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Tricotilomania-1

Apresentação sobre tricotilomania (transtorno de arrancar o cabelo) com classificação e códigos CID‑10/DSM‑5; critérios diagnósticos; características clínicas e associadas; desenvolvimento e curso; fatores de risco; comorbidades; e indicações de filme, vídeo e artigo.

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TRICOTILOMANIA
(TRANSTORNO DE 
ARRANCAR O CABELO)
Faculdade Boa Viagem
Transtornos Psicopatológicos 
Beatriz Barros Pereira
Mauricio Antonio Melo Pinho Junior
Recife, 07 de Outubro de 2024
2
AGENDA
Classificação ( tipo de transtorno);
Código CID.10 E DSM -5 -TR
Critérios de diagnóstico;
Características diagnósticas;
Características associadas;
Desenvolvimento e curso;
Fatores de risco;
Comorbidade;
Indicação de filme;
Vídeo (do tema e ou do tratamento e ou reportagens etc )
Indicação de artigo;
3
CLASSIFICAÇÃO 
(TIPO DE 
TRANSTORNO)
TRICOTILOMANIA 
(TRANSTORNO DE 
ARRANCAR O CABELO) 
CÓDIGO CID.10: F63.3
CÓDIGO DSM -5 –TR: 
312.39 
 
CRITÉRIOS DE 
DIAGNÓSTICO
A. Arrancar o próprio cabelo de forma recorrente, resultando 
em perda de cabelo;
B. Tentativas repetidas de reduzir ou parar o comportamento 
de arrancar o cabelo;
C. O ato de arrancar cabelo causa sofrimento clinicamente 
significativo ou prejuízo no funcionamento social, 
profissional ou em outras áreas importantes da vida do 
indivíduo;
CRITÉRIOS DO 
DIAGNÓSTICO
D. O ato de arrancar cabelo ou a perda de cabelo não se deve 
a outra condição médica (p, ex., uma condição 
dermatológica);
E. O ato de arrancar cabelo não é mais bem explicado pelos 
sintomas de outro transtorno mental (p, ex., tentativas de 
melhorar um defeito ou falha percebidos na aparência, no 
transtorno dismórfico corporal).
CARACTERÍSTICAS 
DE DIAGNÓSTICO
A tricotilomania é um transtorno caracterizado pela compulsão 
de arrancar o próprio cabelo de forma recorrente, comumente 
afetando regiões como o couro cabeludo, sobrancelhas e cílios. 
O comportamento pode ocorrer em episódios breves ou 
prolongados, podendo levar à perda de cabelo, que pode ser 
camuflada por alguns indivíduos. Os afetados frequentemente 
tentam reduzir ou parar o ato, mas enfrentam sofrimento 
emocional significativo e prejuízos em áreas sociais, 
profissionais e acadêmicas devido à sua condição. Tal 
sofrimento inclui sentimento de perda de controle, 
constrangimento e vergonha.
CARACTERÍSTICAS 
ASSOCIADAS 
O ato de arrancar o cabelo pode envolver comportamentos e 
rituais, como a busca por fios de texturas ou cores específicas, 
arrancar o cabelo de maneira a manter a raiz intacta e manipular 
os fios após serem arrancados. Esse comportamento pode ser 
desencadeado por emoções como ansiedade ou tédio, e 
geralmente é precedido por uma sensação de tensão que se 
alivia após o ato. A percepção consciente do ato varia entre os 
indivíduos, com alguns realizando-o de forma automática. 
CARACTERÍSTICAS 
ASSOCIADAS 
Os padrões de perda de cabelo são variados, podendo incluir 
áreas de alopecia completa ou escassa densidade capilar, e 
frequentemente ocorre em locais como a coroa ou regiões 
parietais do couro cabeludo. O comportamento de arrancar 
cabelo geralmente acontece em privado, e alguns indivíduos 
podem também ter o impulso de arrancar cabelo de outras 
pessoas ou de animais. Além disso, muitos apresentam 
comportamentos repetitivos focados no corpo, como beliscar a 
pele e roer as unhas.
DESENVOLVIMENTO 
E CURSO
O ato de arrancar o cabelo pode ser visto em bebês, e esse 
comportamento se resolve durante o início do desenvolvimento. O 
início do comportamento de arrancar o cabelo na tricotilomania 
coincide mais comumente com a puberdade ou após seu início. Os 
locais de onde o cabelo é arrancado podem variar com o tempo. 
 No caso dos bebês, pode ser feito uma educação, dando outros 
