibilitaram a continuidade dos estudos que estavam suspensos devido a restrição de 
isolamento social. Porém, também se encontra desafios no processo de aprendizagem dos 
discentes como falha na comunicação com paciente/família e com profissionais de equipe 
interdisciplinar, a avaliaçãodos discentes pelo professor pode ser limitada devido a limitação 
de tempo para observar as interações realizadas e o desafio para o corpo docente que nem 
sempre estava preparado para essa nova realidade. Considerações finais: O uso de 
metodologias ativas mostrou-se adequado e oportuno para que os discentes pudessem tornar-
se ativos no seu processo de ensino aprendizagem. Mas, para uma aprendizagem significativa 
é necessário um preparo por parte dos docentes ao planejarem e executarem suas aulas. 
 
Palavras-chave: Aprendizado ativo; Métodos; Educação Médica. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
APPENZELLER, S. et al. Novos Tempos, Novos Desafios: Estratégias para Equidade de 
Acesso ao Ensino Remoto Emergencial. Revista Brasileira de Educação Médica. 12 set. 
2020, v. 44, supl. 1, e0155. 
FARIAS, P.A.M; MARTIN, A.L.A.R; CRISTO, C.S. Aprendizagem Ativa na Educação 
em Saúde: Percurso Histórico e Aplicações. Rev. bras. educ. med., Rio de Janeiro , v. 
39, n. 1, p. 143-150, Mar. 2015 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Conselho Nacional de educação. Diretrizes 
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Enfermagem, Medicina e 
Nutrição. 2001 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PERFIL DE PACIENTES EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO: 
IMPLICAÇÕES PARA O CUIDADO DE ENFERMAGEM 
 
Denise Rocha Raimundo Leone 173 
Karine Martins Ferreira 174 
 
A doença renal crônica (DRC) é definida pela disfunção renal, por um período maior que três 
meses, e provoca alterações metabólicas, hidroeletrolíticas e nutricionais aos pacientes 
acometidos. Em sua maioria, estes são submetidos a um programa de hemodiálise (HD) 
realizado três vezes por semana por um período de quatro horas. Estes fatores estão 
diretamente relacionados às complicações cardiovasculares, que é a principal causa de 
mortalidade desta população (KDOQI, 2015). Conhecer o perfil desta clientela possibilita a 
prevenção de danos cardiovasculares. Referencial Teórico: Considerando a importância 
epidemiológica da DRC no Brasil e no mundo e a necessidade de ofertar um atendimento de 
qualidade, ratifica-se a importância de estudos que descrevam o perfil, ou seja, as 
características das pessoas que convivem com essa doença, pois com os resultados destes é 
possível conhecer as necessidades específicas dessa clientela, além de identificar as 
principais pessoas em risco do desenvolvimento de complicações, o que pode contribuir de 
maneira efetiva para reduzir o sofrimento das pessoas em tratamento hemodialítico e dos 
custos financeiros associados à doença (PICCIN et al., 2018). Objetivo: Traçar o perfil 
sociodemográfico e clínico de pessoas em tratamento hemodialítico. Metodologia: Estudo 
transversal de caráter exploratório e descritivo, realizado em uma clínica de HD na Zona da 
Mata mineira. Amostra por seleção completa, participaram do estudo 225 pessoas, maiores 
de 18 anos, e em tratamento por HD há pelo menos 3 meses. Os dados secundários foram 
coletados no prontuário por meio de questionário estruturado, no período de fevereiro de 
2019. Análise dos dados por meio da estatística descritiva através do software SPSS 20.0. 
Resultados: A maioria (56,7%) era do gênero masculino, 54,5 % eram adultos, ou seja, 
tinham a idade entre 18 e 64 anos. As etiologias mais prevalentes foram o diabetes mellitus 
(36%) e hipertensão arterial sistêmica (52%). Considerando a hipervolemia, 83% dos 
pacientes apresentavam o ganho de peso do intervalo interdialítico menor que 5%. Já 
 
173 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
174Ana Carolina Teles Nogueira. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: karinemartinsenf@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
relacionado aos exames laboratoriais, 83% apresentavam nível sérico de potássio adequado, 
63% o de fósforo e 74% o de albumina. As classificações de IMC mais prevalentes foram: 
eutróficos (46%), pré obesidade (29%), obesidade grau I (10%), obesidade grau II (7%), e 
obesidade grau III (1%). Considerações finais: as doenças que se apresentaram como as mais 
prevalentes são importantes causadoras da doença cardiovascular. Os IMC que se 
apresentaram com maior risco para doença cardiovascular são aqueles relacionados a pré 
obesidade e obesidades. Um número expressivo de pacientes apresentam-se com IMC 
elevados e com os exames laboratoriais fora dos padrões da normalidade. Conhecer o perfil 
sociodemográfico e clínico dos pacientes em HD possibilita a equipe interdisciplinar, 
sobretudo a Enfermagem, a traçar um plano de cuidado que atenda efetivamente as 
necessidades dos pacientes com DRC e assim diminuir os fatores de risco para a doença 
cardiovascular. 
 
Palavras-chave: Perfil epidemiológico, Hemodiálise, Enfermagem. 
REFERÊNCIAS: 
KDOQUI. National Kidney Foundation. Clinical practice guideline for hemodialysis adequacy: 2015 
update. Am J Kidney Dis. 2015, [s.l.], v. 66, n. 5, p.884-930. 
 
PICCIN, Catiele et al. Perfil sociodemográfico e clínico de pacientes renais crônicos em 
hemodiálise. Revista de Enfermagem UFPE on line, v. 12, n. 12, p. 3212-3220, 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ACOMPANHAMENTO DE LESÃO POR PRESSÃO EM VISITA 
DOMICILIAR DE USUÁRIA COM SEQUELA DE AVE: UM 
RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
Thamyris Silva da Cunha Farina175 
Vanessa Vieira da Motta176 
 
O acidente vascular encefálico (AVE) é uma das principais causas de incapacidade na pessoa 
idosa, evoluindo com sequelas que variam de gravidade de acordo com a extensão da 
isquemia e a região do cérebro afetada (SILVA et al., 2022). Em casos mais graves o 
indivíduo pode apresentar perda total da capacidade de realizar suas atividades, ficando 
restrito ao leito. Esse paciente requer cuidados e intervenções de enfermagem de forma a 
prevenir agravos como o desenvolvimento de lesão por pressão (LPP) (BRASIL, 2018). 
Objetivo: Mostrar a importância da assistência de enfermagem na visita domiciliar (VD) para 
o acompanhamento de LPP em idoso com sequela de AVE. Referencial teórico: 
Caracterizado como déficit neurológico focal e/ou global, o AVE tem desenvolvimento 
repentino, podendo ser isquêmico ou hemorrágico. Dentre as principais sequelas 
apresentadas estão a hemiplegia, alterações na marcha e equilíbrio, fala arrasta, distúrbios 
visuais, déficit de memória, incontinência urofecal (MARQUES et al., 2019; SCHMIDT et 
al., 2019). Em alguns casos, indivíduos pós-AVE podem ficar restritos ao leito e tornar-se 
suscetíveis ao desenvolvimento de LPP, as quais são caracterizadas por danos cutâneos ou 
de locais flácidos resultantes de pressão prolongada (MATOS et al., 2020). É essencial que 
a assistência de enfermagem na VD seja voltada à avaliação de riscos, planejando e 
participando dos cuidados com foco na prevenção e recuperação da integridade da pele. A 
avaliação do risco de desenvolver LPP pode ser feita pela escala de Braden como forma do 
enfermeiro realizar ações preventivas (CORREIA; SANTOS, 2019). Metodologia: Trata-se 
de um estudo do tipo relato de experiência de VDs realizadas durante o estágio curricular 
supervisionado na UBS de Santa Luzia no segundo semestre de 2022. Resultados: Foram 
realizadas VDs a uma paciente de 83 anos, acamada, apresentando disartria, afasia e 
hemiplegia à direita como sequela de AVE isquêmico, classificada como grau 5 na escala de 
 
175 Thamyris Silva da Cunha Farina. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. E-mail: thamy_farina@hotmail.com 
176 Vanessa Vieira da Motta. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: Mottavanessa.vm@gmail.com146 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Rankin e com risco severo de desenvolver LPP pela escala de Braden. Durante o atendimento 
foi identificada uma LPP infectada de grau III na região sacrococcígea, cavitaria, medindo 
5cm de extensão, secretiva e com odor fétido, sendo prescrito como cobertura primária o uso 
de cetoconazol e neomicina, posteriormente ocluída com gaze IV. Foi definida pela equipe 
de saúde na unidade básica a necessidade de VDs semanais visando avaliar a LPP e orientar 
a família sobre a importância da mudança de decúbito, hidratação da pele, nutrição, 
realização de curativo diário e adesão aos medicamentos de uso contínuo. Após cinco 
semanas de acompanhamento, houve melhora do aspecto da lesão apresentando tecido de 
granulação, sem secreção ou odor fétido, sendo mantidas as VDs. Considerações finais: A 
assistência da enfermagem na VD tem grande valor na prevenção de LPP em pacientes 
restritos ao leito, caracterizando-se como ferramenta na prevenção do surgimento de lesões. 
A realização da VD é crucial no processo de educação em saúde e assistência humanizada e 
individualizada ao paciente e à família. 
 
Palavras-chave: acidente vascular encefálico; paciente acamado; lesão por pressão; 
visita domiciliar 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Orientações para o cuidado com o paciente no 
ambiente domiciliar [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Hospital Alemão 
Oswaldo Cruz. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 96p. 
 
CORREIA, Analine de Souza Bandeira; SANTOS, Iolanda Beserra da Costa. Lesão 
por pressão: medidas terapêuticas utilizadas por profissionais de enfermagem. RBCS 
[Internet], v. 23, n. 1, p. 33- 42, 2019. 
 
MARQUES, Jéssica Carla et al. Perfil de pacientes com sequelas de acidente vascular 
cerebral internados em um centro de reabilitação. Acta Fisiátrica , v. 26, n. 3, p. 144-
148, 2019. 
 
 
 
147 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MATOS, Suellen et al. Úlcera por pressão em idosos institucionalizados: escores de 
risco e determinantes clínicos. Revista ROL de Enfermería,v. 43, n. 1, p. 493-499, 
2020. 
 
SCHMIDT, Michelle Hillig et al. Acidente vascular cerebral e diferentes limitações: 
uma análise interdisciplinar. Arq Ciênc Saúde UNIPAR, v. 23, n. 2, p. 139-44, 2019. 
 
SILVA, Cleane Rosa Ribeiro da et al. Funcionalidade, estresse e qualidade de vida de 
sobreviventes de acidente vascular encefálico. Acta Paulista de Enfermagem, v. 35, 
2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA CONSULTA DE ENFERMAGEM À 
MULHER PARA A REALIZAÇÃO DO EXAME PREVENTIVO: UM 
RELATO DE EXPERIÊNCIA. 
 
Mariana Lupatini Miranda177 
Vanessa Vieira da Motta178 
 
A atenção primária à saúde faz parte da rede de assistência à saúde, como um sistema local 
de cuidados constantes para população. O enfermeiro como membro da equipe 
multiprofissional é muito importante no desenvolvimento de ações de educação em saúde 
que é um dos principais dispositivos para promover a promoção da saúde na atenção básica, 
evitando assim agravos de doença e identificando doenças precocemente (GUIMARÃES et 
al., 2013). Objetivo: Conhecer a atuação do enfermeiro na consulta de enfermagem à mulher 
para a realização do exame preventivo. Referencial teórico: O exame do preventivo ou 
Papanicolau, é uma das ações realizadas na prevenção primária do câncer do colo do útero 
sendo a principal estratégia para identificação de lesões e alterações celulares precocemente 
possibilitando o diagnóstico da doença em estágios iniciais melhorando o prognóstico. É 
recomendado pelo Ministério da Saúde que o preventivo seja realizado a partir de 25 anos 
em todas as mulheres que iniciaram atividade sexual, sendo encerrado aos 64 anos. Após dois 
exames anuais sem alterações, deve-se repetir a cada três anos (GOUVEIA; BEZERRA; 
BARBOSA, 2021). Para garantir um resultado confiável as mulheres devem ser orientadas 
quanto à abstinência sexual e não utilização duchas ou medicamentos vaginais dois dias antes 
do exame, além de não estar menstruada (BRASIL, 2011). A enfermagem deve proporcionar 
uma assistência de qualidade olhando a mulher como um todo, através da consulta de 
enfermagem, promovendo a educação em saúde de modo a prevenir problemas de saúde. Na 
presença de sinais e sintomas deve-se procurar o serviço de saúde para atendimento 
(MACIEL; KUNS; MORTARI, 2010). Metodologia: Estudo descritivo do tipo relato de 
experiência realizado durante o estágio obrigatório supervisionado de enfermagem do Centro 
Universitário Estácio de Sá em Juiz de Fora na Unidade Básica de Saúde do Cruzeiro do Sul 
no segundo semestre de 2022. Resultados: A vivência durante o estágio na atenção primária 
 
177 Mariana Lupatini Miranda. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marilupatinimiranda@hotmail.com 
178 Vanessa Vieira da Motta. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: Mottavanessa.vm@gmail.com 
 
 
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à saúde permitiu reconhecer a importância da consulta de enfermagem voltada à mulher com 
a realização do exame preventivo como um meio de acolhimento, educação em saúde e 
detecção precoce de fatores de risco para o desenvolvimento de câncer do colo de útero e de 
mama. Além de reconhecer a autonomia do enfermeiro na identificação e tratamento de 
algumas infecções vigentes como candidíase, gonorreia e tricomoníase. Ficou clara também 
a importância da busca ativa de mulheres que realizam o exame, mas não retornam à unidade 
para buscar o resultado podendo este apresentar alteração importante com necessidade de 
intervenção. Conclusão: A consulta de enfermagem à mulher é uma oportunidade rica para 
que o enfermeiro realize ações de educação em saúde de forma a possibilitar assistência de 
enfermagem de qualidade e continuidade do cuidado, sendo multiplicador em conhecimento 
e informações. 
 
Palavras-chave: Exame Papanicolau; Enfermagem; Consulta de Enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Ministério da Sáude. Papanicolau (exame preventivo de colo de útero). Biblioteca 
Virtual da Sáude, 2011. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / 
Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da 
Saúde, 2016. 230 p.: il. ISBN 978-85-334-2360-2 
GOUVEIA, R. B.; BEZERRA, S. S.; BARBOSA, M. S. N. A contribuição do enfermeiro na 
realização do exame Papanicolau como método de rastreamento do câncer do colo uterino: 
Uma revisão integrativa. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 
06, Ed. 11, Vol. 08, pp. 55-65. Novembro 2021. 
GUIMARÃES, J.A.F. et al. Pesquisa brasileira sobre prevenção do câncer de colo uterino: 
uma revisão integrativa. Rev Rene. v.13, n. 1, 2013. 
MACIEL, I.; KUNZ, J.Z.; MORTARI, C.L.H.; Assistência de enfermagem à mulher na 
promoção e prevenção do câncer do colo uterino e mama (fundamentando na teoria de 
Dorothea Elizabeth Orem). Chapecó-SC, 2010. 
 
 
 
 
 
150 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO APH: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 
DE UM ACADÊMICO NO PERÍODO DE ESTÁGIO 
 
 Jefferson Ubirajara de Moraes Menezes179 
Tiago Antonio de Souza180 
 
O atendimento pré-hospitalar (APH) é aquele que envolve ações e cuidados, que podem 
reduzir as taxas de morbimortalidade, antes da chegada do usuário/paciente a uma unidade 
hospitalar. Para isso é fundamental uma assistência qualificada, um meio de transporte e uma 
chegada imediataao hospital para que aumente a taxa de sobrevida (MARTINS e PRADO, 
2003). Nesse contexto, há a necessidade do atendimento pré-hospitalar móvel, que trata de 
um serviço de assistência prestado fora do âmbito hospitalar, como em residências, locais de 
trabalho ou em vias públicas (BRASIL, 2002). Neste sentido, o presente estudo objetivou 
descrever a experiência enquanto estagiário em uma unidade de atendimento pré-hospitalar 
móvel. O presente estudo trata-se de um relato de experiência, no qual é descrito a inserção 
de um acadêmico do curso de Enfermagem da Universidade Estácio Juiz de Fora em seu 
período de estágio em uma unidade de atendimento pré-hospitalar móvel sediada na cidade 
de Juiz de Fora/ MG. As vivências teórico-práticas do acadêmico foram realizadas no turno 
da noite ao longo do segundo semestre de 2022, sob a supervisão direta do enfermeiro 
socorrista de uma unidade de atendimento pré-hospitalar móvel e supervisão indireta do 
preceptor de estágio da instituição de ensino. A observação e a análise teórico-prática se 
deram entre os meses de setembro de 2022 até a presente data, com carga horária aproximada 
de 22 horas semanais. Durante o período de inserção do acadêmico, foi observado e analisado 
a atuação do enfermeiro no APH móvel. Tais vivências foram registradas por meio de um 
relatório de atividades práticas diárias, o qual possibilita descrever diariamente o que foi 
realizado e aprendido durante o período de estágio. Foi de grande importância os 
atendimentos prestados e presenciados para que desta forma enquanto acadêmico venhamos 
a construir nossos conhecimentos e colocar em pratica as capacitações que o ensino superior 
nos proporcionam, foi visto ainda importância de cada membro da equipe, pois quando 
 
179 Jefferson Ubirajara de Moraes Menezes. Discente. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
jejefee@hotmail.com 
 
180 Tiago Antonio de Souza. Docente. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
tiago.souza@estacio.br 
 
 
151 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
falamos em APH sempre devemos voltar nosso pensamento para pluralidade, pois não 
conseguimos prestar um atendimento eficaz se não estamos alinhados com a equipe, e caso 
não estejamos alinhados iremos impactar diretamente na assistência prestada ao usuário, 
fazendo com que desta forma aumente os riscos de mortalidade. Foi uma grande experiência, 
que mostrou o quanto é necessário e importante o papel do enfermeiro no atendimento pré-
hospitalar, exercendo sua função com domínio da prática e humanização em cada 
atendimento prestado. Foi possível concluir que o papel do enfermeiro é de extrema 
importância, sobretudo na humanização do atendimento. Concluindo esse breve relato de 
experiência pude verificar enquanto estagiário que falta implementação de treinamentos e 
checklist da ambulância afim de otimizar os atendimentos e garantir um serviço de qualidade 
ao usuário. Ressalvo ainda que citei o treinamento, pois ocorreu um acidente com uma 
usuária por falta de conhecimento de manuseio da cadeira de transporte a qual era de uma 
nova viatura “ambulância”, o que acarretou um quase decepamento da ponta do dedo anelar 
da mão direita, causando dor e desconforto a paciente a qual teve que levar três pontos no 
referido dedo. 
 
