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Pincel Atômico - 21/11/2024 08:58:04 1/5 JOSÉ AUGUSTO SANTOS LIMA Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 12 (19069) Atividade finalizada em 19/11/2024 20:23:10 (3044355 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: HISTORIOGRAFIA [1377425] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 3,33 pontos [capítulos - 6] Turma: Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-OUT/2024 - SGegu0A291024 [148352] Aluno(a): 91691744 - JOSÉ AUGUSTO SANTOS LIMA - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 3,33 pontos como nota [358652_1150 58] Questão 001 Complete a frase e marque a alternativa correta. Ao denotar o seu caráter literário, ______________ colocou em questão a cientificidade da história como campo do conhecimento. Desta forma, a partir da análise de obras clássicas do século XIX aproximou a história de um _______________ . Fernand Braudel – modelo estrutural. Eric Hobsbawm – relação de classes. Lucien Febvre – esquema mental. Lawrence Stone – debate. X Hayden White – gênero literário. [358654_1150 55] Questão 002 (CABEDELO 2020) “O historiador François Hartog (2013), elaborou o conceito de “Regime de historicidades”, para nomear como as maneiras como dadas sociedades em dados momentos perceberam, pensaram e se relacionaram com o tempo, para indicar como elaboraram e articularam, através de suas narrativas, as categorias de passado, presente e futuro, para descrever como um dado indivíduo ou grupamento humano se instaurou e se desenvolveu no tempo”. Sobre esse conceito de Regime de Historicidades de Hartog (2013) é CORRETO afirmar que o regime de historicidade pode ser tanto amplo, como restrito: macro ou micro histórico. Ele pode ser um artefato para esclarecer a biografia de um personagem histórico, ele pode questionar a arquitetura de uma cidade, ontem e hoje, ou então comparar as grandes escansões da relação com o tempo de diferentes sociedades, próximas ou distantes. E, a cada vez, por meio da atenção muito particular dada aos momentos de crise do tempo e às suas expressões, visa-se a produzir mais inteligibilidade. Ele pode estabelecer uma relação próxima com o empirismo e outras escolas históricas com o objetivo de estabelecer uma hipótese formulada para confirmá-la como conceito teórico. o regime de historicidade é a maneira de engrenar passado, presente e futuro ou de compor um misto das três categoriais, justamente como se falava, na teoria política grega, de constituição mista (misturando aristocracia, oligarquia e democracia, sendo dominante de fato um dos três componentes). Portanto é legítimo falar de historicidade antes da formação do conceito moderno de história, entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, se por "historicidade" se entender esta experiência primeira de afinidade, de distância de si para si mesmo que, justamente, as categorias de passado, presente e futuro permitem apreender e dizer, ordenando-a e dando-lhe sentido individualizado frente ao conjunto social. Pincel Atômico - 21/11/2024 08:58:04 2/5 o regime de historicidades pode nos servir da noção de História antes ou independentemente da formulação posterior do conceito moderno de história, tal como a delineou bem o historiador alemão Reinhart Koselleck. Como categoria (sem conteúdo), que pode tornar mais inteligíveis as experiências do tempo, nada o confina apenas ao mundo europeu ou ocidental. Ao contrário, sua vocação é ser um instrumento comparatista: assim o é por construção e livre de uma metodologia teórica que pressupõe cuidados com a relação entre o passado, presente e futuro, mas estabelece percepções da sociedade para o indivíduo. X o regime de historicidade não é uma realidade dada. Nem diretamente observável nem registrado nos almanaques dos contemporâneos; é construído pelo historiador. Não deve ser assimilado às instâncias de outrora: um regime que venha suceder mecanicamente a outro, independentemente de onde venha. Não coincide com as épocas e não se calca absolutamente nestas grandes entidades incertas e vagas que são as civilizações. Ele é um artefato que valida sua capacidade heurística. Noção, categoria formal, aproxima-se do tipo-ideal weberiano. Conforme domine a categoria do passado, do futuro ou do presente, a ordem do tempo resultante não será evidentemente a mesma. o regime de historicidades é a