estímulos, tirando a atenção dele para tal situação.
DESENVOLVIMENTO 
E CURSO
O curso habitual da tricotilomania é crônico, com algumas remissões 
e recidivas se o transtorno não é tratado. Os sintomas podem piorar 
entre mulheres logo antes da menstruação, mas não pioram 
consistentemente durante a gravidez. Para algumas pessoas, o 
transtorno pode ir e vir por semanas, meses ou anos. Uma minoria 
remite sem recaída subsequente em poucos anos do início. 
FATORES DE RISCO
Existem evidências de vulnerabilidade genética para a tricotilomania. 
O transtorno é mais comum em indivíduos com TOC e em seus 
parentes de primeiro grau do que na população geral. 
COMORBIDADES
A tricotilomania é, com frequência, acompanhada por outros 
transtornos mentais, mais comumente transtorno depressivo maior e 
transtorno de escoriação (skin-picking). Outros sintomas repetitivos 
focados no corpo, além de arrancar o cabelo e beliscar a pele (p. ex., 
roer as unhas), ocorrem na maioria dos indivíduos com tricotilomania 
e podem merecer um diagnóstico adicional de outro transtorno 
obsessivo-compulsivo e transtorno relacionado especificado 
(transtorno de comportamento repetitivo focado no corpo). 
INDICAÇÃO DE 
FILME
Não há muitos filmes que abordam diretamente a 
tricotilomania, mas um filme que pode ser de interesse é 
"Procurando a Lição de Vida" (por vezes referido como "The 
Perks of Being a Wallflower"), que explora diversas questões 
relacionadas à saúde mental e comportamentos compulsivos. 
Além disso, o filme "Melhor Impossível" (1997) trata de 
transtornos obsessivo-compulsivos, que podem estar 
relacionados
VÍDEO
COMO EU VENCI A 
TRICOTILOMANIA | VIVENDO 
COM TRANSTORNO DE 
ANSIEDADE
INDICAÇÃO DE 
ARTIGO
 Novo início de tricotilomania durante o tratamento com drogas 
estimulantes. Em relação a dois casos clínicos pediátrico
RESUMO DO ARTIGO
Drogas estimulantes são comumente usadas em população pediátrica 
para tratar diabetes atenção e hiperatividade, e seus efeitos colaterais são
bem descrito. Contudo, a tricotilomania não aparece como um deles. 
Na literatura existem alguns casos publicados de tricotilomania em 
relação à administração de metilfenidato e dextroanfetamina. Dois casos 
de tricotilomania são apresentados de novo aparecimento em criança 
em acompanhamento no centro de tratamento devido ao déficit de 
atenção e hiperatividade e em tratamento com drogas psicoestimulantes 
(metilfenidato e lisdexanfetamina), como um provável efeito adverso 
destes.
ATIVIDADE
REFERÊNCIAS
Artigo:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31984712/
https://www.sap.org.ar/docs/publicaciones/archivosarg/2020/v118n1a25.
pdf
Vídeo:
https://www.youtube.com/watch?si=nWq2AbXSaihTbkVQ&v=Vk3Pw3
UaVic&feature=youtu.be
Conteúdo:
Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5º edição 
texto revisado DSM-5-TR
Filme:
https://www.netflix.com/pt/title/1181488
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31984712/
https://www.sap.org.ar/docs/publicaciones/archivosarg/2020/v118n1a25.pdf
https://www.sap.org.ar/docs/publicaciones/archivosarg/2020/v118n1a25.pdf
https://www.netflix.com/pt/title/1181488
OBRIGADO!!!
	Slide 1: Tricotilomania (Transtorno de Arrancar o Cabelo)
	Slide 2
	Slide 3: agenda
	Slide 4: Classificação (tipo de transtorno) 
	Slide 5: Código CID.10: F63.3 Código DSM -5 –TR: 312.39 
	Slide 6: Critérios de diagnóstico
	Slide 7: Critérios DO diagnóstico
	Slide 8: características de diagnóstico
	Slide 9: Características Associadas 
	Slide 10: Características Associadas 
	Slide 11: Desenvolvimento e curso
	Slide 12: Desenvolvimento e curso
	Slide 13: Fatores de risco
	Slide 14: comorbidades
	Slide 15: Indicação de filme
	Slide 16: vídeo
	Slide 17: Indicação de artigo
	Slide 18: RESUMO DO artigo
	Slide 19: atividade
	Slide 20: Referências
	Slide 21: Obrigado!!!

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