Palavras-chave: APH; URGÊNCIA; ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Ministério da saúde. Portaria nº 2048, de 05 de novembro de 2002. Dispõe sobre 
o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. MS, Brasília: 
2002. 
MARTINS, P. P. S.; PRADO, M. L. Enfermagem e serviço de atendimento pré-hospitalar: 
descaminhos e perspectivas. Rev Bras Enferm, v. 56, n. 1, p. 71-75, 2003 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
AUDITORIA EM ENFERMAGEM: UMA REVISÃO DE LITERATURA 
 
 
Igor Lopes Mariano da Silva 181 
Cláudio Vitorino Pereira 182 
Maria Alice Martins da Silva 183 
Lara Cristina Silva Coelho184 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins 185 
 
 
A auditoria em saúde é um processo sistemático que estabelece o cumprimento de objetivos 
e metas proposto dentro de um Serviço. Utiliza-se métodos analíticos para implementar ações 
de prevenção e correção, e diz respeito a associação de qualidade e assistência, com foco na 
experiência e satisfação do cliente, e da gestão dos encargos financeiros (FABRO, CHAVES, 
TEIXEIRA, et al, 2020). Portanto, possui papel fundamental para qualidade assistencial quer 
seja em Instituições Públicas ou Privadas (VERONEZI, LOPES, 2021). No âmbito da 
Enfermagem, a auditoria tem a função de controlar o processo administrativo e propiciar 
elementos para a consolidação da Sistematização da Assistência em Enfermagem (SAE) 
(SANTOS, SANTANA, VIEIRA, et al., 2012). Após relatório avaliativo inicial e 
levantamento de indicadores torna-se de fundamental importância a instalação de processos 
educativos a fim de estabelecer processos para melhor compreensão dos resultados e 
capacitação profissional (BITENCOURT, PINHEIRO, PERCISI, et al., 2020). OBJETIVO: 
Compreender aspectos relacionados a atuação de enfermeiros na Auditoria em Enfermagem. 
METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão sistemática de literatura, realizada nas bases de 
dados Medical Analyses and Retrieval System Online (MEDLINE); Literatura Latino-
americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) e Base de Dados de Enfermagem 
(Bdenf). Foram incluídos artigos publicados entre setembro de 2017 a setembro de 2022, 
completos e disponíveis eletronicamente nos idiomas português, inglês ou espanhol, e que 
 
181 Igor Lopes Mariano da Silva. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: igorlopesjf33@gmail.com 
182 Cláudio Vitorino Pereira. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: claudio.pereira89@hotmail.com 
183 Maria Alice Martins da Silva. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: mariaalice2912@hotmail.com 
184 Lara Cristina Silva Coelho. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: laracrsilva2000@outlook.com 
185 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa@hotmail.com 
 
 
153 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
respondiam à questão norteadora do estudo. A busca dos artigos foi realizada através da 
combinação dos seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Auditoria de 
Enfermagem AND Educação em Enfermagem AND Educação Continuada. REFERÊNCIAL 
TEÓRICO: Os enfermeiros auditores apresentam importante papel dentro das categorias 
profissionais, são responsáveis por consolidar a educação em saúde, e manter a efetividade 
das práticas assistências, intencionando alcançar melhorias em potencial nos cuidados 
prestados e utilização dos recursos (FABRO, CHAVES, TEIXEIRA, et al, 2020). 
RESULTADOS: Este levantamento encontrou 50 artigos, desses permaneceram 11 estudos 
que compuseram amostra para elaboração da revisão. 4 artigos foram excluídos por se 
tratarem de revisões de literatura, 11 por não estarem disponíveis na íntegra e 24 por não 
terem relação com o objetivo de estudo. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Percebe-se a 
necessidade de maior capacitação para que os profissionais de enfermagem obtenham 
melhores indicadores ao serem submetidos a auditoria, pode-se verificar fragilidades no 
registro de enfermagem, checagem de medicamentos, e não utilização de todas as barreiras 
de segurança dos pacientes. Logo, sugere-se que ocorra intervenções através de ações de 
educação continuada para que se obtenha melhores indicadores assistenciais e como 
consequência da melhoria da gestão docuidado e recursos disponíveis. 
 
Palavras-chaves: Auditoria de Enfermagem, Educação em Enfermagem, Educação 
Continuada. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
 
BITENCOURT, J. V. O. V.; PINHEIRO, L. J.; PERCISI, A. R.; et al. Auditoria: uma 
tecnologia de gestão para qualificação do Processo de Enfermagem. Rev baiana enferm, 
34:e36251, 2020. DOI 10.18471/rbe.v34.36251. 
 
FABRO, G. C. R., CHAVES, L. D. P., TEIXEIRA, K. R., et al. Auditoria em saúde para 
qualificar a assistência: uma reflexão necessária. Cuid Enferm.; 14 (2) : 147-155, 2020. 
 
SANTOS, C. A.; SANTANA, E. J. S.; VIEIRA, R. P.; et al. A auditoria e o enfermeiro como 
ferramentas de aperfeiçoamento do SUS. Revista Baiana de Saúde Pública. 36 (02) : 539 
– 559, 2012. 
 
VERONEZI, L.; LOPES, A. Auditoria como ferramenta para melhoria contínua da 
assistência em Enfermagem. Revista nursg. 24 (283) 6806 – 6815, 2021. 
 
 
154 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
DESAFIOS E LACUNAS NA ATENÇÃO À SAÚDE SEXUAL E 
REPRODUTIVA PARA PESSOAS LGBTQIA+: SCOPING REVIEW 
 
 
 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva186 
Mariana Guimarães Bastos187 
Elisa Brito Azzi188 
Tassiene Aparecida de Farias Sampaio189 
Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha190 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins191 
 
A assistência à Saúde Sexual e Reprodutiva das pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, 
Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo e Assexuais ou mais (LGBTQIA+), ainda possui 
lacunas em relação a implementação, cuja ações de promoção da saúde são inexistentes e em 
alguns casos incipiente, pois observa-se que a noção de promiscuidade e de perversão ainda 
está erroneamente vinculada a esse público, cuja assistência se resumo a orientação para 
prevenção do HIV e das demais Infecções Sexualmente Transmissíveis (DE ARAUJO et al., 
2019). Objetivou-se com esse estudo mapear as evidências científicas sobre atenção à saúde 
sexual e reprodutiva das pessoas LGBTQIA+ no cenário brasileiro, para isso foi realizada 
uma scoping review ou revisão de escopo, seguindo as diretrizes do Joanna Briggs Institute 
(PETERS et al, 2020). O protocolo da revisão produzido segundo as diretrizes do PRISMA 
Extension for Scoping Reviews está registrado no Open Science Framework 
(doi:10.17605/OSF.IO/Y3RVN). A busca realizada em maio de 2022, nas respectivas bases 
de dados: Medline via PubMed; Scopus; Web Of Science; Scientific Electronic Library 
Online, Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde, Biblioteca Virtual de Saúde via 
Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, 
 
186 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
Bolsista do Programa Pesquisa Produtividade. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
187 Mariana Guimarães Bastos. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marianaguimaraesbastos@gmail.com 
188 Elisa Brito Azzi. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
elisabazzi.br@gmail.com 
189 Tassiene Aparecida de Farias Sampaio. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tassienefaria@gmail.com 
190 Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tissiadiniz02@gmail.com 
191 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa99@hotmail.com 
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
mailto:marianaguimaraesbastos@gmail.com
 
 
155 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
recuperou um total de 5.643 produções publicadas em revistas internacionais e nacionais. As 
274 duplicações foram excluídas no gerenciador de referência Endnote web. Foram incluídos 
estudos produzidos no Brasil que versam sobre o tema e que possuem como público pessoas 
LGBTQIA+. Por se tratar de um estudo que utilizará informações bibliográficas disponíveis 
publicamente, não será necessária aprovação ética prévia por comitês de ética em pesquisa 
envolvendo seres humanos. Somente 15 estudos compuseram a amostra final. Destes 
observou-se que mais de 50% deles foram publicados entre 2020 e 2022, fato que pode 
suscitar uma possível acessão de pessoas e pesquisadores interessadas no tema. Outro dado 
que chama atenção é o público-alvo dos estudos, oito estudos foram realizados com foco nas 
pessoas lésbicas, ou seja, a saúde sexual e reprodutiva ainda possui a mulher como foco na 
mulher, assim tal responsabilidade torna-se algo inerente a identidade e aos atributos de 
gênero. A saúde sexual e reprodutiva das pessoas transsexuais foi observada em menor 
número, e a escassez de estudos realizados com as pessoas Gays, Bissexuais, Travestis, 
Queer, Intersexo e Assexuais. A barreira de acesso aos serviços de saúde, seja pela ausência 
de serviços ou ainda pela falta de profissionais capacitados em gênero e sexualidade, o pré-
julgamento e a noção errônea de promiscuidade, alienação, valores morais baseados em 
argumentos do senso comum, com cunho religioso, pela invisibilidade, ignorância e 
preconceito se impõem como práticas LGBTfóbicas e limitam para a promoção da 
autonomia, segurança e liberdade na vivência reprodutiva e sexual destas pessoas. Sendo 
assim, que a valorização da saúde sexual e reprodutiva enquanto direito de todas as pessoas, 
perpassa pela noção do respeito, visibilidade das diferenças, pela melhoria do acesso e da 
inclusão, oferta de ações, serviços e recursos seguros para vivência da sexualidade e 
reprodução em sua plenitude. Os resultados evidenciam uma necessidade de se pensar 
políticas públicas de saúde sexual e reprodutiva para pessoas LGBTQIA+, considerando seus 
direitos, singularidades e necessidades, para isso faz-se imprescindível capacitar os 
profissionais de saúde para que os mesmos sejam um o elo entre esta população e os serviços 
de saúde. 
 
Palavras-chave: Saúde Sexual e Reprodutiva; Minorias Sexuais e de Gênero; Sexualidade. 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REFERÊNCIAS 
 
DE ARAUJO, Luciane Marques et al. O cuidado às mulheres lésbicas no campo da saúde 
sexual e reprodutiva. Revista Enfermagem UERJ, [S.l.], v. 27, p. e34262, maio 2019. ISSN 
2764-6149. 
 
PETERS MDJ, et al. Chapter 11: Scoping Reviews (2020 version). In: Aromataris E, Munn 
Z (Editors). JBI Manual for Evidence Synthesis, JBI, 2020. Doi:10.46658/JBIMES-20-12. 
 
TRICCO A.C. et al. PRISMA Extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR): Checklist 
and Explanation. Ann Intern Med. 2018 Oct 2;169(7):467-473. doi: 10.7326/M18-0850. 
Epub 2018 Sep 4. PMID: 30178033. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
EDUCAÇÃO EM SAÚDE SOBRE INFECÇÕES SEXUALMENTE 
TRANSMISSÍVEIS NA ESCOLA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
 
Igor Lopes Mariano da Silva 192 
Lara Cristina Silva Coelho193 
Lorena Pereira de Lima 194 
Rafael de Castro Frederico195 
Valéria Franco 196 
Denise Rocha Raimundo Leone 197 
 
 
A alta incidência e prevalência das Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), 
principalmente entre adolescentes, tem gerado preocupações para a saúde pública brasileira. 
Neste contexto, é necessária a realização de atividades de educação em saúde a fim de 
conscientizar esse público para as formas de prevenção e onde buscar assistência caso 
necessário. Referencial teórico: As ISTs são causadas por micro-organismos como vírus, 
bactérias entre outros. Essas são transmitidas, principalmente, por meio de contato sexual 
sem o uso de camisinhas masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. Vale 
ressaltar que todas as formas de sexo (oral, vaginal, anal)podem transmitir IST. Além disso, 
as ISTs podem acontecer de forma congênita, ou seja, passar da mãe para a criança durante 
a gestação, o parto ou a amamentação. De maneira menos comum, as IST também podem 
ser transmitidas por meio não sexual, pelo contato de mucosas ou pele não integra com 
secreções corporais contaminadas. Vale ressaltar que muitas dessas infecções têm cura e 
todas requerem tratamento, sendo assim conhecer sobre as principais ISTs pode auxiliar os 
adolescentes na busca de um diagnóstico precoce e assim ter um melhor prognóstico 
(BRASIL, 2022). Objetivo: Relatar a experiência, na perspectiva das discentes do curso de 
 
192 Igor Lopes Mariano da Silva. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: igorlopesjf33@gmail.com 
193 Lara Cristina Silva Coelho. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: laracrsilva2000@outlook.com 
194 Lorena Pereira de Lima. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: lorenapereiralimab@gmail.com 
195 Rafael de Castro Frederico. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: rafaelcastr860@gmail.com 
196Valéria Franco. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
valeriacamposfranco@gmail.com 
197 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
enfermagem, do preparo e participação na atividade de educação em saúde intitulada: 
Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) na escola. Metodologia: Trata de um relato de 
experiência acerca da vivência de cinco acadêmicos de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. Essa prática foi realizada através da disciplina Ensino clínico em saúde 
da mulher prático e foi efetivada em dois dias. No primeiro dia, em sala de aula, os alunos 
junto com a docente planejaram como seria desenvolvida esta prática educativa, além disso, 
fizeram uma apresentação teste para que a docente pudesse nos auxiliares em relação postura, 
linguagem adequada e conteúdo. No segundo dia, fomos a uma Escola Estadual e realizamos 
a atividade educativa para cerca de 30 alunos do terceiro ano do ensino médio. Resultados: 
O projeto foi apresentado na forma de dinâmica com perguntas e respostas, afim de promover 
a interação dos alunos, possibilitando um diálogo em que eles se sentissem à vontade para 
sanar todas as suas dúvidas. Estabelecemos com êxito uma relação de confiança com os 
alunos, fomos ouvidos com bastante receptividade e interesse, o que tornou o projeto ainda 
mais agradável. A experiência contribuiu para nossa formação, pois ampliou visões e 
conhecimentos sobre as ISTs quanto a forma de transmissão, prevenção, promoção e 
cuidados. No final da apresentação, utilizamos como método avaliativo sobre o conteúdo 
aplicado, um questionário em pesquisa de opinião como feedback, obtemos um retorno 
positivo. Considerações Finais: O tema abordado e os relatos dos alunos, permitiu ampliar o 
conhecimento na formação dos discentes e planejar o seu futuro no campo de trabalho. 
 
Palavras-chave: Educação em saúde; Infecções sexualmente transmissíveis; Enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS: 
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção 
Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis – IST. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2022. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
FAZER DIÁLISE PERITONEAL TEM IMPLICAÇÕES NA OCUPAÇÃO? 
 
Denise Rocha Raimundo Leone 198 
Edna Aparecida Barbosa de Castro 199 
 
A diálise peritoneal (DP) é um tipo de terapia renal substitutiva utilizada no tratamento da 
doença renal crônica (DRC), que pode ser realizada em domicílio e apresenta como 
vantagens: a não necessidade de deslocamento até um centro de diálise, a ausência de acesso 
vascular e menor instabilidade hemodinâmica, quando comparada a hemodiálise. Entretanto, 
realizar este tipo de terapia altera a dinâmica social do indivíduo o que pode impactar 
negativamente em sua qualidade de vida e na ocupação. Referencial teórico: Há evidências 
que a incapacidade para a atividade laborativa, determinada pela necessidade diária de 
realizar a DP causa a sensação de limitação e de inutilidade (BRANCO LISBOA, 2015). 
Embora o trabalho se mostre um importante faceta na vida das pessoas cem DP, muitos destes 
não trabalham e merecem especial atenção dos trabalhadores do serviço de nefrologia, pois 
essa situação pode levar ao desenvolvimento de quadros como a ansiedade e a depressão 
(OLIVEIRA et al., 2012). Objetivo: Compreender a relação entre fazer DP domiciliar e ter 
uma ocupação. Metodologia: Resulta da dissertação intitulada “Diálise peritoneal no 
domicílio: aprimorando as habilidades para a realização do ritual terapêutico”. Investigação 
qualitativa com o método da grounded theory realizada com 19 pessoas em tratamento por 
DP. Dados coletados através de 23 entrevistas abertas e observações participantes por meio 
de visitas domiciliares. Os participantes constituíram três grupos amostrais, segundo o 
critério de amostragem discriminada e saturação teórica. Análise em profundidade segundo 
codificação aberta, axial e seletiva. Resultados: A ocupação foi relatada pelos entrevistados 
como uma maneira de sentir-se útil, atenuar o convívio com a DP, tornar o dia mais produtivo 
e desviar-se de preocupações relacionadas ao tratamento. Realizar a DP a noite possibilitava 
aos entrevistados ficar livres durante o dia para realização de atividades que variavam 
conforme sua situação de saúde. Atividades como cuidar da casa e quintal, desenvolver 
atividades na igreja e trabalhar foram apontadas pelos entrevistados como ocupação. Relatos 
de atividades como cuidar da casa e quintal, desenvolver atividades na igreja e trabalhar 
 
198 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
199 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do programa de pós graduação Stricto Sensu - mestrado em 
Enfermagem da UFJF. E-mail: ednadecastro@aol.com 
 
 
160 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
foram apontadas como provedoras da sensação de sentir-se útil. Ademais, a realização de 
atividades lhes possibilita desviar das preocupações acerca da doença e faz parte do processo 
de “higiene mental”. Destaca-se que os entrevistados relatam que avaliam sua situação de 
saúde para resolver qual ocupação irão ter, isso faz com que os mesmos se mostram mais 
preparados para o autocuidado, pois conhecem os seus limites e, quando não conseguem 
fazer determinadas atividades, solicitam ajuda Considerações finais: Realizar a DP traz 
implicações para o cotidiano da pessoa. Neste contexto, a atuação do enfermeiro é 
determinante para estimular o indivíduo a ter uma ocupação, além de orientá-lo sobre a 
melhor opção conforme sua situação de saúde. Desta forma o enfermeiro favorece a 
adaptação ao processo de cuidar e contribui para autonomia e satisfação dessa população. 
 
Palavras-chave: status ocupacional; diálise renal; enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRANCO, Joyce Martins Arimatea; LISBOA, Marcia Tereza Luz. Tratamento com diálise 
peritoneal: a prática do autocuidado no contexto familiar. Rev. Enferm. Uerj, Rio de Janeiro, v. 23, 
n. 3, p.344-349, 29 jul. 2015. Universidade de Estado do Rio de Janeiro. 
OLIVEIRA, Marília Pilotto et al. Trabalho e qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes em 
diálise peritoneal. Acta Paulista Enfermagem, v. 25, n. 3, p. 352-7, 2012 
 
 
 
 
 
 
 
161 
 
IX SEMINÁRIOrecursos digitais. Além disso nem todos possuem acesso a 
internet. Todavia, conclui-se que o setor bancário continua sendo considerado como um dos 
que mais investem em TI e com isso, os bancos que oferecem serviços via Internet e mantêm 
um padrão relativamente semelhante de atividades oferecidas. Porém, há uma diferença 
significativa no que tange ao uso da internet e a habilidade informacional, por influências de 
classe, educação, gênero, raça, etnia e localização geográfica. 
 
Palavras-chave: Exclusão digital financeira; Internet Banking; Bancos Digitais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GESTÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO: um estudo de caso SELTRC 
 
 Dylan Alves da Costa11 
Mayanna de Lourdes Ferreira Rodrigues Marinho12 
 
Sabe-se que o contexto atual tem exigido das empresas uma mudança de comportamento, no 
que tange principalmente a análise e o planejamento da gestão. Por isso cada vez mais um 
olhar para a gestão de curto prazo dentro das organizações ganhou força. Com isso, observa-
se a importância de se discutir e entender a temática acerta do quanto a gestão de curto prazo 
pode ser eficientemente boa para os lucros de um negócio. Neste sentido, o presente trabalho 
se faz em um estudo de caso envolvendo uma empresa de transportes rodoviários de cargas, 
localizada na cidade de Juiz de Fora e visa responder à seguinte questão problema: “Como 
se deu a gestão financeira de curto prazo na empresa SELTRC no período da pandemia 
Covid-19?”. Tem como objetivo, discutir sobre de que forma a gestão de curto prazo foi 
gerenciada e como esta ajudou a manter de forma positiva o caixa da empresa. Para a 
concretização desta pesquisa, a metodologia a ser utilizada se fez em uma classificação de 
um estudo de caso exploratório com base em revisões bibliográficas, através de uma pesquisa 
aplicada e intervencionista com abordagem qualitativa. O estudo apoiou-se em discussões 
teóricas em torno da gestão financeira, aqui caracterizada como sendo uma área ampla e 
complexa, envolvendo ações de planejamento que visem a sustentabilidade de um negócio; 
nesta, o gestor deve ser capaz de compreender e ao mesmo tempo modificar o cenário que 
sustenta os objetivos e metas desejados (GITMAN, 2017). Neste contexto, contribuindo com 
a discussão apresenta-se a importância da gestão financeira de curto prazo que também é 
conhecido como plano operacional, promove o detalhamento das tomadas de decisões 
financeiras de curto prazo bem como os efeitos oriundos dessas ações. Decisões estas, que 
se baseiam no levantamento de informações, confrontando resultados projetados através das 
demonstrações financeiras, orçamento de caixa e operacional (ROSS, 2015). Por isso a 
importância do entendimento acerca das demonstrações contábeis e dos indicadores de 
desempenho financeiro. Conforme apresentado o estudo apoiou-se no estudo de caso de uma 
empresa do setor de transportes, num primeiro momento foi feito um estudo do cenário da 
 
11 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
dylan.alves2014@gmail.com. 
12 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
mayanna.rodrigues@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
empresa, que havia perdido muitos negócios em função do lockdown imposto pela pandemia, 
neste contexto houve uma ação direto do gestor da empresa no que tange a gestão do fluxo 
de caixa dos compromissos com seus principais credores. Nesta análise observou-se que o 
grande desafio enfrentado foi a oscilação dos recebimentos além das despesas variáveis, uma 
vez que, os fretes prestados variam conforme a demanda do mercado. Todavia, conclui-se 
que a gestão de curto prazo se apresenta como uma estratégia financeira eficiente e alcança 
bons resultados através da manutenção dos ativos e passivos circulantes, igualmente a manter 
os prazos sempre em dia, coordenar atividades de crescimento e ou mesmo conter as dívidas 
em determinados períodos econômicos. 
 
Palavras-chave: Gestão financeira; Análise de indicadores; Gestão de curto prazo. 
 
