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A REGULAÇÃO MÉDICA DAS URGÊNCIAS COMO INSTRUMENTO GERENCIAL DO SUS 
Tomazia Rakielle Estrela de Oliveira
João Paulo de Sousa Ferreira
Odair José Pereira de Negreiros
José Jacson de Oliveira Silva 
II CIAP-PROFIAP 
CONGRESSO INTERNACIONAL EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 2024
III CONAP-PROFIAP 
CONGRESSO NACIONAL EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
1
INTRODUÇÃO
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
CONTEXTO: A Regulação Médica das Urgências na organização e gestão dos serviços de saúde.
PROBLEMA CENTRAL: Como a Regulação Médica das Urgências pode ser otimizada para melhorar a gestão e o atendimento no SUS?
JUSTIFICATIVA: Crescente importância da Regulação Médica das Urgências como um componente estratégico ma gestão dos recursos de saúde, particularmente em um sistema público que enfrenta limitações financeiras e estruturais. 
OBJETIVOS
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
GERAL: Avaliar como a Regulação Médica das Urgências pode ser utilizada como ferramenta gerencial para aumentar a eficiência dos serviços prestados pelo SUS;
ESPECÍFICOS:
Identificar os principais desafios enfrentados na regulação das urgências;
Avaliar as práticas atuais de regulação e seus impactos na qualidade do atendimento;
Propor melhorias para o processo regulatório.
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
METODOLOGIA
Fonte: https://www.researchgate.net/figure/The-shades-of-grey-literature-adapted-of-Garousi-7_fig1_344083398
PERIÓDICOS
CAPES
PESQUISA BIBLIOGRÁFICA NARRATIVA
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
CONCEITO: É o conjunto de ações destinadas a mediar a oferta e a demanda por serviços de saúde, garantindo que os pacientes sejam atendidos no local mais adequado e no tempo correto, conforme a gravidade de seus quadros clínicos (Oliveira; Elias, 2012).
GOVERNANÇA EM SAÚDE: conjunto de processos, estruturas e mecanismos utilizados para gerenciar, dirigir e controlar o sistema de saúde, assegurando que os recursos sejam usados de maneira eficiente e que os serviços prestados sejam de alta qualidade (Lobato; Giovanella, 2012).
REFERENCIAL TEÓRICO
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
REFERENCIAL TEÓRICO
Fonte: https://redehumanizasus.net/94878-rede-de-urgencia-e-emergencia/
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
RESULTADOS E DISCUSSÃO
DESAFIOS IDENTIFICADOS
IMPACTOS
LIMITAÇÕES TECNOLÓGICAS
FRAGMENTAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE
DESIGUALDADES REGIONAIS
ATRASOS NO ATENDIMENTO
SUPERLOTAÇÃO DE UNIDADES
USO INADEQUADO DE RECURSOS
COMPROMETIMENTO DA QUALIDADE
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
RESULTADOS E DISCUSSÃO
PROPOSTAS DE MELHORIA
REGIONALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS
TECNOLOGIA E INTEROPERABILIDADE
CAPACITAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
PERSPECTIVAS PARA O FUTURO:
Regionalizar e fortalecer a governança colaborativa com o envolvimento de todos os níveis de gestão e da sociedade civil;
Adoção de tecnologias que permitam uma resposta ágil e coordenada, como sistemas de triagem baseados em IA e telemedicina para regiões carentes de especialistas.
CONTRIBUIÇÃO DO ESTUDO: Pode servir como ponto de partida para o desenvolvimento de políticas de regulação do SUS, com foco em fortalecer a capacidade de resposta e a equidade no atendimento.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
“O propósito dos sistemas de saúde não é minimizar os custos, mas sim proporcionar valor aos pacientes, o que a longo prazo resulta em melhor saúde por dólar gasto”.
(Vanhaech, 2007)
REFERÊNCIAS
Participação Cidadã e Governança Digital
Fortalecendo a Democracia
ALMEIDA, Paulo Ferraro de; GÉRVAS, Juan; FREIRE, Jacqueline Maria; GIOVANELLA, Lígia. Estratégias de integração entre atenção primária à saúde e atenção especializada:paralelos entre Brasil e Espanha. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 37, n. 98, p. 400-415,2013.
BARBOSA, Dayse Vieira Santos; BARBOSA, Nelson Bezerra; NAJBERG, Estela. Regulação em Saúde: desafios à governança do SUS. Cadernos de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 24,n. 1, p. 49-54, 2016.
BARBOSA, Dayse Vieira Santos; BARBOSA, Nelson Bezerra; NAJBERG, Estela. Regulação médica do fluxo das urgências: análise do complexo regulador de Goiânia. Interface, Botucatu, v. 11, n. 1, 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM nº 1.600, de 7 de julho de 2011. Reformula aPolítica Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no SistemaÚnico de Saúde (SUS). Diário Oficial da União, Brasília, 8 de julho de 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria MS/GM nº 1559, de 1de agosto de 2008. Institui a Política Nacional de Regulação do Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, 4 de agosto de 2008.
FLEURY, Sonia. Judicialização pode salvar o SUS. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 36, n.93, p. 159-162, 2012.LOBATO, Lenaura Vieira Cavalcanti; GIOVANELLA, Lígia. Sistemas de saúde: origens, componentes e dinâmica. In: GIOVANELLA, Lígia; ESCOREL, Sarah; LOBATO, LenauraVieira Cavalcanti; NORONHA, José Carvalho de; CARVALHO, Antonio Ivo de (Orgs.).Política e Sistema de Saúde no Brasil. 2. ed. rev. e amp. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2012.
MENDES, Eugênio Vilaça. As redes de atenção à saúde. Belo Horizonte: Escola de SaúdePública, 2012.MICCAS, Flávia Luize; BATISTA, Sílvia Helena Silva e Souza. Educação permanente em saúde: Metassíntese. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 48, p. 170-185, 2014.
OLIVEIRA, Roseni Ribeiro; ELIAS, Paulo Eduardo Mendes. Conceitos de regulação em saúde no Brasil. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 46, n. 3, p. 571-576, 2012.
PINTO, Juliana Rodrigues; CARNEIRO, Marcos Guilherme Dias. Avaliação do agendamento online de consultas médicas especializadas através da central de regulação do SUS. SaúdeColetiva, Rio de Janeiro, v. 9, n. 58, p. 123-128, 2012.
RIZZOTTO, Maria Luisa Ferreira; et al. Força de trabalho e gestão do trabalho em saúde:revelações da Avaliação Externa do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica no Paraná. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 38, p. 237-251, 2014.
SILVEIRA, Michele Soares da; et al. Processo regulatório da Estratégia Saúde da Família para a assistência especializada. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 42, p. 63-72, 2018.
SOSSAI, Thalita Aparecida; et al. Evidências sobre o Programa Nacional de Melhoria doAcesso e da Qualidade da Atenção Básica. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, Rio deJaneiro, v. 18, n. 1, p. 111-119, 2017.
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