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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: MARTA ALVES DOS SANTOS 2. Matrícula: 4126439 3. Curso: : FARMÁCIA 4. Turma: FLC26854 5. Disciplina: GENÉTICA 6. Tutor externo: LILIAN ADRYA OLIVEIRA FERREIRA DADOS DA PRÁTICA 1. Título: EXTRAÇÃO E PURIFICAÇÃO DO DNA E RNA 2. Semestre: 4° 3. Data: 01/08/2023 INTRODUÇÃO A extração de DNA e RNA é um método básico usado em biologia molecular. A necessidade de ácido nucleico altamente puro e de alta qualidade é importante para uma ampla gama de aplicações clínicas e de pesquisa. A purificação de ácidos nucleicos é uma etapa inicial em muitos fluxos de trabalho genômicos e de biologia molecular. OBJETIVOS • O objetivo da purificação e extração de DNA e RNA é permitir aos cientistas obter amostras puras e intactas de material genético a partir de plantas ou de outros organismos. Isso é importante para uma ampla gama de aplicações clínicas e de pesquisa, como o estudo de doenças genéticas, análise de vírus e bactérias, determinação de paternidade e criação de organismos geneticamente modificados. MATERIAIS • Jaleco; • Luvas; • Máscara; • Óculos; • Centrífuga de Eppendorf; • Vórtex; • Incubadora; • Tubo de coleta com amostra de sangue; • Tubo Eppendorf; • Tubo spin; • Hipoclorito de sódio; • Ponteira para micropipeta; • Micropipeta; • Nanodrop (espectrofotômetro); • Água Mili-Q; CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – NEAD • Notebook; • Álcool 96%; • Kit de extração DNA – Tampão de lise S; • Kit de extração DNA – Tampão de lavagem SI; • Kit de extração DNA – Tampão de lavagem SII; • Kit de extração DNA – Tampão de eluição SI; • Kit de extração DNA – Proteinase K tipo L; • Kit de extração DNA – Tampão de proteinase METODOLOGIA • SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. • ETAPA DE LISE Pipete 25 µl da Proteinase K no tubo Eppendorf. Em seguida, pipete 200 µl da amostra de sangue no mesmo tubo, e por último, pipete 200 µl do tampão lise S no tubo. Tampe o Eppendorf e homogeneíze no Vórtex por 20 segundos. Após esse tempo, incube o Eppendorf por 15 min. • ETAPA DE LIGAÇÃO Pipete 210 µl de álcool 96% no Eppendorf e homogeneíze de novo no Vórtex. Em seguida, pipete 640 µl do Eppendorf para o tubo spin e centrifugue a 11.000 rpm por 1 minuto. • ETAPA DE LAVAGEM Retire o Eppendorf da centrífuga, descarte o tubo de coleta e coloque o tubo spin em um novo tubo de coleta. Em seguida, pipete 500 µl do tampão de lavagem SI no tubo spin e centrifugue novamente. Repita o mesmo processo de troca de tubo de coleta, porém a lavagem irá utilizar 600 µl o tampão de lavagem SII, e centrifugue novamente. Por fim, repita o mesmo processo da troca do tubo de coleta e centrifugue novamente. • ETAPA DE ELUIÇÃO Retire o Eppendorf da centrífuga, descarte o tubo de coleta e coloque o tubo spin em 11 um novo tubo de coleta. Em seguida, pipete 200 µl do tampão de eluição S no tubo spin, espere 1 minuto e centrifugue a amostra. • REALIZANDO A MENSURAÇÃO DA AMOSTRA Retire o Eppendorf da centrífuga, e retire o tubo spin de dentro do tubo de coleta. Em seguida, abra o espectrômetro e limpe-o, depois pipete 10 µl de água mili-q no mesmo e feche o espectrômetro. Ligue o notebook, clique na opção “Nucleic acid” e depois na opção “blank”. Por último, limpe o novamente o espectrômetro e pipete 10 µl da amostra, feche o espectrômetro e selecione a opção “Measure”. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 1. No que consiste a etapa de eluição da purificação? É uma das etapas do processo de purificação do DNA em que os ácidos nucleicos são liberados da membrana, proporcionando o DNA purificado e CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – NEAD pronto para ser utilizado em diversas aplicações. É uma etapa do processo de extração e purificação do DNA, que consiste em expor o DNA através da a lise celular, reter e concentrar DNA na membrana de sílica, lavar para quebrar e emulsionar a gordura e as proteínas que formam a membrana da célula e, por fim, liberar os ácidos nucleicos da membrana. 2. Qual a diferença entre os tampões de lavagem SI e SII? Os tampões de lavagem SI e SII são usados na lavagem de membranas de ultra filtração para remoção de contaminantes. A principal diferença entre os dois é a concentração de ácido cítrico, sendo o SI mais concentrado que o SII. 3. Na etapa de ligação, porque se utiliza o álcool 96%? O Álcool 96% são utilizados na etapa de ligação com a finalidade de precipita o DNA. O álcool 96% reduz a solubilidade do DNA na solução forçando-o a se aglomerar e formar um precipitado visível. Isso permite que o DNA seja separado dos outros componentes celulares e purificado para ser utilizado em diversas aplicações. REGISTRO FOTOGRÁFICO Durante a prática, realize um registro fotográfico em que você aparece executando a prática. Você pode tirar um selfie. REFERÊNCIAS ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1.728 p. ISBN 978-85-363-2170-7. BROWN, Theodore L. et al. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 987 p. ISBN 85-87918-42-7. CHACON-CORTES, Diego; GRIFFITHS, Lyn R. Methods for extracting genomic DNA from whole blood samples: current perspectives. Journal of Biorepository Science for Applied Medicine. 2014; 2:1-9. Disponível em: https://doi.org/10.2147/BSAM.S46573. Acesso em: 11 fev. 2021. GRIFFITHS, Anthony J. F. et al. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 712 p. ISBN 978-85-277-1497-6. CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – NEAD LODISH, Harvey et al. Biologia celular e molecular. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 1.210 p. ISBN 978-85-8271-050-0. 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