REFERÊNCIAS: 
GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. 14.ed. São Paulo: 
Pearson Prentice Hall, 2017. 
ROSS, SA; WESTERFIELD, RW; JAFFE, J.; AL., E. Administração financeira. 10. ed. 
Porto Alegre 2015. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GESTÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO DE MICROEMPRESAS 
 
 Thais Montorse de Oliveira13 
Mayanna de Lourdes Ferreira Rodrigues Marinho 14 
 
Ao longo dos anos, a demanda por uma gestão eficiente se torna crescente devido aos avanços 
tecnológicos, as constantes mudanças de mercado e consequentemente o aumento dos custos. 
A área financeira vem sofrendo com a instabilidade do mercado, o que dificuldade a efetiva 
Gestão Financeira gestão financeira da empresa, sendo este o tema central do estudo. Desta 
forma, o presente trabalho tem como questão problema: Como é feita a Gestão Financeira 
de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte? Possui como objetivo avaliar a percepção 
dos gestores acerca da Gestão Financeira e das ferramentas de Gestão Financeira essenciais 
ao negócio. É de conhecimento que no tocante à gestão financeira, há por parte das 
microempresas uma maior dificuldade no uso das ferramentas (LEMES, 2019). Além disso, 
pouco se discute acerca da gestão de capital de giro, uma vez que até mesmo este se encontra 
escasso para este grupo. Por isso é importante o real entendimento de como este grupo de 
empresas lida com sua gestão financeira a fim de que seja possível tratar o assunto de forma 
diferenciada. Por isso, o presente trabalho apresenta a seguinte classificação metodológica 
pesquisa explicativa com orientação qualitativa. Além disso, caracteriza-se como uma 
pesquisa de campo e para auxiliar o assunto, utilizou-se de pesquisa bibliográfica, observação 
e questionário estruturado aplicado às empresas. A pesquisa foi realizada na cidade de São 
João Nepomuceno com 16 empresas, amostra esta por conveniência, através dos dados 
levantados pode-se perceber que algumas das empresas possuem ferramentas da GF tais 
como, fluxo de caixa e balanço patrimonial, que facilitam a gestão, sendo ela de curto ou 
longo praz; mas que muitas dessas empresas necessitam de outras ferramentas como as de 
controle de custos e de sistema de cobrança. Como resultado da pesquisa, conclui-se que o 
uso das ferramentas e do programa citado, é de grande importância para a gestão financeira 
de curto prazo, pois ajudarão os gestores a tomar decisões na empresa, cabíveis para cada 
situação. 
 
13 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
thaismontorssi@gmail.com. 
14 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
mayanna.rodrigues@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-chave: Gestão financeira; Micro e Pequenas empresas; Curto prazo. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
LEMES, Antonio. Administrando Micro e Pequenas Empresas - Empreendedorismo e 
Gestão. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REVOLUÇÃO DIGITAL BANCÁRIA: AS FINTECHS E BANCOS 
DIGITAIS 
 
 Brendha Karoline Martins Siva15 
Mayanna de Lourdes Ferreira Rodrigues Marinho 16 
 
As fintechs surgiram no Brasil em 2016 e reestruturam o sistema financeiro, com processos 
baseados em tecnologia, trazendo inovações no processo de oferta de serviços bancários. 
Assim, tem-se como tema do presente trabalho: as fintechs e bancos digitais como proposta 
do mercado financeiroACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GRAU DE IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE SEXUAL E 
REPRODUTIVA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO MUNÍCIPIO DE JUIZ DE 
FORA 
 
 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 200 
Rosângela Caetano 201 
 
A atenção à Saúde Sexual e Reprodutiva (SSR) contempla um conjunto de serviços e ações 
direcionadas à promoção da autonomia, segurança e liberdade nas decisões reprodutivas e 
sexuais. A implementação desta atenção no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro 
ocorre prioritariamente na Atenção Primária à Saúde (APS) (BRASIL,2013). Nesta pesquisa 
avaliativa, objetivou-se examinar o grau da implementação das ações de SSR na Estratégia 
de Saúde da Família (ESF), no município de Juiz de Fora – Minas Gerais, assim como a 
conformidade da atenção à SSR neste cenário municipal e os fatores contextuais limitantes e 
facilitadores que interferem na sua implementação. Nesta avaliação de implementação do 
tipo normativa (HARTZ,1997; CHAMPAGNE et al., 2011), teve por foco a estrutura e o 
processo, considerando as recomendações dos referenciais teóricos metodológicos das 
pesquisas avaliativas optou-se por utilizar uma abordagem quali-quantitativa. Construiu-se 
um modelo teórico da atenção à SSR na APS com base nas normativas governamentais, 
estruturado em dois componentes, promoção da SSR e assistência clínica à SSR, com 62 e 
47 parâmetros, respectivamente (PAIVA; CAETANO, 2022). Para coleta de dados, foram 
utilizados de dois questionários autorrespondíveis, com questões fechadas e abertas, 
direcionados aos gestores e aos profissionais que atuam na SSR. O projeto de pesquisa foi 
aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro 
da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, cujo parecer nº 3.686.260 e CAEE nº 
23878719.0.0000.5260, emitido no dia 18/10/2019. Reitera-se que tanto a secretaria de saúde 
do município de prefeitura de Juiz de Fora, quanto os gestores das Unidades de Saúde 
participantes autorizaram a realização do estudo. Participaram da pesquisa 24 gestores e 46 
profissionais atuantes em 24 das 43 unidades de saúde que possuem ESF no município 
estudado. Documentos municipais foram analisados para complementar as informações 
 
200 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
201 Rosângela Caetano. Doutora em Saúde Coletiva. Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro da 
Universidade do Estado do Rio de Janeiro. E-mail: caetano.r@gmail.com 
mailto:caetano.r@gmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
sobre o contexto do estudo. No software EpiData, realizou-se uma análise estatística 
descritiva simples, e as respostas abertas foram analisadas com base na análise de conteúdo 
temática categorial. Os resultados do componente promoção da SSR em relação à 
conformidade evidenciaram melhor desempenho da estrutura em comparação ao processo; 
em contrapartida, a avaliação do processo obteve melhor desempenho no componente 
assistência clínica. Nenhuma unidade de saúde alcançou a implantação adequada: 17 
apresentaram implantação avaliada como parcial e sete incipiente, corroborando a hipótese 
de que a implantação da SSR na ESF ainda é um desafio. As descrições das respostas abertas 
foram organizadas em quatro categorias que expressaram limitações relacionadas à estrutura 
e ao processo. Conclui-se que é necessário investir na capacitação dos profissionais e em 
melhorias relacionadas à organização do processo de trabalho; pactuar fluxos de referência e 
contrarreferência para melhoria da comunicação na rede de atenção; e estabelecer parcerias 
com os gestores e profissionais da APS para construção de protocolos que dialoguem com as 
recomendações governamentais sobre SSR e que sejam coerentes com a realidade e 
necessidades da população. 
 
Palavras-chave: Avaliação em Saúde; Avaliações de Processos; Saúde sexual e reprodutiva; 
Atenção Primária à Saúde. 
 
REFERÊNCIAS 
 
PAIVA, Carla Cardi Nepomuceno; CAETANO, Rosângela. Theoretical model of sexual and 
reproductive health care: subsidies for evaluative research. Revista Gaúcha de Enfermagem. 
2022, v. 43, e20200425. Doi:10.1590/1983-1447.2022.20200425. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva. 1ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 
 
HARTZ, Z.M.A. Avaliação em Saúde: dos modelos conceituais à prática na análise da 
implantação de programas. Hartz, Z.M.A (Org.). Rio de Janeiro: Fiocruz, 1997. 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
CHAMPAGNE, F.; BROUSELLE, A.; HARTZ, Z.; CONTANDRIOPOULOS, AP.; 
DENIS, JL. A Análise de Implantação. In: BROUSSELLE et al (Org.) Avaliação: Conceitos 
e métodos. Rio de Janeiro; Editora Fiocruz, 2011. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL 
DE BAIXO RISCO: RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
 
Ana Carolina Tales Nogueira Dutra 202 
Vanessa Vieira da Motta203 
 
 A pré-eclampsia é uma condição multifatorial e multissistêmica específica da gestação 
considerada uma repercussão grave para a mãe e o bebê podendo levar a morte materna e 
infantil (PERAÇOLI; FILHO, 2019). O rastreio depende da assistência de qualidade no pré-
natal de baixo risco e a enfermagem possui um papel importante no acompanhamento e 
referenciamento da gestante para o alto risco caso verifique a necessidade dentro da avaliação 
(NOGUEIRA; OLIVEIRA, 2017). Objetivos: Relatar a experiência vivenciada na consulta 
de enfermagem à uma gestante em pré-natal de baixo risco e mostrar a importância de uma 
assistência de qualidade na prevenção de complicações na gestação. Referencial Teórico: No 
período gestacional podem ocorrer complicações e a pré-eclampsia é uma delas, sendo 
considerada uma situação grave (SILVA et al., 2021). Para o diagnóstico dessa condição 
clínica são avaliados fatores que compõe a tríade da pré-eclampsia sendo eles: hipertensão 
arterial sistêmica, com níveis pressóricos >140x90mmHg; edema, especialmente em 
membros inferiores com ganho de peso >1kg/semana; e proteinúria (>300 mg/dl). A gestante 
diagnosticada deve ser encaminhada ao pré-natal de alto risco para acompanhamento 
criterioso e sistemático de forma a prevenir o desenvolvimento de agravos e mortalidade 
materno-infantil. (FERREIRA et al., 2016). Metodologia: Estudo descritivo do tipo relato de 
experiência realizado durante o estágio obrigatório supervisionado de enfermagem do Centro 
Universitário Estácio de Sá em Juiz de Fora na Unidade Básica de Saúde de Santa Luzia no 
segundo semestre de 2022. Resultados: Durante a consulta de enfermagem de pré-natal de 
uma parturiente de 35 anos, IG 36s1d, G1P0A0, foram identificados sinais, sintomas e 
alterações laboratoriais compatíveis com a clínica de pré-eclampsia. A gestante apresentava 
valores alterados de proteinúria isolada (13,4 mg/dl) e proteinúria de 24 horas (372,52 mg/dl). 
Além disso, durante o exame físico apresentou edema em MMII bilateralmente com sinal de 
 
202 Ana Carolina Tales Nogueira Dutra. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: anadutra54958@gmail.com 
203 Vanessa Vieira da Motta. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: Mottavanessa.vm@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
cacifo +++/4+, associado ao aumento de 2,9 kg em 7 dias. A paciente era acompanhada no 
pré-natal de baixo risco quando apresentou esses dois fatores da tríadeda pré-eclampsia, 
apenas não possuindo o aumento pressórico. Para garantir a segurança da gestação, a equipe 
multidisciplinar responsável referenciou a gestante para o pré-natal de alto risco na Agência 
de Cooperação Intermunicipal em Saúde Pé da Serra (ACISPES), além de encaminhá-la à 
maternidade de referência para avaliação das alterações. Após permanecer 7 dias internada a 
gestante teve alta e retornou a unidade para controle com 38 semanas apresentando melhora 
do edema (+/4+), foi recomendado manter o repouso e retornar sempre que necessário, além 
da continuidade do pré-natal de alto risco na unidade especializada. Com uma resolutiva 
positiva a paciente seguiu com o seu plano de parto realizando uma cesárea, sem 
intercorrências para a mãe e o bebê. Puérpera e recém-nascido seguem sendo acompanhados 
na Estratégia Saúde da Família. Considerações finais: A enfermagem na atenção básica tem 
grande relevância na estratificação de riscos no período gravídico durante o pré-natal, sendo 
capaz de identificar riscos precocemente evitando complicações que possam levar a mãe e o 
bebê ao óbito. Perante a realização de um pré-natal de qualidade, exame físico completo e 
avaliação correta de exames complementares é garantida a assistência de qualidade. 
 
Palavras-chave: cuidado pré-natal; pré-eclâmpsia; cuidados de enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
FERREIRA, M. B. G. et al. Nursing care for women with pre-eclampsia and/or eclampsia: 
integrative review. Revista da Escola de Enfermagem da Usp, [S.L.], v. 50, n. 2, p. 324-
334, abr. 2016. 
NOGUEIRA, L. D. P; OLIVEIRA, G. S. Assistência pré-natal qualificada: as atribuições do 
enfermeiro. Revista de Enfermagem e Atenção à Saúde. [S.I], v. 6, n. 1, 31 jul. 2017. 
PERAÇOLI, J. C. et al. Pré-eclâmpsia/Eclampsia. Revista Brasileira de Ginecologia e 
Obstetrícia/ Rbgo Gynecology And Obstetrics, [S.L.], v. 41, n. 05, p. 318-332, maio 2019. 
SILVA, M. B. G. et al. Atualizações sobre a abordagem da pré-eclâmpsia e o manejo dessa 
síndrome. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research. Belo Horizonte-BH, 
Vol.37,n.1,pp.70-78, Nov 2021. 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MONITORIA ACADÊMICA NA DISCIPLINA DE FARMACOLOGIA E 
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS NO CURSO DE GRADUAÇÃO 
EM ENFERMAGEM: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
 Igor Lopes Mariano da Silva 204 
Cláudio Vitorino Pereira 205 
 
A monitoria acadêmica, como atividade de ensino e extensão universitária, é uma ferramenta por 
meio da qual os discentes têm a oportunidade de aprofundar conhecimentos, melhorar habilidades 
teóricas e práticas, solucionar dúvidas e ampliar o desenvolvimento pessoal, ético e profissional sob 
a supervisão de um docente. Enfatiza-se que deve ser planejada e adaptada com foco de ampliar os 
conhecimentos dos conteúdos explorados durante a graduação, favorecendo o aprendizado efetivo de 
forma proativa. Conduzindo o discente monitor a atuar como mediador e colaborador na 
aprendizagem dos demais estudantes. Tal atividade possibilita ao monitor aproximação com as 
atividades docentes, analisando o contexto do processo de educar e estimula o despertar para 
docência. Salienta nesta perspectiva, a monitoria acadêmica como momento de socialização de 
conhecimento através de metodologias ativas, com intuito de facilitar o processo de apreensão e 
construção do conhecimento (CAVALCANTE et al, 2021). OBJETIVO: Relatar as atividades de 
monitoria acadêmica desenvolvidas por um estudante de Enfermagem frente a disciplina 
Farmacologia e Administração de Medicamentos. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo 
descritivo, do tipo relato de experiência, desenvolvido pelo monitor de enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de fora, referente as atividades de monitoria acadêmica da disciplina 
Farmacologia e Administração de Medicamentos no período letivo de 2022.2. REFERÊNCIAL 
TEÓRICO: Assim como todas as disciplinas com suas teorias e técnicas para o exercício de 
enfermagem, a farmacologia tem um lugar de destaque e pode ser definida como o estudo das 
substâncias que interagem com sistemas vivos por meio de processos químicos, especialmente através 
de sua ligação a moléculas reguladoras e ativação ou inibição dos processos corporais normais 
(CARNEIRO, et al., 2009). O cuidado com a terapia farmacológica é parte importante da atenção à 
saúde, pois não apenas salva vidas e previne doenças, mas também, promove a qualidade de vida 
(MICHEL, et al., 2021). O Enfermeiro deve possuir conhecimentos sobre efeitos de uma droga, e é 
responsável pela administração correta, controle da resposta do cliente e pelo auxílio ao mesmo na 
auto-administração (POTTER, et al., 2001). RESULTADOS: A experiência exigiu a preparação do 
 
204 Igor Lopes Mariano da Silva. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: igorlopesjf33@gmail.com 
205 Cláudio Vitorino Pereira. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: claudio.pereira89@hotmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
discente-monitor para o emprego da função na referida disciplina. A busca constante por novas 
estratégias pedagógicas, junto ao docente, possibilitou refletir sobre a maneira como a teoria tem sido 
articulada à prática para ressignificar a formação do Enfermeiro. CONSIDERAÇÕES FINAIS: 
Evidencia que a formação em Enfermagem tem requerido, cada vez mais, fundamentação técnica e 
científica necessária à prática, algo que deve ser pensado e trabalhado durante toda a graduação. A 
integração entre teoria e prática, constituindo espaço de diálogo e construção do conhecimento, por 
meio de metodologias ativas, oportunizando o protagonismo discente no processo de ensino-
aprendizagem, mediante a criatividade, proatividade e interatividade. 
 
Palavras-chave: Tutoria, Educação permanente, Farmacologia. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
Carneiro LV, Fontes WD. Ensino da Farmacologia no Curso de Graduação em Enfermagem: 
Implicações a Administração de Drogas Cardiovasculares e Renais.R bras ci Saúde 13(2):27-34, 
2009 
Cavalcante FML, Menezes ACV, Alves DGS et al. Monitoria acadêmica em enfermagem: construção 
de conhecimentos por meio de metodologias ativas.Rev enferm UFPE on line. 2021;14:e244462. 
Michel NC, Schwartz E,Santos BPD, et al. O uso dos fármacos na doença renal crônica pelos 
pacientes em hemodiálise.Saúde em Redes. 2021; 7(1). 
Potter PA, Perry AG. Grande tratado de Enfermagem: clínica e prática hospitalar. São Paulo: 
Santos, 2001. 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E O USO DE METODOLOGIAS 
ATIVAS NO ENSINO REMOTO: PERCEPÇÃO DOS DISCENTES 
 
 
Ana Carolina Tales Nogueira Dutra 206 
Denise Rocha Raimundo Leone 207 
Deborah Monteiro da Silva 208 
Thamyris Silva da Cunha Farina209 
 
Dentro do processo de aprendizagem a metodologia ativa é uma forma de desenvolver os 
discentes, na qual os professores buscam conduzi-los a uma formação crítica, despertando 
autonomia, curiosidade e tomada de decisões sendo protagonista do seu aprendizado. Dessa 
forma, iniciou-se o projeto de iniciação cientifica (PIC) com o intuito de analisar como estava 
sendo utilizada a metodologia ativa no ensino remoto procedente o isolamento social advindo 
da pandemia (FREITAS et al., 2015). Referencial teórico: A iniciação científica (IC) é uma 
estratégia para despertar a vocação científica nos discentes de graduação. Vivenciar esta traz 
contribuições para o acadêmico, quando se considera seu processo de ensino e aprendizagem. 
Há evidências de que a participação na IC contribui substancialmente para a formação moral, 
intelectual, criativa e crítica do aluno e além de contribuir na formação de futuros 
pesquisadores, faz comque os acadêmicos deslumbrem a realização de pós-graduação. É 
também é relevante para a instituição de ensino, sociedade e para a ciência que ter um aluno 
na IC (SANTOS; ANJO; ALMEIDA, 2015; PINHO, 2017). Objetivo: Relatar as atividades 
de uma iniciação científica sobre a utilização de metodologias ativas no ensino remoto 
durante a pandemia do covid-19 em cursos de ensino superior da área da saúde. Metodologia: 
Estudo descritivo, do tipo relato de experiência, elaborado por meio das descrições das 
atividades desenvolvidas pela iniciação científica no período de agosto de 2021 a julho de 
2022. Resultados: Participam dessa iniciação científica três acadêmicas da área da saúde do 
 
206 Ana Carolina Tales Nogueira Dutra. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: anadutra54958@gmail.com 
207 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
208 Deborah Monteiro da Silva. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: deborahmonteiro312@gmail.com 
209 Thamyris Silva da Cunha Farina. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. E-mail: thamy_farina@hotmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. Dentre as acadêmicas, duas são do curso de 
Enfermagem e uma de Fisioterapia. Durante a iniciação científica foram feitas entrevistas 
presenciais no período de março a julho de 2022, sendo no total de quinze entrevistas 
realizadas com professores das graduações de Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia e 
Odontologia, as entrevistas eram gravadas e com a assinatura do termo de consentimento 
livre esclarecido, na qual constava o anonimato das respostas e que em a qualquer momento 
o professor(a) poderia desistir de responder as perguntas. A abordagem das perguntas seguia 
os seguintes temas: se conhecia a aplicabilidade das metodologias ativas no ensino e quais 
tipos conhecia; se utilizaram e quais metodologias ativas usaram nas aulas de ensino de 
educação remota e quais foram suas expectativas para voltar ao ensino presencial. A 
participação na iniciação científica também possibilitou o desenvolvimento da escrita 
científica, além de possibilitar a apresentação e publicação de resumos em eventos 
científicos, além da possibilidade de escrever um artigo científico. As discentes relatam que 
foi uma experiência importante para o desenvolvimento acadêmico e científico, na qual 
proporcionou diálogo, conhecimento sobre outros tipos de metodologias ativas e ouvir 
experiências dos professores com relação ao ensino na pandemia, quais foram os benefícios 
e dificuldades. Considerações finais: A experiência do projeto de incitação cientifica 
proporcionou aos discentes o aperfeiçoamento na área cientifica e no desenvolvimento de 
pesquisa. Além, de conhecer mais a temática e a aplicabilidade da mesma. 
Palavras-chave: Aprendizado ativo; Métodos; Educação Médica. 
Referências: 
FREITAS, Cilene Maria et al. Uso de metodologias ativas de aprendizagem para a 
educação na saúde: análise da produção científica, Trab. Educ. Saúde. Rio de Janeiro, 30 
mar. 2015, v. 13, supl. 2, p. 117-130. 
Pinho, Maria José de. Ciência e ensino: contribuições da iniciação científica na educação 
superior. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, v. 22, n. 3, p. 658-675, 
2017 
 
