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CONCLUSÃO
A polarização política na atualidade no Brasil, já provocou muitos debates, discursões; no âmbito do trabalho, entre amigos, seio familiar e no meio da sociedade, devido está intrinsecamente ligado a temas ideologicamente que se camuflam aos olhos do povo. Dessa forma provocando brigas, hostilizações, crescimento de haters e doutrinação de jovens neonazista na internet; como fake News, destilação de ódio, preconceitos, intolerância a diversidade, as camadas sociais menos favorecidas e muitas vezes noticiada de forma velada através das velhas e novas mídias digitais, não destacando a gravidade dos discursos extremistas, fundamentalista que já provocaram agressões físicas e até registros de assassinatos.
 	Entretanto, muitas pessoas sem entender certos conteúdo implícito político das vertentes ideológicas são levado a se posicionam sem ter um embasamento teórico, ou seja, sem estarem fundamentadas cientificamente e seguem absorvendo e reproduzindo velhos clichês, bordões com frases de efeitos, frases essas disseminadas pelas redes sociais fazendo com que as velhas mídias tenham o propósito de conduzir a “massa” conforme os seus interesses fazendo do sujeito despolitizado curral de rebanho de gado principalmente com aqueles que não desenvolveram um letramento político.
Certamente, toda essa finalidade com o propósito do sujeito não venha se posicionam de forma consciente para exercer a democracia, estando impossibilitado de desenvolver um pensamento crítico, reflexivo sobre o sistema político que dão impactos diretamente na vida dos cidadãos, assim como todos setores da educação.
 A suma importância o sujeito entender as vertentes política ideologias, suas bandeiras, suas pautas de interesses para a conjuntura coletiva do país. Pautas estas, que atinge o interesse da sociedade como por exemplo; ter o entendimento da relevância para os trabalhadores como a proposta da emenda constitucional (PEC), o fim da escala 6x1 proposto pela deputada Erica Hilton (PSOL-SP), partido de vertente de esquerda.
 Portanto, concluímos neste trabalho que, para o cidadão ser verdadeiramente autônomo e exerça seu direito a democracia de forma plena é preciso antes de tudo, obter um mínimo de letramento das correntes de pensamento político. Dessa forma, deixando de ser persuadido, manipulado, alienado com discursos rasos pautado no senso comum, através de memes das redes sociais elaborado para um público alvo limitado, de baixa aquisição cognitiva, que não consegue lê nas entrelinhas. 
Em suma, politizar-se, é entender qual das vertentes “joga” do lado do povo, e do Brasil é poder perceber como funciona os modos operantes do atual sistema ultra capitalista selvagem, é se reconhecer onde estamos inseridos na camada da pirâmide social e poder decidir e mudar rumo do futuro da nação dentro das urnas de forma esclarecida, que favoreça a maioria e não um por cento de privilegiados.

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