hipótese (o presentismo) e o instrumento (o regime de historicidade), que são solidários, completam-se mutuamente. O regime de historicidade permite formular a hipótese e a hipótese leva a elaborar a noção. Pelo menos de início, um não anda sem o outro. "Por que, perguntaram-me, preferir o termo regime ao de forma (de historicidade)"? E por que "regime de historicidade" em vez de "regime de temporalidade"? Regime: a palavra remete ao regime alimentar (regimen, em latim, diaita, em grego), ao regime político (politeia), ao regime dos ventos e ao regime de um motor. São formulações conceituais para história, que compartilham, pelo menos, o fato de se organizarem em torno das noções de mais e de menos, de grau, de mescla, de composto e de equilíbrio sempre provisório ou instável. [358652_1222 26] Questão 003 (SEDU-ES - 2016) Considere o texto: “Para Jörn Rüsen a consciência histórica pode ser definida como uma categoria que se relaciona a toda forma de pensamento histórico, através do qual os sujeitos possuem a experiência do passado e o interpretam como história. Em outras palavras ela é ‘[...] a suma das operações mentais com as quais os homens interpretam sua experiência da evolução temporal de seu mundo e de si mesmos, de forma tal que possam orientar, intencionalmente, sua vida prática no tempo’.” MARRERA, Fernando Milani & SOUZA, Uirys Alves de. “A tipologia da consciência histórica em Rüsen”. Revista Latino-Americana de História. v. 2, n. 6. Ago. 2013 – Edição Especial, p. 1070. Disponível em: http://projeto.unisinos.br/rla/index.php/rla/article/viewFile/256/209. Acesso em: 07 de dezembro de 2015. Segundo o texto acima, a importância da consciência histórica reside X na possibilidade do homem interpretar-se a si mesmo e a seu mundo historicamente, compreendendo-os em termos de experiência e evolução temporal. em sua vocação para orientar o sentido da vida, viabilizando o sujeito por em prática a percepção do tempo vigente em seu mundo e suas intenções individuais. na necessidade do sujeito em posicionar-se diante da vida por meios de suas interpretações do mundo, independentemente do pensamento histórico em sua relação com todas as formas de pensamento sintetizando todo o conhecimento que é fruto das operações mentais dos sujeitos históricos. na capacidade de um sujeito julgar a qualidade do passado que viveu, sua evolução através dos tempos, evitando praticar os erros cometidos. Pincel Atômico - 21/11/2024 08:58:04 3/5 [358654_1150 60] Questão 004 (SEDU-ES - 2016) Considere o texto: “Para Jörn Rüsen a consciência histórica pode ser definida como uma categoria que se relaciona a toda forma de pensamento histórico, através do qual os sujeitos possuem a experiência do passado e o interpretam como história. Em outras palavras ela é ‘[...] a suma das operações mentais com as quais os homens interpretam sua experiência da evolução temporal de seu mundo e de si mesmos, de forma tal que possam orientar, intencionalmente, sua vida prática no tempo’.” (MARRERA, Fernando Milani & SOUZA, Uirys Alves de. “A tipologia da consciência histórica em Rüsen”. Revista Latino-Americana de História. v. 2, n. 6. Ago. 2013 – Edição Especial, p. 1070. Disponível em: http://projeto.unisinos.br/rla/index.php/rla/article/viewFile/256/209. Acesso em: 07 de dezembro de 2015) Segundo o texto acima, a importância da consciência histórica reside em sua vocação para orientar o sentido da vida, viabilizando o sujeito pôr em prática a percepção do tempo vigente em seu mundo e suas intenções individuais. na capacidade de um sujeito julgar a qualidadedo passado que viveu, sua evolução através dos tempos, evitando praticar os erros cometidos. em sua relação com todas as formas de pensamento sintetizando todo o conhecimento que é fruto das operações mentais dos sujeitos históricos. X na possibilidade do homem interpretar-se a si mesmo e a seu mundo historicamente, compreendendo-os em termos de experiência e evolução temporal. na necessidade do sujeito em posicionar-se diante da vida por meios de suas interpretações do mundo, independentemente do pensamento histórico. [358652_1222 20] Questão 005 (IFPB 2019) O “tempo histórico” é entendido como uma experiência particular de cada sociedade que no presente se relaciona com seu passado (“espaço de experiência”) e seu futuro (“horizonte de expectativa”), possibilitando a consideração da existência de