SANTOS, VANESSA CRUZ; ANJOS, Karla Ferraz; ALMEIDA, Obertal Silva. Iniciação 
Científica a partir de Estudantes de Enfermagem. Rev Bras Ci Saúde, v. 19, n. 4, p. 255-60, 
2015. 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REALIZAÇÃO DO EXAME PREVENTIVO NA ATENÇÃO BÁSICA PELO 
ENFERMEIRO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
Victória Caroline Souza Gomes210 
Vanessa Vieira da Motta211 
 
O exame preventivo também conhecido como Papanicolau é preconizado em mulheres entre 
25 e 60 anos e, após dois exames anuais negativos, deve ser realizado de 3 em 3 anos na 
atenção básica à saúde (BRASIL, 2006). A sua realização faz parte das ações de prevenção 
secundária para o câncer de colo de útero, além de identificar infecções vigentes como 
cândida e gardnerella. Durante a consulta de enfermagem à mulher também é realizado o 
exame físico das mamas em busca de alterações que gerem suspeita de câncer de mama 
(SILVEIRA; MAIA; CARVALHO, 2018). O exame ocorre de forma rápida e muitas vezes 
indolor, podendo causar leve incômodo em algumas mulheres. Na atenção primária à saúde 
é realizado em grande parte pelos enfermeiros (ROCHA, 2011). Objetivos: Relatar a 
experiência vivenciada na consulta de enfermagem à mulher para realização do exame 
preventivo. Referencial teórico: O enfermeiro na estratégia Saúde da Família é primordial na 
realização de ações educativas em saúde utilizando instrumentos como salas de espera, 
campanhas e realização de grupos educativos (SANTOS et al., 2015). Durante a consulta de 
enfermagem à mulher para a realização do preventivo é feito o acolhimento à usuária 
tornando-se uma oportunidade de identificação de fragilidades e demandas, realizando assim 
uma assistência individualizada e de qualidade. O profissional deve estimular o 
autoconhecimento e autocuidado dando orientações em saúde, sendo compromissado e 
empático (SILVEIRA; MAIA; CARVALHO, 2018). Metodologia: Trata-se de um relato de 
experiência desenvolvido a partir das vivências em consultas de enfermagem de exame 
preventivo durante o estágio curricular do Centro de Universitário Estácio de Sá na cidade 
de Juiz de Fora no segundo semestre de 2022. Resultados: Durante a consulta de enfermagem 
à mulher, uma usuária relatou ter procurado a UBS, pois seu parceiro apresentou nódulos na 
genitália. A paciente apresentava corrimento vaginal leve e histórico de infecção por 
gardnerella e candidíase de repetição. Estava em tratamento para hipotireoidismo e diabetes 
 
210 Victória Caroline Souza Gomes. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. E-mail: victoriagomesj@hotmail.com 
211 Vanessa Vieira da Motta. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: Mottavanessa.vm@gmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
sendo insulinodependente. Ao exame: estática pélvica preservada, nega incontinência 
urinária, abdome globoso, indolor à palpação, som timpânico à percussão, função intestinal 
preservada, colo uterino de difícil visualização, observado muco amarelado de média 
quantidade e inodor. A paciente estava em uso metronidazol sem orientação médica e foi 
orientada a dar continuidade ao tratamento completando os 7 dias de aplicação, além de ser 
instruída sobre o uso correto da medicação. Devido às infecções de repetição a usuária foi 
referenciada à atenção secundária para o acompanhamento com um ginecologista. 
Conclusão: O enfermeiro como educador tem o papel fundamental de dar orientações em 
saúde às mulheres visando a autonomia e o autoconhecimento sobre questões de saúde além 
de ressaltar a importância da periodicidade do exame preventivo. 
 
Palavras-chave: Câncer de Colo do Útero; Exame Papanicolau; Enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle dos 
cânceres do colo do útero e da mama / Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 
 
ROCHA, A. C. A. Atuação do enfermeiro na estratégia de saúde da família na prevenção do 
câncer do colo do útero. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de 
Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, Universidade Federal de Minas 
Gerais. Orientadora: Profa. Dra Eulita Maria Barcelos TEÓFILO OTONI - MG 2011. 
 
SANTOS, Carla Monteiro, et al. O enfermeiro na assistência à mulher com câncer de colo 
uterino. São Paulo: Revista Recien.; 5(14):19-24, 2015. 
 
SILVEIRA, Bruna Leticia; MAIA, Rafaela Cristina Bandeira; CARVALHO, Mariana 
Ferreira Alves de. Câncer do colo do útero: papel do enfermeiro na estratégia e saúde da 
família. Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente. Ariquemes: 
FAEMA, v. 9, n. 1, jan./jun., 2018. 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REVISTA ESTAÇÃO CIENTÍFICA UMA OPORTUNIDADE PARA O 
DIÁLOGO ACADÊMICO – CIENTÍFICO 
 
 
Ghiovana Baruzi Weitzel 212 
Silvia Naraiane Oliveira de Souza Lopes 213 
Denise Rocha Raimundo Leone 214 
 
O Centro Universitário Estácio Juiz de Fora possui uma revista para divulgação científica da 
produção realizada na instituição, trata da Revista Estação Científica que objetiva “contribuir 
para a divulgação de produções inéditas de pesquisadores nacionais e estrangeiros em sua 
área de abrangência – Saúde, Direito, Tecnologia, Gestão e Negócios e Comunicação e 
Artes” (PORTAL ESTÁCIO, 2022). O conhecimento do histórico de publicações torna-se 
importante para aventar a possibilidade de indexação da Revista a alguma base de dados, que 
por sua vez, amplia a visibilidade. Referencial teórico: Nos últimos anos, tem se observado 
uma expansão da produção de periódicos que atualmente são a principal forma de divulgação 
da produção científica no Brasil e no mundo. As revistas científicas têm como intuito a 
ampliação da comunicação científica e por serem utilizados para fundamentação teórica de 
profissionais e estudantes, os periódicos precisam passar por processos rigorosos de 
avaliação da qualidade (BORREGO, 2017). A divulgação científica apresenta uma dimensão 
inclusiva, pois permite a democratização da ciência, agindo como um potente instrumento de 
transformação social (NATAL; ALVIM, 2019). Objetivo: Conhecer o histórico de 
publicações da Revista Estação Científica. Metodologia: Trata de um estudo quantitativo, 
descritivo, transversal. Os dados secundários foram coletados de artigos publicados na 
Revista Estação Científica, no período de 2005 a 2021. A coleta de dados ocorreu no segundo 
semestre de 2021, com o auxílio de um formulário estruturado e criado pelas pesquisadoras. 
De pose dos dados, foram realizadas análises de estatística descritiva com auxílio de planilha 
criada em Excel, para identificar as áreas de maior publicação, os principais autores, tipos de 
artigos e métodos utilizados. Após a análise dos dados, os mesmos foram separados por 
categorias e enumerados. Resultados: primeira edição da Revista foi publicada em julho de 
 
212 Ghiovana Baruzi Weitzel. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: ghiovana.w@gmail.com 
213 Silvia Naraiane Oliveira de Souza Lopes Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: silvianaraiane@gmail.com 
214 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
 
 
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2005, sendo a última publicada em dezembro de 2021. A mesma possui periodicidade 
semestral e publica, principalmente, artigos oriundos de docentes e discentes da instituição. 
Durante os 16 anos de existência da Revista, ao todo, foram publicados 340 artigos em 33 
edições, destas sete eram edições especiais, sendo uma edição de fisioterapia, uma do VII 
Seminário de Pesquisa da Estácio, quatro de Direito e uma da área da saúde. Houve 
predomínio de publicações de artigos de revisão (n=119), das áreas da saúde (n=120) e 
administração (n=32). Foram encontradas algumas dificuldades referentes a coleta de dados 
e análise dos mesmos. A maioria dos artigos publicados não contavam com o tipo de método 
utilizado (qualitativa, quantitativa ou exploratória) e o tipo de artigo (pesquisa, revisão ou 
relato de experiência). Os artigos cuja informações não estavam descritas tiveram que ser 
lidos por completo para que fosse possível sua classificação Considerações Finais: A Revista 
Estação Cientifica possui um amplo histórico de publicações, o que potencializa a qualidade 
da mesma e justifica a importância de sua indexação. 
 
Palavras-chave: Comunicação acadêmica, publicação periódica, pesquisa científica e 
desenvolvimento tecnológico. 
REFERÊNCIAS: 
BORREGO, A. La revista científica: un breve recorrido histórico. Revistas científicas: 
situación actual y retos de futuro. Universidad de Barcelona, Barcelona. 
 
NATAL, C.B.; ALVIM, M.H. A divulgação científica e a 
inclusão social. Revista do Edicc, [S.L.], v. 5, n. 1, p. 76-86, out. 2018. Disponível em: 
https://revistas.iel.unicamp.br/index.php/edicc/article/view/5964/7309. Acesso em: 11 
outubro 2022 
 
PORTAL ESTÁCIO: Revista Estação Científica. Revista Estação Científica. 2022. 
Disponível em: https://portal.estacio.br/quem-somos/revista-estacao-
cientifica/apresentacao.aspx. Acesso em: 10 outubro 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SINTONIA EM VIVER “SOBREVIVENDO” E HEMODIÁLISE 
 
Josilene Sobreira Rodrigues 215 
Larissa Gracioso Teixeira 216 
 
Nossos rins, filtram e trabalham por 24h, quando começam a falhar, ou param de funcionar, 
o corpo necessita de uma máquina que realize esse processo. Esse procedimento é vivenciado 
por muitos, um tratamento imperativo para manter sua vida. A rotina consiste em chegar, 
pesar, avaliar sinais vitais, dirigir-se para a sala de hemodiálise, posicionar-se, ser 
puncionado quando não está com cateter, e iniciar a filtragem, a qual o técnico já deixa 
preparado e separado o material do cliente. Alguns chegam animados, comunicativos, 
alegres, com boa saúde apesar dos agravos e a necessidade constante de atenção, outros, no 
entanto, chegam depressivos, apáticos, sem motivação, exibindo total falta aceitação ao 
diagnostico. A periodicidade varia de 2 a 4 vezes na semana, por duas até quatro horas de 
diálise. Referencial teórico: Difundir a rotina diária dos pacientes, e a importância de manter 
uma mente sadia enquanto faz o tratamento, com ênfase no cuidado de enfermagem frente a 
esse paciente. Objetivo: Conscientizar a importância do autocuidado, ingesta hídrica e boa 
alimentação, para não se tornar um paciente renal crônico. Metodologia: vivência e 
observância da rotina dos pacientes durante estágio do 10º período na clínica de hemodiálise. 
Resultado: uma jovem de 25 anos, realizando hemodiálise 3 vezes na semana, com seu 
período da dialise em torno de 4 horas, somado ao tempo de transporte, totalizando 8 horas 
dedicadas ao tratamento no dia, durante a dialise ela dormia, lia, mexia no telefone, e tudo se 
repetia durante o percurso para chegar até a clínica. Assim como ela, outros seguiam a mesma 
rotina, com a anotação do peso de suas roupas e sapatos para subtrair na hora da pesagem, e 
resultar em um peso seco mais fidedigno. O fato de chupar um gelo no lugar de um copo 
cheio d’água, é menosprezado por muitos, porém para os pacientes de hemodiálise é algo 
mais que aprazível, aproveitando estar próximo do procedimento muitos deles após a 
pesagem tomavam um copo d’água, antes de ir para “sala branca” assim chamada a sala de 
dialise. Ela, no entanto, não demonstrava interesse pelo copo d’água ou o chup-chup que 
passaram vendendo, e alguns degustavam enquanto aguardavam ser chamados, séria, atenta 
 
215 Josilene Sobreira Rodrigues – Discente do Curso de Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: josilenesobreira@gmail.com 
216 Larissa Gracioso Teixeira – Preceptora do Curso de Enfermagem – Centro Universitário EstácioJuiz de 
Fora. E-mail: larissa.gracioso@estacio.br 
 
 
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a tudo ao seu redor. Havia começado a hemodiálise há uns meses, seu pensamento seria de 
levar a sério o tratamento, ou de nada mais importava? Ia sozinha para a clínica, sem 
companhia de familiar ou amigo assim como muitos outros também chegam sozinhos. 
Considerações finais: o impacto da diálise na vida desses merecedores de solicitude, 
reverbera em todas as áreas de sua vida, ou seja, conciliar vida social, pessoal, amorosa, 
estudo e família, é uma tarefa complexa e incompreensível, acarretando e corroborando para 
distúrbios como depressão, ansiedade e outros, os sintomas depressivos muitas vezes 
associados à carga de comorbidades, complicações da doença, complicações da hemodiálise 
e dependência funcional. Praticar atividade física, pode ser uma estratégia de saída eficaz, 
leituras instrutivas, jogos interativos e cognitivos, podendo ser virtual ou de papel, tais atividades 
proporcionam a produção de hormônios positivos ao organismo, e evitar estressores que aumentam o 
nível de cortisol. 
 
Palavras-chave: hemodiálise; enfermagem; saúde. 
 
REFERÊNCIAS: 
PRETTO, Carolina Renz; Rosa, Marina Brites Calegaro da; Dezordi, Cátia Matte; Benetti, 
Sabrina Azevedo Wagner; Colet, Christiane de Fátima; Stumn, Eniva Miladi Fernandes. 
Depression and chronic renal patients on hemodialysis: associated factors, Rev. Bras. Enferm. 73 
(Suppl 1), 2020 
LINHARES, Maria Beatriz Martins. Estresse precoce no desenvolvimento: impactos na saúde e 
mecanismos de proteção. Estud. psicol. (Campinas) 33 (04) • Oct-Dec 2016 
 
 
 
 
 
 
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VIVÊNCIA DA PRÁTICA DE GRUPO DE DIREITOS SEXUAIS E 
REPRODUTIVOS: IMPLICAÇÕES PARA A FORMAÇÃO ACADÊMICA 
 
Ana Paula Oliveira 217 
Brenda Braz 218 
Douglas Gomes 219 
Izabela Emidio 220 
Denise Rocha Raimundo Leone 221 
 
A saúde sexual e reprodutiva é um componente prioritário no Sistema Único de Saúde, pois 
a partir desta se estabelecem as diretrizes para garantir os direitos sexuais e 
reprodutivos (PARMEJIANI et al., 2021). Para tanto a realização de grupos de direitos 
sexuais e reprodutivos (GDSR) visam a ampliação dos conhecimentos da população acerca 
de seus direitos, fundamentam as condutas a serem tomadas por essa e possibilita acesso 
gratuito à algum método de contracepção (BRASIL, 2013). No âmbito do docente, é uma 
oportunidade de experimentar uma prática educativa em saúde. Sendo assim, é relevante 
relatar como se deu a vivência num GDSR. Referencial teórico: As atividades educativas são 
essenciais para a qualidade da atenção a saúde ofertada. Estas visam oferecer às pessoas os 
conhecimentos necessários para a escolha livre e informada. Ademais, proporciona a reflexão 
sobre os temas relacionados à sexualidade e à reprodução. Para a realização de um GDSR é 
preciso considerar o saber do indivíduo e a partir desse, se necessário, desmistificar o 
(pré)conceito que este tem sobre determinados métodos e emponderá-lo para que o mesmo 
faça escolhas conscientes. Objetivo: Relatar a experiência da realização de um GDSR. 
Metodologia: Trata de um relato de experiência da realização de um GDSR organizado por 
seis discentes e uma docente da disciplina de ensino clínico em saúde da mulher do curso de 
Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. O grupo ocorreu no mês de 
 
217 Ana Paula Oliveira - Discente do Curso de Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
igorlopesjf33@gmail.com 
218 Brenda Braz- Discente do Curso de Enfermagem - Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
laracrsilva2000@outlook.com 
219 Douglas Gomes - Discente do Curso de Enfermagem - Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
 
220 Izabela Emidio - Discente do Curso de Enfermagem - Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
rafaelcastr860@gmail.com 
 
221 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
 
 
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setembro com os usuários cadastradas na área de abrangência de uma Unidade Básica de 
Saúde (UBS) no Município de Juiz de Fora. Como a UBS não funciona no horário noturno 
foi feito uma parceria com uma associação espírita para realização do grupo nas dependências 
físicas desta. Resultados: Além dos alunos, seis pessoas participaram do GDSR. A dinâmica 
realizada permitiu que as pessoas ali presentes participassem dessa conversa. No primeiro 
momento, foi permitido a conversa entre os participantes para a dinâmica de apresentação, 
posteriormente um contrato foi firmado entre os participantes visando, sobretudo, o respeito 
entre estes e o sigilo com as informações ali mencionadas. Posteriormente houve um sorteio 
dos métodos contraceptivos. Casa pessoa sorteava um método e a partir do tema sorteado 
conversávamos sobre conhecimentos prévios, verdades, mitos e efeitos colaterais. Para nós 
discentes foi uma experiência interessante, pois fizemos educação em saúde, proporcionando 
liberdade e espaço para que os participantes se empoderassem e escolhessem o melhor 
método para eles naquele momento. Ao término do grupo, todos saíram com o cartão do 
homem ou mulher e encaminhados para o serviço de referência para ter acesso ao método 
escolhido. Considerações Finais: O incentivo a educação em saúde se propõe a esclarecer 
dúvidas e é uma das formas que ajuda a promover o conhecimento, convidando sempre os 
indivíduos a ajudar a transformar práticas errôneas em atitudes corretas. 
 
Palavras-chave: Educação em saúde, Enfermagem, Saúde sexual e reprodutiva. 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. Ministério da Saúde. Saúde sexual e saúde reprodutiva. Brasília : Ministério da 
Saúde, 2013. 
PARMEJIANI, Elen Petean et al. Sexual and reproductive health in riverine communities: 
integrative review. Revista da Escola de Enfermagem da Usp, São Paulo, v. 55, p. 1-12, 
2021. 
 
 
 
 
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VIVENCIANDO O PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: REVISTA 
ESTAÇÃO CIENTÍFICA OPORTUNIZANDO O DIÁLOGO ACADÊMICO – 
CIENTÍFICO 
 
 
Silvia Naraiane Oliveira de Souza Lopes 222 
Ghiovana Baruzi Weitzel 223 
Denise Rocha Raimundo Leone 224 
 
A iniciação científica (IC) é uma das primeiras portas de entrada do discente para a pesquisa 
e produção científica, contribuindo para o desenvolvimento de competências e habilidades 
como autonomia, comunicação e pensamento crítico (DE QUEIROZ; DANTAS; 
ANDRADE, 2020). Descrever acerca da participação das discentes na IC é relevante para 
dar visibilidade e estímulo a demais discentes para participação neste processo. Referencial 
teórico: Possibilitar uma educação de qualidade pressupõe proporcionar aos discentes uma 
ampla gama de conhecimentos para além do adquirido em sala de aula. É fundamental a 
inserção na pesquisa e social, para melhor compreensão e atuação no mundo em que vivemos. 
Neste sentido, a formação superior deve articular as atividades de pesquisa, ensino e extensão 
(LEITE; PEREIRA; BARBOSA, 2022). Há evidências de que a participação na IC ratifica a 
responsabilidade, dedicação, torna o aluno mais criativo e aumenta o conhecimento adquirido 
em sua formação acadêmica (DE QUEIROZ; DANTAS; ANDRADE, 2020). Objetivo: 
Relatar a experiência, na perspectiva das discentes, da participação em um projeto de 
iniciação científica. Metodologia: Trata de um relato de experiência acerca da vivência de 
duas acadêmicas de Enfermagem no projeto de iniciação científica (PIC) “Revista Estação 
Científica oportunizando o diálogo acadêmico – científico”. Este PIC teve vigência de agosto 
de 2021a julho de 2022. O mesmo foi prorrogado até julho de 2023. Resultados: O PIC teve 
como um de seus objetivos realizar uma série histórica das publicações da revista, para isso, 
foi construído pelas discentes, um instrumento de coleta de dados para colher informações 
referentes a todas as publicações realizadas na revista estação científica da Estácio. De posse 
desses dados, foram realizadas análises de estatística descritiva para identificar as áreas de 
 
222 Silvia Naraiane Oliveira de Souza Lopes Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: silvianaraiane@gmail.com 
223 Ghiovana Baruzi Weitzel. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: ghiovana.w@gmail.com 
224 Denise Rocha Raimundo Leone. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: denise.leone@estacio.br 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
maior publicação, os principais autores, tipos de artigos e métodos utilizados. Após a análise 
dos dados, os mesmos foram separados por categorias e enumerados. Esses dados foram 
utilizados para a produção de resumos científicos e será utilizado para a produção de um 
artigo ao final do projeto. Simultaneamente com essa coleta de dados as discentes também 
foram encarregadas de ampliar a visibilidade da revista através da criação de um site que se 
encontra em fase de construção. O site irá trazer informações sobre o corpo editorial, 
pareceristas, fluxo de publicação e normas de submissão. Diante da importância da indexação 
de uma revista, ao final do projeto as discentes com o auxílio da coordenadora do projeto 
buscarão por bases de dados que realizem a indexação de periódicos. Outra atividade 
desenvolvida pelas discentes foi a conferência da formatação dos artigos submetidos, e da 
documentação necessária. Foram encontradas algumas dificuldades referentes a coleta de 
dados e análise dos mesmos. Considerações Finais: A inserção de discentes nesse PIC 
incentiva a pesquisa científica e colabora para a formação de profissionais autônomos, 
determinados e responsáveis. O projeto busca justamente aguçar o desenvolvimento de 
conhecimento a partir da pesquisa científica. 
 
