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Como os anestésicos agem nos tecidos -Teoria do receptor específico -os anestésicos locais, na sua forma não ionizada, atravessam a membrana do axônio e penetram na célula nervosa. No interior da célula ner- vosa, as moléculas ionizadas de anestésico local se ligam a receptores específicos nos canais de sódio, reduzindo ou impedindo a entrada do íon na célu- la. Isso resulta no bloqueio da condução nervosa e, consequentemente, na percepção da dor 1-Porção hidrofílica, que permite sua injeção nos tecidos. 2. Porção lipofílica, responsável pela difusão do anestésico através da bainha nervosa. 3. Cadeia intermediária, que une as porções hi- drofílica e lipofílica e, de acordo com sua es- trutura química, permite classificar os anesté- sicos locais em ésteres ou amidas. Amidas – dão menos alergia Lidocaína – padrão ouro e é o mais utilizado e tempo de 2-4 minutos A anestesia pulpar da lidocaína só dura de 5-10 minutos sem vaso e não deve se utiliar lidocaína a 2% sem vasoconstritor Com vaso na polpa 40-60 min Com vaso tec mole – 120/150 min meia vida de 1,6h 4,5 no snc 7,5 no cadiovascular toxicidade Mepivacaína Potencia simlar a lidocaína 1,5 a 2 min Produz discreta ação vasodilatadora. Por isso, quando empregada na forma pura, sem vasoconstritor (na concentração de 3%), pro- move anestesia pulpar mais duradoura do que a lidocaína (por até 20 min na técnica in- filtrativa e por 40 min na técnica de bloqueio regional) Prilocaína – potencia igual da lidocaína E pode ser usada sem vasocontritor a 4% /eliminação renal e é metabolizada mais rápido que a lidocaína inicio 2-4 min Bupivacaína – potencia anestésica 4x maior que a lidocaína e usa a 0,5% e ação vasodilatadora maior que as outras. No bloqueio dos nervos alveolar inferior e lingual tem duração de 4h / meia vida de 2,7h Benzocaína – anestésico tópico e faz efeito em 2 min , diminui a dor da punção da agulha. Vasoconstritor – Epinefrina – promove a contrição dos vasos das redes arteoriolar e venosa image1.jpeg