tempos plurais, heterogêneos e não lineares, tendo em vista que estas relações variam. Esta é uma construção conceitual apresentada por qual destes autores em sua respectiva obra? Jacques Le Goff (História e Memória) Marc Bloch (Apologia da História) José Carlos Reis (História e Teoria) Paul Ricoeur (Tempo e Narrativa X Reinhart Koselleck (Futuro Passado). [358653_1150 54] Questão 006 (SÃO LUIZ 2017) O aprendizado histórico deve ser organizado de modo que as suas diferentes formas sejam abordadas, praticadas e articuladas em uma relação consistente e dinâmica de desenvolvimento. Nesse processo, têm importância não apenas os fatores cognitivos, mas nele também devem ser considerados os componentes estéticos e políticos da consciência da história e da cultura histórica como pré-requisitos, condições e determinações essenciais dos objetivos do aprendizado histórico. Jörn Rüsen. Aprendizado histórico. In: Jörn Rüsen e o ensino de história. Maria Auxiliadora Schmidt et al. (Orgs.). Curitiba: Ed. UFPR, 48 (com adaptações). Com referência ao texto precedente, é correto afirmar que, no que concerne à teoria do ensino e da aprendizagem de história, Jörn Rüsen orienta o ensino e a aprendizagem de história por metas políticas, tais como a disseminação dos valores da cidadania. Pincel Atômico - 21/11/2024 08:58:04 4/5 X confere caráter pluralista ao aprendizado histórico, ao considerar suas múltiplas formas e diferentes componentes. defende uma posição antinarrativista nos âmbitos da teoria e da didática da história. pressupõe a incomunicabilidade entre teoria da historiografia e teoria da aprendizagem histórica. desarticula o aprendizado de história da pesquisa histórica, orientada por componentes cognitivos ausentes nesse aprendizado. [358653_1150 56] Questão 007 (CURITIBA 2014) A perspectiva da Educação Histórica tem como um de seus principais referenciais Jörn Rüsen. Sobre as reflexões desse autor, referentes ao ensino de História, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F): ( ) Consciência histórica é o mesmo que conhecimento histórico. ( ) O aprendizado histórico pode ser desenvolvido (posto em andamento) somente a partir de experiências de ações relevantes do presente. ( ) Há quatro tipos de consciência da História: tradicional, exemplar, crítica e genética. ( ) Os tipos de consciência histórica constituem uma sequência lógica em que cada um é precondição para o próximo, em crescente complexidade. ( ) A aprendizagem histórica implica o reconhecimento de regras de conduta e valores universais, válidos para qualquer contexto histórico. Assinale a alternativa correta. V – F – V – F – V. F – V – F – V – F. V – V – F – F – V. X F – V – V – V – F. V – F – F – V – F. [358652_1222 22] Questão 008 (SEDU-ES- 2016) Considere o texto: Para Jörn Rüsen a consciência histórica pode ser definida como uma categoria que se relaciona a toda forma de pensamento histórico, através do qual os sujeitos possuem a experiência do passado e o interpretam como história. Em outras palavras ela é ‘[...] a suma das operações mentais com as quais os homens interpretam sua experiência da evolução temporal de seu mundo e de si mesmos, de forma tal que possam orientar, intencionalmente, sua vida prática no tempo’. MARRERA, Fernando Milani & SOUZA, Uirys Alves de. “A tipologia da consciência histórica em Rüsen”. Revista Latino-Americana de História. v. 2, n. 6. Ago. 2013 – Edição Especial, p. 1070. Disponível em: http://projeto.unisinos.br/rla/index.php/rla/article/viewFile/ 256/209. Acesso em: 07 de dezembro de 2015. Segundo o texto acima, a importância da consciência histórica reside em sua relação com todas as formas de pensamento sintetizando todo o conhecimento que é fruto das operações mentais dos sujeitos históricos. na capacidade de um sujeito julgar a qualidade do passado que viveu, sua evolução através dos tempos, evitando praticar os erros cometidos. na necessidade do sujeito em posicionar-se diante da vida por meios de suas interpretações do mundo, independentemente do pensamento histórico. em sua vocação para orientar o sentido da vida, viabilizando o sujeito por em prática a percepção do tempo vigente em seu mundo e suas intenções individuais. X na possibilidade do homem interpretar-se a si mesmo e a seu mundo historicamente, compreendendo-os em termos de experiência e evolução temporal. Pincel Atômico - 21/11/2024 08:58:04 5/5