Palavras-chave: Comunicação acadêmica, publicação periódica, pesquisa científica e 
desenvolvimento tecnológico. 
REFERÊNCIAS: 
DE QUEIROZ, Ana Cláudia; DANTAS, Maria Clara Soares; DE ANDRADE, Luciana 
Dantas Farias. A INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA VIDA ACADÊMICA: RELATO DE 
EXPERIÊNCIA. Educação, Ciência e Saúde, v. 7, n. 2, p. 11, 2020. 
LEITE, Evandro Gonçalves, PEREIRA, Regina Celi Mendes e BARBOSA, Maria do 
Socorro Maia Fernandes. A iniciação científica nos contextos da educação básica e superior: 
dos documentos oficiais aos aspectos formativos. Alfa: Revista de Linguística, 2022, v. 66: 
e13679. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
RASTREIO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E DA MAMA EM 
MULHERES LÉSBICAS, BISSEXUAIS E HOMENS TRANSSEXUAIS: UMA 
REVISÃO INTEGRATIVA 
 
 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins 225 
Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha 226 
Tassiene Aparecida de Farias Sampaio 227 
Mariana Guimarães Bastos 228 
Elisa Brito Azzi 229 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 230 
 
Somente em 2020 foram notificados 4,60 óbitos por 100 mil mulheres, ocupando o terceiro 
lugar nas causas de morte de mulheres no país, já o câncer de mama figura entre a primeira 
causa de morte por câncer nesta população em todas as regiões do brasil (BRASIL,2022a; 
BRASIL,2022b). Embora o Ministério da Saúde promova a campanha do “Outubro Rosa” e 
disponibilize a oferta da consulta para rastreio do câncer do colo do útero e da mama na 
Atenção Primária à Saúde, esses dois tipos de cânceres ainda possuem alta incidência e são 
considerados um problema de saúde pública. Neste atendimento o profissional de 
enfermagem ou médico também realizam o exame clínico das mamas e solicitam a 
mamografia de rastreamento ou de diagnóstico, sendo indicada a rotina bianual para mulheres 
com idade de 50 a 69 anos. Os homens transexuais que não realizaram cirurgias para exérese 
da glândula mamária, histerectomia, ooforectomia e cirurgia de redesignação sexual, além 
do exame clínico das mamas e da mamografia, também necessitam de acompanhamento 
ginecológico (CHRISOSTOMO et al., 2021). No geral esse atendimento é rápido, indolor, 
 
225 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa99@hotmail.com 
226 Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tissiadiniz02@gmail.com 
227 Tassiene Aparecida de Farias Sampaio. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tassienefaria@gmail.com 
228 Mariana Guimarães Bastos. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marianaguimaraesbastos@gmail.com 
229 Elisa Brito Azzi. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
elisabazzi.br@gmail.com 
230 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
mailto:marianaguimaraesbastos@gmail.com
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
de baixo custo e eficaz cujo acesso deve ser garantido para todas as pessoas que possuem 
útero e mama, contudo, as pessoas não binárias, homens transsexuais, e as mulheres lésbicas 
e bissexuais possuem dificuldade de adesão a esse atendimento, pois enfrentam estigmas, 
preconceitos e a falta de preparo dos profissionais (RODRIGUES; FALCÃO, 2021). Trata-
se de uma revisão integrativa, que terá como objetivo principal identificar as principais 
informações publicadas na literatura nacional e internacional sobre a prevenção do câncer 
colo do útero e mama na População Lésbicas Bissexuais e Homens Transsexuais (LBT). A 
revisão teve início com a realização da busca em três bases de dados Biblioteca Virtual de 
Saúde, Medline e LILACS via portal de periódicos CAPES. Serão incluídos estudos 
disponíveis para acesso completo online, que possuem como público-alvo pessoas LBT e 
possui como tema central consulta ginecológica para rastreamento do câncer do colo do útero 
e mama. Estudos que não estejam disponíveis nos idiomas, inglês, português ou espanhol, ou 
que tenham o foco em doenças do sistema genital e reprodutivo foram excluídos. Será 
utilizado o recorte temporal de 2011 até 2022, tendo como justificativa para tal a instituição 
da portaria MS/GM nº 1.473, de 24 de junho de 2011, que institui o fortalecimento das ações 
para a prevenção e qualificação do diagnóstico e tratamento dos cânceres do colo do útero e 
da mama, como um dos quatro compromissos prioritários da Rede de Atenção à Saúde no 
SUS. A seleção dos estudos está em andamento e a amostra final dos artigos incluídos para 
análise serão organizadas e apresentadas no formato tabelas, uma com dados dos estudos e 
outra com informações sobre as especificidades a serem consideradas na consulta 
ginecológica oferecida para pessoas LBT. Por tratar-se de estudos com dados secundários, a 
aprovação do comitê de ética não será necessária. Espera-se com os resultados deste estudo 
fomentar a discussão sobre o acesso das pessoas LBT a consulta ginecológica, respeito a 
identidade de gênero na prática clínica e melhoria no acolhimento destas pessoas. 
 
Palavras-chave: Teste de Papanicolaou; Minorias Sexuais e de Gênero; 
Homem Transexual; Prevenção Secundária. 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional deCâncer José Alencar Gomes da Silva 
(INCA). Dados e Números sobre Câncer do Colo do Útero - Relatório Anual 2022a. 
 
 
 
182 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva 
(INCA). Dados e Números sobre Câncer de Mama - Relatório Anual 2022b. 
 
CHRISOSTOMO, K. R.; et al. O que o profissional da saúde precisa saber a respeito do 
atendimento às pessoas transexuais ou transgênero. Medicina (Ribeirão Preto), [S. l.], v. 54, 
n. 4, p. e-180051, 2021. DOI: 10.11606/issn.2176-7262.rmrp.2021.180051. Disponível em: 
https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/180051. Acesso em: 10 out. 2022. 
 
RODRIGUES, J.L.; FALCÃO, M.T.C. Vivências de atendimentos ginecológicos por 
mulheres lésbicas e bissexuais: (in)visibilidades e barreiras para o exercício do direito à 
saúde. Saúde e Sociedade. 2021, v. 30, n. 1, e181062. Disponível em: 
https://doi.org/10.1590/S0104-12902021181062. Acesso em: 10 out.2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://doi.org/10.1590/S0104-12902021181062
 
 
183 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
RELATO DE EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA: EDUCAÇÃO EM SAÚDE 
SEXUAL E REPRODUTIVA PARA ADOLECENTES E PESSOAS EM 
VULNERABILIDADE 
 
 
Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha 231 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins 232 
Tassiene Aparecida de Farias Sampaio 233 
Mariana Guimarães Bastos 234 
Elisa Brito Azzi 235 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 236 
 
Atenção à saúde sexual e reprodutiva contempla um conjunto de ações e serviços que incluem 
assistência clínica, aconselhamento e atividade educativa (PAIVA; CAETANO, 2022). 
Através desta última as pessoas são informadas sobre seus direitos, recursos e meios 
disponíveis para o planejamento reprodutivo. O Ministério da Saúde recomenda que tais 
atividades sejam oferecidas não só na Atenção Primária à Saúde (APS), mas também em 
escolas e em locais da comunidade que facilite o acesso das pessoas às informações sobre 
seus direitos sexuais e reprodutivos (BRASIL, 2013). Todavia, apesar de tal recomendação 
a implantação desta atividade ainda é fragmentada e relegada a segundo plano, e em muitos 
contextos a mesma se restringe somente a APS com uma abordagem limitada aos métodos 
contraceptivos e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (PAIVA et al.,2019). Assim, o 
objetivo deste trabalho é relatar a experiência de cinco alunas do curso de enfermagem do 
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, nas atividades do projeto de extensão, que tem 
como proposta potencializar a promoção de saúde sexual e reprodutiva para as pessoas em 
 
231 Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tissiadiniz02@gmail.com 
232 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa99@hotmail.com 
233 Tassiene Aparecida de Farias Sampaio. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tassienefaria@gmail.com 
234 Mariana Guimarães Bastos. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marianaguimaraesbastos@gmail.com 
235 Elisa Brito Azzi. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
elisabazzi.br@gmail.com 
236 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
mailto:marianaguimaraesbastos@gmail.com
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
 
 
184 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
vulnerabilidade, que por diferentes motivos não procuram por tal atividade no serviço de 
saúde. Trata-se de um relato de experiência de atividades extensionistas, que tiveram início 
em abril de 2022, com o estudo e elaboração dos roteiros das rodas de conversa, essa 
abordagem possibilita encontros dialógicos, contextualizados e participativos, onde os 
participantes são considerados em suas necessidades e enquanto sujeitos de direitos, algo que 
possibilita a produção e ressignificação de sentido – saberes – sobre as experiências 
compartilhadas (SAMPAIO et al., 2018). Atualmente as atividades do projeto de extensão 
acontecem em um dos CURUMINS do Município de Juiz de Fora, vinculado a Associação 
Municipal de Apoio Comunitário. Das atividades realizadas, destacam-se a roda de conversa 
com mulheres, na qual foi realizada dinâmicas para fortalecer a autoestima, autonomia e a 
importância de observar o próprio corpo em sua totalidade, ao final da roda de conversa as 
participantes são convidadas para um café como forma de agradecimento. Outras atividades 
estão programadas para serem realizadas ainda em 2022, considerando temas que inclui 
promoção dos direitos da gestante, promoção da saúde de mulheres no climatério, direitos 
sexuais e reprodutivos para adolescentes, dentre outras temáticas. Observou-se que a roda de 
conversa facilitou participação das pessoas e favoreceu a escuta, algo que suscitou nas 
discentes a reflexão sobre o processo de educação em saúde a importância do papel social da 
enfermagem. A aproximação do espaço comunitário permitiu o contato direto do discente 
com diferentes tipos de vulnerabilidades e de realidades sociais distintas. Destaca-se que 
apesar de alguns entraves para adesão, a proposta do projeto de extensão teve uma boa 
receptividade por parte da comunidade. Para além dos impactos positivos na comunidade, 
espera-se que as discentes e extensionistas desenvolvam habilidades de comunicação e do 
trabalho em equipe, criatividade e a escrita científica, além da aquisição do conhecimento 
sobre a promoção da saúde sexual e reprodutiva. 
 
Palavras-chave: Educação em Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos; Promoção da Saúde; 
Vulnerabilidade social. 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva. 2013. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
PAIVA, C.C.N.; CAETANO, R. Theoretical model of sexual and reproductive health care: 
subsidies for evaluative research. Revista Gaúcha de Enfermagem. 2022, v. 43, e20200425. 
Disponível em: https://doi.org/10.1590/1983-1447.2022.20200425. Acesso em: 10 out. 
2022. 
 
PAIVA, C.C.N et al. Atividades educativas do planejamento reprodutivo sob a perspectiva 
do usuário da Atenção Primária à Saúde. Rev. APS.; v.22, n.1, 2019, p: 23–46. Disponível 
em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/16675/20740 Acesso em: 10 de out. 
2022. 
 
SAMPAIO, Juliana et al. Limites e potencialidades das rodas de conversa no cuidado em 
saúde: uma experiência com jovens no sertão pernambucano. Interface - Comunicação, 
Saúde, Educação. 2014, v. 18, suppl 2, pp. 1299-1311. Disponível 
em:https://doi.org/10.1590/1807-57622013.0264. Acesso em: 05 de out.2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://doi.org/10.1590/1983-1447.2022.20200425
https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/16675/20740
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
DESAFIOS DA MONITORIA ACADÊMICA DURANTE A PANDEMIA DA 
COVID-19, ANSIEDADE E INCERTEZA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 
 
Arthur Gonçalves dos Santos 237 
Claudio Vitorino Pereira 238 
 
As atividades no ensino superior durante a pandemia da Sars-CoV2 foram desafiantes para 
discentes, docentes, coordenadores e Instituições de Ensino Superior com curso na área da 
saúde. O retorno a modalidade presencial de ensino após ter sido declarado pela 
Organização Mundial de Saúde (OMS) a pandemia do novo coronavírus foi marcado por 
receio, incertezase mudanças de hábitos corriqueiros devido à necessidade de barreiras 
sanitárias impostas pelos órgãos regulatórios. Desta forma, destaca-se a contribuição da 
monitoria, com suas finalidades de cooperação junto ao docente para despertar nos 
acadêmicos maior interesse pela disciplina, aprimorar habilidades adquiridas durante as 
aulas práticas e fomentar a busca por novos conhecimentos através das trocas de 
experiências entre o acadêmico-monitor e os demais discentes. Além de aproximar o 
discente-monitor das práticas relacionadas a docência. OBJETIVO: Relatar a vivência do 
discente-monitor no retorno presencial das aulas práticas durante a pandemia da Sars-
CoV2. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, 
realizado a partir da vivência de um discente-monitor da disciplina de Fundamentos do 
Cuidar em Enfermagem, ofertada para acadêmicos do 4° período do Curso de Graduação 
em Enfermagem do Centro de Ensino Superior Estácio Juiz de Fora no 1° semestre de 2022. 
REFERÊNCIAL TEÓRICO: O retorno ao ensino presencial foi marcado por ansiedade 
(MERTENS G., 2020), medo (ARORA A., 2020), e insegurança por parte dos acadêmicos, 
quer seja pela necessidade diante da realização e novos procedimentos e ainda pela 
necessidade de readaptação no processo de relacionamento enquanto sociedade. O medo da 
COVID-19 tem sido descrito como um preditor importante de transformações 
comportamentais e de proteção à saúde, bem como de desfechos deletérios ao processo de 
aprendizagem dos discentes e monitor-discente (MODENA CF. et al., 2021). Logo, instigar 
o interesse pela prática docente e ampliar o horizonte como futura atividade profissional 
 
237 Arthur Gonçalves dos Santos. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. Monitor da disciplina Fundamentos do Cuidar em Enfermagem E-mail: 
arthur_goncalvessantos@hotmail.com 
238Claudio Vitorino Pereira. Mestre em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. 
mailto:arthur_goncalvessantos@hotmail.com
 
 
187 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
torna-se ainda mais desafiador (FERNANDES, D C. A. et al., 2021). RESULTADOS: A 
experiência exigiu a preparação do discente-monitor para o emprego da função na 
disciplina de Fundamentos do Cuidar em Enfermagem. A atualização dos conhecimentos 
relacionados aos conteúdos programáticos, auxílio no desenvolvimento e execução de 
estudos clínicos junto ao docente e acadêmicos, favoreceram maior segurança para 
realização das atividades e alcance de melhor desempenho. O estabelecimento de 
protocolos baseados em medidas de distanciamento pessoal, higienização das mãos e uso 
adequado de equipamentos de proteção individual possibilitou executar as atividades no 
laboratório de simulação em situações mais próximas da realidade e com máximo de 
segurança. A prática da monitoria fomentou maior estímulo e interesse pela carreira docente, 
uma vez que proporcionou o desenvolvimento de atividades vinculadas ao ensino e à 
pesquisa. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A atividade de monitoria possibilitou aprimorar os 
conhecimentos em enfermagem, e ampliar o conhecimento sobre a vivência docente. Logo, 
tal atividade foi de suma relevância para o processo de ensino e aprendizagem teórico-
prático, que refletiu positivamente para aquisição de novas habilidades para atuação nos 
diversos campos da Enfermagem. 
 
Palavras-chave: Educação em enfermagem; bacharelado em Enfermagem; Tutoria 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ARORA, A; JHA, A, K; ALAT, P; et al. Understanding coronaphobia. Asian J Psychiatr. 
2020; 54:102384. https://doi.org/10.1016/j.ajp.2020.102384 
FERNANDES, D. C. A.; FERNANDES, H. M. A.; BARBOSA, E. DA S.; et al. 
Contribuições da monitoria acadêmica na formação do aluno-monitor do curso de 
Enfermagem: relato de experiência. Debates em Educação. [S. l.], v. 12, n. 27, p. 316–
329, 2020. DOI: 10.28998/2175-6600.2020v12n27p316-329. 
MERTENS, G; GERRITSEN, L; DUIJNDAM, S; et al. Fear of the coronavirus (covid19): 
predictors in an online study conducted in march 2020. J Anxiety Disord. 74:102258. 
2020. https://doi.org/10.1016/j.janxdis.2020.102258 
MODENA, C, F; KOGIEN, M; MARCON, S, R; et al. Factors associated with the 
perception of fear of COVID-19 in university students. Rev Bras Enferm. 75(Suppl 1): e 
 
 
188 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
20210448. 2022. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2021-0448 
 HAAG, G.S; KOLLING, V.; SILVA, E.; et al. Contribuições da monitoria no processo 
ensino- aprendizagem em enfermagem. Rev Bras Enferm., [12 ago 2022]. v.61, n.2, p. 
215-20. 2008 https://doi.org/10.1590/S0034-71672008000200011 
World Health Organization. Coronavirus disease (COVID-19) outbreak [Internet]. Geneva: 
World Health Organization; 2020 [12 ago 2022]. Available from: Available from: 
https://www.who.int/health-topics/coronavirus#tab=tab_1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://doi.org/10.1590/S0034-71672008000200011
http://www.who.int/health-topics/coronavirus#tab%3Dtab_1
http://www.who.int/health-topics/coronavirus#tab%3Dtab_1
 
 
189 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DA POPULAÇÃO LGBTQIA+ NO 
BRASIL: UMA ANÁLISE DE DOCUMENTOS GOVERNAMENTAIS 
 
Elisa Brito Azzi 239 
Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha 240 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins 241 
Tassiene Aparecida de Farias Sampaio242 
Mariana Guimarães Bastos 243 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 244 
 
No Brasil, os serviços de atenção à Saúde Sexual e Reprodutiva (SSR) estão vinculados à 
atenção básica de saúde, espaço privilegiado de práticas de cuidado integral, lócus de maior 
proximidade do viver dos sujeitos, que desenvolve ações de promoção à saúde, prevenção de 
doenças, recuperação, tratamento e reabilitação. No âmbito do Sistema Único de Saúde 
(SUS), essa atenção possui um escopo amplo de ações e serviços, contemplando atividades 
educativas, aconselhamento e atividades clínicas e que devem ser ofertadas para todas as 
pessoas, incluindo as necessidades e especificidades das pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, 
Travestis, Transexuais, Queer, Assexuais (LGBTQIA+) (BRASIL,2013a). A Política 
Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, tem como 
um dos seus objetivos garantir os direitos sexuais e reprodutivos destas pessoas no âmbito 
do SUS (BRASIL, 2013b). Contudo, essa garantia ainda não é uma realidade na prática, que 
por vezes heteronormativa não contemplam essa população (PAIVA et al., 2019), seja por 
falta de capacitação em relação a gênero e sexualidade, ou pelas limitações dos profissionais 
que reproduzem condutas homofóbicas, julgamentos e práticas não inclusivas, 
desinformação, falta de privacidade e confidencialidade que distanciam essas pessoas dos 
serviços de saúde (COSTA-VAL, 2022). Assim, o objetivo deste estudo é identificar nos 
 
239 Elisa Brito Azzi. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
elisabazzi.br@gmail.com 
240 Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tissiadiniz02@gmail.com 
241 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa99@hotmail.com 
242 Tassiene Aparecida de Farias Sampaio. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tassienefaria@gmail.com 
243 Mariana Guimarães Bastos. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marianaguimaraesbastos@gmail.com 
244 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
UniversitárioEstácio Juiz de Fora. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
mailto:marianaguimaraesbastos@gmail.com
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
 
 
190 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
documentos governamentais que versam sobre a atenção à saúde sexual e reprodutiva, quais 
são as recomendações e as lacunas de informações sobre a oferta desta atenção para as 
pessoas LGBTQIA+ no SUS. Trata-se de um estudo teórico apoiada no referencial de análise 
documental (CELLARD,2008). A busca dos documentos será realizada na Biblioteca Virtual 
em Saúde - Ministério da Saúde (https://bvsms.saude.gov.br/), considerando os descritores 
Saúde Sexual e Reprodutiva. A análise crítica e reflexiva terá como base estudos publicados 
sobre diversidade, pluralidade, sexualidade e gênero, conceitos indispensáveis para a garantia 
da saúde sexual e reprodutiva enquanto um direito de todos. Nesse sentido, espera-se que 
esse estudo teórico produza argumentos e reflexões sobre inclusão e a implementação da 
atenção à saúde sexual e reprodutiva de pessoas LGBTQIA+ no cenário brasileiro. 
 
