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17 LC • 1.o dia • RESOLUÇÕES A Liga Antirracista começou em São Paulo, mas já conta com a participação de escolas no Rio de Janeiro e em Salvador (BA). O movimento é aberto para quem quiser participar e somar. Disponível em: https://www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ noticias/escolas-iniciam-movimento-antirracista-e- reivindicam-mudancas-estruturais/ Essa campanha publicitária da Liga Antirracista visa a � informar as etapas a serem seguidas para o combate ao racismo em escolas. � apresentar ao corpo docente elementos para desconstruir preconceitos e estereótipos. � orientar comunidades escolares sobre a construção de representatividade e protagonismo étnico-racial. � reivindicar a adoção de práticas educacionais que visam a combater o racismo e promover a igualdade racial. � incentivar a reflexão crítica sobre questões sociais e raciais para promover a justiça social e a igualdade de direitos para todos. Resolução O cartaz traz informações sobre atitudes e compor - tamentos para promover a equidade racial nas esco - las. A educação antirracista, definida como um con junto de práticas educacionais externas para cons cien tização, prevenção e combate ao racismo em todas as suas formas, busca reconhecer a existência das desigual - dades raciais e aponta formas de superá-las. Resposta: D Uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e coordenada pelo presidente da Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, e pelo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) José Ribamar Bessa, irá introduzir a Carta Magna à língua indígena. (...) Quinze tradutores indígenas estão trabalhando em uma tradução da Constituição Federal para a língua tupinambá mais falada pelos povos que vivem na região amazônica, o nheengatu. Conhecido como uma língua geral da Amazônia, o nheengatu começou a ser formado espontaneamente por meio de contatos entre indígenas de diferentes etnias. Contudo, a língua passou por diversas transformações por conta da influência dos colonizadores portugueses, sendo a maioria missionários religiosos que buscavam padronizar a língua. Em nota, a definição do pesquisador Hildo Couto, autor de Introdução ao Estudo das Línguas Crioulas e Pidgins, define o nheengatu como idioma cujo léxico é constituído a partir do tupi, enquanto a gramática se aproxima do português. (...) Junto desse projeto, um outro ocorre paralela - mente para traduzir a Lei Maria da Penha, conhecida por estipular punição adequada a atos de violência doméstica contra a mulher, para idiomas indígenas, atendendo uma demanda apresentada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Além disso, o projeto se alinha com um dos obje - tivos da Biblioteca Nacional sob sua gestão, que é aumentar o acervo da instituição relacionado aos po - vos indígenas e outras populações tradicionais do país. Disponível em: revistagalileu.globo.com. Acesso em: 05 fev. 2024. A Constituição Federal e a Lei Maria da Penha são documentos que regem o nosso país em busca de uma sociedade ética e democrática. Posto isso, a tradução para línguas indígenas pretende QUESTÃO 16 ENEM_PROVA1_AMARELO_28_4_ALICE_2024 28/03/2024 16:20 Página 17