Palavras-chave: Minorias Sexuais e de Gênero; Educação em Saúde; Saúde Reprodutiva; 
Saúde Sexual. 
 
REFERÊNCIA 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Cadernos de atenção básica: saúde sexual e saúde reprodutiva. 2013a. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. 
Departamento de Apoio à Gestão Participativa. Política Nacional de Saúde Integral de 
Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.2013b 
 
COSTA-VAL, Alexandre et al. O cuidado da população LGBT na perspectiva de 
profissionais da Atenção Primária à Saúde. Physis: Revista de Saúde Coletiva. 2022, v. 32, 
n. 2, e320207. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-73312022320207 Acesso em: 
10 out. de 2022. 
 
CELLARD, André. Análise documental. In: A pesquisa qualitativa: enfoques 
epistemológicos e metodológicos. Tradução de Ana Cristina Nasser. Petrópolis, RJ: Vozes, 
2008. 
PAIVA, C.C.N et al. Atividades educativas do planejamento reprodutivo sob a perspectiva 
do usuário da Atenção Primária à Saúde. Rev. APS.; v.22, n.1, 2019, p: 23–46. Disponível 
https://bvsms.saude.gov.br/
https://doi.org/10.1590/S0103-73312022320207
 
 
191 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/16675/20740 Acesso em: 10 de out. 
2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/16675/20740
 
 
192 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
UMA PROPOSTA DE FICHA CLÍNICA APLICADA À CONSULTA DE 
ENFERMAGEM PARA RASTREIO DO CÂNCER DE MAMA E DO COLO 
DO ÚTERO COM FOCO NAS MULHERES LÉSBICAS, BISSEXUAIS E 
HOMENS TRANSSEXUAIS 
 
 
Tassiene Aparecida de Farias Sampaio 245 
Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha 246 
Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins 247 
Mariana Guimarães Bastos 248 
Elisa Brito Azzi 249 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 250 
 
A consulta para o rastreio do câncer do colo do útero pode ser realizada pelo enfermeiro na 
Atenção Primária à Saúde, direcionada para pessoas que tem útero de 25 a 64 anos com vida 
sexual ativa, sendo que após dois exames anuais consecutivos sem alteração é recomendado 
a rotina trienal. O rastreio do câncer de mama também é realizado neste atendimento, onde o 
profissional realiza o exame clínico das mamas e faz a solicitação da mamografia para 
mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos a cada dois anos, fatores de risco também são 
considerados para a solicitação do referido exame para diagnóstico precoce (BRASIL, 2013). 
Contudo, apesar das recomendações governamentais a adesão da população ainda está aquém 
do que é preconizado, algo que se agrava ainda mais considerando as pessoas Lésbicas, 
Bissexuais e Transsexuais (LBT), uma vez que, a invisibilidade, a falta de capacitação dos 
profissionais sobre gênero e sexualidade, os preconceitos e a discriminação distanciam essa 
população dos serviços de saúde e impacta negativamente no acesso as ações de prevenção 
 
245 Tassiene Aparecida de Farias Sampaio. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tassienefaria@gmail.com 
246 Tíssia Diniz Soares Ribeiro da Cunha. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio 
Juiz de Fora. E-mail: tissiadiniz02@gmail.com 
247 Thaynara Barbosa Loures Dorneles Martins. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: thaynabarbosa99@hotmail.com 
248 Mariana Guimarães Bastos. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: marianaguimaraesbastos@gmail.com 
249 Elisa Brito Azzi. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
elisabazzi.br@gmail.com 
250 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Doutora em Saúde Coletiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro 
Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
mailto:marianaguimaraesbastos@gmail.com
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
 
 
193 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
de doenças e promoção da saúde (RODRIGUES; FALCÃO, 2021). Nesse sentido, objetivou-
se com esse este estudo a elaboração de uma ficha clínica aplicada à consulta de enfermagem 
de rastreio do câncer do colo do útero e da mama com foco nas mulheres que lésbicas, 
bissexuais e homens transsexuais, visando contemplar as necessidades especificas dessas 
pessoas. Trata-se de um estudo teórico, que tem como base a análise de protocolos 
governamentais de instituições de saúde disponíveis na internet, com foco na consulta de 
enfermagem à mulher para rastreio do câncer do colo do útero e da mama. Para complementar 
a fundamentação teórica da ficha clínica será utilizado o instrumento proposto por Gerk, 
Freitas e Nunes (2013) de consulta à mulher, adicionalmente um estudo de revisão integrativa 
sobre o rastreio do câncer do colo do útero e de mama em mulheres lésbicas, bissexuais e 
homens transsexuais, realizado em paralelo a essa pesquisa teórica também será considerado 
para direcionar a construção da ficha clínica com foco na saúde e nas singularidades destas 
mulheres. O estudo teve início em agosto de 2022, cujos protocolos encontram-se em fase 
inicial de análise. Após a finalização do estudo, as autoras planejam uma atividade educativa 
com foco nestas mulheres para que elas possam avaliar o instrumento construído, cuja 
avaliação do mesmo será anônima e voluntária, posteriormente após as adequações na ficha 
clínica, a mesma poderá ser utilizado no consultório de enfermagem da Estácio Juiz de Fora. 
Espera-se captar as necessidades e particularidades das pessoas LBT e com isso favorecer a 
adesão a consulta de enfermagem para rastreio do câncer do colo do útero e da mama, além 
de conscientizar profissionais e estudantes de enfermagem quanto a necessidade rever 
algumas práticas naturalizadas pelo viés heteronormativo, e de implementar ações inclusivas 
de promoção da saúde e prevenção de doença em prol da melhoria do acesso das pessoas 
LBT, algo que envolve a desconstrução de estereótipos e preconceitos em prol do 
fortalecimento do acolhimento vínculo nos serviços de saúde. 
 
Palavras-chave: Lésbica; Bissexualidade; Pessoas Transgênero; Teste de Papanicolaou; 
Neoplasias da Mama. 
 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica. Controle dos Cânceres de Colo 
de Útero e da Mama. Cadernos de Atenção Básica, n.13: Série A. Normas e Manuais 
Técnicos. 2013. 
 
 
 
194 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GERK, Maria Auxiliadora de Souza, FREITAS Sandra L. Félix de; NUNES,Cristina Brandt. 
Consulta de Enfermagem à Mulher. In: Enfermagem e Saúde da Mulher (org). Fernandes, 
Rosa Áurea Quintella - Narchi, Nádia Zanon. Editora Manole. 2ªEd. p.110-40. 
 
RODRIGUES, Julliana Luiz. FALCÃO, Marcia Thereza Couto. Vivências de atendimentos 
ginecológicos por mulheres lésbicas e bissexuais: (in)visibilidades e barreiras para o 
exercício do direito à saúde. Saúde e Sociedade [online]. 2021, v. 30, n. 1 e181062. 
Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-12902021181062. Acesso em: Acesso em: 20 
set.2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://doi.org/10.1590/S0104-12902021181062
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
VISITA TÉCNICA AO BANCO DE LEITE HUMANO EM JUIZ DE FORA: 
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE DISCENTES DO CURSO DE 
ENFERMAGEM 
 
 Marcia Maria Lino Valadares 251 
Josilene Sobreira Rodrigues 252 
Douglas de Matos Filho 253 
Ágnes Alvarenga Rosendo254 
Carla Cardi Nepomuceno de Paiva 255 
 
O Banco de Leite Humano (BLH) é um serviço especializado, responsável por ações de 
promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e execução de atividades de coleta da 
produção lática da nutriz, do seu processamento, controle de qualidade e distribuição 
(BRASIL,2017). No Brasil a implantação desse serviço teve início em 1946 no Instituto 
Nacional de Puericultura, atual Instituto Fernandes Figueira e tinham por objetivo coletar e 
distribuir leite humano (LH), mas somente a partir da década de 80 com o desenvolvimento 
do Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno atrelado ao impacto positivo do 
aleitamento na redução da mortalidade infantil por desnutrição, os BLH passaram a assumir 
um novo papel no cenário da saúde pública, avançando com em 1990 com a Rede Brasileira 
de Bancos de Leite Humano que opera por meio da articulação do Centro de Referência 
Nacional para Bancos de Leite Humano com cada Centro de Referência Estadual, que são 
responsáveis por capilarizarem as ações para os BLH municipais (BRASIL,2017). Trata-se 
de um relato de experiência cujo objetivo é relatar a vivência de discentes do curso de 
enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora em uma visita técnica no BLH 
realizada em setembro de 2022, como uma atividade complementar a prática da disciplina 
ensino clínico saúde da mulher. Atualmente o BLH configura-se como uma importante 
política pública em favor da amamentação no Brasil, cuja expansão e consolidação são 
 
251 Marcia Maria Lino Valadares. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: 201808162455@alunos.estacio.br 
252 Josilene Sobreira Rodrigues. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: josilenesobreira@gmail.com 
253 Douglas de Matos Filho. Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. 
E-mail: 201708211454@alunos.estacio.br 
254 Ágnes Alvarenga Rosendo. Acadêmica do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: agnes.alvarenga@hotmail.com 
255 Carla Cardi Nepomuceno de Paiva. Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio Juiz 
de Fora. Doutora em Saúde Coletiva. E-mail: carlacardiufjf@gmail.com 
mailto:carlacardiufjf@gmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
favorecidas tanto pelos trabalhos de pesquisa e de desenvolvimento científico e tecnológico 
quanto pelo nível de rigor em relação à qualidade e processos. Destaca-se que até agosto de 
2022 o país conta com 225 BLH em funcionamento, sendo que 91 (40%) são localizados na 
região sudeste. Nesta experiência foi possível compreender toda organização, a estrutura do 
BLH e o fluxo de trabalho. O processo de trabalho da equipe engloba atividades assistenciais 
(Promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno em BLH), e atividades de 
processamento e controle de qualidade. A profissional que foi responsável por conduzir a 
visita técnica compartilhou sua experiência e seus conhecimentos sobre os equipamentos e 
instrumentos utilizados no controle de qualidade microbiológico e na pasteurização do leite 
e no processo de seleção do leite cujas etapas contemplam: condições da embalagem, 
presença de sujidades, cor, off-flavor e acidez Dornic, já a classificação do leite compreende 
a verificação de: período de lactação, acidez Dornic e conteúdo energético – crematócrito 
(ALMEIDA, 2008). Observou-se que na folha de registro que grande parte dos leites doados 
são descartados nesse processo de seleção por conta da sujidade, algo que reforça a 
importância das orientações sobre os cuidados para não contaminação do leite ordenhado. O 
processo de controle, rotulagem da embalagem para acondicionamento do leite humano 
ordenhado, e os requisitos e o cadastramento de doadoras também foi visualizado na visita. 
Conclui-se que essa visita consolidou o conhecimento teórico dos discentes e permitiu 
ampliar a compreensão sobre os procedimentos técnicos aplicados na recepção e distribuição 
do leite humano, além disso foi possível identificar a complexidade das etapas e o rigor do 
trabalho realizado pela equipe de enfermagem e de farmácia que garantem a qualidade do 
leite doado, algo que exige estudo, dedicação e organização. Ademais, reitera-se que a visita 
técnica ao BLH proporcionou a compreensão da indissociabilidade entre as práticas de 
promoção da amamentação, o aleitamento e a doação do leite materno, para o fortalecimento 
da saúde da mãe e do recém-nascido, algo que estimulou o interesse dos discentes sobre as 
possibilidades de formação, capacitação e atuação do enfermeiro no banco de leite humano. 
 
Palavras- chave: Banco de Leite Humano; Enfermagem; Saúde Materno-Infantil. 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REFERÊNCIAS 
 
ALMEIDA, João Aprígio Guerra de. Seleção e Classificação. In: Brasil. Agência Nacional 
de Vigilância Sanitária. Banco de leite humano: funcionamento, prevenção e controle de 
riscos. Brasília: Anvisa, 2008. 160 p. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações 
Programáticas Estratégicas. Bases para a discussão da Política Nacional de Promoção, 
Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ORIENTAÇÕES E ACOLHIMENTO AO TABAGISTA NA UNIDADE 
BÁSICA DE SAÚDE 
 
Daiana Sudré Belo 
256 
Larissa Gracioso Teixeira 257 
 
O trabalho realizado pelo enfermeiro da Unidade Básica de Saúde sobre os efeitos negativos 
que o fumo oferece é educativo, esclarecedor e fundamental, através do aconselhamento, 
apoio a população, e incentivo a mudança do estilo de vida, tendo em vista que o tabaco 
compromete seriamente a saúde do fumante ativo (quem fuma) e passivo (quem convive com 
o fumante). Referencial teórico: Buscando informar as pessoas acerca do assunto, prevenir o 
tabagismo e as complicações geradas por ele (HALLAL; CAMPOS, 2016). Objetivo: 
Apresentar as relevâncias positivas das orientações do enfermeiro nas Unidades Básicas de 
Saúde, referente os malefícios do uso do tabaco, promovendo a qualidade de vida dos 
usuários das unidades básicas de saúde. Metodologia: Um relato de experiência em estágio 
do 10° período do curso de Enfermagem, na Unidade Básica de Saúde (UBS), no setor de 
acolhimento de demandas (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2019). Resultados : Recebemos na 
unidade paciente que relatou que tem passado os dias cansado, com falta de ar ao realizar 
alguma atividade que exige esforço, como uma simples caminhada. Fumante desde os 13 
anos de idade, consumindo atualmente em torno de 20 a 30 cigarros por dia. Relatou ter 
tentado parar de fumar sem auxílio de qualquerpara promoção da conectividade cliente/consumidor e suas mudanças 
nos bancos tradicionais. O objetivo é demonstrar como a evolução tecnológica no sistema 
financeiro por meio das fintechs e bancos digitais promove, aos usuários, maior 
acessibilidade aos variados serviços ofertados pelo sistema bancário. Diante o exposto 
questiona-se: quais as dificuldades dos bancos tradicionais frente aos bancos digitais e 
fintechs e como os mesmos estão se adaptando ao serviço digital e como as fintechs vem 
modificando o mercado financeiro? É importante ressaltar que o mercado financeiro é o 
responsável por movimentar a economia do país, e é formado por instituições e instrumentos 
financeiros, onde por meio dos mesmos se regulamenta e fiscaliza as transferências de 
recursos entre poupadores e tomadores, sendo constituído o mesmo de quatro segmentos 
como o mercado monetário, mercado de câmbio, mercado de capitais e mercado de crédito 
(PESENTE, 2019). As fintechs são empresas que usam plataformas digitais para ofertar 
melhor relação entre custo e eficiência aos clientes, diante das ofertas de serviços dos bancos 
tradicionais. Elas permitiram que os usuários possuam uma maior conectividade e acesso a 
serviços financeiros de forma virtual, sem a necessidade de se locomover a uma agência 
bancária. O crescimento delas tem obrigados os bancos tradicionais a se adaptarem ao mundo 
digital. Observa-se ainda que o sistema de digitalização fez com o que o cliente modificasse 
sua forma de consumo dos serviços bancários, muitos migraram os serviços que utilizavam 
para o digital, exigindo uma mudança de comportamento do mercado financeiro como um 
todo. Neste contexto a metodologia utilizada no decorrer do estudo foi um levantamento 
bibliográfico descritivo, bem como uma pesquisa de campo, com 77 pessoas por meio de um 
 
15 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
karolinebrendha@yahoo.com.br. 
16 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
mayanna.rodrigues@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
questionário eletrônico, a fim de analisar como os usuários veem os serviços fintechs versus 
bancos tradicionais. Através da pesquisa observou-se junto aos pesquisados que o perfil de 
usuários das fintechs é de jovens entre 18 e 30 anos com uma porcentagem de 57,1% seguido 
de pessoas com faixa etária entre 31 e 40 na porcentagem de 39,0%. Muitos dos respondentes 
ressaltaram a importância do desenvolvimento digital dentro do mercado financeiro e que 
muitos confundem os serviços digitais ofertados pelos bancos com as fintechs. Os dados 
mostram que a tecnologia promoveu evolução no sistema bancário e que a digitalização dos 
usuários, dos serviços prestados pelos bancos tradicionais são uma realidade e estas 
mudanças promovem maior acessibilidade, conectividade e facilidade no acesso a serviços 
bancários. Desta forma, pode-se concluir que o surgimento das fintechs e dos serviços 
digitais agregados aos bancos tradicionais é uma modelagem que exprime bem a evolução 
do sistema financeiro, tendo por objetivo ofertar ao cliente e consumidor uma melhor 
comunicação, acessibilidade aos serviços e produtos bancários; permitindo ao cliente ter 
acesso mesmo que de forma digital a todos os processos que são ofertados no modelo 
financeiro tradicional. 
 
Palavras-chave: Tecnologia; Fintechs; Bancos Digitais. 
 
REFERÊNCIAS: 
PESENTE, Ronaldo. Mercados Financeiros. Disponível 
em:. Acesso em: 25 mar. 2022. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
GESTÃO DE PROCESSOS E AS MELHORIAS OBTIDAS ATRAVÉS DO 
TREINAMENTO: UM ESTUDO DE CASO CENTER CAR 
 
Hiram Coimbra da Silva 17 
Victor Douglas da Silva Santos 18 
 
O cenário atual tem exigido das organizações um olhar mais crítico para o desenvolvimento 
das atividades internas, o que abre espaço para uma discussão relacionada à gestão de 
processos, bem como sobre a importância do treinamento relacionado ao mesmo. Neste 
contexto, quando se trata de um shopping de automóveis que conta com o serviço de uma 
conservadora espera que ela atenda a expectativa para que os clientes se sintam satisfeito 
com o serviço prestado. Foi observado que não havia o acompanhamento das tarefas, para o 
funcionário as atividades não estavam sendo transmitidos de forma clara e objetiva, conflitos 
interpessoais afetavam a entrega dos colaboradores. Desta forma, o presente trabalho 
procurou responder à seguinte questão problema: Qual a importância da gestão de processos 
e o treinamento para a melhoria dos processos? O objetivo é identificar as melhorias nos 
processos que a gestão de processos e o treinamento dos colaboradores podem trazer para 
eles. Neste contexto é importante entender que segundo Oliveira (2019) é uma coleção 
estruturada de atividades sequenciais que têm uma relação lógica entre si com o objetivo de 
reunião e, idealmente, excedendo as necessidades e expectativas dos clientes externos e 
internos. Por isso faz-se necessária a padronização dos processos internos de uma empresa, 
a fim de que se promova eficiência, economia e melhora nos serviços prestados. Para que 
isso ocorra acontece dentro da organização o que se chama de mapeamento de processos e 
que acarreta uma gestão de processos, entendida neste estudo como sendo as etapas de 
entendimento, aprendizado, documentação e melhoria. Mas de nada adianta ter estes pontos 
em mente se atrelado a eles não se trabalhar o treinamento e o desenvolvimento. Neste 
contexto a metodologia utilizada caracteriza-se como uma pesquisa dedutiva com orientação 
quantitativa-qualitativa, de natureza descritiva e intervencionista; além de um estudo de caso 
com pesquisa bibliográfica, observação e questionário estruturado aplicado aos 
colaboradores da empresa em estudo. Para atuação direta dentro da empresa inicialmente foi 
 
17 Discente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
hirancoinbra2014@hotmail.com 
18 Docente – Curso Administração – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
santos.victor@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
feito um questionário com os colaboradores a fim de verificar se eles percebiam que mapear 
os processos faria diferença. Como resultado, elaborou-se um mapeamento dos processos 
dos setores e foi realizado junto aos colaboradores um treinamento, onde encontrou-se 
dificuldade na comunicação das atividades que são executadas por eles. Além disso, foi 
realizado uma pesquisa aos funcionários, onde buscou saber se a melhora nos processos 
contribuiu para execução das tarefas reduzindo reclamações dos usuários. Ao final do estudo 
pode-se concluir que é um desafio dentro das organizações propor estas mudanças se não há 
um entendimento de todos a respeito do assunto bem como não é há um direcionamento para 
tal. 
 
Palavras-chave: Processos; Treinamento; Gestão. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças D. Administração de Processos, 6ª edição. Grupo 
GEN, 2019. 9788597021301. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597021301/. Acesso em: 06 jun. 
2022. 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
CIÊNCIAS JURÍDICAS 
E POLÍTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REGIMES HÍBRIDOS E CULTURA: OS CASOS DO MÉXICO E DO 
BRASIL 
(ATITUDES, COMPORTAMENTOS E INSTITUIÇÕES) 
 
Manuel Ángel Rodríguez Edeza19 
Alma Mayrén Martínez Pérez20terapia há alguns anos, mas não obteve 
sucesso, sente sintomas como tontura e mal estar, agitação, acompanhada de 
ansiedade. Neste sentido, a orientação do enfermeiro é indispensável para que aconteça uma 
educação permanente sobre a importância de diminuir e erradicar o uso de cigarro pela 
população. O aconselhamento deve ser feito sem julgar a pessoa pelo vício que possui, de 
forma empática e positiva, motivando os fumantes a parar de fumar para beneficiar e 
preservar a saúde e da qualidade de vida de si próprio e das pessoas com quem convive. 
Temos a seguinte orientação: que para o cessar é necessária uma mudança de comportamento 
na qual o paciente é o sujeito ativo de sua própria mudança, deve persistir rumo ao seu 
objetivo. Considerações Finais: Foi prestado ao paciente todas as instruções e orientações, 
 
256 Daiana Sudré Belo – Graduanda Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
daianasudre@ymail.com 
257 Larissa Gracioso Teixeira – Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
larissa.gracioso@estacio.br 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
destacando os malefícios do uso do tabaco não somente para si próprio como também para 
todos aqueles com quem ele convive diariamente. Entre as sugestões ressaltamos a 
diminuição lenta e gradual do consumo; procurar um pneumologista; determinar um dia D, 
em que irá parar de fumar; procurar uma psicoterapia; usar medicamentos: adesivos, chicletes 
de nicotina etc. Foi elaborado um plano de ação com o paciente, avaliando os motivos que o 
levam a fumar e traçando estratégias para que ele resista ao desejo e aprenda a viver sem o 
cigarro. Para combater a fissura orientamos sobre manter-se ocupado com coisas saudáveis, 
a beber líquidos, chupar gelo, mascar algo como balas e chicletes específicos para o 
tabagismo. Ademais, sugere-se a realização de novas pesquisas na Unidade Basica de Saude 
para se aprofundarem na criação de linhas de cuidado para pessoas tabagistas. Podendo-se 
optar por cartases/folders que chamem a atenção para campanhas contra o tabaco. Nessa 
abordagem, o enfermeiro deve ter consciência de que muitas vezes apenas motivar o fumante 
a pensar em parar de fumar já é uma grande conquista, que pode surtir no resultado almejado. 
Através de orientações corretas sobre os malefícios a saúde, ampliação deste conhecimento 
e elaboração de ações e medidas eficazes de prevenção e conscientização nas unidades 
básicas de saúde, conseguiremos uma educação permanente sobre a importância de 
diminuição e erradicação do uso de cigarro pela população. 
 
Palavras-chave: Tabagismo, Malefícios, Saúde, orientações de Enfermagem. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
HALLAL, Ana; CAMPOS, Renata. SERIE FORMAÇÃO PARA ATENÇÃO BASICA 
CONTROLE DO TABAGISMO NA ATENÇÃO BASICA, p. 31, 53 e 58. 
Florianopólis, UFSC, 2016. 
 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biblioteca Virtual. https://bvsms.saude.gov.br/, 2019. 
 
 
 
 
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM QUEIMADO NA UNIDADE 
BÁSICA DE SAÚDE 
Isabella Araujo Baldutti 258 
Larissa Gracioso Teixeira 259 
 
A lesão em queimados é toda aquela provocada pelo contato direto com alguma fonte de 
calor ou frio, produtos químicos, corrente elétrica, radiação, ou mesmo alguns animais e 
plantas (como larvas, água-viva, urtiga), entre outros, podendo ser classificadas em 1°, 2° e 
3° grau. Referencial teórico: Importância do atendimento primário como conduta primordial 
na evolução de uma lesão, assim como enfatizar a atuação de enfermagem no acolhimento, 
orientação, revelando à população o vislumbre do profissional na unidade. Objetivo: Relato 
de caso para demonstrar as condutas tomadas pela equipe e os cuidados de Enfermagem em 
uma paciente com queimaduras de 2º a 3º grau. Metodologia: Um relato de experiência em 
estágio do 10° período do curso de Enfermagem, na Unidade Básica de Saúde (UBS), no 
setor de acolhimento de demandas. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2019). Resultado: Foi 
recebida na unidade uma mulher de 52 anos, vítima de acidente doméstico devido a óleo 
sobre seu membro superior esquerdo, por morar nas proximidades, compareceu a unidade 
logo após o ocorrido e foi atendida pela equipe multidisciplinar, sendo classificada sua lesão 
como 2° a 3º grau. Paciente estava com o membro hiperemiado e apresentava um flictema 
extenso. Devido ao foco de atendimento da unidade e a gravidade da lesão, a vítima foi 
encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu cuidados mais 
intensivos. Após 2 dias, retornou a UBS com o membro hiperemiado, com desbridamento do 
flictema, foi realizado higiene e novo desbridamento ao redor da lesão, sendo orientado o uso 
de cobertura de hidrocoloide e retorno em 5 dias. Após a primeira troca da cobertura, foi 
verificado a melhora da evolução da lesão, sendo utilizada ao total por 10 dias. Ao final, 
verificado a melhora da evolução da lesão, sendo utilizada ao total por 10 dias. Ao final, 
identificamos uma melhora significativa, com isso suspendemos o uso da placa de 
hidrocoloide, orientamos ao uso de óleo de girassol e protetor solar na região afetada e 
realizamos a alta da paciente (PROTO; GOZZANO; BRASILEIRO. 2012). Conclusão: Foi 
 
258 Isabella Araujo Baldutti – Graduanda de Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
araujoisabellaba@gmail.com 
259 Larissa Gracioso Teixeira – Enfermagem – Centro Universitário Estácio Juiz de Fora. E-mail: 
larissa.gracioso@estacio.br 
 
 
201 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
constatado que a unidade necessita de maior suporte com matérias e recursos que possa 
atender a população em situações de queimadura para atendimento imediato, dando maior 
suporte até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). 
 
Palavras-chave: Queimadura; Enfermagem; curativo; lesão. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Biblioteca Virtual. https://bvsms.saude.gov.br/queimaduras/, 
2019. 
 
PROTO, Rafael; GOZZANO, Ricardo; BRASILEIRO, Filipe; MOREIRA, Silvia; 
GONELLA, Hamilton. http://www.rbqueimaduras.com.br/details/111/pt-BR, 2012. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PRONTO ATENDIMENTO EM 
PACIENTE COM CRISE HIPERTENSIVA 
Letícia Moreira Bonfá 260 
Larissa Gracioso Teixeira 261 
Problema de Pesquisa: A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais frequente das doenças 
cardiovasculares. No Brasil são cerca de 17 milhões de portadores de hipertensão arterial, 
35% da população de 40 anos e mais. Referencial teórico: A crise hipertensiva associada 
ao tabagismo, obesidade, sedentarismo, dieta inadequada, raça negra, idade avançada e 
baixo nível sócio- econômico e um dos fatores que contribuem para o agravamento clínico 
do paciente. E seu aparecimento está cada vez mais precoce e estima-se que cerca de 4% 
das crianças e adolescentes também sejam portadoras (MARCIANO; et al, 2020). 
Objetivo: Este arquivo tem como objetivo mostrar a importância da assistência de 
enfermagem ao paciente com crise hipertensiva em uma unidade de pronto atendimento. 
Metodologia: Estudo descritivo do tipo relato de experiência referente às atividades 
realizadas ao pronto atendimento (PA) que ocorreu entre agosto e outubro de 2022, onde 
foram desempenhados procedimentos de enfermagem além da observação na atuação e 
tarefas competentes ao enfermeiro. Resultado: A crise hipertensiva se divide em dois 
tipos: emergência hipertensiva e urgência hipertensiva. A urgência hipertensiva apresenta-
se com a pressão arterial (PA) de 120 mmhg ou com valores maiores, mas o paciente 
encontra-se com estabilidade clínica sendo possível ser tratado em um nível ambulatorial 
utilizando antihipertensivos porO trabalho retoma o conceito de Morlino (2008) de regimes híbridos, para o México e o 
Brasil, mas com uma variante, são regimes híbridos porque apresentam culturas políticas 
paroquiais ou subjetivas (ALMOND Y VERBA, 1963) provenientes de contextos históricos, 
culturais e políticos legados, independentemente de terem ou não alternâncias ou dez anos 
de transição (MORLINO, 2008). Para isso, baseia-se na obra do autor (MORLINO, 2008) e 
analisa os legados históricos dos países, enquanto os estudos que a organização 
Latinobarômetro apresentou sobre a cultura política na América Latina entre 1995 e 2018, 
que inclui o estudo. Parte de uma premissa e questão fundamental: “México e Brasil 
realizaram eleições presidenciais em 2018; um aparentemente saiu da direita para entrar pela 
esquerda; o outro, da esquerda, para entrar pela direita. Ainda que no fundo, o que assistimos 
são três coisas ou denominadores comuns: um nacionalismo, um voto de fartura ou castigo e 
uma cultura política paroquial ou no máximo sujeita, sobretudo, em termos de conhecimento 
e informação política (atitudes, comportamentos e instituições). O que aconteceu? O que vai 
acontecer? O que virá? Supõe-se que sejam regimes híbridos, que não conseguiram superar 
sua fase de autoritarismo, embora também não o sejam totalmente (MORLINO, 2008), e 
onde a cultura desempenhou um papel fundamental, gerando culturas políticas paroquiais ou 
sujeitas que não permitiu uma transição para a democracia, mais do que por questões de 
tempo ou alternâncias políticas, como refere Morlino (2018). Ao final, verifica-se que, de 
fato, tanto o México quanto o Brasil apresentam traços autoritários de uma cultura política 
paroquial ou subjugada, com pouca incidência sobre as instituições democráticas, ao 
contrário daquelas que não a garantem, como o exército, o clero ou a grande empresa 
 
 
19 Manuel Ángel Rodríguez Edeza. Doctor en Ciencias Sociales. Universidad Autónoma de Occidente. 
maredeza@hotmail.com 
20 Alma Mayrén Martínez Pérez. Licenciada en Artes Plásticas. Universidad Autónoma de Sinaloa. 
mayren_ml@hotmail.com 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
Palavras-chave: Regimes híbridos; Cultura; Cultura política; México; Brasil 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ALMOND, Gabriel; VERBA, Sidney. La cultura cívica. Estudio sobre la participación 
política democrática en cinco naciones. Madrid, España: Fundación Foesa, 1963. 
LATINOBAROMETRO, (1995-2018). https://www.latinobarometro.org/ 
MORLINO, Leonardo. Cambios hacia la democracia: Actores, estructuras, procesos. 
México: Siglo XXI editores, 2008. 
RODRÍGUEZ-EDEZA, Manuel Ángel. “La relación entre el conocimiento político y la 
democracia: una experiencia desde el Estado de Sinaloa, México, Debates. Brasil: UFRGS, 
2016, Vo. 10, n.2, pp. 149-170. 
STUMPF, Rodrigo y RODRIGUEZ-EDEZA, Manuel Ángel. “Constreñimientos a la reforma 
política en Brasil y México: el rol de la Cultura Política”, ABCP. Brasil: 10º Encontro, 
Associação Brasileira de Ciência Política, 2016. 
https://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/6534 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.latinobarometro.org/
https://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/6534
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
LOS REGÍMENES HÍBRIDOS Y LA CULTURA: CASOS MÉXICO Y 
BRASIL 
(ACTITUDES, COMPORTAMIENTOS E INSTITUCIONES) 
 
 
Manuel Ángel Rodríguez Edeza21 
Alma Mayrén Martínez Pérez22 
 
 
El trabajo retoma el concepto de Morlino (2008) de regímenes híbridos, para México y Brasil, 
pero con una variante, son regímenes híbridos debido a que presentan culturas políticas 
parroquiales o súbditas (ALMOND Y VERBA, 1963) venidas de legados culturales y 
políticos históricos, independentemente de si hayan tenido o no alternancias o diez años en 
transición (MORLINO, 2008). Para ello, se apoya em la obra del autor (MORLINO, 2008), 
y analisa los legados históricos de los países, al tiempo que los estúdios que sobre cultura 
política en América Latina ha presentado la organización Latinobarómetro entre 1995 y 2018, 
que comprende el estúdio. Parte de una premissa y pregunta fundamental: “México y Brasil 
celebraron elecciones presidenciales en el 2018; uno, aparentemente salió de la derecha para 
entrar a la izquierda; el otro, de la izquierda, para entrar a la derecha. Aunque en el fondo, lo 
que presenciamos son tres cosas o común denominadores: un nacionalismo, un voto de 
hartazgo o de castigo y una cultura política parroquial o a lo más de súbdito, sobre todo, en 
cuanto a conocimiento e información política se refiere (actitudes, comportamentos e 
instituciones)”. ¿Qué sucedió? ¿Qué sucederá? ¿Qué vendrá? Se asume que son regímenes 
híbridos, que no han logrado superar su etapa de autoritarismo, aunque tampoco lo son ya 
totalmente (MORLINO, 2008), y donde la cultura há jugado um papel fundamental, 
generando culturas políticas parroquiales o súbditas que no han permitido una transición a la 
democracia, más que por asuntos de tiempos o alternacias políticas, como refiere Morlino 
(2018). Al final, se puede comprobar que, efetivamente tanto México como Brasil, presentan 
rasgos autoritários de una cultura política parroquial o súbdita, con poca afección sobre las 
 
21 Manuel Ángel Rodríguez Edeza. Doctor en Ciencias Sociales. Universidad Autónoma de Occidente. 
maredeza@hotmail.com 
22 Alma Mayrén Martínez Pérez. Licenciada en Artes Plásticas. Universidad Autónoma de Sinaloa. 
mayren_ml@hotmail.com 
 
 
27 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
instituciones democráticas, contrariamente, a las que no la garantizan, como el ejército, el 
clero o las grandes empresas. 
 
Palavras-chave: Regímenes híbridos; Cultura; Cultura política; México; Brasil 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ALMOND, Gabriel; VERBA, Sidney. La cultura cívica. Estudio sobre la participación 
política democrática en cinco naciones. Madrid, España: Fundación Foesa, 1963. 
LATINOBAROMETRO, (1995-2018). https://www.latinobarometro.org/ 
MORLINO, Leonardo. Cambios hacia la democracia: Actores, estructuras, procesos. 
México: Siglo XXI editores, 2008. 
RODRÍGUEZ-EDEZA, Manuel Ángel. “La relación entre el conocimiento político y la 
democracia: una experiencia desde el Estado de Sinaloa, México, Debates. Brasil: UFRGS, 
2016, Vo. 10, n.2, pp. 149-170. 
STUMPF, Rodrigo y RODRIGUEZ-EDEZA, Manuel Ángel. “Constreñimientos a la reforma 
política en Brasil y México: el rol de la Cultura Política”, ABCP. Brasil: 10º Encontro, 
Asociación Brasileira de Ciencia Política, 2016. 
https://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/6534 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.latinobarometro.org/
https://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/6534
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MEDINDO A PRECARIEDADE DO MERCADO DE TRABALHO PARA 
PESSOAS TRANS E TRAVESTIS NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA 
 
Fernanda Barcelos Mathiasi23 
Ana Cistina Fortes Melo Pires24 
 
A partir da construção teórica sobre o conceito de Trabalho Decente da OIT (2022) os 
objetivos desta pesquisa científica é compreender e medir a precariedade do mercado de 
trabalho em Juiz de Fora, para pessoas trans e travestis, assim como entender como estão as 
condições de trabalho a partir de uma discussão teórico-bibliográfica em uma pesquisa de 
método qualitativo, que realizará entrevistas com estas pessoas para buscando identificar as 
maiores dificuldades enfrentadas por elas ao ingressarem no mercado de trabalho. O presente 
projeto de investigação visa responder a seguinte pergunta: Como é o mercado de trabalho 
para pessoal trans e travestis no município de Juiz de Fora? Como medir a precariedade no 
trabalho para estas pessoas aqui na cidade? Estas pessoasestão inseridas no mercado formal 
de trabalho¿ As perguntas serão estruturadas para que se possa compreender as dificuldades 
enfrentadas por estas pessoas no município. Em um primeiro momento o projeto de pesquisa 
desenvolverá a ideia do conceito de dignidade da pessoa humana, que se desdobram em 
liberdade, igualdade, solidariedade e integridade psicofísica, a ideia dos direitos humanos do 
trabalho, englobando o “trabalho decente” e suas características segundo a OIT. Num 
segundo momento, será construída através de indicadores nacionais, a desigualdade de 
gênero no mercado de trabalho. Em seguida passaremos a construção do survey através da 
plataforma GoogleForms para aplicar a pesquisa em diversos trabalhadores da cidade. Será 
uma pequena amostragem local do município de Juiz de Fora. Metodologicamente será feita 
uma pesquisa qualitativa que partirá de um estudo bibliográfico, para ao final aplicar uma 
entrevista com parcela de trans e travestis trabalhadores de Juiz de Fora, utilizando os 14 
indicadores do Trabalho Decente, para concluir quais dos elementos é necessário desenvolver 
a fim de se promover o Trabalho Decente na cidade. 
Palavras-chave: Dignidade da Pessoa Humana-Direitos Humanos do Trabalho- Trabalho 
Decente-Precarização do trabalho-Trans e Travestis 
 
23 Doutora em Ciências Sociais e professora de Direito pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora/MG 
24 Aluna do Projeto de Pesquisa de Direitos Humanos pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora/MG 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
REFERÊNCIAS: 
 
MIRAGLIA, Lívia Mendes Moreira. O Direito do trabalho e a dignidade da pessoa humana 
– pela necessidade de afirmação do trabalho digno como direito fundamental. FORTALEZA: 
Anais XIX CONPEDI, junho 2010. Disponível em: 
http://www.publicadireito.com.br/conpedi/manaus/ arquivos/anais/fortaleza/3828 
COSTA, Angelo Brandelli. Experiences of discrimination and inclusion of brazilian 
transgender people in the labor market. REVISTA PSICOLOGIA: ORGANIZAÇÕES E 
TRABALHO, 2020. 
DE SOUZA, Eloisio Moulin; DE PÁDUA CARRIERI, Alexandre. When invisibility is 
impossible: Body, subjectivity, and labor among travestis and transsexuals. SAGE Open, v. 
5, n. 2, p. 2158244015585406, 2015. 
CALDAS, Ana Lúcia. Mercado de trabalho ainda discrimina pessoas trans. EBC, jan. 2017. 
Disponível em: http://radioagencianacional.ebc.com.br/direitos-humanos/audio/2017-
01/mercadode-trabalho-ainda-discrimina-pessoas-trans. 
CAMPOS, André Gambier. Direito ao trabalho: Considerações Gerais e Preliminares. 
Brasília: Instituto de Pesquisa Aplicada, março 2011. [Texto para discussão 1587]. 
Disponível em: 
http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=975. 
CASTRO, Davi de. Visibilidade Trans: a realidade do mercado de trabalho para transexuais. 
TV BRASIL EBC, 2017. Disponível em: 
http://tvbrasil.ebc.com.br/estacaoplural/post/visibilidadetrans-a-realidade-do-mercado-de-
trabalho-para-transexuais. 
CUNHA, Taís. Não há vagas... Para trans. Correio Braziliense. Disponível em: 
http://especiais.correiobraziliense.com.br/transexuais-sao-excluidos-do-mercado-de-
trabalho 
DE MORAES, Maria Celina Bodin. Danos à pessoa humana: uma leitura civil-constitucional 
dos danos morais. Maria Celina Bodin de Moraes, 2003. 
DE TEJADA MUÑOZ, Victoria Fernández. Derechos humanos y relaciones laborales. 
Netbiblo, 2010. 
OIT (2022). Trabalho Decente. Disponível em : https://simtd.bsb.ilo.org/ 
 
https://simtd.bsb.ilo.org/
 
 
30 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
COMO ESTÃO OS INDICADORES DO TRABALHO DECENTE EM JUIZ 
DE FORA? 
 
 Fernanda Barcellos Mathiasi25 
 Cesar Temponi26 
 Yulla Calina27 
 Yasmin Almeida28 
 
O objetivo desta pesquisa científica é entender como estão as condições de trabalho no 
Município de Juiz de Fora a partir de uma discussão teórico-bibliográfica autores nacionais 
e internacionais, principalmente do conceito definido pela Organização Internacional do 
Trabalho, pelo Relatório “Trabalho Decente” sobre os municípios brasileiros lançados 
recentemente pela OIT (2022) e pelos indicadores estabelecidos na tese doutoral da 
proponente docente. A partir desta ideia o presente projeto de investigação visa responder a 
seguinte pergunta: Como estão os indicadores de trabalho decente no município de Juiz de 
Fora? Como medir a precariedade no trabalho? Quais são os elementos estruturantes? Quais 
são as características que determinam um trabalho como sendo “bom”, “ruim” ou “precário”? 
Para desenvolver a investigação e responder esta pergunta os alunos trabalharão com 
pesquisa bibliográfica da Constituição Federal, leis e normas internacionais ratificadas pelo 
Brasil, assim como jurisprudências dos tribunais, sobre cada indicador que a Organização 
Internacional do Trabalho estabelece como trabalho decente. A ideia é desenvolver a teoria 
dos Direitos Humanos do Trabalho no Brasil através dos 14 indicadores do Trabalho Decente 
desenvolvidos pela autora embasado no Relatório da OIT (2022), explicando cada 
característica fundamental neste conceito, e a partir daí realizar um survey através da 
plataforma GoogleForms com trabalhadores da cidade. As perguntas serão estruturadas para 
que possam ser medidos os 14 indicadores de Direitos Humanos no Trabalho que foram 
desenvolvidos na tese doutoral da autora e do Trabalho Decente da OIT: 1) salários mais 
baixos que dos trabalhadores contratados formal ou sindicalizados; 2) salário mais baixo que 
o mínimo; 3) sem garantias de salários pelo tempo trabalhado; 4) sem garantia de 
 
25 Doutora em Ciências Sociais e professora de Direito pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora/MG 
26 Aluno do Projeto de Pesquisa pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora/MG 
27 Aluna do Projeto de Pesquisa pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora/MG 
28 Aluna do Projeto de Pesquisa pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora/MG 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
continuidade no trabalho ou de receber o salário no futuro; 5) contrato sem benefícios (férias, 
13°, INSS); 6) contratos diferentes entre trabalhadores; 7) discriminação e abuso no trabalho; 
8) jornada de trabalho flexível (menor que 15 horas ou maior que 44 horas semanais); 9) 
dificuldade de capacitação, estudos ou formação profissional; 10) desigualdade de gênero; 
11) desigualdade de raça; 12) desigualdade em razão da pessoa ser estrangeiro, imigrante; 
13) participação em organização coletiva de trabalho e representado por ela; 14) dificuldade 
de buscar os direitos trabalhistas em caso de não cumprimento. Para desenvolver o projeto 
num primeiro momento uma reconstrução histórica dos direitos humanos até a ideia dos 
direitos humanos do trabalho, englobando o “trabalho decente” e suas características segundo 
a OIT. Num segundo momento, será apresentada os 14 indicadores do Trabalho Decente, 
explicando cada um deles, conceitos, objetivo e dados estatísticos. Em seguida passaremos a 
construção do survey através da plataforma GoogleForms para aplicar a pesquisa em diversos 
trabalhadores da cidade. Será uma pequena amostragem local do município de Juiz de Fora. 
Metodologicamente a pesquisa parte de um estudo bibliográfico, apresentando alguns dados 
qualitativos e quantitativos de relatórios da OIT, para construção do conceito dos 14 
indicadores do Trabalho Decente e dos Direitos Humanos do Trabalho, para ao final aplicar 
uma entrevista com parcela de trabalhadores no município de Juiz de Fora, para concluir 
quais dos elementos é necessário desenvolver a fim de se promover o Trabalho Decente na 
cidade. 
 
Palavras-chave: Direitos Humanos do Trabalho-Direito do Trabalho-Trabalho Decente 
 
REFERÊNCIAS: 
 
ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. Brasiliense,1994. 
GHAI, D. Trabajo decente. Concepto e indicadores. Revista internacional del 
trabajo, 122(2), 125-160, 2003. 
GIL, Jose Luis. Trabajo decente y reformas laborales. Revista Derecho social y empresa, (7), 
21-78, 2017. 
KALLENBERG, Arne. O crescimento do trabalho precário: um desafio global. Rev. bras. 
Ci. Soc., São Paulo , v. 24, n. 69, p. 21, 2009. 
 
 
32 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
OIT (2022). Trabalho Decente. Disponível em : https://simtd.bsb.ilo.org/ 
OIT. (2018). Informe mundial sobre salarios 2018/2019. Los salarios y el crecimiento 
equitativo. 
SEN, Amartya. Trabajo y derechos. Revista internacional del trabajo, 119(2), 129-139, 2000. 
STANDING, Guy. O precariado e a luta de classes. Revista Crítica de Ciências Sociais,103, 
2014. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://simtd.bsb.ilo.org/
 
 
33 
 
IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
LICITAÇÃO E COMPETÊNCIA LEGISLATIVA: COMPETÊNCIA 
PRIVATIVA DA UNIÃO OU COMPETÊNCIA CONCORRENTE? 
 
 Guilherme Madeira Martins29 
 
Qual é a natureza da competência para criar leis sobre licitação: a de competência privativa 
da União ou a de competência concorrente? Caso levemos em consideração o texto 
constitucional (a vontade expressa do legislador constituinte originário), a natureza é a de 
competência privativa da União – já que o art. 22, XXVII da Constituição Federal dispõe que 
“compete privativamente à União legislar sobre normas gerais de licitação e contratação, em 
todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da 
União, Estados, Distrito Federal e Municípios (...)”. Entretanto, o uso do termo “normas 
gerais” causa estranheza – pois dois motivos: primeiro, porque em todos os demais incisos 
do art. 22 o legislador constituinte originário atribuiu à União competência integral (ou seja, 
competência para criar tanto normas gerais quanto normas específicas) para regular tais 
matérias; segundo, porque o uso do termo “normas gerais” em relação à União implica que 
os demais entes federativos poderão editar normas específicas sobre licitação – e essa é uma 
“dinâmica” característica das competências concorrentes previstas no art. 24 da Constituição 
Federal (vide, em especial, o art. 24, § 1º da CF/88). Em razão dessa estranheza, parcela 
majoritária da doutrina (no âmbito do direito administrativo) entende que o legislador 
constituinte originário “errou”, incluindo, equivocadamente, o inciso XXVII no art. 22 – 
quando o correto, na verdade, seria a sua inclusão no art. 24. Mas tal situação não deixa de 
ser paradoxal, pois não é possível jogar para debaixo do tapete o fato de que, textualmente, 
tal competência está inserida no art. 22 da Constituição Federal. Esse paradoxo é sintetizado 
por Alexandre Mazza (2022, p. 841) quando afirma que, segundo a Constituição Federal, a 
competência para licitar sobre licitações é privativa da União, mas que, segundo a doutrina, 
tal competência é concorrente. Afinal, o legislador constituinte originário “errou”? 
Entendemos que não, e o objetivo da presente pesquisa é defender essa posição (indo, 
portanto, na contramão do que afirma parcela majoritária da doutrina) ao mesmo tempo em 
que aprofunda o estudo da “dinâmica” das competências concorrentes. Para tanto, fará uso 
 
29 Docente – Curso de Direito – Centro Universitário Estácio JF. Doutor em Direito (PUC-Rio). E-mail: 
guilherme.madeira@gmail.com. 
mailto:guilherme.madeira@gmail.com
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
de análise doutrinária e jurisprudencial sobre o tema, em especial da pesquisa levada à cabo 
por Lôbo (1989), Ferraz Jr. (1995) e Gonzales (2011). Confirmando sua hipótese, o resultado 
da presente pesquisa “socorre” o legislador constituinte originário das críticas recebidas, 
argumentando que a inclusão do inciso XXVII no art. 22 foi uma decisão consciente (e 
acertada), tendo como finalidade afastar um determinado tema (a licitação) da “dinâmica” 
das competências concorrentes, especialmente no tocante à possibilidade dos Estados-
membros (e do Distrito Federal) legislarem mesmo diante da ausência de lei federal geral. 
 
Palavras-chave: licitação; repartição constitucional de competências; competências 
privativas da União; competências concorrentes. 
 
REFERÊNCIAS: 
FERRAZ JR., Tercio Sampaio. Normas gerais e competência concorrente – uma exegese 
do art. 24 da Constituição Federal. REVISTA DA FACULDADE DE DIREITO, 
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, v. 90, 1995, p. 245-251. 
GONZALES, Douglas Camarinha. Competência legislativa dos entes federados: conflitos 
e interpretação constitucional. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-
Graduação em Direito da Universidade de São Paulo, 2011. 
LÔBO, Paulo Luiz Netto. Competência legislativa concorrente dos Estados-Membros na 
Constituição de 1988. Revista de informação legislativa, v. 26, n. 101, jan./mar. 1989, p. 
87-104. 
MAZZA, Alexandre. Manual de Direito Administrativo. São Paulo: Saraiva, 2022. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
OS PREDICADOS COMUNS ÀS LEIS: DIFERENCIANDO VIGÊNCIA E 
VIGOR 
 
 Guilherme Madeira Martins30 
 
São quatro os predicados comuns às leis: validade, vigência, eficácia e vigor. Não há, em 
relação aos três primeiros, qualquer divergência (seja ela doutrinária ou jurisprudencial). O 
mesmo, entretanto, não pode ser dito em relação ao quarto predicado – o vigor –, já que ele 
é constantemente confundido com outro predicado – a vigência. Essa confusão não é 
injustificada; ao contrário, não são poucos os fatores que os acabam aproximando: o 
legislador que usa a cláusula “essa lei entra em vigor na data da sua publicação” para informar 
o momento de início da vigência de uma lei; os conceitos que não são de fácil demarcação; 
e a dificuldade de exprimir, em termos simples, qual é a diferença que reside entre esses dois 
predicados. Apesar de tais fatores justificarem a confusão, isso não implica que ela (a 
confusão que equipara vigência e vigor) possa ser normalizada: apesar da proximidade, 
vigência e vigor são predicados distintos e que, portanto, não podem ser confundidos. Esse é 
um ponto pacífico na doutrina referente à teoria do direito – e não é o objetivo da presente 
pesquisa contrariar esse ponto. O objetivo da presente pesquisa é mais humilde (mas que não 
deixa de ser importante): explicar, de forma simples e, esperamos, convincente, a diferença 
entre vigência e vigor. Para tanto, aprofundamos os estudos realizados por Ferraz Jr. (2019), 
Dimoulis (2019) e Sgarbi (2021), encontrando, a partir de investigação doutrinária em teoria 
do direito, o seguinte resultado: a distinção entre vigência e vigor encontra respaldo em um 
terceiro predicado – a eficácia. A distinção entre vigência e vigor não é necessária somente 
do ponto de vista conceitual – ela é necessária do ponto vista prático. Ao perguntarmos se 
uma norma revogada ainda pode produzir efeitos, iremos nos deparar com uma resposta 
positiva (vide, à título de exemplo, o art. 2.041 do CC/02: “as disposições deste Código 
relativa à ordem da vocação hereditária não se aplicam à sucessão aberta antes da sua 
vigência, prevalecendo o disposto na lei anterior”). Como explicar a produção de efeitos de 
uma norma revogada (isto é, de uma norma sem validade e vigência)? A partir do vigor – 
 
30 Docente – Curso de Direito – Centro Universitário Estácio JF. Doutor em Direito (PUC-Rio). E-mail: 
guilherme.madeira@gmail.com. 
mailto:guilherme.madeira@gmail.com
 
 
36 
 
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entendido, conforme demonstramos, como a imperatividade de uma norma em determinado 
caso concreto, específico.Palavras-chave: teoria das normas jurídicas; predicados comuns às leis; vigência; eficácia; 
vigor. 
 
REFERÊNCIAS: 
DIMOULIS, Dimitri. Manual de Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Revista dos 
Tribunais, 2019. 
FERRAZ JR., Tercio Sampaio. Introdução ao Estudo do Direito – técnica, decisão, 
dominação. São Paulo: Atlas, 2019. 
SGARBI, Adrian. Curso de Teoria do Direito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2021. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
 
 
 
 
 
COMUNICAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
A CIDADE NO INSTAGRAM: VIVÊNCIAS URBANAS NO CIBERESPAÇO 
 
 
 Leonardo Ramos de Toledo31 
 
A experiência física do indivíduo em relação ao espaço urbano parece estar sendo 
substituída por outros modos de vivência da cidade. Diante de uma aderência cada vez maior 
ao ciberespaço, seria possível identificar uma espécie de habitação atópica, em que a 
percepção sensorial da cidade depende cada vez menos da presença física nas ruas e mais de 
fluxos de informação que trafegam pela internet (DI FELICE, 2009). Nesse contexto, torna-
se possível transitar por ruas através de mapas com representação panorâmica, visitar museus 
e outros pontos turísticos por meio de dispositivos de realidade aumentada, assistir a shows 
realizados a milhares de quilômetros de distância em tempo real ou acessar incontáveis 
registros de uma determinada paisagem por meio do compartilhamento de fotos e vídeos em 
plataformas como o Instagram. 
Protagonistas nesse processo de desterritorialização da experiência urbana, as redes 
sociais podem abrigar, entretanto, ações que parecem se movimentar em sentido contrário. 
Acredita-se que a rede também possa ser usada como instrumento de mobilização pela 
vivência da cidade, no sentido de sensibilizar os usuários da rede para monumentos e 
itinerários distintivos de lugares antropológicos (AUGÉ, 2012), espaços urbanos marcados 
por uma construção simbólica de valores identitários. 
Diante disso, questiona-se como o Instagram seria capaz favorecer a ocupação da 
cidade em sua dimensão cultural. Esse propósito é investigado a partir do mapeamento e 
análise de perfis dedicados às quatro capitais brasileiras com maior número de imagens 
postadas na ferramenta e identificadas por meio de localização na bio ou através de hashtag 
equivalente: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Recife. Tal levantamento foi realizado na 
expectativa de compreender como esse tipo de conteúdo pode proporcionar uma experiência 
cultural da cidade que colabora com as formas tradicionais de fruição do espaço urbano; 
sendo que, por vezes, tais postagens podem atuar como incentivo à visita presencial de tais 
localidades. 
 
31 Leonardo Ramos de Toledo. Doutor em Estudos Literários pela UFJF. Centro Universitário Estácio Juiz de 
Fora. E-mail: leonardo.toledo@estacio.br. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
De maneira geral, foi possível identificar mais de cem perfis que, de alguma forma, 
contribuem para a vivência e/ou ocupação do espaço urbano. As referidas páginas divergem 
nas estratégias de engajamento, mas parecem convergir para algumas modalidades principais 
de conteúdo, incluindo postagens referentes ao resgate da memória urbana, fotografias que 
valorizam a paisagem local, sugestões de itinerários, divulgação de ações e de elementos da 
cultura local. Também foi possível registrar a ocorrência de eventos presenciais organizados 
pelos perfis pesquisados, o que corrobora com a premissa inicial deste trabalho de que as 
vivências virtuais dos espaços urbanos podem colaborar na ocupação física da cidade. 
Nesse contexto, seria possível afirmar que os meios de comunicação interferem na 
ordenação da cidade, enquanto espaço urbanisticamente e politicamente organizado, e 
também na maneira com que seus cidadãos interagem com ela: ou seja, nos modos com que 
ela é habitada. Na visão de Benjamin, a vivência de uma cidade está relacionada a uma 
percepção sensorial da cidade, o que inclui o compartilhamento de sentidos atribuídos à 
topografia, à arquitetura, aos hábitos tradicionais e a especificidades no modo dos cidadãos 
se comunicarem. (BENJAMIN, 1996) 
 
Palavras-chave: Instagram; cibercultura; comunicação e cidade 
 
REFERÊNCIAS: 
 
AUGÉ, Marc. Não-lugares: Introdução a uma antropologia da supermodernidade. 
Campinas: Papirus, 2012. 
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. Trad. Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: 
Brasiliense, 1996. 
CASTELLS. Manuel. Redes de indignação e de esperança: Movimentos sociais na era 
da internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2013. 
DI FELICE, Massimo. Paisagens pós-urbanas: O fim da experiência urbana e as 
formas comunicativas do habitar. São Paulo: Annablume, 2009. 
 
 
 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
“O MISTÉRIO DA 51”: A EXPERIÊNCIA INVESTIGATIVA DE UM 
ESTAGIÁRIO DE JORNALISMO 
 
 Manfrini Lucas Gonçalves Calmona de Andrade32 
 
 A experiência do estágio é fundamental para o crescimento pessoal e profissional do 
graduando. Melhor ainda, é quando o estudante tem a oportunidade de estagiar dentro da sua 
área de pretensão e atuação. É o caso da experiência do estudante de jornalismo, Manfrini 
Lucas, no estágio livre na Fundação Pio XII de Radiodifusão. Este artigo analisa a série de 
reportagens produzidas por Manfrini sobre a história da Locomotiva 51, sendo esta produzida 
com base na curiosidade do estagiário ao descobrir a história de um dos patrimônios de sua 
terra natal, a mineira Além Paraíba. Após a apuração dos fatos, descobre-se que a locomotiva 
histórica foi esquecida e, por pouco, quase derretida. Entretanto, recuperada e restaurada com 
verbas públicas e financiamento coletivo, essa máquina à vapor, mesmo pronta, é impedida 
de vagar sobre os trilhos devido a burocracias impostas pela empresa responsável pelo trecho 
da via férrea. Esta apresentação também destaca as partes técnica e teórica a respeito dos 
métodos jornalísticos adotados pelo estagiário na produção da série. 
 
Palavras-chave: Locomotiva 51; estágio; rádio; TV; portal na web. 
 
REFERÊNCIAS: 
 LUCAS, Manfrini. “O mistério da 51: A maria fumaça que pode voltar a apitar sobre os 
trilhos de Além Paraíba”, ISN PORTAL, Juiz de Fora, 9 de agosto de 2021. Disponível em: 
https://isnportal.com.br/zona-da-mata/minas-gerais/2021/08/09/o-misterio-da-51-a-maria-
fumaca-que-pode-voltar-a-apitar-sobre-os-trilhos-de-alem-paraiba 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 Manfrini Lucas Gonçalves Calmona de Andrade. Graduando em Jornalismo no Centro Universitário 
Estácio Juiz de Fora. E-mail: manfrisandrade@gmail.com. 
 
 
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IX SEMINÁRIO ACADÊMICO E CIENTÍFICO DA ESTÁCIO JUIZ DE FORA | ANAIS | ISSN 2357-982X 
MEMES NO FACEBOOK NA CAMPANHA ELEITORAL DE ARTHUR DO 
VAL 2020 
 
Pedro Ritti Dias 33 
Renata Prado34 
 
Esta pesquisa é uma análise de conteúdo no Facebook de Arthur do Val e o uso dos memes 
na campanha eleitoral para prefeitura de São Paulo em 2020. Ela tem como objetivo analisar 
o conteúdo publicado no Facebook de Arthur do Val, conhecido como “mamãefalei”, durante 
sua campanha eleitoral para prefeito de São Paulo, em 2020, bem como o uso dos memes em 
época de eleição e a influência dos memes na vida das pessoas. Esta análise mostra o impacto 
da utilização dos memes na internet e na política. Para tanto, foram estabelecidos dois 
períodos de análise: a primeira etapa foi na pré-candidatura, e depois, na candidatura oficial 
até o primeiro turno. Sob este escopo, a pesquisa fez uma breve introdução da história dos 
memes, da internet, da democracia tradicional para a democracia digital ao envolvimento dos 
memes na política e em campanhas eleitorais.

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